Da ida ao barbeiro, consegui uma mamada espetacular de um eletricista ksado com uniforme da firma

Li um conto de barbeiro aqui que eu gostei e resolvi contar o que aconteceu comigo também. Todos meus contos, eu passei pela história. Esse foi comigo um tempo atrás.


Trabalho num subúrbio da cidade e aqui pela região tem várias ruas apertadas com uns micro estabelecimentos, tipo uns quiosques, um do lado do outro, tudo micro boxes, onde vendem de tudo. É um comércio popular, tipo um camelódromo, tem conserto de celular, venda de roupas, lanches, bolsas, sapatos, ração de cachorro, capa de celular, panela, etc. É uma zona completa.


E lá dentro desse emaranhado de boxes tinha um barbeiro coroa, tipo uns 50 anos, com aparência de 60, de vez em quando eu dava uma escapulida de tarde para aparar o cabelo rapidinho e voltar pro trabalho. O quiosque dele era minúsculo, só cabia a cadeira de barbeiro, o cliente sentado e ele de pé e mais nada, o próximo cliente esperava do lado de fora, de pé ou sentado numa cadeira de plástico branca velha que ele colocava.


O espelho da parede era bem grande, e dava pra ver todo mundo que ficava passando ou que tava esperando para cortar o cabelo. Nesse dia teve um camarada que ficou aguardando e ia ser o próximo depois de mim, esperando de pé. Cara, másculo, jeito de homem, moreno claro, corpo normal barrigudinho, rosto normal, não tinha nada de especial, o cara mais comum do mundo, mas o cara me acendeu. Ele tava com o uniforme da firma de luz daqui e era tipo um funcionário externo. Eu fiquei olhando pra frente e pro espelho, fingindo olhar pro corte, mas na verdade meus olhos tavam olhando pra ele, meu olho bateu várias vezes com o dele e ele percebeu que não era um olhar normal, era de putaria. O cara percebe quando o outro curte também uma putaria.


O barbeiro coroa cortava meu cabelo ainda e a conversa fiada corria solta ali. Num determinado assunto, o cara falou que também fazia trabalho por fora de eletricista residencial, conserto, instalação de tomadas, etc. Aí eu disse que tava até precisando lá no escritório tinha algumas tomadas com mau contato. Ficamos conversando nós 3 e mais 1 outro q chegou e tava de pé esperando também.


Eu ainda sempre que podia batia meu olho no olho com o dele no espelho, e ele correspondia. Terminou meu corte de cabelo, eu ainda batendo papo, me levantei e paguei com uma nota de 100 Reais. O barbeiro não tinha troco e foi trocar o dinheiro.


Eu disse pro eletricista que a cadeira agora era dele, ele se sentou para esperar o barbeiro voltar, e eu pedi um cartão dele. Ele não tinha e pediu para eu anotar o número dele no meu celular. Eu anotei e disse que ia mandar mensagem naquele instante pra ele salvar meu número também.


Mandei a seguinte mensagem:"Oi. Você é uma cara presença."
Ele leu na minha frente, deu uma risada de leve e respondeu a mensagem no zap: "Blz".
E pronto. Eu disse que ia embora, e escrevi outra mensagem: "Quando acabar aí, me dá um toque, estou lá nas Americanas".


Ele leu e ficou quieto, mas pareceu ter gostado da mensagem. E nessa hora o barbeiro chegou com meu troco e fui embora lá pras Americanas. Passei no banco que era pertinho e depois fui dar um tempinho nas Americanas, vai que acontece alguma coisa. A gente nunca sabe.

Já fiz isso outras vezes, do mesmo jeito. Pedir o cartão, dizer q vou mandar zap na hora pro cara salvar meu contato e enviar msg dizendo que o cara é presença. Tem vez que o cara nem responde, vejo que visualizou e espero um tempinho e mando só outro "OPA BLZ", logo depois. Ou no dia útil seguinte, no horário comercial, só pra ver qual é a do cara mando um "oi".


Os caras na maioria das vezes lêem as mensagens, nem respondem, bloqueiam, deixam no vácuo, depois quando dá a doida, te desbloqueiam, te mandam uma mensagem monossilábica qualquer, eu respondo, converso um pouco, eles atiçam e dizem que curtem e estão a fim de fuder, e depois do nada desaparecem de novo.


Uns pedem foto da rola, eu não envio (já basta ter visto a minha cara), e digo que a minha rola eu só deixo ver ao vivo. É quase um GRINDR versão Ksados. kkkkk. E olha que detesto ficar de papo em aplicativo, zap, tweeter, e pior ainda o GRINDR.


Não estou condenando o GRINDR não. Na COVID me encontrei com gente muito legal lá, é raro pra k7, mas tem cara legal, uns perdidão por lá. Pena que furtaram o telefone, e não tive como recuperar o chip da putaria pra pegar o zap de volta. Perdi contato com vários cús-amigos machos, casados, gente boa de verdade, que os horários livres batiam com os meus, e que moravam ou trabalhavam perto da minha casa ou no meu trajeto casa-trabalho-casa, não me davam trabalho nenhum pra comer um cú rapidinho sem me desviar do meu trajeto cotidiano e nem dirigir pra longe. Mas dei mole e o fdp do ladrão levou meus contatinhos todos naquele celular anos atrás. Fiquei muito puto.


Se olhando olho no olho, o cara vê que vc é um cara legal, de boa, simpático, másculo, sigiloso, bonito, bem vestido (estou sempre alinhado, de camisa social longa, calça social, sapato social com meia, perfume francês bom), já é uma merda pra marcar uma foda, no aplicativo de pegação é pior ainda. Os Ksados escolhem demais também, e quando surge uma oportunidade, ficam cheios de medinho. Medinho até de conversar.


Porra. Desabafei mesmo. kkk. Foi sem querer galera. Não vou apagar não. kkk.


Os ksados são tudo meio doido às vezes, por isso não fico com muita esperança. Mando a mensagem e solto pro mundo. Se responder tá de boa, se quiser rola a minha tá aqui, e deixo rolar pra ver o que vai acontecer.


Tenho de voltar pra história do eletricista. Aquele homem vestido com uniforme da empresa dele me deu tesão.


Eu nem tava com muita esperança do eletricista escrever, tava nas Americanas, no caixa, pagando um monte de chocolate, quando recebo a mensagem dele dizendo: "terminei".
Eu respondi: "vem pras Americanas".


Fiquei perto da entrada da loja, esperando ele. Ele chegou, ficamos conversando um pouco de pé ali, parecíamos 2 velhos amigos conversando, falou onde morava, da família, do trabalho, chamei ele para ir pro meu carro que estava num estacionamento particular logo ali perto. Ele riu e aceitou.


Fomos caminhando, e eu disse pra ele: "você sabe que você vai me dar uma mamada no carro, né?!". Ele respondeu: "Beleza".


Entramos juntos no estacionamento, entramos no carro. Meu carro tem vidros bem bem pretinhos, e eu estaciono sempre mais no fundo do estacionamento pro povo não bater no meu carro, mas por vezes isso de estacionar lá no fundão, pra mim tem outra utilidade. Já levei altas mamadas no carro lá.


O eletricista já foi passando a mão na minha rola por cima da calça, eu liguei o carro pro ar condicionado funcionar. Arriei meu encosto do banco e deixei ele fazer o resto. Ele abriu meu zíper, puxou minha rola pra fora, elogiou o tamanho e grossura, e me deu uma mamada incrivelmente boa. Mamada profissional.


O eletricista era um mestre na mamada. Passava a língua em toda cabeça, voltava, puxava a pelezinha com os lábios, de repente engolia tudo de uma vez, mamava muito bem.


Eu tinha que gozar porque precisava voltar pro trabalho. Anunciei que ia gozar, e o cara começou a pedir leite, pedir leite, leite, leite, com aquela voz grossa. Dá um tesão da porra.


Gozei bem muito e ele engoliu tudinho. Porra, ver um cara macho daquele tomar o leite da mamadeira todo é lindo demais. Deixou toda limpinha, zero vestígio.
Nos vestimos de volta. Ofereci chocolate pra ele tirar o gosto e o cheiro de leite da boca. Elogiei a chupada que tinha levado e disse que ia querer mais depois.


Tirei o carro da garagem pra não ficar muito evidente demais que tinha ganhado uma mamada lá dentro do estacionamento. kkkk. Deixei ele numa rua lá perto, estacionei o carro na rua mesmo, mais perto do meu trabalho, e voltei pra trabalhar.


Falei com ele pelo zap mais 2x tipo "Bom dia", mas nada de resposta. Então ficamos só naquela mamada espetacular que levei de mais um cara kasado gostoso. Ponto final.

Tenho mais histórias de mamadas nesse estacionamento e também outra história pra contar do safado do barbeiro velho.


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Ficha do conto

Foto Perfil recifecuriosocasado
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Nome do conto:
Da ida ao barbeiro, consegui uma mamada espetacular de um eletricista ksado com uniforme da firma

Codigo do conto:
268882

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/08/2026

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