A vizinha que todo moleque gostaria de ter



Marcinho, 16 anos, moreno, estatura mediana, magro, ajudava a mãe em casa, pois ela fazia bolos e doces caseiros e ele ia deixar na casa dos clientes dela, no subúrbio de Niterói.


Numa segunda-feira pela manhã, ele foi na casa de uma vizinha que mora na esquina da mesma rua onde ele mora deixar um bolo de chocolate... Sua mãe tinha trocado mensagens com essa vizinha, falando que mandaria Marcinho deixar o bolo, e essa vizinha disse que tinha dito para a mãe dele que deixaria o portão aberto para ele entrar pois ela ia estar ocupada e não iria poder ir atendê-lo.


Marcinho chegou na casa dessa vizinha, entrou pelo portão, adentrou a sala e chamou por ela... a casa estava completamente silenciosa e deserta.

Foi quando Marcinho escutou ela chamando por ele... ele foi adentrando e viu que ela estava no banheiro. Marcinho estranhou porque escutou som de chuveiro ligado e tal, ela chamou por ele de novo, ele foi até a porta do banheiro, que estava semiaberta, ele deu aquela travada, onde até pensou em olhar para dentro, mas respeitou e disse:


- Oi... Sou o filho da dona Dalva, eu trouxe o bolo que ela mandou pra senhora, vou deixar aqui na mesa da sua cozinha, ok?

E ela disse:

- Tá bom, querido... Deixa aí na mesa e depois entra aqui.

Nossa, esse “depois entra aqui” deixou Marcinho de olhos arregalados e coração batendo forte... Pois ele pensou: “Como assim? Ela quer que eu entre no banheiro? Não, ela deve ter dito pra depois eu voltar aqui na casa dela que ela paga o bolo” Só que ele lembrou que o bolo já estava pago, ela mandou um pix pra sua mãe assim que encomendou, era só ele ir embora, porém ela disse isso... Ok então, beleza, ele fez o que a vizinha mandou, tipo: deixou o bolo na mesa da cozinha, deu passos até a porta do banheiro, foi empurrando bem devagar a porta que já estava semiaberta e foi entrando, completamente tímido, claro.

A primeira visão que Marcinho teve da vizinha foi dela completamente pelada ali debaixo do chuveiro, de costas, passando suas mãos em seu corpo todo, tirando de si a espuma do seu sabonete... e claro, Marcinho olhou fixamente praquela bunda branca e grande dela, onde ela passava as mãos tremendo nádegas, enfiava dedos no meio ao esfregar o rego... nisso ela foi virando quase que em câmera lenta... e Marcinho acompanhando com seus olhos fixos na figura da mulher ali pelada, onde continuou olhando pra parte debaixo dela, pra buceta dela, que aliás, nem dava para ver direito pois era tanto pelo que parecia mais uma calcinha, pelos castanhos escuros... logo acima seu olhar foi praqueles peitões dela, balançando molhados conforme ela se mexia se esfregando, ela estava com as mãos erguidas, em seus loiros cabelos encharcados, lavando-os, jogando-os para trás... mas logo ela foi descendo essas mãos pelos seus fartos peitos, os quais ela tanto esfregava como os apalpava... outra mão sua desceu barriga e virilha abaixo, dando uma esfregada na sua peluda buceta... os dedos dela sumiam devido ao tantos pelos... e toda molhada enquanto a água do chuveiro lhe caía na cabeça e corpo todo, ela olhou para ele sorrindo e falou:

- Oi, tudo bem? Espera só um pouquinho, tá?

Marcinho ficou ali a dois metros da porta aberta do box do banheiro dessa vizinha, vendo ela pelada se banhando, achando tudo bem estranho, tamanha naturalidade dela em se deixar ver assim. Mas Marcinho estava ali apenas cumprindo as ordens da sua mãe e da dona da casa em questão, no caso, essa vizinha gostosa de uns 50 e tantos anos.

Ela então desligou o chuveiro e pediu a toalha para ele, que estava numa pia, ele a pegou e se aproximou ainda mais dela no box e deu a ela... que ficou ali, parada na entrada do box, se enxugando diante dele, passando a toalha em seu farto corpo branco e gostoso, e ele acompanhando ela se enxugando, mal levantava seu rosto pra olhar pra cara dela, focando nos peitões dela, balançando a cada passada de toalha que ela dava... e nisso ela foi saindo do box, passando por ele, Marcinho aproveitou e deu uma espiada no rabo da vizinha... nossa, e de pertinho assim era ainda mais gostoso. Um rabo branco bem grande e todo lisinho.

E notando que ele estava sem jeito, ela brincou:

- Relaxa, menino, nunca viu mulher pelada, não, é?

Ela foi até o armário da pia, pegou algo e voltou passando diante dele, onde entrou dentro da banheira com água dentro pela metade. Ela então sentou em cima da borda lateral, ficando apenas com seus pés dentro da água da banheira, e nisso abriu suas pernas mostrando a buceta peluda e falou para Marcinho:

- Vem aqui.

Marcinho se aproximou dela, e ela mandou ele entrar dentro da banheira e sentar na outra borda lateral, de frente a ela... Marcinho tirou seus chinelos e entrou... completamente desconfiado dessa mulher, mas fazendo tudo o que ela pedia em total silêncio e acanhamento.

Ela ali diante dele, sentada na borda da banheira, se arreganhou toda pra ele sentado diante dela, foi quando ela deu pra ele o que ela tinha pego no armário... um aparelho de barba descartável, e disse pra ele:

- Me ajuda?

Ele: - Ajudar?

Ela: - Sim... Me raspar.

Marcinho riu, passando mãos na cabeça, olhando pra porta aberta do banheiro dela, olhando de novo pra cara dela, que encarava ele enquanto segurava o aparelho de barbear oferecendo para ele... e ele pegou da mão dela e disse:

- Seu... seu marido... ele...

Ela disse:

- Meu marido tá trabalhando e meus filhos tão na escola, relaxa. Eu só quero uma ajudinha sua.

... nisso ela simplesmente pegou a duchinha manual da banheira e começou a molhar por entre suas pernas... bem na sua buceta peluda... falando pra ele:

- Pega o xampu aí do teu lado.

Marcinho pegou e ela ali sentada diante dele, na borda da banheira, toda arreganhada mostrando sua buceta peluda:

- Joga aqui em cima.

A essa altura o moleque estava ofegando, mordendo seu lábio inferior e todo arrepiado, com aquele geladinho de ansiedade e medo no seu estômago diante da situação inusitada e deliciosa e com seu coração batendo a mil por hora... Ele abriu o frasco do xampu, derramou um pouco por sobre a virilha da vizinha ali sentada diante dele, toda arreganhada pra ele... onde o líquido da cor rosada foi melando os pelos da buceta dela, e ela falando:

- Mais um pouco... Isso... Mais em cima... iiissooo, mais um pouquinho. Tá bom, tá bom.

Marcinho tapou o frasco do xampu, e ela então disse:

- Agora coloca uma mão e esfrega.

Marcinho, rindo:

- Fala sério?

E ela: - Vai ficar só olhando? Anda, moleque.

Marcinho levou sua mão direita até entre as pernas arreganhadas da vizinha ali sentada na borda da banheira diante dele... e tocou com os dedos e a palma na peluda buceta melecada de xampu dela, sentindo o macio dos pelos castanhos escuros dela e começou a esfregar... com movimentos circulares ensaboando os pelos, fazendo a espuma aumentar... e ela falando:

- iissoo, assim... rrmmrr... uuii, que mãozinha mais delicada a sua, rsrsr... Isso mesmo... esfrega mais em baixo... isso... pode esfregar... isso... Não mete o dedo não, moleque, é só pra esfregar, viu? rsrsrs...

Ele riu, e continuou ali compenetrado ensaboando a buceta da vizinha, e ela:

- É macio meus pelos?

Ele: - É.

Ela: - É bom pegar?

Ele apenas riu... E ela:

- Tu tá acostumado a pegar na xoxotinha das menina, né, malandrinho?

Ele apenas riu enquanto olhava e enxaguava a buceta da vizinha. E ela:

- Já viu uma buceta peluda assim?

Ele: - Não, rsrsrs...

Ela: - Eu gosto de deixar os pelos crescer bastante, pois odeio raspar quando ainda tão pequenos, deixa minha pele irritada e cheia de carocinhos... E quando eu raspo com os pelos grande assim, ela fica bem lisinha.

E o moleque ali com a mão direita no meio das pernas dela, só apalpando a buceta peluda da vizinha toda cheia de espuma... onde   com os dedos ele sentia os lábios e o rachado dela, ao mesmo tempo só escutando ela falar:

- Você é muito novinho, né? Mas já tem pelos, né?

Ele: - Tenho.

Ela: - Não deve ser muito, né? Tua barriga é tão lisinha.

Ele: - É pouco mesmo, rsrsrs...

Ela: - Ah, sei como é... Eu tive sua idade... Minha buceta tinha pouco pelo quando eu era novinha... eu nem me preocupava em raspar. Eu adorava ficar olhando pra ela no espelho... toda branquinha, com poucos pelos, toda fechadinha. Vc gosta de olhar pro seu pau no espelho?

Ele riu... e disse: - Às vezes.

Ela: - Eu vou raspar a minha buceta porque hoje é um dia especial... vou sair com meu maridinho. Quero fazer uma surpresa pra ele com a minha buceta toda careca. Ele adora quando eu raspo a buceta todinha.

Claro que Marcinho estava de pau duro dentro da sua bermuda enquanto ouvia essa mulher falando isso tudo... ao mesmo tempo com a mão direita ensaboava e esfregava os pelos da buceta dela ali por entre as pernas dela.

E ela: - aaiimmrr... sua mãozinha é tão delicaadaa, mmmrr... continua... rrrmmmrr... Meu maridinho vai adorar, não acha? Mas olha, vou te confessar uma coisa... eu gosto de foder com ele de buceta raspada porque me dá tesão olhar pra entre minhas pernas e ver o pau dele entrando na minha buceta. E o pau do meu maridinho é grande, dá muito tesão de ver entrando todinho, sabe? Quando tem pelos eu fico sem ver direito a cabeça da rola entrando... mas lisinha eu vejo bem os beiços da minha xana bem abertos e engolindo o cabeção da rola dele... adoro ver... Aí quando ele começa a socar é melhor ainda, pois eu acho lindo ver o entra e sai da rola fodendo minha buceta.

O moleque se assustou e arfou de tesão escutando tamanha safadeza dita por essa mulher enquanto esfregava a buceta dela... Que mulher puta, safada, sem vergonha, cachorra, vadia... nossa, Marcinho ali com os dedos se enfiando nos pelos da buceta ensaboada dela enquanto ia esfregando, sentindo a racha e o grelo no meio daqueles pelos ensaboados.

E ela: - Tá bom, querido. Lava a tua mão.

Marcinho lavou ali mesmo na água da banheira, e ela:

- Toma, segura.

Ela deu o aparelho de barbear descartável pra ele, e disse:

- Consegue, né? É fácil.

Ele: - Nossa. Sério?

Ela: - Claro, querido... Por isso te chamei aqui dentro.

Ela se apoiou com as mãos nas bordas da banheira onde ela estava sentada de pernas abertas, e ele olhando pra sua buceta peluda toda cheia de espuma, estirou sua mão segurando o aparelho... meio tremendo, e ela:

- Calma, querido... fica nervoso não. Relaxa.

Ele riu, e foi se debruçando um pouco por entre as pernas dela e colocou o aparelho acima e foi abaixando... o aparelho era novinho, afiado, e como a casa estava silenciosa e o banheiro também, deu pra escutar o som da raspada... tirou um tufo pequeno de pelos e deixou a pele lisinha... e ela:

- Isso, assim... vai passando mais, vai... sem pressa... iissoo... assim mesmo... Bom menino... assim... aaii que deliiciiaa... rrmmhhhrr...

Marcinho compenetrado no serviço, ofegava, era apenas um moleque de 16 anos no banheiro da casa de uma vizinha safada e raspando a xoxota dela... vez e outra ele lambia os lábios, mordia, olhava pros peitões pálidos dela ali diante dele, pareciam inchados, estavam maiores, os vermelhos bicos do tamanho de azeitonas estavam bem estufados... e a cara dela encarando ele, nossa... a mulher tinha um olhar de safada... que é difícil até descrever aqui... Marcinho nunca tinha visto uma mulher olhar desse jeito pra ele, dava pra ver nos olhos dela que ela estava com cara de tesão... e ele ali segurando o aparelho, ia descendo e subindo, descendo e subindo com movimentos suaves, passando nos pelos ensaboados, onde vez e outra batia com o aparelho na água da banheira pra sair os pelos que ficavam entre lâminas e voltava a colocar na virilha dela e ia passando ao redor da buceta dela. E ela:

- hhhmmmrrr... vc é bom nisso, sabia?... Você raspa os pelos da tua virilha também?

E ele: - Eu ainda não precisei.

Ela: - Tem homem que raspa pro pau parecer maior, sabia? rsrsrs... Você é assim?

Ele riu... nada disse e continuou raspando ela.

Ela: - iissso, querido... assim mesmo... vai passando... Tô gostando de ver... você é ótimo nisso.

Teve um momento que ele meio que gemeu, baixinho... ela notou, e disse:

- Que foi?

Ele: - Nada.

Ela riu, a safada sabia que o moleque estava morrendo de tesão. E disse:

- mmmrrr... delícia... não deixe nada... Quero bem carequinha.

À medida que Marcinho ia raspando, ele ia vendo de pertinho diante dela toda arreganhada, os lábios, o grelo, o rachado aparecendo de uma forma mais explícita... Ela então se inclinou um pouco mais para trás, de mãos apoiadas na beirada da banheira e deu uma sutil levantadinha, ainda de pernas abertas e assim deu pra ver o cuzinho dela, onde ela pediu:

- Agora tira esses pelinhos aí na beirada do meu cuzinho também, vai... issoo... assimmm... Quero tudo raspadinho pra rola do meu maridinho entrar gostoso. Ele adora comer meu cu também, sabia?

Nossa, Marcinho estava maluco de tesão, com o pau rachando de duro dentro da sua bermuda ali sentado na borda da banheira dessa cachorra, dessa vadia filha de uma puta da sua vizinha... claramente ela queria mostrar seu cu. E ela:

- Tá acabando... Passa mais... Isso... mais embaixo... assim... devagar... beeem devagar... Coloca a outra mão bem em cima da minha buceta enquanto passa o aparelho do ladinho, assimmmrr... cuidado pra não cortar minha buceta, seu danadinho, rsrsr... iiisssooo... assimmrr... Ah, agora sim. Agora dá pra ver melhor a minha buceta, né? E aí, gostou dela? É bonita?

Ele riu e olhando pra entre as pernas dela:

- Sim.

Ela de pernas abertas, passando uma mão na sua buceta, perguntou:

- É grande ou pequena?

Ele: - Grande.

Ela riu... e disse enquanto dava um tapinha na própria buceta:

- Essa danada aqui já comeu muita rola, sabia? É bem gulosa a bichinha.

E já que tinha terminado, ele perguntou:

- Pronto?

Ela: - Agora pega a duchinha e molha aqui.

Marcinho pegou a duchinha manual da banheira, apontou pro meio das pernas arreganhadas dela e começou a molhar, e ela disse:

- Vai ficar só molhando? Coloca a mão e esfrega. Lava minha buceta direito, anda.

A mulher tinha um belo de um bucetão cor de rosa, bem beiçudo, do rachadão e greludo... Marcinho babou enquanto colocava sua mão bem em cima... tocando em meio a água sendo jorrada na virilha dela pela duchinha segura pela sua mão esquerda... e assim ele foi esfregando, lavando, sentindo a textura da pele macia e fofa, os lábios molinhos, o rachado e o grelo na palma da sua mão direita e nas pontas dos seus dedos, que aqui e ali quase penetravam o orifício vaginal dela, e ela pedindo:

- isssooo, iisso, assimmrr... Pode pegar, querido... isso, apalpa com vontade... assim... esfrega bem... deixa minha buceta bem limpinha, vaaaiimmrrr, hhhmmrr...

A safada estava adorando, era como se fosse uma masturbação nela, onde claramente os peitos dela estavam super inchados, enormes, com os mamilos endurecidos pra caralho... ela chegava a espasmar sentindo a mãozinha do jovem vizinho subindo e descendo apalpando sua buceta... seus dedinhos passando no seu rachado, passando no seu grelo... aí ela já ofegante, mandou:

- Tá bom, desliga a ducha.

Ele desligou a ducha, enquanto ela se levantou diante dele, onde ele ainda sentado na borda da banheira, ficou com aquela bucetona branquinha bem na frente da sua cara... ela olhava pra ele de cima para baixo, enquanto mexia em seus cabelos, com aqueles seus peitões sacudindo com os movimentos dela, e ele ali sentando e com seu rosto virado pra buceta dela ali bem pertinho, dava pra ele sentir até o cheiro do banho que ele tinha dado nela... sendo que com ela em pé, a buceta dela fechou, e parecia até mais inchada do que quando estava aberta, estava até avermelhada por ter sido recém raspada. Nisso ela disse:

- Sai, pega a toalha ali e volta aqui.

Ele saiu da banheira, foi pegar a toalha dela, e obediente, tarado, louco e completamente adestrado por essa mulher, voltou até ela, que disse:

- Se abaixa e seca minha virilha... e a minha buceta também.

Igual um empregadinho submisso, um cachorrinho domesticado, Marcinho se ajoelhou diante dessa galega, olhando pra virilha lisinha dela, com aquele bucetão suculento dela todo cor de rosa e com a toalha na mão começou a enxugar. E ela:

- Nossa, buceta raspada dá uma sensação tão boa, sabia? ai ai, meu maridinho vai amar quando ver... Não vejo a hora de sentir aquela pirocona dele todinha dentro dessa minha bichinha aqui.

... e enquanto isso Marcinho enxugando não conseguia parar de olhar praquele xoxotão tesudo da vizinha, raspado e todo inchado diante seus olhos... ele passava de leve a toalha do lado e abria um beiço, mostrando o rachado. Um belo de um rasgado vermelhinho.

Marcinho nunca na vida pensou em olhar, admirar uma buceta assim de tão na sua cara como estava vendo aqui no banheiro da casa dessa vizinha... e não era qualquer xoxotinha, nada disso, era uma senhora de uma buceta graúda, carnuda, dos beiços suculentos... e ela, em pé, só olhando pra ele ali ajoelhado diante dela lhe secando a buceta, disse:

- Acha que secou de verdade?

Ele disse:

- Acho que sim.

Ela então desceu uma mão sua na buceta, colocou dois dedos aos lados, abriu o rachado... e disse:

- Tá vendo? Ainda tá molhada.

Na verdade não era nada. E ela disse:

- Limpa.

E quando ele se preparou pra passar a toalha, ela disse:

- Não não... Assim não... Com a língua.

Marcinho gemeu... o filho da puta gemeu de tesão feito um filhote de gatinho, um cachorrinho... explodindo o corpo por dentro e por fora e sentindo seu coração batendo a mil por hora entalado na goela de tanto tesão... que safada, que vadia, que vagabunda. O moleque babava encarando aquela buceta tesuda diante seus olhos, deu uma olhada pra cima, pra cara dessa safada ali encarando ele, esperando... onde ela disse:

- Tô mandando. Anda.

Marcinho levou seu rosto ao encontro a buceta dela, sentindo aquele cheiro gostoso pós banho, de xampu e ao mesmo tempo o cheiro natural do tesão dela... onde ela em pé ficou com a sua mão direita abaixada, enquanto apartava os beiços da sua buceta com dois dedos em formato de V invertido, esperando por ele... que abriu sua boquinha naquele seu rosto lisinho de moleque novo, estendendo a língua para fora e assim tocou com a pontinha bem na parte de baixo do rachado dela... onde o visgo escorria, e nisso ele foi subindo sua língua com um movimento de rosto para cima um tanto afoito, e ela deu um passo pra trás tirando a buceta da cara dele, falando:

- Pra quê a pressa, menino? Minha buceta não vai sair correndo não. Devagar. Mexe essa língua devagar.

Ela voltou pra mais junto dele ali ajoelhado, e ele com as mãos apoiadas numa coxa e outra dela, impulsionou seu rosto pra frente e mais uma vez colocou sua língua no rachado da buceta dela, arreganhada pelos dedos dela, e assim foi passando a língua de baixo acima beeeem suave... e a puta gemeu... as mãos dele ali apoiadas nas coxas dela sentiram ela se tremer... Marcinho deu mais 3 a 5 lambidinhas enquanto ela abria o rachado com seus dedos, e ela reagindo da forma mais manhosa possível:

- aaaiimmrr, aaammmrr, hhhrrmmmrr, rrraaiimmrr... aaiiieerrr... mmmrrr...

Nisso, a natureza começou a agir e guiou Marcinho, que simplesmente puxou ela com as mãos por trás das coxas dela e afundou a boca no rachado da buceta dessa galega, e ela empurrou o rosto dele, falando:

- Ei ei ei... que é isso? Não pedi pra meter a boca, pedi? Era só pra limpar ela com a língua. Não seja ansioso, moleque.

Ela em pé diante do moleque, ajoelhado, tal qual um escravo dos seus caprichos, onde ela meio debruçou seu corpo pra baixo, segurou no pescoço dele, na sua garganta, com uma mão e disse num tom autoritário:

- Escuta aqui, seu filho de uma puta, você é um menininho muito desobediente, sabia? Tá pensando o quê? Que tem que ser como você quer? Quem você pensa que eu sou? Você é muito taradinho, sabia? Aposto que tá de pau duro pra mim aí dentro dessa sua bermuda, né? Tá de pau duro, tá?

Ele, ajoelhado e meio sufocado pela mão dela em sua garganta:

- Simmrr...

E ela, de rosto debruçado, encarando ele nos olhos:

- Não pode ir metendo a boca assim de uma vez na buceta de uma mulher não, sabia? Você gosta de buceta, né?

Marcinho, um mero moleque novinho, olhando nos olhos dessa mulher experiente da idade da sua mãe:

- Gosto.

Ela: - Então repete... Eu gosto de buceta.

Ele, ofegando, gemendo:

- Eu gosto muito de buceta. Eu quero a sua bucetaa... mmmrr...

E ela: - Não, assim não, tá ansioso de novo... Calma, menino. Vou ter que te ensinar algumas coisas. Quer aprender?

Ele: - Quero.

Ela: - Vai ser obediente e fazer tudo o que eu mandar?

Ele: - Sim.

Ela: - Ok, então vem atrás de mim.

Marcinho se levantou pra acompanhar ela, e ela:

- Não não não... abaixa.

Marcinho voltou a se ajoelhar diante dela, e ela:

- De quatro. Me segue de quatro, que nem um cachorrinho atrás da dona. Vem.

Ela foi saindo do banheiro e ele seguindo ela caminhando de quatro... olhando praquela bundona branca gostosa dessa puta, rebolando a cada passo que ela dava pela casa, e ele atrás, obedecendo, doeu até os joelhos de tanto engatinhar de quatro... ela então entrou no seu quarto e mandou:

- Levanta e tira bermuda... tira tudo.

Ele tirando camisa, bermuda e ela:

- Ei ei ei... calma. Tira devagar.

Marcinho tirou... o moleque estava de pau duro, pulsando descontrolado de tão duro. E ela:

- hmmm... interessante... até que é grandinho, sabia? Não chega perto do pauzão do meu maridinho, mas é tesudinho o seu... Eu não me preocupo com tamanho... e sim com o que você pode fazer. Você sabe usar seu pau gostoso, né?

Ele: - Sei.

Ela: - Quer muito meter ele em mim, quer, seu safadinho?

Ele: - Quero.

Ela foi na direção dele, ele em pé, nu, de pau duro... ela caminhou ao redor dele enquanto ia passando uma mão no peitoral moreno, magro e lisinho dele, nos cabelos negros e raspadinhos dele... nas costas dele... onde então ela parou atrás dele e abraçou ele, pegando pela cintura dele, puxando pro corpo dela, onde Marcinho sentiu os bicos durinhos dos peitos dela espetando suas costas. Ela tinha quase 1 e 80 e ele tinha estatura mediana, era magro e ela gostosa, ela encoxou ele por trás, encaixando bem a sua virilha na bunda dele, ao mesmo tempo ela descia e subia suas mãos no corpo dele pela frente, lhe acariciando, e assim desceu uma mão até o pau dele e apalpou... Marcinho gemeu de tesão sentindo essa mulher segurando seu pau e apertando... e ela sussurrando no ouvido dele:

- Nossaaa, que duuroo... aaii, que delicia, deve ter muito leitinho dentro dessa pica novinha.

O moleque chegava a deitar sua cabeça no ombro dela por trás dele, e ela com a boquinha dela roçando ao lado da orelha dele, falando coisas, e ele sentindo o hálito dela soprar... O comportamento dela estava mexendo muito com ele, deixando o moleque ainda mais maluco de tesão.

Aí ela saiu de perto dele e disse:

- Não olha pra mim. Fica aí parado.

O moleque palpitando a mil por hora, super ansioso, ofegando, de pau pulsando duro, querendo saber o que ela estava fazendo ali por trás, até escutou ela mexer em algo... aí ela voltou, falando:

- Mãos pra trás.

Marcinho colocou suas mãos para trás e ela as pegou e amarrou com uma corda fina. Em seguida ela mandou:

- Deita de costas no chão.

Ele deitou por sobre suas mãos amarradas atrás, e nisso essa safada veio e ficou em pé por sobre o rosto dele, com cada pé ao lado da cabeça dele ali deitada... onde ele ficou olhando a buceta rosada dela por baixo, aí ela simplesmente agachou com as mãos nos joelhos, quase que em câmera lenta, montando bem na cara dele com a sua bucetona repousada e ficou rebolando, cavalgando pra frente e pra trás e falando:

- Gosta de buceta, seu safadinho? Então toomaa, toma, toma minha buceta na cara, seu putinho, toomaa. Abre a boca e engole a minha buceta, engooleee... Cheira, cheira a minha buceta, vai. Mete o nariz, sente o cheiro dela, sente... Tão novinho e tão safadinho, né, seu cachoorrooo...

De repente ela parou, ergueu um pouco sua buceta da cara dele, ela estava com um vibrador, onde ela ligou e colocou na boca de Marcinho, com a ponta virada pra cima. E assim voltou a sentar... sentou de buceta no vibrador seguro pela boca dele... e ficou quicando de leve pra cima e pra baixo, fodendo a buceta no vibrador... Ao mesmo tempo ela desceu uma mão sua entre as pernas e começou a tocar uma siririca no grelo da sua buceta, esfregando forte e agitado, de mão acelerada na siririca, sem parar de quicar, de foder a buceta no vibrador na boca do moleque deitado no chão.

Marcinho ali por baixo assistia a buceta dela subindo e descendo enquanto fodia o vibrador em sua boca... sentindo até o cheiro que ela exalada, cheiro de tesão...

... ela parou no clímax, na hora que ia gozar, e nisso ela continuou agachada por sobre o rosto dele, meteu dois dedos na sua buceta e começou a socar forte, bem forte... onde ela gemia de agonia... de repente Marcinho tomou uma puta esguichada na cara... a xoxotona rosada da mulher parecia uma torneira aberta por cima do rosto do moleque, banhando ele todo.

Ela ainda sentou a buceta na cara dele e deu mais uma sequência de grosada... e ele por baixo sentindo o cheiro da buceta dela e o melado espalhando em seu rosto todo molhado, mas ele também lambia e chupava o quanto podia a buceta dela em constante movimentação.
Em seguida ela se levantou e mandou:

- Ajoelha.

Ele foi erguendo seu corpo e ficou ainda com as mãos amarradas nas costas, ajoelhado no chão... onde ela virou de costas pra ele, debruçou seu corpo pra frente e virou sua bundona branca pra ele, e com as mãos na sua bunda ela abriu, onde mostrou seu vermelho cuzinho pra ele, piscando... ela então aproximou a bunda da cara dele e mandou:

- Mete a cara.

Ele ali ajoelhado, com as mãos amarradas atrás, ficou impulsionando seu rosto pra frente enquanto enfiava na bunda branca dela, e ela rebolando na cara dele. Ela então colocou uma mão atrás da cabeça dele e puxou, metendo a cara dele em sua bunda, fazendo ele sufocar... ela toda arrebitada rebolando na cara dele e falando:

- Cheira o meu cu... cheira, cheira e lambe, vai, passa a língua, mete... chupa meu cu, porra. Gosta do meu rabão? Gosta? Então come ele, come? Chupa meu cu.

Logo ela se saiu dele, virou pra ele se agachando diante dele ajoelhado, colocou com força uma mão na garganta dele e apertou, ao tempo em que disse encarando ele:

- Eu sou doida, sabia? E eu adoro fazer um molequinho assim que nem você de escravo. E você vai fazer tudinho o que eu mandar, entendeu? Tá me escutando, seu safadinho?

Ela então desamarrou ele, caminhou até a cama dela e deitou na beirada, de pernas abertas, mostrando aquele seu bucetão cor rosa, raspado e todo arreganhado pra ele, falando:

- Anda, moleque. Bota tua boca aqui, anda.

Marcinho se ajoelhou diante da vizinha safada e caiu de cara no meio das pernas arreganhadas dela, abocanhando a buceta dela e chupando gostoso... a mulher gemia mais que uma puta, com uma mão por sobre a cabeça dele, puxando o rosto dele e pedindo:

- aaiiimmrr, iisso, safadinho, iiissooo, chupa com força, vaaiii, chupa com força, chupa minha buceeta, chuupaaa, chuupaaa, enfia essa boca gulosa na minha buceta, vaaiimmrrr... mama no meu grelo, maamaaa, rraaammmrr, que teesããoooohhhrrr...

Marcinho mexia a boca constantemente no rachado da bucetona cor de rosa da vizinha, melando sua boca, estalando os lábios de forma barulhenta, enquanto ela se contorcia feito uma puta, toda agoniada e gozando na boquinha dele...

... contudo, Marcinho não aguentou mais tamanho tesão e explodiu de uma vez... virou homem, virou macho, onde se ergueu diante dessa gostosa toda arreganhada e com seu pau na mão foi com tudo pra cima dela, fazendo ela deitar de costas na cama e ele por cima foi esfregando seu pau no rachado da buceta dela até que meteu... a mulher gemeu, ele por cima começou a bombar, gemendo de tesão enquanto sentia sua rola duríssima dentro daquela buceta tão melada e macia da vizinha em constante movimentação.

Marcinho usou de toda a velocidade que conseguiu impor em seus quadris pra poder mandar ver uma socada de rola na buceta dessa filha da puta gostosa do caralho e que tanto brincou com ele... ele queria mais era descontar toda a excitação que tanto sentiu desde que chegou na casa dela e ela começou a tentar ele com seus joguinhos... o moleque gemia agoniado de tesão, fazendo ecoar no quarto dela um puta barulho de batida de carne, onde a virilha dele arrebentava com força no meio das pernas arreganhadas dela, com ele super tarado e empolgado mandando ver sua rola na buceta dela sem tirar de dentro... pau na bucetona da safada, pau na sua buceta bem forte e veloz... fazendo ela gemer, berrar, se agoniar de prazer no pau duro feito ferro do filho da sua vizinha... onde ela pedia gemendo:

- aaiii caraalhooo, iissoo, assimmr, assimmrr, não paaraa, não paaraaa, me foodee, me foodee, me fooodeee, aaiimmrr, aaiimmrrr, aaii caraaalhoooo, come minha buceta, moleque, coomee, commee, come minha buceetaa, rraammmrr...

Claramente Marcinho estava sentindo a melhor sensação do mundo, pois nunca meteu seu pau numa buceta antes, essa era a sua primeira vez, seu descabaço... e estava sendo justo na bucetona de uma mulher experiente, gostosa e safada como a sua vizinha... sem dúvida estava sendo a melhor coisa que aconteceu em sua vida até então. E que delícia de buceta, ele gemia enlouquecido enquanto tacava sua virilha no meio das pernas dela, socando-lhe a rola sem tirar de dentro... sem camisinha... e ela incitando ele:

- Tá gostando, seu safado? Tá gostando de comer a minha buceta, tááhh? Tá gostando de meter essa tua rola novinha nessa minha bucetona acostumada a comer rola, tááhh? Então vaai, me foodee, me fode com fooorrçaaaa... aarraarrr, aaahhh, tô goozaaanndoooo, rraaaaahhhhrrr....

E não aguentando, Marcinho deu um gemidão agoniado, se tremendo todo e parando de se mexer por entre as pernas dela, onde foi tomado por espasmos enquanto sentia seu pau jorrar toda a porra que no momento ele tinha em seu saco escrotal direto para dentro da bucetona dessa gostosa... pois esse esporro estava sendo preparado em seu saco desde que ele endureceu o pau pra ela lá atrás, quando ele viu ela tomando banho pelada... e ela, olhando para ele ali por sobre seu corpo, falava enquanto assistia o moleque se tremendo todo ao gozar:

- Issoo, isso, meu menino lindo, enche a minha buceta de leitinho, vai? Assim... Minha buceta adora beber leitinho de pica novinha, sabia? Goza... gozaaaa, goza em mim, safadinho, goozaaa...

Moleque novo e cheio de vigor, nunca tinha comido ninguém, gozou forte... cansou... mas continuou de pau duro na buceta da vizinha, e recomeçou a bater virilha com velocidade no meio das pernas dela, pois ele queria mais era meter, meter, socar, foder a buceta tesuda dessa vizinha cachorra, gostosa... onde ela sentia até dor das pancadas da virilha seca dele se arrebentando contra a sua com força... tanto que ela rindo do fogo e da empolgação dele, teve que conter ele:

- Espera... Deixa eu te chupar, deixa?

Marcinho completamente ofegante, deitou de costas na cama enquanto a gostosa da vizinha se debruçou caindo de boca na rola dele... fazendo nele uma gostosa chupeta, e ele louco gemendo, sentindo toda a pressão dos lábios dessa mulher lhe sugando a cabeça da sua rola e engolindo ele todinho... ela descia com seu rosto por entre as pernas abertas dele e colocava um ovo dele todinho na sua boca e mamava, ele gemia de dor... ela mandou ele levantar as pernas e lambeu até o cuzinho dele... ele ficou surpreso disso, mas deixou porque estava totalmente fascinado por essa mulher.

Ela então se ergueu montando no pau dele... onde toda sexy e tesuda deu uma reboladinha enquanto ria pra ele ali deitado, olhando pra ela, passando as mãos no corpo pálido e suculento dela, e ela rebolando ia rosqueando a rola dele em sua bucetona e começou a quicar... a bater com a sua bundona branca nas magras coxas do moleque, onde seu bucetão socava com força a cada sentada a rola dele dura feito uma barra de ferro. Marcinho deitado trepidava de costas na cama a cada quicada da mulher em sua virilha, olhando pros peitões rosados dela saltitando... e ela gemendo e falando:

- aaii como eu gosto de uma pica novinha assimmrr, duuraa, duuraa, aaiii que pica mais duuuraaa, rraammmrr...

A safada gozou sentada no pau do moleque, se tremendo toda, rebolando enquanto apertava o pau dele com a sua buceta...

Rolou então um momento sem penetrações, onde ela colocou ele deitado em seu colo e deu cada peito na boquinha dele, deixando ele mamar como se fosse seu menininho, uma criança faminta... e ele se acabou de mamar em cada tetão dela, mamava que estalava os lábios num barulho constante.

Pode-se dizer que essa vizinha safada e tarada fez barba, cabelo e bigode com esse moleque filho da sua vizinha... nas verdade, fez banho, depilação e muito sexo... e pra finalizar, ela virou de quatro pra ele, onde arrebitou seu rabão branco todo aberto, mostrando seu cuzão rosado, olhou para ele ali atrás por sobre seu ombro e pediu toda manhosa:

- Agora eu quero no cu... vem.

Marcinho não pensou duas vezes, agarrou a raba branca maravilhosa dessa safada virada de quatro na cama pra ele igual uma cachorra, com aquele seu cuzão cor de rosa piscando pra ele como se o convidasse para entrar, e nervoso enfiou seu pau até o meio... ela notando ele afoito a domando todo possessivo por trás, pediu calma e mandou ele meter devagar se não ia machucar seu cuzinho... ele ali por trás dela não tirava os olhos daquela sua bunda grande maravilhosa, toda arreganhada pra ele e com aquele seu cu rosado piscando, querendo rola... ele de pau doendo de tão duro em sua mão, foi encaixando bem devagar e de leve começou a empurrar... ele gemeu muito ao sentir as contrações das preguinhas dela acolhendo a cabeça do seu pau, era como se ela tivesse fazendo um sexo oral na cabeça da rola dele com seu cu... que vadia, que safada mais experiente.

Ela toda safada e gostosa de quatro, de rabo bem arrebitado pra ele, foi pedindo:

- Soca, moleque, soca rola nesse meu cu, soocaa, eu queerooo, eu quero no cu, me dá, me dá que eu gosto no cu, vaaii.

Marcinho delirou enquanto puxava sua tesuda vizinha pelas ancas e metia-lhe sem dó a pica no rabo dela, e que rabo, o moleque enrabava ela de olhos bem abertos, sem perder um lance daquela bunda branca maravilhosa tremendo as carnes a cada pancada de virilha que ele dava com força enquanto ele ia mandando ver socadas e mais socadas de sua pica direto e reto naquele cuzão rosado tão quentinho e macio dessa gostosa... e os gemidos dela de tesão só deixavam ele mais e mais empolgado enquanto ele metia, pois a mulher claramente gostosa da tomar no cu... ela gostava de tudo, essa puta.

O moleque só queria saber de puxar ela e meter, puxar e meter, puxar e meter seu pau todinho no cuzão dela, sem parar, sem tirar de dentro, aumentando a velocidade, e tome rola, tome rola, e a safada plena de satisfação em tomar na bunda pra um moleque tão tarado por ela... ela tomou um sacode dele, onde seus peitões balançavam muito por baixo dela de quatro, gemendo sem berrar pra não chamar a atenção dos vizinhos, afinal, seu marido não estava em casa e iriam desconfiar dela... e tome rola, tome rola no cu dessa safada, com o moleque se agoniando e falando entre gemidos ofegados que ia gozar... e ela:

- Goozaa, gozaa, goza no meu cu, goozaaa... issoo, moleque, soca e goza, sooca e goozaaa... adoro leitinho de pica no meu cuuu, aaaahhhrrr...

Marcinho gritou: - AAAAAAAHHHHHHHRRR...

Ela ficou até com medo, pois o moleque parou de uma vez se tremendo todo enquanto estava de virilha grudada na bundona branca dela, de pau atolado no cuzão dela, disparando porra bem forte lá dentro... em seguida, completamente lerdo ele foi desabando de bruços por sobre as costas dela... que também desabou de bruços na cama, os dois banhados de suor e arrebatados de tanto prazer, tesão e loucura.

Marcinho chegou em sua casa bem desconfiado, a mãe lhe perguntando porque ele demorou tanto a voltar... e ele mentindo, falando que ficou conversando na rua com uns amigos... onde na verdade ele estava com a impressão de que estava escrito em sua testa: “Comi a minha vizinha.”

No decorrer da semana Marcinho ficou com uma puta vontade de ir na casa dela de novo, tentar ficar com ela mais uma vez, sentir toda aquela loucura que sentiu... só que ela tinha pedido pra ele se afastar, pois os vizinhos e o seu marido poderiam desconfiar... Ok, ele obedeceu ela, afinal, obedecer ela era com ele mesmo... apesar da vontade em tentar se aproximar dela de novo.

Até que certo dia, Marcinho estava jogando bola na rua com uns amigos... e ela, a tal vizinha gostosa, tarada, safada e tal, foi passando numa calçada ao lado, toda insinuante, chacoalhando seus peitões no decote saliente do seu vestidinho colado, rebolando aquela sua bunda grande maravilhosa... voltando do supermercado da esquina, onde ela abriu seu portão e entrou... acompanhada de Pedrinho, um outro moleque da rua e que estava ali ajudando ela com suas sacolas de compras.


FIM!!


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Ficha do conto

Foto Perfil feh6969
feh6969

Nome do conto:
A vizinha que todo moleque gostaria de ter

Codigo do conto:
265913

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
01/07/2026

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