Cada palavra gritada por ele em nome do senhor entrava em Soraya como se rasgasse a sua alma, como se libertasse ela de todas as agonias... ela, de mãos e rosto pro alto, olhos lacrimejados apertados e de boca o tempo todo repetindo o louvor dito pelo seu abençoado pastor, se sentia arrebatada, onde seu corpo se movia ao som das palavras faladas em côro, onde parada no mesmo lugar ela me mexia pra um lado e outro, porém, contendo seus quadris para não mexê-los demais, pois Soraya tem uma bunda bem chamativa, sendo que sua saia comprida mexia com o balançar de suas nádegas... Seu coração batia a mil por hora, seu pálido corpo estava todo arrepiado e até suado por estar agitado pelo poder do louvor, sua respiração ofegava... seus fartos peitos por dentro do seu sutiã, por dentro da sua blusa estavam bem inchados, seus vermelhos e graúdos mamilos doíam de tão endurecidos... Soraya sentia o liquido vaginal escorrendo por entre suas coxas, por baixo da sua saia comprida, pois sua calcinha encharcava conforme sua buceta tremia.
Cada palavra gritada pelo seu pastor era como uma estocada entre as suas pernas, pois ele comanda ela a cada culto, ele mexe com ela por inteira, por dentro e por fora, e assim ela aqui sentia todo o poder das palavras ditas pela voz dele se apoderando dela, lhe possuindo, fazendo emergir de dentro do seu ser um descontrole tamanho das suas emoções que ela chegava a arfar como se tendo um orgasmo ao falar aleluia.
Diante disso tudo citado, vocês podem até falar:
“Nossa, que exagero, que blasfêmia... se excitar durante um louvor?”
Ok, mas é que o pastor de Soraya era diferente de todos, ele fazia ela sentir coisas além do que ela podia sentir.
Depois do culto, Soraya e seu varão retornam ungidos para casa, ambos se sentindo plenos, leves, imersos de corpo e alma no mais puro sossego... onde no terraço ela tira seus calçados e adentra a sala pisando descalça pelo frio piso branco até entrar no quarto. Seu varão lhe acompanhando, ambos cantavam juntos uma música da igreja. Soraya foi então tirando cada peça de roupa sua e guardando numa gaveta da cômoda, seu marido também foi tirando as dele. E despidos, entraram juntos no banheiro ali ao lado no quarto.
Toda a emoção do culto ainda mexia com Soraya, que precisava se aliviar. E enquanto seu esposo Antônio se molhava com ela junto com ele debaixo da ducha do chuveiro, ela foi passando um sabonete no avantajado corpo branco dele, onde desceu as mãos ensaboadas até a rola dele e ensaboou e masturbou ao mesmo tempo... Antônio tem uma rola grande, grossa, rosada, dos testículos medianos e depilados, e Soraya adora a rola do seu varão.
E ele aqui chegou a gemer enquanto Soraya ensaboava seu cacete... chamando ela de sua querida, sua esposa amada... falando que ela era um presente dos céus para ele... A mulher que todo homem de bem e temente a Deus deveria ter. Soraya até mesmo emocionada apenas ria enquanto olhava ele nos olhos e com as mãos cheias de espuma massageando o pau ereto dele.
E claro, ele é seu esposo, seu varão, e da mesma forma que ele enche ela de emoção com seus elogios, ela também, como esposa dedicada e resiliente ao matrimonio segundo os dogmas da religião deles, tem que agrada-lo. E assim Soraya não perdeu tempo, se agachou e ainda segurando a rola bem dotada do seu varão, abocanhou e chupou entusiasmada, chegando a gemer e revirar seus olhos... pois Soraya adora sentir a pele lisinha e macia do rosado falo graúdo da rola do seu varão escorregar por entre seus lábios enquanto vem pra dentro da sua boca, deslizando por sobre a sua língua conforme ela mexe seu rosto para frente... aliás, seus lábios se arreganharam por conta da grossura da pica do seu amado varão. E ele em pé, meio cambaleante, entregou-se aos seus gemidos, revirando seus olhos diante do prazer que a boca da sua amada, devota e abençoada esposa lhe proporcionava.
Tamanho capricho no boquete e ele presenteou Soraya com um esguicho de esperma bem dentro da sua boca, tão bem encaixada no falo graúdo da sua rola, enquanto ela o mamava... Soraya não satisfeita em apenas fazer seu amado homem de Jeová fazer gozar, também engoliu tudo e depois continuou lambendo só na cabeça enquanto seu varão se tremia entre espasmos de prazer.
Mas infelizmente foi só isso, pois Antônio não tinha tempo para mais, ele ainda iria trabalhar. Pois ele é gerente em um restaurante e que fica aberto até as 2 da madrugada.
No quarto Soraya colocou uma camisola em seu corpo ainda sedento por sexo, cheio de arrepios e espasmos causados apenas pela libido que lhe dominava depois do boquete feito em seu varão... E nisso ela colocou o livro das sagradas escrituras ali ao lado da cama, pronto pra ler até o sono chegar e dar tempo do seu amado varão voltar... Enquanto isso ficou conversando com ele, que ia se arrumando, colocando calça social preta, sapatos, cinto, camisa de botões em seda cor azul marinho mangas compridas... passando um perfume, pegando seu celular, as chaves do carro, e por fim beijando a testa e a boca da sua amada e abençoada filha de Jeová, se despedindo dela.
E como uma companheira fiel, ela seguiu seu amado e abençoado varão até a garagem, onde ele entrou no carro dele e saiu pelo portão afora em meio a silenciosa, fria e molhada noite de sexta na cidade do Rio de Janeiro, deixando a casa... deixando sua amada esposa sozinha.
Ainda era cedo da noite, Soraya estava sem sono, a leitura das sagradas escrituras ficaram para outra hora. Ela caminhou inquieta pela casa, seu varão ainda estava na avenida indo de carro pro trabalho dele... e ela aqui de celular na mão, onde atendia a um chamado. Era de alguém que tinha acabado de chegar e estava no portão.
Da porta do terraço da casa Soraya apontou o controle remoto pro portão e o abriu... a pessoa que tinha chegado entrou, veio de Uber que parou em frente a casa e ele desceu e entrou na casa silenciosa, onde portão adentro veio vindo na direção de Soraya, trajado numa camisa branca de botões mangas compridas, calça em linho preta e sapatos sociais... e Soraya aqui só de camisola na porta do meu terraço, olhando para ele.
... a pessoa que aqui se fazia presente na casa de Soraya após o seu marido ter saído era ninguém mais, ninguém menos que o pastor Damião. Homem de fé, homem de palavra.
E aqui a sua fiel e fervorosa devota Soraya o receeu já tirando sua camisola e puxando ele para dentro de sua casa aos beijos... beijos sedentos em seus lábios marrons, onde ele foi agarrando ela, tomando posse dela como a palavra ungida toma posse da alma... lhe passando as mãos nos peitões brancos de Soraya, caindo de boca em cada um, lhe mamando com tanta força que ela gemia de dor, agarrando a rosada buceta careca e sua redonda bunda, chegando a enfiar um dedo no seu cu... onde também ele apertou seu pescoço e até deu uns tapas na cara dela... a chamando de cachorra, de safada, de gostosa...
Pastor Damião é um homem negro, alto, avantajado, 46 anos, cheio de fé e vigor, e que por entre as pernas carrega um cajado de mais de 22 cm na cor preta.
Começou no sofá mesmo, onde de forma possessiva e gulosa ele mamou os peitos de sua fiel e em seguida lambeu, beijou e chupou o corpo todo, até doma-la pelas pernas e cair de boca na sua buceta... fazendo a fogosa e religiosa Soraya se contorcer se acabar de gemer toda manhosa, com ela segurando com uma mão nos pretos cabelos pixains dele enquanto ele movia sua boca me mamando a xota aos sons de estalos, lambidas na maior chupação. A casada Soraya chegou rápido e enfurecida a um orgasmo, chegando a soltar um grito nessa sala, se tremendo toda.
Ele se ergueu enquanto tirava sua roupa toda, era tipo sua farda da igreja, sapatos, calça e camisa sociais... e Soraya ali ajoelhada no chão diante dele, como se orasse esperando pela benção, diante daquele seu cajado preto enorme pulsando pros seus tementes olhos emocionados... pulsando de tão duro... com o prepúcio arregaçado expondo um inchado cabeção marrom escuro e logo abaixo um saco preto com bolas grandes.... pois o cajado do pastor Damião lhe causa muita emoção só dela vê-lo firme e forte antes de leva-la à glória... e ela sabia que era com esse seu cajado que ele tanto expulsava os demônios dos corpos de tantas fieis, à base de pauladas violentas... Soraya gemia e arfava se masturbando olhando pro preto corpo avantajado do seu pastor, com músculos secos detalhados, pele preta toda lisinha, pois propositalmente ele se depila todo, pois sabe que as fieis gostam de seu corpo preto todo liso e cheiroso... Soraya só de olhar para esse homem deixara escorrer lágrimas em seu rosto emocionado, fazendo-a gemer.
E com um sorriso de emoção e gratidão Soraya se arreganhava pra ele oferecendo a sua rosada buceta melada toda escancarada... e com uma sexy voz manhosa ela disse:
- O senhor é meu pastor e sexo não me faltará.
Pastor Damião pegou Soraya pelas pernas, deitando em seu quente corpo em ondas de tesão e a fez gemer se tremendo toda ao enfiar gostoso na buceta seu preto cajado... onde já foi bombando, quicando virilha entre pernas arreganhadas de Soraya... e a sua buceta conhece tão bem o pau preto do pastor Damião, sempre escondida do seu marido, que basta ele começar a socar que ela alcança o mais louco e intenso orgasmo.
E aqui, como das vezes anteriores, ele metia forte, socando, e ela louca, gemendo sem ar, provando da agitação frenética da rola preta dele lhe fodendo a buceta como se fosse uma britadeira ligada no máximo enquanto sua virilha seca se arrebentava entre as pernas brancas dela... e ela pedindo aos berros:
- aaii Pastoorr, aaiii meu Pastooorr, aaiiimmrr, aaiimmrr, iissoo, me fooodeee, me fooodee, me fooodeee...
Logo o viril pastor, de forma afoita, virou Soraya de quatro nesse sofá... ela mal se ajeitou direito e ele já foi se apossando da bunda branca dela com uma enfiada de rosto no meio, chupando do cu a buceta da fiel casada com força e pressão em seus lábios grossos e pretos, passando furiosas lambidas bem no rego da bundona gostosa de Soraya, que reagia numa agonia mais do que gostosa, lhe arrancando os mais altos e sufocados gemidos e espasmos destrutivos a cada enfiada que ele dava com a sua língua bem no seu cu. E Soraya sabe que seu marido nunca chupou seu rabo dessa forma safada.
O homem de fé então se ergueu por trás da sua dedicada fiel já esfregando a cabeça marrom do seu preto cajado bem no rego branco todo lambido da redonda bunda virada de quatro dela, onde ela até olhou para ele por sobre seu ombro, rindo safado pra ele, falando:
- aaii, pastor, calma... Já quer meu cu? Calma, meu varão vai demorar a voltar.
Damião até riu da sua dedicada e paciente fiel, onde então ele empurrou gostoso na buceta dela todos os centímetros do seu cajado, a domou pelos quadris e começou a sacudi-la num supetão... fazendo o corpo de quatro da gostosa Soraya ser arremessado para frente conforme ele a puxava e espancava o rabão branco dela com a sua seca virilha preta... onde seus brancos peitões balançavam arrastando no sofá... a fazendo gemer quase que aos gritos de dor e prazer, enchendo a sala da sua casa de sons de carne batendo, era madeirada no rabo sem dó, onde ele aumentava a velocidade da surra de virilha e da socada enquanto perguntava para ela:
- Você tem fé, mulher? Você tem fééhhh, faalaaa, faaalaaa... aguenta a benção do meu cajado, agueentaaa?
E ela estremecida enquanto falava aos berros:
- SIIMMM, PAASTOOORR, EU TENHO FÉÉÉHHH, EU TENHO FÉÉÉHHHH, EU AGUENTO SEU CAJAADOO, EU AGUEENTOOOO, EU AGUEENTOOO... HHAAAAHHHHRRR...
Soraya ficou de bunda toda vermelhinha tamanha força que seu pastor usou para arrebentar a virilha seca dele por trás dela... dilacerando seu canal vaginal com a acelerada socada da sua benga. A casada fiel gozava até mesmo imaginando a agonia das outras fieis que ele usa esse mesmo cajado tão pesado, duro e imenso.
Soraya desabou de rosto no sofá... gozando enfurecida de tesão, faltando o ar, com a sua bunda ardendo de tanto ser surrada pelas mãos e pela virilha seca do pastor Damião, ainda domando ela firme e forte pelos quadris enquanto continuava puxando ela para ele e mandando ver sapecada de vara preta na xana dessa mulher de fé sem tirar de dentro... o homem era um cavalo de bruto, um estúpido enquanto socava... e é esse tipo de tratamento que ele dá as demais fieis da sua igreja, independente da idade... das novinhas as idosas... o pastor Damião é um homem de fé e resiliência... cumpre com suas pregações. E no caso da casada e temente Soraya, era isso o que ela estava precisando pra encerrar a sua noite pós culto. Depois da reza o gozo.
E claro, não satisfeito só com a buceta da sua dedicada fiel Soraya, ele estapeou a bunda dela, mandando ela voltar a se ajeitar de quatro, Soraya, coitada, já estava bem cansada, trêmula e sem forças. De buceta pingando por entre as pernas de tão esfolada que o cajado do pastor deixou. E nossa... meu senhor, glória, glória... que dor Soraya começou logo em seguida a sentir quando ele começou e empurrar a cabeça marrom desse seu poderoso cajado no meio da sua branca bunda virada para ele de quatro... foi uma empurrada certeira, onde ele deixou claro que era o dono do seu rabo.
A primeira vez que Soraya fodeu com seu amado pastor, há um ano atrás, nos fundos da igreja, foi uma mera rapidinha, afinal, ele vivia seduzindo e induzindo ela a trair seu marido e ela não aguentou justamente por ser uma mulher fogosa... e nessa rapidinha o pastor Damião ficou até chateado com Soraya por ela ter negado a sua bunda pra ele... Mas da segunda foda em diante, já em motéis... ela liberou e ele se esbaldou com o cuzinho dela, Soraya quase se arrependeu... pois tinha que voltar pra casa sempre bem arrombada.
E aqui era a primeira vez que Soraya recebia o seu amado pastor em casa, depois do seu marido ir trabalhar... e nossa, a vontade de berrar bem alto tomou de conta de Soraya enquanto aqui o pastor Damião ia empurrando seu bem dotado cajado preto dele no rabo dela... onde ele começou a socar lentamente, se deliciando com a maciez do rosado cuzinho dela... e conforme ele socava, mais ela ia sentindo centímetros da rola dele transformando seu furico anal num rombo, e assim deixando ela maluca de tesão.
Soraya se mantendo nesse sofá que nem uma cadela, era toda gemidos de dor... submissa... dando com gosto sua bunda para seu pastor. Ele subiu no sofá para melhor montar em cima da gostosa bunda branca da sua casada fiel e assim descer de cima para baixo todo o seu cacete preto no meio do rosado cuzinho dela até o talo, até encostar suas grandes bolas pretas na buceta dela... aí ele começou a quicar, galopar na bunda de Soraya, onde ela sentia toda a potência daquele preto cajado empoderado, ungido, socando, socando e socando no seu cu de cima para baixo, se enterrando, com ele domando ela pelos quadris e aumentando a velocidade da empalada... a casada e temente fiel Soraya de rosto no sofá, gemendo agoniada num misto de dor, dor... muita dor... e o mais puro prazer.
Ele então desmontou do rabão branco dela, a puxou pelos cabelos fazendo ela virar de frente pra ele e meteu-lhe o cacetão preto na boca... onde com uma mão por trás da cabeça dela ele socava fazendo ela entalar e se engasgar... Soraya se lambuzou toda golfando tufos de baba, deixando o cacetão preto dele pulsando, tinindo de duro, todo melecado de baba e cuspe... nisso ele encarando ela com aquela cara de homem temente e confiável dele, fez ela virar de novo de quatro para ele, deu uns bons tapas na bunda dela, e domando ela por trás enfiou mais uma vez seu cajado preto no cuzinho dela que a safada gritou mais que puta, desesperada de dor, se tremendo todinha como se tivesse gozando... nisso Soraya simplesmente arrebitou e deu gostoso o rabo pro seu pastor, enquanto ele a domava pelos quadris, lhe puxava forte e lhe encheu de estocadas no cu.
A crente toda cachorra de quatro para seu amado pastor, lhe puxando o mais forte possível por trás e tome varada no cuzinho dela sem dó e piedade... Seu querido varão trabalhando e ela aqui em casa dando a bunda pro pastor... onde ela mal olhava para trás, só sentia os solavancos enquanto era puxada e socada por ele, estava complicado manter a boca fechada e não gritar alto, afinal, seus vizinhos poderiam escutar, e aqueles que sabiam que ele trabalhava a noite claramente iriam desconfiar que ela estivesse metendo chifres nele... E o pastor empolgado aumentou a velocidade da socada, batendo virilha no rabo da sua fiel... Soraya não aguentou e gritou... gritou gozando... me tremendo toda, ainda sendo segura pelos quadris por ele, que não parava de meter o pau no seu cu... e assim só parou quando gozou, enchendo o cuzinho arrombado da casada fiel de porra.
Soraya em estado emotivo de graça e satisfação desabou de bruços no sofá... quase desmaiando de tão esgotada e sob o efeito de espasmos lhe destruindo o corpo por dentro e por fora... corpo suado e ofegante... Com um tempo de sobra, pastor Damião ainda tomou banho no banheiro do quarto do casal de fieis, usando o sabonete do marido de Soraya, se enxugando com a toalha dele e logo em seguida deixou a casa dela, sendo que antes dele ir, Soraya, temente mulher religiosa se ajoelhou diante dele, pedindo a sua benção.
Seu marido voltou pra casa lá pras 2 da manhã quando o restaurante no qual ele é gerente fechou, ela já estava deitada, mas se ele quisesse comê-la, claro que a fogosa mulher não iria negar, afinal, Soraya não dispensa sexo... porém, como na maioria das vezes ele volta cansado, ele aqui tomou um demorado banho, colocou um pijama e deitou ao lado de Soraya, baixo do cobertor. Mas tudo bem, seu pastor já havia lhe saciado o corpo e alma com demasiado prazer.
FIM!!
Obrigada e comentem, por favor.