Já tinha muito tempo que todos no principal hospital de Los Angeles estavam estranhando aquele comportamento e pelos corredores a pergunta já tinha se tornado um eco: o que estaria havendo com o Bob? Os que trabalhavam com ele na enfermaria e até mesmo em todo o hospital sabiam que Bob era gay, tinha nojo de mulher e tinha um namorado médico que vira e mexe, aparecia ali na enfermaria para fiscalizá-lo. Então por que razão ele parecia estar dando em cima de Joyce? O recém-formado no curso de enfermagem era um rapaz de vinte e três anos, moreno, magro, mais ou menos um metro e oitenta de altura e muito bonito. Joyce já tinha mais de 40, exatamente vinte anos a mais do que ele, além de ter se casado pela segunda vez e ainda não ter filhos. Joyce era enfermeira-chefe do hospital, trabalhava na enfermaria há mais de dez anos e não estava entendendo muito bem qual era o jogo que o jovem estava fazendo. Bob vivia inventando dores aqui e ali só pra ficar se consultando e tirando dúvidas com Joyce, ficava dirigindo olhares constrangedores ao meio das pernas dela e ficava lambendo os beiços, sempre que a via. Aquilo a estava assustando e ela não sabia o que fazer, pois a dúvida a corroía por dentro: afinal, Bob era gay ou não? Joyce sabe que nunca foi santa, se sentia bem em seu segundo casamento, tinha um bom marido, estabilidade financeira e a vida sexual estavam normal, meio neutra e não tão quente como no início, mas estava num nível razoável. Ela e seu segundo marido davam duas, às vezes três por semana. O sexo oral não andava tão corriqueiro quanto era no início; anal era inexistente, mas mesmo antes dessa fase de casamentos, anal ficou nos tempos de faculdade, pois não era mesmo das coisas preferidas de seu ex, muito menos do atual marido. E isso tudo mesmo ela tendo uma bunda considerável, que sempre foi cobiçada por todos os homens que teve na vida antes de se casar: uma herança de suas raízes latinas. Porém aquele assédio pouco sutil do Bob a perturbava, tanto por dentro, quanto por fora. Houve uma vez em que ela conversava com uma amiga e quando menos percebeu, Bob estava ao seu lado e aproveitando-se que ambos estavam numa baia que cobria mais da metade do corpo dos dois. Como Bob é um pouco mais alto que Joyce, ele a enlaçou pela cintura e deixou a mão cair sutilmente na nádega direita dela e desceu a mão até a parte de baixo da bunda dela. Joyce olhou para Bob com cara de quem não estava entendendo nada e tirou a mão. Bob tirou, mas passou a encostar o pênis, que apesar de gay, estava duro! A enfermeira-chefe deu um jeito de se desvencilhar do assédio e quando saiu, deu um jeito de olhar para o pau de Bob, que estava bem duro e aos olhos dela parecia um “bom produto”. Desse dia em diante, cada oportunidade que Bob tinha para ficar perto de Joyce, ele fazia questão de lhe mostrar sua “dureza” ou seu “produto”, como Joyce mesma já tinha denominado. E aquelas investidas dele nela, começaram a lhe dar cobiça de, ao menos, ver o “produto” de perto. Mas mesmo com essa vontade, a mesma continuava sem entender muito bem essa situação toda, pois afinal Bob não parecia nem ser bissexual, pois o cara era gay em todos os átomos de seu corpo. Essa dúvida era tanta, que às vezes a própria Joyce pensava que ele queria fazer algum teste ou coisa assim. Entretanto, apesar de todas as incertezas, em seu íntimo, Joyce sabia que tinha que tirar aquilo a limpo e foi o que ela fez. Em uma sexta-feira onde os dois iriam sair do plantão no mesmo horário, Joyce disse a Bob que queria falar com ele depois do serviço. Bob sorriu e sugeriu o Bar Bório: um bar um pouco distante de onde os dois trabalhavam. E quando se encerrou o dia de trabalho, lá foram eles ao bar que era próximo de uma estação de metrô. O Bar Bório não era um bar muito chique, mas era bastante aconchegante e bastante sutil, daqueles bares grandes e meio escuros. Lá, eles foram até uma mesa nos fundos, onde dava pra conversar tranquilamente. Foram atendidos pelo próprio dono do bar, que já conhecia Bob. Ele pediu um uísque e Joyce um Martini. As bebidas chegaram rápido. Porém Joyce não queria rodeios e, antes que a bebida fizesse efeito, foi direto ao assunto: - O que há com você Bob? – Joyce pergunta séria - Por que de uns tempos pra cá você cismou de ficar tentando me seduzir? Não estou entendendo nada! - Não é nada demais, Joyce – Bob responde - O fato é que estou a fim de transar com você. Simples assim! - Mas todo mundo, dentro e fora do hospital, sabe que você é gay. – Joyce indagou, enquanto bebia um gole de Martini - E além do mais, todos sabem que eu sou uma mulher casada e todos também sabem que você namora do Dr. Edwin. - Não é bem assim não, mulher... – Disse Bob olhando Joyce com aqueles penetrantes e vítreos olhos azuis – Vem comigo que você terá uma surpresa, senão boa, das melhores. Joyce não sabia o que dizer e retrucou algo um pouco sem sentido. Ela então deu um gole no Martini e perguntou se ele funcionaria. Bob nada respondeu e então ela mostrou a ele que era uma mulher casada ao falar de modo sério. Ela também pediu para que Bob parasse com aquela brincadeira dentro do hospital. O jovem até falou novamente que a queria e ela contrapôs com todos os seus argumentos de novo ao afirmar que era casada, etc. Naquele dia a conversa ficou por ali mesmo. Eles até se descontraíram mais, tomaram dois chopes e o papo fluiu naturalmente. Joyce acabou pensando que havia sido convincente em seus argumentos, que aquela história acabaria e que a curiosidade de conferir a dureza de Bob, ficaria mesmo na curiosidade. Mas e quem disse que Bob levou a sério os apelos e considerações da sua chefa? Bob não mudou nada. Aliás, ele parecia até mais atrevido e inconsequente. Joyce queria dar um jeito naquilo definitivamente, pois ela não aguentava a curiosidade, muito menos as investidas de Bob. Foi aí que ela marcou de saírem numa outra sexta-feira no mesmo local, pois tinha certeza que o convenceria de vez. Chegou a sexta-feira. Bob e Joyce saíram do hospital e seguiram quase o mesmo roteiro. Assim que as bebidas chegam na mesa, ela perguntou por qual razão ele não parava com o assédio e as bolinações. E a resposta de Bob após o primeiro gole de uísque chocou sua chefa mais ainda: - Eu estou morrendo de excitação por você, Joyce. – Bob olhou profundamente nos olhos dela - Aliás, você me lembra de meu primeiro amor da juventude e queria saber se você tem a mesma pegada que ela tinha. Joyce tomou um susto, tomou um gole de Martini pra se recuperar e só então mais calma, responde: - “Ela”? Seu primeiro amor foi “ela”? - Sim, foi uma mulher, por que isso te admira tanto? – Perguntou – Será que as gays não podem ter tido relacionamentos heterossexuais antes de se decidirem? - É que achei que você fosse gay. – Joyce fala - Aliás, você parece gay, tem todos os acessórios para ser gay e nem bissexual parece: somente gay mesmo. - Pois bem, mulher... - Bob sorri um pouco mais empolgado - Sou gay assumido, sou feliz assim, mas sou principalmente um ser sexual. Joyce, sem entender nada, pergunta: - Mas você funciona com mulher? Não é a impressão que passa, e você nem é afeminado. 0 A enfermeira-chefe argumenta - Mas a distância que você mantém das mulheres mostra que você não te nenhum tipo de atração. - Faça um teste. - Bob propôs – Faça um teste e tire suas dúvidas! Joyce riu e desconversou, usando o fato dela ser casada. Bob também riu e rebateu os argumentos dela: - Mas, já que você acha que sou um gay convicto e está estranhando essa história... – Bob dá um gole no uísque - Não é melhor a gente passar isso a limpo? - Sabe Bob... – Joyce começa a falar mais à vontade, rindo e até gargalhando - Esse teu volume até me deixou curiosa... Mas eu nunca traí o meu marido, mesmo meu casamento estando chocho, posso pensar na proposta? - Gostei do que ouvi... – Bob sorri dando mais um gole no uísque – Gostei mesmo. E os dois continuaram com o papo agradável e até pediram chopes. Mas Bob já acariciava o rosto de Joyce e deixava sempre a mão escapar e pousar em sua bunda. A chefa dele não disse no momento, mas ela já estava disposta a tirar essa história a limpo. Porém, se Bob insistisse um pouco mais naquele happy-hour, os dois teriam tido algo mais ali mesmo. Foi então que sutilmente, Joyce disse a seu funcionário: - Essa sua dureza tem me deixado bastante curiosa, Bob... – Joyce sorriu um pouco maliciosa - Que tal se na próxima sexta-feira a gente pular a parte do barzinho e conferir se isso funciona mesmo? - Vou ver o que fazer, mas tenha bastante livre, pois te quero bastante – Disse Bob, como se já soubesse que Joyce estava ganha – Vou dar um jeito de me livrar do Edwin e sexta, serei só seu.
A semana passou devagar, mas enfim chegou o grande dia. Joyce estava mais nervosa do que de costume, pois ela seria infiel por completo, mas ela não é uma mulher hipócrita: ela sabe que permitir os toques e topar sair com outro já era uma traição, só que agora seria uma traição verdadeiramente completa. E vai fazer isso mesmo sabendo que ainda está com a mente confusa, pelo fato de não saber se Bob estava tentando virar macho, se era bissexual, ou se estava só testando a si mesmo como homem e a ela como uma mulher casada. A verdade é que Joyce por mais confusa que sua mente estivesse, naquela sexta-feira de final de setembro, ela já estava no motel que fica próximo ao Bar Bório, sentada no colo de Bob seminua. O jovem enfermeiro bolinava seus seios e sua bunda, enquanto a dureza estava toda lá, lhe cutucando as nádegas. E como estava tudo muito gostoso, Joyce deixou seus pudores e o nervosismo de lado e começou a agir, se mostrando a mulher experiente na cama que era. Primeiro ela saiu de cima do colo de Bob, o fez ficar de pé e lhe deu um beijo na boca. Enquanto o jovem a beijava, ele tirou a única peça que Joyce estava vestindo. A calcinha deslizou pernas abaixo. Aí Joyce começou e também tirou a bela cueca boxe que Bob usava e saltou aos olhos de sua chefa, um membro de bom tamanho, na média dos que ela conhecia e um pouco maior que a maioria que ela já havia sentado antes de se casar. Ele também não era muito grosso, mas era muito bonito. Joyce começou a lamber aquele belo mastro e Bob, com muito jeito, foi se virando aos poucos e os dois caíram na cama num 69 muito gostoso. Bob lambia a xota de Joyce, concentrava a língua no clitóris e dava lambidas constantes no cu e no rego dela, enquanto sua chefa engolia seu pênis, colocando as bolas do saco na boca e passeando pelo cu do jovem também. Bob permaneceu deitado, com o pau extremamente duro e ficou deitado ao lado contrário ao de Joyce. Ela a virou de costas na cama e começou a lamber a bunda dela, parando bem cuzinho, encaixando a ponta da língua nas pregas. Joyce estava em uma posição bastante incômoda, mas conseguia passar a mão na bunda do jovem e passava o dedo na entradinha do cu. Assim que alcançou o que queria, ela enfiou o dedo e isso fez com que o pau de Bob ficasse maior ainda. Depois de lamber bastante o cu de sua chefa, Bob posicionou-se atrás dela, encostou a cabeça do pau no buraquinho e empurrava devagarinho, enquanto Joyce sentia cada prega dela se encaixando aos poucos naquele caralho. Fazia bastante tempo que ela não fazia anal, mas Bob percebeu e foi enfiando lentamente até o fim. Quando estava tudo dentro ele começou a empurrar e tirar ainda devagar e, quando percebeu que ela já estava acostumada, colocou ela de quatro e socava tudo bem lá no fundo, tirava até quase tudo e socava de novo. Bob começou a acariciar o clitóris de Joyce e fazia movimentos cada vez mais velozes. Quando ele finalmente parou de socar bem lá no fundo, Joyce apertou o cu e Bob gozou aos montes. E só o fato dela estar dando prazer àquele jovem de vinte e poucos anos, fez Joyce gozar várias vezes. Enquanto descansavam, Bob explicou a Joyce que apesar de ser bastante solto no hospital, era ativo e só permitia dedos no rabo e que Joyce tinha a bunda muito parecida com a da sua primeira namorada, de quem ele comera o cuzinho muitas vezes e, deixando a sua chefa bastante envaidecida, disse que a bunda dela era muito mais gostosa que a da ex. Depois de conversarem, os dois foram tomar banho e, como saideira, Joyce chupou muito o pau de Bob, com os dedos atolados no rabinho dele, até seu limite de gozo. E quando sentiu que ele ia gozar ela parou, ficou de quatro na cama e pediu pra que a enrabasse novamente, coisa que ele fez com gosto até gozar e não apenas daquela vez. Bob é o cara que faz o anal mais gostoso da vida de Joyce. Ela tentou até que ele fizesse sexo vaginal, mas não havia jeito pra que ele ficasse completamente duro, nem quando ela trabalhava os dedos no rabo dele. Sua chefa também pensou em fazer sexo a três com o namorado dele. Mas essa ideia foi algo que Bob não quis fazer, pois afirmava com todas as letras que seu namorado não suportaria vê-lo tendo prazer sexual com uma mulher. Então ficaram assim, só oral e anal e seguiram felizes, como ótimos profissionais dentro e fora do hospital.
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