Da cor dourada ao tamanho, do formato ao desenho das curvas, é uma bunda perfeita... e ela se excita quando vê homens olhando pra sua bunda, comendo ela por pensamento e tal... ela até empina ainda mais de propósito, só pra eles babarem.
Kelly é de Niterói, tem 28 anos, uma patricinha de pai e mãe de tanto que foi e continua sendo mimada, loira do tipo dourada, 1 e 60 de altura, olhos verdes, cabelos castanhos, lisos e compridos, rosto de princesa e corpo perfeito, malha o suficiente pra manter seu físico e saúde em dia... mas a sua fixação na academia é por aparelhos que trabalhem sua bunda. Pois Kelly gosta de deixar ela perfeita justamente pra causar ainda mais excitação e loucura na cama.
E toda essa fixação de Kelly em deixar sua bunda sempre bonita e desejada, tem um motivo sexual no qual ela é viciada. Sexo anal... sim, Kelly adora dar o cuzinho.
Mas não é que ela dê a bunda todo dia e toda hora, e também não é que ela saia por aí oferecendo sua bunda pra todos os machos... Nada disso, Kelly dá a bundinha naqueles dias que ela está com mais vontade de dar, e escolhe bem pra quem ela vai dar, e quando dá, dá com força. Com vontade.
O gosto de Kelly por homens é parecido com o de muitas garotas da sua idade e padrão social... tipo: bonitões, jovens, sarados e tal... O problema é que nem sempre quem ela escolhe e leva pra cama acaba fazendo ela ter o prazer anal que ela espera.
Só que teve um dia, Kelly tava de viagem marcada pros Estados Unidos e amanheceu morrendo de vontade de dar a bundinha, ou melhor, ela queria se despedir de Niterói fazendo um anal bem gostoso, só que ela estava meio sem tempo... mas claro, uma garota bem entrosada como ela, cheia de amigos da sua idade, uma rede social lotada de contatos, sempre frequentando lugares badalados... enfim, bastava uma troca de mensagens e viria algum ficante seu em seu ap resolver essa sua urgência.
Mas como era seu último dia e horas no Rio, ela antes resolveu descer do seu ap para dar um mergulho no mar, se despedir do gostoso sol Rio de Janeiro, dar uma dourada a mais na sua pele... e ela nem levou celular, bolsa, nada, deixou tudo lá em cima, no seu ap, pois ela subiria logo de volta para arrumar suas malas.
Era um dia bem quente do verão Carioca, sua pele dourada oleosa do bronzeador estava toda suadinha, a marquinha do biquíni estava no ponto certo, mas tal calor fez Kelly se arrepender de não ter trazido seu celular, pois deu vontade de comprar uma água ou qualquer coisa pra aliviar sua sede.
E nisso passou um vendedor de coco bem conhecido dessa área, 22 anos no máximo, mulato, corpinho esbelto, cabelos crespos curtinhos e descoloridos e que atendia pelo apelido de “Lourinho”... e ele todo de bermudão, camiseta cavada e chinelos... Loirinho era um desses vendedores que chamava a atenção da freguesia pelo bom humor e originalidade, espontaneidade e tal... e ele passou por Kelly oferecendo um coco... Kelly na mesma hora disse:
- Poxa, parceiro, bem que eu queria um coco desses, mas tô sem grana aqui, deixei meu celular lá em cima no meu ap.
O rapaz, simpático e criativo, pensando na fidelização dos clientes, disse:
- Relaxa, princesa, eu tô ligado em quem frequenta essa praia aqui, já ti vi aqui várias vezes... Faz o seguinte, na moral, toma esse coquinho geladinho aqui, ó... mata a tua sede, valeu? Outro dia eu passo aqui e tu me paga, valeu?
Kelly agradeceu a gentileza do “loirinho”, aceitou o coco geladinho e prometeu pagar na próxima.
Kelly ficou ali sentada por sobre seu shortinho jeans estendido na areia, tomando seu gelado e delicioso coco no canudinho enquanto sentia o calor do sol lambendo seu dourado corpo e olhando ao redor pra ver se ela se agradava de algum carinha para quem sabe convidar pra subir com ela e curtir um analzinho safado em seu ap.
Ela até viu um e outro conhecido, uma amiga aqui e ali, chegou junto, conversou e tal, passou um tempo... mas escolher um que era a sua finalidade, nada.
Ela foi mergulhar umas duas vezes, sempre indo e voltando como se desfilasse, toda gostosa em seu biquininho enfiado em sua bela bunda dourada, rebolando toda oferecida ao passar por homens de todo tipo, desde os adolescentes, garotões tatuados e malhados aos mais velhos e igualmente gostosos.
Até que chegou a hora dela ir embora da praia, era meio dia e tanto, o sol estava mais infernal e haja protetor, sem falar que ela tinha que aprontar suas malas pra viagem... Kelly vestiu seu shortinho jeans, calçou suas havaianas, saiu então da areia, subiu no calçadão... e antes de atravessar a avenida pra subir pro seu prédio, eis que viu novamente o vendedor de coco, o tal “Loirinho”... conversando com alguns carinhas... ele olhou pra ela e a cumprimentou com um gesto com a mão na testa como se batesse continência para ela, junto a um sorriso gentil, e ela disse:
- Ei, vem aqui.
Loirinho chegou junto e ela disse:
- Vem comigo, eu vou só pegar meu celular lá no meu ap, desço e te pago. É rapidinho, anda.
Ele disse:
- Não, princesa, deixa quieto, noutro dia quando vc voltar aqui a gente se acerta, valeu?
E ela:
- É que daqui a pouco eu vou viajar e não sei quando volto. Anda, vem.
Após atravessarem a avenida, quase chegando no seu prédio, Kelly é parada por duas amigas ali passando, Vanessa e Chloe, que de cara estranharam Kelly na companhia de um rapaz bem diferente do tipo social, de cor e de aparência que ela geralmente pegava... ou seja, negro, vestido daquele jeito simples, dos cabelos pintados de loiro, claramente favelado... e nisso as amigas falaram pra ela em tom de piada:
- Nossa, miga, caiu no gosto, hein? Tá doida?
A outra amiga, rindo: - Tá fazendo caridade, é? kkkk...
Kelly ficou meio constrangida ao lado do vendedor de coco, que também ficou sem graça com as maldosas piadinhas das amigas de Kelly a sua aparência... Kelly nem respondeu nada pra elas e seguiu caminhando com o Loirinho até a portaria do seu prédio... Aí veio o porteiro e barrou ele, justamente por ver nos trajes e cor de pele dele que se tratava de alguém completamente diferente dos moradores do prédio, e Kelly olhando fixamente pro olhar preconceituoso do porteiro mais uma vez ficou constrangida... sendo que ele nem iria subir, e sim ficar ali fora esperando por ela como ela falou... Kelly então falou pra ele:
- Volto logo, amigo. É rapidinho.
Só que lá em cima, no seu ap, sozinha, Kelly ficou pensando no que as amigas disseram... ao mesmo tempo pensando no tipo de homem que ela geralmente trás pro seu ap, onde todos são parecidos na aparência... então Kelly desceu de volta... chegou na portaria onde estava o vendedor de coco ali esperando por ela na calçada e disse pra ele:
- Ei, amigo... vem aqui.
Já dentro do ap, assim que entraram sala adentro, Kelly abraçou ele e tascou-lhe um beijo de língua, assustando o vendedor, mas que aproveitou e abraçou ela beijando-a ainda mais intenso, chupado e tal:
Ela então foi abrindo seu short, o desceu pelas suas loiras coxas deixando cair... depois tirou a parte de cima do seu biquíni fazendo seus fartos peitos loiros saltarem suculentos com aquelas aréolas rosadas e bicos vermelhos... e depois desamarrou os laços laterais do seu biquíni de baixo... mostrando pra ele uma bela e inchadinha buceta em meio a marca do seu bronzeado... O jovem feirante ficou sem reação, olhando praqueles dois peitões dourados gostosos, praquele corpão bem feito de Kelly e pra sua bucetinha raspadinha... e nisso apressadamente se livrou de camiseta, bermudão e cueca surrada... e Kelly olhando pra ele nu, e principalmente pra virilha dele... disse:
- Nossa, amigo... parabéns! rsrsr...
Ela chamou ele, e sem beijos, sem preliminares, simplesmente virou de quatro num dos sofás da sala e olhando pra ele por sobre um ombro, pediu manhosa e sussurrante:
- Vem... chupa meu cu.
Loirinho, louco, olhando praquela bunda dourada maravilhosa toda arreganhada e arrebitada pra ele de quatro, onde simplesmente agachou por trás dela agarrando pelas duas nádegas e caiu de boca no meio, mamando furiosamente no cuzinho cor de rosa dela... Kelly enlouqueceu de forma delirante, gemendo e sofrendo bombardeios de arrepios e espasmos na sua pele conforme sentia a pegada das mãos do Loirinho e a fome dele em chupar tão intenso o seu cu... onde ela sentia a língua dele sendo socada, enfiada lá dentro... e isso fazia ela pedir gemendo:
- iisssoo, asssimmrr, rraammrr, mete a línguaaa, mete a língua no meu cuuurr, meetee... adooorooo, rraammmm...
Loirinho louco, tarado, esfomeado, chupou e babou o rego da bunda loira de Kelly de cima abaixo, até que mais embaixo ele caiu de boca na xoxota rosada e carequinha dela... chupando tão forte que estalava... mas Kelly, apesar de ter gostado da chupada na sua buceta e gemido manhosa... pediu agoniada:
- No cuu, poorra, quero só no cuuu... chupa meu cuuu...
Loirinho agarrando aquele tesão de rabo da loira meteu a cara no meio e chupou ainda mais forte o cu dela... fazendo Kelly se tremer toda, colocar uma mão por baixo e tocar uma siririca na sua buceta enquanto sentia as estocadas da língua do vendedor de coco fodendo seu cu bem fundo... até que gozou e se tremeu toda... e ainda sob os espasmos do orgasmo, ela gemendo pediu toda manhosa:
- Mete teu pau no meu cu, meeteee, meeteee...
Caralho, que mulher mais safada, pensou o Loirinho, que se ergueu em pé no chão por trás dela de quatro no sofá, segurando seu pau mais duro que ferro de tão excitado enquanto olhava pro cuzinho rosado dessa loira rabuda piscando o tempo todo como se pedisse rola... e disse:
- Não tem camisinha não?
Kelly gargalhou, ali de quatro, gemendo, arrepiada, quente, tomada por uma excitação descontrolada e uma vontade maior que tudo de dar o cu, onde disse:
- Camisinha é o caralho... quero sentir as veias, o couro e o calor do teu pau no meu cu... Mete logo, vaaiii...
Loirinho pôs a mão esquerda apoiada por sobre a nádega esquerda dela, e segurando seu pau com a mão direita esfregou o macio e graúdo falo marrom escuro no rego dela... de cima abaixo, aquele rego todo lambido e babado, onde a cada esfregada o cuzinho de Kelly piscava descontrolado, ansioso pela penetrada inicial... e aí ele foi cutucando, empurrando o cuzinho dela pra dentro... e de uma forma incrível, as pregas do cuzinho da loira se abriram e engoliram a cabeça marrom da rola preta do vendedor de coco... Loirinho chegou a gemer, pois o cuzinho dela apertou a cabeça do seu pau... Kelly fez uma espécie de pompoarismo com o cu... e ela gemia enquanto contraía o cu, apertando a cabeça da rola dele, era uma cabeça graúda do pescoço grosso, onde ela tinha que contrair com muita força as pregas pra poder apertar com o cu... a safada estava praticamente mastigando o pau dele com o cu, fazendo um boquete de cu na rola... a mulher de rabo pra cima e rosto deitado no sofá, gemia feito uma puta enquanto fazia tal exercício pélvico... foi então que ela se ajeitou melhor de quatro, de joelhos e antebraços no sofá, toda cachorra bem na altura da virilha dele em pé atrás dela, dando uma baita arrebitada sem deixar a cabeça do pau dele escapulir do seu cu, e pediu olhando pra ele por sobre um ombro:
- Mete tudinho e fode, vaaiii.
Loirinho segurando firme o rabo gostoso da loira, cravou todinho o seu preto cacete enquanto ela gemia se tremendo toda... a gata parecia que estava em estado de convulsões enquanto ia sentindo cada centímetro da rola preta do feirante penetrando seu cu até o talo... um pau preto grosso do pescoço ao tronco... e ele meteu até ela sentir as bolas dele grudarem na sua xoxota... onde ela reagiu enlouquecida:
- aaiii que deliiiciiaaa... aaarrr... caralhooo, que rola mais gostooosa de sentir no cuuu... rraammmm... fode, porra, fooodeee...
Loirinho só obedecia a loira que parecia estar endiabrada, onde ele a puxou firme pelas ancas e começou a mandar ver uma ritmada socada de rola no cu dela... fazendo ela entrar em desespero, a gemer gritando de dor... dor e prazer... pois a mulher era uma verdadeira tarada por anal:
- Não paaraa, não paaraaa, não paaraa... vaaii, vaaii, assimmrr, assim mesmo, tá gostoosoo, iissoo mesmo, aaiii caraalhooo que rola gostoosaaahhh... eu vô goozaahhh, meu cu vai goozaaahhhrr, rraaaaaaaaaaahhhhhhhrrr...
Loirinho ficou louco com as reações malucas e descontroladas dessa loira gozando pelo cu enquanto ele continuava mandando ver, segurando firme e forte ela pelas ancas, a puxando e socando, socando, socando até o talo da sua bem dotada rola preta naquele cu rosadinho... onde ele deu uns 2 tapões no rabo dela que ela adorou mais ainda... mulher adora uns bons tapas na bunda quando tá tomando de quatro.
De repente Kelly se assustou, chegando a arregalar os olhos e olhando pra trás enquanto começava a tomar um sacode ainda mais intenso do vendedor de coco, que começou a mostrar que também queria ser ativo, que queria mandar, que queria enrabar ela ao gosto dele... e nossa... o Loirinho deu um puxão de cabelos nela que ela arrebitou o rabo ainda mais, onde ele fez as nádegas dela tremerem a cada tapa de virilha com toda a força possível enquanto o cacete preto dele se movimentava numa velocidade assustadora, arrombando com requintes de violência o cuzinho dela, entrando e saindo sem dó.
Kelly perdeu até a voz... entrou em estado de prazer anal absurdo, tomando um sacode do feirante tão forte que chegava a ser arremessada por sobre o braço do sofá e quase sendo jogada no chão... nossa, era cada virilhada violenta da magra virilha do vendedor de coco que ardia as carnes das suas nádegas tremendo constantemente, deixando avermelhadas, parecia tábua de madeira bruta lhe batendo na bunda junto ao som de TAP TAP TAP TAP TAP TAP ecoando na sala... ao mesmo tempo botando pra arrebentar com o cu dela numa socada sem tirar de dentro, furiosa, nervosa, intensa.
Kelly se agarrava como podia no sofá, gemendo num misto de soluços e engasgos como se fosse sufocar, pois faltou-lhe o ar, seu cu gozava como jamais gozou na rola de outro parceiro... quando eis que a sua buceta começou a urinar... urinar gozo vaginal... pois sua buceta foi estimulada pelo orgasmo anal que sentia enquanto a rola preta do vendedor de coco socava intensamente e sem sair do seu cu.
O orgasmo que veio por último foi o mais destruidor e fez Kelly desabar de bruços no sofá em estado bruto de reações incontroláveis por dentro e por fora, se tremendo toda tamanha explosão de espasmos em cada canto do seu corpo loiro com os poros arrepiados e banhado de suor, rosto no sofá e cabelos loiros encharcados grudados em suas faces, faces coradas, gemendo ofegante como se tivesse corrido quilômetros, coração batendo a mil por hora... porém... sentindo um prazer surreal enquanto seu cu arrombado e cuspindo sangue e esperma pulsava de dor.
Rolou um descanso... onde Kelly ofereceu água pra ele e também tomou um garrada todinha de tão cansada que ficou... estava quente lá fora e dentro do ap o anal selvagem fez eles pegarem fogo. Só que minutos depois o jovem feirante da praia quis mais... onde se levantou do sofá onde estava, subiu no sofá onde ela estava sentada, pegou ela pelos cabelos e enfiou a sua rola preta duraça na boquinha dela... que sufocou engasgada e tossiu... empurrando ele e falando que assim não queria, mandando ele se comportar... e o vendedor de coco disse em tom possessivo:
- Não quer chupar meu pau, não, é? Mas no cu tu quer, né, sua vadia?
E ela: - Não me chama de vadia, seu merda!
Loirinho pegou Kelly pelos cabelos, virou ela de quatro no sofá a base de tapas em sua bunda e xingamentos de cadela, puta e vagabunda... ela se assustou e chegou a chorar e gritar mandando ele parar, onde ele deu mais uns 10 tapas no rabão dourado dela que ficou a marca das mãos dele quase que sangrando as nádegas... e de uma forma dominadora, grosseira e possessiva ele montou por sobre a bunda dela e meteu seu pulsante e rígido cacetão preto no cu dela de uma vez só até sentar por sobre a bunda dela, onde ela de cara no sofá gritou e logo sufocou se tremendo toda... de dor... dor... dor no cu... muita dor... e tesão... tanto tesão que a safada entrou em estado de prazer anal bruto enquanto tinha sua bunda cavalgada pelo vendedor de coco, socando seu pau de cima pra baixo no cuzinho dela ao tempo em que quicava montado.
Depois disso, Loirinho enrabou Kelly de ladinho, com ela de bunda virada de bandinha e ele deitado logo atrás e tacando a virilha por trás... enrabou ela com ela montada nele de costas, onde ela mesma ritmou a socada enquanto ia quicando na virilha dele com o pau enfiado em pé no cuzinho dela... comeu o cu dela por entre as pernas, com ela deitada de costas toda arreganhada pra ele ajoelhado na cama socar por baixo da buceta dela... e até fora da cama ele pegou ela por trás e bateu virilha na bunda dela, comendo o cu ela enquanto ela se apoiava em pé de mãos na parede e se mantinha toda empinadinha.
Kelly tinha voo marcado e perdeu, pois entrou a tarde dando a bunda pro vendedor de coco... aliás, ele apenas e tão somente deu o que ela queria, uma bela foda anal.
Hoje, Kelly está de férias nos Estados Unidos... passeando só de biquininho cavado em South Beach, na Flórida, tomando uma água e coco aqui e ali... aliás, ela continua dando a sua bundinha... mas nada comparado a comida de rabo que o Loirinho deu nela, pois ele foi o primeiro cara fora do padrão pessoal dela pra quem ela deu a sua bunda... e foi graças a ele, um mero vendedor de coco, que Kelly descobriu que... prazer anal não tem nada a ver com aparência física.
FIM!!
Obrigada por lerem e comentem, por favor.