O marido que precisa de “estímulo”.



Antônio, 32 anos, chegou do trabalho no horário de sempre, as 19 e 40 e ficou em casa ansioso pela chegada do trabalho da sua esposa... e que ultimamente estava chegando mais tarde, lá pras 20 ou 21.


Maria Eduarda de 28 anos então chega, até mais tarde. E mal entra em casa e já é pega pelo maridão Antônio, que a beija tão enfurecido que ela geme... nisso todas as peças da roupa dela são arrancadas à base de brutalidade e euforia dele enquanto ela pede calma, onde seus peitos chacoalham com a força ao ter o seu sutiã puxando ao ponto de quebrar uma alça e logo ele faz o mesmo com a calcinha dela, virando ela de bruços nos sofá e o puxando com toda a força.


... E nua Maria Eduarda é pega por ele, deitada de costas, arreganhada e toma uma abocanhada na sua buceta que a leva a se contorcer e gemer sem ar... o homem está louco, chupando a buceta da esposa de uma forma que jamais a chupou... Maria Eduarda vai a loucura e goza tremendo as coxas por sobre os ombros do maridão... que continua de boca na sua buceta, a chupando enfurecidamente... ela chega a unir forças e coloca as mãos na cabeça dele, tentando o empurrar do meio das suas pernas... que nada, o homem está maluco, não tira o rosto do meio dela, parece estar com os lábios colados na buceta dela... que chupa, chupa, chupa... e ela geme histericamente enquanto goza de forma bruta.


Antônio se ergue e mete dois dedos de uma vez na buceta da esposa e soca movimentando a sua mão numa velocidade intensa, Maria Eduarda grita, grita, grita e goza enquanto sua buceta jorra água pro alto... a mulher se treme todinha, completamente explodida por espasmos incontroláveis...

Maria Eduarda gemendo sem ar, é sufocada de vez por um beijo dele, outro beijo enfurecido, pegado, mamado, enquanto ele deita por sobre o combalido corpo trêmulo dela, ao tempo em que por entre as pernas dela ele vai empurrando sua rola buceta adentro... a mulher geme, pois o pau do marido parece mais um ferro lhe rasgando a buceta... onde ele virilha ela fortemente entre as pernas, fazendo ecoar na sala um sonoro barulho seco de virilhada.

Maria Eduarda olhando o marido por sobre seu corpo, mandando ver entre suas pernas, pede calma a ele gemendo, voz trêmula por conta da força dele quicando nela, mandando ver sem tirar de dentro e aumentando a velocidade... espancando a parede do seu útero com a cabeça da rola dele, lhe causando dor, ardência... e ele não para de socar com força, usando de muita força pra impulsionar seus quadris e chocar a sua virilha com intensidade entre as pernas dela... socando, socando, socando a rola na buceta dela.

Ela geme gozando, porém pede calma a ele, ele simplesmente desfere um tapa na cara dela e aumenta a velocidade... Maria Eduarda ao tempo em que estranha a atitude e fogo do marido, também adora, pois ele está a comendo como nunca comeu antes... a mulher goza de novo no entra e sai intenso da rola do marido esfolando sua buceta. Mais um tapa em sua cara e ela vira o rosto com a face ardendo, vermelha... e tome rola, tome rola, tome socada de pica entre as pernas.

Logo ele se levanta, a puxa pelas mãos, colocando uma das mãos nas costas dela enquanto pega ela pelos cabelos e a leva pela sala rumo ao quarto, o detalhe é que ele estava de virilha colada na bunda dela, dando estocadas de rola na buceta dela por trás dela.

Ele abre a porta do quarto usando o corpo dela, e dentro a empurra na cama de bruços, onde a pega pelos tornozelos e a puxa a fazendo ficar de quatro... Maria Eduarda grita ao tomar dois fortíssimos tapas em sua bunda morena clara, ficando a marca de sangue... e nisso, de repente, ela recebe uma forte empurrada de rola em seu cu, sem cuspe e sem carinho, de uma vez só... Maria Eduarda chega a tremer seu semblante em meio a dor que sente enquanto o marido cola a virilha dele em sua bunda, mantendo a rola dele todinha, até o talo, empurrada no cuzinho dela. E agoniada ela pede calma a ele chorando... ao mesmo tempo, sentindo prazer diante desse sexo anal tão intenso que ele lhe dá.

Ela mais uma vez pede calma, entre lágrimas e gemidos falhados, completamente ofegante... Antônio não obedece a esposa em nada, apenas a segura pelas ancas e a puxa forte ao encontro da sua virilha enquanto manda ver uma frenética socada de rola no cuzinho dela, sem dó nem piedade, pau dentro do cu da esposa, só no cu, sem parar, sem tirar e num vai e vem impressionante, e tome rola, tome rola, tome rola no rabinho da safada, onde ele a puxa pelos cabelos e xinga ela de vagabunda, safada, puta, vadia, cadela e manda ela empinar pra ele socar mais e mais forte... e ela só geme e chora de dor... estranhando o comportamento do esposo, pois ele sempre foi calmo e super carinhoso com ela.

E quando ele sentiu que ia gozar dentro do cu dela, ele parou de uma vez, tirou o pau deixando um rombo no meio da bunda dela, puxou ela pelos cabelos mandando ela virar a cara e deu um banho de porra nela... depois enfiou a rola na boca dela e socou lá na garganta dela... mandando:

- Engole, porra, engole minha rola todinha, caralho.

E Maria Eduarda se engasgando, tossindo e tal, sendo entalada pela rola do marido, possuído, lhe esganando com uma enfiada de rola até o talo na boquinha dela.

Ele então saiu indo pra sala, onde se sentou suado, ofegante e nu no sofá, assistindo um jogo do time dele. Maria Eduarda completamente lerda, banhada de suor, descabelada, maquiagem borrada, cara toda esporrada, de buceta doendo esfolada e de cu arrombado, foi se levantando lentamente e indo tomar um banho.

Depois do futebol Antônio foi pra cama, Maria Eduarda nem jantou, depois do banho ficou deitadinha ali na cama por baixo do cobertor e tal, ainda assustada com o comportamento tarado, agressivo e dominador do marido... Já Antônio, ainda pelado e novamente de pau duro, puxou o cobertor dela, foi pra cima dela e deu outra comida nela de deixar Maria Eduarda acabada.

... No dia seguinte, quando Maria Eduarda voltou do trabalho, Antônio voltou a comer ela com força.

No outro dia também.

No outro também.

... e assim por diante.

Toda noite quando Maria Eduarda chegava do trabalho, lá pras 21 horas, era uma surra de pica que ela tomava do marido, e era rola na buceta e no cu sem perdão.

Até que um dia Maria Eduarda chegou bem mais cedo do trabalho... e Antônio curiosamente não pegou ela de jeito e nem comeu ela.

No outro dia ela voltou mais cedo ainda do trabalho e mais uma vez Antônio não a comeu.

A verdade é que Antônio tinha descoberto que ela estava tendo um caso com um colega de trabalho dela, onde toda vez que ela saía às 19 horas, ela ia com esse colega pra um motel e só voltava pra casa quase às 21 horas ou mais.

E como Antônio passou a comer ela toda vez que ela chegava em casa e deixava ela cansada e saciada, ela deixou de foder com o colega, afinal, o sexo do esposo estava bem melhor, mais quente, possessivo, dominador e tal... aí ela começou a voltar pra casa no horário normal pra ficar com o maridão.

Só que Antônio deixou de comer ela quando ela chegava do trabalho... afinal, ele só sentia tesão em comer ela quando ela chegava tarde, justamente porque ele sabia que ela tinha acabado de dar pra outro.


FIM!!

Obrigada por lerem e comentem, por favor.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido que precisa de “estímulo”.

Codigo do conto:
265858

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/07/2026

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