Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 2



Depois do meu abusador naquele verão, durante anos eu voltei ao que acontecia antes: alguns meninos vinham me encoxar, me colocar para mamar ou bater punheta para eles. Eu já sentia que aquilo não me satisfazia, mas entendia que não podia reclar e nem negar quando vinham me usar. Normalmente eram vizinhos do prédio onde eu morava e alguns colegas de escola. Eles só aproximavam de mim para isso, o resto de tempo, pelo meu jeitinho, eles ficavam distantes e eu respeitava e ficava sozinho conformado, mas sempre desejando me submeter ao superioridade masculina e sentir paus duros.

Também comecei a usar escondido calcinhas da minha mãe, me olhando no espelho quando ficava sozinha as tardes em casa, foi quando eu comecei a sentir prazer enfiando meu dedinhos no meu cuzinho. Mas isso mudou quando eu estava no sétimo ano de escola, minha mãe se mudou comigo, eu entrei numa escola nova (sempre estudei em colégios particulares, pois minha mãe sempre ganhou bem na sua profissão que era normal) e já ali por causa do meu jeitinho mais delicado, gordinho sem jeito para brincadeiras de meninos e envergonhado para ser amiguinho de meninas, eu era excluído pelos colegas e um outro que também era excluído era o Gerson, mas por outra razão. Ele era repetente duas vezes (portanto, mais velho que os outros), bolsista da escola porque os pais eram pobres, o único negro na escola, gordo, cara de brabo e feio com espinhas no rosto. Então, eramos os dois excluídos, mas não nos falávamos, pois ele me via já como um viadinho que iria gerar falatório para ele.

Até que um dia, uma professora obrigou a turma a realizarem um trabalho em duplas para apresentar no final de bimestre. E advinha? Todos tinham duplas, então a professora mandou Gerson e eu formarem duplas. Sentimos todos dando risadinhas sobre os dois serem uma dupla, mas como Gerson era mais velho e forte, ninguém teve coragem de debochar mesmo, só falando pelas costas. E eu fiquei com medo da cara dele de ódio de ter que fazer aquilo. Quando ele sentou ao meu lado, ele simplesmente disse seco: fica quieto, não sou seu amigo, presta atenção sobre o que é o trabalho e hoje à tarde, me diz onde tu mora, que vou lá e acabar com isso logo. Eu nem ousei falar nada, apenas obedeci e escrevi meu endereço no caderno dele que ele me mandou fazer.

Eu não sabia o que pensar. Apenas aceitei e fui para casa, almocei e fiquei esperando ele chegar, tocando o interfone, e como sempre, eu estava sozinho à tarde em casa, pois minha mãe trabalhava. Vesti o que sempre usava em casa, que para minha não tinha nenhuma intenção: um short de malha justo que ficava no meu das coxas (não arrisquei usar calcinhas, então estava com uma cuequinha) e uma camiseta mais larga e chinelos.

Morávamos num prédio pequeno, apenas com porteiro eletrônico, sem outras crianças e na nova escola não havia nenhum colega que me usava, então eu estava já alguns meses sem nenhum menino me usar. Quando tocou o interfone, eu apertei para ele subir. Ele chega com o uniforme da escola mesmo, meio suado, e quando me viu naqueles shorts justinho me olhou de cima baixo como que um predador. E ele apenas fala seco: cade teus pais? Está sozinho? - eu - Estou, minha mãe está no trabalho, chega de noitinha, e eu não conheço meu pai. Ele diz que era para irmos no meu quarto e fazer o trabalho logo. Quando chegamos no quarto, eu pergunto se ele não queria nada para beber e ele de modo firme diz que queria uma refrigerante e estava com fome, eu disse que tinha o lanche que minha mãe deixou preparado para mim, e ele me mandou pegar lá - nem ligou se eu teria alguma coisa para comer mais tarde.

Eu voltei com o lanche e dois copos, um para mim e outro para ele, que comenta: legal, você tem video game... seguinte, dá para fazer esse trabalho todo hoje? Eu disse que sim, que era relativamente fácil, depois era só preparar a apresentação. Ele me interrompe e diz, então eu vou ficar jogando no video game e tu faz tudo, entendeu? Eu disse que sim, sabendo que jamais conseguiria rejeitar as ordens de um macho, ainda mais ele que era muito grosso e forte apesar de gordo. Eu fico quieto fazendo o trabalho no chão, enquanto ele sentado na cadeira enfrente da mesa do meu quarto, jogava, comia e bebia.

Até que passando um tempo, ele vira para mim e olha minha bunda, pois eu estava de bruços fazendo o trabalho no chão, sinto que olha diferente para minha bunda, e depois de uns segundos me manda ir na cozinha pegar mais refigerante para ele, e quando eu levanto e saio, sinto que continua olhando para minha bunda. E quando volto para o quarto com o copo, o video game está pausado e ele está de pé no meio do quarto. Entrego o copo para ele meio sem jeito e ele simplesmente diz: fica de costas. Eu obedeço já imaginando o que iria acontecer. Ouço ele colocando o copo na mesa e de repente sinto ele puxando meu short para cima, efiando para dentro da minha bunda. Dou um gritinho de dor porque foi um puxão forte, e ele diz: cala boca merda... e eu obedeço, aí sinto ele apalpando e beliscando minha bunda, o que me faz empinar meu bumbum, o que provoca ele, que depois de uns segundo diz: bem que dava para ver que tu é viadinho, agora nunca tinha notado que tinha uma bunda tão gostosa, parece de mulher.... dizendo isso, eu sinto ele me empurra me poiando no guarda-roupa com as mãos e ele começou a me encoxar com pau duro.

Ele ficou me encoxando e xingando, quando me pergunta se eu era viadinho e se já tinha mamado e dado minha bunda, eu apenas disse que sim, mas sem detalhes. Ouço ele abaixando os shorts dele e tirando sua camiseta e me ordenando ajoelha e vem mamar aqui viadinho... quando eu viro, eu me deparo com ele sentado na cadeira com o pau preto duro na mão (era um pau grandinho e não muito grosso) com aquela barriga enorme de gordo e braços fortes, Eu estava já excitada, novamente em transe, e me ajoelho e começo a chupar (na época eu tinha cabelos meio cumpridos na altura do meio do meu pescoço) e ele rosnando de tesão e me xingando, me pega pelos cabelos, e vai forçando fodendo minha boca, fazendo engasgar e tirar lágrimas dos meus olhos, nunca tinham me pego assim, ele fica de pé, me imprensa na porta do guarda roupa comigo de joelhos, e ele dizendo com tesão e brutalidade: agora vai aprender engolir um caralho, putinha. Ele me segurando forte pelos cabelos, sinto me fodendo a boca e o barrigão esmagando e batendo no meu rosto. E eu fui relaxando e gostando daquilo.

Ele fica um tempo fazendo aquilo, quando me diz: tem margarina aí?! - Eu digo que sim e ele me manda ir pegar o pote e trazer, não entendi, pois nunca havia acontecido isso. Obedeço e quando volto, ele pega o pote e me manda: fica sem roupa e deita de bunda pra cima na cama. Eu fiquei muito excitada, e quando ele vê meu pintinho molinho mas babando, ele dá uma risada, aponta para o meu pintinho e diz: qu coisa ridícula, só podia ser bixinha mesmo, anda, anda deita putinha hehehe

Eu obedeço e sinto ele de joelhos se apoiando entre minhas pernas e me manda colocar uma almofada grande que tinha no meu quarto abaixo da minha cintura para ficar com a bunda empinada. Ele bezunta os dois dedos dele com a margarinha, e enfia forte sem pena no meu cuzinho me fazendo gritar de dor, ele grita: cala boca, viado! - e empurra minha cabeça para o travesseiro para abafar meus gritinhos, e eu continuar chorando sentindo me foder com os dedos e com a outra mão batendo e beliscando minha bunda. Nunca tinha acontecido isso, mas por mais que doia, eu sentia excitada.

Ele então para, tira os dedos e sinto ele passar margarina no pau dele e, então, novamente sinto mais dor: ele aponta o pau dele na minha portinha do meu cuzinho e com o peso do corpo dele mete tudo socando de uma vez. Eu chorando e gemendo abafado pelo travisseiro, ele urrando socando o pau dele com todo peso sobre mim. Mas eu começo a gemer com muito tesão e sinto meu cuzinho piscando descontroladamente no pau dele e eu percebo que, pela primeira vez, meu pauzinho estava gozando sem tocar nele e sem ficar total durinho (até hoje é assim que gozo, seja quando me masturbo ou quando dou, meu pintinho fica meia bomba e gozo escorre dele), ele fica mais um tempo me fodendo me xingando até que sinto (naquele momento de modo mais intenso, pois não me lembro bem dessa sensação do meu abusador porque eu era bem novinho) a porra dele jorrar dentro de mim.

Ele ficou desabado sobre mim, suado e arfando, o pau vai amolecendo e saindo da minha bunda. Ele se levanta e me da uma ordem que nunca eu tinha recebido até então: lambe e deixa meu pau limpo, viadinho. Eu obedeço sentindo a mistura de cheiro e sabor de porra, margarina e um pouco do meu cuzinho sujo, pois naquele tempo não conhecia a chuca. Eu obedecia com ele gemendo, quando ouço ele meio bravo: o que é isso na almofada? Tu gozou putinha? Vadia!

Ele então me pega pelos cabelos e esfrega meu rosto na almofada gozada. E meio gritando com misto de raiva e deboche: lambe a tua porra vadia! - e enquanto eu fazia isso, ele dava tapas fortes na minha bunda. Eu chorava baixinho gemendo. Ali comecei a perceber que realmente fazia parte da minha natureza inferior sentir tesão em sentir dor e ser humilhiada.

Depois disso, ele então senta pelado na minha cama comigo de joelhos na frente dele e começa a dizer as seguintes coisas: que como não conseguia foder com mulheres, ele iria me usar para se aliviar, mas que eu jamais deveria dfalar com ele na escola, pois não queria que soubesse que ele fodia um viadinho, que como eu ficava sozinho em casa, ele viria sempre quisesse e que eu deveria ficar sempre esperando, também disse que eu faria todo trabalho, mas eu não apresentaria porque não queria ser visto ao meu lado, que mentiria para professora dizendo que eu não quis fazer nada e que ele havia feito sozinho (eu tomei uma bronca da professora, que mandou um bilhete para minha mãe, que também brigou comigo). Ao final de dizer isso, ele me puxa pelos cabelos e cuspindo na minha cara e diz: entender, vaidia? E eu digo que sim. E ele me manda continuar dizendo que eu era a putinha dele enquanto beijava os pés dele - eu achei estranho no início, mas novamente a excitação da humilhação aparecia. Assim como, com aquilo do trabalho, aprendi que os Machos tem direito de além de nos usarem como depósito de porra, podem se aproveitar da gente, pois além disso, ele disse que eu não poderia mais jogar o video game porque ele queria que ficasse só nome dele no rank e também ele sempre tomava meu dinheiro do lanche na escola, assim como a minha mesada.

Isso continuou durante dois anos, e já em pouco tempo ele me fazia usar calcinhas e bikines na minha mãe, usar batom... e me humilhava porque me fodia me chamando pelo nome dela, debochando e sempre jogando isso na minha cara.

Minha mãe teve que se mudar novamente, e não tive mais contato com ele. E somente anos depois, que encontrei um Macho tão dominador que iria concluir meu aprendizado da minha posição no mundo. Esse Macho foi exatamente o meu abusador que mudou de forma definitiva a minha vida, depois de anos, quando eu tinha saído de casa para morar sozinha e começar a faculdade um pouquinho tarde aos meus 20 anos, pelo menos esses eram meu planos na época... mas fica para o próximo conto.

Abaixo fotos que ilustram o estilo de Macho que era esse meu colega.

Foto 1 do Conto erotico: Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 2

Foto 3 do Conto erotico: Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 2


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu abusador me ensinou que nasci para ser viadinha submissa - Parte 2

Codigo do conto:
266908

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/07/2026

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2

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3