Diário de Felipa – Boquete no terreno baldio.



Oi, meus amores, boa tarde?... Fazia um tempinho, que não aparecia aqui...

Pra quem não lembra de mim. Sou a Felipa, (aquela que só se envolve com homens pretos). E hoje resolvi sentar aqui de frente para o computador, e contar direitinho, sobre a última terça-feira, 16/06/2026.

Estou namorando o João há 2 meses, um homem preto, de 1,78 cm, a gente se conheceu num show de pagode no RJ.

A gente saiu da casa do João por volta das 00h30. Tínhamos passado a tarde e a noite toda juntos, conversando, comemos uma pizza, assistindo um jogo da copa do mundo, claro, nos pegando bastante no sofá dele. Mas, nada tinha acontecido ainda de mais safado, mais intenso, sabe? Meu namorado estava com aquele olhar de safadeza, de faminto o tempo todo, e eu também estava louca pra fazer algo diferente com ele.

Daí resolvemos sair da casa dele e fazer uma aventura. Quando saímos, a noite estava um pouco fria, daquelas noites de outono. Eu vestia um decote rosinha, sem sutiã, saia jeans curta, pra facilitar o que tínhamos em mente.

Entramos no carro dele, e ele foi dirigindo sem rumo definido. Durante o trajeto, o João colocava a mão nas minhas coxas, subindo, apertando, apalpando meus seios. Eu já estava molhada só com isso.

Fomos conversando, beijando, rindo de bobagem, mas o tesão entre a gente estava insuportável. Aí, ele parou o carro numa rua escura, perto de um terreno baldio. O lugar era mal iluminado, só um poste bem distante jogando uma luz fraca e amarelada. O bom é que não tinha ninguém por perto, só o barulho distante de alguns carros na avenida.

Ele pra mim murmurando: "Eu não aguento mais, amor", - desligando o motor. Puxou meu rosto e me beijou com força, de língua, entrando na minha boca, mão já subindo por baixo da saia. Aí, eu fiquei toda molhada, gemi e soltei o cinto dele. A gente se atracou ali mesmo no banco da frente por uns minutos, eu pegando no pau dele, mas o espaço estava apertado.

Ele sugeriu: "Vamos sair do carro, amor. Não tem ninguém. Tá escuro pra caralho aqui."

Aceitei e saímos do carro. João me encostou contra a lateral do carro, perto da porta traseira, e me beijou de novo, descendo a boca pro meu pescoço, chupando forte. Eu sentia o pau dele duro roçando na minha barriga. Abaixei a mão e comecei a massagear por cima da calça. Ele estava latejando.

Gente, estava tão excitada, e não demorou muito. Eu me ajoelhei ali mesmo, no chão meio sujo, perto do terreno baldio. A luz do poste mal chegava até nós, só o suficiente pra eu ver o rosto dele, cheio de desejo.

Abri o zíper devagar, puxei a cueca preta pra baixo, e o pau dele pulou pra fora já molhado na ponta. Olhei pra cima, sorrindo safada, e lambi devagar da base até a cabeça, sentindo o gosto dele. João começou a filma com o próprio celular, registrando tudo. A gente sempre faz essas coisas, o de filmar.

Enquanto eu o chupava, ele soltava gemidos. Chupei com vontade. Primeiro só a cabeça, girando a língua, sugando leve. Depois fui descendo mais, engolindo o máximo que conseguia, sentindo-o bater no fundo da minha garganta. Babei o pau dele todinho, o som molhado das chupadas lugar vazio.

Usava a mão pra massagear suas bolas, e o que não cabia na boca, subindo e descendo ritmado enquanto chupava. Ele ficava empurrando o quadril devagar, fodendo minha boca com cuidado, mas cada vez mais intenso.

"Porra, Felipa... você chupa tão gostoso", ele sussurrava na hora pra mim, ofegante. Eu gemia com o pau dele na boca, vibrando, olhando pra cima, pra ver a cara dele, olhando pra câmera do celular.

Em um determinado momento, infelizmente, o João parou de gravar. O tesão o dominou. Acelerei o movimento, chupando mais rápido, apertando os lábios, usando a língua pra pressionar a veia por baixo. As mãos dele estavam firmes no meu cabelo, guiando um pouco. Eu sentia as minhas coxas molhadas de excitação, a saia subida, o vento leve batendo na minha pele.

Ele avisou que ia gozar. Eu não parei. Continuei chupando até o final, olhando nos olhos dele. João gemeu alto, o corpo todo tensionando, e gozou forte na minha boca. Senti os jatos quentes batendo na língua, o gosto salgado dele enchendo minha boca. Engoli tudo, limpando-o com a língua depois, devagar, até não sobrar nada. Ainda dei uns beijinhos na cabeça do pau, que estava bem sensível, sorrindo enquanto ele tremia todo alegrinho.

Levantei devagar, os joelhos sujos, as pernas um pouco dormentes de ficar ajoelhada. Mesmo com a boca com seu sêmen. Ele me puxou pra um beijo profundo, sem se importar com o gosto dele na minha boca.

A gente ficou ali uns minutos, abraçados por causa do friozinho, rindo baixinho da loucura que tínhamos feito ali, expostos daquele jeito, perto do terreno baldio. Depois entramos no carro de novo e ele me levou pra casa.

Chegando na casa dele, a gente transou gostoso. Só por estar escrevendo isso aqui, fico molhadinha só de lembrar da terça-feira safada. Foi intenso e delicioso. Querem que eu conte mais detalhes?

- As fotos foram registradas do vídeo no local -

Foto 1 do Conto erotico: Diário de Felipa – Boquete no terreno baldio.

Foto 2 do Conto erotico: Diário de Felipa – Boquete no terreno baldio.

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Comentários


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educontos Comentou em 18/06/2026

PENA QUE NÃO NEGÃO, queria te fuder sua safada puta do caraio

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zanaleitte Comentou em 18/06/2026

Voltou mais PUTA do que nunca 🌈👅👄

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krystalbuarque2 Comentou em 18/06/2026

safadinha 😈

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escritoraincesto Comentou em 18/06/2026

SENSACIONAL MOÇA, ARRAZOU, QUE MAMADA GOSTOSA.




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Ficha do conto

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felipa

Nome do conto:
Diário de Felipa – Boquete no terreno baldio.

Codigo do conto:
264761

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/06/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5