A BRUXA DO MAR

Agnes Bernauer acordou bruxa nesta sexta-feira 13. Não sabe se foi pelo fato de ser uma sexta-feira, e o treze ser símbolo de má sorte ou de algo místico nunca dantes explorado, mas ela acordou diferente. Estava chateada com o mundo, sem que o mundo não tivesse feito nada com ela de maldoso e muito menos de revoltante. Levantou-se da cama e foi ao banheiro tomar um banho. Graças ao universo, seu pai havia comprado um apartamento com duas suítes e a agraciado com uma, pois ela não precisaria cruzar a sala de calcinha, evitando ser vista por alguma visita inesperada, algum amigo médico com cara de tarado de seu pai, alguma velha puritana inquiridora, ou por algum adolescente punheteiro, filho de alguma cliente da sua madrasta, que sempre vem comprar ou encomendar roupas da butique dela.
E se nenhum desses tipos iria vê-la de calcinha, ela tirou tudo, ficou nua em pelo e foi até o banheiro. Lá ela ligou o chuveiro, tomou um banho frio e se masturbou pensando em vários colegas de faculdade: uns ela chupando as picas bem duras; outros metendo em sua xota bem gostoso e um em especial metendo em seu rabinho. Saiu do banho, colocou uma nova calcinha, um short, uma blusa de alcinhas de algodão, amarrou o cabelo com um elástico que pegou emprestado sem prazo de devolução da gaveta da sua madrasta, dona Ângela Barthe, e vai descalça até a cozinha preparar seu café. Hoje ela acorda faminta e prepara um misto frio com uma baguete. Ela esquenta o misto na sanduicheira e assim que fica com o queijo bastante derretido, devora-o com uma xícara de café-com-leite e come sem pressa de chegar a algum lugar, apesar de que o mundo lá fora já amanheceu apressado sem que ela precisasse colocar pilha no motor. Terminado seu café, Agnes lava o que sujou e volta para o seu quarto, para preparar sua roupa para ir para a faculdade, fazer o seu papel de aluna comportada.
Mas no meio do caminho tinha uma janela aberta: tinha uma janela aberta no meio do caminho. Agnes abre a mesma para contemplar o caos urbano e eis que o sol adentra em seu quarto, iluminando tudo, até mesmo a sua alma. O céu estava bastante azul, não se podia ver nuvem nenhuma em um raio de uns vinte ou trinta quilômetros, mais ou menos. Resumindo: o dia estava perfeito para ir para a praia. E vocês pensam que ela não decidiu ir? Claro que sim! Rapidamente ela ligou para o trabalho, falou com seu chefe, o Sr. Wilson que havia amanhecido com um problema intestinal, colocou um biquíni asa delta, desses que as modelos usam, se arrumou, organizou sua bolsa, pôs um óculos escuro e ligou para a Anne de Chantraine, a sua companheira de aventuras. Para azar da sua vida, ela estava estudando para uma prova que ia fazer naquela noite e não iria poder acompanhá-la.
Não deixando a bola cair, Agnes ligou para mais umas cinco pessoas. Todas elas deram uma desculpa para não ir à praia naquela linda manhã. "Sexta-feira 13 filha da puta!", pensou. Mas como estava com seu orgulho em alta, decidiu ir ela mesma sozinha para a praia, pois independente se ela entrasse no mar ou não, ela iria assim mesmo. Pegou a chave da sua vassoura móvel e partiu para a praia mais próxima. Enquanto dirigia, até pensou em seqüestrar algum amigo que encontrasse pelo meio do caminho. Mas a maior parte das pessoas que ela conhece é muito certinha e comportada: não consegue sair da linha, muito menos quebrar uma regra. Ela sente pena dessas pessoas que passam a vida toda andando na linha sem se divertir. Sabe também que o destino de cada um deles é o de se tornarem adultos e velhos frustrados, desses que não vão aceitar a idade que possuem e se relacionar com gente bem mais jovem, que na maioria das vezes vai estar ali apenas pelo conforto e pelo capital monetário. “Tadinha dessas pessoas... Só que não!”, pensava.
Agnes chega à praia em vinte minutos por causa do trânsito. Eram cerca de onze horas da manhã. Apesar do custo de vida estar ficando cada vez mais alto na capitalzinha corrupta onde ela mora, as pessoas ainda são agraciadas com praias acessíveis em questão de minutos. Ela entra à direita e vai subindo, procurando o melhor lugar para ficar. Ela escolhe então ficar no Fogueira's: um restaurante barato e de boa comida que fica o mais perto do mar possível. Ela estaciona perto, sai do carro, caminha até o restaurante, puxa uma cadeira, senta-se e se acomoda. Rapidamente é atendida por um dos garçons: um moreno com cara de quarentão bastante comunicativo. Ele vem até ela com o cardápio do restaurante. Agnes aprova a eficiência dele com um sorriso sincero, desses que damos quando encontramos coisas raras nesse mundo.
- Bom dia freguesa! Meu nome é Jairo e qualquer coisa que quiser comer ou beber é só me chamar!
- Bom dia Jairo! Você poderia me trazer uma água de coco gelada, só pra começar?
- É pra já!
O Fogueira's já estava com alguns clientes quando ela chegou. Tanto que alguns homens que estavam acompanhados de suas esposas a secavam por trás dos óculos escuros e alguns até beliscões levavam das esposas ou namoradas, ela não sabe. Agnes só sabe que ela é quem estava sendo a refeição dos olhos de muita gente, pois dava pra sentir na pele os olhares daqueles homens proibidos. Só que eles não a interessavam em nada, pois ela já tinha seu caso e estava bastante satisfeita com ele. Mas tinha que aceitar a realidade de que não podia ligar para ele até que as aulas na Universidade comecem de novo. Então só lhe restava aproveitar seu dia, que estava lindo e a cada hora mais perfeito ainda, pois o restaurante ia ficando cheio e as pessoas que iam chegando, mais interessantes para ela.
Entre essas pessoas, duas chamaram-lhe a atenção. Eram dois amigos, cujos traços não eram grosseiros como os traços das pessoas da cidade onde Agnes morava. Enquanto que na cidade onde mora se encontra pessoas bonitas, mas mesmo com beleza física bastante externalizada, dá pra gente saber que são da cidade mesmo. Mas esses homens que estavam no restaurante não. Eles além de bonitos, tinham traços finos e bastante desenhados. Ambos brancos e másculos, só que com algumas diferenças entre eles. Um deles era loiro de cabelos lisos até os ombros, olhos verdes, corpo definido de academia e uma enorme tatuagem que ia do ombro até o cotovelo. Lembrava um surfista, só que estava apenas de sunga e todo molhado, o que indicava ter dado um mergulho antes de chegar no restaurante. O amigo dele também era forte, só que bem mais forte do que o loiro. Ele era branco também, só que tinha cabelos pretos, barba média bem cortada, olhos pretos e usava uma bolsa a tiracolo feita de pano de saco. Esse dava para ver que não era muito fã do mar, pois estava com a roupa seca e usava roupas mais compostas: bermuda de praia, óculos de sol, sandálias e camiseta branca. Eles praticamente pararam o restaurante, de tão bonitos que eram, pois todas as mulheres do lugar não tiravam os olhos. Até mesmo as que passavam, olhavam e babavam em cima deles.
O coco que Agnes pediu, chega. Ela agradece ao garçom Jairo e começa a bebericar a água aos poucos, enquanto admirava a paisagem e mexia em meu celular, na tentativa de encontrar uma alma para ser cúmplice de sua desculpa esfarrapada de faltar ao trabalho e ir à praia naquela sexta-feira 13 maravilhosa. Mas ninguém estava disponível. Voltou então à sua água de coco. Estava uma delícia. Tanto é que assim que terminou seu primeiro coco, pediu o segundo acompanhado de uma dose de uísque. Ela pede uma dose de Red Label ao Jairo. Ele rapidamente corre para servi-la e traz um uísque dizendo que é Red Label, mas Agnes o manda chamar o gerente, depois de cheirar o copo e molhar os lábios com o uísque, pois a mesma conhece o sabor do Red e fala a ele que não vai pagar por um uísque falsificado.
- Minha senhora, olhe aqui a garrafa na sua frente: esse uísque é Red Label sim, pois comprei essa garrafa tem poucos dias.
- Onde que esse uísque é Red Label? Ele pode ser qualquer uísque, menos o Red. Eu conheço o Red desde que lançaram e sei muito bem o gosto. Eu posso pagar pela dose do uísque mais barato desse restaurante, menos por essa.
- Eu não vou ter prejuízo com você não! Esse uísque é Red Label e você vai pagar pela dose de Red Label!
- Escute aqui meu senhor: eu conheço muito bem os meus direitos e sei quando estou sendo lesada. Se você quis comprar essa garrafa por ser mais barata do que num supermercado, problema seu. Eu é que não vou pagar por um produto duvidoso.
Quando já se preparava para levantar e ir embora, o loiro que estava com o amigo sentou em sua mesa e virou o copo de uísque com água de coco de uma vez, dizendo que aquela dose era agora responsabilidade dele e que ele é quem iria pagar. Agnes ficou lisonjeada com a atitude dele, agradeceu e disse que não precisava ter feito aquilo, pois sabia muito bem se defender. Ele riu e perguntou por que as nordestinas são tão bravas dessa maneira. Ela sorriu e disse a ele que não era brava: só sabia se defender. Ele então a convidou para sentar com ele e o amigo na mesma mesa, já que ela estava sozinha. Agnes olhou para aqueles olhos verdes e para o amigo dele, olhou para as mulheres ao redor e se sentiu realmente bruxa, pois eles poderiam ter escolhido qualquer outra mulher do restaurante, mas escolheram a ela: uma morena solitária entre dois homens cujas mulheres ao redor só faltavam tomar o lugar dos garçons para servi-los.
Ela então orgulhosa de ter tirado a sorte grande, se levantou e foi sentar-se com aqueles turistas, mesmo lembrando de que passou a infância inteira ouvindo da sua madrasta, que ela nunca deveria falar com estranhos. Mas aquela era uma ocasião especial, e ela a mais invejada de todas as mulheres daquele ambiente. Por isso não podia perder a oportunidade de ficar por cima e foi o que fez: pagou a água de coco, se levantou e foi até a mesa daqueles deuses gregos. Um parecia Apolo e o outro Hércules. Só que não se chamavam nem Apolo e muito menos Hércules, mas tinham nomes que para ela soavam bem bonitos. O loiro se chamava Grandier e o moreno mais forte se chamava Mohamed. Eles eram sulistas e estava de férias aqui no nordeste (algo comum pra os nordestinos: encontrar pessoas de outros lugares do país, “turistando”). Ela perguntou o que faziam da vida e ficou mais impressionada ainda: eles eram marinheiros.
- Que legal. Eu nunca conheci marinheiros tatuados e você é o primeiro, Grandier.
- Mas não sou só marinheiro não, viu Agnes? Sou cabo da marinha.
- Hum... E isso tem alguma coisa a ver com o fato de você viver no mar?
- Não, mas já mando nos marinheiros abaixo de mim:
- É, mas não se esqueça de que você está abaixo de mim, pois sou segundo sargento.
Ficaram nesse papo e conversando sobre muitas coisas durante um bom tempo. Eles além de bonitos eram inteligentes. Uma coisa rara de se encontrar nas terras onde Agnes mora. Ela, que não era nenhuma menininha inocente, notou que eles olhavam-na com bastante gula, como se ela fosse um suculento rosbife assado na brasa e eles estivessem famintos, doidos, loucos para devorá-la. Aqueles olhares além de despertar nela um desejo enorme despertavam uma inveja maior ainda nas mulheres que estavam no restaurante, pois todas olhavam para Agnes como se estivessem querendo enforcá-la ou queimá-la viva. E ver aquelas mulheres com aquele olhar, deixava Agnes ainda mais solta, quase safada e sem escrúpulos. Ela queria se soltar mais do que já estava, só pra deixar aquelas recalcadas mais e mais furiosas, mas se conteve, pois afinal era menina de família e não podia adotar uma postura de mulher oferecida, só porque estava diante de dois marinheiros lindos e tatuados, cujos olhares revelavam que havia tempos que não encontravam uma mulher que atendesse seus desejos mais pecaminosos.
Depois de muitas bebidas, conversas e tira-gostos à parte, Agnes olhou pro relógio e viu que já eram quase três da tarde. Ela chamou o garçom, pediu para que ele fizesse uma conta à parte do que os rapazes tinham consumido e quando já ia pagar, Mohamed e Grandier disseram que era tudo por conta deles. Ela agradeceu dizendo que já tinha de ir, quando do nada, Mohamed pousa a mão em sua coxa. Na hora ela se arrepiou toda com aquela reação. Ele queria que ela continuasse ali conversando e se possível "fosse até o hotel onde eles estavam hospedados, para conversar mais abertamente". Na hora em que ela ouviu aquilo, percebeu que homem era tudo igual: poucos são os que conseguem ser subjetivos e conquistar as mulheres no terreno delas. Mas ela perdoou os dois por eles estarem sendo desejados pelas outras mulheres ao redor.
Quando estava no auge da conversa, Grandier se aproxima, segura a nuca de Agnes, a puxa e beija. Ela se assustou com a atitude, mas se deixou embalar pela boca daquele loiro lindo. E ele beijava muito bem! Tanto que o beijo dele estava a acendendo de cima a baixo. Ela não sabe se embalada pela bebida (estavam bebendo cervejas importadas, cuja garrafa era verde), se permitiu ser beijada abruptamente daquela maneira. Mas o fato é que Agnes estava se sentindo a mulher mais invejada daquela sexta-feira 13, então tinha que aproveitar e fazer por onde manter o posto.
Assim que Grandier a largou para recuperar o fôlego, Mohamed a puxou e a beijou, deixando-a mais excitada ainda. Agnes ficou molhada sem precisar fazer força, pois se um beijava bem, o outro beijava melhor ainda. E o safado do Grandier alisava a coxa dela o tempo todo, enquanto Mohamed a beijava, deixando-a mais doida do que já estava. E esse tesão foi tanto, mas tanto, que ela já estava com as mãos ocupadas: uma na coxa de Grandier e outra na coxa de Mohamed. O ambiente já começava a ficar com cheiro de sexo e algumas pessoas incomodadas. Mohamed pagou a conta e perguntou se Agnes queria acompanhá-los até o hotel onde estavam hospedados. Ela perguntou onde era e eles responderam que estavam hospedados no hotel Vicaräna. Ela perguntou se eles queriam ir de carro e dirigiu até o hotel (o que não demorou muito).
Lá chegando, os três subiram até o segundo andar e Agnes entrou no quarto onde eles estavam hospedados: era grande e tinha duas camas box de solteiro., uma do lado da outra. Ela se distraiu por um minuto e viu Grandier juntando as camas. Na hora ela também percebeu que não tinha como voltar no mesmo calor que eles estavam, porque ela já tinha aceitado ir ao hotel e até mesmo de dar carona pra eles. Então o jeito foi olhar pro alto, fazer uma prece, pedir perdão às primeiras bruxas da história, por assumir o lugar delas naquela sexta, relaxar e gozar.
Quando Agnes decidiu se jogar naquele caldeirão de luxúria ardente, Grandier a abraçou por trás. Ela ainda estava de short, só com a parte de cima do biquíni, mas já sentia o membro duro do marinheiro a desejando. Ele mordeu o ombro dela de leve, beijou-lhe o pescoço e respirou forte em sua orelha. Agnes já não sabia mais se ela era a bruxa ou se era ela quem estava enfeitiçada, pois Grandier era bastante hábil naquilo o que estava fazendo. E ela nem precisou falar nada sobre Mohamed, pois o mesmo já estava com a sunga esticada vindo em sua direção. Ele veio pela frente, a abraçou e a beijou, ainda mais tarado do que lá no restaurante. E ela, baixinha, com seus vinte e nove anos, no meio de dois homens lindos e perfeitos, sentindo seus mastros rígidos na frente e atrás. Estava quase gozando em pé, entre aqueles dois homens, pois se ela tentasse se afastar mais de Mohamed, entregava seu bumbum para Grandier. E aquilo tudo a enlouquecia.
Eles então a deitaram na cama e começaram a revezar as bocas mais uma vez. Ora Agnes beijava Mohamed, ora beijava Grandier. E instintivamente as mãos dela já seguravam os membros duros deles por cima das roupas. Sentia cada um deles latejando forte e só de estar pegando, já sabia que Grandier tinha muito mais pau que Mohamed. Eles despiram a parte de cima do biquíni dela, deixando seus seios à mostra, cujos bicos já estavam mais duros que aquelas picas. Eles apalparam, beliscaram os bicos e elogiaram, como se estivessem há tempos sem ver seios femininos. E olhe que eles ainda estava no revezamento de beijos, só que agora Agnes estava sendo acariciada nos seios de maneira tarada. Parecia que ela estava num conto de fadas erótico, sendo devorada por dois príncipes encantados.
De repente os dois vêm para cima de Agnes, para beijá-la juntos. Aquela reação dos dois a assustou de início, e ela até pensou em esfriar. Mas depois foi que ela percebeu do que se tratava: eles queriam um beijo triplo e queriam pegá-la de surpresa. Foi aí então que a ficha dela caiu em relação àqueles dois homens que estavam ali querendo devorá-la: eles eram bissexuais. Eles achavam que iam assustá-la com aquela atitude, mas ela os beijou da mesma maneira que eles estavam beijando-a: cada um separado. Suas línguas duelavam entre si para saber quem era o mais devasso. Ela, para ocupar o posto, segurou os dois pelas nucas e fez ambos se beijarem. Eles grudaram suas bocas e se não fossem os mesmos caras que a cantaram na praia, ela diria que ambos formavam um belo casal gay, tamanha era a volúpia com que se beijavam. Ficaram assim por uns dois minutos até que voltaram ao beijo triplo.
Agnes deixou que eles tirassem seu short e seu biquíni, deixando-a nua em pelo. Quando a viram, toda depilada e bastante lisinha, ambos começaram a chupá-la e lambê-la. E enquanto Mohamed era mais de chupar e lamber, Grandier ficava mordiscando os seios, as coxas e a xota da jovem bruxa. Mohamed foi até a xota de Agnes e começou a chupá-la, enquanto Grandier mamava seus seios. Ela gemia alto e ofegante, pois o desejo lhe subia pela espinha e descia em forma de mel por entre suas coxas, que não chegavam nem a escorrer, pois era sugado por Mohamed de maneira deliciosa. Ele mamava a xota de Agnes igual a um bezerro (o que ela adora), enquanto Grandier parecia mais um bebezão mamando seus seios. Ela estava amando ser devorada, por aqueles dois homens lindos e perfeitos. Verdadeiros frutos do mar.
Grandier então tira a bermuda, ficando só de cueca. O pau dele estava totalmente esticado, quase saindo sozinho de tão duro. Agnes olhou e se assustou com o tamanho daquele mastro. E se ela ficou assustada com ele dentro da cueca, quando Grandier sacou ele de dentro, ela ficou mais assustada ainda, pois ele deveria ter entre vinte e três a vinte e cinco centímetros. Nunca em toda a sua vida ela tinha conhecido um homem com um pau daquele tamanho. Ela ficou um tempo admirando aquele monstro e mais admirada ainda quando ele veio em direção da sua boca. Ela deitada, de pernas abertas, sendo chupada por Mohamed e mamando o pau monstro de Grandier, que babava em sua boca, escorrendo pelos cantos da mesma. A jovem tentava engolir, mas era impossível, pois se passasse mais um pouco da cabeça pra dentro da sua boca, ela era capaz de engasgar.
Mohamed parou de chupar a xota de Agnes e veio pra perto com o pau na mão também. O dele era bem, menor do que o de Grandier, e era mais o tamanho que Agnes gostava, do que o outro. Ela começou a mamar um e outro, revezando. Eles gemiam sendo mamados e ela gemia mamando, pois estava sentindo um puta tesão com aqueles dois. E o tesão dela aumentou mais ainda, quando Mohamed se abaixou, dizendo que ia ajudá-la com o pau de Grandier, começando a mamar junto com ela. Grandier começava a gemer mais e mais alto com as bocas daquele estranho casal, disputando pra ver quem mamava mais e melhor aquele pau monstro. Mohamed saiu e deixou Agnes lá, pra dar conta daquele pau. Ele foi ao banheiro e retornou segundos depois, com vários pacotes de camisinhas. Agnes sorriu quando viu, pois é sinal de que estão sempre prevenidos e se prevenindo. Tanto é que ela ajudou os dois a colocarem as camisinhas.
Na hora de escolher qual pau ia experimentar primeiro, Agnes escolhe o de Mohamed, pois estava com receio de ser arrombada por Grandier. Mohamed se deitou na cama, ela foi por cima e se encaixou no pau dele, que não estava totalmente duro igual ao de Grandier, que parecia mais uma tora de tão duro e reto. Foi uma das sensações mais gostosas da vida dela, pois como a maioria das mulheres, ela adora pau que se acomoda dentro dela sem ser grande ou pequeno demais. E assim que sentiu sua xota acomodada no pau de Mohamed, ela começou a fazer movimentos de vai e vem, bem calmos e tranqüilos, só pra começar. Depois, quando o tesão foi aumentando, Agnes começou a acelerar e a quicar no pau de Mohamed. E enquanto ela rebolava e levava pica ao mesmo tempo, mamava o pau de Grandier junto com Ulisses, mesmo ele estando já de camisinha, que por sinal tinha gosto de morango.
Agnes estava adorando aquela foda toda. Tanto que gemia de prazer sem vergonha de nada: nem de ter ido à praia, muito menos de estar ali com aqueles dois homens que poderiam ter escolhido qualquer mulher do restaurante, mas escolheram a ela e ela não quer decepcioná-los de maneira nenhuma: “minha magia não pode falhar!”, pensava. Seu medo surgiu, quando Grandier tirou o pau de sua boca e da boca de Mohamed, e foi para trás dela. Na hora sua espinha gelou, pois se ele resolvesse meter na bunda da jovem, ia rasgá-la com aquele pau enorme.
Grandier se posicionou atrás dela e ela fechou os olhos, já esperando que ele a arrombasse, mas não. Ele começou a meter em Mohamed, que virava os olhos de prazer, sentindo seu rabo ser arregaçado pelo monstro que Grandier tinha no meio das pernas. Na hora em que começou a entrar, Agnes sentiu o pau de Mohamed ficar duro como pedra. O tesão da jovem bruxa aumentou e ela percebeu que Mohamed era o bissexual passivo e Grandier, o bissexual ativo. Ficaram nessa posição por um bom tempo, com Grandier socando em Mohamed, Mohamed socando em Agnes e a jovem quase gozando, quicando no pau de Mohamed.
Numa reação louca pelo tesão que estava sentindo, Agnes sai de cima de Mohamed e coloca a xota dela na cara dele, pra ele chupar, enquanto Grandier arregaçava aquele vadio. Ele começou a se masturbar e a chupá-la, da mesma maneira que a chupou no começo: que nem um bezerro. Não demorou muito e ela gozou na boca dele. mas não foi um orgasmo qualquer, foi um orgasmo intenso, mas tão intenso, que ela caiu do lado de Mohamed, imóvel, mole e quase sem forças. Grandier continuava socando naquele loiro, enquanto o mesmo se masturbava que nem louco. Ela, aproveitando que estava deitada ao lado dele, mandou ele largar o pau e ela mesma começou a masturbá-lo. Agnes masturbou o pau de Mohamed por quase dois minutos e ele gozou que nem um cavalo, assustando-a e admirando-a: ela nunca tinha visto tanta porra vinda de um saco em toda a sua vida. Mohamed ficou todo sujo, suado e mole de tanto levar pau no rabo. Grandier, bem safado que estava, tirou o pau de dentro do rabo de Mohamed, tirou a camisinha e mandou ele masturbar o monstro.
Agnes, vendo aquilo, mandou Grandier colocar outra camisinha, se deitei na cama de novo e o deixou meter nela, o que ele fez sem pensar duas vezes. Ela sentiu sua xota se abrir de maneira dolorida, pois nunca havia sentido um pau daquele tamanho dentro da mesma. Sua vista escureceu um pouco e ela até pensou em desistir. Mas quando Grandier começou a socar e aquela dor foi se misturando ao prazer, ela foi esquecendo-se dessa idéia absurda.
Ele socava com força e quanto mais socava, mais doía e mais prazer ela sentia. Era um prazer insuportável, mas tão insuportável, que Agnes gozou em poucos minutos. Grandier, vendo a jovem mais uma vez sem forças, saiu de dentro de sua xota, que ardia horrores por causa daquele pau monstro e começou a se masturbar, mandando que Mohamed terminasse a punheta para ele. Mohamed, submisso e obediente, punhetou com força e Grandier deu um banho de porra nele e em Agnes.
Descansaram então daquela loucura toda. Os rapazes agradeceram a Agnes, por ela ter feito tudo o que eles gostavam que uma mulher fizesse sem reclamar e muito menos estranhar o comportamento deles. Ela disse que não foi nada e que já estava acostumada com homens do tipo deles. Agnes tomou um banho sem molhar os cabelos, vestiu o biquíni, se despediu dos rapazes, pegou os contatos deles e saiu do hotel como se nada tivesse acontecido. Passou pela recepção do hotel de biquíni, com o short e a camiseta dentro da bolsa, entrou no carro e dirigiu pela Avenida Inquiridora, enquanto o dia se encerrava. Foi aí que ela resolveu parar o carro e apreciar o pôr-do-sol, vendo as pessoas de vida diurna irem embora da praia, dando lugar às pessoas de vida noturna.
Agnes voltou para o carro, colocou seu short, sua camiseta e veio embora para casa. Assim que chegou, falou com seus pais, tomou outro banho, vestiu roupas limpas, jantou e veio para o seu quarto, ainda com a xota ardendo, mas me sentindo bruxa, por causa dessa sexta-feira 13 que invadiu seu corpo e tomou conta de seus instintos. Ela então pega o celular, liga para Anne ainda na mesma sexta-feira 13 e contou tudo para ela. Ela? Ela, coitada, ficou arrependida de não ter ido com Agnes à praia. Não sei se foi sorte dela ou azar Agnes, mas uma coisa é certa: ela dormiu com a certeza de não querer experimentar um pau daquele tamanho tão cedo.
Foto 1 do Conto erotico: A BRUXA DO MAR


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Ficha do conto

Foto Perfil luteciofalu854
luteciofalu854

Nome do conto:
A BRUXA DO MAR

Codigo do conto:
268264

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
26/07/2026

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