JOGANDO WAR E LEVANDO PINTOS

Ainda era final de ano, e eu tinha passado na recuperação na escola, mas pelo menos passei. Meu cu ainda ardia após uma semana, mas com certeza estava mais largo, devido a pica do Sr. Nelson.
Encontrei o André na rua, trocamos algumas ideias, e por fim combinamos de no sábado a tarde, jogarmos WAR, o velho jogo de tabuleiro. Nosso outro amigo que era o Marcos, apelidado de dentão, pois tinha dois dentes saltados pra fora parecendo um coelho, iria tbm. Ele era magro e alto, diferente do André.
O esquema com o André era básico, eles chegariam tipo umas 4 horas da tarde, jogaríamos até umas 7 e pouco, que era quando minha família iria pra missa, aí eu daria uma disfarçada pro Marcos ir embora, e daí o André me fodia o cu. Simples assim.
Eles chegaram e sentamos na mesa da cozinha pra jogar, e foi divertido, com musicas no radio e tal. Marcos foi no banheiro, e aproveitei pra dar uma pegada na rola do André, e tava duríssima. Com o Marcos voltando, ficamos machinho de novo.
No horário previsto o povo de casa foi pra missa, e voltariam só lá pelas 20:30 ou mais, então se fosse pra rolar algo, que claro era minha intenção, daria tempo. Então do nada falei que tava cansado de jogar e que iria tomar um banho. O André sacando tudo, disse.
— Bom vou nessa tbm.
O Marcos boiando em tudo, ainda tentou marcar algo pra depois.
— Vamos na pizzaria depois?
— Ah hoje não posso
— Nem eu, deixa pra outro dia.
E assim, os dois foram embora, e claro que não fui tomar banho nada. Fiquei na sala aguardando o André voltar e não demorou, uns 10 minutos depois ele chegou.
— Porra, que demora.
— O chato do Marcos não desgrudava.
E sem perder tempo, o André tirou o pinto pra fora pra eu mamar. E lá tava eu de joelhos chupando a rola dele, que tava em pé, ele com a mão na minha nuca, batendo uma comigo.
Após mamar bem, fiquei pelado puxando minha calcinha de lado para ele socar, estando de quatro no sofá com a bunda arrebitada, e ele não perdeu tempo, engatando e socando a vara, naquele momento, percebi que meu cu tava zerado já, prontinho pra levar vara mesmo.
Mas oque eu e o André não sabia naquele minuto, era que o Marcos havia esquecido a carteira em cima da cômoda da cozinha e tava voltando pra buscar.
Marcos foi na porta da cozinha e bateu, mas claro nem eu e o André ouvimos, porque deixamos musica tocando um pouco alto pra ninguém ouvir os gemidos. Mas isso tbm não era muito experto. Ele deu a volta na casa e me chamou, e claro tbm não ouvi. Então ele foi na janela da sala e acabou achando uma maldita fresta na cortina que eu deixei sem perceber.
— Caralho que porra é essa?
Segundo ele, foi oque disse quando viu o André me enrabando na sala. Marcos não acreditou naquilo, limpando os olhos pra ver se não tava vendo miragem. O André arqueado em cima de mim, enfiando o pinto até no fundo do cu e comendo. E eu gemendo que nem uma puta, sendo que ele ainda viu a calcinha de lado.
Claro que pra ele aquilo foi um choque.
Marcos observou a foda, não indo embora, e por fim, alisou o pau que ficou duro vendo aquilo. Enquanto o André me comia.
Mas o Marcos acabou indo embora, pois o guarda da empresa que fazia ronda, já tinha passado e visto ele ali, e achou estranho, mas o conhecia, e ficou de boa com ele disfarçando.
E após um tempo, André gozou no meu cu, sendo que já tava quase na hora do povo volta da missa, então após mais uma foda, ele se foi, e aí sim fui tomar banho.
A porra escorria do cu, enquanto eu me lavava e batia punheta.
Depois fui pro quarto, ouvir música e dormir. Tava satisfeito.
No domingo cedo tomei café e tava um dia lindo. Então resolvi ir até a banca de revistas pra ver se tinha alguma putaria nova pra comprar, e claro sempre tinha. Mas naquela manhã o Marcos foi tbm na banca e se encontramos la, com ele super-estranho, e eu não sabendo de nada.
Depois de um oi nada ver da gente, notei que ele ficava olhando pra mim, e eu ali na parte de pornografia escolhendo. Sendo que ele então me questionou.
— E aí, como foi ontem lá?
— Foi oque?
— Tomou banho?
O cara da banca ouviu aquele pergunta e acho estranho, sendo que eu tbm achei.
— Ué, tomei banho, normal.
Achei uma revista boa e comprei, e peguei a bicicleta com ele vindo comigo na dele, meio calado.
— Não tem nada pra me conta não?
— Conta o que Marcos?
— O André voltou lá?
Quando ele perguntou aquilo, me deu um frio na barriga, porque na hora flagrei o porque tava perguntado aquilo se não sabia.
— Sei dele não.
— Eu voltei.
— Voltou onde?
— Na sua casa.
Olhei pra cara dele e parei a bicicleta, sendo que ele parou do lado.
— Voltou pra que?
— Minha carteira ta lá, esqueci ontem. E vi um negócio interessante.
— Viu oque?
— Vc de 4 no sofá e o André comendo seu cu.
Meu mundo caiu, minhas pernas bambearam, eu nem sabia oque dizer, ele havia descoberto tudo.
— Puta que pariu Marcos, vc viu?
— Sim, vi tudo, não sabia que era Viado?
— Caralho Marcos, vc precisa fica quieto.
— Calma ne, acha mesmo que sou sujo assim.
— Espero que não.
— Vamos na sua casa, preciso pega minha carteira, fica frio, vc ta branco. Eu sou de boa caramba.
E realmente o Marcos era legal, mas eu tinha ficado apavorado de alguém ver eu dando o cu, ainda mais um cara próximo. Mas conforme fomos pra minha casa, fiquei mais tranquilo. Tinha dado pro André, na rodovia fazendo programa, e pro Sr. Nelson, mas aquilo era diferente porque foi meu primeiro flagra.
Chegando em casa, com minha revista embaixo da camiseta devidamente escondida, falamos com minha mãe e ele ainda tomou café, pegando sua carteira. Depois de uma cerimônia, fomos pro quarto. Claro liguei o som um pouco mais alto pra poder falar com ele.
— Olha Marcos, esquece aquilo lá.
— Esquece como, vi vc dando o cu.
— Fala baixo porra.
— Para o som ta alto e ninguém ta ouvindo.
Ele pegou a revista e foleou, comigo sentado na cama, então ficou em pé diante de mim, dando a cintura na minha cara, percebi seu pinto duro, a porta tava trancada. E não havia escapatória.
Marcos abaixou o shorts e mostrou um belo caralho comprido e branco, meio mole. Não tive outra alternativa se não enfiar na boca e chupar. E lá tava eu mamando meu outro amigo, que estava curtindo.
O pinto dele encorpou na boca, ficando mais grosso, então num movimento, tirei o shorts e fiquei de quatro, aí ele enfiou a pica no rabo que ainda tinha resto de porra do André. Mas entrou fácil.
Marcos se mostrou um ótimo comedor de cu, pois bombava com força. Era uma loucura aquilo, pois tinha família na cozinha fazendo almoço de domingo e gente lá fora, e o Marcos me comendo no quarto. Os gemidos eram proibidos.
Ele fodeu até que gozou, entupindo meu rabo de porra.
Sem graça, Marcos ergueu o shorts, comigo fazendo o mesmo, então abri a porta e fui no banheiro, antes que a porra escorresse, e depois de um tempo voltei pro quarto, com ele sentado vendo a revista.
— Blza ai?
— Sim Marcos, tudo certo.
— Vou nessa.
E não falamos mais nada, com ele indo embora.
No almoço de domingo, eu tava com o cu cheio de porra de dois machos seguidos, quem imaginaria isso. Ninguém acreditaria.
Dei pra um amigo no sábado e outro no domingo, realmente minha vida de puta tava agitada.
Foto 1 do Conto erotico: JOGANDO WAR E LEVANDO PINTOS


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


246176 - O ROLÃO DO SENHOR NELSON - Categoria: Travesti - Votos: 15
245785 - MONTADO NA BR – CAMINHONEIRO NÃO PERDOOU E COMEU - Categoria: Travesti - Votos: 15
245493 - OUTRA FERRADA NO CU - Categoria: Travesti - Votos: 23
244704 - A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA - Categoria: Travesti - Votos: 24

Ficha do conto

Foto Perfil tiffanycrossdresser
tiffanycrossdresser

Nome do conto:
JOGANDO WAR E LEVANDO PINTOS

Codigo do conto:
266436

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
07/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
1