Passei aquela noite toda e a manhã pensando em comer aquele parrudinho gostoso. O dia seguinte era uma sexta-feira, dia útil normal, e eu fui pra lá abrir o apartamento, e também tava doido pra meter de novo. 7h e pouco a campainha toca, e entra ele gostoso como sempre, todo sorridente, me dando bom dia.
Eu nem perdi meu tempo, fechei a porta e já fui apertando ele ali mesmo, já dei um abraço bem forte, e disse pra ele: "Você me deixa doido, sabia?"
Eu levantei a camiseta dele e já fui chupando o peito rosado do meu pintor, ele já tava dando aqueles gemidinhos de macho dele. Parei um instante, tirei a blusa dele e puxei o short e a cueca dele pra baixo, deixei ele peladinho pra mim. Ele só fazia sorrir pra mim.
Peguei pela mão e levei ele peladinho pelo apartamento inteiro até o quarto. Ele ajoelhou na minha frente e com aquela mãozinha pequena abriu meu zíper, puxou minha rola dura pra fora e começou a mamar por uns minutos. O cara sabia chupar, sabia o que tava fazendo.
Parei um instante para tirar minha roupa e disse pra ele que eu precisava meter, porque tinha que ir trabalhar ainda. Coloquei aquela maravilha de macho de galeto na cama, coloquei a camisinha, caprichei no gel e meti rola pra dentro. Nem falei muito, de tanta vontade que eu tava.
Ele aguentava rola bem, tava socando forte e já tava perto de gozar, e ele pede pra ficar de 4. Eu perguntei se não ia doer mais, se ele ficasse de 4, e ele respondeu "mas é assim que eu gosto". Meu pintor era uma cachorrona!! O baixinho gostava mesmo de levar naquele rabo.
Missão dada, missão cumprida, mas prepare o cú! kkk. Metia e o cara gemia baixinho, pedia para eu meter e meter. O cara estava bem diferente do dia anterior: ontem ele tava levando rola, mas tava meio recatado. Hoje era dia de soltar aquela cadela que tava dentro dele.
Chamei ele de putinha, cachorrona, minha delícia, etc, e ele tava só mandando meter e gemendo. Terminei dando um gozadão matinal de encher a camisinha.
Tirei a rola do cú dele, ainda exausto.
"Porra, que gozada eu dei agora!!". "Teu cú tá vermelhinho". "Coisa linda de ver um cuzinho assim". Ele ficava só rindo e saiu da cama e veio me abraçar. Abracei ele também e dei um beijão nele. Eu não sou muito beijoqueiro não, e a maioria dos caras casados não curtem beijo. Curtem levar muita rola, mas beijo não.
Disse que precisava tomar banho pra trabalhar, mas que voltava depois do almoço, de tarde, pra gente fuder mais antes do pai dele passar lá pra ir buscar às 17h.
Fui trabalhar, dei uma desculpa pra largar mais cedo. A empresa é minha mesmo, saio na hora que eu quiser (às vezes isso é possível). Falei com meu funcionário que ia resolver algo.
Larguei do trabalho, peguei o carro e às 14h tava lá pra comer meu pintor de novo. Ele tinha dado uma corrida com a pintura, pois tava atrasada devido ao nosso sexo do dia anterior que atrapalhou a programação da pintura dele. kkkk.
Já abri a porta, fui ver o serviço e tava muito adiantado já. Fui logo pro banheiro tomar um banho pra começar a fuder de novo, já chamei ele pro chuveiro. Eu gosto de meter no chuveiro, com o cara empinando a bunda e com as mãos na parede. Foi assim que já comecei de tarde bem, a segunda gozada do dia.
Depois puxei logo pro quarto, liguei o ar e botei aquele rabão pro alto de 4 na cama e mandei rola naquele viadinho. O cara delirava, gemia baixinho. Eu dizia: "tu não gosta assim, né? De 4 e com força, puta safada!"
Ele só respondia baixinho "tá gostoso, tá gostoso, vai". Eu adoro macho comportado e obediente. Macho todo na cama e fora dela.
Depois puxei ele mais pro meio da cama, com o bundão virado pro alto, dobrei uma das pernas dele, coloquei minha perna entre as pernas dele e fui por cima dele, procurando o buraquinho.
A rola nessa posição assim entra até o talo. Ele meio de ladinho e eu metendo. Assim eu gosto porque dá pra ver tudinho, a rola entrando e saindo. E a vontade de gozar de novo vinha.
A rola parecia uma rocha, então me arriei sobre ele, coloquei meu peito colado nas costas dele. O cara sumiu embaixo de mim, ele era bem menor que eu. Tenho 1,86-1,87m , ele devia ter 1,63m no máximo, mas ele é parrudinho, sem barriga, mas com coxa e braço grosso, feito o pai feioso dele.
Ele de bunda pra cima, eu deitado em cima dele, metendo por trás com força, com meus braços e mãos apertando os braços dele. Minha cabeça paradinha, colada na cabeça dele na cama. Só minha cintura que mexia, socando e socando nele. Ouvia os gemidos de macho, aquela voz grossa mandando meter, chamei ele "cadela, vadia casada, comedor de rola safado, cadelinha sem dono, putinha da obra, etc". kkkkk. Tudo que ia parecendo na minha cabeça. E socando com cada vez mais força. Gozei um balde de leite dentro da camisinha.
Gozei e continuei com meu pau ainda duro dentro daquele macho gostoso da porra. Que foda do caralho! Eu perguntei se podia soltar meu peso do corpo em cima dele e descansar um pouco naquela posição. Tava muito ofegante ainda por causa daquela gozada. Meu corpo cobria o dele todinho embaixo de mim. Fiquei bem uns 3 minutos em cima do cara, com o pau ainda atolado no buraquinho dele, esperando relaxar um pouco, perguntei se ele tava "morrendo esmagado" com meu peso, ele disse que tava adorando ficar daquele jeito que eu podia ficar mais, mas não quis continuar "esmagando" o coitado, porque queria ele vivo pra meter ainda mais naquela tarde. Tirei o pau murcho do cuzinho dele e a camisinha cheia de leite fresco. kkkk
Ficamos conversando um pouco depois, pelados na cama. Expliquei pra ele que gostava muito de comer cú de macho, ele disse que tinha percebido isso já. kkk. Me chamou de cabra safado que fica provocando, e que viu como eu olhava pra bunda dele quando ele colocou o short de trabalho no primeiro dia, e que assim que eu elogiei a bundona dele na primeira vez, ele já tava doidinho pra me dar, só que ele tem muito medo de dar pinta, pois eu conhecia o pai dele e ele também não sabia se eu tava só brincando com a cara dele ou se tava mesmo querendo comer ele, mas que ele já tava com o cuzinho piscando de vontade de levar minha rola.
Ele disse que desde novo escuta gracinha do tamanho da bunda dele, por isso não sabia se eu tava de onda ou querendo mesmo comer. Ele disse que tem muito medo de alguém da família dele ou amigos descobrir (esse é o padrão normal dos caras casados que curtem levar rola). Terminei pressionando e ele disse que já dava pra um cara fixo havia alguns anos. Esse cara é pedreiro e trabalhou junto com ele num serviço que o pai dele arrumou para ele pintar na COVID. O pedreiro comeu ele bem muito durante aquele serviço e depois ficaram amigos, e volta e meia aparece para comer ele, quando os 2 conseguem dar uma escapada das esposas e dos filhos pra se encontrarem a putaria rola solta. E que o tal pedreiro era mais velho que ele, muito gente boa, e que tinha um pauzão também. Ele disse que desde jovem só gosta de dar pra cara mais velho. kkkkk.
Fiquei intrigado com a história dele. Contei a minha um pouco também, e expliquei, de novo, que eu gostava muito de comer cú de macho, mas de MACHO mesmo. Disse que gostava de macho de voz grossa de homem, pedindo pra meter, gemendo feito macho.
Afeminado não me dá tesão. Até já conheci e comi uns caras bem legais meio afeminados, mas não é o que procuro de verdade. Cada pessoa tem um gosto e o meu era esse. Expliquei que não ficava caçando por aí o tempo todo, muito menos por aplicativo, mas que de vez em quando eu gostava de dar uma "olhada em volta" quando estou sozinho na rua, no posto de gasolina, no futebol, no barbeiro, na loja de material de construção, no hipermercado, etc, e pego alguém me olhando, eu mando um sinal ou aceno de leve, com muito cuidado. Caçar a "presa" olho-no-olho é que acendia meu fogo. E que consegui comer vários ksados aqui e ali, mas que muitos eram feito ele, tinham muito medo de chegar junto na hora e acabavam indo embora sem se aproximarem. Isso era normal. Os ksados são muito medrosos.
Depois da conversa, disse que queria dar a última "rapidinha" do dia com ele. "Rapidinha entre aspas" porque já ia ser minha QUARTA ejaculação naquele cuzinho naquela sexta-feira, meu saco já tava ficando sem leite pra jorrar. kkkkk. Eu sabia que ia demorar a gozar um pouco mais, mas prometi gozar "rapidinho". kkkk. Ele acreditou. Mandei ele dar uma chupada pra rola ficar mais dura.
Ele tava meio preocupado com a hora, pois 17h seu Severino ia passar de carro no prédio para pegar. Eu disse pra se preocupar que dava tempo.
Mandei ele ir pra minha posição favorita, de galeto, enquanto colocava outra camisinha e colocava bastante gel. Ele foi pra posição de galetinho, puxou o joelho bem pra perto da cabeça e ficou segurando os joelhos com as mãos, assim o cuzinho tava ali todo se mostrando para mim, pedindo mais e mais rola, chega tava vermelho. O cara era uma cachorrona mesmo. Lambuzei o cuzinho de gel e mandei rola pra dentro. Ele disse que a rosca dele tava queimando já. kkkk. De tanto levar rola, o anelzinho tava ardendo já. Eu não quis saber não, dane-se, eu quero é meter. O anelzinho levou foi ferro!
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Gozamos naquela posição mesmo, demorei mais que o planejado pra gozar, pois não tenho 20 anos mais e já era a quarta leitada do dia.
Tava perto da hora do pai dele ir buscar. Tomamos banho rapidinho, colocamos a roupa. Perguntei se ele podia inventar uma desculpa e dizer que faltava terminar um pouco do serviço e voltar no sábado de manhã, que eu pagava a diária dele, só para ele vir no dia seguinte pra fuder.
Ele disse que não podia, porque o pai dele já tinha arrumado um lugar pra trabalhar no dia seguinte, mas que ia largar lá perto de 13-14h, se eu quisesse podia passar lá para pegar ele. Meus olhos brilharam, não vou mentir.
Aos sábados eu abro minha empresa bem cedo até 13h no máximo. Fui trabalhar logo cedo. Aconteceu mais sexo, pelo terceiro dia consecutivo, marcamos direitinho pelo zap, eu peguei ele de carro em frente ao prédio que ele tinha terminado o serviço. Ele tava todo arrumadinho, cheiroso e de banho tomado. Eu perguntei das ferramentas dele e ele me disse que deixou o material de trabalho na portaria do prédio e que avisou ao porteiro que ia buscar mais tarde.
Eu arrastei ele pro motel mais perto que tinha, tava doido pra me agarrar logo de novo com aquele baixinho. Enchi de abraço, dei uns beijos e metemos de tudo que é jeito por 2 horas quase. Metemos no chuveiro, eu deitado no chão com a rola pra cima, ele de 4, de ladinho, galetinho. Depois deixei ele de volta no mesmo lugar, pois ele tinha que pegar as ferramentas de volta e esperar o pai dele por lá pra pegar a carona de volta.
Ele me contou depois que o porteiro desse prédio ficou todo desconfiado quando eu levei e deixei ele de volta lá, perguntando onde ele tinha ido, pois viu meu carro pegar e trazer ele de volta, 2h depois. Claro que o porteiro ficou ligado, ele voltou cheiroso e de banho tomado, pois tinha levado o sabonete dele e desodorante pro motel. kkk. Meu carro é desses SUV grandes de agora, e chama atenção sim, ainda mais de fdp curioso. Ele respondeu que tinha ido fazer o orçamento de uma pintura de uma casa e um escritório de um cliente. Eu ri e disse que o porteiro tava querendo é comer ele também. Porteiro é um bicho fofoqueiro da porra.
Meu pintor logo terminou as férias, voltou ao trabalho na firma e ficou sem tempo. E ainda tinha o filho dele recém nascido pra ajudar a cuidar. Continuamos em contato. Ele mora bem longe e a empresa onde trabalha também é bem longe. Até pra marcar qualquer coisa fica difícil por causa da distância.
Elogiei pro pai dele o serviço da pintura, disse que tinha gostado muito e realmente era serviço de primeira. E que nas próximas férias do filho dele na empresa, eu ia querer chamar ele de novo. Mesmo que não tenha parede nenhuma pra pintar, eu invento uma. kkkk. Saudade daquele rabão.
História ficou grande, mas tá de boa. Só escrevo o que aconteceu comigo de verdade.
Vou arrumar tempo pra escrever mais. História não falta. Não enviem foto de cú e nem vestido de calcinha porque é broxante. Zero tesão. Não curto nada online, conversa de zap. Podem comentar abaixo no conto que eu gosto de receber comentários. Votem, se gostaram.