A habilidade dos rapazes era algo fora do normal, parecendo mesmo que foram treinados para dar prazer para aquela devassa ninfomaníaca que, após anos iniciando os filhos no sexo desde cedo, emprestando os mesmos depois que ela desvirginou os três, para que suas amigas da alta sociedade pudessem desfrutar de tão jovens paus, estava ali chorosa, implorava para que castigassem sua xota, seu cu e sua boca, num delírio erótico alucinado. Os gemidos chorosos de Marylin não eram de lamentos, eram um choro luxurioso: um choro prazeroso, de quem chorava de tanto sentir prazer.
A devassidão total onde o prazer de possuírem ao mesmo tempo, aquela que os gerara, incentivados por um pai escritor pervertido que era também homem da filha caçula, tornava todos ali naquela sala, um bando de degenerados, ávidos pela luxúria incestuosa, fazendo com que o proibido fosse algo cheio de encantos e de desejos prazerosos, que teriam que ser ocultos para uma sociedade preconceituosa que empunha valores éticos para as classes mais baixas, mas que insanos eles ignoravam todas as regras por serem da alta sociedade, apenas pelo prazer bestial e anormal, mas cheio de luxúria que ousaram desfrutar. Sim: a alta sociedade desligada da religião é por demais incestuosa, mas impõe o moralismo às classe menos favorecidas, como forma invejosa de não partilhar com os mais pobres, o prazer tão glorioso, existente dentro do seio familiar.
Somente quem já sentiu e vivenciou esta insanidade, pode dimensionar o tamanho do prazer que envolve estes momentos, onde filhos e mãe, pais e filhas cruzam esta fronteira, transformando-se simplesmente em machos e fêmea, entrelaçando seus corpos como animais no cio, envolvendo-se somente pelo prazer sem paradigmas, onde pelo desejo tudo é valido e permitido inclusive sentir prazer com pessoas do próprio sangue.
Há alguns meses, os Usher viviam esta fonte inesgotável de prazeres, mesmo o velho Jonathan, tinha lampejos de ereções enquanto era chupado por sua filha Madeleine, vendo a sua deliciosa esposa sendo usada pelos três filhos, numa devassa e insana loucura sexual, enquanto sua filha caçula de dezoito anos, chupava seu pau como se fosse uma bezerra mamando faminta. Aos quarenta e dois anos, Marylin despertou para aquela forma de sexo bestial que para muitos soa co0mo algo doentio, mas era tão prazeroso e alucinante, que os arrastava cada vez mais, envolvendo-os num misto de prazer e devassidão que poucos conhecem. Isto porque a ética, a moral, os bons costumes e os princípios religiosos não os permitem. Isto porque, como toda família aristocrata e influenciadora das massas, o sexo convencional e cheio de regras era destinado ao povo e para eles tudo era permitido entre quatro paredes.
Mas que para aqueles seis seres humanos, aquela descoberta através de reuniões da alta sociedade onde todos se deleitavam sexualmente com todos, independente de idade, os levaram por caminhos proibidos pecaminosos, tornando aquele jeito de desfrutar a vida em algo surreal. O grave estado de saúde do velho Jonathan deixara ele praticamente impotente, agora ele tinha ejaculações regulares sem ao menos se tocar, por causa das estimulações feitas por sua filha Madeleine, que chupava o pai mesmo de pau mole. Jonathan gozava freneticamente, registrando as performances da família com papel e pena em punho. O vício em cigarros e charutos lhe causaram tanto sofrimento ao ficar impotente, que ao ver sua família unida nessa orgia, o faziam sentir que renascera e sua vida se renovara.
Marylin aos poucos fora corrompida pelas ideias do marido, se descobrindo uma devassa de marca maior e uma verdadeira ninfomaníaca com um furor uterino sem igual. Furor esse onde aceitava de bom grado todos os tipos de jogos sexuais que lhe foram impostos por aqueles a quem ela amava, se tornando uma mulher perniciosa que adorava ter todos seus buracos preenchidos ao mesmo tempo, ensandecida sem saber por qual deles vinham seus gozos ela delirava, implorando cada vez mais por orgasmos misturando dor e prazer numa clara e evidente situação. Que ela além de devassa era também uma histérica luxuriosa, alucinada pelo prazer proibido mórbido sádico luxurioso sem igual que a satisfazia plenamente.
Já a jovem Madeleine, foi ensinada pela mãe a chupar o pau do próprio pai e a gostar do sabor do gozo que ele ejaculava. Desde os seus dezesseis anos, sua mãe Marylin se ajoelhava junto com ela para chuparem Jonathan juntas. A jovem no início achou nojento, mas conforme a mãe a ia masturbando enquanto ela chupava o pau do próprio pai, ela foi adorando e atualmente é a bezerrinha de Jonathan, como o mesmo fala. Agora todos estão ali, perdidos num caminho sem volta, cada vez mais aprofundados neste misto de insanidade e desejos pelos prazeres inconcebíveis, a família Usher caminhava sem saber o rumo certo de suas vidas, apenas buscando os prazeres carnais, incestuosos e abomináveis, porém luxuriosos e ardentes que consumia a essência de todos eles, apenas pelo fato de que estão localizados na nata da sociedade, onde tudo lhes é permitido e tudo lhes convém.
Os três voluntariosos rapazes, Roderick, Frederick e Patrick, com não menos que dezoito anos e não mais que vinte e dois, desfrutavam entre eles um jogo de sexo nunca antes imaginado, onde todos se satisfaziam desfrutando o corpo de uma mãe devassa, sendo assistidos por um pai complacente, que permitia tudo acontecer diante dos seus olhos, dentro de um luxuoso lar, totalmente corrompido pela luxúria e prazer.
Os sexos de todas as formas, em todas as poses, insanos e delirantes, deixavam Marylin alucinada como se fosse uma droga. Ela cada vez mais ficava viciada, sempre querendo mais, buscando novas posições novas formas de sentir prazer, de se deixar penetrar em duplas penetrações vaginais, anais, fazendo ela sentir um prazer intenso ardente que seus gozos alucinantes faziam ela perder os sentidos, retornando à realidade sempre com sua respiração acelerada, seu corpo trêmulo e acelerado por movimentos rotatórios, que seus quadris ondulavam rebolando freneticamente sem controle, num misto de selvageria animalesca, sendo castigada pelos jovens e vigorosos paus que se alternavam dentro de suas entranhas, num ritual profano entregue à Asmodeus em nome de
Mamom, que estava os levando sem que percebessem, para uma derrocada familiar onde todos seus princípios estavam sendo perdidos.
A família Usher estava desmoronando, pois perderam toda essência, todos princípios básicos, não se importando com nada mais que uma busca frenética pelo prazer e aquela imoralidade estava se aproximando do caos. Se tudo tem um princípio meio e fim, como seriam os dias que estavam por vir?
