Tava desanimado, mas fui, e terminei detonando um matutinho no churrasco dos héteros universitários



Tava desanimado, mas fui e terminei detonando um matutinho no churrasco dos héteros universitários.


Todos os meus contos são verídicos e aconteceram comigo, só troco os nomes, lógico. Sigilo total.


Era final de ano aí eu fui convidado por um grande amigo de profissão para um churrasco no prédio dele. Era uma confraternização da turma de engenharia do filho dele, era final de semestre e final de ano, e início das férias da universidade.


Não tava nem um pouco a fim de ir, final de ano é puxado na empresa e eu fico muito cansado. Era num sábado e começava às 9-10h. Eu poderia até largar mais cedo do trabalho no sábado e ir, mas faltava vontade. Eu tinha que ir de qualquer jeito, pois esse amigo nunca furou comigo. Cheguei às 13h e pouco, desmotivado. Tirei minha roupa social e coloquei a roupa de churrasco que tinha trazido.


Resumo da situação que encontrei ao chegar. Já peguei o bonde andando, os moleques já estavam todos bêbados, era muita cerveja. Muito macho junto, turma de engenharia, sabe como é. Os que estavam com namoradas já tinham almoçado e já tavam começando a ir embora às 14h, e outros solteiros também tavam indo embora, só ficaram os mais bêbados. Aqueles que só vão embora quando as luzes apagam ou a cerveja acaba.


Meu amigo de trabalho também já tava cansado e me avisou que ia subir pro apartamento pra dormir um pouco, que era pra eu "tomar conta dos moleques". kkkk.   Mandando o lobo mau tomar conta das ovelhinhas. Mal sabe ele. Na verdade, nem suspeita. Eu faço as minhas curtições, mas é tudo na encolha, ninguém do meu convívio sabe que dessas minhas brincadeiras não.


Meu amigo subiu, já eram por volta de 15h. Eu tava na churrasqueira e já fazia social com todos os meninos restantes. Daí eu já tinha bebido. Comecei a ver as bundinhas deles na bermuda, tudo bêbado, e minha rola já dava sinal de vida, tava a "meia bomba", e eu tava com aqueles short de ginástica drifit, só que tava meio justo, tava marcando bem a rola, mas eu ainda estava de camiseta grande que cobria meu pau. Como meu amigo não tava mais ali, e como eu sou um fdp
safado, resolvi tirar a camisa e ficar só de short. kkkk.


E eu tenho que confessar que eu sou meio exibicionista sim. Às vezes curto andar pelo supermercado ou outro lugar com a rola bem dura na calça social. Eu vejo uma bundinha gostosa no supermercado, sigo por uns 30-60 segundos discretamente, aí o pau já endurece. kkk.


Continuando. Eu sem camiseta, só de short drifit apertado. Minha rola tava "meia bomba", só não via quem não queria. Inclusive o filho do meu amigo de trabalho tava lá bêbado também, no meio dos últimos 5 garotos.


Resolvi que era hora de entrar na piscina do prédio. Pedi para olharem a churrasqueira que eu ia dar um mergulho. Baixei o short, e fiquei de sunga na frente deles. Fui pra piscina, mergulhei e nem demorei.


Voltei. Sabe quando você sai da piscina ou do mar, a sunga fica colada na rola, fica marcando mesmo o volume e você tem que dar aquela puxadinha pro ar entrar e desgrudar da rola, para parar de marcar o volume. Justamente, eu NÃO dei a tal puxadinha, e deixei a sunga colada na rola e a rola "meia bomba" lá marcando muito mesmo o volume do meu pau. E fui lá pra onde eles estavam e fiquei conversando com eles. Só tinham 3 garotos lá, os outros 2 tinham ido pra sauna.


Claro que como bom exibicionista que sou, eu fiquei conversando de pé o tempo todo. Os 3 garotos estavam sentados nas cadeiras. Apertei o foda-se mesmo, a rola meio inchada na sunga e eu ali pagando de doido. Impossível eles não terem visto. kkk. Tava com medo do meu amigo voltar do cochilo dele e me pegar no flagra, mas tinha que arriscar.


Coloquei a camiseta e o short, porque tava perto da hora de meu amigo voltar do cochilo e eu precisava "me acalmar". kkkk. Minha camiseta é grande e cobre bem a rola.


Festa, musica e bebidas rolando ainda direto. Passei a mão na cintura de alguns deles, discretamente. Percebi que aquele churrasco que eu tava achando a maior merda podia me propiciar a coisa que mais gostava na vida: um cuzinho.


Meu amigo já tinha voltado da soneca e disse que tava na hora já de começar a arrumar e limpar as coisas pra entregar o playground. Vou abreviar a historia.


No final, peguei uns telefones, trocamos convites de um chamar o outro pra ir tomar uma em breve, aquela coisa de despedida de um monte de machos bêbados. Tivemos que ir embora pouco depois de 16h, pois tava perto da hora de entregar o playground. Fiz questão de anotar os celulares, pois sabia que naquele mato tinha coelho. Despedimos e descemos para ir embora do prédio.


Uns garotos chamaram Uber pra ir embora, ali na frente do prédio. Ficamos conversando enquanto aguardavam. Ao final sobrou eu e um dos garotos. Ele ia pro ponto de ônibus, e eu me ofereci pra deixar ele na parada de ônibus ali perto, uns 4 quarteirões de distância. Ele aceitou, mal sabia ele que ia acontecer. Nem eu sabia, na verdade. kkkk.


Dentro do meu carro falamos da festa, pergunte pra onde ele ia, e eu disse que levava ele em casa, pois ele estava muito bêbado e tinha medo que alguma coisa acontecesse com ele. Ele morava na Casa do Estudante da Universidade Federal de Pernambuco UFPE, onde os estudantes do interior vem e ficam hospedados durante o período de aulas.


No caminho fomos conversando e conversando. Perguntei da namorada dele e ele disse que "não tinha, pois era duro e mulher não gosta de homem duro".


Eu realmente dei uma gargalhada com a resposta tão autêntica dele. Em seguida coloquei minha mão na coxa esquerda dele e dei um apertão, disse que "mesmo assim dava pra se divertir, se o cara quiser".


E mandei logo a frase: "Você não tem amigos? Pra que servem os amigos? Pra fazer uma broderagem, né?"


E ele respondeu: "verdade". O cara tava bêbado, quase dormindo no carro. kkk.


Eu que tava com a mão na coxa esquerda dele, puxei um pouco a bermuda dele pra cima, alisei a coxa dele com força e subi mão e dei uma pegada na rola dele por cima da bermuda, que já tava mostrando sinal de vida. O safado tava gostando.


Então eu disse, "vamos embora então, fazer uma putaria eu e você, bora dar uma gozada".


Ele respondeu assim meio achando que eu tava falando de brincadeira: “bora, eu quero curtir tudo hoje”.


Eu que tava andando meio devagar com o carro pra ganhar tempo, pisei na tábua pra chegar logo num motel com ele. Acelerei mesmo. Eu continuava dirigindo e alisando a coxa dele, pegando no pau dele por cima da bermuda.


O pau dele já tava duro e eu dirigia e apertava por cima da bermuda. Eu disse: "Tá gostando da putaria, né, cabra safado?!!"


E continuei puxando conversa de mulher, de namorada, de sexo, pro clima não esfriar.


Passamos pela frente da Casa do Estudante de PE, pra quem não conhece ela fica dentro do Campus da UFPE. Ele disse que morava ali. E eu disse que agora a gente ia meter e que depois deixava ele lá.


E ele disse rindo: “Bora, vamos meter”. E eu respondi que "quem ia meter era eu".


Fomos pra uma famosa rua cheia de motéis, lá perto da universidade. Entramos, lá subimos e tirei a minha roupa. E tive que tirar a roupa do bêbado também, pois ele já tinha entendido que ia levar pica, e tava enrolando pra tirar a roupa.


O nome dele era Jorge, moreno claro, 1,75m mais ou menos, meio acima do peso, bunda carnuda e coxa carnuda, barrigudinho um pouco, do jeito que eu gosto, braço gordinho, uma delícia de moleque. Corpo lisinho. Ele era meio bruto, coisa de matuto, até nas roupas, ele se vestia meio diferente.


O cara era matuto, do interior, meio bobão, meio devagar, parecia meio donzelo, sei lá. Mas tinha contado vantagem que tava acostumado a meter e comer as matutinhas, mas o dia dele tinha chegado.


Minha pica era uma rocha toda. Levei ele pro chuveiro. No chuveiro era só minha rola dura. Peguei na rola mole dele pra colocar ela dura, bati uma punhetinha pra ele ali, e me abaixei e caí de boca naquele pau dele, dei uma mamada pra alegrar o garoto.


A rola dele ficou durinha, não era grande, mas era bem grossa. Gostosa de mamar. E eu disse "agora sim, a brincadeira ia começar".


Eu parei de mamar ele, virei ele de costas pra mim. Esfregava a rola nas costas dele, que tava todo "travado" ainda. Que bunda gordinha gostosa, que delícia, que costas lisinha, que coxas!!!


Todo macho mesmo. Esfregava minha rola naquela bunda no chuveiro e nada dela abrir. Senti que ia ser um dia difícil!!


Eu disse: "Bora brincar. Sei que você já curtiu com outro cara". Ele disse pra mim que fazia muito tinha feito aquilo e que tava bêbado. E eu disse que era melhor ele bêbado, pois ele não ia sentir nada. Mas nada feito, nada de conseguir abrir aquela bundinha.


Tava usando toda minha lábia. Foi foda!! Mas aquele rabo valia!! Destesto esse joguinho, esta conversinha, não era o que eu estava esperando naquele dia. Cú de macho de verdade, bunda grande, semi cabaço (porque ele disse q já tinha brincado assim, mas fazia muito tempo), valia meu esforço, tive uma santa paciência!!!!!


Peguei um tubo de xilocaína que sempre carrego, junto do tubo de gel e trouxe pro box, resolvi iniciar a massagem no cuzinho, enchi meu dedo de xilocaína, e fui enfiando um dedinho, depois 2 dedinhos, ... Nem que eu gastasse o tubo inteiro de xílocaína e de gel, eu ia comer aquele cú.


Fui dedando no cuzinho, e chupando a orelhinha e pedindo pra aquele filho da puta empinar a bunda pra eu massagear gostosinho. Os dedos entrando e saindo, e eu no ouvidinho dele dizendo que ia ser rapidinho, que eu ia gozar rapidinho etc. Dizia que ele era muito gostoso, um tesão da porra, que na hora que bati o olho nele no churrasco, minha rola não parou de ficar dura.


Depois de uns minutos, eu disse no ouvidinho dele que o cuzinho já tava pronto, e que eu ia colocar a camisinha pra meter naquele rabo. Coloquei a camisinha na frente dele no box, ele ainda olhava o tamanho da minha rola com cara de assustado. kkkk. Enchi a rola de gel e voltei pra onde eu tinha parado. Voltei a dedar o cuzinho. Não sei o que deu, mas só sei que uma hora aquela bunda empinou, e eu que nunca iria perder a oportunidade, já encaxei a ponta da rola na portinha daquele cuzinho.


Minha cabeça da rola escorregou pra dentro devagarzinho, e um gemido soou. Minha rola escorregou devagar, bem devagar, indo e voltando toda pra dentro. Ele dizia que tava doendo bem pouquinho, e eu mentia e dizia que ia tirar, mas que tava tão gostoso e que queria deixar só mais um pouquinho.


Só um pouquinho, só um pouquinho. Assim a rola atolou até final, eu travei na posição e fiquei parado, sem me movimentar, lá no fundo daquele cuzinho, e me abracei forte a ele, passei meus braços na frente dele e apertei, pra ele não se mexer e não colocar a rola pra fora.


Na hora eu inventei um monte de coisas pra dizer no ouvidinho do meu matutinho. Disse que ele era um tesão, que o cuzinho dele era macio e muito gostoso, que ele era um macho da porra, que um rabão daquele era um sonho pra qualquer metedor, que ele era minha putinha agora etc.


E fim de caso. O cuzinho voou no pau. Voltei a bombar devagar, a reclamação tinha parado, sentia minha rola entrando e saindo daquele cuzinho, o aperto era forte (quem gosta de comer cuzinho sabe), gozei em 2 minutos, o cara era bem apertado mesmo. Tirei a rola do cuzinho e mostrei pra ele a camisinha cheia de leite.


Dei banho nele, passei sabonete no suvaco, na rola, no cuzinho, nos ovos, nos braços e pernas. Lavei meu matutinho todo. Ele ainda reclamando que tinha doído um pouco. Fomos pra cama. Ele ainda achando tudo muito estranho, meio caladão. Coloquei ele na cabeceira da cama. Fiquei de joelhos do lado dele na cama. Caí do boca nos peitinhos dele, chupei os peitinhos que eram uma delícia e comecei a punhetar ele, dei uma mamadinha de leve na rola grossa dele. A rola ficou durinha, e voltei pro peito dele e disse pra ele bater uma pra gozar.


Ele tava meio demorando a gozar, porque tinha bebido demais. Então parei de chupar os peitinhos dele, resolvi pegar o gel de novo, passei em meus 2 dedos, abri um pouco as pernas dele, fui procurando o cuzinho, e se ajeitou na cama pra meus dedos encontrarem o anelzinho, e fui enfiando e tirando pra fazer ele gozar. Fui pro ouvido dele e chamei ele de viado, que tinha perdido as pregas de novo hoje comigo e que eu ia meter muito mais, que agora ele tinha uma rola pra se divertir, que ele ia ser minha puta, e ele só gemendo e batendo a punheta dele. De repente o olhinho dele fechou, senti um aperto nos meus dedos e o cara de um gozadão, e eu ali com meus 2 dedos ainda enterrados no cuzinho. Muito leite.


Minha hora tava acabando, tinha que voltar pra casa. Colocamos a roupa. E deixei ele na avenida de frente da Casa do Estudante, e disse que ia ligar pra ele de novo, mas durante todo o caminho, no carro, foi um silêncio danado. Eu acho que nem ele tava acreditando que tinha dado o rabo ou tava muito cansado mesmo, o cara tava morto de sono. Antes dele sair do carro, abri a carteira, peguei um dinheiro, dei a ele, e disse que era pra ele ter dinheiro pra sair com as meninas, tomar uma cerveja. Realmente achei que tinha sido a primeira e última vez. Mas QUEM É QUE DÁ O RABO UMA VEZ E CONSEGUE PARAR?


A historia não acaba aqui, ainda iria comer aquele cuzinho do interior várias vezes. E fiz o danado chupar minha rola um monte de vezes no estacionamento da universidade federal, quando voltava do trabalho de noite. Lá dentro do campus mesmo.


Quando tiver tempo, escrevo mais. Comentem e votem, aqui e em outros contos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


267965 - Pintor Parrudinho Pai de Família Levou Muita Rola Na Encolha Parte 2 - Categoria: Gays - Votos: 7
266448 - Pintor Parrudinho Pai de Família Levou Muita Rola Na Encolha Parte 1 - Categoria: Gays - Votos: 41

Ficha do conto

Foto Perfil recifecuriosocasado
recifecuriosocasado

Nome do conto:
Tava desanimado, mas fui, e terminei detonando um matutinho no churrasco dos héteros universitários

Codigo do conto:
268149

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/07/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0