O ANJO POSSUÍDO



Nunca em sua sã consciência, Ted poderia imaginar tudo o que vem acontecendo em sua vida. Ele se separou há cinco anos atrás, veio morar numa casa a quinze minutos da cidade e virou rotina todos os fins de semana sua filha Jade vir ficar com ele, já que a mãe nunca empatou que a relação entre pai e filha se abalasse.

Ted transformou um dos quartos numa suíte e Jade ficou muito lisonjeada de ter um local só dela. O homem pode jurar que nunca antes ele teve qualquer desejo sexual por ela, que completara já seus dezoito anos, mas era óbvio que ela já atraia olhares de desejos sobre seu corpo, que ia se definindo com o passar dos anos, cheio de muita sensualidade.

Graças a este mundo virtual Jade tem conhecimentos admiráveis. Que chegam a espantar Ted com seu jeito cheio de sabedoria, falando abertamente sobre todas as coisas, porem a mesma sempre desconversava quando indagada sobre se tinha algum um namoradinho. Ted se espantava que ela com aquela idade não nutria desejos como muitas garotas os tem com bem menos idade que ela. Jade jurava que nunca fora tocada por nenhum garoto, dizia que detestava estes moleques da sua idade e isto despertou muita curiosidade em Ted, pois ela era uma menina de mente aberta e algo não encaixava. Seus cabelos longos amendoados, seus olhos castanhos e misteriosos atrás das lentes de grau de óculos, que davam a ela um ar intelectual... Seios palpitantes, corpo esguio de pernas longas e falsamente magras, sua pele alva como algodão... Jade tinha muita beleza.

Tudo isto Ted notou naquela noite em que antes de se recolher para ir dormir, ela como sempre veio dar selinhos de boa noite no pai, que estava sentado vendo TV, quando ela se sentou na perna dele, envolveu o pescoço com os braços e o homem percebeu que não eram simplesmente selinhos: eram beijinhos mais demorados. O homem sentiu algo estranho dentro dele, ao notar que sua filha o beijava de olhos fechados.

Ted poderia ter afastado Jade, dar uma bronca pelo jeito atrevido que estava se comportando, mas algo dentro dele fugiu do normal e uma estranha sensação se apossou dele. Então o mesmo começou a corresponder aquele beijo. Ted sugou seus lábios levemente testando as reações de sua filha, ela ficou com a respiração acelerada, montou sobre o colo dele, seus seios durinhos se esfregavam no tórax do pai, se apertando contra o corpo dele e envolvendo o pescoço de Ted fortemente com seus braços. Uma ereção instantânea fez com que o pau de Ted ficasse como um ferro em brasa. Com certeza Jade percebeu, pois estava sentada sobre ele.
Impensadamente descontrolado, Ted forçou a língua entre os lábios de sua filha, ela abriu a boquinha, chupou a língua do pai lhe dando languidos gemidinhos abafados, ele procurava o céu da boca dela com a ponta da língua e Jade tentava enroscar a dela, parecendo estar em transe. Seu pai afagava seus cabelos enquanto ela agora oferecia a linguinha que serpenteava dentro de sua boca.
Ted levantou a blusa de Jade, acariciou seus seios que despontavam como duas peras, bem macios e sedosos. Ela deu um rouco gemido quando ele os afagou, ele então virou ela de lado, a abraçou, segurou ela como um bebê em seus braços, ela envolveu o pescoço do pai e então... Ted a carregou até a cama.

Após chegar na enorme cama de casal do quarto dele, Ted deitou Jade carinhosamente entre os lençóis, retirou a blusa dela deixando à mostra seus seios brancos de aureolas rosadas. Pela primeira vez o pai dela viu os salientes biquinhos nunca antes tocados, endurecidos e pontudos. Ele coloquei o peitinho dela todinho dentro da boca, sugou cada um deles que ficaram marcados, e mamou aqueles biquinhos virgens. Jade se contorcia, seu corpo estava todo arrepiado, sua boca estava entreaberta, ela respirava ofegante com dificuldades agarrada a Ted de olhos fechados.

Ted mantinha parte do corpo fora da cama, deixando Jade desfrutar somente do seu tórax e rosto ao alcance dela. As pernas dela estavam fora da cama, o pau de Ted se esfregava na lateral do colchão, o que já provocava no homem um prazer intenso. Confesso que Ted estava amedrontado com tudo aquilo, mas ele já tinha avançado demais e mesmo assim trêmulo, com a voz embargada ele indagou:

– Jade... É isto mesmo o que você quer?

— Sim... Sim... É isto mesmo que eu quero, papai... Isto e mais, muito mais.

Aquela resposta espantou todos os temores que Ted tinha e, como um predador, o homem atacou sua presa com a volúpia de um animal no cio. Ele tirou a camisa, deixou sua filha percorrer com seus dedos o seu peito peludo e Jade, com os olhos fechados e a voz embargada, chorosa, implorava.

- Me beija... Me beija mais.

Jade delirava chupando a língua do próprio pai, com uma habilidade espantosa para alguém que nunca havia beijado antes. Ted estava despertando os instintos sexuais que afloravam dentro de uma fêmea no cio: a sua própria cria. Carinhosamente seu pai tirou o short que ela usava, deixando-a somente com uma minúscula calcinha azul claro, que realçava a brancura de seu corpo nu. Ele lambia seu pescoço a deixando arrepiada com as carícias que fazia nela. Ted passou a língua molhada nos ouvidos de Jade, deixando as orelhas da filha encharcadas com sua saliva. Ela sentia uma tremenda excitação e dava gemidos chorosos a cada toque que seu pai lhe dava nas zonas erógenas do seu corpo.
Ted desceu seu rosto, lambendo a barriga de sua filha Jade. Ela se contorcia e rebolava, puramente por instinto. Depois deu um grito estridente quando cuspiu no umbigo dela e ficou fazendo movimentos circulares nele. A língua do homem chafurdada na própria saliva, estimulando ela, lambendo toda sua barriga, oferecendo a ela um verdadeiro banho de língua. Uma mancha na calcinha de Jade demonstrava que de suas entranhas já escorriam seus fluídos lubrificando sua xota virginal, e Ted apenas puxou de lado a calcinha, colocando a boca e provando o mais sublime de todos os licores do mundo: o néctar de sua filha, que escorria da xota dela era adocicado um elixir dos deuses. Ted sorvia ruidosamente lambuzando o queixo e a boca, sentindo aquele caldo entrando até mesmo por suas narinas. Jade estava tendo seu primeiro e verdadeiro orgasmo, que percorreu seu corpo como um raio a atingindo provocando algo como descargas elétricas nele por inteiro. Ela convulsava como se estivesse sofrendo um ataque epilético. O rosto angelical dela contraia a cada espasmo de gozo que sentia, fazendo com que ela mordesse seus próprios lábios .

Jade perdeu o controle sobre seu corpo. Seus quadris ondulavam como se tivessem vida própria, sua língua serpenteava entre seus lábios, seus gemidos chorosos eram insanos, de quem estava em estado alfa sentindo um êxtase profundo. Ela chorava soluçante como se estivesse levando uma surra, delirando. A doce filhinha de Ted gozava e chorava de prazer ao ser tocada, e ele sabia que naquela menina nascia, naquele momento, um vulcão de prazeres e luxurias, pois seus gozos eram seguidos e insanos... Um atrás do outro.

Jade continuava com as pernas abertas, Ted admirava sua pequena gruta rosada, seu pequeno grelo que intumescido despontava pontudo tal qual um botão de rosa, pulsando, trêmulo se movimentando involuntário com movimentos rotatórios, sendo capaz de enfeitiçar quem curtisse este momento. Confesso que aquela visão levava Ted a um delírio de insanidade, pois seu anjo tinha a respiração ofegante e seu coração estava acelerado. Alguns débeis gemidos soluçantes escapavam de seus lábios, lágrimas teimavam em escorrer de seus olhos, mas seu choro, seus gemidos eram lascivos e ao mesmo tempo luxuriosos, idênticos aos ganidos de uma cadelinha no cio.
Com o braço esquerdo, Jade tampava os olhos, e forma pudica e sensual. Sua outra mão estava sobre a cabeça de seu pai e seus dedos estavam enrolados nos cabelos de seu pai. E doce como um anjo, aquele demônio conduzia a cabeça de
Ted entre as pernas, levando a língua experiente daquele homem para a sua pequena racha, murmurando coisas indescritíveis.

- Chupa... Chupa paizinho, chupa vai chupa... Minha bucetinha vai... Vai... Mama... Mama no meu grelinho assim...

Alucinado, Ted cai de boca, serpenteando a língua, querendo invadir as entranhas de sua própria filha. Ele sugou ruidosamente os fluidos de Jade, que emanavam como um néctar nunca antes provado e seu gosto era algo indescritível. Ele poderia jurar que o sabor de sua própria filha será inconfundível para ele, por toda a eternidade.

Ted mordiscou o grelinho pontudo de Jade, fazendo com que ela se contorcesse com espasmos de gozos. Só então ele ousou colocar seu dedo na entrada daquela xota que, mesmo lubrificada pelos seus líquidos vaginais, o mesmo tinha dificuldades em penetrar seu canal, pois ele estava rompendo as paredes virgens dele. Então o mesmo tocou com suavidade, aquela membrana que o impedia de prosseguir.
Ted foi fazendo contato com o lacre de Jade, dedilhando o cabacinho dela levemente. Com bastante cuidado, ele foi retirando o dedo para não romper a virgindade de sua filha. Jade gozava copiosamente. Seu corpo estava todo arrepiado, ela suava por todos os poros do corpo, seus cabelos estavam umedecidos, mas mesmo assim, se comportava igual uma loba no cio. Jade murmurava palavras indefinidas e parecia estar em transe, como se alguma entidade estivesse tomando conta de seu corpo. Ela estava tão alucinada, que choramingava com sua voz entrecortada:

- Me come, agora... Me come, vai... Me fode, me fode!

Ainda hoje, Ted não sabe como conseguiu se controlar, pois retardava cada vez mais a hora de entrar em sua filha, desfrutando aqueles inusitados momentos como se estivesse no paraíso, desejando que isto nunca acabasse. A xota de Jade se contraia, parecendo que mamava o dedo do próprio pai, mastigando ele como se fosse uma boquinha faminta.

Ted foi tentando colocar dois dedos dentro. Ele fitou aquele rostinho lindo contraído num misto de dor e prazer. Em seguida ele movimentou seus dois dedos preparando a entrada da grutinha de Jade, que aos poucos ia cedendo, ficando cada vez mais acessível e, ora ele a masturbava, ora ele a chupava, deixando-a alucinada. Já o pau dele pulsava como se tivesse vida própria e, aos poucos a preparava, sem mostrar ele para ela, temendo que Jade se assustasse com o tamanho pois ele é bem dotado.

Os dedos de Ted chafurdavam nos sucos que escorriam dela e ele sentiu que era o momento de penetrá-la. Então o mesmo colocou dois travesseiros embaixo da bundinha de Jade, pois queria fitar aquele rostinho se contraindo e se desmanchando de prazer e dor ao mesmo tempo, sentindo a xota dela sendo arrombada. O pau dele pingava a pré-porra e, quando ele esfregou o pau na rachinha melada de sua filha, misturando as lubrificações, dava para ver que aquela cadelinha de pernas abertas ansiava por ser desvirginada.

Jade se contorcia e gemia fazendo beicinho. Quando seu pai colocou a cabeça do pau na entrada de sua xota, ele ficou receoso e não forçava a penetração, com medo de machucá-la. Mas a sensação de calor que o sexo de Jade exalava era como se uma brasa viva estivesse queimando a cabeça do pau dele e, ele tinha a nítida impressão que a xota de sua filha mamava no pau dele tentando puxar pra dentro.

Então Ted forcei lentamente e sentiu aos poucos seu pau ir invadindo aquela grutinha. Metade da cabeça do pau já penetrara Jade, que tinha o rosto contraído, sentindo o arrombamento dolorido de suas entranhas. Lágrimas escorriam de seus olhos, ela soluçava dando languidos gemidos, mas não era um choro de desespero agoniado, era sim um choro luxurioso e prazeroso, de quem estava adorando chorar e gemer num pau duro pela primeira vez. Naquele momento, Ted não enxerga mais a sua filhinha sendo deflorada e sim uma putinha pedindo para ser arrombada. A cabeça do pau dele já estava dentro dela, que tinha as pernas enroscadas em suas coxas. Ele curtia aquele momento como o mais sublime de toda sua vida, pois cada milímetro dentro dela era uma sensação indescritível que somente quem já provou pode descrever.

Ted sentiu que seu pau tocava a membrana da xota virgem de sua filha. O homem ficou mais uma vez parado, pois seu rosto contraído demonstrava dor. Pacientemente ele esperou ela relaxar. Jade balançava a cabeça de um lado para o outro, parecendo alucinada. O homem de quase cinquenta anos, temia que ela não fosse suportar aquela invasão que estava rompendo seu lacre. Mas o mesmo ficou alucinado quando dando fogosos gemidos, ela o puxou, fincando os calcanhares nas costas do pai e, aos gritos, implorava:

- Enfia... Enfia tudo! Vai... Me arromba!

Insanamente, Ted empurrou com força e senti o pau dele arder quando forçou aquele obstáculo. Ele foi rompendo o hímen de sua própria filha, ao mesmo tempo em que ela gozou insana, misturando dor e prazer ao mesmo tempo. Seus quadris se movimentavam e pau de sua pai pulsava todo dentro dela. Ted continuou empurrando, entrando dentro dela, até sentir seus pentelhos se esfregando nos pelinhos acobreados de sua filha. Ted estava completamente dentro dela. Naquele momento ele ficou extático, parado sem mexer um musculo sequer, deixando somente o pau pulsar dentro dela, com movimentos espirais descontrolados. Ele gozei copiosamente, dando várias esguichadas seguidas, lotando a xota de Jade com sua porra, se sentindo como um deus grego desfrutando os prazeres do Olimpo.

Ted retirou lentamente o pau, deixando somente a cabeça dentro. O mastro do pau de Jade pingava os sucos dela, misturados com a porra dele num tom rosado, provocado pelo sangue do hímen rompido de sua própria filha. Ele voltou a penetrar ela agora um pouco mais rude, sentindo a xota dela encaixar no pau dele com mais facilidade. Ted começou a meter entrando e saindo cada vez mais rápido. Seu saco batia na bundinha de Jade como se ele estivesse dando palmadas nela e o mesmo não pode se conter e começou a estocar forte cada vez mais fundo. O homem estava tão insano que desejava entrar e violar o mais íntimo que a alma de sua filha pudesse oferecer.

Ted deu um grito animalesco que ecoou por toda a casa, quando gozou novamente dentro de sua filha, deixando a xota dela lotada. Jade estava prostrada de tanto sentir prazer. Seu pai sentia sua xota igual uma boquinha gulosa ainda a mamar no pau dele, que ia ficando meia bomba amolecendo dentro dela. O homem de quase cinquenta anos olhou cansado para a sua doce filha, que olhava risonha para o pai toda meladinha, revelando que sempre desejou que ele fosse seu primeiro homem. Aos poucos, Jade foi desfalecendo, cansada de tanto sexo, adormecendo num sono profundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O ANJO POSSUÍDO

Codigo do conto:
269945

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/08/2026

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