Casada submissa no terreno “abandonado”



Noite de sexta-feira, meu marido estava viajando a negócios e chegaria somente no sábado de manhã, eu estava no mais puro tédio, resolvi ligar pra um amigo.

Meu nome é Bia, uma casada gordinha e safada, pele clarinha, cabelo loiro tingido e uma vontade insaciável de experimentar os prazeres da vida. Não sou muito alta, 1,69m, seios médios naturais, bunda grande e coxas grossas, acredito que não sou tão feia assim rsrsrs

Eu havia ligado pra Jorge, um amigo solteiro e muito safado que conheço de outros carnavais, ele me conhece bem e sabe meus gostos safados, então logo imaginou que eu estava com alguma ideia “interessante” em mente:
– Qual é a boa Bia? Perguntou ele com um tom safado.
– Tem algum plano pra hoje? Perguntei.
– Bem… eu ia beber com um amigo, mas posso mudar os planos (risos)
– Esse amigo topa uma brincadeirinha? Perguntei receosa, mas convicta.
– Talvez, me fala o que tá pensando…

Conversamos por algum tempo e planejamos nosso encontro. Eu estava com muito tesão, então queria algo diferente, uma aventura sexual que eu nunca tivesse tentado, algo ao ar livre talvez.

Marquei de me encontrar com eles em um ferro velho abandonado que pertencia a um tio meu, mas que não era frequentado há algum tempo. No horário combinado, estacionei meu carro bem em frente a entrada, me certifiquei de que não havia ninguém no lugar e esperei os rapazes chegarem.

Eu vestia uma blusa preta aberta na frente mostrando meu sutiã também preto de rendinha, um short leve vermelho deixando minhas coxas à mostra. Além de um salto alto preto tipo scarpin que me deixava com a bunda ainda mais empinada.

Os rapazes chegaram, Jorge desceu logo da moto e veio me dar um beijo na boca, nos certificamos que não havia nenhum vizinho olhando, embora já estivesse de madrugada. Logo seu amigo se aproximou:
– Esse é o Rodrigo, ele veio pra nossa brincadeira. Disse Jorge com um sorriso malicioso.
– Muito prazer Rodrigo, sou Bia.

Gostei do rapaz, jovem, magro mas muito másculo, bem vestido, cheiroso. O plano já estava saindo melhor que eu esperava.

Caminhamos para dentro do terreno, com certeza não havia ninguém, somente carros velhos empilhados, peças enferrujadas, uma espécie de casa totalmente acabada ao fundo, além de algumas árvores.
– E aí rapazes…

Comecei a falar mas fui interrompida por um puxão de cabelo de Jorge que vinha logo atrás de mim.
– Vou te ensinar como tratar uma puta. Ele dizia com voz forte, olhando pro amigo.
Rodrigo que é moreno ficou pálido, percebi que ele realmente estava preocupado. O coitado talvez pensou que Jorge fosse me agredir ou algo assim e me olhou assustado.
– Você acha que eu mereço? Eu perguntava com um sorriso de canto, olhando pros dois.
– Calma cara, vai devagar! Tentou interceder Rodrigo, que aparentemente era um bom rapaz, mas o coitado não sabia do meu histórico com Jorge.
– Ele não te contou? Eu falei enquanto estendia a mão, tentando acalmá-lo, e continuei.
– Vocês estão aqui pra me usar como quiserem.

O jovem continuou desconfiado, mas antes que eu continuasse Jorge me deu um tapa forte na cara, me deixando vermelha e me fazendo virar o rosto.
– Seu filho da puta! Eu disse colocando a mão no rosto ardendo.

Jorge seguiu puxando meus cabelos e me arrastou até um carro velho, eu andava tropeçando nos saltos e afundando na lama, desajeitada, deixei meu macho me guiar,

Rodrigo vinha logo atrás, talvez já aceitando melhor a situação.
Senti um empurrão e fui jogada contra o capô do carro, me apoiei para não bater o rosto e tentei me virar, rindo feito uma vadia e adorando ser tratada assim. Jorge se aproximou e arrancou minha blusa com força, me sacudindo com a brutalidade da roupa sendo estraçalhada, ele jogou o pano rasgado na lama e veio pra cima de mim, que estava apoiada no capô já de frente pra ele.
– Era isso que você queria? Ele falou estendendo a mão grande e forte sobre meu pescoço, quase me sufocando.

Somente acenei com a cabeça positivamente e então Jorge começou a puxar meu short com força, arrancando-o pelas minhas pernas me deixando vermelha com o atrito do tecido sobre minhas coxas e me fazendo ficar ainda mais próximo dele com os movimentos firmes.

Rodrigo ainda tentava se encontrar na situação e eu olhava para ele com olhos de vadia sedenta. Após arrancar meu short Jorge começou a abrir a própria calça, me empurrou novamente contra a lataria enferrujada do carro e abriu minhas pernas. Ele pegou uma camisinha, abriu rapidamente e colocou em seu pau, já duro. Colocou minha calcinha de ladinho, abriu espaço para me penetrar e veio com tudo.
– Aii caralhoo! Eu gritei.

Realmente doeu, mas eu ansiava por aquilo há tanto tempo que foi também delicioso. Meu corpo foi impulsionado pra trás e Jorge metia forte. Aquele cacete entrando forte enquanto o safado me sufocava estava me deixando louca.
– Vem cara, bota o pau na boca dessa puta. Jorge ordenou ao amigo que não perdeu tempo.

Subindo rapidamente sobre o carro, se ajoelhando, e já com as calças abaixadas revelando seu pau grosso e nitidamente maior que o do amigo, ele o enfiou em minha boca.
– É isso que essa putinha merece. Falou Rodrigo já no mesmo ritmo que o amigo.

Jorge não parava de socar em mim, afundando o máximo que podia enquanto suas mãos percorriam meu corpo, sentia os toques em minhas coxas, minha barriga, seios, pescoço. Estava adorando os carinhos.
Rodrigo afundava o pau em minha boca com vontade, mas ainda com certo cuidado, talvez ele só fosse carinhoso mesmo, ou estivesse com medo de me machucar, mas ele foi se soltando enquanto eu pedia mais.

Com as metidas de Jorge eu acabei cedendo e gemendo alto mesmo com o pau do amigo em minha boca que tentava me calar e puxava meu cabelo.
– Cala a boca dessa vadia, mano. Dizia Jorge intensificando as metidas em minha buceta já molhadinha.

Era inacreditável, eu deitada sobre aquele carro enferrujado, já suja, molhada e alguns minutos depois, gozando. Não consegui gemer dessa vez, Rodrigo havia aprendido a me silenciar, me fazendo engasgar com aquele pauzão grosso. O outro macho se contorcia e metia ainda mais forte, e pouco depois também gozou. Ele gemia alto, quase urrando, segurando meus quadris contra seu corpo e afundando ainda mais o pau em mim.

Quando terminou ele se afastou, tirou a camisinha e me puxou, em um movimento rápido, tirando o pau de Rodrigo da minha boca e me colocando ajoelhada enquanto ele despejava todo o líquido quente que estava na camisinha em minha boca.
– Abree a boca e engole tudo.

Obedeci.
Quando acabei de engolir ele me forçou a lamber aquele pau ainda melado, já quase amolecendo. Algumas chupadas e ele me empurrou no chão, caí quase de cara na lama e olhei pra ele sorrindo.
– Toma (ele apontava pra mim), ela é toda sua. Falou pro amigo que se aproximou de mim puxando meu cabelo pra que me levantasse.

Finalmente ele havia aprendido.
Meu outro macho me levantou com certa violência e me levou até uma árvore grande, de tronco grosso e áspero. Não tive reação quando ele me empurrou contra o tronco, me fazendo quase arranhar o rosto, olhei pra trás implorando por clemência (de mentirinha), mas ele foi ainda mais bruto que o anterior. Me deixou de costas pra ele, com as mãos apoiadas na árvore, enquanto tentava me equilibrar nos saltos altos, foi então que senti ele vir por trás, abaixar minha calcinha, colocar a camisinha, cuspir na mão, lubrificar minha buceta (como se precisasse rsrs) e meter aquele pau gostoso em mim. Era mais grosso e maior que anterior… que tesão.
– Aii fodee. Eu gemi, mas fui logo silenciada pela mão dele em minha boca.

Aquele cacete definitivamente me preencheu, me fez sentir nas nuvens, fechei os olhos por alguns minutos e senti cada toque, cada cheiro, meu coração batia forte, estava suada, suja de lama mas extremamente excitada. Quando voltei do meu estado de transe notei que Jorge se aproximava de mim e começava a falar coisas indecentes em meu ouvido.
– Adora uma pica de outro macho né casada safada?
– Eu sei que você é uma putinha insaciável, tá gostando de ser fodida nesse lugar sujo tá?!
– Vadia!!!
– Sua putinha!

Meu Deus, que sensação maravilhosaaaa.
Um caralho me enchendo por completo enquanto o outro macho me “elogiava” de forma tão carinhosa rsrsr

Não foi difícil pra eu atingir o clímax outra vez. Gozei tão gostoso que senti o líquido quente escorrer por minhas coxas. Rodrigo estava quase gozando e então eu senti um puxão de cabelo, ainda mais forte que antes.

Fui jogada no chão por Rodrigo que tirou a camisinha e aproximou o pau latejando da minha cara enquanto batia uma punheta rápida até gozar. Eu estava com a boca aberta esperando meu leitinho mas ele fez questão de melar todo meu rosto e meu cabelo, depois de tudo ainda enfiou o pau melado em minha boca me fazendo lacrimejar de tão fundo.
– Puta que pariu, vocês vão me matar eu falava enquanto empurrava Rodrigo para não morrer engasgada com seu pau.

Fiquei ali me recuperando, ainda sentada no chão sujo quando sinto outra mão me puxar, Jorge estava duro novamente e me jogava contra a árvore, acuada, assim mesmo sentada no chão, ele meteu seu cacete em minha boca.
– Calm… (engasgos) calma! Eu tentava implorar, mas sem sucesso.

As metidas em minha boca eram tão fortes que eu batia minhas costas na árvore, e tentava me segurar nas pernas dele para não cair na lama novamente. Foi então que ele segurou minha nuca bem forte, enfiou o pau fundo e deixou por alguns segundos. Achei que fosse me sufocar e quando eu já não aguentava mais, ele gozou bem na minha garganta.
Engasguei, tossi e fiz ânsia de vômito, não por estar ruim, mas devido a intensidade do gozo.

Estava acabada, o rosto melado, lágrimas escorrendo, esperma por toda minha cara e peitos, exausta, mas vi que Rodrigo se afastava e o chamei.
– Vai onde? Perguntei sem conseguir falar direito
– Preciso mijar. Ele falou.

Abri a boca e coloquei a língua pra fora, em convite.
Jorge entendeu e chamou o amigo, que logo veio com seu jato quente em minha cara, me deixando ainda mais melada. Senti aquele líquido escorrer pelo meu corpo e fiquei arrepiada, não resisti e comecei a me tocar. Os rapazes riam incrédulos com minha safadeza, eu não importava com mais nada e acabei gozando. Perdi os sentidos, não sabia mais onde tava, com quem estava, e quando retomei a consciência vi Jorge se aproximar com o pau mole e começar a mijar mim também. Um jorro quente agora me deixava ainda mais molhada e suja, a urina se misturou com a lama e me sujava toda, eu tentava beber o que conseguisse, mostrando sempre a boca aberta pra que eles vissem que eu estava sendo uma boa putinha.

Quando terminamos, os rapazes se vestiram, Rodrigo trouxe meu sutiã que ficou jogado próximo aos carros velhos, Jorge me ajudou a levantar e pediu desculpa se houvesse excedido, eu sorri e disse que adorei. Minhas roupas rasgadas não serviam de mais nada, deixei-as lá mesmo, fiquei somente de calicnha, sutiã e saltos totalmente cobertos de lama.

Os rapazes muito gentis, me levaram até o carro e vigiavam para que ninguém me visse seminua naquela situação. Após alguns minutos no carro me recuperando de tudo que havia acontecido, respirei fundo e voltei pra casa. Eles ainda me acompanharam de moto por boa parte do caminho. Em casa, entrei rapidamente pra não ser vista por ninguém, acho que já eram 4h ou 5h da manhã quando cheguei, fui logo pro banho e depois para a cama.

Passei o dia todo dormindo, exausta, joelhos ralados, mãos esfoladas, rosto ardendo dos tapas, mas totalmente satisfeita.

Meu marido chegou no sábado pela manhã e me encontrou dormindo, minha explicação foi que tive insônia a noite preocupada com a viagem dele e fiquei assistindo filme até tarde. Acho que mais uma vez ele não desconfiou de nada, nosso relacionamento seguiu frio da mesma forma de antes e isso me fez ter certeza que embora eu estivesse totalmente errada em traí-lo, aquilo era bom pra caralho rsrsrs


Espero que tenham gostado.
Seguem algumas fotos modificadas por inteligência artificial visando manter minha privacidade.

Foto 1 do Conto erotico: Casada submissa no terreno “abandonado”

Foto 2 do Conto erotico: Casada submissa no terreno “abandonado”

Foto 3 do Conto erotico: Casada submissa no terreno “abandonado”


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Casada submissa no terreno “abandonado”

Codigo do conto:
266408

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
07/07/2026

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3