A Vida Secreta de Xaiane Silva – A Crossdresser Safada
Em meados dos anos 90, na noite Curitibana… Depois de várias noites me arriscando com o que aparecesse, eu quis subir o nível. Queria me sentir ainda mais puta, ainda mais exposta. Um dia, passando pela Frishman’s, vi uma mini saia de couro preta brilhante na vitrine. Curta pra caralho, mal cobria metade da bunda. Entrei, comprei sem nem experimentar direito e voltei pra casa com o coração acelerado. Naquela mesma noite eu não aguentei esperar. Esperei a família dormir, me tranquei no banheiro, me arrumei toda: calcinha fio-dental vermelha enterrada fundo, a nova mini saia de couro, um top cropped preto justo, peruca loira, batom vermelho escandaloso e um par de sapatilhas. Por cima coloquei uma blusa larga e uma calça de moletom pra sair de casa sem levantar suspeita. Assim que cheguei na ciclovia perto do rio, tirei a roupa de cima e guardei num canto escondido. A mini saia de couro mal cobria minha bunda. Qualquer movimento e ela subia, deixando a calcinha à mostra. Comecei a andar rebolando devagar, empinando bem a bundona, sentindo o couro frio roçando na pele. O vento levantava a saia e eu deixava, exibindo tudo. Não demorou nem quinze minutos. Dois caras apareceram caminhando na ciclovia. Quando me viram rebolando daquele jeito, pararam na hora. Um era alto e magro, o outro mais forte, com cara de malandro. — Porra, olha essa vadia… tá pedindo rola, né? — disse o mais forte, já se aproximando. Eu não neguei. Virei de costas, apoiei as mãos nos joelhos e rebolei bem devagar pra eles, fazendo a mini saia subir até a cintura. A calcinha fio-dental estava completamente à mostra, fio sumido entre minhas nádegas grossas. Eles não perderam tempo. O forte me puxou pro mato ao lado da pista, me colocou de quatro e afastou o fio da calcinha. Cuspiu e enfiou o pau grosso de uma vez. Gemi alto, sentindo ele me arrombar fundo. O outro se ajoelhou na minha frente, segurou minha peruca e enfiou o pau na minha boca. Fui comida nos dois buracos ao mesmo tempo, balançando entre eles como uma boneca de luxo. A mini saia de couro ficava toda embolada na cintura. O cara de trás metia forte, dando tapas na bunda que ecoavam na noite. O da frente fodia minha garganta sem piedade, babando escorrendo no meu queixo. — Rebola mais, sua puta enrustida! — mandava um. E eu rebolava. Empinava, apertava o cuzinho em volta do pau, chupava com fome. O tesão misturado com medo de alguém passar na ciclovia e ver a cena me deixava louca. Gozei primeiro, tremendo inteira, meu pauzinho babando dentro da calcinha. Logo depois eles gozaram quase juntos: um enchendo minha boca, o outro jorrando tudo dentro da minha bundinha. Me deixaram lá, de quatro, com porra escorrendo pela coxa e a mini saia ainda levantada. Eu estava destruída, melada, mas feliz pra caralho. A partir daquela noite, a mini saia de couro virou minha favorita. Quase toda madrugada eu voltava pra ciclovia rebolando, oferecendo minha bundona pros machos da noite. O risco só aumentava… e eu não conseguia mais parar. Xaiane agora estava fora de controle…
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