Sobrinho de 22 anos, apesar da idade era meio moleque. Durante a pandemia trabalhou em home office e está assim até hoje. Vai uma ou duas vezes na semana até a empresa. Um cara tímido que quase não sai de casa, fica complicado pra arrumar amizades e namorar. Sujeito bem magro, de boa aparência, inteligente. Porém, se não mudasse de trabalho ou setor, para ter vida social, fácil imaginar como ficaria. O pior é que parecia satisfeito com a situação. E a família não dizia nada. Num churrasco na casa dele certa vez, cruzei com ele no corredor saindo do banheiro. Havia tomado banho, toalha enrolada na cintura, um pequeno volume na frente delineava o pau mole. Ao passar por mim, lhe apalpei a pica e a bundinha brincando. E aí, lavou bem essa bundinha gostosa? Para tio. Kkkk Kkkkk No mesmo dia brinquei novamente mais duas vezes, sempre as escondidas e sempre apalpando a bundinha e a pica. Ele pedia pra parar e dava risada. Depois evoluiu pra umas encoxadas. Era assim toda vez que nos encontrávamos. Ao ponto dele já esperar o carinho e o elogio toda vez que estávamos sozinhos. Uns três meses se passaram e novamente estávamos reunidos na casa dele. Ao passar pelo quarto, a porta entre aberta, la estava ele enrolado na toalha e de costas. Tava me esperando? Kkkk... claro que não. Só olhou pra trás sorrindo. Entrei rápido, coloquei a mão sobre seu pau e puxei pra que encostasse a bunda no meu. Uhummm, que cherozinho e gostoso que você tá. Para tio... Fiquei apertando de leve seu pau e me esfregando na bundinha. Ele tentava se soltar, mas sem muito empenho. O pau começou a endurecer, tanto o meu quanto o dele. Para tio... pode vir alguém. Quer dar pra mim? Não... para tio. Sssssss... tenho muito tesão por você. Peguei na mão dele e levei no meu pau. Ele não queria pegar. Sinta como tá duro... Eu o punhetava junto com o tecido da toalha. Ele segurou e deu umas apertadas. Sai tio, pode vir alguém. Vai dar pra mim? Eu sou homem tio. É claro... isso é entre nós dois, ninguém mais vai saber. Para tio, pode vir alguém. Então fica peladinho pra mim ver. Me olhou em dúvida, ainda segurava meu pau e eu o dele. Vai pra porta então. Na porta, olhei o corredor e me virei pra ele. Tirou a toalha mostrando a bundinha branca e magra. As nádegas com covinhas. Então se virou mostrando a pica dura, comprida e fina com um chumaço de pentelhos negros na base. Tesão... Sorrimos um pro outro e saí. Na segunda-feira passei uma mensagem dizendo apenas local e hora, mais nada. Esperei 10 minutos além do horário, quando liguei o carro pra ir embora, ele bateu no vidro do passageiro. Pensei que não viesse mais. Tô com medo. Do que? Ah, de tudo... de ser visto... de estar aqui... Entendo... mas não vai acontecer nada que você não queira. Toquei para um motel. O rapaz estava bem nervoso. Se ele não relaxar, não será legal. Liguei a TV, uma garota fazendo um boquete. Quer uma cerveja? Quero. Abri 2 long necks, bebi no gargalo mesmo. Tirei os sapatos e me recostei na cama. A ideia era dar um tempo a ele. Se recostou ao meu lado bebericando e olhando o filme, mas não estava excitado. Coloquei a mão sobre a perna dele fazendo um carinho leve. Quando terminei a cerveja, apertei de leve próximo ao joelho, fazendo sentir cócegas e disse... Vou tomar uma ducha, se quiser me acompanhar... Tirei a roupa sob os olhares dele, o pau crescendo. Era a primeira vez que ele via. Entrei na ducha e uns cinco minutos depois ele apareceu nu. Dava pra perceber que estava tenso ainda. Não quero molhar o cabelo, fica complicado explicar em casa. Claro, é só pra tirar o suor do dia. Vou sair pra ficar melhor pra você. Meu pau, que tava amolecendo, voltou a crescer. Quando passou por mim o segurei... mão esquerda na cintura, direita na bundinha... puxei pra junto de mim e beijei seu rosto e sorri um sorriso amigo. Fui pra cama esperar. Passou um tempo ele chegou. Ainda tenso, se sentou de costas pra mim. Percebi dúvida nele. Tinha que agir rápido para que não desistisse. Porém com cautela para não assustá-lo. Me pus de joelhos atrás dele, tocando seus ombros num leve carrinho. Não precisa ficar preocupado. Vai ser gostoso, você vai ver. Lambi sua orelha e apertei delicadamente os mamilos. Continue beijando seu pescoço e desci a mão até o pau mole. Fui massageando a pica, lambendo e beijando o pescoço, orelha e rosto. O pau começou a reagir, senti que era o momento do próximo passo. O puxei pra trás o fazendo deitar-se. Sua cabeça ficou entre minhas pernas e a pica em frente ao seu rosto. Fiquei de 4 sobre ele para masturba-lo. Meu pau balançando próximo a sua boca. Não pedi, não forcei, apenas esperei ele criar coragem pra pegar e por na boca. Apoiado com o braço esquerdo, continuei a punhetá-lo quando senti sua mão. Meu pau era mais grosso, porém o comprimento semelhante. Ele me punhetava no mesmo ritmo que eu fazia pra ele. Abri um pouco as pernas fazendo o quadril se aproximar mais de seu rosto. Finalmente senti seus lábios no pau. Foi um toque leve e rápido e se repetiu mais algumas vezes. Até que a cabeça entrou na boca. Não chupou, só sentiu o contato e tirou. Acho que queria sentir o gosto. Segundos depois voltou a por na boca... agora sim começou a chupar. Uhummm... ssssss... isso meu tesão... ahããã... chupa meu pau... Larguei seu pau e acariciei as bolas. Ele apoiou as pernas na cama e as abriu. O dedo do meio tocou seu cuzinho. Passei saliva acariciava o pau, o saco e o cu, estimulando ele a me chupar com cada vez com mais tesão. Não iria gozar na boca, pelo menos não na primeira vez. O fiz virar de bruços, apreciei a bunda magra, fiz carinho nas nádegas e as abri expondo o cuzinho. Passei a língua... Uhuuuuffff... O fiz ficar de quatro com as pernas bem abertas e enquanto linguava o cuzinho, lhe punhetava. Antes que gozasse, me coloquei na posição pra lhe penetrar. Segurei o pau na entrada do cu e fui forçando devagar. Vai e vem lento, porém firme. A ponta entrou, recuei... novamente entrou um pouco mais... recuei novamente... com a cabeça da rola dentro, me deitei sobre ele. Tesão... ssssss... Segurei suas mãos, coloquei o lóbulo da orelha entre os lábios e empurrei o pau lentamente pra dentro. Ahãããiiiiii... Calma... ssssss... Puxei e empurrei de novo... meu corpo pressionava o corpo magro dele. Ahãããiiiiii... Mais fundo. Que cuzinho gostoso... Mais fundo. Ahãããiiiiii... Issooooo... geme pra mim... Entrou tudo. Ahãããiiiiii... Comecei o vai e vem cadenciado, sempre enfiando o máximo e o pressionando contra o colchão. Ele com o rosto no lençol parecia querer esconder que estava adorando ser enrabado, mas os gemidos de prazer o entregavam. Ahãããmmmm... Sssssss... Tá gostoso?... Sem resposta... A quanto tempo eu tava com vontade de te comer... uhummm... empurra a bundinha pra cima... isso... uhuuuuffff... assim... ssssss... bem gostoso... Plac... plac... plac... Uhummm... ahããã... ahãããmmmm... uhuuuuffff... Isso tesão... goza com meu pau no teu cuzinho... Eu continuava a segurar suas mãos, portanto estava gozando sem se tocar. Era muito tesão que estava sentindo. O puxei pra ficarmos de lado, fui bombando até gozar. Uhummm... tesão... vou encher essa bundinha gostosa de porra... O pau mole dele balançava pingando como se estivesse gozando ainda. Ahãããmmmm... gostoso... Ficamos parados por um tempo, eu ainda dentro dele. Nossa respiração foi voltando ao normal. Foi incrível. Ele continuou calado. Tirei a rola e fui tomar uma ducha. Quando voltei, ele foi pro banheiro e fechou a porta. Ouvi os ruidos característicos dele soltando a porra e depois a ducha sendo ligada. Ao voltar pro quarto olhou a hora. Tá ficando tarde, vamos embora? Claro... mas, você está bem? Tô bem... Olha, o que aconteceu aqui, pra mim, foi fantástico, espero que você também tenha gostado. E isso é coisa só nossa. Ninguém saberá por mim, nunca. Eu sei tio... eu gostei também. Mas não queria ser assim. Ei... não tem nada haver... você não deixou de ser homem. A gente apenas fez o que tinha vontade de fazer. Eu vou voltar pra sua tia e você vai arrumar uma namorada, casar... E quando a gente tiver com vontade de novo, se encontra e desfruta disso... sem preconceito, só prazer. Ele sorriu parecendo ter gostado do que ouviu. Nos encontrávamos, pelo menos uma vez por mês para darmos uma boa foda. Meses depois, arrumou uma namorada, mas isso não atrapalhou em nada.
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