Dei o remédio pra dor, vai dormir por uma hora ou mais, volto lá pelas 17h.
Vai, pode ficar tranquila.
Minha sogra estava acamada, 91 anos. No rosto e corpo se via os efeitos da idade, dedos tortos pela artrose, pele completamente enrugada. A boca murcha por estar sem a prótese dentária. Sua saúde no geral era boa, mulher lúcida, memória impressionante, boa mobilidade pra idade, porém a alguns dias, se desequilíbrou e sofreu um luxação no ombro ao se apoiar.
Dormia quase sentada, apoiada em travesseiros, como gostava de ficar enquanto assistia TV. Usava uma camisola de abertura frontal e parte desabotoada, pra facilitar o acesso ao ombro e braço na aplicação do remédio que o médico indicou.
Me sentei na poltrona ao lado da cama com o celular, navegando por sites diversos até que acabei acessando um site de putaria. Assistindo uns vídeos, o pau endureceu e fiquei com vontade de tocar uma punheta ali mesmo. Mas e se a sogra acordar? Só se passaram 20 minutos, tá com o efeito do remédio ainda. Não vai acordar.
Abri a calça e comecei a punheta. Dividia a atenção com o vídeo e o rosto da velhinha, para ter certeza que estava dormindo. Ela tinha um hábito... uma mania, sei lá, de esfregar os lábios entre si.
Aí surgiu a ideia mais insana e pervertida que já tive nos meus 52 anos. Esfregar o pau naquela boca murcha, cujo os lábios não paravam de se mover.
Prs ter certeza de que estava em sono profundo, mexi nela. Toquei de leve a perna, nem se moveu. Toquei mais algumas vezes com intensidade maior. Nada, dormia profundamente, o remédio era forte. Abri a camisola, os peitos caídos, murchos na base e na ponta uma pequena bola com o mamilo escuro e o bico saliente. Mexi neles e nada dela esboçar reação. Vou arriscar...
Passei a língua no bico do peito. Sempre prestando atenção às reações.
Gostei da sensação daquele bico mole na língua... chupei... mamei... esfreguei a cabeça da rola... mamei novamente... puxei o bico, esticando a teta várias vezes.
Os lábios continuavam naquele movimento parecendo lambidas. Passei o dedo entre eles, senti os lábios se movendo. Passei o dedo com saliva, deixei o dedo molhado encostado nos lábios que não paravam. Forcei levemente o dedo entre eles até a ponta entrar na boca... chupou por alguns segundos e parou mudando a respiração. Tirei o dedo rapidamente e me sentei na poltrona, assustado. Esqueci de cobrir os peitos, mas deixei assim mesmo.
Apenas esboçou uma reação, mas voltou a dormir.
Não sei onde estava com a cabeça, mas voltei a me aproximar e apalpar as tetas. Mamei um bocado enquanto me masturbava. Me pareceu que a respiração dela estava mais acelerada. Passei a pica nos bicos, a gala melou a teta.
A insanidade só aumenta nessas horas. Melei o dedo no pré gozo e coloquei em sua boca... repetir várias vezes, melando bem os lábios. E aquele movimento que fazia com a boca, me deixando maluco de tesão. De vez enquando a língua surgia como se estivesse colhendo a gala.
Passei a cabeça da rola entre o lábios.
Uhummm.... ssssss
Que sensação gostosa.
Busquei um bocado de papel higiênico pra poder gozar sem lambuzar tudo.
A posição era muito ruim e arriscada. Eu poderia me desequilibrar e cair sobre ela.
Como disse, nessas horas a insanidade só aumenta. Tirei a calça e a cueca, passei uma perna sobre a sogra ficando de frente e aí sim ficou fácil de alcançar o objetivo.
Encostei a pele do prepúcio e nos lábios que se moviam. Que sensação boa.
Coloquei o papel logo abaixo do seu queixo, me punhetava devagar e esfregava a pica nos lábios. De vez enquando sentia a ponta da língua.
A boca já estava completamente lambuzada de pré gozo. Agora com as duas mãos na parede, eu movimentava os quadris com muito cuidado, como se estivesse fodendo a velhinha. Os lábios se abriram com a fricção da rola e a cabeça entrou na boca desdentada. Senti a língua esfregando na glande, senti a chupada. Ela estava mamando.
Uhuuuuffff... ssssss... delícia... (falei baixinho)
Fiquei parado, sentindo os lábios que cercavam o pau e a língua trabalhava se movendo na cabeça da rola.
Sssssss... isso sogrinha... mama minha rola... uhuuuuffff... quer tomar leitinho... uhummm... que tesão...
O pau entrou mais na boca, mas não fui eu que empurrei. Ela mesmo estava chupando... a porra começou a fluir enchendo sua boca. Eu devia ter tirado antes, mas estava tão gostoso...
A mamada continuava, a porra escorria entre os lábios encharcando o papel higiênico. Tenho certeza que alguns goles ela tomou.
Continuo chupando até cessar o gozo.
Só aí me dei conta que podia estar acordada realmente.
Tirei a pica devagar, senti uma leve pressão dos lábios, como se não quisesse soltar.
Seu queixo e o papel higiênico estavam cheios de esperma, olhos fechados.
Tá dormindo sim.
Passei a pica no queixo empurrando a porra pra boca, lambeu.
Depois me vesti e limpei tudo. Uns poucos minutos se passaram e ela abriu os olhos.
Boa tarde. Tá com dor?
Não... cadê a Lúcia?
Ela saiu, chega no final da tarde. Está tudo bem?
É mesmo... tô com um gosto estranho na boca...
Quer água?
Não...
Falou me olhando.
Aconteceu alguma coisa?
Não, só senti... não sei... acho que sonhei.
Sonhou o que?
Deixa pra lá, vou ver se sonho de novo.
Então durma, é cedo ainda e sua filha vai demorar.
Olhei o relógio... 15hrs... tinha bastante tempo pra mais sacanagens.
Não prefere se deitar? Vai ficar mais confortável.
Me olhou pensando... então arrastou o corpo mais pra baixo, a ajudei. Tirei os travesseiros de apoio e ela se acomodou.
Feche os olhos, quem sabe volte a sonhar logo.
Passado uns 5 minutos, tirei a calça e a cueca, passei a perna sobre ela novamente e encostei o pau ainda mole em seus lábios.
Abriu a boca e começou a chupar. Eu sabia que queria mais.
Uhummm... isso... chupa gostoso...
A rola foi crescendo e eu fui me movendo, fodendo a boca. Tirei a pica e esfreguei o saco em sua cara. Ela lambia tudo, pois as bolas na boca. Até meu cu recebeu uma linguada.
Saí de cima, chupei os peitos, tirei a coberta que estava sobre as pernas e terminei de abrir a camisola.
Estava sem calcinha, a buceta tinha poucos pentelhos brancos. Ela mantinha os olhos fechados. Abri suas pernas, os lábios vaginais flácidos se abriram. Passei o dedo, estavam secos. Nessa idade é difícil a lubrificação. Aproximei o rosto, tinha cheiro agradável, dei umas línguadas. Gostei do sabor. Continuei linguando por alguns minutos deixando bem melada.
Me posicionei, esfreguei a cabeça da rola na fenda.
Ahãããmmmm...
Isso... sonha que vai ser fodida...
Uhummm... ssssss...
Me deitei sobre ela, apoiando um braço na cama e o outro segurando o pau na posição. Ela, mesmo com olhos fechados, abriu as pernas e dobrou os joelhos. Fui empurrando devagar. A cabeça entrou fácil, graças a qualidade de saliva, mas encontrei um pouco de resistência em seguida.
Ahãããiiiiii...
O canal, a tantos anos sem uso, estava seco. Fui movendo devagar pra frente e pra trás, sempre avançando até que entrei inteiro.
Pronto... agora vou te fuder bem gostoso...
Uhuuuuffff... ssssss...
Senti que os fluidos dela estavam brotando. A buceta ficava cada vez mais encharcada.
Isso sogrinha... ssssss... chupa meu pau com essa buceta...
Ahãããmmmm... ssssss...
A quanto tempo não sentia uma pica na bucetinha hein?...
Sim, sim, sim... faz... faz... eu tô sentindo...
Goza... goza na minha rola...
Ahãããiiiiii... uhuuuuffff...
Isso... goza bem gostoso... eu também... ssssss... vou gozar...
Beijei a boca desdentada e deixei a língua pra ela ficar chupando. A porra invadia a buceta e minha saliva escorria pra dentro da boca da velha.
Que foda gostosa... nunca imaginei que comer uma mulher nessa idade fosse tão bom.
Durante 6 meses tivemos mais algumas oportunidades. Ela estava radiante meste período, feliz, ativa.
Quem disse que pessoas nessa idade não sentem desejos, que não sentem prazer?
Infelizmente, numa madrugada, se sentiu mal, foi hospitalizada, faleceu naquele mesmo dia.
caratodecara