Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 1



Esse conto é fictício, mas baseado um pouco numa experiência que tive quando bem novinho.

Eu realmente nasci para ser uma viadinha passiva e submissa porque sou inferior ao Macho. Sou bem branquinho e sempre concentrei gordura nas coxas e bumbum, entrei na puberdade bem tarde (uns 15 anos) e meu pintinho, além de ser pequeno (uns 9 cm) quase nunca ficou durinho. Além disso, sempre tive tendência a ser meio burrinha e aceitar as ordens dos meninos que queriam me usar quando novinhos naquelas brincadeiras - eu sempre aceitando bater punheta e ser encoxada, assim como chupetinhas, mas até o relato que vou contar aqui, nunca havia sido penetrada. Também favorecia isso, eu ser filhinho único de mãe solo, que nunca ligou muito para mim, deixando eu crescer meio solto e pelo meio jeitinho desde cedo, nunca tive amigos mesmo, somente os meninos que na encolha vinham se aliiviar em mim, e eu me acostumei a ser assim...

Em umas férias de verão, quando eeu era novinho, minha mãe e uma amiga alugaram 15 dias uma cabana num condomínio perto da praia, era um condomínio bem grande com área de lazer e muita áreas verdes. Minha mãe e amiga ficavam o dia inteiro na praia e preferia ficar no condomínio, indo sozinho nas áreas verdes brincando e me distraindo sozinho como já havia me acostumado.

Até que lá pelo terceiro dia lá, eu estava numa espécie de área de mata um pouco mais isolada do condomínio, quando ouço a voz de um menino adolescente meio mulato, perguntando o que eu estava fazendo ali com uma voz meio autoritária, eu respondi que nada, ele simplesmete disse que ali era proibido ficar ali, e pegando no meu braço, disse que me mostraia onde eu poderia ir. Eu já acostumado a obedecer meninos machos aceitei calado até que ele me enviou numa parte um pouco mais isolada, quando ele disse que queria brincar comigo de chapeuzinho vermelho e lobo mal, que ele seria o o lobo e eu a chapauzinho, balancei a cabeça aceitando, mas foi só uma desculpa para ver se eu iria obedecer a ele ou não, pois logo ele me apoio de bumbum para cima numa pedra alta, enfiou minha sunga como se fosse uma calcinha fio dental, e comecei a sentir, o que já estava acostumado a sentir, um menino me encoxando de pau duro e falando coisas como: ai viadinho, rebola, que bumbum gordinho gostoso, isso, fica quietinho, gosta de ser mulherzinha, né? - e de fato, por mais que ficasse quietinho, eu senti um prazer de estar sendo usada e me submetendo aos meninos.

Não sei ao certo o quanto tempo ficamos naquela brincandeira, quando ouvimos a voz grossa e com raiva de um homem adulto: que merda está acontecendo aqui! - eu paralizei de medo ficando com meu bumbum exposto daquele jeito com a sunginha socada e o menino saiu de cima de mim apavorado, levantando o seu short, e o homem disse bem grosso para ele: sai daqui moloque, antes que eu meta porrada em ti e fale que estava abusando desse menino aqui. O menino nem questionou e saiu correndo, enquanto fiquei parado daquele jeito ali mesmo. e só lembro de ver um homem coroa, peludo, moreno, careca, de barba, sunga e camiseta regata, vindo na minha direção, dizendo para eu ficar quietinho. E começo a sentir aquela mão grande e áspera apalpando meu bumbum, ouvindo a respiração pesada dele, e era primeira vez que um macho adulto se aproximava de mim, eu estava paralizado e confuso, mas não queria sair dali.

Ele ficou um pouco em silêncio e me pergunta baixo mas com tom autoritário: você estava gostando do que aquele moloque estava fazendo? - eu balancei a cabeça afirmativa mente - hummm foi a primeira vez que isso aconteceu? - balancei a cabeça negativamente e ele deu um sorriso safado - levanta de frente para mim, deixa eu ver uma coisa; isso, agora dá uma voltinha - eu obedecia totalmente sem vontade própria, apenas me sentindo como em transe. Depois de uns segundo me analisando, ele segura meu rosto apertando minhas bochechas e pergunta ainda autoritário - seus pais sabem que tu é bixinha? - falei baixinho que não - então, ele abaixa a parte da frente da sunga dele, expondo o pau dele duro e pergunta - já viu um desses aqui? Um kct de um tiozão? - eu hipnotizada com aquele pau totalmente diferente dos que eu tinha visto, falo que não, e somente de um pau pentelhudo, com um saco grande, muito grosso e com a cabeçona roxa, envergado para cima contornando sua barriga grande de chopp. Eu saio de meu transe apreciando aquele pauzão, quando ele disse: são não quiser que teus pais saibam que é uma bixinha, tu vai esperar uns 5 minutos aqui, e depois vai ir lá na cabena número ??? (não lembro mais), abrir a porta e entrar, que vou estar esperando para ter uma conversa séria contigo, entendeu viadinho? Balancei a cabeça que sim.

Arrumei minha sunga, meu coração estava acelerado, mas nem questionava na minha mente não ir, apenas uma ansiedade confusa e um tipo de excitação, fazendo com que aqueles 5 minutos parecessem 1 hora. Ao chegar na cabena e vendo que não tinha ninguém por perto (acho que era numa área mais isolada do condomínio), eu entro e me deparo com ele sentado numa poltrona fumando e ao me ver, enquanto eu fechava a porta, ele disse: muito bem, agora vem aqui. Eu obedeço e ele me posiciona de costas para ele, que enfia minha sunga como fio dental, e me manda de costas sentar no colo dele, que já sinto seu pau duro se encaixar no meio do meu bumbum e ouço aquela voz agora com bafo de cigarro no meu ouvido coisas como: com quem eu estava lá e que horas eu tinha que voltar para cabana e se eu tinha irmãos ou amigos lá - expliquei que estava só com minha mãe e amiga dela, que eu ficava no condomínio sozinho o dia inteiro quando elas voltavam de tardzinha e as vezes me deixavam na cabana e saiam à noite, que ficaríamos lá mais uma semana e meia. Ele falou irônico - que coisa boa saber isso, bixinha hehehe

A partir daí, eu só me lembro partes do que aconteceu: acho minha excitação era tanta, que ficava em transe, apenas obedecendo ele. Lembro daquelas mãos ásperas apalpando meu corpo, apertando minha bunda e tetinha de novinho gordinho. A barba arranhando meu pescoço e bumbum, assim como o cheiro dele: suor, cigarro e mijo velho. Lembro dele me mandando lamber o sacão dele, beijar e lamber a cabeçona do pau (não tinha como chupar porque minha boca era muito pequena), eu deitado nú de bumbum para cima numa cama, sentindo o dedo grosso alargando meu cuzinho, depois de sentir antes o gelado de um gelzinho no meu anelzinho. E depois seu corpo pesado sobre mim de bruços, e eu sentindo o pau dele entrando no meu cuzinho, doendo mas não muito, eu obediente aceitando ficar quietinho chorando e aguentando, mas eu acho que ele, nesse tempo todo, usou um gel anestésico, pois lembro de meu cuzinho saindo um pouco de sangue no banho e uma ardência depois, mas acho que não fiquei muito machucado por aqueles dias, pois ele não enfiou em vai e vem forte, mas apenas ou ficava movimentando todo ele dentro de mim, seja de bruços naquele dia e outros, e nos outros dias eu lembro deu rebolando de costas no colo dele com seu pau todo dentro de mim. E só sei que sentia muito prazer, mesmo quando doia e até mesmo depois, sentindo meu cuzinho aberto e ardendo, estranhamente eu sentia prazer.

Naqueles dias, eu passava na cabana dele, assim que minha mãe e amiga saiam. Mas como disse, acho que pelo transe e minha pouca idade, só me lembro de fleshs de coisas que ele fiz comigo além do que descrevi acima: Lembro de algumas vezes, ele conduzir minha mãozinha numa punheta no pau dele e algumas ele batendo punheta próximo do meu rostinho e gozando nele e eu obedecendo para passar o leite dele no meu rosto e lamber e provar, lembro que não gostava do gosto, mas não deixava de obedecer. Dele me dar banho, me apalpando, e também me fazendo ensaboar aquele pauzão meia bomba. E algumas vezes me via usando calcinha, baby doll e um vestidinho todo cheio de babados, ele rindo me chamando de mocinha e me mandando chamar ele de meu macho (acho que ele tinha comprado essas coisas). E algumas vezes, ele colocava uma chupeta na minha boca e uma blusinha rosa, e me mandava chamava ele de paizão, enquanto ele me chamava de de bebezinha do papai. Só sei que obedecia a tudo, sempre quietinha, nunca falando nada para ninguém, eu sempre voltava lá. Ele nem precisava mais me ameaçar...

E por isso, eu lembro de ouvir repitidamente as seguintes frases: tu nasceu para isso - tu não vai ser um menino normal, sempre vai ser bixinha - teu pintinho nunca irá crescer e ficar durinho - precisa aprender que nunca irá ser e fazer coisas de menino normal - por mais que tu chore no fundo você sempre gosta e gosta de ser usada pelo macho - um dia eu vou te achar de novo e mostrar qual teu lugar na vida.

Aquelas frases eram ao mesmo tempo sem muito sentido para mim, mas não me incomodavam... era como ouvir que a grama era verde, mas sem entender porque ela é verde... um dia eu vou te achar de novo e mostrar qual teu lugar na vida.

Abaixo umas fotos de Machos parecidos com ele na época....

CONTINUA

Mas depois daquelas férias (nunca mais voltamos para aquele lugar) aquilo ficou na minha cabeça e fui entendendo que realmente ele estava certo, prinpalmente porque meu pauzinho nunca cresceu e endurecer (tanto que nunca fiquei com mulheres e nunca penetrei ninguém) e sempre me senti inferior ao homens e mininos, sempre aceitando quando ele se aproximavam de mim para me usarem na encolha. E prazer de mamar e dar só aumentou, até mesmo minha primeira ejaculação não foi como a de um menino de verdade, que contarei no próximo conto... Mas o que realmente se mostrou verdadeiro foi o que ele disse:

Foto 1 do Conto erotico: Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 1

Foto 2 do Conto erotico: Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 1

Foto 3 do Conto erotico: Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 1


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Comentários


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passivo10 Comentou em 11/07/2026

Que tesão um macho falando tudo que viadinhos como nós somos. Que fomos feitos pra sermos usadas e abusadas igual ou pior que putas, que a gente tinha que aguentar até o que putas não faziam. Tinha macho que mijava na minha boca e dizia que nem puta deixava ele fazer isso, mas eu era tão inútil e porca que comigo ele fazia o que quisesse..




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 1

Codigo do conto:
266898

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/07/2026

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2

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3