Ela está super animada, cheia de planos, empolgada... O bom salário vai ajudar muito em casa, pois ela é recém casada e ainda mora de aluguel junto com seu esposo André, um jovem professor e técnico em informática.
Logo ao chegar no prédio, no centro empresarial de Curitiba-Paraná, Júlia em uma sala foi recebida por uma bela loira trajada em um terninho de grife, que lhe olhou dos pés ao rosto, estendeu sua mão e disse:
- Oi, eu sou Poliana, sua tutora.
Júlia começa suas atividades sob a supervisão e ensinamentos da sempre alegre e super atenciosa Poliana, que por sua vez foi promovida e portanto está ensinando algumas coisas pra Júlia, sua substituta. Neste primeiro dia aliás elas já se deram super bem, conversando, rindo, brincando, pareciam amigas de longa data.
Pois bem... e nessa rotina de aprendizado, empolgação, planos e dedicação diária... eis que numa certa manhã, Júlia está sozinha na sala, sentada à mesa diante do computador, em meio a um silêncio cortado apenas pelo barulhinho dos seus dedos teclando enquanto faz anotações. Foco total, compenetrada... Poliana tinha descido pra outro setor e disse que voltava logo... quando eis que o dono da empresa, o seu chefe, adentra a sala. Gaspar.
Gaspar é um homem à frente de seu tempo, super ocupado, atarefado e exigente.
... Júlia toma até um susto enquanto o vê adentrando, é a primeira vez que ela tem um contato com ele. Porém ela abaixa os olhos e continua digitando em seu computador, mostrando foco no trabalho.
O ambiente é tomado por um gostoso perfume amadeirado que de imediato adentra as narinas de Júlia e lhe causa uma ótima sensação... Gaspar tem uns 42 anos, é alto e seu corpo avantajado se ajusta perfeitamente na sua camisa branca de botões mangas compridas e em sua calça em linho cinza com cinto fino, seus mocassins italianos pretos sequer fazem barulho enquanto ele caminha sala adentro... Gaspar é branco, cabelos loiros castanhos, atraentes olhos verdes num viril rosto bonito todo lisinho, olhar penetrante, um ar esnobe e um sorriso cínico.
Ele cumprimenta Júlia, que esboça se levantar meio tímida, ele a manda se sentar novamente, falando que não quer atrapalhar, pois veio apenas falar com Poliana.
Júlia está tensa, um certo gelado em sua barriga... seu chefe se encontra em pé por trás dela, onde ela vê de canto de olho direito a mão dele apoiada no encosto da sua cadeira... ele faz silêncio enquanto ela digita em seu computador, fazendo um certo esforço pra se concentrar nas teclas e palavras, pois por pensamento ela imagina ele ali em pé por trás dela observando o que ela faz... e ele está sem nada falar. Isso a perturba.
De repente Júlia se arrepia... pois Gaspar meio que se debruça ao lado dela ao apontar com o dedo direito pro computador dela uma anotação que ela digitou errado... Júlia se desculpa e conserta o erro de digitação... ela olha de canto de olho o queixo dele bem ao lado da sua orelha direita, sendo que ela sente até o cheio do creme de barba dele.
Júlia olha fixamente pro dedo dele apontando mais uma vez a tela do seu computador enquanto ele fala sobre dados, estatísticas, números... porém ela quase não se concentra no que ele fala, pois o ar da voz dele soprando sua delicada orelha direita e a rouquidão da voz dele fazem com que tais assuntos burocráticos soem como poemas eróticos sendo declamados ao pé do seu ouvido, lhe causando um choque descendo por fora e por dentro do seu corpo moreno claro, até se acomodar por entre as suas pernas cruzadas, obrigando ela a apertar uma coxa por sobre a outra a fim de conter o pulsar do grelo da sua buceta ali por baixo da sua saia e dentro da sua calcinha... ao tempo em que, por pensamento, ela fala: “Meu Deus, que tesão da porra.”
Gaspar se afasta de Júlia e começa a andar por trás dela enquanto fala de metas comerciais e coisas do tipo... e Júlia, ao tempo em que faz seu trabalho no computador, repete SIM várias vezes a tudo o que ele fala.
Gaspar chama a atenção dela, pedindo pra que ela olhe pra ele enquanto ele fala. Júlia se vira em sua cadeira giratória... ele está em pé, com as mãos nos bolsos da sua calça em linho cinza e olhando pra ela com seus verdes olhos penetrantes... Nisso ele começa a fazer perguntas a ela, como se fosse mais uma entrevista de emprego, e ela responde a tudo, se esforçando em mostrar um ar profissional, pois algo nele a deixa insegura, rindo meio sem jeito, passando mãos aos lados de seus cabelos, inquieta, onde de pernas cruzadas ela fica balançando o pé e meio se mexendo pra um lado e outro na cadeira giratória... tanto que ele pede:
- Para essa cadeira. Sossega.
Ela pede desculpa quase sussurrando, ele pede pra ela parar de pedir desculpa... E em pé diante dela ele mantém uma postura não somente de patrão, de líder, de dono da porra toda, como principalmente de macho alfa, pois ele está notando nos trejeitos dela uma certa fragilidade.
E tem algo nos gestos dele que faz Júlia se esforçar em não olhar, pois ele fica aqui e ali colocando e tirando as mãos nos bolsos da sua calça em linho... e ela acompanha tal gesto e ao mesmo tempo acaba olhando pra parte frontal da calça dele e percebe um certo volume na horizontal. Júlia morde o lábio inferior, olha pra um lado, pro outro... pois o volume é avantajado e ela logo imagina:
“Que safado, será que ele tá se mostrando pra mim? Será que ele quer que eu olhe pro pau dele?”
Ele segue perguntando sobre qualidades profissionais dela, suas experiências, onde estudou, e ela respondendo... até que ele começa a perguntar coisas mais pessoais para ela... tipo: se é casada, afinal vê-se a sua aliança, onde mora, o que gosta de fazer quando não está trabalhando... e Júlia vai respondendo, mesmo que meio desconfiada com o rumo que vai essa conversa, ou... entrevista.
Antes de deixar a sala, Gaspar dá uma última encarada em Júlia, desejando a ela boas-vindas e boa sorte... ela acompanha ele indo, ela até olha pra bunda bem feita dele moldando sua calça em linho... ele fecha a porta sem bater.
O cheiro delicioso do amadeirado perfume dele permanece na sala, Júlia sentada em sua cadeira em frente a mesa do computador reage soltando o ar num gesto de alívio, ao mesmo tempo passando mãos em seu rosto, cabelos... rindo meio sem acreditar nas coisas que sentiu na presença do seu chefe, enquanto repetia mentalmente a frase:
“Nossa, que homem... que gato, que gostoso... nossa...”
Ela então se levanta por uns minutinhos e vai ao banheiro para fazer um xixizinho, ela fecha a porta, caminha até o vaso, ergue sua saia em linho, desce a sua calcinha e senta...
O detalhe que é que no momento em que ela coloca dois dedos aos lados da sua bucetinha pra dar aquela arregaçadinha natural nos grandes lábios pra urina sair, ela percebe-se bem lubrificada, ela chega a erguer sua mão pra olhar seus dedos que claramente estão melados de um visgo... o típico visgo vaginal que a buceta expele quando está sob o efeito de estimulação sexual.
Júlia dá uma olhadinha até mesmo no forro da sua calcinha ali arriada nas suas coxas morenas, e nota esse mesmo visgo impregnado. E nisso ela ri e fala algo em tom de brincadeira, como se conversasse com a sua própria buceta:
- Sossega o fogo, viu, sua danadinha? Pois você é casada. E esse aí é seu chefe, rsrsr...
No dia seguinte, Júlia chega pontualmente na empresa para mais um dia de trabalho, ela entra no elevador pra subir pro andar onde fica sua sala, antes da porta fechar entra uma outra funcionária, do mesmo setor, elas se cumprimentam gentilmente e tal, mas permanecem sem conversar... Júlia fica quieta, olhando seu celular, ao mesmo tempo percebe a tal funcionária ali ao lado meio que lhe encarando... Júlia ri pra ela, então essa tal funcionária pergunta a Júlia com um semblante meio irônico:
- E aí, já foi batizada?
Júlia ficou voando, sem saber do que se tratava a pergunta dela enquanto olha pra ela, lhe encarando com um sorriso no rosto... nisso as portas do elevador se abrem e elas saem, e Júlia foi caminhando ao lado dessa funcionária, a pergunta:
- Batizada? Como assim?
A tal funcionária ainda ri, não responde Júlia sobre a tal pergunta que fez, apenas dá tchau e segue pelo corredor para sua sala... Júlia também por sua vez também entra em sua sala, pensando na tal pergunta, sobre “se foi batizada”.
Continua...