A VIRGEM DE SESSENTA ANOS



Durante muitos anos, em sua juventude, uma das coisas que Spencer mais gostava de fazer era deflorar as moças da Flórida. Ele, desde seus dezesseis anos, sempre teve um jeito especial de chegar até elas e conseguir retirar o tão desejado lacre. Morando em Groveland, uma cidade grande, mas onde muitas pessoas se conheciam, a notícia se espalhou e graças a isso ele deflorou algumas jovens até terminar o Ensino Médio e ir morar na Itália, a fim de trabalhar e ganhar a vida por lá, longe dos pântanos e dos crocodilos da Flórida. O que ele nunca pensou que aconteceria em sua vida é que ele teria a oportunidade de deflorar a sua tia Bridget, que tinha sessenta anos e que há muitos anos tinha se casado por procuração com um italiano que vivia nos Estados Unidos e era dono de uma vasta fazenda onde se plantavam frutas de diversos tipos. Seu marido morreu antes de ela ir para a Europa e coube a ela, herdar tudo e seguir com o agronegócio.
Assim que Spencer chegou na Itália e se hospedou na aldeia de pouco mais de cem habitantes, que ficava nas terras de sua tia Bridget. Ele viu que as mulheres trabalhavam em casa, nos pomares e os homens na cidade, com raras exceções de mulheres que iam trabalhar em fábricas, ou homens que também trabalhavam no campo. Mas sua tia Bridget era outra exceção, já que toda a aldeia trabalhava para ela nos pomares.
Bridget não era mulher alta nem baixa, nem gorda nem magra, nem feia nem bonita... Ela era uma mulher comum de sessenta anos totalmente respeitada. A tia de Spencer tinha muitos pomares que herdou e muitos mais ainda que havia comprado com parte do que herdou do marido. Ela havia adquirido recentemente uma tesoura de poda para cortar galhos secos e arredondar as copas das árvores e quem ela chamou para cortá-los? Bem, Spencer, seu sobrinho favorito. A verdade é que Bridget começou a chamar Spencer para trabalhar quando ele tinha dezesseis anos. Ela ligou para a mãe de Spencer quando ele estava de férias da escola, pagando a passagem e a estadia dele na Itália, porque sabia que ele ia precisar de dinheiro para custear a faculdade.
Em um desses dias, já trabalhando na Itália, Spencer foi cortar alguns galhos secos de um dos vários pomares de sua tia. Bridget estava dirigindo um trator e Spencer estava sentado ao lado dela. Eles ficaram em total silêncio até chegarem a uma das montanhas que pertenciam à propriedade de Bridget. Assim que chegaram, começou a chover. Mesmo sob o temporal, Spencer cortou os pinheiros enquanto chovia enquanto Bridget, precavida como sempre era, se protegia da chuva sob um guarda-chuva.
Bridget mandou que Spencer esperasse a chuva passar, mas ele queria terminar e cortar na chuva, coberto por uma pequena capa de chuva que mais do que o protegia da chuva, ajudava o homem de trinta anos se ensopar da cintura para baixo. Ele cortou os galhos secos e depois cortou eles em pedaços. Após isso o homem colocou os galhos no trator e os dois voltaram para a casa de Bridget, que era grande, mas não condizia com a fortuna que a mulher possuía, devido à sua simplicidade. Depois de descarregar os galhos em um galpão, o homem foi comer na casa de Bridget, pois a comida estava incluída no serviço. Spencer bateu na porta e ela disse:
- Entre e feche a porta, para que o calor da lareira não diminua.
O fogão de ferro estava aceso e havia um calor na lareira que também era bem-vindo. Spencer estava encharcado da cabeça aos pés, mesmo tendo trabalhado usando uma capa de chuva. Mas o mesmo parou de sentir a umidade em seu corpo, quando o cheiro da comida preparada por sua tia chegou ao seu nariz, tamanha a fome que sentia.
- A senhora disse que o almoço era por sua conta.
Bridget, mexendo as panelas no fogo, olhou para seu sobrinho e sorriu:
- Por que você não tira essas roupas e as coloca em uma cadeira para secar?
Spencer, já pensando em safadeza, achou que sua tia Bridget estava com segundas intenções, pois para ele, se não fosse assim ela não mandaria ele se despir e, como ele estava muito tempo sem sexo, foi bem malicioso nessa hora:
- Até que... Não é má ideia.
O homem de trinta anos tirou a pequena capa de chuva, as botas de borracha, o suéter, a camisa e a calça e colocou a roupa nas costas e no assento de uma cadeira. Sua tia Bridget estava bastante distraída, se divertindo mexendo a comida e colocando lenha no fogão. Quando ela se virou e viu Spencer pelado e com o pau pendurado, ela ficou vermelha de vergonha como um pimentão. Como ela ficava olhando para seu sobrinho procurando pelo pau dele, ele perguntou a ela:
- A senhora gosta de olhar meu pau?
Bridget ficou chocada com a pergunta de Spencer e disse:
- Eu não queria que você se despisse completamente. Eu... Eu queria...
Spencer se aproximou de sua tia Bridget e lhe deu um beijo de língua. Quando ele tirou a boca dele da dela, o mesmo viu que ela ficou com os olhos como se estivesse assustada. O homem de trinta anos achou que tinha feito a tia de idiota, mas não: idiota ela quase o deixou com o tapa na cara que deu nele. E colocando a mão na bochecha dolorida, com um pouco de raiva, ele disse:
- Por que você mandou eu me despir se não queria foder, sua vadia?
Bridget fez uma expressão de mais raiva ainda e deu outro tapa em Spencer, dessa vez no outro lado do rosto.
- Você é um depravado: um depravado filho-da-puta.
Spencer passou os braços dele ao redor do corpo de sua tia e colocou a língua dele de volta em sua boca. Mas Bridget a agarrou com os dentes. Ele abriu os olhos, viu a expressão de raiva em seu rosto e pensou que ela ia deixá-lo sem palavras. Felizmente ela soltou e disse:
- Eu vou arrancar da próxima vez.
O pau de Spencer ficou ereto e estava roçando na xota de Bridget, enquanto ela estava lutando para se livrar dele. Ele então tentou mais uma vez. Ele a beijou novamente. Desta vez, a língua dele passeou entre os dentes cerrados de Bridget. Ela olhou para o sobrinho com uma seriedade imponente e perguntou:
- Tenho cara de puta rica, seu depravado?
- Não, você tem cara de puta feia.
- Você acha que pode me foder à força, só porque não sou bonita?
- Não.
Spencer estava realmente chateado por suas investidas não terem dado certo.
- Então você quer me deixar ir terminar de fazer o almoço, porra!
Antes de soltá-la, o homem de trinta anos disse a ela:
- Acho que estraguei tudo: não vou te comer e também não vou almoçar.
- Você fala como se tivesse comido alguma coisa, seu depravado.
- O que eu comi?
Spencer a soltou.
- Vou falar devagar, pra você entender: vista sua roupa e vá embora.
- Não vou receber pelo trabalho?
- Você já foi pago.
Spencer parou por um momento e pensou: uma coisa é ele tentar transar com sua tia e outra coisa é ela aproveitar para não pagar pelo serviço dele. Ele se aproximou de Bridget por trás, colocou as mãos dele em seus seios macios, colocou o pau na entrada da xota dela e disse:
- Ou você me paga ou vou fazer uma loucura sexual aqui em sua casa.
Mas por mais ameaçador que fosse seu tom de voz, sua tia era um osso duro de roer.
- Vai... Tenta, vai. Assim que você me soltar eu vou te dar uma surra daquelas que sua mãe nunca te deu. Seu depravado de merda!
Ele, que não ia deixar a própria tia assustá-lo, disse:
- Temos um dilema aqui, tia: se você me der minha diária eu paro com toda essa safadeza. Não é melhor você me dar meu dinheiro?
Bridget deixou o tom ameaçador, só para dizer:
- A comida vai agarrar na panela.
-Para mim, ela pode até queimar. Você vai dar meu dinheiro?
Bridget sentiu o pau duro de seu sobrinho Spencer cutucando sua bunda e desistiu.
-Ok, eu vou dar o dinheiro para você. Mas você se veste, vai embora, pega o primeiro avião para a Flórida e não dá uma palavra a ninguém sobre isso.
Spencer a soltou. A primeira coisa que Bridget fez foi procurar pelo pau duro do sobrinho. Ela nunca viu algo parecido nem em seus sonhos, pois se benzeu como se tivesse visto algo do outro mundo. E antes de ir procurar o dinheiro do pagamento de Spencer, pelas semanas trabalhadas nos pomares dela, disse para si mesma: "São coisas que o diabo coloca no mundo para nos atentar!". De qualquer forma, com ou sem tentativa de pegar a tia ali mesmo em território italiano, Spencer foi pago e cumpriu com o que sua tia exigiu: ele arrumou seus pertences, tomou o primeiro avião de volta para a Flórida e ao chegar em sua casa, não disse nada a ninguém sobre o que tinha acontecido.
Os meses entre Julho e Dezembro se passaram. Spencer achou que sua tia Bridget não fosse mais ligar para ele querendo que ele fosse trabalhar para ela na Itália, mas um dia antes da véspera de Natal, ela disse à mãe dele que ela estava em sua casa na Flórida e queria falar com ele sobre ir trabalhar com ela nas férias de inverno. Ele foi até a casa de Bridget, que apesar de ficar fechada por meses, ainda era uma casa bastante aconchegante. Quando Bridget abriu a porta para ele, ela parecia mais alta, e estava, porque estava usando sapatos pretos com salto agulha. Ela, com seus sessenta e um anos recém-completados, olhou para ele com seus olhos azuis e sorriu:
- Entra Spencer. Estava esperando ansiosa por você.
O homem de trinta anos entrou na casa. Como sempre o clima estava quente, pelo fato da lareira estar acesa, já que o frio natalino era bastante convidativo. Bridget foi direto para a cozinha. Spencer foi atrás dela, olhando para sua bunda: uma bunda gorda que estava realçada em seu longo vestido vermelho. Sobre a mesa, havia um envelope amarelo, uma garrafa de bourbon, dois copos e dois lenços vermelhos nas costas de uma cadeira. Ela sentou-se à mesa, primeiro do que ele e foi direta:
- Sente-se, quero propor algo a você.
Spencer sentou-se à mesa. Bridget serviu dois copos de whisky, bebeu o dela de um só gole e foi direto ao ponto:
- Eu te dou dois mil dólares em dinheiro vivo, dinheiro este que está dentro desse envelope, para você comemorar o fim-de-ano com tudo o que tem direito, se você me deixar sentir o calor do seu corpo.
Spencer, após ouvir aquilo, se sentiu ofendido, mas também não escondeu o seu desejo.
- Não precisa me dar nada, tia. Eu pagaria para te foder. Você deve ter uma xota apertada, deliciosa.
- Você não me entendeu. Eu quero sentir o calor de um homem nu em meu corpo nu, só isso. Se eu gostar, eu te pago me foder mais tarde.
Agora, quem mandou o copo de whisky de um só gole foi Spencer.
-Se é isso que a senhora quer... Embora seja difícil resistir à tentação foder a senhora por inteiro, eu topo.
- Não estou querendo que você me foda.
-Está... E está desde a Itália.
-Não, na Itália eu não estava, e também não estou. Sou virgem, mas...
Ao ouvir aquilo, Spencer não deixou sua tia terminar de falar.
-Não brinque comigo, tia! A senhora é virgem aos sessenta?
- Sim sou. Não tive oportunidade de perder com meu falecido marido e quero continuar a ser, depois de saber como é o calor corporal que um homem dá. Por isso vou te pagar dois mil dólares, não só por você ser meu sobrinho mais velho, mas pela sua fama e também porque não quero fazer isso com um estranho.
- Se eu fosse a senhora... – Spencer foi logo avisando – Eu não brincaria com fogo.
Mas Bridget já tinha planejado tudo.
-Não se preocupe Spencer, que eu vou ter certeza de que você não vai poder fazer nada comigo.
-Vai ser interessante saber como... – Spencer falou sorrindo – Vou adorar suas intenções.
Agora quem não deixou Spencer terminar de falar foi Bridget. A tia do ho0mem devia estar morrendo de vontade de sentir o calor do corpo do sobrinho, pois estava bastante séria:
- Você está me decepcionando com sua tagarelice. Fique nu.
Spencer se despiu. Sua tia Bridget pegou um lenço e amarrou as mãos do sobrinho atrás das costas. Depois pegou o outro e o vendou. Depois de um tempo, o homem de trinta anos sentiu os seios de sua tia apertar em seu peito e sentiu os braços dela em volta de seu pescoço. Ele sentiu aquele calor corporal que ela queria sentir. O pau dele subiu e ficou entre as pernas de sua tia. O homem queria beijá-la, mas ela estava com a cabeça em seu pescoço e ele não pode. Então resolveu começar a mover a pélvis para frente e para trás. O pau de Spencer ficou molhado quando deslizou entre os lábios vaginais de sua velha tia. Quando ela levantou a cabeça de seus ombros, seu sobrinho procurou os lábios de Bridget. Sua tia deixou encontrá-los e ele a beijou de língua. Bridget já começou a ir à loucura:
- Você está me deixando com muito tesão, seu homem safado.
Spencer se abaixou e com a boca, alcançou o seio direito de sua tia Bridget. Ele achou o seio dela bastante fofo. Ele lambeu o mamilo e depois chupou o seio de sua velha tia, indo de um para o outro.
-Pare agora... Pare... Ai... Pare agora, pois você está deixando minha xota igual uma poça inundada.
Spencer sabia que sua tia não queria que ele parasse, porque se ela quisesse que ele parasse, ela se afastava dele, e ela não lhe diria como estava a situação da própria xota. Com as mãos ele a fez virar, se abaixou e sua língua se perdeu na fenda da bunda de sua tia. Ele começou a lamber o cuzinho dela. Foi quando ela se empinou e gemeu:
- Você está me fazendo sentir igual uma puta.
As palavras dela o encorajaram a continuar a safadeza ainda mais:
- Separe as nádegas com as mãos.
Bridget estava louca de desejo. Ela separou as nádegas e empurrou a bunda para trás. Ele lambeu o traseiro dela, por dentro e por fora. Sua tia já estava gemendo alto e os gemidos dela estavam fazendo o pau dele latejar.
-Não deveria dizer... Mas gosto muito assim. – Bridget respirava ofegante – Por que você não continua?
- Por que você vai gostar ainda mais, quando eu lamber sua xota.
Ela se virou. Spencer passou a língua dele sobre a xota de sua tia Bridget. Ela estava encharcada. Tanto que na quarta lambida, ela mordeu os lábios:
- Oh... Eu... Estou morrendo de prazer, Spencer... Chupe!
Spencer só teve tempo de lamber mais duas vezes, quando sua tia começou a mijar em cima dele. Ele não recuou. Ela mijou em seu rosto e em todo o seu corpo. Quando Bridget acabou de urinar, seu sobrinho se levantou e voltou a procurar pela boca daquela mulher de sessenta e um anos, só que desta vez foi ela quem veio até ele, meteu a língua em sua boca, chupou e depois lambeu todo o rosto, o pescoço e o peito de seu sobrinho. Ela também se abaixou, lambeu o pau dele e deu um trato nas bolas, depois se levantou para beijar Spencer de novo com a língua:
- Pela primeira vez em vários anos você, meu próprio sobrinho, me fez de puta. E depois desses anos todos, finalmente sei o que está por vir.
Bridget acidentalmente disse ao sobrinho que nunca tinha se masturbado.
-Você não gozou, tia Bridget: você fez xixi. Gozar é outra coisa.
Era difícil para aquele homem de trinta anos, que já havia desvirginado várias mulheres, acreditar que sua tia não tinha gozado.
- Está dizendo que aquilo o que eu senti, não é gozar?
- Não, não é. Quer saber o que é gozar?
- É claro que eu quero.
- Tire as amarras das minhas mãos.
- Eu desamarro, mas não retira a venda.
Ela desamarrou as mãos do sobrinho, que rapidamente se agachou. Bridget se virou, abriu as nádegas com as duas mãos e Spencer deflorou o cuzinho dela com a língua, de novo. Só que dessa vez lambendo tudo: as nádegas e também o cuzinho. Passados alguns minutos ele se levantou, esfregou o pau no cuzinho de sua tia, colocando e tirando a cabecinha do pau, enquanto ele acariciava os seios fofos de sua tia. Bridget gemia muito e estava gemendo cada vez mais alto. Por isso ele não tentou enfiar toda a glande no rabinho de sua tia, preferindo ir à xota. Virando sua tia novamente, a xota dela já estava mais do que suculenta de tão babada. A língua do homem deslizou sobre ela, com ele colocando o dedo médio de sua mão direita dentro da xota de Bridget: um dedo que entrou apertado. Spencer acariciou o cuzinho dela com a ponta de um dedo da mão esquerda, sempre lambendo o clitóris dela. E quando o dedo indicador começou a entrar no cuzinho de sua tia, ela disse:
- Minha xota vai lhe dar alguma coisa!
O que Bridget ia fazer naquele momento era gozar. Spencer comeu a bunda dela com o dedo. E enquanto fodia a tia por trás, mostrou a língua para ela:
- Esfregue sua xota na minha língua.
Estava tão quente que não demorou um minuto para Bridget atender o pedido de seu sobrinho. Ela gozou estremecendo, gemendo e liberando sucos pastosos que inundavam a língua de Spencer. E quando ela terminou de tremer e gemer abriu um enorme sorriso de satisfação:
- Isso foi... Foi maravilhoso!
Spencer estava ainda em acreditar naquilo e levou muito tempo para perguntar.
- Vamos foder agora, tia?
O homem ainda vendado, sentiu Bridget andar e então a sentiu tomar um gole de uísque, pelo cheiro da bebida que subiu ao ser colocada dentro do copo. Então ele a ouviu perguntar:
- Vou gozar de novo com essa mesma intensidade, se fodermos?
- Você vai gozar várias vezes.
- Então vamos... Vamos foder, mas não tire a venda dos olhos.
Bridget não queria que seu sobrinho a visse nua. Ela devia estar se sentindo constrangida e não podia permitir isso. Spencer acreditava, e ainda acredita, que toda mulher é bonita, não importa quantos anos ela tenha. Mas estava respeitando todas as vontades de sua tia, pensando mais em foder com ela, do que pelo dinheiro em si.
Bridget pegou Spencer pela mão e os dois foram para o quarto dela. O calor da lareira aquecia toda a casa. Aquecia tanto, que dava para foder em qualquer cômodo. O homem sentiu que tinha pisado no lenço com que sua tia lhe amarrou as mãos. Ele se abaixou com um pouco de dificuldade, pegou o lenço e o carregou em sua mão direita. A mão esquerda foi segurada por a tia, para que ela o levasse ao quarto. Quando ele chegou ao quarto, o mesmo parou de andar após tropeçar na cama. Bridget apalpou os olhos do sobrinho por cima do lenço que os vendava:
- Você quer que transemos de maneira igual?
Ela perguntou aquilo de modo malicioso. Mas Spencer queria mesmo era tirar a venda e ver sua rica tia Bridget nua:
- Sim.
O homem escutou o barulho que sua tia fez ao se deitar na cama. Spencer tirou a venda e a viu nua. Os seios rechonchudos de Bridget tinham grandes aréolas marrons e os mamilos eram rechonchudos. Sua xota tinha mais cabelo do que ele imaginava quando a chupou. Alguns fios de cabelo estavam saindo de suas axilas e ela tinha mais pelos nas pernas do que ele nas dele. O homem gostou do corpo dela, gostou muito. E gostou tanto que o mesmo foi para a cama e beijou-a ardentemente:
-Vou foder você toda, sua safada.
Após ouvir isso, Bridget abriu as pernas e deixou seu sobrinho terminar o serviço. Spencer começou beijando e lambendo as pontas dos pés, os dedos... Sele subiu beijando e lambendo o interior das coxas dela, sempre olhando sua velha tia nos olhos. Após isso ele lambeu a xota suculenta algumas vezes e continuou subindo, sempre lambendo e beijando. Ele chegou até a barriga e foi subindo até chegar nos seios dela. Ele lambeu os mamilos, as auréolas e depois chupei os seios de sua tia, sem pressa. Após alguns minutos mamando os seios de Bridget, o homem beijou e lambeu os ombros dela, o pescoço e acabou beijando-a ardentemente na boca. Sua velha tia recebeu a língua dele junto com a dela e os dois perderam em um beijo longo e devasso. Enquanto os dois se beijavam, ele colocava o dedo dentro e fora da xota de Bridget e com aquele dedo ele abriu espaço para colocar mais dois, movimentando devagar, fazendo sua tia gemer cada vez mais alto até gozar. Quando ela acabou de gozar, Spencer lambeu a xota dela, pois queria excitá-la novamente para penetrá-la. Mas sua tia estava exageradamente animada:
- Mete dentro de mim, para eu sentir como é.
Spencer esfregou o pau na xota dela e colocou a cabecinha na entrada. Ela não reclamou. Então ele a beijou, empurrou e a cabeça do pau entrou. Só após sentir dentro de verdade, ela reclamou:
- Tira, tira... Tá doendo... Tira!
Spencer tirou o pau lentamente e lentamente ele colocou a cabecinha de volta. Lentamente ele tirou de novo, lentamente coloquei de volta e resolveu enfiar até gozar dentro dela. Sua tia Bridget, ao sentir o gozo de seu sobrinho dentro de sua xota, agarrou a bunda do homem e o puxou com força, contra o corpo dela. Ela empurrou metade do pau de seu sobrinho para dentro, enquanto Spencer continuava gozando e ofegante. Bridget tirou a venda dos olhos de Spencer. Ele viu que ela não estava usando nenhuma venda nos olhos, mas ela só teve tempo de dizer uma coisa:
- Eu me atolei no seu pau, pode socar, pois eu quero gozar!
A xota de Bridget apertou o pau de Spencer e ela começou a gozar como uma tarada, enquanto puxava ele para dentro dela e o pau ia cada vez mais fundo dentro de sua xota. Quando acabaram de gozar, com todo o pau dentro dela e entre vários beijos, a mulher perguntou:
- Você gozou quando viu que eu não estava com a venda?
- Não, foi porque vi outra coisa.
- O que viu?
-Eu vi seus olhos virarem pra cima, enquanto gozava.
Após descansarem, Bridget gozou intensamente mais duas vezes: uma em cima de Spencer e a outra de quatro. Eles transaram até não aguentar mais. Depois apagaram e quando acordaram, resolveram tomar um banho e se vestir. Bridget conduziu seu sobrinho até a porta, mas antes dele sair de sua casa, ela o beijou e perguntou:
- Mais uma transa amanhã, antes da ceia de natal?
- Amanhã e quando quiser.
- Vou ficar aqui na Flórida até o ano-novo e depois volto pra Itália. Não se preocupe que vou pagar por todas as suas visitas.
Spencer saiu da casa de sua tia Bridget com um pacote contendo dois mil dólares e com um sorriso de orelha a orelha: o sorriso que vem depois de um "trabalho" bem feito.

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Ficha do conto

Foto Perfil luteciofalu854
luteciofalu854

Nome do conto:
A VIRGEM DE SESSENTA ANOS

Codigo do conto:
268223

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
25/07/2026

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