O velho ônibus, do senhor Allan, rodava pela estrada numa velocidade moderada, cerca de vinte pessoas cantavam louvores acomodados como podiam, dentro do veículo, que com os vidros das janelas todos abertos deixava como um breu o recinto. Aquela hora seriam quase duas da madrugada e a viagem seria demorada naquela velocidade.
O grupo dentro do ônibus voltava de um simpósio religioso de três dias, onde a temática fora sobre a valorização do ser humano. Como as famílias todas tinham muitos afazeres, nesta viagem veio somente Thomas e minha filha Carol, ficando suas irmãs e seus irmãos na companhia da mãe.
Carol é uma menina de dezoito anos, que namora o filho do pastor anglicano da comunidade em que eles fazem parte e os dois vivem a fazer planos para casar daqui a dois anos, com total apoio e bênçãos de todos, pois a jovial filha de Thomas é uma das mais fervorosas, ovelhas de toda a comunidade eclesial de onde moram. A volta seria longa e cansativa. Tanto que rapidamente se fez um silêncio ensurdecedor dentro daquele ônibus de passeio, onde mesmo a noite o calor era abrasador.
Carol, extenuada, se acomodou como pode, repousando a cabeça sobre minhas pernas deitada meio que encolhida. E assim que a cabeça dela tocou a coxa de Thomas, ele murmurou em voz baixa:
- Por mil demônios que habitam a terra! Estou ficando excitado!
Sem nunca ter passado, algo luxurioso sobre sua cabeça, pois nunca em momento algum de sua vida ele já tivera um gesto sequer malicioso, sobre alguma das suas filhas, algo se sucedeu quando o homem de quase cinquenta anos sentiu o rosto de Carol se comprimindo de encontro ao seu pau.
O calor do hálito quente, que exalava da boquinha dela, começou a provocar Thomas, o fazendo ter uma involuntária ereção. Ereção esta que o mesmo tentou dissimular se mexendo, para melhor acomodá-la sem que ela notasse o que estava ocorrendo. Mas o rosto de sua filha ficou ainda mais perto, e a boca de Carol praticamente ficou roçando o pau daquele homem sobre a calça. Aquela estrada de terra em péssimas condições de trafegar, fazia o veículo estar sempre dando solavancos, fazendo Carol ir e vir de encontro aquela protuberância que havia se formado entre as pernas de Thomas.
Por nenhum momento Carol demonstrou incomodo. Era como se aquele calor, que exalava entre as pernas de seu pai a embriagasse. O cheiro do sexo de Thomas transbordava nas jovens narinas de Carol. Seu pai então pode notar que ela comprimia o rosto, cada vez mais de encontro aquela protuberância pulsante entre as pernas do homem de quase meia idade.
Foi simplesmente por instinto, por sentir aquela estranha sensação que o excitava, que tal como um robô programado, o mesmo afagou os cabelos da filha, como se os penteasse com os dedos entrelaçando-os. Confesso que Thomas estava agindo maliciosamente e o mesmo teve a nítida sensação, que os olhares dele e de sua filha se cruzaram, dentro da negritude da noite. Mas a escuridão dentro e fora do ônibus era total: seria impossível se enxergar algo ali dentro. Mas o homem, mesmo no escuro, pode sentir um brilho luxurioso no olhar de sua filha.
Não posso falar como ousado ele estava, atrevidamente massageando os lóbulos das orelhas de Carol, enquanto que ela, com bastante suavidade, quase que de modo imperceptível, acarinhava o peito do próprio pai com uma das mãos, envolvendo os pelos grisalhos entre os dedos. Thomas então percorre as bochechas do rosto e também do nariz de Carol, apertando-o carinhosamente.
Carol deu um suspiro longo como se estivesse extasiada com as caricias de seu pai. Thomas passou os dedos por toda a extensão dos lábios dela, contornando-os. Ela, de modo atrevido, brincava com os dedos do pai, tentando abocanhá-los. Pareceu até que ela umedecera eles com a língua. E ainda curioso com toda essa situação, Thomas, com um pouco de suavidade, forçou o dedo indicador entre os lábios carnudos de sua filha. Ele sentiu mais uma vez que ela o olhava intensamente. Nesse momento, o pau dele pulsou como se tivesse vida própria e, quando sentiu que sua boca estava receptível naquela invasão, ela já engolia o dedo do próprio pai totalmente, mamando igual uma bezerrinha, quanto que ele em círculos, massageava o céu da boca da filha. E isto parecia excitá-la muito, pois a respiração de Carol estava entrecortada e o coração da jovem estava acelerado.
Carol sugava e tentava prender o dedo de seu pai entre seus lábios. Então Thomas levou a mão aos seios dela, os acariciando. Ele esperava um escândalo ou algo do tipo, mas Carol não oferecia nenhuma resistência, nenhum protesto. O homem desabotoou dois botões da blusa dela e tocou com suavidade naquela madrugada, os biquinhos dos seios da própria filha, apertando-os entre seus dedos. Ela se contorceu e elevou o rosto dando um suspiro profundo.
Por alguns instantes, Thomas afastou o dedo de dentro da boca de Carol. Um leve resmungo de protesto escapou dos lábios da jovem de dezoito anos. Então seu pai voltou com dois dedos entre eles. Ela os sugou gulosa, ávida, faminta e quase denunciando o que estava fazendo com o pai nos fundos daquele ônibus, com um gemido abafado e luxurioso. Depois disso ela segurou a mão de Thomas, não permitindo que ele retirasse os dedos, lambendo-os igual uma cadela esfomeada sorvendo sua própria saliva.
Foi então que Thomas começou a entrar e sair lentamente com os dedos na boca de Carol. Os gemidos dela eram grunhidos abafados que deixavam o pai com certo medo. Temeroso que alguém percebesse o que vinha ocorrendo, às vezes o homem de quase cinquenta anos fingia tossir alto, para disfarçar seus anseios. Foi aí que não suportando maios e tomado por uma luxúria indescritível, Thomas, meio sem jeito e com um pouco de dificuldade, sacou o pau, abrindo o zíper da calça e foi guiando a cabeça de Carol, que se virou de bruços sem tirar os dedos do pai da boca. Thomas puxou o rosto dela até a base do meu pau e foi ela mesma quem fez a troca dos dedos dele pelo pau, quase fazendo o pai urrar de prazer quando ela abocanhou e começou a mamar.
Com avidez, gulosa, Carol engoliu quase que na totalidade, o pau do próprio pai, sentindo o cheiro de suor que deixara úmido seus pelos, onde ela esfregava o nariz inalava o odor daqueles pentelhos, lambendo os pelos e passando a língua por eles. Carol beijou a cabeça do pau de Thomas, lambeu o gozo que fluía na uretra e sentiu o pulsar dele entre seus lábios.
Foi algo rápido, mas muito intenso. Bastaram três ou quatro movimentos de sucção, e Thomas gozou dentro da boca da própria filha, esguichando seis ou sete golfadas da porra dele, todinha na garganta de Carol. Ela engoliu sem perder uma gota sequer. E em um profundo estado de êxtase, o homem ficou forçando a cabeça da filha, enquanto o pau dele ainda pulsava dentro da boca da jovem. Carinhosamente ela ficou acariciando o pau do próprio pai com a língua, até ele aos poucos ir diminuindo e se encolhendo.
Faltava pouco, para finalmente Thomas e sua filha Carol retornarem para casa. Um sentimento de prazer e culpa o invadia e, ao mesmo tempo, demônios povoavam sua mente, fazendo com que sua consciência lhe desperte um misto de arrependimento e alegria, que invadia todo o seu ser, por toda a luxúria que ambos sentiram. E caminhando dentro do ônibus, indo para o lado de fora ainda incrédulo, ele vivenciava um prazer nunca antes imaginado. Isso sem contar o cheiro forte do sexo, que impregnava aquele meio de transporte.
Naquele momento Thomas sorri para si mesmo. Foi um riso sarcástico como nunca sorrira antes, quando ouviu uma das irmãs da igreja que companheira de viagem, protestando sobre um cheiro forte e estranho que sentira por todo caminho de volta. E mal sabia ela, que por causa de sua vida cheia de restrições, a mesma não era acostumada ao cheiro prazeroso do sexo proibido.
