DEIXANDO O NINHO

Desde que seu único filho se casou e para não sofrer tanto com a solidão, Felícia Spencer, uma chef de cozinha bastante conhecida em Hell’s Kitchen, passou a dividir o aluguel do apartamento com a jovem Clarice. Nessa época, a jovem tinha 21 anos, estudava Design de Moda e trabalhava numa boutique em Nova York. Felícia, que já estava divorciada há mais de oito anos, e só alguns flertes haviam acontecido, vivia apenas para o trabalho e o tempo que tinha livre, ficava conversando com Clarice, que era mais baladeira, mas quando resolvia ficar dentro do apartamento, parecia que ia enraizar dentro dele.
A convivência entre senhoria e inquilina era das mais pacíficas, até que começou uma suspeita, vida da parte de Felícia. Ela estranhava que Clarice, alta, loira, corpo sarado e de uma beleza encantadora, nunca trouxera nenhum namorado para o apartamento, ou conversou com Felícia sobre relacionamentos. “Seria ela lésbica?”, Felícia pensava. Desse dia em diante, mesmo sabendo que era errado e ela poderia ser processada, ela passou a fuçar as coisas de sua inquilina. Felícia passou dias e mais dias procurando evidências, mas nada de errado conseguiu encontrar. Restou por último, o notebook de Clarice.
Uma vez Clarice tinha ajudado Felícia a recuperar a senha do e-mail dela, que ela havia esquecido. Ela usou o mesmo truque para descobrir a senha do e-mail de Clarice, mesmo sabendo que é errado, mas foi ver as correspondências da inquilina e conseguiu. Na caixa de entrada havia muitos e-mails. Porém Felícia quase caiu de costas ao ler o primeiro. A remetente dizia que transava com uma mulher madura de uns quarenta anos. E pior era que a remetente incentivava Clarice a fazer o mesmo.
Outras falavam sobre desejos por mulheres maduras, de forma vulgar, como se aquilo fosse banal. Abalada com o que estava lendo, Felícia foi à caixa de e-mails enviados e o que descobriu foi muito mais estarrecedor. Neles, Clarice descrevia sua senhoria de maneira minuciosa, dizia do seu tesão por ela e até fantasiava relações sexuais.
Antes ela não soubesse daquela descoberta chocante. A jovem que Felícia abrigou dentro de seu apartamento a queria como mulher. E ela nunca tinha percebido nada. Nem passou pela sua cabeça um desatino desses. Mas Felícia não era de se jogar fora. O jeito jovial dela disfarçava os seus 44 anos. Até o momento ela não tinha arranjado homem porque não quis mesmo. Propostas não faltaram e não faltam, no restaurante onde ela trabalha. Mas com tantas garotas jovens por aí, Clarice foi se interessar logo nela, a sua senhoria?
Desse dia em diante, Felícia passou a observar melhor sua inquilina. Pela primeira vez a olhou, não com olhar de mulher mais velha. Mas como uma fêmea dominante, apreciando uma outra mais jovem e mais atraente. E esse foi o prelúdio dos seus tormentos. Ela leu e releu todos os e-mails. E de tanto ler, ela já não sentia a repulsa da leitura inicial. Os textos lhe causavam uma estranha sensação. Um calor jamais sentido antes por homem nenhum. Muito menos o seu ex-marido.
- Poxa, o que está acontecendo comigo: - pensava ela – será que também sou lésbica?
Pela cabeça de Felícia passavam mil coisas e seus próprios pensamentos começavam a lhe tirar o sono: "Ela devia falar com Clarice? Ela devia confessar que tinha lido os e-mails? Ela devia falar que, pelos padrões morais, aquilo era errado? O que pensaria seu filho, seus irmãos, o pessoal da igreja e os vizinhos?".
Mas apesar de todo o nervosismo e tensão que estava sofrendo, aquela situação toda lhe massageava o ego. Sua inquilina, linda, jovem e elegante a desejava. Alguns trechos dos e-mails martelavam em sua cabeça quase todo o tempo: "Minha senhoria é gostosa demais! Que peitões lindos!", "Aquela bundona me deixou de grelo inchado", "Toquei uma siririca hoje, pelas suas coxas brancas e lisinhas", "Vi ela de lingerie no banheiro. Fiquei louca de desejo. Que vontade de comer ela com meu vibro!".
Desse dia em diante a mulher adormecida em Felícia, despertava com novos olhos. Ela voltou a frequentar o cabeleireiro e a manicure, reiniciou a dieta, renovou o guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres e sensuais. E quando comprava lingeries novas e ousadas, ao estreá-las, passou a pedir a opinião de Clarice.
Mesmo sabendo do despropósito de estar fazendo aquilo tudo, Felícia não tinha forças para reagir. Aliás, parte dela não queria reagir. Os dias foram passando e ela, ficava cada vez mais doida. Os pijamas de antigamente foram aposentados. Felícia passou a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos seus belos seios e coxas.
Clarice fingia indiferença, mas, ao ler os e-mails dela, Felícia a percebia mais excitada, numa verdadeira escalada de tesão alucinante. E ela estava dando corda, fazendo a jovem consumir os dedos de tanto se masturbar. Desse dia em diante não se sabe porque motivo, mesmo se tratando de senhoria e inquilina, Felícia e Clarice passaram a se beijar na face toda vez que se viam ou chegavam de seus trabalhos.
Mas certo dia, em uma manhã de sábado agitada em Hell’s Kitchen, os lábios das duas se encontraram. Esqueceram a posição que tinham perante a outra, dentro daquele apartamento e se beijaram na boca, de forma natural, com desejo. Mas Felícia esquivou-se perturbada, ao constatar que tinha sentido prazer, pois seu corpo inteiro estava eriçado. Foi quando os contatos físicos das duas foram aumentando. À princípio como brincadeiras de amigas que se tornaram e depois os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris foram ficando cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo, para a descoberta do novo acontecer.
Foi numa noite de sexta-feira em que abusaram um pouco do vinho. Estavam deitadas na sala, no sofá-cama sob a coberta, assistindo um filme, pois coincidentemente as duas ganharam uma folga juntas no mesmo fim-de-semana. Instintivamente a mão de Clarice roçou os seios de Felícia e a jovem sentiu os biquinhos daquela mulher amadurecida ficarem durinhos na hora. E a onda de prazer chegou no meio das pernas de Felícia, causando umidade e até mesmo contrações.
Felícia tentou culpar a bebida. Mas na verdade, o desejo reprimido guiou a mão direita dela até a xota úmida e quente de Clarice. Mas para a chef renomada, só apalpar já não a satisfazia. As duas não falaram nada naquele momento. O silêncio era a única testemunha daquele fogo despertado. Felícia levantou a camisolinha de Clarice e encheu a mão em seu sexo quente e molhado. Era delicioso para Felícia, o contato daquela xota molhada e quente na palma da mão. A mulher de 44 anos masturbou aquela xota jovem suavemente. A respiração ofegante de Clarice denunciava o prazer que sentia.
- Ah... Que bom, ah, dona Felícia, muito bom. – Gemia a jovem, mordendo os lábios e de olhos cerrados – Não aguento mais... Não aguento... ah, vou gozar!
O mel quente, perfumado e viscoso, escorrido do sexo de Clarice, melou as coxas e o lençol. A xota da jovem ficou pulsando, com o mel viscoso escorrendo entre os dedos de Felícia. Ela deveria ter gostado do que tinha feito. Mas estava tão morta de vergonha, que Felícia correu ao banheiro social para pegar papel e limpar a mão. Clarice veio atrás, hipnotizada e ainda zonza com o que tinha acabado de acontecer. Ela agarrou Felícia por trás e ficou se esfregando nela: estava sem calcinha.
Felícia sentiu-se culpada, por brincar com fogo. E agora estava sentido o calor, prestes a ser queimada na fogueira como uma bruxa medieval, que nada mais era do que um misto de arrependimento por ter cedido e deixar chegar àquele ponto. Clarice queria mais. Ela também, mas, tudo aquilo era loucura. A xota de Clarice estava novamente molhada e os bicos dois seios dela, bastante duros, encostando nas costas e nádegas daquela loba que não resistiu a fome de prazer e acabara de se alimentar.
Como que por instinto, Felícia ajoelhou no banheiro, levantou a camisola da jovem estilista e abocanhou a xota lisinha de Clarice. E la já não tinha medo do que as pessoas iriam falar: sentia-se livre pelo que estava fazendo. Era a primeira vez que ela colocava uma xota inchada, lisa e extremamente molhada em sua boca. E enquanto chupava a grutinha, ela masturbava o grelo de Clarice, para que ela gozasse logo. Clarice gemia e empurrava a xota na boca de Felícia, a sufocando e fazendo-a respirar com um pouco de dificuldade. E gozou de novo.
Felícia engoliu todo o gozo quentinho da jovem e limpou a xota de Clarice por inteiro, dando chupadinhas, deixando-a lisinha e brilhante com sua saliva. Mais calmas, Felícia disse a Clarice que aquilo era errado e que não deveria jamais se repetir, que ela deveria arrumar um namorado, ou uma namorada. Clarice pareceu nem prestar atenção numa palavra que Felícia falava. A jovem estava tão extasiada que começou a se declarar, dizendo que amava Felícia e que nenhuma outra mulher interessava.
Os dias seguintes foram difíceis para Felícia, com Clarice sempre tentando transar com ela utilizando um vibrador e ela se esquivando, querendo, mas fugindo. Felícia só fazia oral na jovem e a masturbava. E quanto mais fazia isso, mais Clarice ficava mais tarada, tentando possuí-la. Felícia era tão iniciante nesse tipo de amor, que achava que não deixando Clarice colocar os dedos e a língua dentro da xota dela, não seria considerado relação amorosa e sim apenas troca de carícias.
Felícia procurava se convencer ao máximo, que o que fazia com aquela jovem dentro de seu apartamento era só uma forma de uma mulher satisfazer a outra. Nada demais. O problema é que Clarice estava ficando cada vez mais ardorosa e ousada. As tentativas da jovem de tirar a calcinha de Felícia, muitas vezes acabavam em luta.
Clarice tentava chupar a xota de Felícia. E aquilo causava um prazer incontrolável naquela mulher amadurecida, enfraquecendo sua determinação cada vez mais. Certa vez, Clarice quase conseguiu pegar Felícia na marra. E por pouco Felícia não se entregou a ela. Ela tinha que dar um jeito naquilo e ficou procurando uma solução por vários dias até que, lendo uma revista na recepção do ginecologista, Felícia tinha visto um artigo e ao chegar no apartamento, sugeriu que ela e Clarice fossem numa casa de swing. Felícia tinha esperança que a jovem encontrasse outra mulher e a deixasse em paz. A aventura foi um desastre. Quem acabou assediada por outras mulheres foi Felícia. E a briga entre Clarice e as outras mulheres, foi feia.
Ao chegarem de volta ao apartamento Clarice, tomada de ciúmes, pôs Felícia contra a parede e ambas acabaram discutindo feio. Senhoria e inquilina ficaram sem se falar por vários dias. Felícia, ressentida com a discussão, sentia que precisava fazer as pazes. Foi aí que ela se lembrou de que quando seu filho era criança, ela sempre prometia algo para o natal ou no aniversário dele. E, num momento de insensatez, ela acabou prometendo deixar Clarice transar com ela no aniversário dela. E ficaram novamente de bem, pois além de faltarem poucas semanas para Clarice completar 22 anos, era tudo o que a jovem mais queria.
Os dias se passavam e aniversário de Clarice estava se aproximando. E Felícia, arrependida da promessa, passava os dias se auto repreendendo. Clarice até tinha parado de insistir em transar com Felícia na marra. Ela abraçava aquela mulher feita e a beijava com muito carinho, sempre se lembrando da promessa que Felícia fez, como se fosse uma agenda eletrônica que alertava sempre do mesmo compromisso fixo, todos os dias.
Mas por pior que parecesse, Felícia também desejava sentir o corpo daquela jovem junto ao seu. Uma moça linda, no auge da juventude, toda tarada por uma loba. E ela estava amando Clarice mais do que já amou na vida, pois nenhum homem conseguiu despertar nela, sentimentos como Clarice havia conseguido. Mas, a consciência lhe pesava tanto, que freava todos os seus desejos. Felícia queria e ao mesmo tempo, tinha esperanças de que nada iria acontecer. Ou que não podia ocorrer de verdade, apesar dela já estar usando lingeries sensuais diferentes, desde o dia em que prometeu entregar-se de corpo e alma a Clarice.
E o dia fatídico chegou. Felícia acordou com Clarice deitada ao seu lado a beijando, cobrando o presente prometido.
- Agora não, Clarice. – Disse Felícia tentando ganhar tempo - À noite, tá?
- Tá bom, minha gostosa! – Disse a jovem feliz e ansiosa - Pra quem esperou tanto, mais algumas horas...
Clarice disse isso e foi para o trabalho. E após sair do apartamento, as horas começaram a ser as mais agoniantes da vida de Felícia.
Felícia estava aérea, sem conseguir se concentrar em nada. Ligou para o seu assistente no restaurante, dizendo que não iria poder ir, pois não estava se sentindo bem. Passou a manhã assistindo TV como se estivesse num país estranho. Via as imagens, ouvia os sons e era como se tudo aquilo fosse outra língua. Nada entrava em sua mente a não ser o sexo lésbico iminente e como evitá-lo.
O dia chegava ao fim em Hell’s Kitchen. Felícia ligou apenas a lâmpada do corredor. Deixou o apartamento na penumbra, como se escuridão pudesse ocultar o turbilhão de sentimentos contraditórios que lhe assolava. Tomou uma ducha e vestiu um conjunto de calcinha e camisola vermelho-sangue, que usava quando trazia algum namoradinho para seu apartamento.
Sentou-se na penteadeira e começou a se maquiar. Ao pentear os cabelos, contemplou o próprio sorriso no espelho, ao se imaginar como uma puta, esperando o seu cliente predileto. Ainda que envergonhada, passou um batom vermelho, deixando os lábios mais sensuais. Ela não se reconhecia, mas sabia que aquela mulher não era mais Felícia Spencer, uma das principais chefs de cozinha de Hell’s Kitchen. Era outra mulher qualquer, mas já se sentia apaixonada por aquela nova mulher.
Quando Clarice chegou, ela, que já a esperava sentada no sofá, foi dar o rosto para ser beijada. Clarice já chegou agarrando-a firme, com uma pegada surpreendente, dando um beijo atrevido, molhado. E Felícia correspondia, com língua e tudo mais. Os seios de mamilos duros das duas, roçavam-se, como se também estivessem se beijando. Clarice já foi se desnudando apressada, jogando as roupas pelo caminho do quarto de Felícia. A mulher que tantos homens seduzia, também já não raciocinava mais. Estavam ambas fora de si, tomadas pelo desejo. E foi Clarice quem tirou a calcinha de Felícia: a última barreira que existia entre os sexos das duas. Ambas caíram grudadas na cama e rolaram, até Clarice ficar por cima.
A jovem tinha a pressa dos inexperientes. Felícia esboçava uma fraca reação a tantas explosões sentimentais de paixão que saíam de seu corpo, sua alma e sua essência. De repente ela sentiu um membro duro e inchado cutucando-a no baixo ventre, procurando a entrada de sua xota: Clarice estava usando um vibrador com cinta, que possuía um massageador de grelo na parte de dentro e uma bomba, usada pra esguichar um gozo artificial. Felícia, ao ver Clarice usando aquele membro de borracha na cintura queria parar ali, mas já não tinha mais forças. O desejo do prazer lhe dominava, impedindo qualquer reação.
Quando aquele vibrador adentrou nos seus lábios vaginais, a sensação foi tão gostosa que acabou com as defesas que ela tanto tentou ter. Tomada pelo desejo, ela abriu as pernas e se preparou para ser penetrada. A cabeça rombuda entrou, esticando-lhe as carnes.
- Ah... Clarice... - disse Felícia, soltando um gemido lascivo de prazer. – Não faz isso comigo!
A xota daquela mulher de 44 anos ardia, já que há muito não era visitada. Clarice empurrava o vibro com vigor. E usava o peso dela e as mãos para imobilizar Felícia, como se temendo que ela desistisse. E aquela mulher amadurecida apenas ficou parada, sentindo o avanço de cada centímetro daquele vibrador dentro dela. Um prazer incrível e já quase esquecido tomou conta de seu ser. E mal entrou tudo, Clarice começou a socar.
- Ah, entrou, entrou! Ah, que xota apertadinha! - dizia a jovem gemendo, quase como uma vadia - Ah, gostosa, gostosa, tá tudo dentro! Ah, dona Felícia eu te amo, como você é gostosa!
A palavra "dona", fez Felícia se lembrar com quem ela estava fazendo amor. Sim, ela estava tendo relações com uma jovem que tem idade para ser filha dela. Uma jovem que poderia ser parte do corpo dela, que poderia ter saído de dentro dela, estava ali para lhe dar prazer, toda enfiada em sua xota com um vibrador, preenchendo suas carnes mais íntimas.
Era insano e angustiante para aquela mulher de mais de quarenta, pensar naquilo. Felícia sentia-se toda preenchida e saciada por um pênis de borracha, oriundo do amor proibido de uma jovem que ela acolheu debaixo de seu teto. Estava ocorrendo naquele momento, a quebra de um tabu social. Algo que seria terrivelmente embaraçoso, se algum parente viesse a saber. Ela estava sendo possuída por alguém que, por mais que a mesma tivesse a mente aberta, a deixava morta de vergonha. Mas o vai e vem do vibrador dentro dela era incrivelmente delicioso. E não conseguindo mais se controlar, ela teve um orgasmo arrebatador.
E já estava sentindo que outro viria, quando sentiu que Clarice gozou. Seu corpo se tremeu todo e depois parou, ficando imóvel. Só o vibrador ficou dentro dela, jorrando uma imitação esperma quentinho bem no fundo da xota dela. Clarice tinha pensando em tudo, enquanto estava fora.
A respiração de Felícia foi se acalmando, ao mesmo tempo em que a lucidez voltava e fazia o coração dela bater descompassado. Sentiu-se suja, a mais depravada das mulheres. De sua xota, minava o sêmen artificial do vibrador de uma jovem, mas ela resolveu não pensar mais. O amor que sentia naquele momento por Clarice falou mais alto. Desta vez, foi ela mesma que a puxou para ficar colada com ela, com força, enlaçando-a com braços e pernas. Não queria que aquela jovem com idade para ser sua filha, saísse de perto dela. Ela era dela. E sempre seria dela! Clarice agora era o amor, a vida de Felícia.
- Te amo... - Clarice veio dizendo no ouvido de Felícia, quase adormecendo de prazer - Eu te amo muito, Felícia...
- Também te amo, Clarice – Disse Felícia retribuindo a declaração da jovem.
E beijaram-se ardentemente, sem nenhum tipo de pudor ou vergonha do que tinham acabado de fazer, dormindo abraçadas até o outro dia. Se elas sentem-se arrependidas? Às vezes. Porém, agora são mais alegres, felizes, se sentindo mais vivas, mais mulheres. Com novas descobertas, fantasias e sensações. Talvez libertinas até demais. Clarice, com 22 anos, cheia de desejos, a procurando a toda hora, enchendo o coração de Felícia de amor e sua xota de porra. Artificial por vir de um vibrador, mas uma gostosa porra.
O ardor da juventude de Clarice, foi como fertilizante numa flor murcha, revitalizando-a. Felícia nunca ficou assim, toda molhada, tão no cio. E se por dentro ela mudou, por fora mudou muito mais. Ela agora está malhando, se arrumando, sempre vestida sensualmente quando está fora do restaurante e chamando a atenção dos homens e, agora também, das mulheres.
Sua inquilina agora, para ela é a pessoa mais linda e importante no mundo. Importante porque ela a conhece tão bem e sempre viveu com ela, desde que veio morar em seu apartamento. De vez em quando transam de forma animalesca. Sexo gostoso, com amor, respeito e carinho, feito com tesão, entre uma mulher madura e uma mulher jovem, que depois do clímax, aflora o carinho, o amor fraternal que ambas têm uma pela outra.
                                
Foto 1 do Conto erotico: DEIXANDO O NINHO


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Ficha do conto

Foto Perfil luteciofalu854
luteciofalu854

Nome do conto:
DEIXANDO O NINHO

Codigo do conto:
268938

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
02/08/2026

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