Silvana estava no quarto grande, cercada de várias peças coloridas espalhadas sobre a cama. Era um sábado quente de verão e ela havia decidido que precisava de um biquíni novo para as férias. Augusto, seu pai, estava sentado na beira da cama, folheando o celular distraidamente, tentando parecer indiferente. — Papi, você pode me ajudar? Não consigo amarrar sozinha direito — pediu ela com voz manhosa, parando em frente ao grande espelho de corpo inteiro que ficava bem de frente para a cama. Augusto respirou fundo e se levantou. Silvana vestia apenas a parte de cima de um biquíni vermelho minúsculo. Quando ele se aproximou para amarrar as tiras nas costas dela, seu corpo inevitavelmente encostou no dela. O volume já semi-duro dentro do shorts roçou de leve na bunda firme e redonda de Silvana. Ela sorriu para o próprio reflexo e empurrou sutilmente para trás, sentindo-o endurecer ainda mais. — Desculpa… — murmurou ele, tentando se afastar um pouco. — Não precisa pedir desculpa — respondeu ela baixinho, ainda olhando para o espelho. — É normal, né? Ele terminou o nó rapidamente e sentou-se novamente, visivelmente desconfortável. Silvana girou devagar, admirando-se. — O que achou desse? — Bonito… — respondeu ele, com a voz um pouco rouca. Ela experimentou o segundo. Um biquíni preto, ainda menor. Novamente pediu ajuda. Dessa vez, quando Augusto se levantou, Silvana encostou a bunda com mais intenção contra o pau dele, que agora estava completamente duro. Ele tentou disfarçar, mas a respiração pesada o entregava. As mãos dele tremiam levemente enquanto amarrava as tiras. No terceiro biquíni — um modelo branco quase transparente —, Silvana não aguentou mais o jogo. Quando Augusto se aproximou para amarrar, ela segurou a mão dele e a guiou lentamente até o seio, pressionando o bico rígido contra a palma dele. — Esse mostra mais do que deveria, papi? — perguntou, olhando para ele pelo espelho com os olhos cheios de desejo. Augusto perdeu o controle. Virou-a com urgência e a beijou loucamente, enfiando a língua na boca dela enquanto suas mãos percorriam o corpo jovem com fome. Desceu beijando o pescoço, os seios, a barriga, até se ajoelhar diante dela. Puxou a parte de baixo do biquíni para o lado e lambeu seu clitóris inchado. Silvana estava completamente encharcada. — Olha só como eu estou… — sussurrou ela no ouvido dele quando ele se levantou. — Há muito tempo espero por esse toque, papi. Ele a beijou no pescoço enquanto os dedos deslizavam devagar sobre o clitóris molhado. Silvana rebolava sem controle, gemendo baixinho. — Me fode… por favor… — pediu ela, quase suplicando. — Calma — sussurrou ele no ouvido dela, mordiscando o lóbulo. — Agora que ultrapassamos as barreiras, vai ser bem devagar… pra durar. Ela obedeceu, rebolando contra a mão dele. Ao mesmo tempo, passou a mão para trás, enfiou dentro do shorts e puxou o pau duro para fora, começando a masturbá-lo lentamente. Os dois gemiam baixinho, sussurrando no ouvido um do outro, como se as palavras pudessem negar o que os corpos já faziam. Augusto sentou-se na beira da cama. Silvana virou-se de frente, abaixou o biquíni e ofereceu o seio para a boca dele. Enquanto ele chupava com vontade, o dedão voltava a massagear o clitóris. Depois, lentamente, enfiou um dedo inteiro, depois dois, fodendo-a com movimentos ritmados. — Não aguento mais… quero você dentro de mim — sussurrou ela novamente. Ele a virou de costas, puxou-a para o colo e a penetrou de uma vez. A lubrificação era tanta que o pau entrou facilmente até o fundo. Silvana soltou um gemido abafado. — Aproveita o colinho do papi… ele é todo seu agora — sussurrou ele no ouvido dela. Ela começou a subir e descer com vontade, rebolando no colo dele. Augusto segurava firme os seios dela, apertando os bicos enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido. Os sussurros, os gemidos abafados e o barulho molhado dos corpos enchiam o quarto. Os dois gozaram quase ao mesmo tempo. Augusto explodiu dentro dela, enchendo-a completamente com jatos quentes e grossos. Silvana tremeu violentamente no orgasmo, apertando-o por dentro. Exausto, ele se deitou para trás na cama, ainda com os pés no chão. Silvana fez mais alguns movimentos lentos, aproveitando cada gota, depois se levantou, virou-se e se ajoelhou. Limpou o pau dele com a boca, lambendo tudo com cuidado e devoção até deixá-lo brilhando. Sem dizer uma palavra, ela foi até o banheiro, se lavou rapidamente e voltou para o quarto. Augusto já estava recomposto, vestindo o shorts novamente, como se nada tivesse acontecido. Silvana pegou o biquíni branco que tinha experimentado por último, vestiu-o devagar na frente dele e sorriu inocentemente: — Vamos pra piscina, papi? Augusto retribuiu o sorriso, como se os últimos minutos não tivessem existido. — Vamos sim, filha. E saíram do quarto juntos, como se nada tivesse mudado… pelo menos por enquanto.
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