O nome dela é Sarah: branca, cabelos loiros e olhos azuis, bem cuidada e apesar de malhar quase todos os dias, o que chama mais a atenção nela é seu bumbum avantajado. Ela é casada há 12 anos com um homem 15 anos mais velho do que ela, o Harry. Ela tem 43 anos e ele 58. Seu marido tem um filho do primeiro casamento chamado Brendan, que ela o chama carinhosamente de “meu menino” e o mesmo lhe chama de “mãezinha”. Brendan tem 20 anos, mora com a mãe em Anaheim, mas nas férias da faculdade, passa algum tempo com o pai e a madrasta em Long Beach. É um menino ótimo, bonito, que gosta de esportes, de conversar e é uma ótima companhia para as noites entediantes. No começo do relacionamento o sexo entre Sarah e Harry era algo fantástico. Trepavam quase todos os dias, faziam várias posições e gozavam aos montes. Noites, madrugadas, manhãs e tardes eram épicas naquela enorme casa em frente à praia. Mas de 05 anos para cá, o sexo foi esfriando. Foi ficando menos frequente, menos intenso e menos gostoso para o casal. Da parte de Sarah, o tesão, a vontade e a necessidade não diminuíram. Mas da parte de seu esposo Harry, a relação foi esfriando até chegar onde estão nesse exato momento. Para não deixar que a mesmice tomasse conta, Sarah tentou conversar, propor que seu esposo fizesse exames, tomasse Viagra. Aquela mulher, morrendo de amores por seu esposo tentou de tudo, mas sem sucesso. Agora as transas eram semanais, rápidas e ela raramente chegava ao orgasmo. Às vezes, após o sexo, bate um desespero no final: Sarah se descabela toda e berra com Harry, reclamando que quer mais, que quer pica e que quer gozar. Numa das vezes que a trepada não deu certo, Sarah não reparou que a porta do quarto não estava totalmente fechada. E no auge do desespero por não ter gozado, ela berrava que queria gozar, que queria um caralho duro, apertava o pênis de Harry: - Endurece porra! – Dizia Sarah masturbando o marido – Eu quero mais! Além de masturbar, ela chupava, mas nada: nenhum sinal de vida. De repente, ela ouviu um rangido de porta, virou-se, olhou e viu uma sombra se afastar: Brendan estava ouvindo a transa dela por trás da porta. Porém, ao invés de se preocupar, aquilo estranhamente a excitou. Foi aí que ela exagerou mais ainda na atitude e na performance, para que seu enteado Brendan ouvisse tudo. E com detalhes. Mas como daquele mato não saía nada, Sarah estava excitadíssima com a possibilidade de que Brendan a espreitasse e a desejasse. Tanto que sentiu sua xota bastante molhada. Resolveu então tomar um banho, para tentar esquecer aquela frustração toda. No banho, enquanto se lavava, tocou uma siririca deliciosa. E auge de sua excitação, e da sua inconsequência, após gozar com os dedos, resolveu provocar o rapaz para ver até onde a coisa ia. Assim que saiu do banho, colocou um shortinho de lycra rosa, com uma calcinha fio-dental por baixo e uma camisa de pano amarrada na cintura, frouxa e sem sutiã. Saindo do quarto, ela encontrou Brendan na sala e o chamou para conversarem na cozinha, enquanto preparava a janta. Quando o jovem bateu os olhos nela, dava para ver de longe, que eles brilharam de desejo. Brendan olhava para sua madrasta de cima a baixo, devorando-a. Na cozinha, Sarah podia sentir os olhos de seu enteado cravados na bunda dela. E em uma das vezes que se virou na direção dele, deu de cara com o enteado apertando o pênis duríssimo por cima do short. Neste dia, a provocação terminou ali. Mas aos poucos Sarah foi provocando mais. Ela foi em uma sexshop e comprou shorts mais curtos e apertados, além minissaias curtas e calcinhas fio-dental transparentes e aposentou o sutiã: não usava mais. Quando seu marido Harry não estava em casa, Sarah convidava Brendan para a piscina e a cada vez que iam, os biquínis dela eram cada vez menores, até que viraram fios dentais, com os seios saltando para fora das cortininhas. Brendan estava sempre alucinado, com o pênis extremamente duro e o quarto cheirando a sêmen. Mas por mais que ele desejasse sua madrasta, Sarah não iria dar o primeiro passo. E o que tinha começado como apenas uma brincadeira para aquela mulher de 43 anos, tinha se tornado uma obsessão. Sarah sonhava com o enteado, se masturbava pensando nele e quando Brendan não estava em casa, ela cheirava as cuecas sujas dele e as esfregava em sua xota. Era loucura demais para uma mulher vivida, mas ela desejava o enteado intensamente, mas nunca ficava a sós com ele. A oportunidade perfeita surgiu quando seu marido Harry viajou para Washington a negócios, por uma semana. Assim que ele viajou, Sarah chamou seu enteado Brendan para a piscina, que topou na mesma hora. Ela foi para o quarto e colocou um biquíni fio dental brasileiro, que desaparecia em sua bunda. Assim que saiu, foi no quarto de Brendan e presenteou o enteado com uma sunga, dizendo que era para ele usar aquela peça, ao invés do bermudão de costume. Ele aceitou o presente e disse que chegaria na piscina em cinco minutos. Quando Brendan chegou na piscina, o pênis estufava a sunga. Sarah, assim que bateu os olhos nele, sentiu a xota encharcar, mas manteve a compostura e serviu uma cerveja para ambos relaxarem e, com o calor convidativo de Long Beach, entrarem na água. Dentro da piscina, começaram uma brincadeira de jogar água um no outro. Com o tempo, mais o efeito relaxante das cervejas, a coisa evoluiu e acabou se tornando uma brincadeira adolescente de um agarrar o outro. Brendan, muito mais forte do que Sarah, dominou-a rapidamente por trás e ao abraçá-la, sua madrasta sentiu o pênis duro do jovem encaixar em sua enorme bunda. Excitada, ela forçou o rabo para trás e Brendan forçou mais. C0m o corpo arrepiado de tanta excitação, Sarah chamou Brendan para tomar mais uma cerveja e ele saiu da água com o pênis avolumado na sunga. Sarah começou a olhar descaradamente para o pênis do enteado começou a perguntar sobre namoradas, relacionamentos, mulheres e experiências. Ao ouvir aquele tipo de pergunta, Brendan se sentiu muito constrangido e começou a se esquivar. Mas apesar do constrangimento, seu pênis não abaixava. Sarah, ainda mais ousada por causa da cerveja e da excitação, foi direto ao ponto e perguntou se Brendan era virgem. Ele abaixou a cabeça e apenas balançou confirmando. O jovem, meio que gaguejando foi dizendo que era muito tímido, que quase não passava tempo com o pai, que a mãe o superprotegia demais e que não sabia o que fazer na presença de uma garota ou como se relacionar com garotas. Sarah, já bem alta e com o corpo inteiro arrepiado de excitação, perguntou se pelo menos Brendan tinha beijado muitas garotas. O jovem disse que foram poucas. Ao revelar aquilo, parecia que o mesmo ia se encolhendo. Sarah foi, se aproximando, chegando perto e ao ficar olho no olho com seu enteado, perguntou seriamente quantas foram, e Brendan disse três. - Como isto é possível, Brendan? Disse ela sem tirar os olhos dos lábios do enteado – Um rapaz bonito como você, inexperiente? Temos que resolver isso já! Sem pensar duas vezes, Sarah colocou uma das mãos na nuca de Brendan, puxou o rosto dele para ela e lhe deu um tremendo beijo de língua. Um beijo demorado, quente e devorador, que não para ambos, não terminaria nunca. - Gostou, Brendan? – Disse Sarah olhando para o jovem, sorrindo bastante excitada. - Muito, mãezinha! – Disse o jovem, bastante animado. - Você precisa aprender muito mais – disse a madrasta com os mamilos excitados no biquíni - mas temos a semana toda para praticar. E após dizer aquilo, enteado e madrasta continuaram a se beijar sem parar. O resto do dia, aonde Sarah ia, Brendan ia atrás e queria beijá-la. Sua madrasta também queria muito, mas queria mais. Porém ela sabe que não podia ir muito rápido, pois queria saborear aquele jovem devagar. Por isso naquela noite tomou um banho, colocou um baby-doll rendado preto bem curtinho, tocou uma siririca demorada, porém deliciosa e após gozar, dormiu o sono dos anjos. Na manhã seguinte, Sarah acordou antes de Brendan e foi para a cozinha preparar o café. Meia hora depois seu enteado chegou, a abraçou por trás, beijou-a no pescoço, a enlaçou pela cintura e encaixou o pênis já duro na enorme bunda de sua madrasta e se esfregou gostoso, deixando-a excitada logo pela manhã. Sentindo o sinal verde, o jovem subiu as mãos e pegou nos seios maduros de Sarah. Ela se arrepiou toda, mas deixou ele se deliciar apenas um pouquinho e tirei as mãos. - Fazer isto não pode! – Disse Sarah colocando as mãos do enterrado novamente em sua cintura – Está cedo demais! Brendan fez beicinho, mas não insistiu, pelo contrário: virou sua madrasta de frente, beijando-a com vontade, segurou a bunda, apertando com um pouco de força e voltou a beijá-la. Mais uma vez segurou os seios dela, só que dessa vez sua madrasta deixou, enlouquecida pelo desejo. O jovem, encorajado pela liberdade de dada por sua madrasta, abriu o baby-doll dela e mamou nos seios dela, de uma maneira extremamente maravilhosa. O pênis do jovem roçava no grelo de Sarah, levando aquela mulher de 43 anos à loucura. Enquanto mamava, pegou a mão da madrasta e a colocou no pênis duro por cima do short. Sarah apertou e o sentiu pulsar, quente, duro e delicioso. Mas logo soltou e se afastou: – Meu menino, não podemos fazer isso, pois não é certo. – disse ela com ar de seriedade, mas com a calcinha extremamente encharcada de desejo - Seu pai é um ótimo homem, não merece isso. – Eu sei disso, mas você está me enlouquecendo, mãezinha! – Disse o jovem com o pênis ereto, apontado pra cima e latejando – Sem contar que eu ouvi você aos berros no quarto, dizendo que você queria gozar e que queria um caralho duro! Mãezinha é isto que eu quero te dar: um caralho duro para fazer você gozar! – Disse Brendan apertando o caralho duro e avolumado no short. Sarah sabia que seu enteado estava certo. Ainda mais porque foi ela quem o tinha seduzido. Mas faltava um último detalhe, para Sarah se entregar definitivamente ao seu enteado Brendan. Ela tirou a calcinha – branca, rendada – na frente dele e a entregou para o menino dela. Seu enteado a olhava surpreso e, ao mesmo tempo, não conseguia desviar o olhar da xota dela, que era totalmente depilada na cera quente. Olhando o jovem paralisado pelo desejo, ela falou: – Meu menino, vou trabalhar. – Disse ela girando a calcinha na ponta do dedo - Mas deixo este presentinho para você se divertir. Faça bom proveito, mas... Vou querer de volta quando chegar. Após dizer isso, Sarah não falou mais nada, deixou seu enteado na cozinha e foi se arrumar para o trabalho. Mas o seu dia no trabalho foi totalmente improdutivo. Ela não conseguia pensar em mais nada a não ser em Brendan. Sua xota encharcava e encharcava a calcinha por cima da calça. Ela saiu mais cedo do trabalho, tomou um banho de banheira, passou creme por todo o corpo e escolheu um perfume feito à base de feromônios, que comprou em uma sex shop, quando estava a caminho de casa. Após esse ritual, vestiu um baby-doll de oncinha transparente, com uma calcinha fio-dental enfiada no rabo, também de oncinha, além de um salto alto preto, básico. Desta noite, seu enteado não passava! Meia hora depois Brendan chegou, vindo do shopping. Assim que viu sua madrasta super gostosa, lhe deu um beijo de tirar o fôlego. E após uns dois minutos se beijando, olhou para e falou: – Que gata tesuda! Você é a mãezinha mais safada e gostosa do mundo! – E você, aproveitou o meu presente menino? Cadê ele? Vai buscar. Brendan ficou um pouco vermelho de vergonha, mas foi lá dentro e voltou com a calcinha de sua madrasta na mão. Ela estava ensopada de porra, ainda pingando. Mas entregou-a com uma cara de safado. Sarah pegou, cheirou e olhando para seu enteado, abriu as pernas e esfregou a calcinha cheia de porra na xota, por cima da calcinha. – Tira o caralho para fora, meu meninão – disse Sarah sem escrúpulos de tão excitada que estava - e me dá ele aqui, pra eu beber este leitinho fresco! Sem pensar duas vezes, Brendan abriu a bermuda e colocou o pênis para fora. O que sua madrasta viu era muito melhor do que ela esperava. Aquele pênis dentro do parquinho dela ia ser muita diversão, pois era grande, grosso, cabeçudo, cheio de veias, lisinho, cheiroso e pulsante, como se tivesse vida própria. Sem pensar demais, Sarah colocou ele na boca e mamou, lambeu, masturbou com a boca, engoliu as bolas, lambeu debaixo do saco e engoliu novamente. Seu enteado gemia com as duas mãos segurando a cabeça dela, seguindo a mamada que estava recebendo. Mas era ela, a mais experiente que estava no comando. Tanto que quando Brendan acelerava o movimento para gozar logo, ela diminuía o ritmo, se ele se acalmava, ela acelerava, etc. Seu menino iria gozar muito com ela, mas era a mãezinha quem mandava. E quando ela achou que já tinha judiado muito dele, deixou o gozo de seu enteado vir. E como veio: o jovem jorrou muita porra, que foi escorrendo pela boca, pingando nos seios de Sarah, que se esfregava no pênis de Brendan, deixando o rosto inteiramente gozado, o os seios e o baby-doll ensopados daquela seiva quente e bruta. – Mãezinha, você me matou de gozar! – Disse o jovem impressionado por ter gozado tanto - Quero comer sua buceta! Sarah puxou ele para ela e deu um chupão em sua língua. Seu enteado correspondeu beijando-lhe a boca cheia de porra. Isso a excitou tanto, que ela o fez mamar o resto que estava nos seios. Extasiada, mas ainda dona da situação, Sarah mandou seu enteado esperar no sofá e foi no quarto. Lá ela abriu a última gaveta da cômoda, pegou um consolo grosso, um pote de creme facial e voltou. Ela estava determinada a não ter mais limites, ser uma puta completa e correr atrás do tempo perdido. Tanto que entregou o consolo para seu menino: – Calma meu menino! Você vai comer minha xota hoje, amanhã e todos os dias em que tivermos oportunidade. – Disse ela passando creme facial no consolo - Mas antes quero que você rasgue meu cu com esse vibrador delicioso. Os olhos de Brendan brilharam, porque só nos sonhos e nas punhetas é que ele podia imaginar isto acontecendo. Sarah sentou no sofá, abriu as pernas e falou para seu enteado enfiar o consolo na xota. O jovem pincelou na entrada e foi enfiando devagar, tirando e botando, até entrar tudo. Ele lambuzou o pênis de creme, a entrada do cu de sua madrasta, enfiou dois dedos, mexeu um pouco até lacear e mandou sua madrasta se virar e abrir o rabo. Assim que ela ficou na posição, ele arregaçou a enorme bunda de Sarah, botou a cabeça na porta e foi empurrando, sem pena. O cogumelo era grande e o cu dela estava sem uso há muito tempo. Tanto que Sarah pediu para ele ir devagar. Então ele ia e voltava, mesmo ela sentindo fortes dores devido à falta de prática nos últimos meses. Mas ela queria seu enteado todo por trás. E quando o tesão aumentou e as pregas dilataram mais, passou a cabeça. Sarah sentiu uma sensação deliciosa de jovialidade percorrendo todo o seu corpo, cada vez que Brendan ia empurrando o pênis, rasgando-a, ela berrava que que estava doendo, mas berrava: – Soca seu puto! Soca forte! Me rasga por trás! Abusa da sua mãezinha cachorra! - Gritava Sarah, como que possuída pelo próprio demônio da luxúria - Bate na minha bunda até ela ficar roxa, me segura pelos cabelos feito uma égua e usa toda! Sarah estava enlouquecida, mas não se sabe se estava no paraíso ou no inferno, com o consolo na xota e seu enteado a estava sodomizando com vontade. E aquilo para ela estava tão bom, que em poucos minutos veio o primeiro gozo: forte, intenso e demorado. Sarah se tremia e quase desmaiou. Seu menino se assustou um pouco com aquilo tudo e quase esfria. Mas ela estava ali, mantendo a ordem. – Parou por quê? Mete, soca, rasga! Me fode como macho, fode meu cu que o corno do seu paizinho não dá mais conta! – Falava ela de uma maneira sexualmente ensandecida - Eu quero gozar mais, quero que você me mate de tanto gozar! Depois de não se sabe mais quantos gozos, Sarah estava suada, usada e gasta, mas sentia-se no paraíso, pois seu menino despejou o leite quente e bruto, todo no dentro do cu dela. Ele gozou aos gritos, batendo forte na bunda dela, xingando sua madrasta, sua própria madrasta de vadia, piranha, puta e vários outros pejorativos. Cansado com essa transa, o pênis foi saindo, com a porra escorrendo. Sarah colheu o que pode com as mãos, bebeu e se lambuzou. Estava porca, depois de se sujar com tanta porra, mas estava feliz. – Meu meninão, eu preciso de um banho, - disse ela olhando para Brendan com ar de menininha - você me lava todinha? Seu enteado e agora amante a pegou no colo, levou-a para o banheiro, tirou-lhe 0 baby-doll, lavou sua madrasta por inteiro, massageou-lhe os cabelos com shampoo e a beijou, cheio de amores por ela. Sarah não sabia se estava acordada ou se sonhava. Brendan dedilhou bem lentamente o grelo de sua madrasta enquanto a beijava. Depois começou a passar a língua na orelha dela, enlouquecendo-a ainda mais, descendo a boca e caindo de boca nos volumosos seios de sua madrasta. Sarah se encostou na parede do chuveiro e sentiu que ia gozar de novo. Brendan a segurou e o gozo veio diferente, devagar, lento, em meio aos beijos, sempre com o menino dela a amparando. Ao final, Brendan a enxugou, a pegou no colo e a levou para a cama. Lá ele abriu as pernas de sua madrasta e a chupou gostoso. Sarah não tinha quase mais forças, depois de tanto gozar. Mas ela sabia que não podia negar a xota para o seu menino. Ele chupou mais um pouco o grelo dela e pediu: – Mãezinha, - disse o jovem já se posicionando - quero foder sua xota! – Vem meu menino, mas vem devagar que sua mãezinha está arrasada: - disse Sarah abrindo as pernas para receber o enteado - você acabou com ela. Brendan pincelou o pênis duro como rocha na portinha da xota de sua madrasta e meteu. Entrou fácil, deslizando, preenchendo Sarah e a fazendo vibrar por inteiro! Seu enteado a colocou no colo, segurou a bunda dela, meteu e tirou gentilmente. Enquanto fazia isso, beijava a boca de sua madrasta, mordia-lhe os mamilos, e sua mente estava límpida, como se um enorme peso na consciência tivesse sido retirado, depois daquele primeiro orgasmo, além de sentir sua xota preenchida com um pênis de aço. Mexendo os quadris mesmo sem forças, ela sentiu que o gozo vinha e falou no ouvido de seu enteado: – Mete gostoso, vamos gozar juntos, me beija! O gozo estava vindo devagar. O pênis inchando dentro da xota ultra sensível de tanto gozar, fazia Sarah gemer, chorar, mas ela pedia para seu enteado não parar. Brendan arfava, anunciando seu gozo. O gozo de Sarah veio junto, num segundo orgasmo longo, delicioso, intenso, o melhor que ela já teve na vida! Sarah, depois daquela transa, sabe que ia ter que esperar as férias da Faculdade de Brendan para poder tê-lo em sua casa em Long Beach, mas sabe também que qualquer oportunidade que ele tivesse, ele aproveitaria para vir vê-la. E enquanto gozava entre lágrimas sentada no pênis de seu enteado, ela percebe que daquele dia em diante tudo ia ser diferente, pois seu menino superou todas as expectativas, se tornando tudo que ela sonhava, para dentro de casa.
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