Com o banco totalmente deitado, meti minha mão entre as pernas dela, subindo por de baixo da sua saia, até tocar em seu pintinho duro, ainda escondido debaixo de sua meia-calça. É, certamente a Frieren do desenho não é assim equipada!
Conheci a jovem em um evento de Cosplays, essas fantasias de personagens de séries e filmes. Eu estava com minha filha, Jaque, que curte muito esse universo geek e nerd. Foi a Jaqueline que reconheceu a personagem de seu anime favorito e correu para tirar fotos com ela. As duas conversaram muito sobre seus gostos em comum e foi por aí que descobrimos que a jovem Frieren era na verdade uma trans.
Em minha mente eu já estava fantasiando tirar toda aquela roupa da moça e apreciar seu corpo nu. E com a nova informação, meu desejo só aumentou.
Aconteceu que Jaque encontrou uns amigos depois e disse que voltaria pra casa com eles. Tudo bem por mim, iria embora mais cedo, já que estava me sentindo meio estranho naquele lugar. Mas antes de sair reencontrei a Frieren. Ela estava do lado de fora do evento, esperando um Uber. Ofereci uma carona e ela aceitou muito rápido e com uma empolgação que a menina tímida não havia mostrado antes.
E foi assim, no carro, ainda no estacionamento, que logo nos entregamos um ao outro, sentindo uma conexão, um tesão que estava preso desde a hora em que tiramos fotos juntos.
Ela gemeu gostoso quando eu agarrei seu pintinho duro com força. Mas soltei e logo pus a mão por dentro de sua meia-calça. Havia ainda uma calcinha para eu tirar do caminho e finalmente agarrar diretamente seu pau, já melado, e começar a masturbá-la.
Frieren tentava fazer o mesmo comigo, mas abrir minha calça estava difícil naquela posição. Me levantei um pouco e deixei que ela abrisse minha camisa e tocasse meu peito antes de voltarmos a nos beijar.
Eu queria despí-la por inteiro, mas a fantasia tinha muitas camadas, daria trabalho demais. Então só puxei sua meia-calça com a calcinha até seus joelhos e levantando a saia dela, me abaixei para chupá-la. Seu pintinho cabia inteiro na minha boca. A cabecinha estava bem melada. E eu sugava com força, ouvindo os gemidos gostosos dela, enquanto a jovem quase me arrancava os cabelos. Que gostoso era a sensação da rola dela pulsando em meus lábios.
Frieren também queria, me puxava para cima e me dizia: "agora deixa eu". Deitei meu banco e nele abri minha calça com pressa. Meu pau duro pulou para fora da cueca, tirando um suspiro da moça impressionada. Agora era a vez dela de agarrar uma rola e cair de boca. Queria estar numa cama, para fazer um meia-nove, mas ali dentro do carro seria impossível.
Ela me mamou como se tivesse pressa para me ver gozar. Me punhetava com força e apertava seus lábios contra a cabeçona do meu pau. Eu tentava segurar sua cabeça, mas só tirava a peruca e as orelhas de elfo do lugar.
Por fim, pedi para ela ficar de bruços no banco dela. Frieren obedeceu deixando a bundinha empinada. Levantei a sua saia e lubrifiquei seu cuzinho com minha língua, salivando bastante. Depois, um tanto atrapalhado com a falta de espaço, me coloquei atrás dela, deitando sobre seu corpo e encaixando meu pau em sua bundinha.
Fui empurrando, forçando, até a cabeçona entrar em seus buraquinho. Frieren abafava seus gritos colocando o rosto contra o banco do carro. Meti gostoso por um tempo, beijando-a no pescoço e no rosto. Ouvindo ela me pedindo para ir mais fundo, mais forte. Até que ela gozou no banco e eu gozei em seguida, enchendo seu cuzinho de porra.
Sentamos depois lado a lado, levantamos os bancos, ajeitamos as roupas e eu a levei até sua casa. No caminho trocamos telefones e combinamos de sairmos novamente. A nossa segunda foda foi mais confortável, com mais espaço em uma grande cama redonda de motel. Mas essa história conto outro dia.

Delicia de conto