Carla não bebe, já o noivo bebe, do tipo que não sabe parar quando começa, tanto que aqui ele tinha passado do limite, e o limite dele é pouco, pois ele se embebeda fácil... Filipe já estava todo alegre, falando bobagens e todo grudento abraçando a noiva Carla e fazendo brincadeirinhas idiotas pros parentes dele ver... e ela numa puta vontade de vir pra sua casa.
Quando então a mãe do noivo teve o bom senso e, sabendo que o seu filho querido não tinha a mínima condição de dirigir, pediu a um outro filho seu, irmão de Filipe, mais velho, casado e que não bebia, para fazer esse favor de ir deixar a noiva do irmão em sua casa.
O certo é que Carla não estava suportando mais ficar nessa festa e aceitou ao convite da sua futura sogra e saiu da casa rumo a garagem na companhia do seu futuro cunhado, irmão mais velho do seu noivo... O nome dele era André, 47 anos, casado, um homem sério, alto, grisalho, encorpado e um certo ar charmoso... Na garagem ele gentilmente abriu a porta do carro para a cunhada Carla entrar e enfim deixaram a casa da família do noivo rumo a casa da noiva, que ficava em São João de Miriti, região metropolitana do Rio de Janeiro.
André era ótimo de conversa, onde manteve a cunhada Carla conversando sobre escola, trabalho, pessoas, lugares, família e sobre seu noivo, irmão dele... e nisso Carla até riu de algumas coisas que ele disse com um certo ar irônico e sarcástico sobre o irmão, e que combinou com o temperamento de momento dela, pois Carla estava bem chateada com o seu noivo beberrão.
Carla é carioca, 26 anos, é loira da pele rosada, 1 e 60 de altura, corpo esbelto com curvas acentuadas, seios volumosos, coxas torneadas e bunda mediana, empinada e redondinha... é dona de belos olhos verdes e naturais cabelos loiros esbranquiçados.
Carla mora num apartamento com o seu noivo Filipe, mas aqui ela estava com tanta raiva dele, por ele ter bebido e se comportado de forma chata, que ela decidiu ir pra casa da sua mãe e não pro apartamento do casal... O cunhado André deu uma paradinha num posto de combustível, onde Carla aproveitou para entrar numa lojinha de conveniências ali no posto mesmo para comprar uma água, já seu futuro cunhado André ficou parado diante do carro dele, conversando com o frentista enquanto abastecia... Carla entrou na loja demorando uns minutinhos, onde comprou a água e algumas balinhas de menta e então foi voltando, quando então ela viu outra pessoa conversando com o seu cunhado André, um sujeito mais jovem, da sua idade, simpático de rosto, moreno claro, alto, usando jeans surrado e uma camiseta moldando seu físico esbelto.
Ao se aproximar deles, esse sujeito olhou dos pés ao rosto de Carla, rindo malicioso para ela enquanto o cunhado André apresentava Carla a ele, que estendeu a sua mão ao cumprimenta-la... e junto a beijou as costas da mão, encarando Carla penetrantemente nos olhos ao ponto de deixar Carla sem jeito, virando seu rosto para um lado, sendo que até o seu cunhado diante dos dois reparou que ela ficou sem jeito com o tal amigo a olhando assim.
Bom... e pra piorar as coisas, esse tal sujeito morava no caminho e assim André ofereceu carona a ele, que entrou no carro junto com eles, sentando no banco detrás e assim eles foram avenida acima rumo a casa dele antes de ir para a casa da mãe de Carla... E nesse caminho eles dois conversavam muito, onde vez e outra eles colocavam Carla no meio da conversa com alguma pergunta, principalmente por parte do amigo de André, que a incitava meio que na intenção de criar uma intimidade com Carla... e estava surtindo efeito, pois Carla estava tão chateada com o noivo beberrão que aqui encontrou uma distração no bom humor desse amigo do cunhado, onde ela ria muito das coisas que ele falava, ele tinha um jeito leve e desinibido de ser.
Enfim eles chegaram no apartamento do amigo do cunhado de Carla, que os convidou para subir com ele, e nisso o cunhado André gostou do convite, pelo fato de estar devendo uma visita a esse seu amigo... Carla não queria demorar a ir pra casa da sua mãe, mas como ela aqui estava de carona, acabou subindo com eles dois.
E já lá em cima, no apartamento do tal sujeito, amigo do cunhado de Carla, ela sentou num sofá da sala enquanto ele e o cunhado André foram até a cozinha, sempre conversando num tom alto de voz e rindo, e ela aqui sentada de coxas cruzadas, se distraindo olhando seu celular e esperando a hora de ir de vez pra casa da sua mãe.
O certo é que minutos depois, Carla gargalhava numa conversa gostosa e descontraída com eles dois, sentados ao redor dela, bebendo cerveja... Carla estava curtindo o momento inusitado, embora quisesse ir logo pra casa da sua mãe e descansar desse dia frustrante com o seu noivo. Os dois aqui eram respeitosos, embora o sujeito amigo do cunhado de Carla se mostrasse sempre malicioso com seus olhares para ela, lhe espiando as loiras coxas cruzadas, claramente comendo ela por pensamento.
Certo momento Carla pediu pra usar o banheiro, e o tal amigo do cunhado lhe mostrou, era aos fundos, passando da cozinha, Carla se levantou sob os olhares dele espiando seu corpo, curvas e bunda e foi caminhando apartamento adentro. Era um apartamento pequeno, porém muito bem decorado e confortável... Logo Carla entrou no banheiro, encostou a porta, ergueu sua saia, desceu sua branca calcinha em renda, sentou no vaso de pernas abertas, colocando dedos da mão direita na sua rosada xota careca, abrindo os beiços e assim deixou a urina sair quentinha e que até deu aquela aliviada imediata que lhe causou um gostoso arrepio na pele.
Depois da urina, assim que Carla saiu do banheiro deu de cara com ele, o amigo do seu cunhado, rindo pra ela enquanto abria uma garrafinha de cerveja de frente a pia, chegando a oferecer pra ela, que por sua vez disse meio sorrindo que não bebia, mas ela pediu um copo de água, ele mandou ela ficar à vontade e se servir na sua geladeira... Assim Carla foi até o armário pegar um copo, depois se dirigiu até a geladeira, pegando uma jarra de água dentro, colocando em seu copo e bebendo, tudo em meio a um silêncio na cozinha cortado apenas pela voz do seu cunhado lá na sala, falando ao celular com a esposa dele.
De sede saciada Carla fechou a geladeira e caminhou até a pia para colocar o copo, onde estava o sujeito, amigo do cunhado André a lhe olhar malicioso enquanto dava goles na sua cervejinha, e eis que de repente, quando Carla ficou bem próxima a ele, ela foi surpreendida com ele a pegando pela cintura e a virando de costas na pia, ficando em pé diante dela, cara a cara, com ele mais alto que ela e Carla sentindo de frente o hálito dele de cerveja... olhando dentro dos olhos da cunhadinha do amigo como se comesse ela por pensamento... e o mais curioso neste momento é que Carla não empurrou ele e tão pouco xingou ele, apenas sentiu dentro de si um arrebatamento de sentidos lhe deixando ouriçada, ofegante, de pele loira arrepiada e estômago gelado, onde ela encarou o olhar dominador e safado do tal amigo do seu cunhado, e assim lambeu sutilmente seus rosados lábios finos, como se permitisse a ele que a beijasse... e foi o que ele fez, pressionando Carla de costas na pia com o seu corpo grudado ao dela num beijo possessivo e guloso beijo, com ela abraçando ele ao redor do seu pescoço.
A verdade é que desde que Carla viu esse tal amigo do cunhado lá no posto de combustível que ela sentiu algo... gostoso e perigoso dentro de si.
E aqui, como ele era mais alto e o rosto dela estava na altura do peito dele, ela simplesmente mordeu o peito dele por sobre a camiseta dele ao sentir a mão direita dele adentrando por entre as pernas dela, por baixo da saia e apalpando a sua bucetinha loira... e embora a mordida dela no peito dele tivesse sido um recado para ele parar, ele continuou com a mão por baixo das pernas dela, chegando a enfiar por dentro da calcinha dela, onde ficou com seus dedos esfregando para cima e para baixo no rachado da xoxota dela e bolinando seu grelinho.
Nossa, Carla gemeu revirando seus verdes olhos, ao mesmo tempo tinha o lado direito do seu pescoço de baixo até a orelha sendo lambido, beijado e chupado por ele... Carla bambeava as pernas toda trêmula, arrepiada, gemendo ofegante nessa pegação com esse estranho, na cozinha do ap dele... ela sabia que aqui não era o momento e nem o lugar, muito menos com ele, pois ela era comprometida com o irmão do cara que estava logo ali na sala... Mas o cara não estava nem aí, a loira era uma delícia e ele queria mais era se aproveitar... onde ele pegou ela por baixo das suas coxas loiras e lhe ergueu, sentando na beirada da pia, arreganhando as pernas dela e fazendo a saia dela se erguer coxas loiras acima, e assim caiu de rosto no meio, enfiando a boca na buceta da cunhadinha do amigo com calcinha e tudo... Carla reagiu a essa brusca e louca abocanhada no meio das suas pernas com um gemido agoniado e se tremendo toda de tesão... meio jogando seu corpo para trás rumo a parede da pia... já ele, afoito, dominador e tarado... puxou a calcinha dela para um lado e assim melhor pôde encaixar sua boca na xota dela e lhe chupar o mais forte e guloso possível, com ela toda arreganhada, ora colocando as pernas por sobre os ombros dele... uma mão na pia e a outra na cabeça dele ali enfiada em seu meio.
E o amigo do cunhado ali, remexendo seus lábios no rachado da xana rosada de Carla, mamando no seu grelo... e ela gemendo, revirando seus verdes olhos enquanto gozava.
Quando então o cunhado André apareceu na entrada da cozinha, tomando um puta susto ao flagrar a futura esposa do seu irmão caçula sendo chupada pelo seu amigo em cima da pia... ele chegou a chamar ela de puta... e Carla sentada na pia, se contorcendo, olhando pra ele com seus olhos embriagados pós ter gozado na chupada que tomava na buceta entre pernas do amigo dele, e assim riu de forma safada pra ele, onde então falou ofegante:
- Vem.
Logo o cenário de putaria estava armado com algo que Carla nunca fez na vida e tão pouco pensou em um dia fazer, estar com dois ao mesmo tempo e principalmente traindo seu noivo, onde aqui ela estava ajoelhada ao chão da cozinha, de saia erguida, calcinha puxada para um lado expondo sua xoxota loira babada, camiseta erguida com seus peitos rosados para fora do seu sutiã, segurando os dois caralhos endurecidos para fora das calças dos dois machos em pé diante dela, e os masturbando diante seu rosto... o do seu cunhado era mais grosso e cabeçudo, o do amigo dele era maior em centímetros, porém um pouco mais fino, mas ambos deixaram Carla ofegando excitação... Ela mamava por minutos em um e depois mudava de pau... Duas picas saborosas só para ela, já que a do seu noivo estava neste momento murcha por conta da embriaguez dele na casa da sogra... Carla revirava seus olhinhos verdes ao abocanhar uma e depois outra, chegando a querer meter as duas juntas na sua boca, com os dois machos em pé diante dela gemendo de tesão, chamando ela de vagabunda, puta, cachorra... inclusive André, que entre gemidos de tesão enquanto tinha sua rola mamada pela cunhadinha, revelou:
- Caralho, sempre te achei uma gostosa, nossa, queria muito te comer, sabia?
Logo eles se levantaram, onde o amigo de André, dono do ap, sentou numa cadeira da mesa da cozinha, tocando uma punheta no seu pau e chamando Carla para sentar em cima... Carla tirou de uma vez toda sua roupa, mostrando pra eles um loiro corpo delicioso, cheio de curvas e recheios apetitosos, com um bela raba pálida, peitões suculentos balançando e uma buceta carnuda toda careca e babadinha de tesão... e aqui ela foi montando de frente no colo do amigo do cunhado, dando uma gostosa encaixada de buceta na cabeça da rola dele e sentando rebolando, rosqueando a pica dele em sua buceta até entrar toda, e ela fez isso gemendo toda manhosa e arrebitada...
E sentada ela começou a cavalgar, quicando, subindo e descendo ritmado, fudendo gostoso sua xoxota loira no pau erguido do puto, que segurava ela pelas sua cintura, assistindo de frente os rosados peitões de mamilos durinhos dela chacoalhando na cara dele conforme ela quicava... e atrás dela o seu cunhado foi segurando a bunda dela e tentando, sem nem pedir, encaixar a cabeça da sua rola no cuzinho rosadinho dela... e Carla parou de quicar no pau do amigo dele, e disse pro cunhado ali atrás:
- Não, porra, calma, assim não... vem aqui pro lado, anda.
Tudo bem que ela estava aqui sem controle e noção de nada, fodendo com dois de forma impulsiva, traindo seu noivo por vontade... mas aceitar as duas rolas de uma vez, assim, logo de cara? Claro que não. Ao menos ainda não.
Então o seu cunhado André ficou em pé ao lado esquerdo dela, dando seu pau pra ela mamar, o qual ela segurava punhetando e chupando, ao mesmo tempo em que ela quicava montada no pau do amigo dele... nossa, que loucura gostosa nessa cozinha.
Carla então mudou de rola, onde o seu cunhado se sentou e ela montou de frente no colo dele e na rola grossa e cabeçuda dele, na qual quicou gostoso, gemendo toda manhosa, se tremendo toda de tesão e prazer, gozando forte e se descontrolado nesse sobe e desce frenético de pau fodendo sua buceta, socando, socando, socando, e ele mamando nos dois peitões dela chacoalhando na cara dele... e o amigo dele alisando a loira bunda dela, dando tapas, bolinando em seu cuzinho com dedadas que faziam Carla vez e outra pedir:
- Para, safado, no cu não, saaiii...
Carla não era virgem no cu, porém, ela notava que eles queriam muito lhe meter ao mesmo tempo no cu e na buceta, e ela não estava ainda preparada para isso, pois nunca sequer se imaginou fodendo com dois.
Num momento ela se levantou, completamente bêbada de espasmos pós orgasmos, com os dois encoxando ela juntos, beijando o rosto dela, sua boca, chupando seu pescoço, mamando em seus peitos e dedando sua buceta e seu cuzinho... Carla estava louca, realmente descontrolada e adorando estar entre dois machos tão tarados e com seus paus latejando de tão endurecidos por ela... abusando dela constante, numa loucura incontrolável, porém, ela precisava aqui de mais conforto e espaço para foder com eles, assim eles foram pro quarto do amigo do cunhado André... onde na cama eles mandaram ver, com ela deitada de costas, toda arreganhada e recebendo um e outro por entre suas coxas, lhe bombando, batendo virilha na sua ao socar-lhe a rola na buceta sem parar, aumentando mais e mais o ritmo da bombada, como se quisesse esfolar ela, fazendo a safada noiva infiel gozar com força, com ela revirando seus verdes olhos aos gemidos soluçados e ofegantes... Ora um bombando nela, ora dando a vez pro outro... rola após rola fodendo sua bucetinha entre pernas arreganhadas.
Em seguida, lerda e ofegante, suada e delirando entre espasmos, Carla se virou de quatro na cama, dando uma empinada de rabo loiro todo aberto pro amigo, enquanto chupava o pau do cunhadinho, e assim ela começou a ser sacudida para frente ao ser impulsionada pelas pancadas de virilha que tomava por trás, sendo puxada pelas suas largas ancas enquanto recebia na sua buceta fortes pauladas sem tirar de dentro... onde o safado ali mandando ver, falando gemendo:
- aaaii, caraalhoo, que loira gostosa da poorraa, que raabooo, que raabooo, rraaammmrr, toma, safaada, toma rola nessa buceta, toomaaaa...
Carla seguiu tomando um sacode de quatro enquanto gemia de boca no pauzão cabeçudo do irmão do seu noivo... e ela estava adorando isso, receber uma pica na frente e outra atrás... e por falar no safado a comendo por trás, ele aproveitava que estava ali diante da raba loira deliciosa dela e sentava o tapa fazendo uma nádega e outra tremer, surrando ela de tal forma que a marca das mãos dele ficava tatuada na sua bunda branquinha.
Ele também gostava de alisar, apalpar as nádegas e arreganhar para ficar espiando seu cuzinho rosado... pois a loira tinha um cu que dava tesão só de olhar... preguinhas delicadas e avermelhadas sempre piscando... a impressão é que essa safada nunca tinha dado o cu de tão fechado que era... E o amigo do cunhado ali ainda fodendo a buceta dela por trás, com a mão direita apoiada no alto da bunda dela, chegou a dedilhar as preguinhas dela com o seu polegar dessa mesma mão... o filho da puta estava louco pra meter no cu dela.
Carla voltou a montar no pau do seu cunhado, deitado de costas na cama, onde cavalgando dando a buceta pra ele com força, quicando alto e dando fortes bundadas nas coxas dele... já o amigo dele se colocou em pé ao lado dela e socou seu pau na boquinha dela... e o cunhado louco segurando ela pela cintura:
- aaiii caraalhooo, que gostosa você é, cunhadinha... iissso, iisso, não paaraa, fode meu pau, fooodee... pula, safada, pula no meu pau, puulaaaa...
O fogo parecia aumentas, os três estavam super tarados e loucos, onde a safadeza estimulava a querer mais e mais sem pensar em parar... Foi então que o cunhado pegou Carla de jeito, a virou pra ele na cama e ordenou de forma dominadora:
- Anda. fica de quatro, quero comer tua bunda, vem.
Carla riu meio medrosa, pois a rola do cunhado era mais grossa que a do amigo dele... mas ela não teve como negar, onde se colocou de quatro e já foi levando tapas na bunda e em seguida levando uma cuspida certeira bem no seu cu que a fez até se arrepiar toda e tremer as pregas, junto a uma dedilhada a fim de arreganhar mais:
- aaiiimmrr, tira esse dedo do meu cuuuu, rraaammrr...
André: - Deixa de ser fresca, sua vadia. Vai dizer que o meu irmão nunca te deu uma dedada nesse teu cu?... Fica quieta, vai.
Toda de quatro e de bunda empinada, Carla gemeu... gemeu apertando seus olhos ao sentir a empurrada da rola cabeçuda do cunhadinho arregaçando suas pregas ao entrar em seu cu... Segundinhos após ele aconchegar melhor o pau no cu da cunhada, ele começou a dar uma sacudida nela de quatro para frente enquanto a domava firme e forte pelas ancas largas dela, socando, socando, metendo o pau no meio da bunda gostosa dessa loira de quatro, a futura esposa do seu irmão... gemendo manhosa, apertando seus verdes olhos lacrimejados, fazendo carinha de dor, de choro, diante da puta dor no seu cu sendo socado, sendo fodido, empurrado pela rola do seu cunhado:
- rraammrr, rraammrr, rraammrr, aaii, filho da puutaaa, meu cuuu, aaiimmrr, aaiimmrr, ai cuuunhaaadooo, aaii meu cu, aaaiimmrr.
O amigo dele, deitado encostado no travesseiro na cabeceira, ficou tocando uma punheta no seu pau ao assistir Carla de quatro, tomando na bunda pro seu cunhado... ele estava claramente esperando a vez de também comer a bunda dela... já que ela tinha liberado de uma vez... quer dizer, liberado contra a vontade dela e mediante a vontade do seu cunhado tarado, que a pegou de quatro e mandou ver pau no cu dela.
Depois então de meia hora de socada de rola no cu da cunhada, eis que André tirou seu pau do rabo pálido e gostoso de Carla e deitou de costas na cama, chamando ela:
- Vem, sentada de buceta na minha rola, sua vagabunda, anda.
Carla já sabia até qual era a intenção disso, e mesmo assim obedeceu, arregaçando a sua xoxota loira ao sentar na rola do seu cunhado e inclinando seu corpo para frente, assim ela empinou bem safado a sua bunda loira, deixando o amigo dele a vontade para pega-la por trás e meter no seu cu.
E ele veio se ajeitando por trás dela, já esfregando a cabeça da sua rola no rego da bunda branca dela toda aberta, empurrando devagar a cabeça da sua rola até entrar no cuzinho dela... Caralho, Carla soltou um gritão nesse quarto... apertando seus olhos num gemido alto tamanha dor, tamanha a pressão de ter duas rolas duras dentro dela... uma por baixo na buceta e a outra reta enfiada na sua bunda... as duas começando a serem socadas, fodendo, fodendo, socando...
Que sensação mais louca e indescritível Carla aqui sentia, duas rolas dentro dela, socando, socando, socando, deixando ela louca, sem fôlego e a gemer de olhos apertados e boquiaberta num sofrimento sem igual... e as rolas se movimentavam constante, fodendo ao mesmo tempo em sentidos contrários, currando e me embocetando Carla.
A dor anestesiou ela, que depois de muito chorar acabou se acostumando... onde ela deu pros dois mais relaxada, com eles mandando ver sem tirar de dentro dela de quatro entre eles, fodendo seus dois orifícios rosadinhos, cu e buceta, buceta e cu... onde em alguns momentos o amigo do cunhado parava atrás, sem tirar o pau do cu dela, enquanto o seu cunhado ficava mexendo os quadris e socando sua rola na buceta dela de baixo para cima... daí o seu cunhado parava e era a vez do amigo dele, domando Carla pelas ancas, socar a rola no cuzinho dela... em outro momento os três juntos se movimentavam, Carla remexendo seus quadris e eles dois lhe socando por baixo e por trás ao mesmo tempo... caralho, caralho, caralho... que loucura... Carla gozou primeiro na buceta, mas conforme o amigo dele a pegava por trás e socava no cu dela sem parar enquanto ela gozava na buceta, Carla acabou gozando também no cu.
A foda então foi diminuindo o seu ritmo, onde os três estavam já meio esgotados, aqui e ali rolava uma socadinha a mais entre as pernas dela, ou com ela sendo comida de ladinho num ritmo bem mais leve... Ambos então deitaram lado a lado e ela de quatro punhetando uma rola e mamando numa e noutra... nisso o cunhado André se ajoelhou diante dela e lhe esporrou na cara, logo o amigo dele fez o mesmo, ficando ajoelhado, tocando uma punheta de pau apontado pra carinha já esporrada de Carla e gozou... enfim... nada que um bom banho depois não resolvesse.
Em seguida o cunhado André foi enfim deixar a cunhada Carla na casa da sua querida mãe, onde depois de um banho bem demorado ela caiu na cama e desmaiou de tão cansada que estava, de tanto se doar fisicamente para dois homens ao mesmo tempo.
Carla se casou dias depois, não voltou a trair seu esposo com o irmão dele, seu cunhado André, e muito menos com o tal amigo dele e com nenhum outro homem... não por falta de oportunidade, pois Carla é bonita, jovem, gostosa, o que não falta é homem querendo se aproveitar dela... mas ela preferiu se policiar mais, chegando até a falar diretamente ao seu cunhado que não rolaria mais nada entre eles e pediu pra ele respeitar a vontade dela e não tentar nada.
Contudo, Carla guarda na memória e na pele, cada sensação e sabor dessa transa à três deliciosa que um dia provou, e que acabou sendo uma espécie de “despedida de solteira não planejada”.
FIM!!
Obrigada por lerem e comentem, por favor! É importante a interação com vocês que leem.
Conto gostoso, a leitura flui fácil e o tesão é inevitável.