O prazer além do prazer

Renata, loira, 28 anos.


Ela se encontra aqui de quatro na cama de um motel... onde grita e geme enquanto é puxada pelas ancas por um negão, mandando ver fortes virilhadas em sua bundinha branca enquanto arromba a sua bucetinha com seu cacete preto bem dotado...


Renata está louca, ela mal fala, só geme, berra alto, perde a voz, soluça, revira seus verdes olhos, sempre boquiaberta numa agonia sem fim... seus peitos fartos chacoalham intensamente por baixo dela, as carnes da sua bundinha tremem a cada seco tapa da virilha chapada do avantajado negro que mais parece um animal faminto que escapou de uma jaula, com suas mãos enormes a domando pelas ancas e a puxando enquanto mete a rola por trás dela sem tirar de dentro numa sequenciada socada sem diminuição de ritmo... dando um sacode tão forte nela que quase lhe arremessa pra fora da cama.


Ela está prestes a desmaiar de tanto sentir a pressão desse negão lhe arregaçando a buceta num entra e sai acelerado... o saco do negão espanca a xoxota dela por trás, ele é tarado, vigoroso, cheio de energia e muito afoito na forma de meter, deixando Renata agoniada aos berros e gemidos de dor... dor... contudo, ela quer isso mesmo, que esse negão a foda como ele bem quer, ser pega de quatro por ele, entrar na vara grande dele do jeito que ele gosta e quer foder ela.

Assim ela se mantém de quatro pra ele, que a segura pelos ombros para que ela fique ainda mais arrebitada pra ele bater frequentemente sua virilha por trás dela, dando marretadas de rola na buceta dela, arregaçando, martelando o cabeção marrom na parede do útero dela com toda força... cada socada dói mais que a anterior, Renata está exausta, seus quadris doem, suas nádegas ardem como se ela levasse uma surra de madeira... aqui e ali ele vai desacelerando para poder descansar enquanto ainda fode, mas ela não quer que ele pare e pede aos gritos pra ele meter mais forte... a mulher quer rola... ela quer mais, quer tudo, quer que o negão acabe com ela, arrombe sua buceta por fora e por dentro... e assim ele aumenta gradativamente o movimento das estocadas, mandando a paulada na xana rosada e pequena da loira, puxando a safada e metendo com força, sem dó.

Até que ele para quando sente que vai gozar... nisso ele puxa ela pelos seus cabelos loiros e a faz se ajoelhar diante dele no chão... Ele arregaça os macios lábios dela com a cabeça da sua rola e goza dentro da boquinha dela... Renata quase se engasga com os tiros de esperma lhe esguichando garganta abaixo... é muita porra que esse puto tem.

Ela engole tudo e ainda lambe e chupa um pouco mais a rola dele... ele então bate com o pau preto na carinha dela, ela ri toda faceira, chama ele de filho da puta, ele chama ela de vadia e promete matar ela de tanto foder. E ela fala rindo:

- Duvido.

Ele levanta ela do chão puxando-a pelos cabelos loiros, a vira de costas pra ele e a joga de bruços na cama, depois num supetão a puxa pelas ancas fazendo ela ficar de quatro mais uma vez, ela grita de dor com os tapas que toma na bunda da mãozona pesada dele... logo ele agarra a bundinha loira e empinadinha dela, abre, dá uma cuspida no meio e segurando seu pauzão preto ele encaixa o cabeção marrom no cuzinho dela e começa a forçar... Renata se desespera pedindo calma a ele, mas dá um grito bem alto nessa suíte de motel.

O negão arrebenta as preguinhas rosadas da bunda gostosa de Renata... ela se treme e chora, e ele senta a mão na bunda dela, chamando ela de fresca e mandando ela ficar quietinha enquanto vai empurrando mais e mais a sua vara no cuzinho rosado dela.

Renata de quatro se treme, meio arrebatada pela dor no cu... logo ela grita mais ainda quando o negão começa a puxar ela pelas ancas e a meter, meter, meter, socar, puxando ela pelas ancas e socando, puxando e socando, puxando e socando, aumentando gradativamente a velocidade do entra e sai de pica no cuzinho dela.

Renata demora um pouco até se acostumar, e quando se acostuma começa a gemer mais de prazer que de dor... arrebitando ainda mais safado pro negão puxar ela a vontade e mandar ver o seu pauzão preto no cuzinho dela... Renata nem é de dar a bunda, mas neste dia aqui ela faz questão de dar... ela quer dar, ela veio pra esse motel com esse negão pensando em dar muito pra ele, principalmente o rabo.

Estava sendo aqui a primeira vez que Renata estava fodendo com um homem negro, a primeira vez que estava dando o rabo pra um negão... e justo um bem roludo, e que estava arrombando o cuzinho dela sem dó e descanso, puxando ela de quatro e metendo, socando, empurrando a vara enquanto ela reagia num misto de agonia, dor e prazer... Ela coloca uma mão por baixo de si, começa a tocar uma siririca no grelinho da sua buceta rosada para amenizar a dor enquanto o entra e sai da rola do negão é frenético no seu cu... sem sair de dentro... que comida de rabo, que delícia... Renata na clássica posição de cachorra na cama dando muito a bunda pra esse negão roludo... que mete com vontade, gemendo, se deliciando com a maciez do cu dessa loira... dessa patricinha que lhe procurou pedindo rola.

Renata toda safadinha e empinadinha de quatro na cama desse motel, de rosto meio erguido, boca aberta gemendo soluçado que nem uma cadelinha cansada, com seus verdes olhos se revirando o tempo todo enquanto de repente sente todos os poros da sua suada pele loira arrepiar, seu estômago gelar e suas pernas bambearam ao ser arrebatada por um puta orgasmo anal... o negão mandando ver por trás dela nota que a safada está em estado bruto de orgasmo, e assim ele a puxa ainda mais firme e forte e começa a socar até o talo no cuzinho da loira... falando:

- Issoo, sua putinha, goza o cu no meu pau, gooozaa, goozaa, goza esse cuzinho pra mim goozaa...

Renata cai de cara na cama em puro estado de êxtase, falhando a voz e gemidos enquanto sente todo seu corpo arrepiar e seus sentidos ficarem turvos... ainda sentindo o entra e sai de todos os centímetros da rola preta lhe fodendo o cu numa socada veloz, junto a virilha chapada do negão lhe surrando o rabinho... ela nunca gozou pelo cu, nem sabia que era possível... e esse foi o momento ideal pra ela ter seu primeiro orgasmo anal.

O mais louco e quase insuportável era que enquanto ela se arrebentava sentido todos os espasmos e reações destruidoras do orgasmo anal, o cacete do negão continuava duro, firme e em constante movimentação, desferindo estocadas diretas e retas no meio do rabo de Renata... socando, socando, socando, e parecia ficar mais e mais duro a cada socada... Renata não tinha mais pregas, apenas um rombo dormente em estado de gozo.

Quando eis que o negão também começa a se agoniar sentindo a chegada de um gozo, mas sem parar de socar, ele aliás acelera mais a socada... até que ele se treme... então para... puxando ela pelas ancas fazendo a bundinha loira toda suada dela grudar na sua virilha chapada e igualmente banhada de suor enquanto deixa todo o seu pau enterrado no cu dela, até espremer suas bolas pretas na xoxota dela por trás, e de pau todo atolado ele geme aos berros enquanto sente seu membro esguichando porra lá dentro... e ela gritando de cara na cama, pois tem que aguentar a pressão que recebe em sua bunda e todo o pau parado e cravado em seu cu.

Logo depois ele puxa o pau do cu dela, que sai trazendo as pregas dela e as deixando expostas, como uma couve-flor... e junto a porra é expelida escorrendo na xota dela e pingando na cama abaixo.

A loira Renata desaba deitada na cama, completamente lerda, banhada de suor, tremendo sob o efeito de espasmos incontroláveis em sua bunda e coxas brilhando de suor... Sua bundinha loira suada virada meio de ladinho está aberta, sob o efeito de espasmos, onde seu cu é praticamente uma rosa vermelha de tão fodido, melado numa mistura de sangue e porra enquanto pisca, se contrai.

O negão é quem primeiro entra no banheiro, pra se limpar do sexo selvagem e ir embora, afinal, ele não pode ficar, tem outras bucetas pra foder, pois seu trabalho é esse, arrombar a xoxota e o cu de suas clientes. Enquanto Renata quase apaga de tanto cansaço, dor e orgasmos.

No dia seguinte Renata deixa de comparecer no seu compromisso. Compromisso este que talvez fosse o momento mais importante da sua vida... Seu casamento... O noivo a espera preocupado, já perto de se aprontar para ir pra igreja, mas ela não deu notícias ainda, nem sua família sabe onde Renata está...

De repente o noivo recebe em seu celular uma mensagem dela... na verdade é um vídeo... Sendo que no começo do vídeo aparece Renata, rindo, se filmando entrando pelada no quarto do motel de mãos dadas com o tal negão... enquanto ela fala pra câmera:

- Isso aqui é por você ter me traído com a empregada, seu corno.


FIM!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O prazer além do prazer

Codigo do conto:
266165

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
05/07/2026

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