Fomos para uma festa que mudaria nosso casamento. E eu só descobri o que rolou depois do teste de gravidêz. Tive que ver nas imagens das câmeras de segurança para acreditar. A festa era na casa de um amigo. Era uma casa confortável, grande e com quase toda a área coberta. Tinha muita privacidade e nem os prédios em volta poderiam ver o que acontecia lá. Estaríamos em 2 casais, eu e minha mulher, meu amigo e a namorada, Juliana, e uma amiga das meninas de muito tempo, Fernanda. A Fernanda tinha se afastado há um tempo, mas minha mulher e a Juliana, praticamente faziam tudo juntas. Eram confidentes, cúmplices, festeiras e muito amigas. Nos churrascos, ficávamos eu e meu amigo conversando enquanto as meninas atualizavam a fofoca num nível de cumplicidade que às vezes nos assustava. Nesse dia não foi diferente. Ficamos batendo papo enquanto as meninas bebiam e conversavam. Foi minha mulher que deixou a rodinha das meninas, bem embriagada, dizendo em tom humoradamente meloso para eu e meu amigo “Acabou a Ciroc “kiiii””. Antes de que eu reagisse, meu amigo se prontificou a ir buscar. Eu disse “não, tem um monte de bebida ali”, mas minha mulher, toda sedosa insistiu enquanto ouvíamos as meninas darem risadas animadas. Meu amigo, sorrindo disse “eu vou. Você fica aqui e cuida delas”. Ele saiu e eu preparei alguns drinks com o que tinha disponível. Aparentemente aquela noite era das meninas, e elas estavam cada vez mais animadas. Eu fui sumariamente excluído do círculo delas, muito tempo depois descobri que tudo começou com a Fernanda dizendo que faltava homem naquela festa. As meninas, preocupadas em deixá-la como vela, começaram a pensar em alternativas. Foi minha mulher quem sugeriu, “você não conhece ninguém pra chamar? A gente precisa agitar isso aqui” Ela estava bem bebadazinha, mas tinha aquele perfil ingênuo, então falava sem segundas intenções e ouviu a Fernanda dizer “e eu posso amiga? Posso chamar alguém?” Todas elas disseram em uníssono “claro que sim!” Quando eu soube dessa conversa, semanas depois, soube que a Fernanda alertou sobre o cara que ela chamaria. Era do tipo “Bad boy”, tatuado, tinha muita grana, gastava muito, nunca andava sozinho, era misterioso e mexia com alguma coisa ilícita, com certeza. Pouco tempo depois, meu amigo ligou dizendo que andou alguns quilômetros e o carro parou. Parecia bateria então, para não esperar o seguro, me pediu para ir fazer a tal chupeta. Ele tinha os cabos e era só ir, ligar e voltar para casa. Avisei as meninas que sairia por alguns minutos mas a Juliana se manifestou rápido “se for pra ajudar meu namorado, eu vou junto!”. Assim fomos eu e ela enquanto as meninas continuavam se embriagando. Juliana não me disse nada, mas ela sabia que a Fernanda já tinha ligado pro bad boy e que logo as meninas não estariam sozinhas. Ela nem pensou nisso. Pra ela o que importava era socorrer o namorado e, além disso, minha mulher e a Fernanda eram bem grandinhas para precisarem de supervisão. Dez minutos depois que saímos, um carro preto para na frente da casa e dois caras apertam o interfone. Fernanda levantou atônita dizendo “amiga, eles chegaram!”. Minha mulher respondeu inebriada “eles?” e amiga saiu em direção à porta dizendo, “relaxa amiga, ele trouxe um amigo, mas é de boa”. Quando entraram, Fernanda apresentou os dois e minha mulher disse, sem perceber que estava falando alto, “que amigos gostosos, amiga!?”. Todos riram e os caras ganharam confiança. Correntes de ouro, chave do carro com estrela, camisa Armani, perfume importado deixavam os dois muito interessantes para as meninas. Enquanto os caras reconheciam o ambiente, o celular da minha mulher tocava. Era eu! Avisei que o problema no carro do nosso anfitrião era maior do que a gente imaginava. Teríamos que esperar o guincho que demoraria por volta de 2 horas. Ela atendeu essa ligação no viva voz e, apesar da discrição dos caras, eles entenderam que teriam 120 minutos de liberdade com elas. O bad boy chegou com o esquema armado. Estava alí para comer a Fernanda, o outro veio na sorte. Não demorou para o cara arrancar sorrisos dela que se derretia às investidas. Logo ela chega perto da minha mulher e diz “amiga, eu vou dar pra esse cara. Quero muito! você me ajuda?” Minha mulher perguntou entre soluços “claro, amiga, faço o que for preciso. Como te ajudo?” Fernanda respondeu já se afastando em direção ao interior da casa, “distraí o amigo dele por alguns minutos que já volto”. Minha mulher, muito simpática, começou a puxar conversa com o cara. Logo ele interpretou que ela estava dando mole. Investiu para cima dela com força, tentando beijá-la a todo custo. toda vez ela se negava e ele fazia outra dose de bebida para embriagar ainda mais minha mulher. Ela cada vez mais bêbada, ficava derretida pelas cantadas baratas do cara. O cara insistia, e minha mulher resistia e logo ele ficou mais entusiasmado. Tentava massagear o peito dela, beijava seu pescoço, apalpava sua bunda e ela, tentando manter o compromisso que fez com Fernanda, se esforçava para manter o cara distraído. Uns 20 minutos depois, Fernanda volta com o cara de dentro da casa. Ele chegou dizendo “ué, vocês ainda estão aqui?” ao que o cara que ficou com minha esposa respondeu “A casada aqui está se fazendo de dificil, mas já ela dá” Todos riram mas o clima já estava começando a ficar pesado. O cara que comeu a Fernanda sumiu por alguns segundos e, quando voltou, disse “Fernanda, tranquei o portão. Ou sua amiga libera, ou não vamos embora!” Em seguida ele foi em direção da minha esposa e disse “Linda, seu marido tá longe e eu tranquei o portão” Ela riu e perguntou e naquele jeito inocente “não entendi?”. O cara pediu para segurar a sua mão. Levou em direção ao volume guardado sobre a calça e pediu para ela apertar. A casada teve o primeiro contato com um membro masculino diferente, desde que conheceu seu marido. Aquilo mexeu com ela, a excitação tomou conta de todo o corpo e ela ficou vermelha. De um modo confiante, ele disse em uma voz grave “você deixa os homens assim”. Ela se sentiu poderosa e não resistiu quando ele levou a mão dela pra dentro da calça. Ela segurou o membro quente e ainda molhado com o mel da amiga. Minha mulher pode sentir as veias entre os dedos e ficou curiosa. Depois de alguns segundos, tirou rápido de um modo assustado. “Sou casada”, foi o que ela disse em reação. O cara não deu bola e disse “e, uma mulher casada, não gosta de gozar?”. Ela ficou encabulada e percebeu que a amiga estava eufórica. No seu pensamento só se passava o fato de o cara ter acabado de gozar dentro da Fernanda e já estava com o pau duro de novo. Com um sorriso muito sacana, o cara a deixou e foi em direção a Fernanda, enquanto o amigo dele investiu novamente na minha mulher. O tesão no ar, um jeito rude, diretivo, e um tanto autoritário, misturado com um monte de álcool que minha mulher bebeu, foi a receita do descontrole. Minha mulher estava cada vez mais convencida de que não tinha saída até que viu a amiga ficar de joelhos, tirar a rola já dura do convidado para fora da calça e começar a chupar com ferocidade. Ela assistiu a amiga chupar com inveja. Sua bocetinha fervilhava e, vendo a rola que acabara de segurar entre os dedos, desejou sentir aquelas veias em seus lábios. O outro cara, a vendo vulnerável, chegou por trás beijando seu pescoço e enfiando a mão por debaixo da blusinha alcançou o bico de um dos seios. Ela não se opôs, ao contrário, levantou a bunda involuntariamente em direção do pau do cara. Ele, com cautela, levou a outra mão para debaixo da saia dela e, depois de colocar a calcinha para o lado com os dedos, sentiu sua bocetinha molhada. Os dedos encontraram os lábios macios e úmidos. Os beijos no pescoço e a respiração quente faziam ela suspirar enquanto assistia a língua da Fernanda percorrer toda a rola do bad boy. O braço tatuado dele ao lado da cabeça de Fernanda, levando a mão até o meio dos cabelos loiros, faziam a imaginação da minha esposa tomar forma de submissão. Sem perceber, minha mulher e o amigo do bad boy, ficaram em um amasso incontrolável, assistindo a Fernanda chupar o pau do cara loucamente, enquanto a mão do estranho deslizava na bocetinha encharcada da minha mulher. O cara a virou de frente e o beijo quente, molhado, intenso foi inevitável. Os seios saltaram pra fora, as mãos percorreram todo o corpo. Ela apertava as costas dele revelando o desejo e, como em um estalo, ela recobrou o sentido olhando pro cara e depois para o chão, pediu licença de um jeito apavorado, para ir ao banheiro. Quando ela saiu apressada, ainda com os seios descobertos, o cara interrompeu a chupeta e disse para Fernanda em um tom autoritário “vai lá e convence sua amiga a dar, senão, quando o marido dela voltar, o portão estará trancado e você vai ter que satisfazer nós dois”. Fernanda ficou preocupada e foi atrás da minha mulher. “Amiga, ce tá bem? Abre, sou eu” disse ela enquanto batia na porta. Minha mulher abriu e, quando a Fernanda entrou, a viu perdida, com os olhos cheios de lágrimas, se sentindo culpada. Foi aí que Fernanda começou a falar “Amiga, não dá pra brincar com esses caras, eles são loucos e não respeitam ninguém. Dá pro cara logo e fica livre disso. Daqui a uma hora seu marido vai chegar e, se eles estiverem aqui, vai ser pior. Além disso, nós três vimos que você está curiosa”. Depois de ouvir aquilo minha mulher respondeu “mas amiga, eu estaria traindo meu marido” ao que a amiga respondeu “Você já o traiu, amiga, só não gozou. Daqui pra frente é só semântica e… nesse momento, amiga, você não tem escolha. tem que dar pra evitar escândalo”. As duas saíram do banheiro em silêncio. Minha mulher se moveu como se fosse para um sacrifício e, quando chegou perto dos dois caras, sorriu insegura se entregando. Fernanda foi mais rápida, para motivar a amiga, tirou toda a roupa e se ajoelhou nua na frente do bad boy. Pegou o pau duro e, mais uma vez, chupava com desejo e submissão. Ela, sem a mesma prática, chegou perto do amigo e disse “sou casada, não posso fazer isso” e o cara com paciência, pegou a mão dela, sem dizer nada, e levou até sua rola a conduzindo em uma puheta lenta e silenciosa. Não demorou até que, involuntariamente, ela se ajoelhasse como se não tivesse escolha e, ainda assistindo a amiga, começasse a chupar o cara. Em pouco tempo, ela era a única com alguma roupa entre eles. A amiga estava próxima e totalmente nua. Os dois caras também estavam pelados e ela chupava com mais vontade. O estalo de suas chupadas ecoavam pelo lugar e a mão esquerda entre suas pernas confirmavam o tesão que estava sentindo. Foi Fernanda quem terminou de tirar a roupa da minha mulher, parou a mamada e a levantou. Tirou a blusinha enrolada na barriga da minha mulher fazendo seus braços levantaram. Depois, em um movimento coordenado, a virou de costas para o amigo do bad boy como quem serve alguem. Ele não exitou, segurou em sua cintura e fez seu tronco inclinar nos braços de Fernanda, apontou a cabeça da rola na bundinha da minha mulher e, encontrando fácil o caminho para a bocetinha molhada, deslizou o pau para dentro dela em um movimento suave. Naquele momento minha esposa estava totalmente envolvida. Queria gozar, estava curiosa pelo pau do estranho e olhava o fixamente para o pau do bad boy. Minha mulher de costas sentia o pau do cara entrar e sair de dentro dela. As mãos fortes seguravam sua cintura e forçava seu corpo contra a pélvis dele. Ela estava molhada demais para sentir qualquer resistência e a sensação de “fazer o errado” a fez gozar nas primeiras estocadas do estranho. Foi depois que ela gozou a primeira vez que lembrou da camisinha. Pediu entre gemidos para ele colocar, mas ele mandou ela calar a boca. Aquela autoridade a deixou ainda mais excitada e ele percebeu. Disse rudimente “vou te encher de porra, sua safada”. Ela havia sido tratada assim. Se sentiu mulher e ficou entregue. Ele era dono do prazer dela agora. Ela só precisava se permitir. Ela já sentia o cara pulsar dentro dela quando ele pediu para virar. Enquanto ela se movia, a exibiu para o amigo que fodia Fernanda. Fazendo-a colocar um pé em cima da cadeira dizia “Cara, olha que boceta gostosa” dizia chamando a atenção do outro casal para a bocetinha vermelha e depilada Ela não sabia se sentia orgulho ou vergonha, por isso moveu-se logo e sentou em uma banqueta. Ficou pensando se o badboy gostou do que viu, por isso, bem de frente para Fernanda e o cara, disse pro amigo “vem”. Ele não exitou e diante do corpo dela, apertando os seios, enfiou o pau dentro da bocetinha e afirmou “para uma casada, vc mete muito” ela riu e disse “me come! mas goza fora.” Ela estava de frente pro casal, e o cara fudendo sua bocetinha com vontade estava de costas. Ela recebia a rola do amigo e não parava de olhar pro bad boy fodendo a Fernanda. Ele correspondia. A amiga, de costas pra ela e montada no convidado, escuta ele dizer, “quero comer sua amiga”. Ela não gostou e retrucou em tom vingativo “e eu quero sentir a rola grande do seu amigo dentro de mim”. Imagino que Fernanda pensou que o cara ficaria contrariado, mas a reação foi o contrário. Ele respondeu enquanto apertava seus seios “vou adorar ver isso”. Fernanda se esforçou para não demonstrar, mas ficou nítido que ela não gostou. Isso não evitou que, mais rápido do que eles pudessem perceber, as mulheres fossem trocadas. Minha esposa viu o bad boy dar um tapinha no ombro do amigo dizendo “ minha vez”. Ele tirou o pau de dentro dela ela mesmo, por impulso, pegou o pau do bad boy e colocou na portinha da boceta. Oferecendo o quadril para as mãos do tatuado, com desejo estampado no rosto, sentiu a rola grossa invadir sua bocetinha molhada. Ele meteu devagar, suspirou e se entregou cada vez mais. Ele beijava seus seios enquanto a comia devagar. Ela gemia alto, chamando a atenção de Fernanda. Fernanda estava com raiva e tesão. Enciumada pela troca, avançou para cima do cara, chupando sua rola sem se importar com o gosto da minha mulher fixada nela. O Cara também quis compensar e, para chamar a atenção da minha mulher, colocou Fernanda em um meia nove intenso, na namoradeira do lugar. Eles gemiam alto mas isso não desfocou o bad boy. Ele metia forte na minha mulher que estava derretida e completamente às ordens do cara. Ele mandou que ela ficasse de quatro e, segurando seu rabo de cavalo, puxou o cabelo fazendo seu quadril arquear e a bunda ficar arrebitada o máximo possível. Minha mulher que, desde o nosso casamento, não tinha transado com mais ninguém, agora, em menos de 2 horas, tinha tido duas rolas dentro de si e estava enlouquecida para dar prazer para um cara com cara jeito de bandido. Estava aliviada pelo primeiro cara não ter gozado dentro dela mas, dentro de si, tinha o desejo de sentir os jatos daquele macho dominante dentro dela. O bad boy tinha um comportamento mandão. A rola dele entrava e saía de dentro dela enquanto ela gemia de prazer. Estava de quatro no sofá e a rola do cara era enorme. Podia sentir a cabeça batendo no útero. Isso a instiga a gemer. Olhou pra frente e viu, no mesmo sofá, Fernanda com as pernas abertas e o amigo entre elas. Fernanda estava gozando e havia esquecido do bad boy. Já o amigo, não tinha esquecido da minha mulher e olhava fixamente para seus olhos enquanto Fernanda gemia. O bad boy, percebendo aquilo, fez sinal pro amigo colocar o pau na boca da minha esposa. Ele deixou Fernanda imediatamente e, com o pau meia bomba, saiu de dentro da boceta e colocou na boca da casada enquanto seus cotovelos se apoiavam no sofá. Ela recebeu o pau e chupou até senti-lo endurecer completamente na boca mais uma vez. O amigo começou a gemer e a esposa pode sentir a cabeça crescer dentro da boca. As veias latejar e ele gozou em jatos intensos. Ele segurou sua cabeça com força a obrigando engolir o máximo de porra que pode. O bad boy riu, e aumentou a frequência das estocadas, mas antes de gozar foi interrompido por Fernanda. Ela disse de maneira carinhosa: “Deixa eu te chupar com o gostinho dela?”. Na hora o cara achou que Fernanda também queria porra na boca e, depois de dar mais duas enfiadas lentas na casada, fazendo o pau ficar bem melado, colocou o pau na boca de Fernanda que chupou com intensidade. A esposa estava imove, de quatro em cima do sofá olhando para trás, suspirava de tesão enquanto limpava o canto da boca sujo de esperma. “ainda bem que porra na boca não engravida, penseou…” O álcool percorria seu corpo e a deixava mole e sem reação e chegou a sorrir quando ouviu Fernanda dizer “Agora goza nessa putinha enquanto ela me chupa?” A esposa chegou a arregalar os olhos ao ouvir aquilo e, depois de ter sido penetrada enquanto uma rola ejaculava em sua boca, agora teria que chupar outra mulher. Era a vingança de Fernanda por ter sido a atenção dos machos que ela convidou e, sem poder resistir, sentiu as mãos fortes do badboy segurarem seu quadril e a amiga parar com as pernas abertas na frente se seu rosto e empurrá-lo contra a boceta molhada. A casada chupou até sentir o cara urrar num gozo intenso dentro dela. Sentiu seu canal inundar e o esperma escorrer pela perna, saindo de dentro dela. A frase “toma porra, puta safáda”, naquele instante a excitou, depois ecoou por semanas de medo em sua memória. Tentou levantar a cabeça e só pode ver o outro cara com o celular na mão, filmando tudo, e foi interrompida pelas mãos da amiga a puxando de novo contra a vulva quente. Sentiu a rola sair de dentro de si, molhada, devagar, já mole e melada. Continuou chupando a amiga até que, novamente, duas mãos tocaram suas nádegas e cintura. “Relaxa amiga”, foi o que ouviu de Fernanda, enquanto era contida a beijar a vulva quente. Sentou algo tocar sua boceta e a penetração aconteceu novamente. Concisa, menor que a anterior mas mais intensa, Demorou até que pudesse olhar para trás e ver o que acontecia. Fernanda não deixava ela escapar e exigia sua língua para o prazer completo. Com algum esforço ela pode olhar para trás e viu o bad boy se vestindo e o amigo dele a penetrando. Sua boca aberta, cheia de tesão foi o pingo d’agua pra ela sentir outro jato de porra invadir sua boceta. O cara gozou apertando forte sua cintura e dando um tapa estalado em sua bunda. A marca vermelha ficou como testemunha de um gozo intenso, potente e melado. A amiga gemia alto. Ver milha mulher que roublu a cena daquela noite, recebebdo porra sem poder, deu a ela uma senssação de vingança e poder incontrolável. Gozou com a lingua da minha mulher quase a invadindo, enquanto a porra escorria por suas pernas. Estava satisfeita. Os caras se vestiram e saíram rápido, sem despedidas carinhosas. Levaram as calcinhas das meninas como recompensas e deixaram as duas, soadas e sem lingerie, esperando o marido e os amigos. Dez minutos depois, enquanto a esposa ainda estava nua, jogada no sofá, escutam barulho no portão. O marido, Juliana e o namorado acabaram de chegar. Conversavam alto e em tom inocente. A esposa correu para o banheiro pegando o máximo de roupas que conseguia. Fernanda foi atrás e se esconderam juntas. No banheiro, enquanto se vestiam, Fernanda deu um beijo molhado e longo na minha mulher e disse “Quero gozar na sua boca mais vezes e, acho que meus amigos, dentro de você, amiga”. Antes de saírem do banheiro Fernanda ainda falou “amiga, vc está bêbada e sem calcinha. Cuidado com o que vai falar pro seu marido!”. Quando saíram, Fernanda estava atônita e animada. A esposa me disse que não estava se sentindo bem. Eu achei que era o porre e concordei em ir embora. Nos despedimos de todo mundo e fomos em direção ao portão. Juliana percebeu algo errado no ar e encurralou Fernanda dizendo “o que vcs duas fizeram aqui? a senhora vai nos contar tudo ou podemos olhar as câmeras? Isso ninguém esperava e, uns 20 dias depois, eu procurei meu amigo e Juliana, frustrado com um teste de gravides que deu negativo. Naquele dia meu amigo disse “cara, tenho que te mostrar umas imagens…” Eu só não sabia o que tinha acontecido nos dias anteriores.
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