Olá! Eu sou a Maria Julia, conhecida como Maju e sou casada com o Lino. Sou branca, com mais ou menos 1:60m de altura e acho que uns 58k de peso. Meu corpo é natural e sem cirurgias. Sou uma falsa magra, com seios médios mas pesados e uma bundinha de responsa. kkk
Agora que já comentei nos dois últimos contos como foi a nossa extravagância como casal, sinto decepcioná-los, seus punheteiros de uma figa, que nunca mais fiz nada digno de nota, só umas fantasiazinhas de casal ou na solidão mesmo, mas nada que dê um conto, só coisinha miúda mesmo.
Se bem que teve uma época curtinha que andei saindo com uma professora amiga pra um happy hour e aí, umas duas ou três vezes a gente andou se pegando, dando uns beijinhos. Ela era bi assumida e eu não sei o que sou, só sei que sou tarada, e quando estou tarada viro puta. kkkk Desde que tomei chá de pica pela primeira vez, nunca mais abri mão (mas abro a perna facinha quando tá bem dura). Beijei essa amiga algumas vezes, mas chupei e fui chupada somente uma vez, quando a gente se escondeu com o carro bem infilmado dela, numa pracinha bem segura no centro de Alphaville. Também dei um beijinho rápido num cabeleireiro da minha irmã, no dia de um casamento que a gente era madrinhas. Ele estava cuidando de nós duas, da noit=va e de mais uma, tudo junta, tudo piriguete kkk e a gente tomando champanha enquanto ele dava um trato em nossos cabelos. Em algum momento, rolou uma piadinha besta, umas insinuações, uam conversinha jogada fora e eu e elas resolvemos tirar uma onda, tipo despedida de solteira. No fim, só deu pra dar umas sarradas com ele e ficou só nisso, pelo menos pra mim. Como era na cidade da noiva, não sei como ficou as coisas por lá.
Bem, e com isso voltamos ao momento presente, com esse hóspede particular em nossa casa, o Nelson. Como relatei no conto 2, a presença dele parece que despertou alguma coisa em mim e no Lino mas, ou a gente não percebeu direito ou percebeu e naõ teve coragem de assumir nem pra nós mesmos. Acontece que desde aquele lance do Bob dentro do carro, nunca mais eu e meu marido voltamos a falar diretamente sobre o assunto, ainda que ele tenha se tornado uma espécie de fantasma erótico em nossas fantasias, um tabu mesmo. Volta e meia a gente tocava no assunto, mas era de forma muito disfarçada meio que para apimentar a relação, tipo "come a sua vagabunda pra ela não ir caçar fora" ou então "tá querendo comer fora, sua piranha, então empina essa bunda que hoje você tá de castigo". Mas não passava disso e logo que acabava, a gente perdia a coragem de tocar no assunto. Aliás, nós passamos lá onde o "garotão" estava da primeira vez. Fomos lá como quem não quer nada, "só pra ver", mas nas três vezes que fomos nunca o encontramos. Primeiro com uns três meses e nada, depois deixamos passar mais um tempinho e voltamos lá. Da terceira vez, já fazia mais de um ano e arriscamos novamente, mas nada. Algumas vezes o Lino insinuou alguma coisa mas ele mesmo travava e eu ficava insegura com essa mistura de querer e medo dele, então o assunto foi morrendo devagar entre a gente, e só voltava para apimentar na cama e só, e desistimos de voltar lá.
Com o tempo, nosso sexo voltou à normalidade e quando a gente queria "caprichar" nos acontecimentos, ele passou a comprar umas coisas diferentes pra mim, ou que eu mesmo pedia. Foi assim que cheguei a uma coleçãozinha de vários consolos, dois plugs diferentes, uma cintaralho que nunca nem usamos direito e uns creminhos e só. Eu tenho a desconfiança de que o Lino andou pulando a cerca algumas vezes e isso me pirou um pouco, mas como nunca tive certeza e ele nunca foi de "ficar devendo" dentro de casa, então achei melhor ficar na minha e tocar a vida sem frescuras.
Mas, agora sim voltando à realidade atual, quando acordei no outro dia, já era mais de 10 da manhã. Meu marido já tinha ido trabalhar e eu estava moída e quase me atrasando. Quando saí do quarto passei pelo do Nelson e ele estava quietinho assistindo tv. Cumprimentei ele pedindo desculpas por ter perdido a hora e falei que ia preparar um café. Ele disse que tudo bem, já tinha comido umas frutas. Fiquei toda sem graça, imaginando que ele sabia o que tinha acontecido na madrugada e o porque do atraso geral.
Deixei a água fervendo, arrumei algumas coisas em casa e terminei de preparar o café, e levei para o nosso convidado no quarto, ajudei ele a se ajeitar para comer sem sujar muito a cama e como estava com uma legging cinza e um camisetão largo, percebi ele me observando quando abaixava mas nem liguei. Me arrumei e quando fui sair pra trabalhar avisei que na volta ia passar uma vassoura no quarto. Ele falou pra não se preocupar, me elogiou pelo conjuntinho jeans que eu estava usando. Saí com a sensação um pouco nervosa, talvez porque ele estava sempre com um sorriso malicioso no canto da boca.
No caminho vi que tinha uma mensagem de áudio do meu marido no WhatsApp. Era ele falando que hoje iria chegar um pouco mais tarde, pois havia esquecido de avisar que tinha um futebol com churrasco com amigos da empresa comemorando o aniversário de um deles. Fiquei puta com ele mas nem respondi nada na hora, para evitar jogar na cara dele que era ele e não eu quem tinha que cuidar do bebezão que estava hospedado lá em casa. Depois a raiva passou e acabei esquecendo da história.
Quando voltei à tarde, o Nelson estava quieto no quarto. Em uma hora consegui tirar o atraso nas tarefas de casa e então fui cuidar do "meninão".
_ Oi, Nelson, e aí, como vamos fazer? O Lino só vai chegar mais tarde para ajudar no seu banho. Quer jantar primeiro?
_ Não, Ma, tá tudo bem. Ele tá no futebol, né?
_ Pois é, seu amigo é um cachorrão da pior espécie, largou você aqui sem banho e agora está suando no meio de um monte de macho.
_ Mas tudo bem, espero ele chegar.
_Mas vai ficar tarde pra você jantar depois. Quando ele fica no futebol, só chega lá pelas 10. Melhor jantar agora, que a comida tá quente.
_ Não, melhor não. Eu já andei me movimentando um pouco, acho que consigo tomar banho sozinho.
_ Nada disso, moço. Sozinho não, é muito perigoso, vai que você escorrega e aí não consigo te ajudar.
Ele fez uma cara de pidão, de menino desconsolado, querendo colo. Eu quase fiz a besteira de falar alguma coisa que iria me arrepender depois, mas mordi a língua a tempo rs. Então fiquei quieta, matutando um pouco.
_ Já sei, como você não quer jantar agora, vou fazer um lanche e deixar um prato no microondas pra você. Aí, quando seu amigo chegar, você toma o seu banho, ele o dele e então jantam juntos.
_ Será que ele já não vai vir de banho tomado?
_ É, você tem razão. Bem, vou fazer o seguinte: eu preparo alguma coisa pra você comer. Já volto.
Voltei e passei uma vassoura no quarto. Depois passei pano. Eu tinha colocado a mesma legging da manhã e por cima uma camiseta do Lino, que me cobria até a polpa da bunda. Durante todo o tempo, sentia os olhos dele me secando por trás, mas isso não me incomodava, e sim dava uma sensação que não sei explicar. Fiz o que tinha que fazer tentando aparentar naturalidade e depois de me dar conta que estava esticando demais na limpeza, tomei um chá de simancol e fui cuidar do lanche dele. Depois que deixei sua comida, fui tomar banho. Me depilei e quando estava passando óleo, senti meus mamilos duros e doloridos. Borrifei uma body splash por cima, coloquei um shorts largo (mas não muito, pois era um pouco curto rs), uma regatinha discreta sem sutiã e fui ver se estava tudo bem com o Nelson. Assim que entrei, ele já foi elogiando o meu perfume:
_ Nossa, você nem entrou no quarto e já estava sentindo o seu perfume. Muito cheiroso ele.
_ Obrigada, é um basiquinho pós-banho.
_ Mas muito cheiroso, parece bem marcante.
_ Pode ser, mas é que passei um oleozinho antes, pra reforçar ele.
_ Puxa, que trato. Desse jeito a coisa fica impactante mesmo, bem marcante, mexe com as sensações das pessoas.
_ Sensações?
_ Na verdade, ia dizer libido, mas achei a palavra forte.
Olhei e o safado estava sorrindo timidamente, Senti que ele estava arriscando, bem discretamente, mas estava. Resolvi jogar com ele, pra ver até onde tinha coragem de ir.
_ Pode falar, eu conheço bem o vocabulário de vocês homens. Você aí se esforçando pra falar difícil mas essas paredes são fininhas, já ouvi o nível desse tipo de conversa no dia que o Lino estava dando banho em você na primeira vez.
_ Caramba, você ouviu?
_ Claro, essas paredes tem ouvidos.
_Poxa, desculpa aí, nem parei pra pensar nisso mas você tem razão, essas paredes não seguram o som de jeito nenhum.
Ele falou deixando uma margem. Entendi direitinho aonde queria chegar e fiquei vermelha na hora com o rumo que a conversa tinha tomado e acabei me calando, tentando sair da armadilha que eu mesma tinha criado. Então falei:
_ Nenhuma novidade, meu caro. Você sabe muito bem o que um casal faz dentro de um quarto, né? Nem vem se fazer de desentendido.
_ É, você tem razão, mas é que, você sabe, ouvir coisas, ainda mais em tempos de abstinência, é foda.
_ Abstinência não é foda, é falta de foda. Não é?
Ele riu com vontade:
_ Porra, Má, você não perde uma, hein?
_ Como se diz por aí, a gente perde o amigo mas não perde a piada.
Ele riu mais ainda:
_ Caramba, você é fo... é...
_ Ah, eu sou foda? É isso que você ia dizer?
A conversa estava evoluindo. Como já disse, o Nelson é bonitão, articulado, de conversa boa e sorriso fácil, desses que mexem com o imaginário feminino. E como vocês sabem, eu sou tarada e já vinha de um longo tempo de abstinência fora do casamento. De repente senti um interesse brotando por esse cavalheiro ferido sobre a cama de casa, mas vencer os meus medos e as barreiras conjugais e sociais iam exigir muito de mim. Mas a sementinha da maldade já estava sendo plantada. Ou, pensando bem, já tinha sido plantada antes? Meu instinto me diz que tanto eu quanto o Lino estávamos com a pele queimando desde que o Nelson veio pra casa. Eu já sabia que meu marido gostava que eu comesse prato fora, a gente apenas não tinha tido oportunidade e coragem de praticar essa comilança mais vezes. E por que o desgraçado cismou de me deixar sozinha justamente hoje à noite? Será? Tudo isso eu pensei em questão de segundos, ou talvez nem tenha pensado direito, simplesmente passei a desejar. Mas o mais importante é que de repente me dei conta que estava querendo provocar, sem saber bem aonde ia dar esse risco com esse garotão que estava ali desprotegido e frágil, mas disponível bem na minha frente.
Como meu momento de distração, acabei não ouvindo o que ele disse. Só entendi o fim da frase, "não é verdade?"
_ Oi, desculpe, me distraí e não ouvi direito o que você falou. O que mesmo que você disse?
_ Ah, Ma, não faz essa cara que fico até sem graça. Eu disse uma puta besteira e você, pra fugir do assunto, faz de conta que não ouviu.
_ Mas eu não ouvi mesmo, juro. Estava pensando em outra coisa.
_ Pensando em outra coisa, pensando em outra coisa, você tá se saindo melhor que a encomenda, viu! Mas tudo bem, vou fazer de conta que acreditei nessa ceninha.
Ele riu da minha cara e eu fiquei ali toda sem graça, pagando geral por ter perdido a frase dele. Sem saber como reagir diante da situação, resolvi mudar de assunto:
_ Bem, eu vim aqui só pra recolher seu prato e deixar você quietinho aí com a tv. Então, vai me desculpando aí e quando o Lino chegar, ele cuida de você e então você vai poder jantar.
Conforme fui falando, fui pegando as coisas sobre o criado mudo ao lado da cama, mas ele nem me deixou terminar a frase direito:
_ Oi, Ma, desculpa. Eu não tinha entendido, você não ouviu mesmo o que eu disse?
_ Deixa pra lá.
_ Deixa pra lá não. Desculpe. Eu não percebi que você não me ouviu. Eu só tava falando que, bem, que, que não falei muita besteira e que não queria que você me entendesse mal, pois, bem, você sabe, né, a gente é homem e se confunde.
_ Ah, quer saber de uma coisa? Você já justificou demais. O que mesmo que você disse ou pelo menos queria dizer?
Ele me olhou com o rosto bem vermelho. Me encarou sério mas logo depois baixou os olhos, deu uma olhada de leve nos meus seios, depois falou baixinho:
_ Deixa pra lá, por favor. No fundo no fundo, foi bom mesmo você não ter ouvido, foi besteira.
Fiquei besta, parada ali na frente dele, sem reação:
_Você, você não quer comentar? Pode falar, não vou te julgar. Juro por Deus.
Ele me olhou meio sem jeito, ficou um tempinho em silêncio, depois parece que tomou coragem e falou:
_ Queria foder você.
_ Mentira! você não falou isso.
_ Falei sim. Por que eu ia inventar isso agora?
_ Você falou alguma coisa com um "não é verdade" o final.
_ Eu falei assim: "Eu adoraria foder mas na situação em que me encontro não dá, não é verdade?"
_ Mas do jeito que você tá falando, isso não é me foder, é foder qualquer uma.
_ Se estamos só nós aqui e eu falo isso pra você, acho que estou deixando claro que nesse momento, apesar de não poder, eu queria mesmo era, bem, você entendeu. Desculpe a ousadia. Eu estraguei tudo. Sei que foi uma puta mancada.
_ Tudo bem, eu entendi. Bem, deixa pra lá. Vamos esquecer tudo isso...
_ Bem, você, você, por favor, eu...
_ Pode deixar, morreu aqui com a gente. Não vou comentar nada, se é isso que você quer saber.
Saí dali com pressa, dei uma geral em algumas coisas da casa e me tranquei no quarto, mas não conseguia relaxar. Apesar de ainda ser cedo, me troquei para dormir, tirei toda a roupa e coloquei uma camisola curtinha. Minha calcinha estava úmida, pensei em colocar ela no cesto mas deixei na cama, debaixo do travesseiro do Lino.
Fiquei desfilando pelo quarto, pois não conseguia me concentrar em nada, apenas aguardando meu marido chegar. Deu 10 da noite e nada. A casa estava num silêncio só. Será que o Nelson tinha dormido? Duvido. Será que ele consegue bater uma, mesmo operado? Bandido, na primeira oportunidade que teve, já soltou as manguinhas pra cima de mim. Sem vergonha. Peguei o celular e tinha uma mensagem do Lino: "amor, eu já tô indo". Meia hora depois ele chegou. Passou primeiro pelo quarto do Nelson, pois ouvi as risadas e só depois veio ao quarto. Eu estava arrumando as gavetas. Assim que me viu, a primeira coisa que falou foi:
_ Nossa, você tá assim em casa?
_ Oi, em primeiro lugar, boa noite, né?
Ele encostou a porta e se aproximou
_ Boa noite, amor. Desculpe. É que você está assim.
_ Assim como?
_ Vestida assim.
_ Mas eu tô no meu quarto, quietinha aqui, esperando o meu marido chegar, enquanto do outro lado da parede tem outro homem.
_ Fala baixo, amor. Já falei desculpa. Mas é que não tinha jeito, não dava pra escapar. Você sabe, esses compromissos que a gente assume na empresa.
_ Tá bom, tá bom, tá bom. Vai lá dar banho no seu amigo que ele ainda não jantou, disse que só come depois de tomar banho.
_ "Só come depois de tomar banho?" É?
Eu parei tudo que estava fazendo e encarei ele, que estava me encarando com a cara mais maliciosa do mundo.
_ É.
_ Hum, é mesmo?
_ É, seu cachorro, seu bandido, fica brincando com o perigo, fica.
Ele já estava colado em mim e só me pegou pela cintura enquanto eu me dava uns murros no ombro dele. Ele deu um beijo de pegada em mim e me prendeu no seu corpo. Seu pau estava duro e ele já colocou a mão por baixo da camisola, subindo pra minha bundinha.
_ Ai, amor, agora não, primeiro vai lá cuidar dele, vai.
_ Primeiro eu tenho que cuidar da minha fera aqui.
Enquanto falava, seus dedos já esfregavam meu grelinho duro. Não aguentei e gemi. Lino mordia meu pescoço, uma mão segurava minha teta dolorida de tesão, beliscando meu mamilo, enquanto a outra já enfiava dois dedos na minha xerequinha. Gemi mais alto, enquanto tirava seu pau da cueca e sentia ele pesado em minha mão. Eu adoro mamar e desci até a pica dele:
_ Gosta que eu chupe esse meu napolitano de carne, gosta?
_ Gosto.
_ Vai dar ele pra mim sempre que eu tiver com sede?
_ Vou, sua puta.
_ E se eu estiver com sede e você estiver no futebol?
_ Puta que pariu, puta que pariu. Caralho!!!
_ Que foi, tá com medo de sua esposinha ficar com sede quando você estiver fora de casa?
_ Puta merda, você, Ma. Sua cadela, sua cachorra.
_ Você não falou ainda. E seu eu tiver sede e você estiver ocupado?
_ Vem aqui, filha da puta, vem. Sobe em mim, vem aqui, sua vagabunda.
E começou a me puxar para cima. Eu demorei um pouquinho, mordiscando a coxa dele, brincando com o saco, depois fui subindo devagar, lambendo o corpo dele, enquanto ele tirava a camiseta.
_ Você vai deixar sua esposinha com sede, vai?
E continuei subindo, dei uma mordidinha em seu mamilo e vi que ele não gostou. Falei "isso é pra você aprender que não é pra me deixar com sede". Falei bem juntinho dele enquanto ia posicionando sua pica na entrada da minha grutinha. Então beijei ele, que foi respondendo ao beijo e me virando até ficar por cima. Aí ele desceu a boca e começou a me beijar os bicos que estavam duros e deslizou sua rola pra dentro de mim, que estava encharcada.
_ Vai, seu safado, me preenche com essa pica gostosa.
_ Matei sua sede, sua puta?
_ Ainda não, quero mais, mata mais.
_ Você tá com tanta sede assim?
_ Tô, você me deixa sozinha mesmo sabendo que estou em perigo.
_ Quer dizer que você acha que tá em perigo só porque eu deixei você sozinha?
_ Eu não acho que estou em perigo, EU TÔ EM PERIGO. Ainda não percebeu?
Lino não aguentou e começou a acelerar os movimentos.
_ Então você tá com sede e em perigo?
_ Tô com muita sede.
_ E minha água não é suficiente pra safada matar a sede?
_ Eu tô com muita sede, amooooooor.
_ E a putinha tá querendo água de outra marca?
_ Queeeeeeeeroooooooo!!!
_ Ai, amor, vou ggozar! Vou gozaaaaaaaarrrr!!!
_ Goza, filho da puta, mata a minha sede, mata a vontade de sua esposinha puta, mata a sede dela.
Lino não se aguentou, acelerou ainda mais seus movimentos e gozou com vontade em mim, que também gozei horrores, juntinho com ele.
Depois que ele descansou um pouco em cima de mim, ele ameaçou levantar mas eu o segurei pelos braços, dei um beijo bem gostoso de língua nele e falei coladinha ao seu ouvido:
_ Me chupa?
_ Mas eu tenho que dar banho...
_ Meu chupa, vai. Lembra que você me deixou na mão e você está de castigo.
Ele me olhou e eu juro que senti um choquinho pelo corpo dele. Aliás, seu pinto mole deu até uma vibradinha e ele começou a descida, passando pela minha boca, o meu pescoço, meus peitos, pela barriga, a coxa, virilha, até chegar no grelinho. Primeiro ele deu uma lambidinha e parecia que ia ficar só nisso. Eu ia colocar a mão na cabeça dele mas resolvi fazer diferente, e dei um reboladinha. Ele passou a língua de novo só na pontinha do grelinho e depois foi em volta, bem aos poucos. Eu não aguentei, abri ainda mais as pernas pra ele ver a porra escorrendo mas ele acho que nem olhou, pois logo socou a língua no meu poço. Chamei ele:
_ Traz pra mim, vem, me beija.
Ele adorou a ideia e logo estava compartilhando comigo, me beijando com vontade. Depois desceu pra buscar mais e me deu na boca novamente. Na terceira vez nem pedi mais, ele limpou tudo lá embaixo e trouxe para dividir comigo. Nos beijamos com tanto tesão que logo ele estava em cima de mim e a pica já estava dura de novo, me penetrando como se fosse a primeira vez. Dessa vez nós caprichamos nos gritos e nas provocações:
_ Vai, fode sua puta, fode.
_ Sua vaca, como você fode gostoso.
_ Vai seu puto, me segura com força, mata a minha sede, a minha vontade de pica.
_ Quer tomar água de outra marca, vadia?
_ Quero, seu corno.
Foi o bastante, pois logo parecia que seu corpo estava tomando um choque elétrico. Ele se contorceu todo e logo estava gritando de novo que ia gozar dentro de mim.
_ Vai seu puto, goza. Nossa na sua putinha safada. Goza que eu quero pica.
_ Ah, sua vaca, eu vou gozaaaaaaaaaarrrrrrrrrr!!! Aaahhhhhhhhh!!!
_ Goooooooozaaaaaaaaaa!!! Seu puuuuuuuuutoooooo!!!
Depois que ficamos um tempinho curtindo aquele momento, comecei a fazer um carinho em Lino:
_ Sabe, amor, você não vai acreditar, mas eu tava com vontade de que você comesse o meu cuzinho, acredita?
_ Sério?
_ Anham. Mas você é foda, acabei de empolgando e nem deu tempo, e aí esqueci.
_ Mas a gente pode tentar.
_ Não, agora naõ dá mais. Tô moidinha. E você tem que ir lá dar banho no seu amigo. Aproveita e toma um banho também. Depois eu vou.
_ Porra, depois dessa gritaria toda, dessa gemeção, vai ser fora encarar o Nelsão.
_ Mas tem que ser você. Eu é que não posso ser.
Nesse momento juro que senti uma olhada do Lino, mas eu já estava me virando e pode ser que eu tenha me enganado. rs
Foto 1: foto de uma legging igual a minha
Foto 2: foto muita gente me perguntou no pvd como era o vestido que usei na noite que conhecemos o Bob. Fui procurar na internet e achei esse que é bem parecido