CEGA DE DESEJOS PELO TIO

Era carnaval na Louisiana e James tinha acabado de sair dos arredores do French Quarter. Ele entra em seu carro e se dirige para casa, quando em um cruzamento, outro carro em alta velocidade colidiu com o dele, deixando ele gravemente ferido. James foi levado ao hospital onde passou por uma cirurgia de alto risco, conseguiram salvar sua vida, mas ele ficou em coma induzido por algumas semanas. Quando o mesmo sai do coma é hora de tirar as ataduras e enfrentar a trágica e triste notícia: James havia ficado cego.
Foi um choque para toda família. Sua noiva Mary, que estava em viagem, chegou justo no momento da retirada das ataduras que envolviam toda sua cabeça. James chora, se desespera, procura apoio na noiva, que o tratou polidamente mas sem nenhuma compaixão:
- Quem diria, amor.
Todos ficaram estarrecidos com tamanha frieza daquela moça, e a família dela ficou bastante chocada.
Passaram-se algumas semanas e James tem alta do hospital. Mas mal ele chega em casa, sua noiva vai procurá-lo e termina o noivado, o que foi um baque para aquele rapaz. Apesar de que não se pode dizer que havia um amor avassalador entre eles, mas aquilo não deixou de causar ainda mais tristeza ao homem de trinta e cinco anos. A partir daquele dia, o mesmo começa a apresentar um quadro depressivo: tanto que aos poucos ele vai ficando introspectivo e ausente da realidade. Seus pais, muito preocupados e já não sabendo mais o que fazer, ligam para seu irmão mais velho Oliver, que morava em Valcherie, em sua majestosa fazenda de pimentas. Oliver garante à mãe, que no fim de semana iria até Nova Orleans, pra ver o que podia ser feito. E enquanto isso ele pensava o que fazer para ajudar o irmão.
No sábado, quando Oliver chega e constata a situação do irmão James, o rico fazendeiro se retirou, foi para os fundos da casa onde nascera e chorou, lembrando como seu irmão era um rapaz bonito cheio de vida, vigor e agora estava daquele jeito apático sem vida. O homem de quase cinquenta anos enxugou os olhos e se pronunciou:
- Vou levar James comigo para a fazenda! O ar do campo vai fazer bem a ele.
James, após ouvir aquilo, protestou aos brados:
- Eu sou um inválido agora e não quero dar trabalho a ninguém, muito menos a você!
Mas Oliver foi incisivo:
- Você vai entrar no meu carro com suas malas e não se fala mais nisso! eu tenho certeza que naquele lugar que você conhece tão bem, com os ares do campo, vão te fazer bem.
James retruca:
- De que adianta morar numa enorme fazenda, se eu não poderei ver mais nada? Me deixe ficar aqui mesmo!
Oliver nem mais discutiu o assunto. Ele, James e seus pais passaram o dia falando sobre vários assuntos, sem tocar mais sobre a ida do irmão mais novo para a fazenda de pimentas. No domingo foi a mesma coisa: passaram o dia normalmente, até que na segunda-feira, após tomarem o café da manhã, eles vão para sala e o fazendeiro pergunta:
- Mamãe as coisas de James estão prontas?
A mãe afirma já estar tudo em ordem. Então ele vai até o quarto do irmão, pega as malas de James e as leva para a enorme pick-up. Ao entrar em sua casa após um banho de sol no quintal, James está muito agitado, reclamando:
- Quer dizer então que agora porque estou cego, já nem mais opinião tenho!
Oliver foi extremamente duro, após ouvir aquelas palavras:
- Eu não admito, James, que você passe a sentir pena de você mesmo! Isso não, meu irmão! A vida lhe tirou um dos sentidos mas você ainda tem mais quatro e a vida, que é mais importante! Seja forte e corajoso, até porque você não está nem nunca estará só: você tem uma família que te ama e te reintegrará à vida. Nunca desista porque nós não vamos desistir de você!
Após ter dito isso, Oliver pegou seu irmão pelo braço e o conduziu ao carro. Eles se despediram dos pais e seguiram rumo a fazenda, onde James já era esperado com muito carinho pela cunhada e pela sobrinha. Daisy, a sobrinha de James, logo se aproximou dele com muito carinho e atenção, o mesmo feito pela cunhada Cory.
Depois da chegada eles acomodaram James naquele que passaria a ser seu quarto. Ele deitou um pouco para esperar o almoço, enquanto na cozinha mãe e filha combinavam como se revezariam nos cuidados com o tio e cunhado. Então ficou certo que no horário que Daisy estivesse na faculdade, Cory sua cunhada cuidaria dele e que Oliver, quando não estivesse na lida da Fazenda, as ajudaria e assim tudo já estava acordado.
No decorrer dos meses, James foi se adaptando à sua nova realidade, o que deixava todos felizes, porque os dias sóbrios tinham se findado e, a cada dia ele se adequava mais e mais a rotina do lugar.
Daisy, por sua vez sempre teve um sentimento não tão convencional, de sobrinha e tio. Isso porque convivendo com James, a cada dia a jovem de dezenove anos fantasiava mais e mais estar nos braços dele, fazer amor com ele. Esse enganam se aquele era um desejo recente: era seu sonho desde os seus dezesseis anos. Não foi à toa que, em seu aniversário de dezessete anos ela pregou o maior susto nele, quando eles estavam nos fundos do salão de festas, ela chega cruza as mãos por trás do pescoço dele, sorrindo maliciosa:
- Quero meu presente agora, tio James - E do nada ela dá um puta beijo em seu tio, de tirar o fôlego.
James, no calor do momento retribui ardentemente, mas logo se afastam e o irmão de Oliver passa a evitar a sobrinha de todas as formas. Tanto que depois desse dia ele deixou de frequentar a fazenda, firmou compromisso ficando noivo, e assim se manteve distante até que a vida fez uma curva violenta, e o joga praticamente nos braços de sua sobrinha, que agora em tão pouco tempo tinha se tornado um tesão de mulher.
Porém não havia naquele mundo, quem dissesse que havia um tesão entre eles. Só que o destino resolve contribuir ainda mais para a realização dos desejos secretos de Daisy: assim que estava começando a primavera, tinha um evento rural muito importante na região de Valchery com exposição de gados premiados, hortaliças e como um dos fazendeiros mais importantes da região, Oliver o pai dela, não faltava um ano sequer. Isso sem contar que sua mãe era uma das senhoras que organizava o baile beneficente, o que garantidamente ficariam fora de casa por alguns dias, deixando a fazenda nas mãos do capataz e de Daisy.
Chegado o dia, os pais viajaram a deixando responsável por cuidar do tio, e isso era tudo que mais Daisy queria: ficar a sós com James. Então ela começa a elaborar um plano, que a possibilitasse ter uma noite de prazer com seu tio. Ela não podia simplesmente entrar no quarto dele e se entregar, pois por certo ele a rejeitaria. Então sem vacilar a jovem chamou sua melhor amiga, que era a filha do capataz da fazenda e explicou o plano para ela, que vibrou excitada com a ideia.
O plano consistia de Louise passar o dia inteiro na fazenda e se insinuar para James, o fazendo acreditar que ela estava afim dele e assim Louise fez: aproximou-se bastante para que James sentisse seu perfume e assim passaram o dia as duas ao redor dele. Louise ficava paparicando James, elogiando seu porte atlético, se aproximando e enfim ele acreditou. Só que o combinado era que quando fosse umas onze horas da noite, ela iria embora para sua casa sem que James percebesse.
Ao sinal de Daisy, Louise diz que já estava indo para o quarto, pois o sono já estava a dominar. Então todos entram para dentro da casa, James foi guiado até seu quarto e, ainda na porta, Louise lhe dá um beijo e da boa noite, ele corresponde e Daisy o ajuda a se arrumar para dormir. Ela dá um beijo no tio e depois sai, fechando a porta do quarto. Daisy conduz Louise até lá fora, volta em silêncio para casa, vai até seu quarto, prende os cabelos tal como os de Louise, coloca bastante do perfume dela por todo o corpo e segue para o quarto de James.
A jovem entrou em silêncio e se aproximou de seu tio, já lhe massageando o pau por cima do pijama, ele se assusta e pergunta:
- A Daisy sabe que você veio pra cá?
Daisy coloca a mão na boca de James, em sinal que ele se cale. Após isso ela lhe tira o pijama, a cueca, começa a beijar todo seu corpo, lambendo, dando umas mordidinhas, que já estava deixando seu tio louco de tesão. O pau já ereto, a fez brilhar ainda mais os olhos de desejo. A jovem lambeu, babou e chupou o pau do tio, até quase ele gozar. A essa altura do tesão, ela senta-se sobre James introduzindo todo o pau do próprio tio dentro de si. Daisy se esfregava, subia e descia alucinadamente, até que numa contração feita pela própria xota dela, eles explodiram num gozo intenso e maravilhoso. James e sua sobrinha ficaram deitados lado a lado, respirando ofegantes quando, sem se conter, a jovem o beija freneticamente, mas tomando muito cuidado para não emitir nenhum som, pra não ser descoberta e ser rejeitada mais uma vez. E depois de saciar seu desejo, a jovem deixa seu tio só e volta para seu quarto, se sentindo nas nuvens.
Na manhã seguinte quando eles estavam na sala de refeições, James pergunta:
- Daisy, cadê a Louise? Ela ainda dorme?
- Ela teve um chamado de casa e foi bem cedo embora.
James pigarreou a garganta e nada mais disse. Os dois tomaram o café e se dirigiram a varanda. James, em uma das poltronas e Daisy em outra à sua frente, quando ele fala:
- Daisy, chegue mais perto de mim.
A jovem levanta e vai até ele, ficando em pé na frente de seu tio. Ele estende a mão, ela segura e ele diz:
- Amei a noite de ontem quando vamos repetir?
A jovem ficou gaguejando e pergunta:
- Como... Como... Como o senhor descobriu?
James passa a explicar falando de algo que ela nem de longe ela poderia adivinhar. Ele então se reporta ao dia do aniversário dela, do beijo que trocaram. O homem de trinta e cinco anos abriu seus sentimentos a sua sobrinha, falando que aquele beijo ele tentou esquecer e até procurou em outras bocas, mas nunca achou nada igual. E que até por desejar ela, foi que ele se afastou deles. Daisy retruca, dizendo:
- Se o senhor me queria tanto, porque ficou noivo de outra?
- Porque a vida me ensinou que, nem tudo que queremos podemos ter.
Daisy então o questiona de novo:
- Se pensa assim, porque me perguntou quando teremos outra noite como a de ontem?
- Porque conheci a morte de perto e não vou mais obedecer regras que não me façam feliz. Quero você pra mim e sei que você também me quer, então te pergunto oficialmente: Aceita seguir viagem com um cego, mais que te ama?
Ela o abraça e selam esse amor com um beijo ardente e abalam toda a família com a notícia de que estavam namorando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
CEGA DE DESEJOS PELO TIO

Codigo do conto:
271628

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/09/2026

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