O Batismo – Parte III (FINAL)



Meia hora depois, Gaspar está numa fechada sala de um prédio, focado no trabalho... Júlia entra trazendo papéis, coloca em sua mesa e logo se senta num sofá ao lado. Onde fica observando ele. Gaspar fala ao celular com alguém... ao tempo em que vai se balançando sutilmente em sua cadeira para um lado e outro... quando eis que Júlia simplesmente se levanta, vai até ele sem pressa, se ajoelha entre as pernas abertas dele ali sentado em sua cadeira e começa a abrir o cinto dele, desabotoa sua calça em linho preta, desce seu zíper e tira o pau dele de dentro da sunga... nisso ela cai de boca e após alguns movimentos de rosto ela faz o flácido pau se transformar naquele mesmo vigoroso colosso endurecido que ela havia chupado pela manhã no banheiro do quarto do hotel.


Gaspar segue falando ao celular, onde sua outra mão acompanha o movimento da cabeça de Júlia enquanto ela vai chupando sua rola... alguns minutos e ele tem que segurar seus gemidos num certo esforço enquanto sente sua porra ser sugada pela boquinha dela, que engole gemendo e revirando seus olhinhos.


Logo mais, ao meio dia... o almoço foi deixado de lado, pois numa cama de motel Júlia cavalga feito uma louca no colo de Gaspar, que por sua vez, deitado, admira o saltitar dos peitões fartos dela enquanto ela sobe e desce quicando na virilha dele como se quisesse esfolar a sua própria buceta no pau dele. Uma mera rapidinha antes de voltar pro trabalho.

O restante da tarde foi de trabalho, afinal, eles não foram a São Paulo apenas pra foder, apesar de que a vontade era constante.

Já de noite, no hotel, no quarto de Gaspar, os gritos, o choro e agonia de Júlia mais pareciam de maus tratos ou tortura... quando na verdade eram da dor visceral que ela sentia ao ser dominada de quatro na cama por ele enquanto tinha a sua bunda comida quase que contra a sua vontade... pois mesmo Júlia já tendo feito algumas vezes anal com o marido, aguentar a rola do seu patrão no seu cuzinho não estava tão fácil.

O homem a puxava e a socava por trás sem dó nem piedade, Júlia mordia a fronha e apenas obedecia, empinando a bunda como ele mandava a cada tapa que ele dava numa nádega e noutra, contudo ela suplicada entre gemidos manhosos de dor pra ele ter calma, pra tirar um pouquinho, pra ir mais devagar, falando que seu cu estava doendo, que não estava aguentando o pau dele que era muito grosso... mas o tarado e possessivo patrão estava decidido a permanecer pegando a rabuda secretária pelas ancas e movendo sua virilha ao encontro da gostosa bunda morena dela, e assim socava o máximo de centímetros da sua rola bem no meio.

Júlia se deixou ser vencida pela tara e domínios do patrão, lhe prendendo de quatro e lhe metendo sem dó a rola no cu... coube a ela colocar uma mão por baixo de si e tocar uma siririca na sua bucetinha a fim de aliviar mais a dor que sentia, enquanto Gaspar galopava praticamente montado em cima da bunda dela, de pau enfiado e socando no meio... sendo que ele só parou depois de gozar bem dentro.

Por mais que o dia deles em São Paulo fosse cheio de compromissos, Júlia já imaginava que ao final do dia ia rolar um sexozinho gostoso com seu dominador patrão... e neste dia aqui, numa quinta-feira, foi a mesma coisa, o trabalho consumiu ambos... e ao final do dia Júlia tomou a liberdade de ir ao quarto de Gaspar completamente pelada e de forma direta dar em cima dele a fim de foder, pois a morena estava viciada na rola do patrão.

... mas não rolou absolutamente nada. Gaspar mostrou seu lado controlador e simplesmente disse não a ela, ao menos por essa noite, penúltima noite em São Paulo. E ele fez isso não pra fazer doce e deixar Júlia gamada, pensando nele e tal... nada disso. Gaspar negou sexo por essa noite apenas e tão somente para mostrar pra ela que a vontade dele era muito mais importante que a dela. E que se ela quisesse, teria que esperar, ou se humilhar.

No dia seguinte então, o último deles em São Paulo, sexta-feira. A rotina de trabalho seguiu normal... Júlia por sua vez já estava com suas malas prontas lá no hotel, preparada para voltar pra sua casa em Curitiba, pra sua vida, voltar pros seus pais, pois ela tinha muito o que conversar com eles e amigos sobre ter dado um fim no seu casamento, afinal, a essa altura todos já estavam sabendo, não por ela, claro, mas pelos grupos sociais da família, sem falar que André, seu marido, ou ex, havia já bloqueado ela... De certa forma ela tinha feito uma escolha e estava ciente dos riscos que iria acarretar.

Júlia só não tinha noção de que no meio dessa agitada vida profissional, ela iria manter uma relação tão tórrida, possessiva e carnal com o seu patrão... e tão pouco sabe até onde isso vai parar.

E por falar nele, seu patrão, Gaspar, se tinha uma coisa que Júlia já havia entendido nele, era o fato dele ser surpreendente.

Nisso, quando eles dois estavam indo de carro executivo rumo ao hotel, onde o intuito seria se aprontar, pegar as malas, ir pro aeroporto e voltar pra Curitiba, Gaspar falou pra ela que a viagem de volta ficaria pro Sábado, pois ele tinha um compromisso ainda para essa noite e gostaria de leva-la junto. Júlia perguntou do que se tratava, ele preferiu não explicar, apenas disse pra ela ficar no quarto esperando alguém ir deixar um vestido que ele encomendou especialmente para ela, e que mais tarde a pegaria.

21 horas em ponto, e aqui estava Júlia no quarto do hotel, cabelos negros arrumados num lindo penteado preso, toda sexy num pretinho básico, por sobre saltos pretos em camurça, um lindo colar e bolsinha de grife, tudo pago por ele... Já ele, irresistivelmente charmoso num terno e gravata. Assim juntos eles desceram e entraram no carro executivo, que os levou noite adentro pela cidade de São Paulo até chegar num condomínio de luxo.

Havia um certo clima de curiosidade quanto ao lugar, de quem era, do que se tratava o compromisso... tudo isso deixou Júlia inquieta ao lado dele, que apenas trocava mensagens em seu celular e não comentava nada a respeito com ela. Foi então que assim que eles chegaram nesse condomínio, entrando numa imensa mansão, Júlia notou que nessa garagem já se faziam presentes vários carros de luxo, e nisso um funcionário do lugar, todo de preto, os recebeu na porta do carro e os acompanhou até um elevador, que desceu... sendo que quando as portas do elevador se abriram numa área subterrânea, claramente Júlia viu que era uma boate.

Havia luxo e conforto por toda a parte, o som era instrumental e num volume onde as pessoas presentes podiam se ouvir conversando. E tinha muita gente, sentados diante mesas, bebendo, transitando, em camarotes, outros tantos reunidos num imenso cassino, em mesas de poker, todos trajados em paletó e gravada e as mulheres todas lindas em roupas de grife.

Gaspar caminhando de braços dados com ela, cumprimentando a todos que ele conhecia, apresentando a ela... quando eis que ela abre um sorriso e ao mesmo tempo toma um susto de surpresa ao ver Poliana, a sua ex tutora, que lhe abraça, com dois beijos aos lados do rosto. Júlia não acredita que ela está ali, sendo que Poliana diz que frequenta o lugar.

Júlia adorou encontrar Poliana e ficou o tempo todo ao lado dela enquanto Gaspar seguia cumprimentando e conversando com seus conhecidos, aliás, todos empresários e alguns políticos.

Num determinado momento Gaspar pegou Júlia e Poliana e seguiu pela boate em meio a uma iluminação fraca e foram subindo degraus escuros de uma estreita escadaria, com Poliana agarrada a cintura de Júlia, subindo lentamente, as duas conversando, rindo e tal, e Gaspar logo atrás delas, de celular na mão, trocando mensagens com alguém.

O lugar que eles chegaram era um camarote. E nesse camarote haviam uns três homens engravatados entre 30 a 45 anos, sentados em sofás, bebendo, dois deles estavam acompanhados por mulheres jovens e muito bonitas em vestidos sexys. Poliana parecia conhecer os três homens, pois ela os cumprimentou de forma descontraída entre beijos e abraços bem ousados, onde a mão de um deles escorregou nas costas dela expostas no decote do seu vestido... Em seguida ela apresentou esses três homens a Júlia, que por sua vez se sentiu insegura, desconfiada deles, do jeito que eles olhavam para ela enquanto apertavam sua mão e lhe beijavam aos lados do rosto.

Na verdade Júlia se mantinha desconfiada desde que chegou a este lugar, desde que subiu para esse tal camarote e mais ainda quando olhou pra Gaspar, sentado no sofá entre as duas garotas, e elas riam pra ele como se o conhecessem, pois claramente demonstravam intimidade com ele, tocando nas pernas dele, enquanto uma delas cochicha algo no ouvido dele e ele ri.

Entre goles em bebidas, sorrisos, assuntos aleatórios, trocas de olhares, insinuações, gestos, pernas cruzando e descruzando, cochichos no ouvido... a real intenção de estarem todos neste camarote foi se revelando quando Júlia viu Poliana, sentada ali entre dois dos engravatados, trocar beijos com eles... onde entre eles ela virava seu rosto e beijava um e outro, e eles passando as mãos nela ao mesmo tempo.

Júlia admirada, meio assustada e tensa com a cena acontecendo bem ali diante seus olhos, olhou pra Gaspar ao seu lado, sentados juntinhos num sofá, e viu ele rindo, onde ele então segurou o rostinho dela entre mãos e a beijou a boca. Júlia até esboçou se sair dele, mas ele a beijou ainda mais intenso e ela foi deixando.

Foi questão de minutos rolando para que as roupas de todos os presentes neste camarote fossem sendo tiradas e jogadas ao chão... Júlia deitada de costas nesse sofá, já estava sendo deliciosamente comida entre as pernas por Gaspar, onde entre gemidos e olhos se revirando ali por baixo do avantajado corpo dele lhe bombando, ela virou seu rosto pro lado e viu a amiga Poliana gemendo alto e arfado enquanto cavalgava num ritmo acelerado no colo de um dos caras... e bem ali ao lado dela, os outros dois caras estavam sendo chupados pelas outras duas garotas.

Júlia não acreditava naquilo em que estava envolvida, embora estivesse deixando rolar... que loucura, e nada disso foi comentado antes por Gaspar, que estava insano por sobre ela, ora chupando seus peitos, ora erguendo seu corpo do dela e metendo-lhe a rola entre as pernas numa forte bombada, fazendo Júlia gozar aos gemidos agoniados, e nisso ela puxava ele pra mais junto de seu corpo conforme sentia a deliciosa e viciante movimentação daquela sua pica enorme lhe fodendo a buceta.

Completamente lerda no meio dessa suruba, Júlia sequer teve tempo de recusar quando Gaspar deixou um dos caras também se servir de seu corpo, deitando por sobre ela e metendo-lhe a rola entre as pernas... Júlia meio que assustou-se ao tempo em que Gaspar ao lado dela, em pé e se masturbando, pediu calma a ela... Júlia toda arreganhada pra esse outro homem, se deixou ser comida por ele, que lhe estocava forte e veloz a buceta num movimento constante.
Gaspar debruçou um pouco seu corpo e colocou seu pau na boquinha dela, e nisso ela ficou ali chupando ele e tomando bombadas entre as pernas do outro.

A loira e gostosa Poliana em outro sofá tinha seu belo rabo rosado estremecido pela virilha de um deles, lhe domando de quatro e metendo-lhe a rola por trás de forma intensa, dando um puta sacode nela que seus loiros peitões chacoalhavam por baixo e ela gemia quase aos berros... completamente louca e arrebatada de prazer... uma das garotas ao lado no mesmo sofá galopava no colo do seu macho... e nisso Júlia viu Gaspar lhe deixar e ir rumo a outra garota ali sozinha, na qual ele meteu a sua rola na boquinha dela, fazendo ela se engasgar e tossir muita baba... Gaspar maldosamente deu uns tapas na cara dela, apertou a garganta dela e voltou a lhe enfiar a rola na boca, quase arregaçando sua mandíbula.

... enquanto isso, Júlia foi bruscamente virada de quatro pelo cara que lhe comia, onde ele agarrou firme sua bunda morena com as duas mãos e caiu de cara no meio, lhe fazendo gemer alto de tesão ao chupar intensamente do seu cuzinho a buceta, da buceta ao cuzinho... e assim, de quatro, mesmo revirando os olhos enquanto tomava uma surra de lambidas e chupadas por trás, Júlia ia assistindo a putaria rolando ali diante seus olhos, Poliana toda cachorra de quatro enquanto era comida e ao mesmo tempo gemia repetindo a frase vulgar:

- Come meu cuzinho, coomee, come meu cuziinhooo, come, safado, come meu cu, coomeee...

Já Gaspar comia enfurecidamente uma outra de quatro, a puxando forte e arrebentando sem dó sua virilha na bundinha redonda dela, fazendo-a berrar nesse camarote tamanha a agressividade usada por ele pra meter a rola nela... a outra estava louca quicando montada no colo do seu macho.

De repente Júlia geme agoniada de dor, ao sentir o macho lhe domando de quatro por trás e lhe metendo o pau no cuzinho. Ela até disse que não queria ao olhar pra ele ali atrás, mas ele simplesmente a puxou pelos cabelos negros, fazendo-a arrebitar ainda mais pra ele lhe enfiar até o talo na bundinha dela... que gritou, mas se deixou ser enrabada com requintes de estupro... pois não tinha como recusar, ela estava no meio de uma orgia e tinha que jogar o jogo pra sair viva dali... e assim se deixou ser puta de todos eles, se deixou ser usada e abusada por todos sem dó nem piedade, ou melhor, foi dando pra todos sob as ordens de seu patrão, que pedia sempre pra ela chupar o pau de um, pra montar e cavalgar em outro... pra virar de quatro pra mais outro comer seu cu... e eles adoravam bater nelas, era cada tapa na cara de todas, uma e outra chegou a chorar de tanto apanhar na cara, na bunda, nos peitos... sem falar dos puxões de cabelos e humilhações, como xingamentos de puta, vadia, cachorra, vagabunda... e Júlia sempre obediente ao seu chefe, servindo seu corpo a todos eles. Os homens eram loucos, pervertidos, uns tarados.

Gozar de verdade ela só gozou mesmo no pau de Gaspar, pois ele sabia já como fazer ela gemer mais manhosa. Elas também comeram umas as outras, pois os machos gostavam de ver... Poliana por exemplo levou Júlia ao delírio ao cair de boca no meio das pernas dela e dar-lhe uma fortíssima chupada na buceta.

Em alguns momentos Júlia quase desmaia, tamanho cansaço e esgotamento físico e mental depois de tanto ser fodida... sempre obedecendo as ordens do seu exigente e controlador patrão.

Em um determinado momento, quando todas já não tinham mais forças pra continuar sendo fodidas, Júlia ali toda arregaçada e arrombada, completamente banhada de suor, saliva e porra, foi agarrada e beijada por Poliana, que rindo pra ela, disse:

- E aí, gostou do seu batismo?

A rotina na empresa continuou seu ritmo, com muito trabalho, obrigações, metas a cumprir, reuniões estressantes... e aquele sexo safado com o patrão a portas fechadas, viagens... mais sexo... mais surubas em mansões e lugares privados...

Um ano e meio depois, chegou na empresa Amanda, uma sonhadora e dedicada estagiária e candidata a secretária. Moça de família, loirinha, brilhantes olhos verdes, linda de corpo e rosto, noiva, vinda do interior do Paraná, trazendo além de planos pessoais uma vontade de trabalhar visível em seu comportamento empolgado. Logo ela foi recebida por Júlia, que apresentou-se:

- Oi, eu sou Júlia, sua tutora.


FIM!!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Batismo – Parte III (FINAL)

Codigo do conto:
265277

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
24/06/2026

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