"Você pode pegar um Sex on the Beach para mim, querido?" Vanessa perguntou enquanto eu me levantava da espreguiçadeira, ao lado da piscina do hotel. Era incrível como ela sabia que eu pretendia ir ao bar da piscina só de eu ter me levantado. Talvez fosse apenas um palpite ou, quem sabe — depois de cinco anos e várias férias juntos —, ela simplesmente me conhecesse bem demais. Ou talvez ela apenas soubesse que eu dificilmente conseguia dizer não a ela.
Espreguicei-me rapidamente.
"Claro, posso fazer isso. Mas vai levar alguns minutos, porque preciso passar no quarto antes."
Calcei rapidamente meus chinelos e caminhei pela borda da piscina em direção ao nosso pequeno bangalô. Olhei para trás, na direção da Vanessa, por um momento, mas parecia que ela já estava cochilando de novo.
As férias na Grécia estavam sendo maravilhosas até aquele momento. O tempo estava ótimo e o hotel era muito agradável e intimista — nada muito luxuoso, mas com bastante espaço perto da piscina e espreguiçadeiras sempre disponíveis. Não era como aqueles grandes resorts onde você precisava acordar de madrugada só para garantir uma espreguiçadeira e marcá-la com a toalha. Além disso, a praia não ficava muito longe. Da pequena varanda do nosso bangalô, tínhamos uma vista magnífica da praia e do mar. E, nos dias desde que chegamos, conseguimos reacender nossa vida sexual. Essa era a melhor parte, pelo menos na minha opinião. Ela havia sofrido bastante nos últimos meses porque nossos empregos nos mantinham muito ocupados; depois de um dia exaustivo de trabalho, muitas vezes simplesmente não tínhamos energia para a intimidade. Então, férias como essas eram exatamente o que precisávamos para retomar as coisas. O ambiente perto da piscina e do bar também estava tranquilo naquele dia. Quando cheguei ao bar da piscina vindo do bangalô, havia apenas dois homens mais velhos no balcão, bebendo cerveja. Pelo menos eu não teria que esperar muito pelas bebidas. Os dois homens estavam apoiados no balcão, posicionados à direita e um pouco à frente de quem olhava da piscina. Ocupei um lugar no bar, alguns metros atrás deles, e esperei pelo barman, que não estava à vista.
Aqui um pequeno pararenteses para vocês terem uma pequena noção de como levamos nossa vida sexual... Vanessa gostava de ser tratada com certa intensidade durante o sexo e de assumir um papel submisso — algo que combinava perfeitamente com as minhas próprias inclinações sexuais.
Aos poucos, compramos dildos, vibradores e algemas, incorporando esses itens — além de uma dose de conversa erótica — aos nossos momentos de intimidade.
Tínhamos um relacionamento perfeito — e não apenas no que dizia respeito ao sexo
Meu círculo de amigos também se encantou com o jeito simpático e caloroso dela.
Eu gostava de observar — especialmente quando eram conhecidos meus — a maneira como os homens praticamente despia a Vanessa com o olhar, ou vê-los virar a cabeça para olhá-la sempre que entrávamos em um restaurante ou lugar semelhante. Eu sentia um orgulho imenso de ter uma mulher tão atraente, alguém que causava tanto impacto nas pessoas. E, pensando bem, acabei percebendo que me excitava ou melhor, me deixava com tesão ver outros homens — conhecidos ou estranhos — achando minha esposa gostosa. Eu adoraria saber o que se passava na cabeça deles enquanto a encaravam daquele jeito.
No último ano, nós dois estivemos muito ocupados com o trabalho e, infelizmente, nossa vida sexual acabou sendo prejudicada por isso. Por isso, como eu disse, fiquei tão feliz por termos conseguido reacender a chama durante estas férias.
"Meu Deus, ela é muito gostosa!"
Saí do meu devaneio. Confuso, olhei para os dois homens parados à minha frente.
Ambos olhavam na direção da piscina.
"De quem vocês estão falando?"
"Daquela morena de biquíni branco. Tá vendo? Ela está deitada do lado esquerdo. Aquela de peitão."
O outro cara abriu um sorriso.
"É, com certeza. Também notei ela logo de cara. Ela está incrível."
Os dois riram, brindaram e deram goles generosos na cerveja.
Eles não pareciam notar que eu estava parado logo atrás deles e continuaram conversando.
"Pelo tom de pele, ela deve ser do Mediterrâneo, né?", perguntou o segundo.
"Não importa se ela é espanhola, italiana, turca ou o que for. De qualquer jeito, ela tem peitos lindos e uma bunda incrível." Ele tomou mais um gole de cerveja antes de continuar:
"Vou te falar, ela precisa de uma foda daquelas, bem bruta — daquelas de deixar a cabeça girando. Olha só para aquela vadia metida. Ela sabe exatamente o quanto é gostosa e como chama a atenção dos homens." Eu mal conseguia acreditar na maneira como os dois falavam da minha esposa. Continuei ouvindo, meio atônito. O sujeito mais baixo e atarracado — imaginei que estivesse no início da casa dos sessenta anos — riu do comentário do amigo.
"Você tem razão, Carlos. Eu adoraria comer aquele cu gostoso dela."
Mais risadas. Mais uma vez, eles brindaram e deram um gole na bebida.
"Acho que ela nunca levou uma rola no cu, Pedro. Provavelmente ainda é um buraco virgem", disse esse tal de Carlos.
Eu só conseguia vê-lo de costas, mas deduzi que tivesse mais ou menos a mesma idade do seu amigo. Ao contrário dele, porém, era bem alto — cerca de 1,90 metro — e bastante magro.
Pedro, que estava recostado no balcão — permitindo que eu visse claramente o seu perfil —, tinha talvez 1,75 metro de altura, mas ostentava uma barriga enorme que caía sobre a sunga. Era também careca e tinha um nariz grande e bulboso — traços que não favoreciam muito a sua aparência. No geral, era um sujeito bastante desagradável de se ver.
"Melhor ainda! Imagina só como ela vai gemer quando você for o primeiro a desvirginar o cu dela", respondeu Pedro com uma risada obscena.
"Isso se eu conseguir enfiar meus vinte centímetros lá dentro", bradou Carlos.
Os dois riram de forma grosseira novamente antes de Pedro comentar:
"Então é só alargar um pouco o cu daquela vadia antes. Isso resolve. Afinal, dizem que quem quer, dá um jeito. Mesmo que a vontade seja só da nossa parte." Carlos soltou um grito de euforia com as palavras de Pedro.
Meu queixo praticamente caiu. A maneira como falavam da Vanessa era tão condescendente — como se ela não passasse de um pedaço de carne. Embora, a princípio, eu tenha ficado surpreso e chocado ao ouvi-los compartilhar abertamente seus pensamentos pervertidos sobre ela, aos poucos comecei a sentir uma excitação crescente.
Senti meu pau começar a endurecer e me aproximei do bar, preocupado que alguém notasse o volume na minha sunga.
Com quinze centímetros, eu estava confortavelmente na média, e nenhuma mulher jamais havia reclamado disso. Claro, em alguns filmes pornô que eu assistia de vez em quando, os atores geralmente exibiam um equipamento maior. Ainda assim, nunca me passou pela cabeça que meu membro pudesse ser pequeno demais. Mas agora, o fato de Carlos — que ele mesmo era muito bem-dotado — falar da Vanessa daquela maneira estava realmente me excitando.
Na minha imaginação, eu via Carlos tentando enfiar seu pau de vinte centímetros no cu da minha esposa e falhando porque ela era muito apertada. Mesmo assim, ele não desistiria até estar dentro dela, enquanto Vanessa gemia em protesto — o que não seria de se estranhar, já que ela nunca tinha feito sexo anal. Eu havia tentado convencê-la no passado, mas ela sempre recusava categoricamente, insistindo que doeria e que apenas vadias faziam esse tipo de coisa. Com o tempo, desisti até de tocar no assunto. E agora, lá estavam aqueles velhos tarados falando sobre como adorariam comer minha Vanessa pelo cu — e como não se importariam nem um pouco se doesse nela. E aquilo estava me excitando!
Fiquei na retaguarda e continuei ouvindo, já que o barman ainda não aparecia. "A mocinha provavelmente tem um namorado de pau mole que não sabe dar conta do recado", disse Carlos.
"Olha só. A vadia está dando show para todo mundo de novo", continuou ele, apontando com a cabeça para a Vanessa.
Também olhei para minha esposa. Vanessa estava de quatro na espreguiçadeira, ajeitando a toalha na cabeceira. Ela parecia incrivelmente gostosa ao empinar a bunda — claramente sem pensar duas vezes —, deixando-a bem visível para todos. Até eu tive que engolir em seco ao ver aquilo; naquele momento, não podia culpar os dois caras por ficarem olhando para o traseiro dela. Ao mesmo tempo, sentia orgulho de poder chamar uma mulher tão gostosa de minha. Senti meu desejo aumentar.
"Que bunda gostosa!", respondeu Pedro. "Eu adoraria ir lá agora mesmo e dar um tapa naquele traseiro sexy dela."
Carlos deu um tapa no ombro de Pedro. "Com certeza precisamos ficar de olho nela."
Vi o garçom se aproximando. Para não deixar que os dois homens percebessem que eu estava ouvindo a conversa, afastei-me discretamente em direção à outra ponta do bar bem quando o garçom chegou até mim; ele perguntou se eu estava esperando há muito tempo e pediu desculpas. Disse que não havia problema e pedi uma garrafa de cerveja. Esqueci propositalmente de pedir o "Sex on the Beach" para a Vanessa. Tinha acabado de ter uma ideia de como dar um presente àqueles dois caras. Peguei minha cerveja e passei por Pedro e Carlos em direção às nossas espreguiçadeiras, ouvindo Carlos gritar para o garçom trazer mais duas cervejas, já que a vista estava boa demais. Eu ainda conseguia ouvir as risadas escandalosas deles mesmo depois de ter chegado à minha própria espreguiçadeira.
Vanessa estava deitada de costas, tomando sol. Seus olhos estavam fechados, então ela ainda não tinha me notado. Observei-a por um momento, deixando meu olhar percorrer seu corpo magnífico — desde o busto farto, que preenchia completamente a parte de cima do biquíni e subia e descia com sua respiração, passando pela barriga lisa e definida, até as pernas lindas e atléticas, levemente afastadas. De pé, um pouco atrás e ao lado dela, eu conseguia ver como a calcinha do biquíni se esticava de forma sedutora sobre a buceta dela.
O biquíni branco criava um contraste marcante com o bronzeado que ela havia adquirido após alguns dias de sol; quase se poderia confundi-la com uma mulher mestiça.
As obscenidades que os dois velhos haviam dito ainda ecoavam na minha mente. Lancei um olhar discreto para eles. Naturalmente, eles estavam olhando na nossa direção, e pude vê-los conversando entre si. Provavelmente estavam falando mal de mim, me chamando de pau-mole.
Limpei a garganta rapidamente; Vanessa abriu os olhos e olhou para mim com um sorriso.
"Aí está você, meu bem. Achei que não fosse mais voltar."
"Tive que esperar no bar porque o barman não estava lá", respondi com sinceridade.
"Droga!" Dei um tapa na própria testa com a palma da mão.
"Esqueci o seu drinque."
O sorriso de Vanessa desapareceu por um breve momento.
"Isso é a sua cara!"
Mas, quase imediatamente, ela sorriu de novo e disse:
"Ai, querido, onde está a sua cabeça?"
*É melhor você não saber disso*, pensei.
"Vou voltar lá já já."
"Não, não precisa. Eu mesma dou um pulo lá. Já fiquei deitada tempo demais."
Secretamente, eu torcia para que ela fizesse isso — e, de certa forma, também esperava que fizesse. Afinal, eu conhecia muito bem a minha mulher. Sentei-me na espreguiçadeira e observei Vanessa caminhar em direção ao bar. Seu traseiro sedutor balançava suavemente de um lado para o outro enquanto ela andava. Vanessa sempre diz que o bumbum dela é grande demais. Mas acho que as mulheres têm essa mania de sempre achar algum defeito em si mesmas. Para mim, o bumbum dela — redondo, firme e em formato de maçã — é perfeito. Dada a sua silhueta pequena e atlética, ele é, de fato, um pouco mais largo do que se poderia esperar, mas não é nem um pouco gordo. Além disso, acho bumbuns um pouco mais fartos mais sexy do que aqueles traseiros minúsculos, de "menininha", que mulheres pequenas costumam ter.
Carlos também já tinha notado que Vanessa caminhava na direção deles e deu um cutucão em Pedro. Ele apontou com a cabeça para a piscina. Pedro também se virou e, quando viu Vanessa caminhando em direção a eles, pude ver seu sorriso nojento. Carlos se inclinou e sussurrou algo no ouvido dele. Fiquei curioso para ver se eles diriam alguma coisa para Vanessa. Agora eu conseguia ver Carlos de frente também. Como eu disse, ele era alto e bastante magro, mas tinha uma barriga saliente. Parecia que tinha engolido uma bola de futebol. De onde eu estava sentado, dava para ver que ele tinha uma barba cheia e grisalha, um nariz levemente torto e lábios finos. O rosto dele estava bem avermelhado — não dava para saber se era do sol ou talvez da bebida. Uma testa alta completava sua aparência, que, no geral, não era nada atraente. Ele certamente não era um homem bonito.
Vanessa se posicionou no bar, a cerca de um metro à esquerda dos dois homens. Apoiando-se nos antebraços e ficando na ponta dos pés, ela se inclinou sobre o balcão para pedir seu coquetel ao barman. Ao fazer isso, inconscientemente empinou um pouco o traseiro. Os dois velhos aproveitaram a oportunidade para se inclinar para a frente e ver melhor o bumbum da minha esposa. Eles trocaram sorrisos enquanto faziam isso; eu conseguia imaginar facilmente o que se passava na cabeça deles. O mais alto dos dois — Carlos — disse algo para a minha esposa. Ela olhou para ele e respondeu brevemente. Eu teria adorado ouvir o que o velho havia dito a ela. Decidi que perguntaria sobre isso mais tarde, caso ela não contasse por conta própria. Vanessa voltou a observar o barman preparar sua bebida, enquanto Carlos e Pedro mal conseguiam esconder seus sorrisos idiotas. Pouco depois, o barman colocou o coquetel no balcão, diante de Vanessa; ela pagou, pegou o copo e — sem sequer olhar novamente para os dois homens — virou-se e caminhou em minha direção. Pedro gritou algo para ela, fazendo com que Vanessa se virasse por um instante, embora não tenha dito uma palavra em resposta.
À medida que ela se aproximava, percebi pela expressão de seu rosto que estava bastante irritada. Ela se sentou em sua espreguiçadeira.
— Muito obrigada.
— Como assim? — perguntei.
"Está vendo aqueles dois caras de aparência duvidosa no bar?" Ela apontou para eles com um movimento de cabeça.
"O que tem eles?"
"Fizeram comentários grosseiros para mim."
"Que tipo de comentário?" perguntei, fingindo indignação.
Vanessa tomou um gole do coquetel antes de continuar.
"Está vendo o mais alto?"
Assenti.
"Quando pedi um 'Sex on the Beach' ao barman, ele disse que ficaria feliz em me dar isso também. Ele deu aquele sorriso nojento enquanto falava."
"Essa cantada é muito fraca", respondi, colocando a mão no joelho dela.
"Coitadinha. Quem dera eu tivesse ido no seu lugar", disse eu, soando o mais compreensivo possível. Por dentro, eu estava sorrindo; secretamente, torcia para que um deles tentasse uma cantada brega. Acariciei o joelho de Vanessa, franzindo a testa em sinal de preocupação.
"Espero que você tenha dado uma resposta à altura."
"Na verdade, não. Fiquei tão chocada que não soube o que dizer. Então apenas disse 'não, obrigada' e torci para que meu coquetel ficasse pronto logo."
"Provavelmente é melhor não dar trela para idiotas assim, de qualquer forma", comentei.
"E, enquanto eu me afastava, ele gritou 'que bunda linda' atrás de mim."
Fingi ficar realmente indignado.
"Que babaca. Vou lá falar umas verdades para ele." Eu já estava quase me levantando da cadeira quando Vanessa segurou meu braço.
"Não, amor! Não devemos arrumar confusão por causa disso. Não é nada demais."
Olhei para ela enquanto ela sorria de volta para mim.
"Se você diz...", falei pensativo. "Mas não tenho problema nenhum em ir lá e dizer o que penso para eles."
"Está tudo bem, amor. Sei que você faria isso por mim. Obrigada." Ela se inclinou na minha direção e me deu um beijo rápido, porém apaixonado.
"Pelo menos ele tem razão. Você realmente tem uma bunda linda", disse eu, rindo.
Vanessa começou a rir também.
"Seu safado. Vocês, homens, são todos iguais!" Com isso, ela encerrou a conversa, pousou o coquetel na mesinha entre as nossas espreguiçadeiras e recostou-se.
Fiquei sentado por um momento e lancei um olhar discreto em direção ao bar. Os dois homens ainda estavam lá, conversando e bebendo cerveja.
Meu plano havia funcionado. Eu não saberia dizer exatamente o que me levou, por impulso, a mentir para minha esposa e colocá-la naquela situação, mas torcia para que surgisse outra oportunidade de Vanessa cruzar com eles durante as férias. Ajeitei rapidamente o pau por dentro da sunga — ele havia começado a despertar novamente enquanto Vanessa contava sua história — e então me deitei na minha espreguiçadeira para cochilar um pouco.
Naquela noite, jantamos no restaurante do hotel e, mais tarde, fomos ao bar para tomar um ou dois coquetéis. Sentamo-nos a uma das mesas e começamos a planejar o que mais queríamos fazer durante a viagem. Enquanto deixava meu olhar vagar pelo bar, vi os dois homens mais velhos de antes encostados no balcão. Cada um tinha uma cerveja à sua frente, e eles conversavam em voz alta. Não sabia se Vanessa também os tinha notado; ela não demonstrou nada, ou talvez estivesse simplesmente ignorando a situação. Eu sabia que ela geralmente detestava aquele tipo de comportamento grosseiro — e aquelas cantadas estúpidas — tanto quanto eu. Por isso, decidi não apontá-los para ela. Ainda assim, notá-los me fez lembrar inevitavelmente da conversa que tiveram sobre Vanessa. Ao mesmo tempo, imagens dos dois fodendo Vanessa de forma intensa e incansável passavam pela minha mente. Senti uma inquietação crescente — mas também uma excitação — surgir dentro de mim, tornando cada vez mais difícil me concentrar na conversa com Vanessa. Então, sugeri a ela que déssemos uma volta rápida pelo calçadão da praia e depois voltássemos para o nosso bangalô.
Depois dos acontecimentos da tarde, eu estava excitado o tempo todo. Tive vontade de avançar na Vanessa assim que voltamos da piscina. Quando a vi saindo do banho, nua, em direção ao quarto onde eu estava relaxando na cama, fiquei imediatamente ereto. Ao me levantar e caminhar até ela, ela sabia exatamente o que eu queria; ela olhou para a minha ereção e começou a sorrir.
"Bom, alguém parece especialmente feliz em me ver", disse ela, agarrando meu pau com a mão. Enquanto nos beijávamos, ela fez um movimento rápido de vai-e-vem antes de se afastar, dizendo que não tínhamos tempo para aquilo, já que ela ainda precisava se arrumar. Afastei-me, sentindo-me um pouco decepcionado.
Mas, assim que entramos no nosso bangalô — e mal a porta havia se fechado atrás de nós —, segurei os braços dela por trás, abaixei a cabeça e depositei beijos carinhosos desde os ombros até a clavícula. Vanessa soltou um gemido de puro prazer. Minhas mãos deslizaram lentamente pelos braços dela até os ombros; massageei-os levemente e comecei a beijar a nuca dela. Mais uma vez, ela soltou um gemido quase inaudível. Deslizei as alças finas do vestido dela pelos braços, alcancei a frente para segurar seus seios e os amassei delicadamente. Continuei beijando o pescoço dela, percorrendo a pele lentamente com a língua. A respiração de Vanessa ficou visivelmente mais acelerada. Ela levou o braço esquerdo para trás para envolver meu pescoço, virando a cabeça para aquele lado ao mesmo tempo. Parei de beijar o pescoço dela. A boca de Vanessa estava entreaberta, e ela me olhava de forma sensual, com as pálpebras pesadas. Toquei levemente os lábios dela com os meus a princípio, depois repeti o movimento do outro lado antes de nossas bocas se encontrarem em um beijo apaixonado e profundo. Aumentei a pressão das mãos nos seios dela, amassando-os com cada vez mais firmeza; a essa altura, eu já conseguia sentir os mamilos dela endurecidos através do vestido. Pressionei meu pau duro contra as nádegas dela. Lentamente, interrompi o beijo, arrancando dela um gemido de decepção.
Mas eu não estava no clima para um amor carinhoso naquele dia. Eu não parava de pensar na conversa que aqueles dois homens tinham tido sobre a Vanessa — como ela era uma gostosa que precisava ser comida com força, como eles dariam tapas na bunda dela e a comeriam com vontade por trás.
Agarrei o cabelo dela com a mão direita e puxei sua cabeça para trás. Vanessa soltou um gemido de surpresa. Pressionei meus lábios contra os dela e lhe dei um beijo intenso e profundo, enquanto deslizava a mão esquerda pela frente do vestido para segurar seu seio esquerdo. Interrompi o beijo, mas mantive a cabeça dela inclinada para trás. Ela gemeu mais alto quando comecei a apertar e massagear seu seio com firmeza crescente. Eu queria que ela me mostrasse seu lado submisso hoje; era isso que eu buscava. Prendi o mamilo dela entre o polegar e o indicador. A princípio, girei-o suavemente entre os dedos. Vanessa tem aréolas lindas e acastanhadas, de tamanho perfeito para seus seios. Seus mamilos não são muito compridos, mas bem arredondados e um tanto largos, com a ponta meio achatada. Ela tem mamilos muito sensíveis que endurecem rapidamente. Vanessa adora quando eu os mimo com a boca ou — como eu fazia agora — com os dedos. Olhei para o rosto dela, agora corado de desejo. Sua respiração havia acelerado, tornando-se audível. Ela estava de olhos fechados e boca entreaberta.
"Aaahhhh", ela gemeu baixinho, abrindo os olhos e olhando para mim com surpresa quando apertei o mamilo dela com força, num movimento rápido e firme entre os dedos.
Retirei a mão de dentro do vestido e deslizei a peça para baixo, passando-a por cima de seus mamilos eretos, que ofereceram uma breve resistência. Superada essa resistência, o vestido caiu no chão. Vanessa começou a esfregar as nádegas com mais firmeza contra o meu pau duro. Soltei o cabelo dela, segurei seus seios nus por trás com as duas mãos e os apertei com força um contra o outro. Vanessa ficou cada vez mais agitada, tentando se soltar do meu aperto. Quando percebeu que eu não a deixaria escapar, virou o rosto para o lado e, ao mesmo tempo, agarrou a nuca para puxar minha cabeça para frente. Cedi ao movimento e, mais uma vez, nos entregamos a um beijo longo e apaixonado, pontuado pelos gemidos dela sempre que eu apertava com força e torcia seus mamilos.
Enquanto eu continuava trabalhando nos seios e mamilos dela com a mão esquerda, minha mão direita deslizava pela barriga lisa até o meio das pernas, que ela abriu levemente por vontade própria. Esfreguei a boceta dela por cima da calcinha, que já estava bem molhada.
"Bom, tem alguém aí que já está bem molhada", sussurrei no ouvido dela. Vanessa suspirou quando afastei a calcinha, coloquei a mão sobre sua boceta úmida e comecei a esfregar suavemente.
"Você mal pode esperar para eu te comer, não é?"
Vanessa assentiu e soltou um gemido. De repente, aumentei a velocidade e a pressão da mão na boceta dela, ao mesmo tempo em que apertava com força o mamilo dela novamente. Ela soltou um grito agudo, e seus gemidos ficaram mais altos. Ela começou a se debater cada vez mais em resposta à estimulação intensa entre as pernas. Então, soltei os seios dela e envolvi seu tronco com o braço para impedir que ela se soltasse.
"Ai, meu Deus. Para! Estou quase gozando", ela gemeu.
Minha palma já estava completamente encharcada com os fluidos dela. Segurando-a daquela forma, consegui facilmente arquear um pouco o tronco dela para trás e pressioná-lo contra o meu. Pressionei meus lábios contra o pescoço dela. Sem aviso, deslizei os dedos indicador e médio para dentro da boceta dela e imediatamente comecei a fodê-la com força e rapidez. Vanessa era pura luxúria. Ela gemia, gritava e ofegava, alternando entre essas reações. Percebi que ela estava prestes a chegar ao clímax. Mas eu não queria deixá-la gozar ainda. Retirei os dedos lentamente, provocando um "Ooohhh" de decepção vindo dela. "Por favor, continua..." Ela não conseguiu terminar a frase, pois enfiei os dedos indicador e médio — que acabara de usar na boceta dela — na boca dela. "Lambe os seus fluidos", ordenei. E, enquanto olhava nos meus olhos, ela saboreava lamber os fluidos da própria boceta que estavam nos meus dedos.
"Oohhh, eu tenho um gosto tão bom", ela murmurou.
"Mas você também pode enfiar outra coisa na minha boca", ela sussurrou, puxando meus dedos para o fundo da boca mais uma vez. Lentamente, retirei os dedos e os passei pelos lábios carnudos dela, fazendo com que Vanessa os lambesse de forma lasciva. "Por favor", ela gemeu.
"Por favor, o quê?", respondi. "Me diga o que você quer." Virei-a de frente para mim, envolvi suas costas com os braços e a pressionei contra o meu corpo. Eu conseguia sentir claramente os mamilos dela endurecidos através da minha camisa. O rosto dela estava a poucos centímetros do meu.
"O seu pau", ela sussurrou.
Agarrei as nádegas dela com as duas mãos e pressionei a parte inferior do seu corpo contra a minha virilha, para que ela sentisse meu pau duro. Apertei as nádegas dela com firmeza.
"Ai, meu Deus... você está... tão... duro, amor", ela gemeu. "Por favor, me dá", ela praticamente implorou.
"Então me diga agora mesmo onde você quer e peça por ele!"
Vi um brilho nos olhos dela. Com certeza, ela havia ficado ainda mais molhada entre as pernas do que já estava.
Eu sei que ela fica excitada quando falo com ela de forma mais firme durante o sexo e ordeno que diga claramente o que quer ou o que deve fazer. Isso também me excita imensamente. Ouvi-la dizer — usando suas próprias palavras obscenas — exatamente o que quero ouvir me permite exercer certo domínio e poder sobre ela, o que intensifica ainda mais a minha própria excitação. Na primeira vez que brincamos com esse jogo de palavras, Vanessa me disse depois que aquilo a havia excitado muito porque, naquele momento, ela se sentiu compelida a se submeter a mim. Ela não conhecia esse seu lado submisso até então. A partir daí, passamos a incorporar frequentemente esse tipo de diálogo às nossas transas.
"Por favor, posso colocar seu pau na minha boca?" Vanessa começou a tremer levemente enquanto falava.
Olhei fixamente nos olhos dela com um olhar intenso.
"E o que você quer fazer com o meu pau na sua boca?"
Dei um tapa leve na nádega direita dela com a palma da mão aberta.
"Aahhh... Eu quero... chupá-lo." A voz dela começou a vacilar. Bati na nádega dela novamente. Dessa vez, um pouco mais forte.
"Quem você quer chupar? Diga claramente e peça isso", ordenei.
"Por favor, posso chupar seu pau?" ela gemeu, mais do que falou.
Sorri com as palavras dela.
"Claro que você pode chupar meu pau", disse eu com um tom de superioridade, pressionando os ombros dela com as mãos.
Vanessa se ajoelhou diante de mim e imediatamente desabotoou meu short, deixando-o escorregar pelas minhas pernas até o chão. Ela acariciou meu pau por cima da cueca com as duas mãos antes de segurar o cós de ambos os lados. Mas, antes de abaixar o short, ela inclinou a cabeça para trás e olhou submissamente nos meus olhos, na posição em que estava ajoelhada.
"Posso te pedir mais uma coisa?" ela sussurrou, soltando um gemido.
Eu adoro quando Vanessa se ajoelha nua diante de mim, olhando nos meus olhos.
Simplesmente uma visão incrivelmente excitante.
"O que mais você quer?" perguntei, agora um pouco impaciente.
Antes de responder, ela mordeu levemente o lábio inferior. "Quero que você foda a minha boca com o seu pau latejante. Você faz isso, por favor?"
Ela puxou meu short para baixo, e meu pau duro praticamente saltou para a frente. Ele balançou algumas vezes diante do rosto da Vanessa antes que ela o agarrasse com a mão direita e começasse a me masturbar.
"Por favor, foda a minha boca com ele", ela sussurrou.
Ela se inclinou para frente e depositou um beijo rápido na cabeça do meu pau, sem desviar o olhar do meu.
"Minha boca de foder está à sua disposição."
Senti meu pau ficar ainda mais duro. Embora ocasionalmente incluíssemos conversas da na nossa vida sexual, hoje a sensação era diferente. Normalmente, eu é que dizia à Vanessa o que fazer ou dizer, mas hoje ela estava no comando daquela brincadeira verbal. Ela nunca tinha chamado a própria boca de "boca de foder" antes, nem nunca tinha pedido para eu fodê-la ali. Mas aquilo foi incrivelmente excitante e me deixou ainda mais excitado.
Ela começou a acariciar meu pau mais rápido, esfregando-o contra a bochecha direita — beijando a cabeça brevemente — e depois esfregando-o contra a bochecha esquerda.
"Eu amo tanto o seu pau", ela sussurrou antes de envolver apenas a cabeça dele com seus lábios quentes e começar a chupá-lo. Um arrepio percorreu meu corpo ao sentir seus lábios carnudos contra o meu pau. Era uma sensação inebriante e uma visão deslumbrante: vê-la ajoelhada e nua diante de mim, usando apenas sandálias pretas de salto alto com tiras e uma calcinha puxada para o lado. Observei enquanto ela chupava meu pau duro como se fosse um pirulito redondo, e soltei um gemido alto.
Vanessa tirou meu pau da boca e lambeu toda a parte de baixo da extensão dele, traçando uma linha da base até a ponta. Ela repetiu esse movimento várias vezes, arrancando de mim um novo gemido a cada passada. Então, ela manteve meu pau a poucos centímetros dos lábios, provocando a cabeça com a língua antes de começar a chupá-lo novamente, de forma hesitante. Ela olhou para cima, para mim, com meu pau na boca, e sorriu. Ao mesmo tempo, apoiou as mãos nas coxas e lentamente levou meu pau mais fundo para dentro da boca. Ela parou na metade do caminho e o manteve ali, imóvel. Mantivemos o contato visual e, então — depois do que pareceu uma eternidade —, ela recuou, soltando meu pau da boca com um estalo alto.
"Por favor, fode logo a minha boca", ela praticamente implorou, lançando aquele olhar quente e submisso que eu tanto amo. Naquele momento, soube que a tinha exatamente onde eu queria. Ela estava pronta para me mostrar seu lado submisso hoje. Embora eu tivesse permanecido passivo nos últimos minutos — apenas apreciando a cena com os olhos e os outros sentidos —, agora entrei em ação. Coloquei as mãos na cabeça dela.
"Pode ficar com ele, sua vadia safada", sussurrei de forma ameaçadora, puxando a cabeça dela para o meu pau. Comecei devagar e, então, fui fodendo a boca da minha esposa cada vez mais rápido.
Durante todo o tempo, tive o cuidado de inserir apenas cerca de três quartos do meu comprimento na boca dela. Eu não queria ir mais fundo; Vanessa já havia me dito que aquele era o limite do que ela considerava confortável e prazeroso. Ela tinha chegado a endoli-lo inteiro uma vez, mas isso a fez engasgar violentamente, e ela não quis repetir a experiência desde então. Uma pena, devo dizer, porque a sensação tinha sido absolutamente incrível naquela ocasião.
Eu ficava muito excitado ao ouvir os sons de engasgo dela quando meu pau estava fundo na sua garganta. E a lembrança dela ofegante, buscando ar logo depois, com fios longos de saliva escorrendo da boca enquanto eu o retirava — é algo que ficou gravado na minha memória até hoje.
Por isso, contentei-me em não enfiar todo o meu comprimento dentro dela. Continuei fodendo a boca dela por mais alguns minutos, enquanto apertava e massageava seus peitos com uma das mãos. Sempre que eu girava os mamilos dela com os dedos ou puxava-os levemente, via estampada em seu rosto a doce dor que ela sentia.
Tirei meu pau da boca dela, pois estava lenta, mas seguramente prestes a gozar e queria muito fodê-la. Ao retirá-lo, a saliva escorreu da boca dela para o queixo e pingou em seus seios. Ela ergueu o braço direito e arranhou com força o meu peito, descendo as unhas até a barriga. As unhas deixaram marcas vermelhas no meu tronco, e senti uma ardência aguda.
"Porra! Sua safada selvagem!" gritei. Vanessa sorriu para mim.
"Ah... será que sou selvagem demais para você?" ela provocou.
"Vou te mostrar!" respondi com voz intensa. Agarrei-a pelo braço e a puxei para cima. Ela imediatamente me abraçou, pressionou os lábios contra os meus e me deu um beijo profundo, com muita língua. Nos beijamos com voracidade. Adoro beijá-la logo depois de ela ter tido meu pau na boca — sentir o gosto do meu próprio pau nos lábios dela.
"Aaaaah." Gemi alto quando Vanessa arranhou minhas costas desta vez. *Droga, o que deu nela hoje?* pensei. Interrompi o beijo e segurei os braços dela, prendendo-os entre nossos corpos. Vanessa sorriu para mim, e pude ver aquele brilho selvagem em seus olhos novamente. Claramente, ela não estava a fim de sexo carinhoso hoje; estava praticamente implorando para que eu a comesse com força. E era exatamente isso que ela ia receber.
"Sua vadia safada!" rosnei. "Vem cá!"
Arrastei-a até o pé da cama, virei-a de costas e dei um empurrão forte, fazendo-a cair de bruços no colchão. Imediatamente segurei seus quadris e ergui sua bunda. Ela ficou de quatro na minha frente, olhando por cima do ombro com um olhar cheio de desejo. Agarrei as alças da calcinha fio-dental dela dos dois lados e a arranquei num movimento rápido, jogando-a num canto do quarto.
"Isso... finalmente me fode!" ela gemeu, rebolando seu traseiro magnífico de forma sedutora. Armei a mão e dei um tapa firme em uma das nádegas, depois repeti o movimento do outro lado. Vanessa estremeceu com os golpes, soltando um gemido alto. Inclinei-me sobre ela, segurei a nuca dela com a mão direita e pressionei seu rosto contra o edredom sobre o qual ela estava ajoelhada. Com a mão esquerda, agarrei meu pau, posicionei-o brevemente contra a buceta molhada dela e o enfiei até o talo com uma estocada poderosa. Comecei imediatamente a fodê-la de pé, desferindo estocadas rápidas, curtas e fortes, mantendo o rosto dela pressionado contra o lençol o tempo todo.
"Agora você está entendendo", eu disse entre dentes. Para reforçar minhas palavras, dei outra palmada firme na nádega direita dela. Vanessa tentou se soltar do meu aperto, debatendo-se contra a penetração dura, mas não cedi; segurei-a com firmeza, implacável. Seus gemidos altos eram abafados pelo edredom, mas ainda assim claramente audíveis. Abri um sorriso largo. Ela queria desse jeito, e agora ia ter exatamente isso. Por minutos, os únicos sons eram o estalo úmido da minha pelve contra a bunda dela e seus gemidos abafados. Uma fina camada de suor havia se formado em suas costas, e eu também começava a suar.
Diminuí o ritmo, fodendo-a agora com estocadas longas e profundas. Ao mesmo tempo, soltei o pescoço dela e segurei seus quadris com as duas mãos. Vanessa se ergueu, apoiando o peso nos braços. Isso tornou seus gemidos mais nítidos e, logo, eles preencheram todo o quarto. Ela olhou para trás, por cima do ombro, com um brilho selvagem e cheio de desejo no olhar.
Comecei a acelerar novamente, sempre fodendo-a com todo o comprimento do meu pau. Eu o puxava quase totalmente para fora e, então, enfiava minha lança de volta com uma estocada poderosa — produzindo um estalo alto quando minha pelve batia contra a bunda carnuda dela. Eu me deliciava ao ver meu pau — agora completamente besuntado pelos fluidos brancos de Vanessa — deslizando para dentro e para fora da buceta dela.
Vanessa voltou a alternar entre choramingos e gritinhos — sons que se transformavam em um grito agudo toda vez que eu enfiava meu pau até o fundo dela. Sua cabeça estava voltada para a frente novamente — ou melhor, pendia entre os braços esticados. E então senti a buceta dela se contrair e, ao mesmo tempo, Vanessa soltou um grito longo enquanto gozava com força intensa. O corpo todo dela começou a tremer. Sem parar, continuei a fode-la, mas acelerei o ritmo novamente, investindo nela com estocadas curtas e duras.
Os gritos de Vanessa deram lugar primeiro a gemidos altos e depois a choramingos. Agarrei as nádegas dela com as duas mãos, afastei-as e contemplei o cuzinho pequeno, franzido e ainda virgem que se revelava diante de mim. Inevitavelmente, lembrei-me dos dois velhos dizendo que adorariam comer o cu da Vanessa. Enquanto eu diminuía o ritmo das minhas estocadas, imaginei aquele cara, o Carlos, tentando enfiar à força o pauzão dele no cu apertadinho da Vanessa.
Desviei o olhar do buraco dela e encarei o rosto da Vanessa; ela olhava para trás, por cima do ombro. Eu não sabia há quanto tempo ela estava me observando.
— Gosta do que vê? — ela gemeu.
Foi a pergunta dela — somada à imagem mental da cabeça do pau enorme do Carlos desaparecendo no cu apertado e intocado da Vanessa — que me levou ao limite.
Meus testículos se contraíram, quase dolorosamente, naquele momento. Mal consegui tirar o pau de dentro dela antes de gozar com um gemido alto.
Espalhei meu sêmen pelas costas e pela bunda da Vanessa em vários jatos.
— Isso... me cobre com ele, seu garanhão safado!
Ouvi as palavras da Vanessa através de uma névoa densa que parecia me envolver enquanto eu esguichava os últimos jatos, antes de desabar de costas ao lado dela, completamente exausto. Minha esposa se debruçou sobre mim e me beijou. Abri a boca instintivamente, e nossas línguas se entrelaçaram, brincando ternamente uma com a outra mais uma vez.
Então, Vanessa se deitou de bruços, passou o braço ao meu redor e olhou para mim com um sorriso de satisfação e um brilho distante no olhar.
Que foda incrível, pensei.
Pouco depois, já estávamos acomodados confortavelmente na cama. Eu estava deitado de costas, com Vanessa à minha esquerda; ela havia apoiado a cabeça na minha barriga. Ela tinha recolhido as pernas e acariciava com ternura meu pênis flácido. De vez em quando, ela depositava um beijo rápido nele ou chupava a glande com seus lábios carnudos. Eu adoro quando ela faz isso depois do sexo. Apesar da estimulação, no entanto, meu pênis continuava mole; eu estava simplesmente exausto demais depois da transa incrível que acabáramos de ter. Fiquei pensando se deveria perguntar por que ela tinha sido tão selvagem hoje — mais do que o habitual — e estava prestes a perguntar quando ela se antecipou.
"Sabe o que está passando pela minha cabeça agora?" ela perguntou.
Levantei a cabeça levemente para olhar para ela, mas Vanessa continuava observando meu cacete, passando os dedos por ele novamente.
"O que está passando nessa sua cabeça linda?" perguntei de volta.
Vanessa não respondeu de imediato. Em vez disso, voltou a chupar a glande do meu pau.
"Não sei se posso te contar", disse ela.
"Por que não?"
Meu interesse havia despertado; aquilo não era muito o jeito dela. Ela pareceu hesitar por um momento.
"Não consigo tirar aqueles dois caras da cabeça."
Olhei para ela novamente, mas ela não havia mudado de posição. Estaria ela evitando contato visual comigo?
"Você quer dizer aqueles caras mais velhos do bar? O que tem eles?"
Novamente, ela levou um tempo antes de responder.
"Faz tempo que penso se devo te contar."
Ela fez uma breve pausa novamente. "Porque estou realmente insegura quanto a isso."
Agora ela tinha toda a minha atenção. Por que ela estava tocando nesse assunto agora — e, mais importante, por que não falava logo de uma vez?
"Por quê? O que tem eles?" "Você sabe que pode me contar qualquer coisa", respondi. Então acrescentei: "E você *deveria* me contar tudo, querida."
Ela virou a cabeça e olhou para mim. Franziu levemente a testa, dando ao rosto uma expressão de angústia. — E você não vai ficar bravo comigo? — ela perguntou baixinho.
— Por que eu ficaria bravo? O que houve?
Ela se ajeitou, subindo um pouco no corpo, e me deu um beijo rápido na boca. Senti o gosto de uma mistura do meu sêmen com os fluidos dela.
— Sabe, eu não te contei tudo.
Fiz uma pausa. Tinha deixado passar alguma coisa? E quando? Estivemos juntos o tempo todo. Talvez enquanto eu dormia perto da piscina, à tarde?
— Como assim, não me contou tudo? — perguntei.
Vanessa abaixou levemente a cabeça e acariciou meu peito com a palma da mão. Com a outra mão, ela continuava acariciando meu pau flácido.
— Bom... eu te disse que aquele cara mais velho no bar falou comigo.
Ela olhou para mim novamente, e eu assenti.
— Mas... não sei... — Ela hesitou, mordendo brevemente o lábio inferior. — ...como dizer isso.
Apoiei-me um pouco no antebraço esquerdo, segurei o queixo de Vanessa com a mão direita e virei o rosto dela para o meu.
— O que foi, querida? Me conta! Ele te tocou?
Eu estava mais do que curioso para saber o que ela queria me contar. Mas ela balançou a cabeça negativamente.
— Não. Ele não me tocou. — "Mas a conversa entre nós foi um pouco diferente do que eu te contei."
— Como assim, diferente? — perguntei.
Mais uma vez, ela exibiu uma expressão de angústia e parecia quase assustada. Respirou fundo antes de começar a falar devagar.
— Eu te contei como ele deu em cima de mim por causa do drinque 'Sex on the Beach' e como eu o recusei educadamente.
— Sim, você contou. — Assenti, concordando.
— Mas aí ele acrescentou que a oferta continuava de pé — caso eu algum dia tivesse vontade de experimentar vinte centímetros, afinal de contas.
Certo... e o que você disse?" perguntei, espantado.
Por dentro, tive que conter um sorriso; afinal, eu já sabia, pela conversa que ouvira entre ele e o amigo, que ele era muito bem-dotado. Mas o fato de ele ter mencionado isso tão abertamente para a minha esposa realmente me surpreendeu.
Vanessa olhou para mim enquanto continuava:
"Fiquei totalmente chocada por alguém dar em cima de mim de forma tão obscena; fiquei tão surpresa que não consegui pensar em nada para responder."
Assenti — com compreensão, mas também concordando — enquanto Vanessa fazia uma pausa.
"E não sei por que, mas instintivamente olhei para o meio das pernas dele."
*Caramba*, pensei, *agora a coisa está ficando realmente interessante. * Eu já conseguia sentir o tesão chegando, meu pau enchendo de sangue lentamente.
Sem que eu dissesse uma palavra, Vanessa continuou.
"Ouvi os dois rindo depois que ele me disse aquilo. Ele deve ter percebido que eu olhei para o meio das pernas dele também, porque perguntou se eu estava curiosa. Olhei no rosto dele e vi aquele sorriso canalha enquanto apenas balançava a cabeça negativamente."
"Que porco!" eu disse, fingindo indignação.
Comecei a acariciar o ombro e o pescoço de Vanessa.
"Por que você não me contou isso no almoço? Eu teria confrontado os dois."
Tentei soar o mais irritado possível ao dizer isso.
Vanessa se endireitou e me deu um beijo rápido na bochecha.
"Eu sei, querido. E é muito gentil da sua parte, mas eu não queria que você ficasse chateado com isso e fizesse um escândalo na frente de todas aquelas pessoas na piscina."
Sorri por dentro novamente. Se a Vanessa soubesse... Ela ainda estava inclinada sobre mim e continuou:
"Quando balancei a cabeça negativamente, ele disse que tudo bem, já que nem toda mulher daria conta de algo tão grande."
Ela respirou fundo e soltou o ar ruidosamente.
"E não sei o que deu em mim. Mas, em vez de dar uma bronca daquelas pela insolência dele — ou simplesmente ignorá-lo —, eu disse que aguentava bastante coisa."
"Você disse isso?" Eu deixei escapar, e Vanessa começou a rir também.
Ela parecia ter deixado para trás a insegurança que sentira quando começou a contar a história.
"Você não está bravo?" ela perguntou.
Eu a puxei para mais perto e a beijei.
"Por que eu ficaria bravo? Acho sexy a maneira como você reagiu."
Ela sorriu para mim e me deu um beijo de língua longo e profundo. Mais uma vez, pude sentir o gosto do meu próprio sêmen e dos fluidos dela na boca dela — algo que eu achava incrivelmente excitante e que fez minha excitação disparar ainda mais. Enquanto nos beijávamos, imaginei como o cara mais velho deve ter reagido quando minha esposa soltou aquela frase atrevida para ele. Interrompi o beijo.
"Então, o que o cara disse?"
Vanessa abriu um sorriso largo.
"Nada. Ele ficou sem palavras, acho. E, antes que pudesse responder, o barman veio e colocou meu coquetel no balcão. Paguei rapidamente, peguei minha bebida e deixei os dois lá parados, de boca aberta." Depois, ele apenas gritou "Bela bunda" para nós.
Vanessa deslizou um pouco mais para perto de mim novamente, dobrou a perna esquerda e a apoiou na minha coxa esquerda. Como ela estava deitada de lado agora, eu tinha melhor acesso aos seios dela — uma oportunidade que aproveitei imediatamente, colocando a mão ali e acariciando-os suavemente. Ela havia parado de acariciar meu pau enquanto falava, mas agora o pegou na mão novamente e começou a me masturbar lentamente. Ela olhou para baixo por um breve momento e depois voltou a olhar para mim.
"Me conta. Isso realmente te excitou agora há pouco?"
*Droga*, pensei. Ela tinha notado que meu pau havia ficado mais duro.
"Por que você diz isso?" perguntei, soando o mais inocente possível.
"Talvez porque seu pau esteja maior e mais duro do que antes?"
Eu ri e dei um beijo nos lábios dela.
"Provavelmente é mais porque seus peitos gostosos na minha mão me excitam", eu disse rapidamente.
Ficamos em silêncio por um momento. Vanessa apoiou a cabeça no meu peito e continuamos apenas a nos acariciar.
— Então, por que você teve medo de me contar isso antes? — perguntei, quebrando o silêncio.
Vanessa olhou para mim meio sem jeito, mas não disse nada de imediato. Pela expressão dela, parecia que estava repassando tudo na cabeça. Percebi que havia mais coisas que ela queria me contar, então lhe dei tempo. Enquanto isso, ela continuava acariciando meu pau, que ficara ainda mais duro só de pensar que podia haver mais naquela história. Eu não sabia se ela tinha percebido. Ela apoiou a cabeça de volta no meu peito e ficou observando a si mesma me acariciar.
Então, ela começou a falar bem baixinho.
— Sabe, foi muito estranho... mesmo enquanto eu me aproximava do balcão, via os dois me encarando, me analisando da cabeça aos pés. E via eles cochichando um com o outro. Eu sabia exatamente que estavam falando de mim.
Ela fez uma breve pausa, olhou para mim e depois baixou o olhar para a minha virilha. Não disse nada; não queria pressioná-la.
— Eu praticamente sentia os olhares descarados deles sobre o meu corpo... nos meus seios, nas minhas pernas e... — Ela respirou fundo. — ...e os olhos deles entre as minhas pernas.
Senti meu pau ficar ainda mais duro e maior com o que ela me contava. Mas também notei que a respiração de Vanessa estava ficando mais pesada e ela até tremia um pouco. Fiquei na dúvida se era por nojo — ao relembrar aquela tarde no bar, onde se sentira exposta aos olhares deles — ou se, na verdade, ela achava aquilo excitante. — E, enquanto eu me apoiava no balcão e fazia meu pedido ao barman, sentia os olhos deles nas minhas costas. Pelo canto do olho, cheguei a ver o mais pesado dos dois dar um passo à frente para ver melhor a minha bunda.
Ela fez outra breve pausa, respirando fundo antes de continuar:
— Eles estavam olhando para a minha bunda, e eu via os sorrisos maliciosos deles.
Enquanto ela dizia isso, achei perceber um gemido fraco, quase inaudível, em sua voz. Vanessa deslizou um pouco pelo meu corpo e começou a provocar a glande do meu pau com a língua. Quando ela levou a cabeça do meu pau à boca quente e úmida e começou a chupá-la, não consegui evitar um gemido alto. Eu não queria nada além de pressionar a cabeça dela contra o meu pau e fodê-la fundo na garganta, como antes, mas me contive. Eu realmente queria ouvir o resto da história.
"E o que aconteceu depois?" consegui dizer, com a voz embargada pelos gemidos.
Vanessa levou meu pau, agora duro como pedra, para o fundo da boca e depois o deixou escapar com um estalo alto. Ela se ajoelhou ao meu lado. Com a mão direita, ela acariciava meu pau — agora besuntado com a saliva dela —, enquanto a mão esquerda acariciava meu peito. Quando nossos olhares se cruzaram, a expressão sonhadora no rosto dela me disse que ela estava excitada; suspeitei que a própria história a estava excitando.
"Eu sou boa em te masturbar?" ela perguntou.
Tive que me segurar muito para não gozar ali mesmo; a história dela tinha me deixado incrivelmente excitado. A pergunta dela sobre se ela era boa em me masturbar me excitou ainda mais.
Além disso, a cena era incrivelmente sexy: minha esposa ajoelhada ao meu lado, me dando prazer com uma mão enquanto acariciava meu peito com a outra. Ela estava sentada sobre os pés descalços e, como eu a via de perfil, seus seios fartos — com os mamilos duros — se projetavam de forma sedutora.
Não consegui evitar imaginar uma concubina japonesa submissa batendo uma punheta gostosa no seu mestre. Soltei um gemido alto quando Vanessa apertou meu pau com força naquele exato momento.
"Alô? Ainda está aí? Perguntei se estou fazendo um bom trabalho com a mão," ela perguntou com sua voz sedutora.
"É... aaah... você... oooh... você está me masturbando tão bem, sua safada," respondi. "Agora continua!"
Vanessa parou de me masturbar e olhou para mim, espantada. Ela franziu a testa, como se estivesse profundamente pensativa.
Mas então pareceu recuperar a compostura, pois voltou a acariciar meu pau duro, desta vez acelerando o ritmo. Ela sorriu.
"Devo continuar contando a história ou você prefere que eu coloque seu pau duro na minha boca quente?"
Ela manteve o contato visual enquanto falava.
"Eu o colocaria bem fundo na minha boca também. O mais fundo que desse. Você gosta quando seu pau está fundo na minha boca, não é?" ela sussurrou de forma submissa.
Embora as palavras dela estivessem me deixando louco naquele momento — e eu certamente não quisesse nada mais do que enfiar meu pau fundo na boca dela —, eu queria saber o resto da história ainda mais.
E o fato de ela ter me feito aquela oferta, em vez de simplesmente continuar a história, indicava que havia algo mais — algo que, aparentemente, ela não conseguia dizer com facilidade.
Coloquei a mão esquerda na bunda dela — que parecia maravilhosamente carnuda naquela posição sentada —, preparei o movimento e dei um tapa na nádega dela com a palma aberta. Vanessa estremeceu e soltou um gritinho.
"Primeiro você vai terminar a história, e depois eu decido se vou foder sua boca", eu disse com voz dominante.
O sorriso desapareceu do rosto dela, e ela pareceu insegura novamente.
Dei a ela um momento. Então, ela começou a falar em voz baixa:
"Mas, por favor, não fique bravo comigo, meu amor!"
Ela olhou para mim de forma suplicante. Balancei a cabeça negativamente.
"Como eu poderia ficar bravo com você, querida?"
E, como para provar isso, acariciei suavemente as nádegas carnudas dela. "Por que você está achando isso tão difícil? O que houve?" perguntei novamente, com compreensão, embora estivesse praticamente explodindo de curiosidade — e de tesão.
"Mas, por favor, por favor, não fique bravo comigo. Eu realmente confio em você", Vanessa implorou, agora quase desesperada.
"Dou minha palavra, querida", respondi gentilmente. Ela me lançou mais um olhar preocupado e depois baixou os olhos enquanto continuava:
"Sabe, achei muito nojento o jeito como eles praticamente me despiam com o olhar. Eu simplesmente não gosto de ser encarada assim. Não importa quem seja."
Ela fez uma breve pausa, respirou fundo novamente e voltou a olhar para mim. Assenti com a cabeça para mostrar que entendia.
"Naquele momento, senti-me tão vulnerável... à mercê deles. E, quando ele falou comigo e eu me virei para ele, ele ficou encarando meus seios abertamente. Sabe, de um jeito bem óbvio. Ele não se importava nem um pouco que eu percebesse para onde ele estava olhando. Muito pelo contrário. Era quase como se ele *quisesse* que eu notasse e soubesse que ele estava olhando para o meu colo."
Vanessa franziu levemente a testa e apertou os lábios. Por um momento, temi que ela fosse cair no choro. Ela fixou o olhar no meu peito e observou a própria mão enquanto o acariciava.
Sem levantar o olhar, ela continuou:
"E não sei por que — talvez porque ele tenha falado comigo com um tom tão superior e severo... e..."
Ela hesitou por um instante e depois prosseguiu com a voz trêmula:
"...e ele parecia tão dominante..."
Ela fez uma pausa novamente.
"...senti-me tão indefesa que um arrepio percorreu minha espinha, apesar do calor. Sabe o que quero dizer?"
"Imagino", concordei.
Vanessa olhou para mim novamente, baixou o olhar por um momento e depois encontrou meus olhos com um olhar firme e decidido.
"Mas — e não sei por que — de repente senti que estava ficando excitada."
Agora era a minha vez de parecer surpreso.
Ela me deu um sorriso rápido e continuou a história apressadamente:
"No começo, pensei que estava imaginando coisas... que não podia ser verdade — mas senti meus mamilos se contraírem e endurecerem e, acima de tudo, senti aquele puxão de desejo entre as pernas... aquele que sempre sinto quando estou excitada."
Fiquei olhando para minha esposa, de boca aberta; aquilo certamente não era o que eu esperava. Na verdade, minha atitude tinha sido apenas uma brincadeira.
Eu suspeitava, enquanto ela contava a história, que aquilo devia tê-la excitado de alguma forma. Mas agora eu tinha certeza. Por um lado, fiquei surpreso; por outro, aquilo me excitou incrivelmente. Eu estava loucamente excitado naquele momento!
E essa excitação foi intensificada ainda mais pela frase seguinte de Vanessa:
"Eu conseguia sentir que estava ficando molhada."
Houve uma breve pausa. Eu não sabia o que dizer sobre aquilo. Jamais teria imaginado algo assim, nem nos meus sonhos mais ousados.
"Diga alguma coisa", minha esposa insistiu.
"Isso te excitou?" perguntei, surpreso.
"Eu... estou realmente chocada. Achei que você tivesse achado horrível", acrescentei rapidamente.
"Você está bravo, não está?" ela perguntou. "Sinto muito mesmo, querido. Nem sei o que deu em mim."
Agora ela estava realmente prestes a chorar. Levantei-me e abracei Vanessa.
"Não estou bravo de verdade, meu amor", disse eu, confortando minha esposa. "Só... bem, muito surpreso. Honestamente, não esperava por isso."
Acariciei gentilmente a cabeça dela, que estava encostada no meu peito.
"Eles perceberam que você estava excitada?"
Falei com voz firme para não deixar transparecer o quanto eu estava excitado.
"Não sei, mas acho que era impossível não notar meus mamilos duros, do jeito que eles estavam marcando o tecido da parte de cima do biquíni."
Não consegui evitar um sorriso, o que provavelmente fez minha esposa dar de ombros, sem jeito, e depois rir. Ela cobriu o rosto com a mão, envergonhada.
"Meu Deus, estou morrendo de vergonha de ter te contado isso", disse ela, com um ar igualmente sem graça.
Afastei a mão dela do rosto e lhe dei um beijo carinhoso. "Não precisa ficar assim, meu amor. Agradeço por ter me contado. É por isso que eu te amo!"
Vanessa abriu um sorriso radiante.
"Eu também te amo!" ela respondeu, olhando para mim com carinho.
Ficamos em silêncio, e eu refleti sobre o que ela havia me contado. Eu também estava ficando cada vez mais excitado com a ideia de que aquelas duas pessoas mais velhas certamente haviam notado os mamilos de Vanessa endurecendo e marcando a parte de cima do biquíni.
E eu imaginei que o jeito como eles a olharam — e a própria conversa — a tivesse excitado.
O que me surpreendeu foi que ela tivesse reagido daquela forma a dois caras que, em termos de idade, aparência ou mesmo comportamento, não chegavam nem perto do nível da Vanessa. Ela devia estar ciente disso.
Eu queria saber mais.
"Mas o que eu não entendo é por que você reagiu daquele jeito a esses dois homens", eu disse a ela.
"Eu entenderia melhor se eles fossem bonitos, musculosos e da nossa idade. Mas esses dois?"
Vanessa desviou o olhar, envergonhada. Ela parou por um instante, talvez para encontrar as palavras certas — ou mesmo apenas uma explicação para o motivo de seu corpo ter reagido daquela forma.
"Eu estive pensando nisso o tempo todo", ela começou em voz baixa.
"E eu mesma não consigo explicar direito. Mas você sabe que eu tenho um lado um pouco submisso quando se trata de sexo."
Eu assenti em concordância.
"E eu te contei a quão vulnerável e indefesa me senti naquele momento."
Assenti novamente.
"E o jeito que ele falou comigo... havia algo incrivelmente dominante nisso, o que provavelmente despertou meu lado submisso."
Ela deu de ombros.
"Essa é a única explicação que tenho", disse ela, terminando sua explicação.
Inclinei a cabeça levemente, como se estivesse ponderando suas palavras. Minha excitação havia diminuído um pouco quando ela estava prestes a chorar mais cedo e eu a abracei, mas enquanto ela tentava explicar, meu pênis endureceu visivelmente de novo. Felizmente, Vanessa ainda não tinha percebido. Comecei a acariciar suas costas.
"Notei que você estava especialmente excitada durante o sexo mais cedo. Foi por causa daqueles dois?", perguntei o mais casualmente possível, continuando a acariciar suas costas. Pelo seu olhar, percebi que tinha acertado em cheio. Ela corou levemente, mas não disse nada. Passei minha mão direita pelo seu ombro e desci pelo seu peito até os seios. Sem desviar o olhar, comecei a acariciar seus seios com firmeza.
Fiz uma expressão curiosa, mas Vanessa desviou o olhar e desviou a cabeça, parecendo culpada.
Passei o polegar pelo seu mamilo, que já estava duro.
"Você pode me contar, querida."
Novamente, ela não disse nada, mas estendeu a mão e envolveu meu membro com a mão. Olhou para mim, surpresa.
"Está duro como pedra. Isso te excita?", perguntou, com a voz incerta.
Pareci um pouco envergonhado; senti-me constrangido naquele momento, como se tivesse sido pego em flagrante.
"Bem, eu gosto quando as pessoas te acham atraente. E me orgulho de ter uma mulher tão linda e desejável como minha", comecei, cautelosamente.
Minha esposa franziu a testa.
"Orgulhoso o suficiente para ficar excitado quando as pessoas me encaram e fazem comentários vulgares?"
Decidi ir com tudo. Afinal, ela também havia se aberto comigo.
"É, eu fiquei excitado quando você me contou como eles ficaram te olhando." Fiz uma breve pausa. "Do jeito que eles olhavam para os seus peitos e para a sua bunda."
Vanessa olhou para mim incrédula.
"E o que realmente me excitou foi saber que isso deixou você excitada", terminei de explicar.
Deslizei a mão pela barriga perfeita dela e entre as suas pernas. Ela não estava apenas molhada; estava completamente encharcada.
"Você está pingando!" "Realmente te excita pensar no que rolou mais cedo hoje, não é?" eu disse a ela.
Agora era a vez de ela parecer desconcertada e pega no flagra. Ela mordeu o lábio inferior enquanto sorria para mim. Massageei a boceta molhada dela com a palma da mão e deslizei dois dedos para dentro, fazendo-a gemer. Fodi ela assim por um momento antes de retirar os dedos. Em vez disso, ergui meus dedos molhados diante do rosto dela.
"Viu como você está molhada?" perguntei.
Em vez de responder à minha pergunta, Vanessa começou a saborear o gosto dos próprios fluidos, lambendo-os com a língua bem esticada, antes de chupar meus dois dedos, levando-os fundo na boca. Ela manteve o olhar fixo no meu o tempo todo.
Que vadiazinha gostosa, pensei. Coloquei a outra mão no esterno dela e dei um empurrãozinho, fazendo-a cair para trás. Meus dedos deslizaram para fora da boca dela enquanto ela caía. Deitada de costas, ela olhou para mim com desejo e lambeu os lábios. Ouvi-a gemer baixinho enquanto encostava o dedo médio da mão direita na língua e começava a brincar com ele de forma lasciva.
Vanessa dobrou as pernas e as abriu bem, dando-me uma visão clara de sua boceta perfeitamente depilada.
Os pequenos lábios dela sobressaem levemente em relação aos grandes, fazendo com que a boceta pareça uma flor fechada. Adoro passar os dedos entre eles para abrir essa flor e revelar a carne avermelhada escondida ali dentro.
Ela envolveu o dedo médio com força pelos lábios e começou a chupá-lo em câmera lenta. Manteve os olhos fixos em mim o tempo todo, sorrindo ao perceber que... ...enquanto eu observava a performance dela, fascinado.
"A sua história te deixou excitada?" perguntei novamente. "Talvez?" ela sussurrou.
Ela tirou da boca o dedo médio — agora úmido por tê-lo chupado — e começou a apertar e massagear os seios, alternando entre eles com as duas mãos.
Mais uma vez, a mulher provocante mordeu o lábio inferior e fechou os olhos em êxtase enquanto traçava círculos sobre os mamilos com as palmas das mãos. Seus gemidos suaves eram música para os meus ouvidos e, à medida que ela começava a brincar e a puxar delicadamente os mamilos com os polegares e indicadores, os gemidos foram ficando mais altos, preenchendo todo o ambiente.
Continuei observando-a, fascinado.
Ela abriu os olhos para olhar diretamente para mim e deslizou as mãos dos seios para baixo, passando pelo corpo até chegar ao meio das pernas. Ao tocar aquele ponto, soltou um suspiro profundo. Posicionou a mão esquerda na lateral da buceta e puxou o lábio esquerdo para fora. Isso abriu a fenda o suficiente para que eu tivesse uma visão clara do orifício. Vi fios de fluido se esticando através da abertura à medida que ela se alargava, para logo em seguida se romperem. Vanessa estava encharcada!
Então, ela posicionou os dedos indicador e médio da outra mão sobre o clitóris e começou a se satisfazer com movimentos circulares.
"Te deixaria excitado saber que eu estava pensando naqueles dois?" ela sussurrou.
"Sim, deixaria. Mas essa não era a pergunta, querida!" respondi. "Eu queria saber se você estava pensando neles, e não se isso me deixaria excitado."
Segurei os joelhos dela, afastei ainda mais as suas pernas e deslizei entre elas, apoiado nos meus próprios joelhos. Vanessa continuava estimulando o clitóris.
"Eu não parava de pensar nos olhares descarados deles e..." Ela gemeu novamente. "...e isso me excitava", admitiu.
Sorri para ela e coloquei a mão esquerda sobre o seu joelho esquerdo. Com a mão direita, alcancei o meio das pernas dela e deslizei os dedos indicador e médio diretamente para dentro da sua buceta molhada. Vanessa ofegou, abrindo a boca, e soltou um gemido alto sem parar de massagear o clitóris.
"Eu sabia que isso te excitava, sua safadinha!" eu disse, mais para mim mesmo do que para ela.
Lentamente, retirei os dedos e acariciei os lábios molhados dela com as pontas dos dedos.
Vanessa agora usava as duas mãos para escancarar a buceta. Isso revelou seu clitóris inchado e abriu ainda mais a entrada — pronta para receber meus dedos de volta, algo que ela aguardava ansiosamente. Rapidamente, enfiei os dois dedos lá dentro enquanto, simultaneamente, pressionava o polegar contra o clitóris inchado dela. Vanessa ofegou enquanto eu a penetrava com força.
"Só os olhares deles? Acho que, na verdade, você estava imaginando ser fodida pelo pau grande dele!"
"Oaaahhh... não... mmmhhh... eu... ooaaahh... não estava", ela gaguejou.
Enquanto fazia a pergunta, aumentei a velocidade dos meus dedos. Mas, logo em seguida, eu os retirei bruscamente.
"Ai, meu Deus, por favor, continua", minha esposa implorou.
Ela ainda mantinha a buceta bem aberta. Passei as pontas dos dedos pelos lábios dela novamente, fazendo-a estremecer violentamente.
"Por favor..." ela sussurrou novamente. "Me fala a verdade primeiro. Você estava pensando nela?"
Pressionei meus dedos com mais força contra a buceta dela.
"Não, eu não estava", ela gemeu. "Não antes..."
Aquilo chamou minha atenção.
"Não antes? Então quando?"
Peguei o clitóris inchado dela entre os dedos e apertei.
"Aaaaahhhh", Vanessa gritou.
"Hoje à tarde, quando você estava dormindo perto da piscina. Ai, meu Deus, desliza seus dedos de volta para dentro de mim. Por favor." Atendi ao pedido e os deslizei de volta para dentro, mas sem realmente fodê-la com eles. Vanessa movia os quadris para frente e para trás. Por um tempo, observei o espetáculo excitante de ela se foder com os meus dedos.
— Me conta — exigi.
Retirei os dedos novamente. Vanessa olhou para mim decepcionada.
— Vou colocá-los de volta assim que você começar a falar.
— Seu safado! — ela disparou, fingindo irritação.
Percebi que estava gostando cada vez mais de provocá-la daquele jeito. Aquilo me excitava progressivamente, e eu tinha que me segurar para não pular em cima dela ali mesmo.
"Quando você estava dormindo perto da piscina, olhei na direção do bar. E... ah..."
Eu havia deslizado meus dois dedos para dentro dela novamente, exatamente como tinha prometido. Ela fechou os olhos por um instante e respirou fundo. Depois, abriu-os de novo e me olhou com um ar sensual. Comecei a fodê-la com suavidade enquanto ela continuava.
"...e, claro, os dois estavam me observando. Quando perceberam que eu olhava para eles, ambos ergueram os copos e brindaram a mim, rindo."
"Você retribuiu o brinde?" perguntei, interrompendo-a.
"Não. Mas tive que sorrir. Por algum motivo. Porque, na verdade, eles me davam nojo. Mas eu ainda sentia a calcinha do biquíni molhada e, naquele momento, eu estava..." Vanessa fez uma pausa. "...simplesmente excitada."
"Excitada? Porque aqueles dois velhos nojentos estavam dando em cima de você?" perguntei.
"Mmm... é... eles eram... ah... tão descarados."
Estimulei-a com os dedos, de forma rápida e intensa. Ela gemeu alto, e seu corpo começou a tremer de êxtase.
"Você tem noção de que eles poderiam ser seus avôs? E isso te excita?" disparei em voz alta.
Com a minha pergunta, a respiração dela ficou ainda mais pesada; ela revirou os olhos e soltou um gemido alto. Aquilo foi resposta suficiente para mim.
Retirei rapidamente os dedos e massageei a buceta dela com a palma da mão aberta.
"Gosto quando você é uma garota safada!" disse a ela, com voz firme e alta.
"É... eu fui", ela gemeu.
"Por que você foi uma garota safada? Você não chegou a fazer nada, fez?"
Ela abriu um sorriso para mim. "Então, deitei na espreguiçadeira e deixei meus pensamentos correrem soltos", continuou ela.
Deslizei meus dedos de volta para dentro dela e continuei a estimulá-la com suavidade. "Oooohh. Eu adoro quando você me deda. Isso me faz sentir tão indefesa nas suas mãos."
Vanessa fechou os olhos de prazer e mordeu o lábio. Ela tirou os pés da cama e abriu bem as pernas, gemendo alto.
"Fala!" eu a incentivei. "Que tipo de pensamento safado você estava tendo?"
"Eu estava imaginando se um pau grande daquele caberia dentro da minha buceta apertada."
Ela sorriu para mim e depois acrescentou, gemendo alto: "O pau grande dele!"
"Você estava imaginando o pau dele, sua safada?"
"Mmmhhh", ela gemeu, concordando.
Agarrei os peitos dela com a mão livre e os apertei com firmeza, alternando entre um e outro.
"Então? O pau grande dele caberia na sua buceta apertada e molhada?"
Acelerei novamente o movimento dos meus dedos dentro da buceta dela, fazendo os gemidos de Vanessa ficarem mais altos.
"Ai, meu Deus!" ela exclamou. Depois, ela ofegou, incapaz de continuar. Ela apoiou os pés na cama novamente, cravou as mãos nos lençóis e arqueou os quadris para cima. Sem querer que ela gozasse tão cedo, diminuí o ritmo novamente. Continuei a fodê-la em câmera lenta, mas usando todo o comprimento dos meus dedos.
"Mmmhhh. Não sei. Talvez fosse grande demais para mim, afinal", ela ofegou.
Ela fez uma pausa, saboreando a maneira como eu a dedava. Girei meus dedos 180 graus dentro da vagina dela. Minha esposa revirou os olhos, e um "Aaaahhhh" alto escapou de sua boca doce.
Era só isso que você imaginava?" perguntei.
Ela olhou para mim quase suplicante e balançou a cabeça negativamente.
"Mentirosa!" disparei com rispidez. "Você com certeza imaginou como o pau grande dele seria dentro de você. Acertei?"
Retirei meus dedos de dentro dela e, com a outra mão, puxei seu mamilo esquerdo até ver a dor que ela sentia estampada em seu rosto. Quando comecei a torcer o mamilo também, Vanessa cerrou os dentes para não deixar escapar nenhum som. Vê-la tentando conter a dor me excitou incrivelmente naquele momento. Ao mesmo tempo, senti novamente aquela sensação incrível de poder sobre ela. Torci o mamilo um pouco mais, até que ela não aguentou e um "Ai!" alto escapou de seus lábios. Pela expressão em seu rosto — que irradiava pura luxúria e excitação —, percebi que ela estava realmente gostando de ser tratada daquela maneira. Ainda assim, ela soltou um suspiro de alívio quando finalmente soltei seu mamilo. Eu queria uma resposta para a pergunta anterior, então perguntei novamente: "Você imaginou ele te comendo com aquele pau grande?"
Ela gemeu com a pergunta e soltou um "Não, não imaginei" baixinho, quase tímido.
"Ou você imaginou colocar o pau grande dele na boca e chupá-lo?"
Ela respirou fundo novamente.
"Eu só fiquei imaginando como seria sentir um pau grande e grosso daqueles dentro de mim."
Como recompensa, deslizei meus dois dedos de volta para dentro dela e a comi bem devagar. Ela começou a gemer baixinho novamente.
"E depois?" perguntei.
"Eu... eu não sei..." ela começou.
"Você gostaria de experimentar um dia?" Minha esposa me encarou, atônita, com os olhos arregalados.
"Como assim?" ela perguntou, acrescentando rapidamente: "Eu nunca te trairia."
Aquele era um momento um tanto delicado. Afinal, eu tinha essa fantasia, mas não queria assustá-la com ela. Naquele instante, eu nem sabia se ela já havia cogitado a ideia de experimentar. Pensei por um momento, tentando escolher bem as palavras. "Quero dizer, na sua fantasia, é claro, querida", eu disse com cautela. "Se te excita imaginar todas as coisas que os dois fariam com você?"
Pude ver uma expressão de espanto incrédulo se espalhar pelo rosto dela.
"Eu nem quero imaginar todas as coisas pervertidas que eles fariam comigo."
As palavras dela me fizeram rir alto. Vanessa continuava me olhando, atônita. Então, inclinei-me para a frente e lhe dei um beijo carinhoso, sem tirar os dedos da buceta molhada dela.
"E, no entanto, você estava pensando neles — e ficando mais excitada do que nunca."
Eu queria apontar a contradição entre o que ela dizia e o comportamento e a história que ela acabara de compartilhar.
Fez-se um silêncio, quebrado apenas pelos sons úmidos e estalados dos meus dedos trabalhando a buceta dela.
"Só no pau dele", ela tentou se justificar, embora suas palavras soassem um tanto fracas. Eu sabia que ela havia imaginado mais, mas não ousava me contar.
"E em como ele iria te preencher."
Foi mais uma afirmação da minha parte do que uma pergunta. Vanessa assentiu timidamente.
"Então, minha querida, vamos colocar isso à prova!"
Ao dizer isso, afastei meus dedos dela.
"Você realmente não quer saber o que eles fariam com você?" perguntei em tom de deboche.
E então, num tom dominante: "Vire-se e empine a bunda!"
"O que você está planejando?" ela perguntou, incerta, olhando para mim com curiosidade.
Tentei fazer a expressão mais maliciosa que consegui.
"Vou te mostrar o que o velho faria com você. Ele certamente ia querer que você mostrasse a bunda nua para ele, para poder te comer por trás. Então vire-se logo e mostre sua bunda nua!"
Ao ouvir minhas palavras, Vanessa soltou um gemido e seus olhos brilharam de desejo. Sem hesitar, ela ficou de quatro, apoiou-se nos antebraços dobrados, encostou a cabeça na cama e empinou suas nádegas fartas na minha direção, cheia de expectativa.
"O que você acha? Devo te comer com dois dedos ou com três?"
Vanessa ofegou, mas não respondeu.
"Aposto que o pau dele não é só comprido, mas grosso também", comentei em voz alta.
"Provavelmente tão grosso quanto três dos meus dedos", concluí. Ouvi-a ofegar novamente ao dizer isso, e um arrepio violento percorreu seu corpo.
"Diga-me, devo usar três dedos?" insisti.
"Eu... eu não sei. Mas, por favor, faça isso logo comigo. Não aguento mais. Por favooor", implorou Vanessa, arqueando as nádegas um pouco mais para perto de mim.
Olhei para a bunda nua e farta que ela me oferecia. Como ela estava ajoelhada com as pernas levemente afastadas, eu tinha uma visão clara de sua buceta molhada e brilhante. Coloquei as mãos nas nádegas dela e as afastei. Vanessa ofegou quando seu pequeno cu virgem foi revelado a mim. Umedeci meu polegar direito na buceta dela e o acariciei sobre o buraquinho do cu. A respiração de Vanessa acelerou de repente, e seus gemidos ficaram visivelmente mais altos. Depois de acariciar o buraquinho dela algumas vezes, até que a umidade no meu polegar começasse a secar, passei-o novamente pela buceta molhada e depois pelo cu franzido — mas, desta vez, com muito mais pressão. Vanessa, olhando para trás por cima do ombro, estava com a boca em formato de "O", a testa franzida e soltava respirações ofegantes e ruidosas. Não consegui evitar pensar nas palavras daqueles dois velhos: que "você tem que dar uma boa alongada no cu daquela putinha antes".
Cheguei a cogitar tentar enfiar o polegar nela, mas, embora Vanessa não tivesse demonstrado qualquer sinal de resistência até aquele momento, não ousei fazê-lo.
— Aposto que ele também daria uns tapas nessa sua bunda gostosa e carnuda — disse eu, em vez disso, afastando a mão da entrada traseira dela.
Dei um tapa rápido em cada uma das nádegas dela. Vanessa soltou um grito e enterrou o rosto no lençol, soltando gemidos baixos. Seu corpo se contraía e tremia de excitação; suas bochechas estavam levemente rosadas por causa dos tapas.
"Dois ou três?", perguntei novamente.
"Três", gritou Vanessa. "Por favor, deslize três dedos dentro de mim!"
Era isso que eu estava esperando. Dei outro tapa forte na bunda dela e posicionei meus dedos indicador, médio e anelar na entrada. Os gemidos de Vanessa ficaram mais altos e ela começou a tremer violentamente. Imaginei que não demoraria muito para ela chegar ao orgasmo. Embora eu tivesse acabado de posicionar os dedos na entrada, os fluidos dela já escorriam por eles. Acho que ela nunca tinha estado tão molhada quanto naquele momento. Vanessa apoiava o lado esquerdo do rosto na cama. Ela gemeu alto enquanto eu tentava deslizar meus três dedos para dentro dela — o que não foi exatamente fácil. Movimentei os dedos um pouco, recuei-os levemente e depois os empurrei um pouco mais fundo. Repeti esse processo — acompanhado pelos gemidos cada vez mais altos de Vanessa — até ter enterrado totalmente os três dedos dentro dela. Lentamente, comecei a fodê-la com aqueles três dedos.
"E como é a sensação do pau grosso dele?", perguntei.
Mas não obtive resposta dela além de seus gemidos e suspiros.
O rosto dela irradiava puro êxtase. Sua boca estava bem aberta e ela revirava os olhos sempre que meus dedos estavam totalmente dentro dela.
"Imagine que ele está te fodendo agora mesmo com o pau grande dele. Deslizando para dentro, uma vez atrás da outra", acrescentei.
"Oh, Deus, sim — me foda com seus dedos. Faça direito!", ela gritou, com a voz subindo até quase um berro. Assim que meus dedos estavam totalmente dentro dela novamente, virei a mão para que a palma ficasse voltada para cima. Vanessa ofegou e bateu repetidamente na cama com a mão.
"Oh, Deus, isso é tão bom!", ela exclamou enquanto eu continuava a fodê-la com movimentos curtos e rápidos.
Então ela arqueou as costas, e seu corpo começou a tremer e se contrair violentamente. Um grito alto e prolongado escapou de seus lábios quando ela atingiu o clímax, e uma onda de seus fluidos escorreu sobre a minha mão.
Seus joelhos cederam e, enquanto ela desabava sobre a cama, meus dedos deslizaram para fora dela. Eu conseguia ouvir sua respiração ofegante; a parte inferior de seu corpo ainda tremia. Meus dedos estavam completamente cobertos por uma película branca. Sem pensar duas vezes, levei-os à boca e lambi os fluidos de Vanessa. O gosto dela era absolutamente delicioso. Dei a ela um momento para recuperar o fôlego e se recompor um pouco. Eu ainda não tinha terminado com ela.
Levantei-me e caminhei até a base da cama. Vanessa continuava deitada, imóvel. Segurei-a pelos quadris e a puxei para a extremidade da cama. Ela soltou um gemido de dor. Sua cabeça estava agora bem na beirada.
"Você disse mais cedo que queria meu pau bem fundo na sua boca. Então abra bem, querida!"
Ela olhou para cima, para mim. Parecia exausta, mas ficou de quatro e abriu a boca obedientemente.
"Boa garota", elogiei, deslizando lentamente meu pau duro para dentro de sua boca. Parei quando ele estava na metade do caminho. A cena diante de mim quase me fez perder o controle; Vanessa olhava para mim de forma submissa enquanto meu pau estava fundo em sua boca. Coloquei as mãos na cabeça dela e empurrei meus quadris um pouco mais para a frente. Meu pau estava agora três quartos dentro de sua boca. Vanessa começou a ter ânsia de vômito, mas não fez menção de se afastar. Mantive-o fundo na boca dela por um momento, sem me mover, e depois o retirei. Longos fios de saliva ligavam meu pau aos lábios dela. Vanessa gemeu baixinho enquanto eu passava a cabeça do meu pau pelos seus lábios carnudos e, em seguida, a esfregava em seu rosto bonito. Ela ainda mantinha a boca bem aberta e olhava nos meus olhos.
"Gosta? Assenti com a cabeça. Vanessa sorriu, esticou bem a língua para provocar a cabeça do meu pau e lambeu, com prazer, os fios de saliva que restavam. Com a mão esquerda, ela empurrou meu pênis para cima e lambeu meus testículos com a língua totalmente estendida, até que meu saco estivesse completamente úmido. Gemi com o toque dela.
"Quero que você goze na minha boca", ela gemeu, e então colocou metade do meu pau na boca.
Normalmente, ela nunca queria que eu gozasse na boca dela. Logo no início do nosso relacionamento, eu tinha gozado na boca dela uma vez, e ela havia engolido tudo. Mas ela achou aquilo nojento na época e se recusou a fazer de novo depois disso. O fato de ela querer isso agora, por iniciativa própria, me surpreendeu e mostrou mais uma vez que ela queria romper as barreiras que costumava impor a si mesma.
Por um breve momento, cheguei a me perguntar se ela estaria disposta a deixar que eu a comesse pelo cu hoje também.
Mas afastei esse pensamento e, em vez disso, empurrei o quadril para frente, deslizando meu pau um pouco mais fundo na boca dela. Três quartos dele já estavam lá dentro. Ela continuava olhando para cima, para mim, em uma posição submissa. Decidi arriscar; dei outra estocada firme, e meu pau desapareceu completamente na boca dela. Ouvi os sons de ânsia de vômito vindo da garganta de Vanessa. Ela tentou recuar, mas segurei a cabeça dela firme por um momento. Eu só queria apreciar a visão do meu pau inteiro na boca dela e a ponta do nariz dela tocando minha barriga. Então soltei a cabeça dela, e Vanessa puxou meu pau para fora da boca com um movimento brusco. Ela caiu para trás, ofegante, enquanto um fio de saliva escorria de seus lábios, descendo pelo queixo e pingando em seus seios. "Seu porco!", ela arfou assim que recuperou o fôlego.
Mas, logo em seguida, ela deslizou para frente em minha direção novamente. Quando seus lábios tocaram meu pau, ela olhou para mim com um ar de desejo e desafio.
"Por favor, me dê o seu gozo", ela gemeu, abrindo a boca com expectativa.
Não precisei ouvir duas vezes. Segurei a cabeça dela com firmeza usando as duas mãos e deslizei lentamente meu pau até a metade na boca dela. Fiz uma breve pausa e, então, empurrei um pouco mais para dentro. Os sons que ela emitia provocavam arrepios elétricos em mim. Recuei lentamente até que apenas a cabeça do meu pau estivesse na boca dela e, em seguida, empurrei novamente com força, fundo na garganta dela. A sensação era incrível. Repeti o movimento algumas vezes e, então, com meu pau pela metade dentro dela, gozei soltando um gemido alto. Segurei a cabeça dela com firmeza para que não se afastasse e disparei jatos sucessivos dentro da sua boca. Parecia que eu nunca tinha ejaculado tanto na vida. Vanessa não fez menção de se afastar; no final, fui eu quem deu um passo para trás. Meu pau deslizou para fora da boca dela, arrastando um pouco de sêmen que escorreu pelo seu queixo. Ela fechou a boca rapidamente. Ela não havia parado de olhar para mim um instante sequer e, agora, sorria com os lábios cerrados. Então, abriu bem a boca para me mostrar o sêmen que havia acumulado ali, antes de fechá-la novamente e engolir tudo de uma só vez. Pude ver o movimento da garganta dela ao engolir e soltei um gemido suave ao presenciar aquilo. Vanessa abriu a boca para mostrar que havia engolido cada gota do meu sêmen. Ela limpou o sêmen do queixo com o dedo indicador, levou o dedo à boca e o lambeu com prazer. "Mmm", ela gemeu. "Foi tão delicioso! Quero que você continue fazendo isso. Promete?"
Mais uma vez, só consegui acenar com a cabeça. Eu estava simplesmente atordoado com o show que ela acabara de dar para mim e com o que disse logo depois. Ela sorriu para mim novamente e fez um sinal com o dedo indicador para que eu me aproximasse.
— Agora eu quero chupar seu pau até deixá-lo limpinho — ela sussurrou.
Pouco tempo depois, enquanto estávamos deitados lado a lado na cama novamente, nenhum de nós dizia nada. Vanessa havia apoiado a cabeça no meu peito; eu a abraçava pelos ombros e olhava para o teto.
Refleti sobre o que acabara de acontecer. Eu nunca tinha visto a Vanessa tão incrivelmente excitada desde que estávamos juntos. Como eu disse, nossa vida sexual sempre foi satisfatória, mas o que aconteceu agora pouco estava em um nível totalmente diferente. Foi incrível vivenciar aquele lado dela, tão desinibido e obsceno.
— No que você está pensando? — Vanessa perguntou, interrompendo meus pensamentos.
— Foi simplesmente incrível ver você daquele jeito — eu disse a ela.
Ela levantou o olhar para mim e deu um sorriso tímido.
— Quer dizer, nosso sexo sempre foi ótimo e variado. Mas aquilo de agora pouco foi absolutamente selvagem, meu amor! Nunca vi você assim antes.
Ela piscou timidamente ao ouvir minhas palavras.
— Não sei o que deu em mim hoje. Mas espero que saiba que eu nunca te trairia!
— Eu sei disso — respondi.
Ficamos em silêncio novamente por um tempo. Mas, em minha mente, eu imaginava como seria ver a Vanessa transando com outra pessoa.
Eu conseguiria lidar com isso? Isso me deixaria excitado?
Ou eu sentiria ciúmes? Eram perguntas que eu não conseguia responder — pelo menos não ainda. E, acima de tudo, era algo que a Vanessa também precisaria querer. — Achei ótimo você ter me contado. E também por ter deixado a gente incorporar isso ao nosso sexo — eu disse, quebrando o silêncio que havia se instalado novamente.
— Eu também achei ótimo... e excitante — Vanessa sussurrou.
A voz dela soava tímida e insegura. Como se ela se sentisse envergonhada com aquilo ao pensar a respeito depois. O que provavelmente era verdade. Ela realmente parecia se sentir culpada. Eu queria tentar deixá-la mais tranquila, já que esperava incorporar cenários ou jogos de interpretação como aquele à nossa vida sexual no futuro.
— Você também saiu dos seus limites habituais ao fazer aquilo.
Vanessa olhou para mim. O olhar dela trazia novamente aquela expressão de timidez.
— Como assim? — perguntou ela, embora certamente soubesse aonde eu queria chegar.
— Fala sério! Você colocou meu pau todinho na boca mais cedo, e eu até gozei na sua boca — respondi, rindo.
E, antes que ela pudesse dizer qualquer coisa em resposta, acrescentei rapidamente:
— E você engoliu tudo.
Vanessa mordeu o lábio inferior e franziu levemente a testa. Eu sentia meu desejo despertar novamente só de dizer aquilo para ela.
— E prometo agora mesmo que vou gozar na sua boca mais vezes no futuro, para que você possa engolir meu gozo. Você queria que eu prometesse isso mais cedo, não queria? — insisti no assunto.
Vanessa assentiu levemente.
— Sim, eu queria — respondeu ela, tímida.
— Queria... ou ainda quer?
Olhei para ela, esperando uma resposta.
— Você gostou? — perguntei.
Por um instante, pareceu que ela estava procurando as palavras certas.
"Sim, eu gostei. E você pode repetir no futuro, se quiser."
Vanessa se virou de repente e se apoiou no meu peito com os antebraços. Nessa posição, ela podia me olhar diretamente.
"Não te incomoda nem um pouco que eu tenha ficado tão excitada por causa de outra pessoa?"
Pensei por um momento e então disse com bastante calma:
"Não. Como eu disse, achei muito excitante que você estivesse tão excitada. E além disso, eu queria que você pensasse nele."
Fiz uma breve pausa.
"E, pelo que me consta, podemos definitivamente incorporar fantasias assim à nossa vida sexual com mais frequência. Acho que só a enriqueceria ainda mais."
Sua expressão ainda demonstrava um toque de incerteza.
"Mas você não está com ciúmes?"
Balancei a cabeça e passei o dorso da mão no lado direito do seu rosto. — Não, querida! Primeiro, não acredito que você me trairia — algo que você mesma acabou de dizer. E segundo você não fez nada. Só te excitou. Você não conseguiu evitar.
Inclinei a cabeça levemente de um lado para o outro — talvez só para sinalizar que, do meu ponto de vista, estava tudo bem.
"Talvez eu tivesse ciúmes se fossem uns caras musculosos e bonitos", acrescentei com um sorriso largo.
Agora Vanessa também sorriu e deu um tapinha leve e brincalhão no meu peito. "Bom, então", foi o único comentário dela.
Ela se virou e apoiou a cabeça no meu peito novamente. Nenhuma de nós disse mais nada, e eu fiquei satisfeita em deixar o assunto para lá; era melhor dar a ela um pouco de espaço naquele momento.
Vanessa já tinha adormecido — eu percebi pelo som da sua respiração tranquila.
Eu havia decidido incorporar fantasias como essa em nossa vida sexual dali em diante. E não só isso. A ideia de ver Vanessa fazendo sexo com outra pessoa estava me excitando cada vez mais — especialmente com alguém muito mais velho que ela, ou alguém de posição social muito inferior. Alguém — ou talvez vários homens — que a possuíssem com força. Exatamente como aqueles dois velhos do bar adorariam fazer. Só de pensar nisso, eu já me excitava novamente.
Eu só não sabia ainda como convencer Vanessa a concordar com isso por vontade própria.
Mas, como costuma acontecer na vida, uma oportunidade de levar as coisas um passo adiante logo surgiria.
"Aaahh"
Acordei com um gemido suave.
Meu pau estava duro como pedra e senti um formigamento leve. Quando olhei para baixo, vi o motivo. Vanessa estava ajoelhada à minha direita, na altura dos meus quadris, chupando meu membro ereto com ternura e devoção. Percebendo que eu havia acordado, ela soltou meu pau da boca e sorriu amorosamente para mim, roçando levemente os dentes na cabeça inchada dele.
"Espero não ter te acordado, querido", ela murmurou.
Antes que eu pudesse responder, ela envolveu a base da glande com seus lábios carnudos, fazendo parecer que chupava um pirulito.
"Aaahh."
Gemi novamente. Ela apoiava meu cacete com a palma da mão direita, mantendo-o erguido enquanto continuava a chupá-lo, ao mesmo tempo em que acariciava suavemente as próprias nádegas com a mão esquerda.
"Não, tudo bem", respondi com um gemido. "É uma sensação maravilhosa acordar assim."
Os olhos de Vanessa brilharam; com a boca entreaberta, ela esfregava meu pau lubrificado contra as bochechas, mantendo o olhar fixo no meu.
Aquela visão me excitou ainda mais. A mão esquerda de Vanessa deslizou da nádega para o meio das pernas, e ela começou a acariciar suavemente a própria boceta.
"Estou... oohhh... tão feliz", ela gemeu baixinho.
Enquanto continuava a acariciar a boceta, ela lambia a extensão do meu pau com a língua bem esticada.
"Já estou toda molhada de novo", ela disse ofegante. "Posso cavalgar você, meu garanhão forte?" Sem esperar minha resposta, ela se levantou e montou em cima de mim, embora não tenha inserido meu pau na boceta.
Em vez disso, ele ficou apontado para cima, contra a minha barriga. Vanessa pressionou a boceta molhada contra meu pau e deslizou os lábios vaginais sobre ele. Permaneci passivo, deixando-a fazer o que quisesse e curtindo a sensação enquanto os lábios úmidos dela deslizavam sobre o meu membro.
Depois de um tempo, ela levou a mão para trás, segurou minha ereção, posicionou-a verticalmente e a encostou na fenda da bunda. Então, apoiando as mãos no meu peito, ela empurrou o quadril para trás. Isso fez com que o sulco entre suas nádegas se abrisse levemente, permitindo que meu caralho deslizasse um pouco entre elas. Vanessa começou a mover o traseiro para cima e para baixo em câmera lenta, e meu pau — ainda lubrificado pelos fluidos da buceta dela — deslizava suavemente contra a entrada daquela fenda. De onde eu estava deitado, observava minha esposa; ela estava de olhos fechados, com a testa levemente franzida e mordendo o lábio inferior. Eu conseguia ouvir claramente seus gemidos enquanto ela massageava meu pau com a bunda. Sempre que a cabeça do meu pau deslizava contra o orifício dela, ela parava por uma fração de segundo e pressionava o esfíncter gentilmente contra ele. Enquanto massageava minha ereção e a própria bunda dessa maneira, ela começou a esfregar o clitóris com os dedos indicador e médio da mão direita, em movimentos circulares. Seus gemidos foram ficando cada vez mais altos, logo preenchendo todo o quarto. Durante todo o tempo, ela manteve o olhar fixo e intenso no meu rosto. Vanessa pegou os dois dedos — brilhantes com seus fluidos — e os deslizou para dentro da minha boca. Abri a boca de bom grado e lambi os fluidos deliciosos dos dedos dela. Ela continuava provocando a própria buceta com os dedos e, assim que eles estavam bem molhados, ela os deslizava para a minha boca ou espalhava os fluidos no meu queixo ou nos meus lábios. Ela não desviou o olhar de mim nem por um instante durante todo o processo.
"Eu amo te dar meus fluidos", ela sussurrou enquanto enfiava os dedos fundo na minha boca novamente.
Embora Vanessa, ocasionalmente, pressionasse meu pau com força demais usando suas nádegas voluptuosas — tornando a sensação quase dolorosa às vezes —, eu ainda achava aquilo incrivelmente excitante.
Naquele momento, eu esperava secretamente que Vanessa tentasse receber meu pau no cu. Em vez disso, porém, ela parou de esfregar a bunda em mim, levantou o quadril, segurou meu pau com a mão direita e o posicionou logo abaixo da buceta. Com um gemido alto, ela abaixou o quadril, e meu pau deslizou sem esforço para dentro dela. Eu também soltei um gemido alto.
Vanessa apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar sobre mim, lenta e suavemente. Coloquei as mãos em suas nádegas fartas e arredondadas, acariciando-as com ternura. Isso me permitiu sentir como ela erguia lentamente os quadris e os abaixava novamente, recebendo todo o comprimento do meu pênis. A postura que ela adotou para se apoiar fez com que seus seios se juntassem, destacando seus mamilos endurecidos de forma provocante. Movi as mãos das nádegas dela em direção aos seus seios, mas, ao perceber minha intenção, Vanessa segurou meus pulsos e os prendeu na cama, um de cada lado da minha cabeça. Sem soltar meus pulsos, ela continuou a cavalgar. Como estava muito inclinada para a frente, seus mamilos endurecidos roçavam constantemente no meu peito, e seu rosto — com a boca levemente entreaberta — pairava logo acima do meu. Era incrivelmente erótico observar o rosto dela, transfigurado pelo êxtase do prazer, tão de perto, e ouvir seus gemidos suaves.
Depois de algum tempo, ela se endireitou e arqueou o tronco para trás. Começou a acariciar os seios com delicadeza, beliscando ocasionalmente os mamilos endurecidos com os dedos.
Permaneci imóvel e passivo, apreciando a visão de Vanessa sobre mim e simplesmente deixando que ela continuasse a cavalgar.
Ao contrário da noite anterior, o sexo foi incrivelmente terno desta vez. Os gemidos de Vanessa tornaram-se mais rápidos e intensos, e eu podia sentir a buceta dela se contraindo e apertando meu pau. No exato momento em que ela atingiu o clímax, ejaculei profundamente dentro de sua buceta quente.
Decidimos não ir à piscina, optando por passar o dia na praia. Em busca de um pouco mais de privacidade, montamos nosso espaço um pouco afastado da área principal da praia.
Dispensamos as espreguiçadeiras e trouxemos uma canga para estender na areia. Na maior parte do tempo, Vanessa ficou deitada por cima de mim — algo que não fui o único a apreciar. Vez ou outra, eu via homens passando por nós e observando Vanessa discretamente. Havia até alguns que a encaravam sem qualquer cerimônia, não se importando nem um pouco com o fato de eu estar deitado bem ao lado dela. Minha esposa era uma visão incrivelmente deliciosa, deitada na canga com seus seios grandes e nus — exibindo lindas e grandes aréolas castanhas — e as pernas esticadas e levemente entreabertas, fazendo com que a parte de baixo do biquíni se esticasse de forma sedutora sobre sua intimidade.
Senti uma onda de orgulho por ter uma mulher tão linda e desejável.
Eu adoraria saber o que aqueles homens estavam pensando enquanto olhavam para minha esposa. Será que tinham pensamentos eróticos e ousados? Imaginando como seria tocar seus seios fartos e chupar seus mamilos? Ou imaginando-se tirando a parte de baixo do biquíni dela enquanto ela dormia tranquilamente?
Vanessa não percebia nada disso, pois logo havia caído no sono. Pelo visto, ela ainda estava recuperando o sono da noite anterior. Como havia adormecido de barriga para cima, qualquer pessoa que passasse por ali ainda conseguia ter uma boa visão de seus seios magníficos.
Enquanto observava as pessoas passando, notei que Vanessa também atraía a atenção de algumas mulheres. Eu não conseguia dizer se era por inveja ou curiosidade sexual. O que me chamou a atenção, no entanto, foi que eram principalmente mulheres de meia-idade ou mais velhas que olhavam para Vanessa com interesse. Naturalmente, isso atiçou minha imaginação. Deitei-me também e imaginei uma mulher seduzindo Vanessa. Ainda excitado pelo nosso jogo de interpretação do dia anterior, senti aquele pensamento me deixar quente novamente. Fiquei imaginando como Vanessa reagiria se uma mulher desse em cima dela. Até onde eu sabia, ela nunca tinha ficado com uma mulher antes. Pelo menos, nunca havia mencionado nada do tipo para mim.
Também considerei deixá-la ali sozinha e observar de uma distância segura para ver se alguém ousaria dar em cima dela. No entanto, descartei a ideia. Depois de um tempo, virei-me de bruços. Senti meu membro ereto pressionado contra o chão e apreciei a sensação. Pouco tempo depois, adormeci.
Quando acordei novamente, o lugar ao meu lado estava vazio. Sentei-me e olhei para o mar, mas não consegui avistar Vanessa. Examinei as redondezas, mas ela não estava em lugar nenhum. Presumi que ela provavelmente tinha ido comprar uma bebida ou voltado brevemente ao hotel sem querer me acordar. Tirei o celular do bolso para ver se a Vanessa tinha me mandado mensagem, mas não havia mensagens novas.
A essa altura, o local já estava ficando movimentado, então passei um tempo observando a movimentação das pessoas na praia e na água.
Quando Vanessa ainda não havia retornado depois de meia hora, decidi ir procurá-la. Talvez ela tivesse ido para a praia principal, pensei. Havia um bar de praia lá também, onde eu poderia tomar uma cerveja.
Peguei rapidamente meu celular e segui em direção ao bar. No caminho, fiquei atento à procura da minha esposa, mas não conseguia avistá-la em lugar nenhum.
Mesmo de longe, dava para ver que o bar estava movimentado. As pequenas mesas redondas ao redor do balcão estavam todas ocupadas, e quem não conseguiu lugar estava de pé, seja no próprio balcão ou nos espaços entre as mesas. Uma música alta já chegava aos meus ouvidos. Aproximei-me lentamente do bar, observando a multidão o tempo todo à procura de Vanessa. Quando estava a cerca de cinquenta metros de distância, eu a vi. Naquele momento, o fôlego me faltou e parei bruscamente. Eu não conseguia acreditar; tive que olhar duas vezes para ter certeza de que a mulher de biquíni preto minúsculo, parada no bar, era realmente a minha Vanessa. Pois os dois caras ao lado dela — e bem próximos a ela, por sinal — eram homens que eu conhecia muito bem. Eram Carlos e Pedro. Eu podia vê-los conversando e rindo; pelo jeito, estavam se divertindo muito. Pensei por um instante em simplesmente ir até lá, mas decidi continuar observando de uma distância segura por enquanto.
Eu ainda não conseguia acreditar que Vanessa estava ali, conversando com os dois. Será que ela tinha ido até eles por conta própria? Ou talvez eles a tivessem visto no bar e se juntado a ela. Mesmo assim, ela poderia ter ido embora. O que, definitivamente, ela não tinha feito. Mil pensamentos passavam pela minha cabeça. Afinal, ela havia admitido para mim, ainda ontem, que o encontro com Carlos e Pedro a havia excitado. E sim, tínhamos incorporado isso à nossa intimidade ontem mesmo; no entanto, Vanessa não me parecia o tipo de pessoa que buscaria ativamente contato ou proximidade com eles por iniciativa própria. Será que eu estava enganado? Será que ela nutria por eles um desejo sexual mais forte do que estava disposta a admitir para mim?
Nesse momento, eu já havia chegado ao bar e me posicionado atrás de um dos pilares quadrados que sustentavam o telhado. Isso me permitiu ficar de olho na Vanessa sem correr um risco significativo de ser visto. E, mesmo que fosse, eu não me importaria; afinal, não era eu quem tinha algo a esconder.
O homem corpulento disse algo a ela; a princípio, Vanessa olhou para ele com um ar de confusão, mas logo jogou a cabeça para trás e caiu na gargalhada. Os dois homens riram também. Eu teria dado tudo para saber o que ele havia dito. Quando terminou de rir, Vanessa pousou a mão no peito peludo dele, olhou-o com seriedade, balançou a cabeça e disse algo. Imediatamente, os três começaram a rir novamente. Uma onda de ciúmes me invadiu ao vê-la tocá-lo. Embora fosse apenas no peito, a cena me perturbou profundamente, pois ela parecia não ter qualquer receio quanto ao contato físico. Eles continuaram a conversa animada, rindo com frequência. Os dois homens também pareciam ficar mais ousados; não paravam de tocar na Vanessa. Dependendo de quem falava com ela naquele momento, tocavam-lhe os ombros, os braços ou os quadris. Embora os toques fossem breves no início, aos poucos foram se tornando mais prolongados.
Quando o mais alto — Carlos — disse algo a ela, ele se inclinou de modo que sua boca ficasse bem perto do ouvido dela. Ao mesmo tempo, ele colocou as duas mãos nos quadris dela e as manteve ali o tempo todo, sem que Vanessa parecesse se incomodar. Pedro, enquanto isso, aproveitou a oportunidade para admirar descaradamente o traseiro da minha esposa; ele sorriu com lascívia e lambeu os lábios. Então, ele deu um passo à frente e pressionou sua barriga grande contra as costas de Vanessa. Vanessa virou brevemente a cabeça em direção a ele e deu um sorriso de leve reprovação, mas não fez nada para repreendê-lo. Carlos continuava sussurrando no ouvido de Vanessa — algo que parecia diverti-la, a julgar por sua expressão. Pedro, provavelmente encorajado pelo fato de Vanessa não ter se oposto à sua aproximação, deslizou os dedos grossos pelas costas dela. A única reação dela foi arquear as costas.
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Ao mesmo tempo, senti meu pau endurecer enquanto observava Vanessa ali, entre os dois homens mais velhos. Sempre que Carlos falava com ela, ele precisava se curvar bastante, pois Vanessa chegava apenas à altura do peito dele — ou ela tinha que ficar na ponta dos pés, o que parecia incrivelmente sedutor. Até mesmo o corpulento Pedro era bem mais alto que ela, superando-a em pelo menos meia cabeça.
A parte de baixo do biquíni de Vanessa era bem cavada. Não era exatamente um fio-dental, mas a peça deixava uma grande parte de suas nádegas exposta.
Sempre que minha esposa falava com Carlos, Pedro tinha uma visão perfeita e de perto do traseiro arredondado, quase nu e em formato de maçã dela — algo que ele estava visivelmente apreciando.
Minha excitação aumentava enquanto eu observava os dois homens grandes e mais velhos se aproximando da minha esposa, doce e miúda, por ambos os lados. Eles se aproximaram tanto dela que ela mal conseguia se mover livremente. Ambos continuavam tocando e apalpando Vanessa, e ela não fez nada para impedir.
Enquanto isso, Carlos havia tirado a mão direita do quadril dela e acariciava a parte superior do braço dela, num movimento de vai e vem; a mão esquerda dele permanecia no quadril dela. Vanessa sorriu para ele. Pedro havia se aproximado ainda mais por trás e continuava deslizando as pontas dos dedos desde a nuca dela até mais ou menos o meio das costas. Apesar da minha excitação crescente, eu ainda sentia o ciúme que havia tomado conta de mim pelo fato de ela não ter me contado e estar fazendo aquilo em segredo. Fiquei imaginando se ela me falaria sobre isso mais tarde.
A essa altura, Carlos e Vanessa haviam parado de conversar e se olhavam nos olhos, com os rostos a poucos centímetros de distância. Parecia que estavam prestes a se beijar.
Decidi enviar uma mensagem de WhatsApp para ela perguntando onde estava.
O celular dela deve ter apitado, pois ela se virou bruscamente, afastando-se de Carlos, pegou o aparelho que estava sobre o balcão e leu minha mensagem. Depois, disse algo a Carlos — provavelmente que precisava ir embora. Como eu precisava voltar ao meu lugar antes dela, estava prestes a sair quando lancei outro olhar para o bar. Vanessa também estava se preparando para ir embora. Ela já havia se livrado de entre os dois homens quando Carlos agarrou seu braço, disse algo a ela e apontou o dedo indicador para a própria bochecha. Congelei no meio do movimento. Vanessa olhou rapidamente em volta, mas, felizmente, não olhou na minha direção. Ela ficou na ponta dos pés, apoiou-se com a mão direita no ombro esquerdo dele e deu um beijo rápido na bochecha dele. Enquanto fazia isso, Carlos colocou a mão direita na nádega dela. Ele a manteve ali mesmo quando minha esposa se virou e deu um beijo na bochecha de Pedro também; eu conseguia ver claramente a mão dele acariciando o traseiro dela. Ele disse algo a ela novamente e, depois, ao amigo. Ele tirou a mão do traseiro dela, e ela se virou de volta para ele; pude ver bem como ela se inclinou levemente para a frente, empinando um pouco mais o traseiro na direção de Pedro. Enquanto Pedro colocava a mão no traseiro dela e o apertava suavemente — embora o movimento fosse claramente visível para mim —, Vanessa e Carlos olhavam profundamente nos olhos um do outro. Ele sorriu para ela. Depois, disse algo, e ela assentiu enquanto mordia o lábio inferior de forma sedutora. No momento em que Vanessa ficou na ponta dos pés, segurando o ombro dele como antes, e deu um beijo na boca de Carlos, senti meu pau ficar ainda mais duro dentro do calção de banho. Carlos segurou a nuca dela e pressionou os lábios firmemente contra os dela. Prendi a respiração enquanto observava minha Vanessa beijando outro homem. O beijo durou apenas alguns segundos antes de eles se separarem.
Eu adoraria saber se eles usaram a língua. Infelizmente, não consegui ver isso de onde eu estava. Então, Carlos colocou as mãos nos ombros dela e simplesmente a virou para ficar de frente para Pedro. Ele sussurrou algo no ouvido dela, e Vanessa assentiu enquanto Pedro abria um sorriso largo. Carlos mantinha uma mão no ombro dela; com a outra, espalmou os dedos sobre a nádega semivisível de Vanessa e apertou com firmeza — um movimento que era claramente visível. Ao mesmo tempo, Pedro — assim como Carlos havia feito — segurou a nuca dela para manter sua cabeça firme. À medida que o rosto dele se aproximava do dela, seu sorriso desapareceu. Em vez disso, ele exibia um olhar de desejo voraz e, pouco antes de se beijarem, vi quando ele entreabriu os lábios. Mais uma vez, o ar me faltou na garganta, e senti meu pau ficar completamente duro dentro do short.
Esse beijo também durou apenas alguns instantes, mas, dessa vez, eu tinha certeza de que eles haviam usado a língua.
Logo depois, Vanessa saiu rapidamente do bar da praia. Voltei trotando para onde estávamos.
Eu tinha acabado de me acomodar novamente quando Vanessa apareceu.
"Oi, amor", ela me cumprimentou, sentando-se ao meu lado na nossa canga e me dando um beijo. Há poucos minutos, aqueles lábios haviam beijado outro homem pensei, e agora ela estava me beijando com eles.
"Oi, querida. Onde você estava?", perguntei.
"Ah, eu estava no bar, tomando uma bebida rápida. Não queria te acordar. Você estava dormindo tão profundamente."
Ela deu um beliscão brincalhão na minha cintura, sorrindo enquanto fazia isso. Afastei a mão dela segurando-a.
"É, acho que eu ainda estava bem cansado", disse eu, piscando para ela em referência à noite anterior.
"Bom, quando você se esforça tanto assim à noite..." ela respondeu, piscando de volta.
Ela ainda não tinha dito uma palavra sobre ter encontrado aqueles dois homens mais velhos no bar da praia. Será que ela realmente queria esconder isso de mim?
"Então, o bar estava cheio?", perguntei casualmente.
"Muita gente e uma música alta demais. Só tomei uma bebida rápida e depois fui até a água um pouco", ela mentiu.
Apenas balancei a cabeça, tentando não deixar transparecer o que sentia. Por dentro, no entanto, eu estava chocado e profundamente decepcionado. Eu não conhecia esse lado da Vanessa. Até aquele momento, sempre conversávamos abertamente e mantínhamos um relacionamento honesto — ou pelo menos era o que eu pensava. Mas agora, ela definitivamente havia mentido para mim.
"Você vai entrar na água?", ela perguntou.
"Claro", respondi.
Vanessa já havia se levantado e virado de costas para mim. Olhei para ela. Enquanto meu olhar percorria suas costas até o quadril, uma observação mais atenta revelou marcas de dedos ainda visíveis na pele nua de sua nádega. Tive certeza de que vinham de Carlos, do momento em que ela beijou Pedro; ele devia ter apertado o bumbum dela com força para que as marcas ainda estivessem lá. Senti a raiva subir porque ela havia escondido isso de mim e mentido na minha cara. Eu não podia simplesmente deixar passar; precisava confrontá-la sobre o assunto. E queria puni-la por aquela atitude audaciosa.
Ao mesmo tempo, eu estava plenamente consciente de que observá-la havia me deixado incrivelmente excitado — e de que eu ainda estava assim.
Eu não queria nada além de atacar minha esposa ali mesmo, arrancar a calcinha dela e fodê-la com força total.
Mas isso teria de esperar! Eu queria puni-la por ter mentido para mim — embora ainda não soubesse exatamente como.
Levantei-me e caminhamos de mãos dadas em direção à água refrescante.
Passamos o resto da tarde na praia antes de voltar para o nosso bangalô, à medida que a noite caía. Vanessa não deixou escapar nada durante todo o tempo; ela agiu exatamente como sempre. Isso também me surpreendeu e me fez questionar se ela já havia feito coisas assim antes. Será que ela sempre me fora fiel? Comecei a ter dúvidas.
Eu já tinha tomado banho antes da Vanessa e estava deitado na cama, mexendo no celular. Mas, na verdade, meus pensamentos estavam totalmente voltados para a Vanessa e os dois homens. Eu ainda estava dividido entre ciúmes, raiva e desejo. No entanto, o desejo ganhava cada vez mais força. Eu não parava de imaginar o momento em que Carlos agarrou a nádega da Vanessa com sua mão grande — dedos bem abertos — enquanto ela trocava beijos intensos com o grandalhão Pedro.
Fiquei imaginando sobre o que eles haviam conversado. Afinal, eu os ouvira falando da minha esposa no dia anterior — dizendo como adorariam dar palmadas nela e comê-la pelo cu. Será que eles compartilharam essas fantasias com ela? Será que disseram que queriam bater na bunda dela enquanto a apalpavam? Teria sido por isso que a Vanessa riu daquele jeito?
Naquele exato momento, tomei a decisão firme de incentivar a Vanessa a levar as coisas um passo adiante. Mas eu queria estar presente. Queria assistir enquanto os dois a tocavam e apalpavam. E queria que minha esposa soubesse que eu estaria observando.
Ouvi a porta do banheiro se abrir e a Vanessa entrou no quarto, completamente nua. Aquela visão me fascinou novamente, mesmo depois de todos os anos que estávamos juntos — mesmo conhecendo de cor cada centímetro do corpo maravilhoso dela. Sua silhueta pequena, porém, atlética — com aqueles seios grandes e fartos, aréolas largas e mamilos grossos; a barriga lisa e definida; e as pernas atléticas que terminavam em pés pequenos e lindos — me deixava com água na boca.
Com um sorriso nos lábios, ela veio até a cama e se aconchegou ao meu lado. Eu sentia a pele nua dela e a pressão dos seus seios contra o meu braço esquerdo. Ela deslizou a mão pelo meu peito nu e depois desceu para pressionar minha virilha por cima do short. Não consegui evitar um gemido.
— Ah, já está duro como pedra — ela sussurrou no meu ouvido. — Estava me esperando?
Sem esperar resposta, ela pressionou os lábios contra os meus, e nos perdemos em um beijo profundo e apaixonado. Não conseguia deixar de pensar, mais uma vez, em como, poucos instantes antes, aqueles lábios carnudos haviam beijado os dois homens mais velhos no bar. Enquanto nossas línguas se entrelaçavam, a ideia de que ela poderia ter feito o mesmo com Pedro me deixava incrivelmente excitado.
Vanessa meteu a mão dentro do meu short e começou a acariciar meu pau. Eu estava tão excitado que temia gozar ali mesmo. Eu adoraria simplesmente gozar e encontrar algum alívio, mas tinha outros planos para a noite.
Então, virei-me de bruços e deslizei para baixo, ficando entre as pernas dela. Isso forçou Vanessa a soltar meu pau. Virei-a de costas, trazendo sua buceta recém-depilada bem para perto do meu rosto. Deslizei meu dedo médio pela buceta dela — já brilhante de umidade —, arrancando dela um gemido suave. Ela não estava apenas úmida; estava absolutamente encharcada. Suspeitei que o que aconteceu no bar da praia a tivesse excitado, ou talvez ela estivesse imaginando como seria estar nua na cama diante daqueles dois homens mais velhos. Seja qual fosse o motivo, ela estava incrivelmente excitada.
Aproximei minha boca da buceta dela e comecei a lambê-la — não com cautela, como eu costumava fazer no início, mas com ousadia e intensidade desde o começo. Vanessa gemeu alto, dobrou as pernas abertas e arqueou as costas enquanto saboreava minha língua em sua parte mais íntima. Lambi-a usando toda a extensão e largura da minha língua, movendo-me do períneo até o clitóris inchado; provoquei-o, enfiei a ponta da língua no buraquinho dela e pressionei minha boca com firmeza contra sua buceta. Vanessa começou a gemer cada vez mais alto e, quando pressionei minha boca contra a buceta dela novamente, ela usou as mãos para empurrar minha cabeça para baixo com tanta força que fui forçado a enterrar o nariz bem fundo na buceta molhada dela.
Percebi que ela estava prestes a gozar, mas era exatamente isso que eu não queria. Em vez disso, eu queria que ela mantivesse o nível máximo de excitação pelas próximas horas.
Então, afastei-me das mãos dela e interrompi abruptamente a estimulação oral, levantando-me. Vanessa olhou para mim completamente perplexa.
— Vamos, vista-se. Nós vamos a um restaurante — disse eu, simplesmente, limpando os fluidos dela do meu queixo e nariz com a palma da mão.
— Você está falando sério? — ela perguntou, indignada. "Por favor, continua! Estou quase gozando."
"Não! Vamos lá. Veste a roupa", repeti.
Ela exibia uma expressão de surpresa e descrença. Seus olhos faiscaram de raiva para mim.
"Ai, meu Deus, por favor", ela implorou, fazendo um movimento para se levar ao orgasmo com os dedos. Para impedi-la, segurei seus pulsos e a puxei para fora da cama.
"Pare com isso!", eu disse, com a voz firme.
Vanessa olhou para mim com uma expressão suplicante.
"Eu chupo seu pau também. Mas, por favor, me faz gozar", ela implorou novamente.
Não reagi de forma alguma aos seus novos apelos; apenas a encarei em silêncio. Eu tinha certeza agora de que ela estava tão excitada desde o meio-dia que mal conseguia suportar a espera pelo alívio.
"Você quer que eu fique andando por aí excitada a noite toda?"
Ela entendeu o recado, o que me fez sorrir.
"Quero que você fique tão excitada a noite toda que mal consiga se aguentar até voltarmos para o quarto e eu te foder", sussurrei em seu ouvido, em tom dominante.
Como se para confirmar isso, levei a mão ao meio de suas pernas — um movimento que acabou sendo um erro, pois ela imediatamente fechou as coxas com força. Puxei minha mão rapidamente.
Ela olhou diretamente nos meus olhos, encarando-me com mais fúria do que nunca.
"Tudo bem", ela disse, soando ofendida, e passou por mim em direção ao guarda-roupa. Mas não sem antes dizer que era melhor eu ficar de olho nela, para que ela não se jogasse em cima de outra pessoa — alguém que não a rejeitaria.
Suas palavras me fizeram sorrir. Se você soubesse o que eu planejei..., pensei, torcendo para que meu plano desse certo.
Vanessa vestiu uma calcinha fio-dental preta. "Ótimo, já está molhada", ela disparou, lançando-me um olhar furioso.
Aproximei-me e a abracei.
"Não fique brava. Vamos compensar isso mais tarde. E você sabe, a expectativa é metade da graça."
"Pfft. Se eu ainda quiser até lá", ela retrucou bruscamente.
Ignorei deliberadamente o comentário dela, estendi a mão por trás dela até o armário e tirei um vestido vermelho. Ela me olhou com ceticismo; eu não costumo interferir na escolha de suas roupas. Então eu disse:
"Você poderia usar este vestido hoje, por favor? Acho que ele fica incrivelmente sexy em você."
Ela ainda parecia cética, mas pegou o vestido da minha mão e o vestiu sem dizer mais nada.
Acho que a Vanessa fica verdadeiramente sedutora com esse vestido. Como ele se ajusta perfeitamente ao corpo, realça sua silhueta esbelta e atlética, e o decote em V profundo revela o suficiente para destacar lindamente seus seios fartos.
O vestido de coquetel é sustentado por alças finas, deixando os ombros e a parte superior das costas à mostra. Por isso, a Vanessa optou por não usar sutiã.
Se você olhar bem de perto, consegue ver o contorno dos mamilos dela sob o tecido. Quando estão eretos, eles marcam nitidamente o vestido. É justamente por isso que a Vanessa raramente o usa; ela não gosta de como os mamilos ficam aparentes e muitas vezes se sente desconfortável com isso. Mas hoje, ela não pareceu se importar. Isso, é claro, caiu como uma luva para os meus planos.
A parte de baixo do vestido tem um corte mais solto, permitindo total liberdade de movimento para as pernas. Como é muito curto — mal chegando ao meio das coxas —, ela precisa sempre tomar cuidado ao se sentar para que ele não suba demais; caso contrário, seria fácil ver o que há entre as pernas dela. O vermelho fica incrível em contraste com sua pele morena e seus cabelos pretos.
Depois de vestir o vestido, Vanessa calçou suas sandálias pretas de tiras e dedos à mostra, que tinham saltos um tanto robustos de cerca de dez centímetros de altura. Eu simplesmente adoro como aquelas sandálias de tiras ficam nela. Uma tira passa sobre os dedos, a segunda sobre o peito do pé e a terceira ao redor do tornozelo. As três tiras são cravejadas de strass, conferindo-lhes um ar de elegância e erotismo.
Quando ela ficou pronta, olhei para ela com orgulho.
Ela havia prendido o cabelo, deixando o pescoço e a nuca à mostra, além dos ombros que já estavam descobertos. Combinado com o vestidinho sexy, ela estava deslumbrante. Ela exalava pura sensualidade! Uma visão absolutamente provocante!
Dei-lhe um beijo rápido e disse exatamente isso, o que a fez sorrir. Enquanto ela ia ao banheiro para se maquiar, eu me vesti.
Fomos de mãos dadas do nosso bangalô até o restaurante. No caminho, observei com orgulho como todos por quem passávamos olhavam para Vanessa. Mesmo dentro do restaurante, as pessoas levantavam o olhar — ou se viravam para observá-la — enquanto caminhávamos até a nossa mesa. Não resisti e comentei isso com ela.
"Você está tão sexy, querida!"
Vanessa me deu um sorriso carinhoso.
"Você percebeu como os homens estavam olhando para você?"
"Não, não percebi. Sério?" ela perguntou, soando um pouco ingênua.
Sentamo-nos em uma mesa vazia. Coloquei minha mão sobre a dela e sussurrei, piscando o olho:
"Eles estão todos loucos por você."
Antes que ela pudesse responder, o garçom chegou à nossa mesa para anotar nossos pedidos de bebida. Depois, fomos até o buffet. Vanessa demorou um pouco mais do que eu para escolher a comida; assim, da mesa onde eu já estava sentado com meu prato, pude observar vários homens lançando olhares de desejo na direção dela. Mais uma vez, senti orgulho de ter uma mulher como ela — alguém desejada por outros, alguém que fazia as cabeças se virarem.
Conversamos amenidades enquanto comíamos. Evitei alimentar ainda mais aquele clima; queria deixar isso para depois. Ao mesmo tempo, porém, notei que Vanessa estava mais tensa do que o habitual. Talvez fosse porque eu havia negado o sexo que ela tanto desejava mais cedo, deixando-a ainda sexualmente excitada.
Eu tinha certeza absoluta de que a excitação que ela demonstrara no quarto vinha do encontro com aqueles dois homens mais velhos no bar da praia, naquela tarde.
Vanessa voltou ao bufê para pegar uma sobremesa. Eu dispensei, preferindo observar da mesa enquanto os homens se viravam para olhá-la — alguns até buscavam ficar perto dela no bufê, sem chegar a falar com ela. A excitação que despertava em mim enquanto eu a observava era a minha própria sobremesa. Notei também, mais uma vez, que algumas mulheres a olhavam com interesse — embora talvez eu estivesse apenas imaginando isso.
Depois que Vanessa terminou a sobremesa, passeamos um pouco pelas lojas do hotel. Mas a leveza que costumávamos sentir nas noites de férias estava ausente hoje. Vanessa ainda parecia irritada por eu tê-la rejeitado mais cedo e eu também sentia uma certa tensão, na expectativa do que estava por vir.
Quando chegamos ao bar do hotel, já estava bem tarde e o ambiente estava mais calmo — exatamente como eu esperava. Vanessa sentou-se imediatamente em uma das pequenas mesas redondas espalhadas pela área do bar. Eu, por outro lado, fui até o balcão para pedir duas caipirinhas. E, como eu esperava, Carlos e Pedro estavam lá, bebendo suas cervejas de sempre e conversando alto, como de costume. Provavelmente já tinham bebido algumas. Pedro foi o primeiro a notar quem havia entrado no bar; ele cutucou o amigo e apontou com a cabeça na direção de Vanessa. Carlos também se virou, lambendo os lábios finos ao avistar minha esposa. Eles conversavam entre si, mas, como eu estava a uma certa distância, não conseguia ouvir o que diziam. Era óbvio, no entanto, que falavam de Vanessa, pois não paravam de olhar para ela e rir de forma lasciva. Vanessa também já havia notado os dois homens; mesmo de longe, eu via que ela lançava olhares discretos na direção deles de vez em quando, sorrindo ao fazê-lo.
O barman colocou as duas caipirinhas no balcão. Depois de pagar, levei as bebidas até a nossa mesa e sentei-me de frente para minha esposa, posicionando-me de modo que o bar ficasse à minha direita. Como nossa mesa estava bem na linha de visão deles, Carlos e Pedro nos viam claramente, e nós também podíamos vê-los facilmente sempre que olhávamos de soslaio para o bar.
Ótima escolha de mesa, pensei. Será que Vanessa a escolheu de propósito?
Brindamos, bebemos um gole e conversamos amenidades, mas Vanessa — como estivera durante toda a noite — parecia um tanto distante e reservada. Consequentemente, a conversa entre nós nunca chegou a engrenar de verdade. Depois de um tempo, a breve conversa que tínhamos tido cessou por completo, e ficamos ali em silêncio, um de frente para o outro. Era uma experiência totalmente nova para mim, já que Vanessa e eu geralmente tínhamos muito sobre o que conversar. Por isso, eu me pegava frequentemente deixando o olhar vagar pelo bar do hotel, que estava quase vazio.
Enquanto fazia isso, notei pelo canto do olho que Vanessa aproveitava esses momentos para lançar olhares furtivos a Carlos e Pedro. Eles, por sua vez, encaravam Vanessa incessantemente. Tinham até interrompido a conversa, antes animada; se falavam alguma coisa, era em voz baixa. Eu conseguia imaginar muito bem sobre o que eram aquelas conversas.
Sempre que percebiam que eu olhava na direção deles, desviavam rapidamente o olhar de Vanessa.
Também não me escapou que Vanessa dava um sorriso discreto sempre que percebia que Carlos e Pedro haviam notado que ela os observava às escondidas. De vez em quando, eles retribuíam o sorriso ou piscavam para ela.
— Tudo bem? — perguntei.
Vanessa levou um susto.
— Claro! Por que não estaria? — disse ela, surpresa.
Parecia que eu a tinha trazido de volta à realidade, tirando-a de seus pensamentos.
— Você está brava, não está?
Vanessa estreitou levemente os olhos e curvou o canto direito da boca num sorriso de escárnio. — Ah, o que poderia estar errado? Tirando o fato de que meu marido me rejeitou mais cedo? — respondeu ela, com sarcasmo.
Não pude deixar de rir do comentário dela.
— Que bom que você acha graça. Eu certamente não acho — sibilou ela, irritada, enquanto tomava um grande gole de sua caipirinha.
Coloquei minha mão sobre a dela e fiz um carinho.
— Querida, não foi isso que eu quis dizer.
Inclinei levemente a cabeça para o lado e olhei para minha esposa com carinho. Mas ela continuava me encarando com irritação. Eu não acreditava realmente que ela estivesse brava — no máximo, talvez genuinamente decepcionada — por eu ter interrompido nosso momento de intimidade tão abruptamente mais cedo. Afinal, raramente discutíamos. Ela provavelmente estava apenas fingindo estar um pouco ofendida.
A essa altura, o bar já estava visivelmente mais vazio. Apenas alguns grupos esparsos — a maioria casais — permaneciam nas mesas, bebendo coquetéis e conversando. No balcão, restavam apenas Pedro e Carlos de pé.
Era hora, então, de colocar meu plano em prática, lenta mas seguramente.
Vanessa já havia terminado sua bebida. Dei um gole grande e esvaziei meu copo também.
— Vou buscar mais duas caipirinhas para nós antes que o bar feche — disse a Vanessa.
Ela apenas olhou para mim, sem dizer uma palavra. Peguei nossos dois copos e fui até o balcão. Posicionei-me na extremidade esquerda — em relação à nossa mesa — para poder ficar de olho tanto nos dois homens mais velhos quanto em Vanessa, e pedi duas caipirinhas novas ao barman. Fingi observar o preparo das bebidas, mas, na verdade, estava observando Vanessa e seus dois admiradores idosos. E, de fato, achando que não estavam sendo observados, Carlos ergueu a garrafa de cerveja e fez um brinde a ela quando ela olhou na direção deles. Vanessa sorriu e deu de ombros, como se mostrasse que não tinha uma bebida na mão para retribuir o brinde. O ciúme e a raiva voltaram a surgir em mim ao vê-la flertando com os dois pelas minhas costas. Ao mesmo tempo, porém, aquilo me excitava novamente. E também se encaixava perfeitamente no meu plano. O barman colocou as duas caipirinhas no balcão, e eu paguei. Enquanto eu voltava para a mesa com as bebidas, Vanessa fez questão de olhar para o lado oposto ao dos dois homens. Sentei-me e entreguei a bebida a ela.
— Saúde — disse eu, e brindamos. Nós dois tomamos um gole de nossas caipirinhas.
Olhei para Vanessa e sorri.
— Algum problema? — perguntou ela, usando aquele tom ríspido que adotara durante a noite. "Você não quer ir até o bar e se juntar àqueles dois amigos seus?" perguntei na lata.
Vanessa virou brevemente a cabeça na direção da dupla antes de me lançar um olhar atravessado.
"Nossa, você está um verdadeiro comediante hoje à noite, não é?"
Fingi surpresa, franzindo a testa e arregalando os olhos.
"Por quê? Você não parou de olhar para eles um segundo sequer", retruquei.
Mantendo a postura confiante, Vanessa inclinou levemente a cabeça e abriu um sorriso de superioridade.
"Você é louco!" Ela tomou um gole rápido da caipirinha e acrescentou, com um sorriso de deboche: "Mas talvez eu devesse mesmo. Eles certamente não me recusariam."
O comentário dela me fez rir alto — tão alto que, pelo canto do olho, vi Carlos e Pedro olharem para nós com interesse.
E então eu soltei a bomba!
"Você certamente se divertiu bastante mais cedo hoje", respondi com um sorriso presunçoso.
Vanessa olhou para mim com incredulidade e alarme.
"Como... o que você quer dizer?" ela perguntou, soando visivelmente mais perturbada agora.
Ares de superioridade que ela exibira antes haviam desaparecido de repente. Tomei meu tempo, bebendo minha caipirinha enquanto mantinha os olhos fixos na minha esposa. Vanessa estava visivelmente agitada; eu percebia isso pela maneira como seus olhos vagavam freneticamente de um lado para o outro.
Coloquei o copo lentamente sobre a mesa, mas mantive a mão nele, passando o polegar pela borda. Embora eu estivesse olhando para o copo, sentia o olhar horrorizado de Vanessa sobre mim. Lentamente, ergui o olhar de volta para o rosto dela. Eu não estava enganado; ela não havia tirado os olhos de mim por um segundo sequer. Eu praticamente conseguia sentir a tensão pairando no ar.
Agora era a minha vez de lançar-lhe um sorriso de escárnio.
"Eu vi você com aqueles dois no bar da praia."
Saboreei a expressão no rosto de Vanessa naquele momento. O choque que emanava de sua fisionomia era quase palpável. Sua boca estava entreaberta e seus olhos, arregalados de incredulidade; ela não conseguia dizer uma palavra sequer em resposta.
Dei a ela um momento para se recuperar da surpresa. Então, ela pareceu sacudir o choque. Voltou a exibir seu sorriso arrogante, balançou levemente a cabeça e disse com desdém:
"O que você viu? Que fui ao bar pegar uma bebida, exatamente como eu te disse antes? Desculpe por ter esquecido de mencionar a Sua Alteza que aqueles dois também estavam parados no bar."
Ela tomou um gole de sua caipirinha. "Mas, no futuro, vou garantir que eu te conte exatamente quem está por perto. Meu Deus!"
Sua expressão tornou-se zombeteira novamente. Tive de admitir para mim mesmo, naquele instante, que ela havia se recuperado do choque e do susto com uma rapidez impressionante e sabia como disfarçar bem. Ela provavelmente apostava na esperança de que eu não tivesse visto muita coisa. Mas ela estava enganada quanto a isso.
Curvei os cantos da boca para baixo e balancei a cabeça negativamente. "Não vem com essa merda para cima de mim, querida!" disparei, irritado.
"Eu vi você conversando com eles, vi vocês rindo juntos e..."
Fiz uma breve pausa.
"...vi eles te tocando e te apalpando!"
Uma expressão de puro pavor estava estampada no rosto de Vanessa.
"Por que você está mentindo para mim, meu amor?"
Minha esposa me encarou, completamente atônita.
"Eu... eu não queria mentir para você, Marco", ela começou, com a voz baixa e trêmula.
"Quando cheguei ao bar, eles estavam lá e puxaram conversa comigo, e... e... nós só conversamos..."
Levantei a mão.
"Guarde suas explicações e mentiras, meu amor!" eu disse, claramente irritado.
Vanessa ficou em silêncio e me olhou com uma expressão incerta, quase chorosa.
Um breve silêncio se instalou entre nós.
"Eu sei o que vi, Vanessa. Você não estava apenas tendo uma conversa inofensiva..." comecei.
Vanessa tentou responder, mas eu a interrompi com um gesto de mão e um olhar furioso.
"Eu vi eles te tocando", continuei.
"Vi eles agarrando sua bunda com as mãos..."
Fiz uma breve pausa para dar mais peso ao que eu estava prestes a dizer. Vanessa me encarava com medo. Ela se endireitou bruscamente na cadeira, e seu rosto bronzeado havia empalidecido.
"...e você deixou que eles colocassem as mãos na sua bunda quase nua e a apertassem."
Vanessa ficou ainda mais tensa com meu último comentário. Por um breve momento, nenhum de nós disse uma palavra.
Vanessa baixou o olhar para o chão, desviando-o para o lado, e disse com a voz quase inaudível:
"Sinto muito mesmo, querido, por não ter te contado..."
"Você quer dizer que mentiu para mim", interrompi, com a voz dura.
Ela levantou o olhar do chão, encontrou o meu e assentiu levemente.
"Sim, que menti para você."
Ela apoiou os cotovelos na mesa e escondeu o rosto entre as mãos. Esperei para ver se ela queria dizer mais alguma coisa, mas não saiu mais nada dela.
"Mas também me excitou ver você entre aqueles dois caras mais velhos", disse eu, sem rodeios.
Vanessa deixou as mãos caírem e olhou para mim com surpresa e incredulidade.
Sorri, coloquei minha mão esquerda sobre a direita dela e fiz um carinho suave.
Ela continuava me olhando incrédula.
"Me excitou ver eles agarrando sua bunda, acariciando-a e apertando-a."
Fiz uma pausa novamente. Vanessa prendeu a respiração visivelmente ao ouvir minhas palavras.
"E o fato de você ter deixado que fizessem isso... de ter até oferecido sua bunda gostosa para eles."
"Isso... isso te excitou?" ela perguntou, incrédula.
"Sim, me deixou excitado", respondi com sinceridade.
"E quando vi você beijando-os, fiquei de pau duro."
Escolhi deliberadamente usar uma linguagem tão explícita para mostrar a ela, de imediato, que eu achava excitante tê-la visto com os dois. Assim, evitava rodeios.
O queixo de Vanessa caiu literalmente.
A julgar pela expressão de choque, ela não conseguia acreditar no que eu acabara de dizer. Via que ela tentava encontrar palavras, mas nenhum som saía de sua boca entreaberta. "E você também gostou. Certo?" perguntei.
Sem esperar por uma resposta, continuei:
"Foi por isso que você ficou tão excitada lá no bangalô e quis tanto transar comigo", concluí. É claro que eu não sabia de antemão como a Vanessa reagiria às minhas palavras diretas e sinceras, mas esperava que ela se abrisse comigo e admitisse, com honestidade, que tinha armado a situação no bar de praia para atrair as investidas daqueles dois caras.
E minhas esperanças se confirmaram.
"É, você tem razão", ela respondeu timidamente, com o olhar baixo.
Enquanto eu continuava acariciando a mão dela, estendi a outra, segurei seu queixo e levantei seu rosto até que ela fosse obrigada a olhar diretamente para mim.
"E então?", perguntei, erguendo as sobrancelhas.
"Quero saber como tudo aconteceu!"
Naquele momento, eu queria que ela me dissesse claramente o que eu desejava ouvir — exatamente como fazíamos com os jogos de palavras que frequentemente incorporávamos à nossa vida sexual. E a Vanessa entendeu. Ela entendeu aonde eu queria chegar.
Agora, ela retribuía meu sorriso.
"É, eu adorei quando eles começaram a me elogiar, a falar do meu corpo e a deixar o olhar percorrer minhas curvas sem disfarçar."
Senti meu pau encher de sangue, lenta mas firmemente, enquanto ela falava.
Qual é a idade deles dois, afinal?" perguntei, interrompendo.
Vi Vanessa engolir em seco antes de responder.
"Carlos, o mais alto, tem 61 anos, e Pedro, o outro, tem 59."
"Ou seja, 35 e 33 anos mais velhos que você, respectivamente."
Vanessa corou quando apontei a diferença de idade em voz alta. Ao mesmo tempo, vi seus mamilos endurecerem e se destacarem claramente sob o vestido.
"Sua safada! Então, te excita quando homens mais velhos ficam te encarando assim."
Eu sussurrava, mas meu tom soava dominante naquele momento.
Encarei os seios dela tão abertamente que ela percebeu; ela olhou brevemente para baixo, para o próprio busto, antes de voltar a olhar para mim com um sorriso cúmplice e acenar com a cabeça. Ela mordeu levemente o lábio inferior, dando um ar erótico à sua expressão.
"Sim, sou uma garota muito safada e malvada", concordou ela.
Ela deslizou o dedo indicador da mão direita pelo pescoço e depois pelo decote, entre os seios semiexpostos, num gesto sensual.
"Se quiser, pode me punir por isso", acrescentou ela, submissa.
"Não se preocupe! É exatamente isso que pretendo fazer", disse eu, em tom dominante.
"Continue", exigi.
"Quando eles começaram a me tocar, um leve arrepio percorreu meu corpo, e senti meus mamilos endurecerem e pressionarem o top do biquíni."
"Eles perceberam que seus mamilos estavam duros?"
Vanessa fez uma breve pausa, olhou para os dois homens no bar — que não estavam prestando atenção em nós naquele momento — e depois voltou a olhar fixamente nos meus olhos. "É, os dois estavam olhando para os meus mamilos duros; aí o Carlos deu aquele sorriso malicioso e perguntou se eu estava com frio."
"O que você disse?"
"Nada. Vi que eles estavam encarando meus seios, então olhei para baixo também e vi meus mamilos marcando no top — o que me entregou totalmente."
Ela fez outra breve pausa e respirou fundo. "Senti meu rosto corar e ouvi os dois rindo alto. Então, o Carlos perguntou se eu estava excitada. E o Pedro sussurrou no meu ouvido que eu tinha peitos gostosos."
Vanessa soltou um suspiro curto. Ela fechou os olhos por um momento antes de voltar a olhar para o meu rosto.
"Eu ficava tão excitada quando eles olhavam para os meus seios e..." Vanessa suspirou baixinho. "...e para os meus mamilos duros. E, quando o Pedro dizia que eu tinha peitos gostosos, eu sentia minha buceta ficar molhada."
"Sua buceta está ficando molhada agora, só de pensar nisso?" perguntei.
Vanessa assentiu, revirando levemente os olhos.
"E então o Carlos agarrou minha bunda e a apertou, sussurrando no meu ouvido e perguntando se eu gostava quando ele tocava na minha bunda gostosa."
"O que você disse? Você gostou?"
Vanessa assentiu e lançou um olhar rápido em direção ao bar novamente. Por acaso, o Carlos olhou para ela naquele momento, e ela deu um sorriso malicioso enquanto voltava o olhar para mim.
"Ele olhou para mim, e eu assenti e disse que sim. E então ele disse..."
Vanessa se corrigiu: "...não, ele praticamente ordenou que eu me curvasse e, depois, disse para o amigo: 'Vai lá, agarra a bunda magnífica da moça. Ela está a fim'."
Ela soltou um gemido suave. Olhei rapidamente ao redor, temendo por um instante que alguém a tivesse ouvido. Mas ninguém ouvira; o bar do hotel estava ainda mais vazio àquela altura. Além de nós, apenas duas outras mesas estavam ocupadas e — tirando Carlos e Pedro — não havia mais ninguém de pé ou sentado no balcão.
Vanessa estava realmente entrando no clima agora. Ela sabia exatamente como me excitar. Ela franziu levemente a testa, com os olhos quase fechados enquanto continuava a falar.
"Quando Pedro estava apertando minha bunda, Carlos me lançou aquele sorriso de deboche e superioridade. E perguntou se eu gostava de exibir minha bunda para homens estranhos."
Vanessa soltou outro suspiro ofegante.
"Eu disse a ele que me excita exibir minha bunda gostosa para homens estranhos."
Ela fez uma breve pausa novamente para recuperar o fôlego.
"O jeito como ele estava ali, me perguntando aquilo... Senti-me completamente submissa a ele, e acho que ele também percebeu isso. Quando olhei para baixo, vi que ele estava de pau duro dentro da calça."
Vanessa passou a língua pelos lábios.
"Ele parecia enorme, delcioso. Ai, meu Deus, só de pensar nisso já fico excitada de novo", ela sussurrou, apertando minha mão com força ao mesmo tempo.
Ela olhou para o bar e, mais uma vez, ouvi um gemido suave escapar de seus lábios. A essa altura, eu já estava com um baita pau duro dentro da calça.
"Você queria tocar no pau dele?", perguntei.
Vanessa voltou o olhar para mim e sorriu, com a respiração ficando mais pesada.
"Pensei em colocar a mão na calça dele por um segundo, mas não tive coragem. Além disso, eu não queria te trair. Você sabe disso!" "E se eu permitisse — ou até quisesse — que você tocasse no pau grande dele?"
Vanessa franziu levemente a testa de novo, fechou os olhos e entreabriu um pouco a boca. Ela parecia tão sexy, tão sedutora naquele momento. Eu jamais teria imaginado que nossa conversa tomaria esse rumo depois de eu tê-la confrontado com minhas observações. Era incrivelmente excitante ouvi-la falar de forma tão explícita e continuar alimentando aquele fogo. "Você realmente quer que eu toque no pau grande e grosso dele com minhas mãos pequenas?" ela perguntou com voz submissa, enfatizando as palavras "grande" e "grosso" ao pronunciá-las bem devagar.
Ela olhou para mim novamente, mas sem sorrir — aguardando atentamente para ver como eu responderia.
Eu me perguntava se ela realmente queria fazer aquilo ou se via aquilo apenas como parte do nosso jogo.
Lancei um olhar para a mão que eu ainda segurava — para as unhas lindas, de comprimento médio e pontas quadradas, cobertas com esmalte incolor e com as pontas brancas.
Sem que eu quisesse, uma imagem surgiu na minha mente: minha linda esposa ajoelhada diante de Carlos, olhando fascinada para o pau grande dele, acariciando-o com suas unhas bem-feitas bem na frente de seu rosto adorável e, então, abrindo a boca para...
Minha imaginação estava a mil, e tentei afastar aquelas imagens.
Em vez de responder à pergunta dela, eu questionei:
"Você usou a língua quando os beijou?"
Vanessa corou novamente e baixou o olhar para a mesa, parecendo culpada.
"Só o Pedro", ela sussurrou, quase inaudível.
"Por que só ele?" perguntei, curioso.
"Porque o Carlos mandou", ela sussurrou.
Eu conseguia ouvir a vergonha na voz dela. Aquilo — e o fato de ela realmente tê-lo beijado com a língua — levou minha excitação a outro nível.
Vanessa fixou o olhar em mim novamente e perguntou com voz firme:
"Te excita saber que ele enfiou a língua na minha boca?"
Num momento ela estava tomada pela culpa e pela vergonha; no outro, mostrava novamente seu lado safado.
"Sim, excita", respondi, totalmente pego de surpresa pela pergunta dela.
Ela sorriu.
E, enquanto eu estava aos beijos com ele, Carlos apertou com força a minha nádega e sussurrou no meu ouvido que eu era uma vadiazinha safada."
Vanessa gemeu ao ouvir as próprias palavras.
Era hora de colocar a próxima etapa do meu plano em prática. Lancei um olhar rápido ao redor. Exceto por uma mesa no canto do fundo, onde uma mulher de meia-idade estava sentada, o bar agora estava vazio. Carlos e Pedro acabavam de receber duas cervejas frescas do barman. O momento perfeito, pensei.
Vanessa continuava me olhando fixamente. Comecei a acariciar a mão dela com o polegar e tentei assumir uma expressão pensativa.
"Sabe, mais cedo hoje, quando vi você com eles, fiquei realmente irritado e bravo com você", comecei lentamente.
"E ainda estou, porque você escondeu isso de mim."
Enquanto falava, olhei para ela com ar de reprovação. Vanessa ficou tensa novamente e pareceu profundamente abalada. A atmosfera elétrica e erótica que existia entre nós enquanto ela contava sua história desapareceu num instante. A acusação de que ela havia me traído pairava no ar mais uma vez. E era exatamente isso que eu queria.
Meu objetivo era deixar claro para ela que ela havia cometido um erro e, portanto, era responsável pelo que eu estava prestes a exigir dela. Vendo o quanto ela estava agitada ao me contar sobre o que acontecera mais cedo, eu tinha certeza de que ela faria isso de bom grado; no entanto, eu queria que ela percebesse aquilo como uma demonstração de poder da minha parte, fazendo-a sentir-se submissa a mim.
Além disso, excitava-me imensamente não pedir , mas sim exigir isso dela.
"Sinto muito mesmo, amor. E prometo que nunca mais farei algo assim!", ela se desculpou em voz baixa. "Mas isso não é suficiente para mim, Vanessa!", eu disse com firmeza.
Antes que ela pudesse responder, continuei rapidamente: "Se você fizer algo assim de novo sem me avisar antes — ou se esconder isso de mim —, eu vou deixar você imediatamente. Ficou claro?"
Vanessa ficou ainda mais tensa com as minhas palavras e olhou para mim, mais chocada do que nunca. Ela me conhece muito bem e sabe que sou um homem de palavra. Então, naquele momento, ela percebeu que aquelas não eram apenas ameaças vazias.
Vanessa assentiu, intimidada, e disse bem baixinho:
"Prometo que nunca mais farei algo assim..."
E então, após uma breve pausa, acrescentou com uma voz totalmente submissa:
"...sem a sua permissão."
Sorri ao perceber a submissão em sua voz. Parecia que eu a tinha exatamente onde queria.
"Como eu te disse — e como você mesma notou —, achei incrivelmente excitante ver você deixar aqueles dois caras mais velhos te apalparem."
Vanessa assentiu enquanto eu fazia outra breve pausa para dar mais peso às minhas próximas palavras.
"É por isso que você vai até o bar, vai se juntar a eles e retomar aquele jogo que vocês começaram mais cedo hoje!"
Vanessa olhou para mim, surpresa.
"Eu tenho que fazer o quê?"
"Você vai até o bar e vai deixar aqueles dois realmente excitados!" repeti com firmeza.
"Você quer que eu vá lá e dê em cima deles?" ela perguntou novamente, embora desta vez sua voz soasse ainda mais incrédula.
"Sim! E não só isso. Você vai deixar que eles te toquem e te apalpem de novo também", eu disse com um sorriso largo.
Vanessa continuava me olhando, incrédula.
"Tem certeza de que quer mesmo isso?"
Levantei a mão que eu segurava, inclinei-me e depositei um beijo leve nela. Ainda inclinado para a frente — com a boca quase roçando a pele dela —, olhei para cima e sorri.
"Sim, quero que você faça isso. E, quando eles te tocarem e te apalparem, você não vai apenas deixar que façam isso; vai incentivá-los a ir ainda mais longe."
"Você é louco!"
Endireitei o corpo e soltei a mão dela. "Não!" respondi em tom cortante.
"Você me deve essa depois desta tarde!"
"E o que você vai fazer? Ficar sentado aqui só olhando?" ela perguntou, num tom ríspido.
Balancei a cabeça negativamente.
"Não. Vou sair de fininho e observar vocês dois à distância."
Houve um breve momento em que apenas avaliamos um ao outro, sem dizer uma palavra sequer. "Você vai fazer isso?" Quebrei o silêncio.
Vanessa mordeu o lábio inferior e depois assentiu.
"Se é isso que você quer, eu faço."
Ao ouvir isso, prendi a respiração por um momento e senti a adrenalina correr pelas minhas veias.
"Ótimo! Então você vai ao banheiro agora mesmo e tira a calcinha", disse eu casualmente.
"Como é?" perguntou Vanessa, atônita.
"Quero que você esteja sem calcinha por baixo do vestido quando ficar entre aqueles dois velhos mais tarde!"
Vanessa ofegou. Eu tinha certeza de que minha instrução a havia excitado novamente.
Minha esposa levantou-se da cadeira com um simples "Tudo bem" e dirigiu-se aos banheiros.
Alguns minutos depois, Vanessa voltou do banheiro e sentou-se novamente.
Olhei para ela de forma inquisidora. Sem precisar de outro incentivo, ela me entregou a calcinha por baixo da mesa, com os dedos fechados em torno dela. Acariciei brevemente a mão dela enquanto ela a passava para mim e, em seguida, guardei a peça na minha mão fechada. Senti imediatamente que a calcinha estava mais do que apenas úmida.
"Ooh. Estão encharcadas."
Sorri para Vanessa e ergui levemente as sobrancelhas com um olhar cúmplice e presunçoso.
Vanessa não disse nada em resposta. Ela parecia nervosa e tensa.
"Você decide até onde quer ir", eu disse a ela. "E não se preocupe, estarei por perto e posso intervir caso aconteça algo que você não queira."
Vanessa apenas assentiu.
Guardei a calcinha no bolso da calça e me levantei. Antes de sair, inclinei-me e dei-lhe um beijo rápido nos lábios.
"Agora vá ser uma garota má e safada! Vou te punir por isso mais tarde", sussurrei no ouvido dela antes de me afastar.
Vanessa estava tensa, nervosa e agitada. Um pouco de tudo, na verdade.
E sim, excitada também. Ela conseguia sentir claramente a umidade entre as pernas, provocada pela conversa recente com o marido.
Ela pensava freneticamente no que fazer. Era, na verdade, uma loucura o fato de o marido ter querido que ela fosse ao bar com os dois homens mais velhos — chegando até a exigir isso.
Ela mesma se surpreendeu com o desenrolar daquele encontro casual com os dois homens no bar da piscina.
E também se surpreendeu, na noite anterior, ao ver como o marido ficou excitado quando ela lhe contou sobre o ocorrido.
Ela mesma achou incrivelmente estimulante descrever para ele como os dois homens mais velhos a haviam examinado de forma tão aberta e descarada, e o que ela havia sentido. Ela nem tinha a intenção de contar que a conversa com eles fora tão erótica para ela.
Mas Marco percebeu que ela não estava contando tudo. Era incrivelmente excitante a maneira como ele a estimulava com os dedos, ameaçando parar se ela não contasse tudo. Ela se sentia tão vulnerável diante dele. E, quando ele deslizou três dedos para dentro dela e pediu que imaginasse ser o pau de Carlos, ela realmente se imaginou deitada nua na cama, diante dos dois homens mais velhos, com Carlos estimulando sua intimidade com os dedos e o corpulento Pedro massageando seus seios e torcendo seus mamilos com tanta força que chegava a doer um pouco.
Mas ela guardou essa fantasia para si mesma.
Ela também não contou que ficava lançando olhares furtivos para os dois homens no bar da piscina, enquanto Marco dormia em sua espreguiçadeira, na tarde de ontem. Os dois homens não paravam de olhar para ela e conversar entre si. Vanessa tinha certeza de que falavam dela. Ela teria adorado saber o que diziam a seu respeito.
Mas ela guardou essa fantasia para si mesma. E então, quando Carlos percebeu que ela olhava para eles, ele ergueu a garrafa de cerveja e fez um brinde a ela. Envergonhada, ela também ergueu seu coquetel e sorriu timidamente. Provavelmente corou, pois sentiu que havia sido flagrada.
Depois de se deitar, ela não apenas imaginou a sensação do pênis grande de Carlos dentro dela — como havia dito a Marco —, mas também como seria fazer sexo com Carlos e Pedro. Ela imaginava Carlos a possuindo com força por trás, enquanto chupava o pênis do amigo dele.
Ela não se lembrava de já ter ficado tão excitada antes e, consequentemente, o sexo do dia anterior fora absolutamente incrível. Embora tivesse sentido um aperto de culpa depois, Marco a tranquilizou com sua postura compreensiva durante a conversa que tiveram em seguida. Isso foi extremamente importante para ela. O sexo com o marido sempre fora satisfatório e apaixonado. Ela adorava a alternância entre momentos de ternura e selvageria. Gostava especialmente quando ele era mais bruto e mostrava seu lado dominante, exatamente como fizera na noite anterior.
Vanessa tinha plena consciência de seu lado submisso e gostava do fato de Marco saber exatamente como despertá-lo. No entanto, secretamente, ela desejava ser possuída de forma ainda mais intensa e dominante. Até aquele momento, não tivera coragem de lhe dizer que era ainda mais submissa do que havia admitido ou demonstrado. Além disso, achava difícil imaginar ter esse tipo de sexo com o homem que amava — alguém que a respeitava, a tratava como uma rainha e a via como uma mulher forte e bem-sucedida.
Por isso, ela alimentava essa fantasia em sua mente de tempos em tempos. Imaginava ser usada e dominada por um completo estranho, que só pensava em seus próprios desejos e não demonstrava qualquer consideração por ela.
... Nessas fantasias, o estranho ocasionalmente a possuía por via anal. Ela gostava da ideia, pois a considerava algo sujo e depravado.
Por outro lado, talvez fosse também porque ela nunca havia feito sexo anal antes. Marco quis tentar isso relativamente cedo no relacionamento e tentou convencê-la, mas ela recusou categoricamente na época, argumentando que apenas vadias faziam coisas assim. E, embora agora ela realmente quisesse experimentar, ainda não havia encontrado coragem para pedir a Marco ou sugerir a ideia a ele. Pareceria uma admissão de que ela era uma vadia, afinal — e essa definitivamente não era a impressão que ela queria passar. Até hoje, ela se irritava consigo mesma por ter escolhido aquelas palavras naquela ocasião.
Na noite anterior, ela havia nutrido a esperança de que ele tentasse algo quando pressionou o polegar contra o ânus dela. E, naquela manhã, ao posicionar o membro dele entre as nádegas e pressionar levemente o cuzinho contra a glande dele, ela imaginou que ele perceberia sua disposição para o ato — mas isso não aconteceu.
Sempre que Vanessa se entregava às suas fantasias eróticas e se satisfazia, um sentimento de culpa surgia logo em seguida. Ela frequentemente se perguntava o que havia de errado consigo e decidia não ceder novamente a pensamentos tão perversos. Mas, depois de algum tempo, suas boas intenções se dissipavam e ela tomava a iniciativa mais uma vez, enquanto um filme de teor erótico se desenrolava em sua mente, com ela mesma no papel principal.
Será que ela realmente queria se submeter a um estranho? Ela havia se feito essa pergunta inúmeras vezes. Não conseguia nem dizer quando essas fantasias haviam começado; provavelmente surgiram aos poucos, à medida que Marco despertava seu lado submisso.
Enquanto estava sentada à mesa, ponderando se não seria melhor ir direto para o seu bangalô, Vanessa lembrou-se de um episódio ocorrido cerca de seis meses antes. Na época, ela participava de uma conferência em outra cidade e, querendo estar descansada para o dia seguinte, havia chegado na véspera. Naquela noite, decidiu, por impulso, visitar a sauna do hotel. Geralmente, ela preferia saunas exclusivas para mulheres, pois não gostava dos olhares habituais — e às vezes descarados — que os homens lançavam sobre seu corpo nu. E, na maioria das vezes, os homens em questão eram bem mais velhos e não muito atraentes. Em saunas mistas, ela sempre se sentia como se estivesse em exposição num açougue — e ela era a carne. Foi por isso que acabou decidindo parar de se sujeitar a isso e frequentar apenas saunas exclusivas para mulheres.
Foi por isso que ela ficou feliz ao encontrar a sauna vazia quando entrou. Mas, mal havia se deitado no banco inferior, em frente à porta, quando esta se abriu e um homem mais velho entrou. Ela abriu os olhos por um instante e retribuiu a saudação, embora tenha notado a maneira como o olhar dele percorria seu corpo nu. Para piorar a situação, ele se sentou no banco superior, ao lado dela — exatamente na direção para onde apontavam seus pés bonitos, com as unhas pintadas de vermelho com capricho.
Ela percebeu imediatamente que ele tinha uma visão clara dela de onde estava sentado. Uma sensação de desconforto e constrangimento a invadiu; ela não queria nada além de sair da sauna ali mesmo, mas não teve coragem de se levantar. Em vez disso, permaneceu deitada de olhos fechados, mesmo sabendo que ele provavelmente estava devorando com os olhos a sua nudez. Então, de repente, uma imagem mental lhe surgiu: o homem olhando para baixo, para o corpo nu dela, observando seus seios fartos, deixando o olhar descer pelo ventre e, finalmente, fixando-o em sua intimidade perfeitamente depilada.
Ela tentou em vão afastar aquele pensamento lascivo, mas simplesmente não conseguiu. Muito pelo contrário! A ideia de que o estranho poderia estar excitado ao vê-la acabou excitando a ela mesma. Ela sentiu uma umidade crescente entre as pernas — algo que, definitivamente, não era causado pelo calor da sauna.
Mas o verdadeiro problema era que ela sentiu seus mamilos se contraírem e endurecerem. No mesmo instante, percebeu que aquilo era algo incomum em uma sauna e que certamente chamaria a atenção do homem.
Mas, em vez de sentir vergonha, sua excitação apenas se intensificou. Ela abriu os olhos com muita cautela, querendo saber se o homem estava realmente olhando para ela. Vanessa sentiu como se seu coração tivesse falhado uma batida por um breve instante ao vislumbrar — através das frestas das pálpebras — que o estranho não estava apenas encarando seu corpo nu, como ela mais ou menos esperava, mas também mantinha a mão sobre o pau duro. Ela fechou os olhos rapidamente de novo, prendendo a respiração pelo choque e, em seguida, soltando-a devagar pela boca para que o estranho não percebesse. Como fechara os olhos tão depressa, não conseguira distinguir se ele segurava o pau para escondê-lo ou se estava se masturbando. O que ela *tinha* visto claramente, no entanto, era que ele possuía um pau enorme — e que estava apenas inadequadamente coberto. Isso a levou a presumir que ele estava, de fato, se masturbando, em vez de apenas tentar escondê-lo.
Vanessa estava agitada. A ideia de ele estar se masturbando enquanto a usava como fantasia fez sua excitação disparar ainda mais. Ela até teve de se forçar a não gemer alto — algo que teria adorado fazer naquele momento.
Dominada por uma onda repentina de luxúria e pela curiosidade de saber se o estranho estava realmente se masturbando, ela perdeu o controle do corpo. Quase por conta própria — como se não tivesse comando sobre os membros —, ela dobrou a perna direita e inclinou levemente para fora a perna esquerda esticada. Isso proporcionou ao estranho uma visão desimpedida de sua buceta perfeitamente depilada. O movimento fez uma nova onda de choque percorrer seu corpo. Enquanto abria os olhos lentamente, ela enxugou o suor dos seios com as pontas dos dedos da mão direita e, então, deixou a mão deslizar devagar pela barriga lisa e tonificada até o topo da região pubiana.
Ela conseguia ver claramente o homem — que ela supunha ter por volta de sessenta e poucos anos — encarando-a. A mão direita dele, cerrando o membro ereto, movia-se para cima e para baixo. Ao perceber que ele estava realmente se masturbando, Vanessa soltou um gemido quase inaudível — embora, evidentemente, alto o suficiente para o estranho perceber. Ele interrompeu abruptamente os movimentos de masturbação. Vanessa desviou o olhar do membro enorme dele e ergueu a cabeça; seus olhos se encontraram. Eles trocaram olhares por alguns segundos antes de o velho estranho lhe lançar um sorriso lascivo. Foi nesse momento que Vanessa despertou do choque e se levantou de um salto. Ela pegou rapidamente a toalha e saiu apressada da sauna. Quando já estava passando pela porta, ouviu o homem gritar atrás dela: "Sua vadia imunda". Ela fugiu para o vestiário como se o próprio diabo estivesse em seu encalço, vestiu o roupão, pegou sua nécessaire e — sem tomar banho — saiu às pressas da área da sauna.
Quando finalmente chegou ao seu andar, depois do que pareceu uma eternidade no elevador, ela correu para o quarto, abriu a porta às pressas e entrou. Encostou as costas na porta e respirou fundo antes de tirar o roupão e — suada como estava — deitar-se nua na cama. O orgasmo que a invadiu — depois de se satisfazer com as próprias mãos e dedos enquanto imaginava o homem da sauna a possuindo — fora intenso.
Embora a habitual sensação de culpa tenha surgido depois — e ela ficasse horrorizada por ter se exposto tão abertamente a um estranho na vida real —, a experiência mudou as coisas para Vanessa: os homens que a dominavam sexualmente em suas fantasias agora eram bem mais velhos.
Quando viu Carlos pela primeira vez no bar da piscina, no dia anterior, percebeu que ele tinha uma semelhança impressionante com aquele estranho da sauna.
Vanessa quebrou a cabeça tentando decidir o que fazer. Ela sentia os olhares de Carlos e Pedro sobre si, mesmo mantendo o olhar fixo na mesa à sua frente.
Por um lado, queria juntar-se a eles no bar e ver o que aconteceria — ver até onde Carlos e Pedro iriam. Mais cedo, naquele mesmo dia, no bar da praia, eles já haviam ido longe com os toques e as carícias mais ousadas. Sentir as mãos deles em seu corpo — especialmente as mãos fortes em seu traseiro — a deixava incrivelmente excitada. E, quando beijou os dois — e Pedro usou a língua —, ela se sentiu molhada entre as pernas.
O fato de tudo isso ter acontecido diante da multidão no bar da praia acrescentava uma dose extra de emoção.
Mas, por outro lado, sabia que, se fosse até o bar agora, estaria cruzando uma linha — e talvez não houvesse volta. Não conseguia prever quais seriam as consequências, nem se isso poderia ter um impacto negativo em seu relacionamento maravilhoso com Marco. E essa era, justamente, a sua maior preocupação. Tinha a impressão de que Marco não havia hesitado nem por um segundo; ele parecia totalmente decidido a assistir enquanto os dois homens mais velhos brincavam com ela.
Ela jamais teria imaginado que seu marido fosse capaz desse tipo de coisa. Era realmente estranho — ter estado com um homem durante anos sem jamais suspeitar que ele nutria um fetiche secreto como aquele.
Vanessa sentiu um arrepio percorrer seu corpo ao imaginar fazer sexo com Carlos e Pedro enquanto Marco observava. Foi justamente esse pensamento que a excitou e acabou levando-a a se levantar da cadeira. Ela se virou para o bar e viu seus dois admiradores sorrindo para ela, cheios de expectativa. A essa altura, os outros convidados já haviam ido embora, e ela estava sozinha no bar do hotel com Carlos e Pedro.
Movendo-se com uma lentidão calculada — colocando um pé à frente do outro e mantendo as costas eretas para realçar o busto — ela caminhou em direção aos dois homens. Queria que o seu próprio andar causasse impacto neles. Ao dar os últimos passos, Carlos veio ao seu encontro; segurou as mãos dela e a cumprimentou com um beijo suave em cada bochecha, como se fossem amigos de longa data.
— Olá, bela dama. — Um sorriso brincava em seus lábios.
Vanessa exibiu seu sorriso mais encantador.
— Obrigada pelo elogio gentil, Carlos.
— É apenas a verdade — respondeu ele, piscando rapidamente.
Ele a puxou gentilmente pelas mãos em direção ao bar, onde Pedro aguardava com um sorriso largo; ele então se aproximou para cumprimentá-la também. Passou o braço pelos ombros dela e depositou um beijo em cada bochecha. Ao contrário de Carlos, porém, Pedro pressionou os lábios com firmeza contra a pele dela, deixando um vestígio de umidade. Não era exatamente o beijo cavalheiresco a que Vanessa estava acostumada em seu círculo de amigos e conhecidos. Normalmente, ela achava esse tipo de contato desagradável ou até repulsivo. Mas hoje, com Pedro, sentiu um leve arrepio. Pressionar os lábios com força contra as bochechas dela combinava com a natureza de Pedro; era justamente aquele jeito rude e impetuoso que excitava Vanessa. Os dois homens eram o oposto total dos círculos sociais em que ela costumava transitar — círculos onde sempre era tratada com respeito e cortesia. Eles personificavam o tipo de homem que, em suas fantasias secretas, a possuía com força e sem restrições. Enquanto isso, Carlos puxara uma banqueta para ela; ela se sentou com elegância, após se soltar do abraço de Pedro.
— Podemos lhe oferecer uma bebida? — perguntou Carlos.
— Eu adoraria — respondeu Vanessa, animada.
— E o que a dama gostaria de beber?
Vanessa pensou por um momento. Tendo já tomado duas caipirinhas — cujos efeitos ela já começava a sentir —, faria sentido mudar para uma bebida sem álcool ou, pelo menos, continuar com o mesmo coquetel em vez de misturá-los. Mas ela queria dar uma dica bem clara aos seus admiradores de que estava pronta para um flerte intenso — ou talvez algo mais. "Um Sex on the Beach, por favor", ela respondeu a Carlos com um sorriso, mordendo o lábio inferior de forma sedutora enquanto piscava para ele.
"Pode aceitar isso de mim", disse ele com um duplo sentido sugestivo, piscando para ela também.
Ele chamou o barman em voz alta.
"Lucas, poderia nos trazer mais duas cervejas e um 'Sex on the Beach' para esta mulher linda e sexy aqui?"
"Pode deixar!", respondeu o barman do fundo do balcão, onde estava visivelmente ocupado arrumando as coisas.
Vanessa cruzou a perna direita sobre a esquerda; o vestido subiu um pouco mais como resultado, revelando quase toda a sua coxa bronzeada. Normalmente, ela teria puxado o vestido para baixo o máximo possível para evitar parecer provocante demais. Mas não naquela noite! Ela queria que os dois homens vissem o máximo possível de sua pele nua — algo que seu vestidinho curto e ousado ajudava a alcançar. Ela notou com satisfação que isso estava surtindo o efeito desejado; Carlos e Pedro encaravam descaradamente sua coxa nua.
Ela recostou-se no balcão do bar e apoiou os antebraços nele. Essa postura acentuava seus seios fartos — algo de que ela estava bem ciente e que havia planejado.
Ela observou, divertida, os olhares dos homens percorrerem seu corpo e se fixarem em seus seios. Vanessa sentiu um arrepio de excitação ao ser olhada tão abertamente pelos dois.
"Onde está o seu marido?", perguntou Carlos, com o olhar ainda fixo no decote dela. Só quando ela respondeu é que ele desviou os olhos para o rosto dela, exibindo um sorriso malicioso.
"Ele não estava se sentindo muito bem, então foi na frente para o nosso bangalô."
"Entendo... e mal ele vai embora e você vem se juntar a nós", comentou Carlos.
"Na verdade, eu só queria terminar minha bebida e dar um 'oi' para vocês. Mas eu dificilmente poderia recusar o convite." "Seria indelicado da minha parte", acrescentou ela rapidamente, com um sorriso.
"Acho, na verdade, que você mal podia esperar para que seu marido finalmente fosse embora e você pudesse nos fazer companhia", sussurrou Pedro no ouvido dela, ao seu lado.
Ela conseguia sentir a respiração dele contra a orelha — ele havia se aproximado muito —, o que provocou um arrepio leve, porém nada desagradável. Muito pelo contrário: a respiração e a voz rouca dele apenas intensificaram a excitação dela, e ela sentiu os mamilos começarem a endurecer.
Ela lançou um olhar para Pedro, que exibia um sorriso de escárnio.
Mas, antes que ela pudesse responder, o barman colocou as bebidas no balcão dizendo "Yamas".
Quando Vanessa se virou para pegar seu coquetel, o barman sorriu para ela. Ela rapidamente pegou a bebida e voltou-se novamente. Perguntou-se se ele suspeitava de algo, dada a maneira como havia sorrido para ela; por um momento, sentiu-se genuinamente desconfortável e envergonhada.
"Yamas", disse Carlos em voz alta, erguendo a garrafa de cerveja.
"A uma noite que, esperamos, se mostre interessante", acrescentou ele, em tom mais baixo, fixando o olhar firmemente no dela.
Eles bateram as garrafas — e Vanessa, o copo — umas nas outras.
Vanessa ainda se sentia um pouco inquieta e perturbada por causa do barman enquanto colocava o canudo na boca e dava um gole forte. O barman havia caprichado na dose de álcool; ela quase tossiu, mas conseguiu conter o impulso a tempo, apenas limpando levemente a garganta ao pousar o copo de volta no balcão. Enquanto isso, o barman havia retornado ao fundo do bar, deixando-os novamente a sós. Vanessa pensou consigo mesma que precisava ter um pouco mais de cuidado com a bebida, já que havia tomado duas caipirinhas. Ela certamente não queria perder o controle da situação ali.
"Muito bem, vamos rever isso. Por que uma mulher jovem e bonita como você vem se juntar a nós, homens mais velhos, no bar?" Carlos perguntou, rindo.
Vanessa sorriu. Por que fazer rodeios? ela pensou. Afinal, Marco queria que ela fosse franca com os dois.
"Ah, eu só pensei que poderíamos retomar aquela conversa interessante de mais cedo."
Enquanto falava, ela olhou para Carlos de forma sedutora, mordendo levemente o lábio inferior.
Carlos olhou para ela surpreso; claramente não esperava uma resposta tão direta.
"Ouviu isso, Pedro?"
"Ouvi, sim." Então, voltando-se para Vanessa: "Você é uma mulher bem atrevida, não é?"
Ao mesmo tempo, Pedro passou o dorso da mão pelo braço dela. Vanessa deu de ombros de um jeito sugestivo e lançou um sorriso provocante para Pedro. De repente, ela sentiu a mão de Carlos pousar em seu joelho nu e começar a acariciá-lo. Vanessa ficou tensa e prendeu a respiração por um momento enquanto a mão grande e áspera de Carlos deslizava por sua coxa em direção à barra do vestido.
"Aliás, você ainda nos deve uma ou duas respostas", observou Carlos.
"Devo?" Vanessa perguntou com ar de inocência, embora soubesse exatamente aonde Carlos queria chegar.
"Com certeza deve, querida. Por exemplo, você ia nos contar qual é a sua posição favorita", respondeu Pedro.
"Hmm, qual *vocês* acham que é a minha posição favorita?" ela perguntou, devolvendo a pergunta a eles.
À medida que a conversa esquentava — lenta, porém inevitavelmente — e os dois homens continuavam a acariciá-la (os dedos de Pedro agora traçando um caminho pelas suas costas), Vanessa sentiu-se cada vez mais excitada. Seus mamilos endureceram e ela já conseguia sentir uma leve umidade entre as pernas. "Acho que você prefere por trás", disse Carlos com convicção.
"E o que faz você pensar isso?" Vanessa perguntou com um sorriso doce.
Carlos hesitou um pouco antes de responder, olhando profundamente nos olhos dela. "Acho que você tem um lado submisso e devotado, e está bem ciente disso. É por isso que você sonha secretamente em ser tomada com força e sem rodeios por um homem."
Ele fez uma breve pausa antes de continuar. Vanessa prendeu a respiração ao ouvir aquelas palavras. Os olhos dele brilharam de forma perigosa enquanto falava; naquele momento, havia algo de predatório nele.
"E essa é justamente a posição em que você pode se entregar completamente a um homem. Estou certo?"
Vanessa corou e desviou o olhar, tímida. Ele havia realmente adivinhado seus desejos e fantasias mais secretos. Será que ele conseguia lê-la tão bem assim, ou tinha apenas dado um tiro no escuro?
Carlos soltou uma risada de escárnio, com um ar de superioridade, e sua mão deslizou por baixo da barra do vestido dela. As pontas de seus dedos estavam a poucos centímetros de sua intimidade. Ele ainda não havia percebido que ela não estava usando calcinha. As palavras dele, a mão sob o vestido e a maneira como Pedro acariciava alternadamente a parte superior de seu braço, suas costas e seu pescoço faziam com que ela ficasse cada vez mais molhada entre as pernas, enquanto seus mamilos endureciam completamente.
"Olhando para os seus mamilos, eu diria que estou certo", disse Carlos, num tom desafiador. Então, ele se inclinou em direção a Vanessa, com a boca quase tocando a orelha dela, e perguntou em voz baixa — mas alta o suficiente para que seu amigo ouvisse:
"Diga-me, isso te excita quando falo com você desse jeito?"
Vanessa engoliu em seco. Depois, assentiu com cautela e respondeu com um simples "Sim".
"Qual parte? Sua posição favorita ou a maneira como estou falando com você?"
"As duas coisas", sussurrou Vanessa, tímida.
Carlos olhou para ela com um sorriso triunfante. Sua mão ainda estava sob o vestido dela, acariciando-a.
"Você gosta quando alguém chupa seus mamilos eretos?" Pedro perguntou, vindo de trás dela.
Vanessa conseguia ouvir a agitação — ou talvez a excitação — na voz dele. Ao mesmo tempo, sentiu arrepios se espalharem por todo o seu corpo.
"Mhm", ela suspirou baixinho.
"Não consigo te ouvir, querida. Diga alto e em bom som: do que você gosta?"
A voz de Pedro soava firme e dominante. A excitação dela se intensificou num instante. Ela e o marido frequentemente incorporavam esse tipo de jogo verbal às suas relações — muitas vezes descambando para uma conversa mais safada —, mas o fato de aqueles dois homens mais velhos estarem fazendo isso com ela agora a deixava louca. Parecia muito mais dominante vindo deles do que de Marco, despertando a sensação de estar sendo sexualmente dominada pela dupla.
A respiração de Vanessa ficou pesada; ela estava incrivelmente excitada naquele momento.
"Sim, eu gosto quando um homem chupa meus mamilos eretos."
Carlos e Pedro aguardavam ansiosamente para ver se Vanessa teria coragem de dizer aquilo. Ficaram ainda mais surpresos quando, após uma breve pausa em que ela inspirou e expirou audivelmente, Vanessa acrescentou:
"Sabe, o que realmente me excita é quando um homem... mmhh... não apenas chupa meus mamilos com força, mas também os aperta com os dedos, para que eu possa sentir aquela dor prazerosa", Vanessa gemeu.
Houve um breve silêncio; ninguém falou, restando apenas o som da respiração inconfundivelmente excitada de Vanessa.
"Sua putinha safada e excitada!" Pedro quebrou o silêncio.
Era exatamente assim que Vanessa se sentia naquele momento. Como uma mulher fogosa mostrando a dois homens mais velhos — que facilmente poderiam ser seus avôs — o quanto ela estava excitada e disposta.
"Então é disso que você gosta", Carlos perguntou com voz fria. "Você tem uma língua bem atrevida", acrescentou.
Vanessa já estava entrando no clima de verdade. Mal conseguia esconder sua excitação; sua buceta não estava mais apenas úmida — estava completamente encharcada. "Mmm... Eu gosto de encher a boca," Vanessa sussurrou, conseguindo deixar escapar um gemido breve e suave.
Ela lançou a Carlos um olhar sedutor, ansiosa para ver como ele reagiria.
Carlos ficou momentaneamente surpreso com a resposta atrevida e cheia de duplo sentido, mas logo estreitou os olhos e abriu um sorriso desafiador.
Com a mão que acariciava a coxa dela, ele subiu e segurou o queixo dela.
"Você é bem atrevida, querida!"
"Sou?" Vanessa perguntou de forma provocante, inclinando levemente a cabeça e arqueando as sobrancelhas.
"Abra a boca!"
Vanessa foi pega de surpresa pela ordem abrupta, mas abriu a boca um pouco, automaticamente.
Sem hesitar, Carlos posicionou o polegar grande contra o lábio inferior dela e o pressionou para baixo. Ele roçou a parte interna do lábio inferior dela várias vezes com a polpa do polegar antes de deslizá-lo lentamente para dentro da boca dela, percorrendo sua língua. Ele não desviou o olhar dela nem por um instante.
"Você também gosta de chupar?"
"Mmm-hmm", ela gemeu baixinho, antes de fechar os lábios com força ao redor do polegar dele e começar a chupá-lo.
Os homens a observavam, fascinados. Pedro posicionou-se de lado para ter uma visão melhor de Vanessa chupando o polegar do amigo. "Isso aí, sua vadia gostosa! Você está fazendo isso muito bem. Imagine só que é o meu pau duro que você tem na boca", Carlos gemeu, visivelmente excitado.
Vanessa soltou o polegar dele da boca com um estalo suave.
"Espero que seja maior do que isso", respondeu Vanessa, com o rosto corado. Ela piscou para Carlos e sorriu, plenamente consciente de que seu comentário era bastante provocante.
"Pode apostar que é, querida! Já te disse o tamanho dele. Que tal testarmos se você consegue colocar ele inteiro nessa sua boca deliciosa?"
"Ah, acho que isso não é permitido aqui. Provavelmente contaria como ato obsceno em público", retrucou Vanessa rapidamente.
"Podemos ir para a nossa casa", sugeriu Pedro, e Carlos concordou que era uma ótima ideia.
Vanessa começou a se sentir um pouco desconfortável com a situação. Ela havia provocado os dois com seus comentários ousados, mas não havia considerado as consequências de seus atos. Mas será que ela estava realmente desconfortável, ou era simplesmente a ideia de se casar que a impedia de aceitar a proposta? Ela continuava muito excitada pela forma como a conversa havia se desenrolado e pelos toques constantes dos dois homens.
Mesmo agora, Carlos havia colocado sua mão grande e calejada em sua coxa nua, enquanto Pedro acariciava o ombro de frente para ele.
Por dentro, ela estava dividida sobre a proposta de subir para o quarto deles. Por um breve momento, ela se imaginou ajoelhada nua diante dos dois homens mais velhos, enquanto eles seguravam seus paus em frente ao seu rosto, esperando que ela os levasse à boca. O pensamento desencadeou uma nova onda de excitação.
Naquele momento, ela se perguntou se homens da idade deles sequer depilavam a região íntima.
Mas ela não podia fazer isso. Para começar, ela não havia conversado sobre isso com Marco; por outro lado, ela temia o que os dois homens poderiam fazer com ela se estivesse sozinha na sala com eles.
"Acho que não é uma boa ideia, porque meu marido está me esperando."
Apesar da incerteza que sentia perto dos dois homens, ela tentou falar com firmeza para dar mais convicção à sua afirmação.
Pegou sua taça de drinque.
"Então, acho que devo ir agora. Não quero que meu marido comece a me procurar."
Vanessa virou o resto do drinque de uma vez e deslizou do banco do bar. Ela havia decidido ir embora e encerrar a noite antes que fosse tarde demais. O álcool a estava deixando cada vez mais desinibida e — agravado pelas insinuações cada vez mais explícitas dos homens — ela temia perder o controle. "Não tão rápido, querida!" disse Carlos com firmeza, segurando-a pelo braço. Vanessa se assustou. Mas então Carlos sorriu gentilmente para ela e soltou seu braço.
"Você não vai escapar tão fácil. Primeiro, vamos tomar um drinque para selar nosso novo laço. Você nos deve isso!"
Antes que Vanessa pudesse responder, Carlos já havia chamado o barman. Vanessa ficou parada, um tanto incerta, enquanto o barman puxava conversa com os dois homens. Ela não sabia bem o que fazer. Poderia simplesmente ter ido embora, mas, em vez disso, permaneceu onde estava, olhando para o celular.
Marco havia lhe enviado uma mensagem pelo WhatsApp, que ela abriu.
"Como estão as coisas com os dois caras mais velhos? Você está se divertindo?"
Vanessa pensou por um instante antes de responder.
"Sim, aqueles dois estão me excitando muito... muito, muito gostosos ??"
Ela queria provocar o marido. Afinal, tudo tinha sido ideia dele.
A resposta dele veio logo em seguida. Vanessa olhou rapidamente para o bar para se certificar de que ninguém estava olhando e, então, abriu a mensagem.
"Você está com tesão?"
Por um instante, ela se sentiu irritada por ele quase certamente estar se excitando com a ideia de vê-la com Carlos e Pedro. Essencialmente, ele a estava usando para satisfazer suas próprias fantasias. Então, num impulso, ela decidiu escrever uma mensagem que atiçaria ainda mais a imaginação dele...
Eu me posicionei perto da entrada do bar, atrás de um pilar parcialmente escondido por uma grande árvore; de lá, eu tinha uma excelente visão do bar sem ser vista imediatamente. Também ajudou o fato de eu estar na sombra, já que a maioria das luzes do hotel já havia sido apagada, enquanto o bar permanecia bem iluminado.
Eu estava preocupada que Vanessa pudesse ter mudado de ideia, visto que ela havia permanecido sentada sozinha à mesa por vários minutos. Vanessa parecia pensativa e distraída. Carlos e Pedro, que me viram sair, não paravam de olhar para ela de forma incisiva. Mas Vanessa não lhes dava atenção; em vez disso, apenas encarava a mesa à sua frente. Eu quase tinha perdido a esperança quando, finalmente, ela se levantou. Ela abriu seu sorriso mais lindo e caminhou lentamente em direção ao bar, colocando um pé na frente do outro.
Carlos e Pedro abriram largos sorrisos ao verem Vanessa caminhar em direção a eles. Vanessa e Carlos trocaram um abraço amigável e beijos em ambas as faces, agindo como se se conhecessem há muito tempo. Ela fez o mesmo com Pedro, que era um homem mais robusto. Enquanto isso, Carlos chamou o barman em voz alta e pediu uma rodada de bebidas frescas.
Vanessa sentou-se em um banco alto, recostando-se no balcão com a perna direita cruzada sobre a esquerda. Nessa posição, seu vestido curto subiu bastante. Como ela não fez menção de puxá-lo para baixo, sua coxa direita ficou quase totalmente exposta. Com o cabelo preso para cima — deixando o pescoço e a nuca à mostra — e um vestido curto de decote profundo, sustentado apenas por alças finas (cobrindo o mínimo necessário de seus seios fartos), ela exibia muita pele. Seu visual sensual era completado por sandálias de tiras adornadas com strass e saltos altos e um tanto robustos.
Carlos estava à direita dela, e o robusto Pedro, à esquerda. Ambos se voltaram para ela, e era fácil perceber que não conseguiam tirar os olhos dela. Mesmo de onde eu estava sentado, conseguia notar os olhares ávidos deles. Eles fixavam os olhos no decote e nas coxas nuas de Vanessa, deixavam o olhar descer pelas pernas dela até as sandálias de tiras e, então, trocavam olhares cúmplices.
Era o contraste entre minha linda e sexy esposa de vinte e seis anos e os dois homens mais velhos que prendia minha atenção. Infelizmente, eu não conseguia ouvir o que diziam, mas parecia que estavam tendo uma ótima conversa. Mais uma vez, admirei a maneira alegre e cativante com que minha esposa conversava com as pessoas. Sua risada franca e suas expressões faciais expressivas nunca deixavam de impressionar.
E, exatamente como eu havia pedido, Vanessa realmente esquentou o clima com os dois homens mais velhos. Sua postura relaxada e recostada fazia seu busto se destacar; mesmo de onde eu estava, conseguia ver seus mamilos endurecidos pressionando o tecido fino do vestido. Os dois homens mais velhos continuavam a percorrer o corpo dela com o olhar, sem disfarçar; era óbvio que mal conseguiam se conter. Vanessa também brincava com eles — lançando sorrisos sedutores enquanto conversavam e acariciando sensualmente a própria coxa nua. Não demorou muito para que a dupla se aproximasse mais da minha esposa, cercando-a, tal como haviam feito no bar da praia mais cedo naquele dia. Os toques deles tornaram-se mais demorados e intensos. Carlos pousou a mão na coxa nua dela — ela não pareceu se importar —, enquanto Pedro começou a acariciar seu ombro e a parte superior do braço, sem tirar os olhos do decote dela e exibindo um sorriso malicioso.
Ver minha esposa com aqueles dois homens me excitou tanto que eu não queria nada além de agarrar meu pau, que já estava duro.
Quando vi Carlos acariciar o lábio inferior carnudo dela com o polegar e pressioná-lo para baixo, revelando os dentes de baixo, prendi a respiração e senti meu pau inchar ainda mais.
Vanessa abriu a boca de bom grado, e Carlos deslizou o polegar para dentro. Ele observava com avidez enquanto ela envolvia o dedo com os lábios e começava a chupá-lo, exatamente como se fosse um cacete. Infelizmente, Pedro entrou no meu campo de visão — provavelmente para ver melhor Vanessa chupando o polegar do amigo.
A cena seguinte foi minha esposa se levantando, parecendo prestes a ir embora, mas Carlos a segurou pelo braço. Ele disse algo a ela e, em seguida, fez um sinal para o barman se aproximar.
Uma conversa começou entre o barman e os dois homens, pontuada por gargalhadas altas.
Vanessa estava ali perto, parecendo um pouco indecisa — como se não soubesse se ia embora ou ficava.
Decidi aproveitar o momento e enviei uma mensagem de WhatsApp para a Vanessa.
Abri um sorriso ao ler a resposta dela à minha pergunta sobre se ela estava se divertindo com os dois caras. Ela demorou um pouco mais para responder depois que perguntei se ela estava excitada. Quando meu celular finalmente vibrou, abri a mensagem dela com ansiedade.
"Acho que nunca estive tão excitada..."
A mensagem provocou um aperto forte no meu peito. Fiquei imaginando se ela estava comparando aquilo com a nossa própria vida sexual. Por outro lado, talvez ela estivesse apenas exagerando para me provocar.
Enquanto eu ainda pensava nisso, meu celular vibrou de novo. Abri a nova mensagem da Vanessa.
"...minha buceta já está encharcada..."
Engoli em seco ao ler a mensagem e senti o sangue voltar para o meu pau. Ele tinha amolecido um pouco enquanto eu pensava na mensagem anterior dela.
"Te deixaria excitada se eles tocassem na sua buceta molhada?" respondi.
A resposta dela chegou logo em seguida.
"Do jeito que estou molhada agora, eles provavelmente não teriam dificuldade nenhuma em deslizar os dedos lá dentro... Ai, meu Deus, só de pensar nisso fico muito excitada! E você?"
A mensagem dela me fez sorrir. Vanessa parecia estar ficando excitada, e ela sabia exatamente como me deixar ainda mais excitado. E tenho que admitir: a mensagem realmente me excitou.
Aquela safada, pensei comigo mesmo. Poucos dias atrás, eu jamais teria imaginado que ela enviaria mensagens tão obscenas. Olhei para a Vanessa e a vi olhando para o celular com um sorriso e uma expressão de expectativa.
"Sua safada! Eu adoraria assistir enquanto eles te comem com os dedos!" A resposta dela veio na hora.
"Seu porcalhão! Então você ia curtir ver dois velhos tarados metendo os dedos na sua mulher!?" A essa altura, eu estava tão excitado que mal conseguia digitar uma resposta sem cometer erros.
"Ééé, eu ia adorar se aqueles dois velhos tarados te dedassem!"
Minha esposa sorriu ao ler minha última mensagem.
Rapidamente, enviei outra para ela.
"Eles sabem que você não está de calcinha?"
"Não. Eles ainda não perceberam."
Eu meio que já imaginava isso. Estava prestes a responder perguntando se ela queria contar a eles quando chegou outra mensagem da Vanessa.
"Quer que eu conte para eles?"
Pela resposta dela, percebi que ela estava pronta e disposta, mas aguardava meu sinal verde. Sorri. Eu não queria facilitar tanto as coisas — simplesmente dizer "sim" e deixar que ela contasse que não estava de calcinha sob o vestido. Isso seria excitante, claro, mas eu queria ir além. Queria que ela mostrasse a eles que era uma safada gostosa e atrevida, que estava querendo aquilo de verdade.
"Não quero que você apenas conte a eles... Quero que você se sente de novo no banco do bar, abra um pouco as pernas e guie a mão de um deles por baixo do vestido até a sua boceta molhada. Não me importo de quem seja a mão."
Consegui ver a surpresa no rosto dela enquanto lia minha resposta.
"Tem certeza absoluta?"
É claro que eu tinha certeza. Eu queria vê-los deslizando as mãos enrugadas por baixo do vestido da minha linda esposa e apalpando ou até mesmo dedando ela. Queria ver a expressão de surpresa deles ao perceberem que minha esposa estava ali sentada, com a boceta nua.
Então, minha resposta foi curta e direta.
"Sim!!" Observei com satisfação a Vanessa lendo minha mensagem, ansioso para ver sua reação e resposta. No entanto, ela não demonstrou muita reação. Ela olhou de relance para seus admiradores no bar — que ainda conversavam com o barman — e então me enviou uma resposta que teve um impacto enorme, fazendo-me respirar fundo.
"Eles me perguntaram se eu iria com eles. Fico imaginando o que aqueles dois homens mais velhos estão planejando para mim??? ??
O que você acha — devo ir?"
A ideia de Vanessa sair com os dois me deixou ruborizado. Percebi que a pergunta inicial dela tinha um tom irônico, mas também deixava claro que ela sabia muito bem o que estava prestes a acontecer.
Por outro lado, se eu não tivesse aceitado, provavelmente não teria chance de continuar observando a cena se desenrolar.
Enquanto eu ainda ponderava sobre o que escrever, vi Carlos e Pedro se voltarem novamente para Vanessa. Digitei rapidamente minha resposta...
Vanessa percebeu que os homens haviam encerrado a conversa. Certa de que sua última mensagem havia pressionado o marido, ela aguardava ansiosamente a resposta dele — para ver se ele concordaria que ela saísse com os dois homens.
Embora inicialmente tivesse descartado a ideia de ir com eles, agora ela não parecia mais tão absurda. A conversa com o marido havia intensificado ainda mais a excitação que já crescia nela. Ela adorou o fato de ele ter escrito que queria ver os homens a estimulando com os dedos. E a ordem para que ela guiasse a mão de um dos homens até sua buceta nua a deixara verdadeiramente eletrizada.
Além disso, o álcool a deixava cada vez mais desinibida e nublava seu julgamento.
Ela estava tão excitada que precisava desesperadamente de alívio; não sabia se conseguiria esperar até que Marco pudesse satisfazê-la — ou mesmo se queria esperar tanto tempo.
E então, finalmente, a mensagem de Marco chegou ao celular dela.
"A decisão é sua", foi a resposta breve dele.
"Então, com quem você está trocando mensagens?" ela ouviu Carlos perguntar; a voz dele parecia vir através de uma névoa — uma névoa causada pela bebida. "Só com meu marido. Ele quer saber quando vou voltar para casa", ela ouviu a si mesma dizer, com a voz levemente arrastada.
"E?" perguntou Carlos.
"Eu disse a ele que precisava de mais um pouco de tempo", respondeu ela, sorrindo para Carlos e Pedro.
"Muito bem. Então, vamos finalmente brindar à nossa nova conexão", disse Carlos, entregando um Ouzo a Vanessa. Carlos e Pedro também pegaram um Ouzo para si mesmos.
"E para quem é aquele Ouzo?", perguntou Vanessa, apontando para o copo que ainda estava sobre o balcão.
Vanessa olhou para Carlos com ar de indagação.
"Para você, é claro, querida! Afinal, você precisa brindar à nossa união — a minha e a do Pedro. Por isso você ganhou dois", explicou Carlos com um sorriso.
Vanessa não sabia se devia se sentir aliviada; a princípio, temera que o quarto Ouzo fosse para o barman — alguém com quem, então, talvez se esperasse que ela também brindasse. Por outro lado, isso significava beber um Ouzo a mais, e ela já estava mais do que apenas alegre pelo álcool.
O barman continuava ali, do seu lado do balcão. Pelo canto do olho, ela percebeu que ele observava a cena com interesse.
Vanessa e Carlos entrelaçaram os braços — encaixando-os na dobra do cotovelo um do outro enquanto seguravam os copos — e viraram o Ouzo de uma só vez. Depois, desfizeram o enlace, e Carlos se inclinou e a beijou na boca. Não foi aquele selinho rápido geralmente associado a esse ritual; em vez disso, ele pressionou os lábios com firmeza contra os dela e deslizou a língua para dentro da boca dela. Vanessa deixou que ele prosseguisse sem resistência, chegando a abrir a boca para lhe dar mais espaço. A língua áspera de Carlos explorou a boca dela. Ele lambeu a parte interna das bochechas dela antes de ambos se entregarem a uma troca de línguas intensa e úmida.
Vanessa estava ciente de que não apenas Pedro a observava naquele momento, mas o barman também. Ela não se importava. Ela queria aquilo, e o fato de os dois homens estarem observando-a e Carlos presos em um beijo profundo e apaixonado a excitava imensamente. Depois de um tempo, porém, ela se afastou de Carlos, pousou o copo vazio no balcão, pegou o Ouzo restante e virou-se para Pedro, que a olhava com expectativa. Ao levantar o copo cheio do balcão, ela percebeu o olhar de surpresa e desejo no rosto de Lucas. Talvez devesse dar um beijo nele também, pensou ela. Afinal, ele não era nada mal — ela tinha de admitir isso. Ele era alto e de porte atlético, com a pele morena e uma cabeleira negra e farta. O típico tipo do sul da Europa. Ela imaginou que ele estivesse na casa dos quarenta anos.
Mas, primeiro, era a vez de Pedro; ele lambeu os lábios em antecipação.
Vanessa e Pedro entrelaçaram os braços, viraram o Ouzo de uma só vez e então se entregaram a um beijo profundo e apaixonado — tão intenso quanto aquele que ela havia compartilhado com Carlos. Pedro não resistiu e pousou a mão livre na nádega esquerda dela, apertando-a com firmeza.
— Bem, se eu soubesse disso, teria tomado um também — Vanessa ouviu o barman dizer.
— Vá em frente! Acho que a nossa querida aqui não se importaria — Carlos riu.
Vanessa se afastou de Pedro e virou-se para o bar. Ela olhou diretamente nos olhos de Lucas e piscou para ele.
— Por que não? — disse ela.
Vanessa estava corada de excitação.
Lucas rapidamente colocou mais dois copos no balcão e serviu as bebidas.
Ambos pegaram seus copos, entrelaçaram os braços e viraram o Ouzo. Mas, antes de se beijarem, Vanessa pousou o copo vazio, ficou na ponta dos pés e inclinou-se sobre o balcão em direção a Lucas. À medida que o rosto de Lucas se aproximava do dela, ela estendeu a mão — com firmeza e como se fosse a coisa mais natural do mundo — e segurou a nuca dele com a mão direita, puxando-o totalmente para perto de si. Instantaneamente, suas línguas se entrelaçaram em um beijo apaixonado. Enquanto se beijavam, os outros dois homens agarraram simultaneamente as nádegas dela e as apertaram com firmeza. O gemido de Vanessa foi abafado pelo beijo. Era uma sensação incrivelmente excitante para Vanessa estar aos beijos intensamente com o barman, enquanto Carlos e Pedro observavam a poucos centímetros de distância, apertando suas nádegas.
Ela beijou o barman por mais tempo do que havia beijado os outros dois. Então, após o que pareceu uma eternidade, ela se afastou lentamente e interrompeu o beijo. Ela estava praticamente radiante, e seu rosto certamente estava corado de excitação e desejo.
Vanessa limpou a saliva dos três homens de sua boca e queixo com as costas da mão.
"Uau!", disse Lucas.
Carlos e Pedro riram. Eles ainda apertavam as nádegas de Vanessa.
"Boa garota", sussurrou Carlos no ouvido dela, dando um tapa firme em sua nádega esquerda.
"Aahh", gemeu Vanessa.
A essa altura, Lucas parecia um pouco sem jeito.
"Acho melhor eu ir limpar tudo", disse ele, desaparecendo rapidamente para os fundos do bar para retomar o trabalho que havia interrompido anteriormente.
Carlos e Pedro também pareceram surpresos com a saída apressada de Lucas e, por um breve momento, houve silêncio.
Vanessa se perguntou se ele estava se sentindo culpado e se ela havia ido longe demais. Mas afastou esse pensamento. Afinal, era aquilo que ela queria, e a adrenalina ainda corria forte em suas veias.
Ela voltou a se sentar no banco do bar e apoiou os pés, lado a lado, no aro projetado para isso.
Carlos olhou para ela, surpreso.
"Você ia embora, não ia? Ou mudou de ideia?"
Vanessa acariciou suavemente o braço dele com a mão direita.
"Ainda tenho um tempinho", disse ela com um sorriso, "e, além disso, é tão excitante com vocês."
Do outro lado, Pedro se aproximou tanto dela que sua barriga encostou no braço esquerdo dela. Com a mão, ele deslizou a alça do vestido dela do ombro esquerdo até a dobra do cotovelo.
Vanessa deixou que ele fizesse isso. Enquanto ele começava a acariciar o braço dela com as costas da mão, uma nova onda de excitação sexual a invadiu.
Ela se virou para ele e viu um sorriso faminto no rosto dele, que brilhava de suor.
— E excitante — ela murmurou de forma sugestiva, apoiando as costas novamente no balcão.
Ela sorriu de maneira sedutora para ambos, estufando o peito e deleitando-se com a forma como os olhos dos homens mais velhos devoravam seu busto. Então, abriu as pernas lentamente, observando os olhares dos dois homens acompanharem o movimento.
Carlos não precisou de muito incentivo; ele pousou a mão novamente na coxa nua dela. Mas, antes mesmo de começar a acariciá-la, Vanessa colocou a mão sobre a dele. Ela olhou para baixo e viu sua mão pequena — com as unhas impecavelmente feitas — apoiada na mão grande e áspera de Carlos; ela mal conseguia cobrir uma fração da mão dele. Passou-lhe pela cabeça que aquilo parecia, de certa forma, ilícito e perverso.
"Não tenho permissão?" perguntou Carlos.
Vanessa não respondeu. Em vez disso, olhou para ele e mordeu o lábio inferior de forma sedutora enquanto guiava a mão dele para a parte interna de sua coxa bronzeada e, então, a deslizava lentamente para cima, por baixo do vestido curto. Ela soltou um gemido quase inaudível antes mesmo de os dedos dele tocarem sua buceta molhada. Fechando os olhos, ela saboreou a sensação da mão áspera dele subindo pela pele delicada de sua coxa. Quando as pontas dos dedos dele roçaram sua vulva, ela estremeceu e soltou um gemido alto o suficiente para que ambos os homens ouvissem. Os dedos de Carlos recuaram bruscamente, surpresos. Ao ver a expressão de choque no rosto do amigo, Pedro parou de acariciar o braço dela.
Lentamente, ela abriu os olhos e olhou para o rosto de Carlos; ele sorria para ela com luxúria.
"Sua vadiazinha safada!" ele sussurrou — num tom quase ameaçador — antes de chamar Pedro: "A vagabunda não está de calcinha."
"Não acredito", respondeu Pedro, surpreso.
"Ah, ela está! E a safadinha está encharcada. Você mesmo vai ver daqui a pouco, mas eu vou primeiro."
Enquanto falava, ele pressionou os dedos contra a buceta dela e começou a penetrá-la com movimentos circulares. Vanessa cobriu a boca com a mão para abafar os gemidos. Carlos não tinha tempo para delicadezas. Ele massageou a buceta dela com firmeza e exigência, sem desviar o olhar do rosto dela, que estava contorcido de prazer. Vanessa teve de se controlar para não gritar enquanto ele deslizava lentamente dois dedos para dentro de sua buceta molhada. Ela sentiu os dedos dele dilatando seu canal de prazer, avançando cada vez mais fundo, aos poucos. Os dois dedos dele pareciam tão grossos quanto o pau ereto do marido dela — aquele a quem ela estava acostumada.
Carlos começou a fodê-la com os dedos, saboreando o ato. Era uma sensação avassaladora para Vanessa. Ela estava excitada desde que conhecera os dois homens no bar da praia. Marco havia se recusado a transar com ela, passando a noite, em vez disso, atiçando o desejo dela de se entregar àqueles dois homens mais velhos. Por fim, houve a conversa — carregada de insinuações sexuais —, acompanhada pelos toques, pelo álcool, pelos beijos e pelas mensagens trocadas com Marco. Tudo isso levara sua luxúria a novos patamares, eliminando qualquer resquício de inibição.
Ela queria o orgasmo, a sua liberação — e queria aquilo agora.
"Então, você gosta disso? De ter sua buceta dedada desse jeito?"
O tom dominante na voz de Carlos a deixava ainda mais excitada.
Vanessa não conseguia emitir mais do que um gemido baixo de prazer.
"Vadia safada", ela ouviu Pedro rosnar.
Carlos a fodia lenta, porém firmemente. Repetidas vezes, ele retirava os dedos completamente, apenas para enfiá-los de volta até o talo.
Pedro mal conseguia se conter enquanto observava a cena. Bem quando ele estava prestes a se aproximar para beijar Vanessa, Lucas avisou que precisava guardar algo, mas que voltaria em alguns minutos. "Tudo bem", respondeu Carlos, acenando para o barman com a mão livre enquanto continuava a foder Vanessa com os dedos da outra mão.
"Ótima hora", disse ele com um sorriso presunçoso, antes de puxar os dedos para fora da buceta de Vanessa. Ela soltou um gemido alto.
Carlos ergueu os dedos indicador e médio, que brilhavam com os fluidos de Vanessa.
"Lambe eles!" ordenou ele com autoridade.
Vanessa não precisou que lhe dissessem duas vezes. Segurando o pulso dele com ambas as mãos de forma submissa, ela abaixou a cabeça e levou os dedos molhados à boca. Ela os chupou com total devoção, como se fossem um pau.
"Boa garota!", ela ouviu Carlos dizer, seguido pelas risadas dos homens.
"Chegue um pouco para a frente", ordenou Pedro, pressionando a mão contra as costas dela.
Vanessa soltou os dedos de Carlos de sua boca, endireitou o corpo e deslizou o quadril para a frente no banco. Essa posição dava aos homens acesso totalmente desimpedido à sua buceta. Pedro pressionou a mão esquerda contra o esterno dela, empurrando-a para trás até que ela estivesse novamente apoiada no balcão. Com a mão direita, ele agarrou firmemente a parte interna da coxa esquerda dela e puxou a perna para fora. Carlos fez o mesmo com a perna direita, do lado dele. Vanessa estava agora sentada na beirada do banco, com as pernas bem abertas.
"Vamos ver o que você tem aí", disse Pedro com desejo, deslizando a mão esquerda do esterno dela sobre o seio direito. Ele apertou o seio grande dela de forma breve, porém firme. Vanessa soltou um gemido alto. A mão dele desceu do seio, passou pela barriga, agarrou a barra do vestido e o levantou. Vanessa instintivamente arqueou a pelve levemente para cima ao perceber que Pedro acabara de expor sua buceta.
"Meu Deus! Que bucetinha linda e gostosa!", deixou escapar Pedro.
"Eu sabia que você estava totalmente depilada. Do jeito que deve ser para uma vadiazinha como você", acrescentou Carlos.
Eles continuaram segurando as pernas de Vanessa afastadas. Ela estava tão molhada que os dedos indicador e médio de Pedro deslizavam sem esforço sobre seu clitóris inchado e entre os lábios, indo direto para a abertura. Ela gemeu alto ao sentir os dedos dele em sua intimidade e ele começar a penetrá-la. Os dedos dele não eram nem de longe tão longos quanto os de Carlos, mas eram consideravelmente mais grossos, alargando ainda mais o buraco dela. Mesmo assim, ela não achou desagradável. Muito pelo contrário! A sensação de ser preenchida daquela forma era incrivelmente excitante.
"Caramba, você está muito molhada. Você realmente fica excitada quando nós, velhos, damos conta do recado, não é?", disse Pedro, com os dedos cobertos pelos fluidos de Vanessa.
"Uma verdadeira vadia de aposentados!", acrescentou Carlos, rindo, antes de se inclinar para a frente e calar os gemidos constantes de Vanessa com um beijo profundo e cheio de língua. Abri o zíper da calça e comecei a me masturbar. Era uma cena incrivelmente excitante: os dois homens mais velhos segurando as pernas da minha esposa bem abertas — os pés dela calçados em sandálias de tiras — enquanto Pedro a dedilhava. Mesmo de onde eu estava, conseguia ouvir Vanessa gemendo; o som só parou quando Carlos a beijou.
Ela estava ansiosa para ver o que aconteceria a seguir.
Vanessa deleitava-se com a sensação dos dedos grossos de Pedro dentro de sua buceta, enquanto se entregava ao jogo selvagem e úmido da língua de Carlos em sua boca. Ela conseguia até ouvir os estalos úmidos vindos de entre suas pernas; de tão encharcada que estava.
Excitava-a intensamente ser manuseada de forma tão dominante por aqueles dois homens mais velhos — homens com idade para serem seus avôs — e ser chamada de "vadia de aposentado". E era exatamente assim que ela se sentia.
Suas fantasias mais secretas — aquelas que ela antes só vivenciava em sua mente — estavam se tornando realidade ali mesmo.
Pedro começou a penetrá-la com os dedos mais rapidamente. Ela desejava gemer de prazer alto o suficiente para que seu marido ouvisse de seu esconderijo, mas o beijo intenso com Carlos a impedia de fazê-lo. Consequentemente, apenas os dois homens podiam ouvir seus gemidos abafados. O fato de Carlos estar beijando-a enquanto seu amigo dedilhava sua buceta proporcionava a Vanessa uma excitação extra.
Carlos interrompeu o beijo e, de repente, seus gemidos tornaram-se claramente audíveis. Ele alternava o olhar entre o rosto dela — contorcido de luxúria — e o ponto logo abaixo, de onde tinha uma visão desimpedida de Pedro trabalhando-a com os dedos. Vanessa mordeu a própria mão, temendo que seus gemidos pudessem alertar mais alguém. Ela já sentia o orgasmo se aproximando, aquele que logo sacudiria seu corpo e a faria gritar.
Carlos lançou-lhe um sorriso malicioso, sussurrando obscenidades grosseiras bem no rosto dela.
Então, de repente — acompanhado pelas palavras "Merda! O Lucas está voltando" —, Pedro retirou os dedos dela bruscamente.
Vanessa gemeu de decepção e seu corpo ainda deu alguns solavancos, mas o orgasmo iminente de que ela tanto precisava havia desaparecido instantaneamente, espantado pelo susto. Os homens soltaram suas pernas, e Vanessa rapidamente se ajeitou no banco do bar. Ela permaneceu sentada de costas para o balcão, em parte porque temia que o barman pudesse ver, em sua expressão, os vestígios do que haviam acabado de fazer.
"Posso servir outra bebida para vocês dois?", ela o ouviu perguntar. A essa altura, ela já havia se recuperado do choque inicial e, antes que seus companheiros pudessem responder, deslizou para fora do banco.
"Tenho que ir", disse ela, meio sem jeito.
Ela deu um beijo rápido de despedida na bochecha de Pedro, que parecia atordoado. Quando fez o mesmo com Carlos, ele sussurrou baixinho no ouvido dela:
"Na próxima, vamos te foder com força — do jeito que você merece."
As palavras dele, e a maneira assertiva como as disse, despertaram nela uma nova onda de excitação.
Ela desceu a mão e apertou rapidamente o pau duro dele. Carlos estremeceu de surpresa. Mesmo através da calça, ela percebeu que ele não estava exagerando quando disse ser bem-dotado.
Vanessa mordeu o lábio inferior de forma sedutora e piscou para Carlos.
"Sou uma garota muito má e safada", ela sussurrou no ouvido de Carlos antes de se virar e sair do bar a passos rápidos.
Eu tinha parado de me masturbar antes que o barman voltasse; caso contrário, a visão da minha esposa com aqueles dois homens era tão excitante que eu certamente teria gozado.
Eu também prendi a respiração, tenso, quando os três foram pegos de surpresa pelo barman. De onde eu estava sentado, não dava para saber se ele tinha notado alguma coisa. Por outro lado, ele poderia ter juntado as peças, já que todos haviam brindado à fraternidade mais cedo.
Guardei meu pau — que não tinha perdido nada da sua ereção — de volta na calça. Bem a tempo, pois Vanessa já estava se despedindo de Pedro e Carlos. Parecia que ela usara a interrupção como desculpa para sair daquela situação.
Saí do meu lugar o mais discretamente possível e fui em direção à saída do lado oposto. Apressei o passo, desesperado para chegar ao nosso bangalô antes da minha esposa — algo que eu deveria conseguir, dado o caminho mais curto. Meu pau continuava duro como pedra e pulsando violentamente enquanto eu corria de volta para o bangalô.
Quando cheguei, ainda não havia sinal de Vanessa. Abri a porta rapidamente, entrei e deixei que ela se fechasse atrás de mim com um clique. Recostei-me na porta e respirei fundo. Minha mente estava a mil enquanto eu tentava processar o que tinha acabado de ver e vivenciar. Vanessa tinha ido muito além do que eu esperava ou até mesmo do que eu imaginava. Muito além. Eu supunha que ela talvez deixasse que eles a tocassem e apalpassem um pouco, ou quem sabe até trocasse beijos com os dois. Meu pau ainda pulsava com tanta intensidade que chegava a doer. Eu precisava desesperadamente gozar, ou acabaria perdendo a cabeça.
Quando bateram à porta, esperei um instante para acalmar meu coração e me recompor. Então, abri a porta e deixei Vanessa entrar.
— Oi — cumprimentei-a.
O rosto de Vanessa estava corado, mas ela sorriu para mim — ainda que timidamente.
— Oi — ela respondeu.
Ficamos frente a frente em um breve silêncio, sem saber muito bem o que dizer. Apenas nos olhávamos.
Tentei decifrar sua expressão, mas tudo o que vi foi minha linda esposa, parecendo ao mesmo tempo incerta e agitada naquele momento.
Ainda assim, nenhum de nós disse uma palavra.
— Diga alguma coisa!
As palavras de Vanessa interromperam meu raciocínio. Mas, em vez de responder, coloquei a mão direita na nuca dela e pressionei meus lábios contra os dela.
Nossas bocas se abriram e nossas línguas se entrelaçaram freneticamente.
O beijo era intenso, selvagem e úmido — alimentado pela paixão e pelo desejo que haviam tomado conta de nós dois.
Ao mesmo tempo, usei a outra mão para puxar o vestido de Vanessa para baixo, expondo seus seios. Sem hesitar, agarrei o seio esquerdo dela e o apertei com firmeza. Vanessa gemeu e tentou se afastar do beijo, mas mantive a mão firme em sua nuca, sem lhe dar chance de escapar. Minha mão deslizou do seio, passando pela barriga e por baixo do vestido, até encontrar sua intimidade úmida. Imediatamente, deslizei os dedos indicador e médio para dentro dela.
Interrompi o beijo, e Vanessa gemeu alto enquanto eu a estimulava com os dedos, de forma rápida e intensa, ali mesmo onde estávamos. Mas, após alguns instantes, retirei os dedos — não querendo que ela chegasse ao orgasmo tão cedo — e, em vez disso, deslizei-os para dentro de sua boca, que ainda estava entreaberta pelos gemidos. Vanessa fechou a boca ao redor dos meus dedos e os chupou, exatamente como havia feito mais cedo com Carlos no bar. Ela olhava nos meus olhos enquanto deslizava meus dedos para dentro e para fora de sua boca.
Seu olhar era selvagem e apaixonado. Foi naquele momento que percebi que ela devia estar tão excitada quanto eu.
— Isso, lamba os seus fluidos! — ordenei, tirando os dedos da boca dela e deslizando-os para dentro de sua buceta; estimulei-a com os dedos, de forma breve e intensa, e depois enfiei meus dedos molhados e escorregadios de volta na boca dela, onde ela começou a chupá-los novamente, soltando um gemido de puro prazer.
"Você está tão molhada! Acho que gostou de deixar aqueles dois velhos te apalparem."
Vanessa soltou meus dedos da boca e me lançou um sorriso provocante.
"Ééé, foi muito tesão que senti... do jeito que aqueles velhos safados me tocavam por toda parte", ela gemeu.
Agarrei os seios dela novamente, prendi seu mamilo grosso e ereto entre o polegar e o indicador e apertei com força. Vanessa soltou um gemido de dor.
"Você gostou de me ver? Fui safada o suficiente para você?" ela perguntou de forma provocante.
Enquanto falava, ela deslizou o vestido até embaixo e saiu de dentro dele, deixando-o cair no chão. Tirando as sandálias de salto alto e dedos à mostra cravejadas de strass, ela agora estava completamente nua diante de mim.
"Aaahhh." Eu gemi quando Vanessa levou a mão ao meio das minhas pernas e apertou meus testículos com força. Eu precisava desesperadamente de alívio naquele momento.
Agarrei Vanessa pelo braço, puxei-a comigo e a posicionei na nossa cama.
"Fica de quatro!" eu rosnei.
Parei aos pés da cama enquanto Vanessa se colocava de quatro, oferecendo-me sua bunda magnífica e esperando que eu a tomasse por trás. Embora eu mal conseguisse resistir àquela visão e à tentação, queria guardar isso para mais tarde; caso contrário, teria gozado em instantes.
"Vire-se!" ordenei.
Vanessa virou-se para mim, saindo da posição de quatro apoios e ficando de joelhos. O rosto dela estava bem na altura da minha virilha. Ela ergueu o olhar para mim e lambeu os lábios.
Abri o botão e o zíper da calça, puxei-a — junto com a cueca — para baixo e joguei tudo para trás, sem qualquer cuidado. Vanessa imediatamente agarrou meu pau com a mão, lambeu a glande com a língua e a mordiscou levemente com os dentes. Gemi baixinho ao sentir o toque de sua língua, lábios e dentes. Ela continuava me olhando, sorrindo.
"Seu pau está tão duro, querido. Te excitou tanto ver aqueles dois velhos porcos se divertindo comigo?" ela perguntou, esfregando meu pau primeiro na bochecha direita e depois na esquerda.
"Mmhhh... é, me excitou", confirmei entre gemidos constantes. Vanessa começou a masturbar meu pau duro. Sem desviar o olhar do meu, ela deu um sorriso cheio de malícia.
"Quer que eu chupe seu pau?"
Antes mesmo que eu pudesse responder, ela envolveu a glande do meu pau com os lábios, chupou-o profundamente para dentro da boca e depois o soltou com um estalo alto. Ela recomeçou a masturbá-lo de forma rápida e vigorosa, sem nunca tirar os olhos de mim e sorrindo o tempo todo. "Você viu como eles me comeram com os dedos?" ela me perguntou, com um olhar presunçoso e cúmplice.
"Os dois enfiaram dois dedos grossos na minha bucetinha", ela gemeu, passando a língua por toda a extensão do meu pau.
Em vez de responder, coloquei as mãos na cabeça dela e empurrei meu pau duro até o fundo da garganta dela.
"Claro que vi, sua vadia safada!" rosnei.
Vanessa engasgou e tentou recuar, mas segurei a cabeça dela com firmeza, tornando impossível qualquer recuo. Depois de alguns segundos, tirei meu pau da boca dela. Vanessa respirou fundo enquanto um fio de saliva escorria de sua boca pelo queixo e pingava em seus seios. Seus olhos faiscaram de raiva para mim.
Ela limpou a saliva do queixo com as costas da mão e abriu um sorriso para mim.
"É, seu porco — dá isso para a sua esposa infiel!"
Mal ela terminou de falar, e já puxou meu pau duro de volta para dentro da boca, engolindo-o até a metade. Entrelacei as mãos atrás da cabeça e aproveitei o serviço oral que ela me prestava. Repetidas vezes, ela o levava fundo na boca, deixava-o deslizar quase totalmente para fora, apenas para puxá-lo de volta. Mais uma vez, coloquei as mãos na cabeça dela e empurrei meus quadris para frente, enterrando meu pau completamente na boca dela novamente. Senti satisfação ao ouvir, mais uma vez, aqueles sons de ânsia e engasgo. Ao mesmo tempo, inclinei-me sobre Vanessa, preparei a mão aberta e desferi dois tapas fortes em suas nádegas fartas — estalos altos e sonoros. Vanessa soltou um gemido abafado de dor com meu pau ainda na boca, e seu corpo dava solavancos a cada golpe. Eu nunca tinha batido nela com tanta força antes. Suas nádegas começaram a ficar vermelhas imediatamente... ...a mudar de cor. Vanessa tentou se afastar, empurrando minha barriga com a mão direita. Mas não cedi; agora, eu segurava a cabeça dela contra o meu pau com as duas mãos novamente. Quando Vanessa percebeu que eu não a deixaria escapar, entrou em pânico. Os olhos dela me encararam com horror; ao mesmo tempo, ela apoiou a mão esquerda no meu corpo para se empurrar para longe com força. Soltei a cabeça dela, e Vanessa recuou bruscamente, caindo de costas. Seu rosto estava muito vermelho e ela ofegava pesadamente enquanto limpava a saliva que escorria da boca. Dei a ela um momento para recuperar o fôlego. Era uma pena que ela não tivesse aguentado mais meio minuto, já que eu estava prestes a gozar. Mas eu compensaria isso mais tarde.
Vanessa já havia recuperado o fôlego. O rosto ainda estava corado pelo esforço, e a maquiagem dos olhos estava praticamente toda borrada.
Ela me lançou um olhar furioso.
"Você enlouqueceu? Achei que fosse sufocar. Seu desgraçado de merda!" ela disparou contra mim.
A voz dela, no entanto, soava mais como um grasnido — provavelmente porque meu pau estivera fundo na garganta dela, provocando o reflexo de ânsia de vômito.
Sem me abalar com as palavras dela, abri um sorriso malicioso.
Vanessa esfregava as nádegas avermelhadas com a mão direita.
"Por que você está sorrindo feito um idiota? Minha bunda também está doendo", ela disse com a voz rouca.
"Você queria ser punida por ter sido safada, não queria? Então pare de fazer tanta cena", eu disse com um tom firme.
Subi na cama e me arrastei de joelhos até ficar ao lado da cabeça dela. Vanessa me encarou com descrença e alarme; ela claramente não esperava aquele tipo de reação da minha parte.
"Agora termine o que começou", eu disse entre dentes, agarrando o cabelo dela com uma mão para puxar sua cabeça em direção ao meu pau — que eu segurava com a outra mão, apontando-o diretamente para o rosto dela. Minha esposa me olhou com uma expressão que beirava a pena, mas logo pareceu recuperar a compostura.
"Então pegue minha boca e termine", ela sussurrou de forma submissa.
Ela abriu a boca submissamente, sem desviar os olhos dos meus nem por um instante. Deslizei rapidamente meu pau duro para dentro da boca dela, embora desta vez tivesse o cuidado de não empurrar fundo demais. Vanessa apertou os lábios com força ao redor do meu membro, e comecei a foder a boca dela gentil e lentamente com o meu pau. Após apenas algumas estocadas, senti meu escroto se contrair em torno dos meus testículos enquanto meu sêmen era impulsionado irresistivelmente para cima. Puxei meu pau para trás até deixá-lo bem na entrada da boca dela e gozei soltando um gemido alto. O primeiro jato atingiu a bochecha direita de Vanessa, logo ao lado do nariz; o segundo caiu logo abaixo, perto da boca; só então consegui mirar na boca aberta dela, onde despejei o restante da minha carga.
Durante tudo isso, Vanessa manteve o olhar fixo no meu rosto, reagindo com um sobressalto de surpresa apenas aos dois primeiros jatos que tocaram sua pele. Eu nunca havia gozado no rosto lindo dela antes. Fiquei ainda mais fascinado ao observar a sujeira que deixei ali; era incrivelmente excitante ver meu sêmen escorrendo lentamente pela bochecha dela.
Vanessa abriu um sorriso cheio de desejo e limpou o sêmen que escorria pelo rosto com o dedo indicador direito. Ela manteve o dedo sujo de sêmen diante da boca, lambeu-o com gosto — com a língua saindo rapidamente — e engoliu meu sêmen. Ela repetiu o processo mais duas vezes até que seu rosto estivesse quase limpo novamente.
"Mmm... tão delicioso", ela gemeu, deslizando o dedo indicador totalmente para dentro da boca e chupando-o algumas vezes antes de apoiar a ponta no lábio inferior e sorrir para mim.
Era absolutamente arrebatador testemunhar demonstrações tão explícitas de submissão. Senti meu pau endurecer novamente.
Vanessa levou as mãos aos seios, massageando-os com movimentos circulares enquanto beliscava repetidamente os mamilos com os dedos.
Seus gemidos preenchiam o quarto.
Então, suas mãos deslizaram pela barriga até o meio das pernas. Eu ainda estava ajoelhado ao lado da cabeça dela, observando enquanto ela começava a acariciar sua buceta lisa, brilhante e molhada. Vanessa soltou um suspiro de desejo. Ela deslizou os dedos indicador e médio entre os lábios vaginais até a entrada, depois subiu novamente para o clitóris, massageando-o com movimentos circulares pequenos, porém firmes. A essa altura, ela havia levantado a cabeça e olhava para baixo, para o meio das pernas — dobradas e bem abertas —, enquanto se satisfazia.
"O que exatamente os dois disseram para você?" perguntei baixinho.
Vanessa olhou para mim sem parar de se tocar. Sua expressão e seu olhar irradiavam desejo sexual.
"Eles... aah... ficaram me tocando e apalpando... e... mmm... eu achei aquilo tão excitante."
Ela acelerou o ritmo dos dedos no clitóris, e seus gemidos mais uma vez preencheram todo o quarto.
"E quando perceberam que eu não estava de calcinha, me chamaram de vadiazinha e... ooh... de puta safada." Meu pau estava duro como pedra novamente enquanto ela me contava como eles descreviam minha esposa amorosa e cheia de tesão — e como, ao que tudo indicava, ela realmente achava aquilo excitante.
Ajoelhei-me entre as pernas dobradas e abertas da minha esposa. Isso me proporcionou uma visão totalmente desimpedida de sua buceta, perfeitamente depilada e visivelmente molhada. Enquanto ela ainda massageava o clitóris, deslizei os dedos indicador e médio da mão direita para dentro dela e comecei a fodê-la lentamente, usando todo o comprimento dos dedos. Instantaneamente, ela afastou a mão do clitóris, agarrou os lençóis ao lado da cabeça com as duas mãos e arqueou os quadris para cima.
"O que mais eles disseram?" "Mmm... eles queriam saber qual é a minha posição favorita."
Comecei a massagear o clitóris dela com o polegar também.
"Aaah... e se eu gosto de fazer boquete..."
"O que você respondeu?"
Enquanto perguntava, eu a fodia bem rápido por um instante e, logo em seguida, reduzia o ritmo novamente. Vanessa ofegava, jogando a cabeça bem para trás.
Vanessa me contou, em detalhes, tudo o que haviam conversado. Ouvi-la me deixava incrivelmente excitado — ouvir como Carlos explicava sua teoria de que ela certamente adoraria a posição de quatro, ou como perguntavam se ela gostava de ouvir palavras de comando ou de fazer boquete, e ouvir as respostas dela para tudo isso.
Durante todo esse tempo, eu continuava a fodê-la com os dedos ou a massagear sua buceta com a palma da mão, o que fazia com que seu monólogo fosse interrompido repetidamente por gemidos intensos. No entanto, eu me certificava de que ela não chegasse ao orgasmo que tanto desejava — um orgasmo que ela implorou várias vezes para que eu a deixasse ter. Mas eu gostava demais daquele jogo de provocação. Simplesmente me excitava poder ditar as regras, e Vanessa se entregava ao prazer que eu sentia ao fazer isso. Eu sabia que ela também se excitava ao assumir uma postura submissa durante o sexo.
Abaixei-me entre as pernas dela e comecei a lamber sua buceta molhada com toda a extensão da minha língua, enquanto continuava a fodê-la lentamente com os dedos. O cheiro e o gosto da buceta dela me inebriavam tanto que quase esqueci de parar o jogo de língua e dedos antes que Vanessa gozasse.
"Ooohhh nãooo", Vanessa gemeu, com o corpo se contorcendo para frente e para trás; parecia quase que ela estava tentando cruzar o limite final para o orgasmo de que tanto precisava.
"Você também beijou o barman de língua?", perguntei abruptamente.
Vanessa parou de se mover instantaneamente.
Olhei para cima, passando pela barriga dela; como Vanessa levantou a cabeça e olhou para baixo ao ouvir minha pergunta, nossos olhos se cruzaram. Eu já sabia a resposta antes mesmo de ela falar, pois seu olhar denunciava um toque de incerteza.
Ela assentiu levemente.
"Sim, eu beijei", respondeu ela baixinho, quase timidamente. "Isso é ruim?"
Abri um sorriso para ela.
"Não, não é ruim. Você o deixaria te foder também?", perguntei, num tom de desafio.
Vanessa olhou para mim, desconcertada.
"Por que eu faria isso?" O tom dela era de irritação.
"Você parece feliz o suficiente em ser fodida por aqueles dois velhos gagás. Só fiquei imaginando por que você não fez isso", retruquei de forma provocadora.
Vanessa franziu a testa e olhou para mim com incredulidade — e até um toque de angústia.
"Você realmente acha isso? Que eu quero que eles me fodam?"
Endireitei o corpo entre as pernas dela, ficando de joelhos para poder olhá-la de cima.
"Ah, sim, querida, eu acho."
"Se eu quisesse isso, teria ido com eles. Afinal, eles chegaram a oferecer."
Havia um tom de desafio na voz dela agora. "Mas você teria querido isso?", acrescentou ela.
Olhei pensativo para minha esposa, que estava ali nua e deslumbrante diante de mim, embora meu comentário anterior parecesse ter acabado instantaneamente com o tesão dela.
"Na verdade, eu não teria querido."
Sorri para ela e fiz uma breve pausa para dar mais peso ao que eu estava prestes a dizer.
"Mas só porque eu não teria conseguido assistir você sendo fodida por eles."
Vanessa olhou para mim com os olhos arregalados. Ela se apoiou nos cotovelos. Meu olhar recaiu involuntariamente sobre seus seios grandes, que ofereciam uma visão maravilhosamente excitante naquela posição.
"Você está falando sério? Quer mesmo me ver transando com outros dois homens?"
"Ah, eu adoraria ver você fazendo isso."
E então, após uma breve pausa — durante a qual me lembrei de como Carlos e Pedro haviam falado sobre minha esposa no bar da piscina e do que gostariam de fazer com ela —, fui além.
"Ver você se entregar completamente a eles, fazendo tudo o que eles quiserem."
Senti minhas próprias palavras me excitando, meu pau ficando duro como pedra.
"E se eu não quiser?" Vanessa perguntou, espantada.
Ri alto das palavras dela, agarrei-a e a virei de bruços.
"Vamos ver só!" eu disse em voz alta, colocando-a de quatro.
Ajoelhei-me atrás de Vanessa, segurei meu pau duro e o esfreguei contra a boceta molhada da minha esposa.
"Qual dos dois deve te comer?" perguntei a ela.
"Mmmhhhh", Vanessa gemeu. "Você me come, por favor."
Essa não era a resposta que eu queria ouvir. Dei um tapa na bunda carnuda dela com a outra mão. Vanessa soltou um gritinho.
"Eu também vou te comer. Mas quero que você imagine que é um daqueles dois caras. Então me diga — quem deve ser?" eu disse, usando a voz mais dominante que consegui.
"Você quer mesmo isso?" ela perguntou. "Deixar outro homem me comer?"
"Quero que você imagine um daqueles velhos te comendo com força. E, pelo jeito que você está molhada, você também quer isso!" eu disse em voz alta.
Mais uma vez, arrastei a cabeça do meu pau por toda a extensão dos lábios molhados dela. Vanessa estava ofegante e gemendo incontrolavelmente.
"Não me importo com quem seja. Mas, por favor, enfia logo seu pau duro em mim", ela conseguiu gemer.
Parecia que ela não ousava dizer aquilo, embora eu sentisse que ela queria. "Diga-me quem deve me foder", ela acrescentou de repente.
Pensei por um momento e lancei um olhar pelo quarto de hotel. Meus olhos pousaram na cadeira encostada na parede, à direita da cama. De repente, tive uma ideia. Segurei o cabelo de Vanessa — que estava preso — e virei o rosto dela para a direita.
"Está vendo aquela cadeira ali?" perguntei a ela.
Vanessa assentiu.
"Imagine-me sentado naquela cadeira, masturbando meu pau duro enquanto observo você sendo fodida, um de cada vez, por aqueles dois velhos."
Eu tinha acertado em cheio com essa ideia; o corpo dela todo começou a tremer de repente, e ela soltou um "Ai, meu Deus" em voz alta, seguido de: "Me fode logo."
Posicionei meu pau duro contra a buceta dela, que estava encharcada, mas não dei a estocada ainda.
Em vez disso, perguntei novamente:
"Consegue me ver sentado ali na cadeira?"
Com um gemido alto, ela gritou: "Siiim, consigo te ver masturbando seu pau."
Sorri e, no momento em que enfiei meu pau até o talo na buceta molhada dela, disse:
"Primeiro, você vai ser fodida por aquele gordo feio, sua vadia safada!"
O grito de Vanessa ainda ecoava pelo quarto quando comecei imediatamente a fodê-la com estocadas curtas e fortes. Por minutos, os únicos sons eram o barulho dos nossos corpos se chocando e nossos gemidos. Então, senti a buceta de Vanessa contrair. Quando ela gozou, soltou um grito alto e se contorceu violentamente antes de seu corpo todo começar a tremer. Diminuí o ritmo e continuei fodendo-a com estocadas lentas e profundas. Vanessa se contorcia e ofegava incontrolavelmente, com o corpo agora totalmente hipersensível. Ela tentou se afastar deslizando para frente, mas eu a segurei firme, agarrando seu quadril com a mão esquerda e seu ombro direito com a outra.
Dei uma última estocada forte e profunda e, em seguida, arranquei meu pau de dentro dela. Vanessa gemeu e, quando a soltei, ela desabou na cama, completamente exausta. Observei-a de onde eu estava, enquanto ela permanecia deitada de barriga para baixo na cama, à minha frente. A posição fazia com que seus seios grandes se espalhassem para os lados, e sua bunda parecia incrivelmente sedutora. Ela ainda tremia levemente e respirava com dificuldade; seu corpo brilhava de suor.
Esperei um instante, depois agarrei o quadril dela com as duas mãos e a puxei de volta para a posição de quatro. Um gemido fraco escapou dela, mas isso não me impediu de fazer o que eu havia planejado a seguir. Vanessa olhou por cima do ombro para mim, e pude ver o cansaço e a exaustão em seus olhos.
— Agora você está sendo fodida pelo outro velho de pau grande — eu disse com a voz firme.
Vanessa pareceu surpresa a princípio, mas, ao ver meu sorriso, sua expressão de repente se tornou selvagem, e seus olhos brilharam para mim com uma intensidade feroz.
— Issooo, seu velho garanhão tarado... me fode com esse seu pau enorme. E mostra para o meu marido ali, enquanto ele se masturba, como você realmente fode a puta casada dele — ela disse em alto e bom som.
As palavras dela quase me fizeram perder a cabeça. Levantei a bunda dela ainda mais e me posicionei sobre ela, com os joelhos flexionados. Então, recuei a mão direita e desferi um tapa seco na nádega esquerda dela. O som foi alto, e Vanessa soltou um grito de dor.
— Ai!
Dei mais dois tapas rápidos e fortes na mesma nádega; ela reagiu a cada um deles com um grito de dor.
Rapidamente, agarrei meu pau, posicionei-o na entrada dela e o enfiei lá dentro em um movimento único e veloz. Ela gemeu alto novamente. Mantive-o enterrado fundo dentro dela e agarrei seu cabelo com a mão esquerda. Puxei a cabeça dela para trás e me inclinei para frente ao mesmo tempo, aproximando minha boca a poucos centímetros de seu ouvido.
— Agora você vai ser fodida do jeito certo, sua putinha casada — sussurrei de forma ameaçadora no ouvido dela.
Vanessa mordeu levemente o lábio inferior ao ouvir minhas palavras.
— Me fode com força, seu porco tarado! — ela gemeu baixinho.
Naquele momento, não tive certeza se ela se referia ao outro velho ou a mim quando disse "porco tarado". Mas, no fim das contas, isso não importava para mim. Muito lentamente, retirei minha pica completamente dela e posicionei a cabeça do membro bem contra a entrada dela, sem penetrar.
"Você realmente quer ser fodida por esse velho feio?" perguntei a ela. "Se não, é só dizer."
"Você só quer ficar aí falando besteira? Eu já disse para você mostrar ao meu marido como você realmente come a puta casada dele", Vanessa sibilou com raiva.
Sorri com as palavras dela — música para os meus ouvidos — e rapidamente entrei nela com força. Pressionando a cabeça dela para baixo, eu a fodi de forma rápida, dura e implacável. Os gemidos altos de Vanessa, que frequentemente subiam de tom até virarem um lamento, preencheram o quarto mais uma vez.
Eu não sabia há quanto tempo a estava fodendo naquele ritmo furioso — provavelmente vários minutos —, mas estava começando a ficar sem fôlego, e minhas coxas começavam a arder por causa da posição curvada. Como eu já havia gozado antes, um orgasmo estava fora de cogitação, apesar da minha intensa excitação. Ajoelhei-me atrás dela novamente, diminuí visivelmente o ritmo e fodi minha puta casada com estocadas lentas e profundas. Vanessa parecia cada vez mais exausta; seus gemidos, antes altos, haviam se transformado em um choramingo.
Observei as nádegas maravilhosamente carnudas dela e as acariciei com ternura; a nádega esquerda, em particular, ainda estava avermelhada pelos meus tapas. Lentamente, afastei as nádegas dela com as duas mãos e examinei com avidez o cu pequeno, enrugado e levemente escurecido da minha esposa. Vanessa soltou um gemido suave — e depois um muito mais alto — quando pressionei meu polegar contra ele e massageei sua entrada traseira, ainda virgem, com uma pressão gentil. Incentivado pelos gemidos dela, pressionei com mais força e massageei o buraquinho dela com mais firmeza. Eu havia parado completamente de fazer estocadas, mas mantinha meu pau duro como pedra enterrado fundo na buceta dela.
Vanessa começou a respirar mais rápido. "Ooh... isso é tão bom", ouvi-a suspirar.
Levantei o olhar da parte de trás dela. Vanessa olhou para trás, por cima do ombro; havia um olhar sonhador e de êxtase em seus olhos. Ao mesmo tempo, ela pressionou as nádegas contra o meu polegar.
"Se você quiser, pode enfiar aí também."
Ela sorriu para mim enquanto dizia isso. Sem responder, desci meu polegar até a buceta dela e o cobri completamente com os fluidos dela. Com a mão esquerda, afastei a nádega esquerda dela e lubrifiquei a entrada traseira com o polegar. Assim que senti que estava suficientemente lubrificada, pressionei — suavemente no início, depois com mais força — e, com um movimento giratório, comecei a penetrar o cu dela.
Os gemidos e a respiração de Vanessa se intensificaram bruscamente. Fascinado, observei a ponta do meu polegar deslizar lentamente para dentro do cu dela e, então, com um pouco mais de pressão, o polegar inteiro desapareceu lá dentro.
"Aaaah", gemeu Vanessa. Ela havia apoiado a cabeça na cama e gemia de puro prazer.
"Ah, isso é tão bom", ela suspirou novamente, levando-me a mover o polegar dentro do cu dela e a fodê-la daquela maneira.
O cu dela apertava meu polegar com força; ela estava incrivelmente apertada. Lentamente, também voltei a estocar com meu pau, que ainda estava dentro da buceta dela. Não deixei de notar que ela havia ficado muito mais molhada no momento em que comecei a deslizar o polegar no cu dela.
Depois de pouco tempo, no entanto, tirei o polegar; para minha surpresa, ele estava agradavelmente limpo.
Também saí da buceta dela.
"Por favor, continua", gemeu Vanessa, decepcionada. É exatamente o que vou fazer, sua putinha aposentada!
Ouvi com prazer o gemido alto dela ao ouvir o termo "vadia de aposentado".
"Afaste as nádegas com as mãos!", ordenei.
Sem dizer mais nada, minha esposa levou as mãos para trás e — ajoelhada diante de mim — abriu bem as nádegas.
Mais uma vez, contemplei o ânus pequeno e enrugado dela; não havia sinal de que, instantes antes, eu havia inserido meu polegar ali. Alcançando-a por trás, deslizei os dedos indicador e médio profundamente na buceta de Vanessa e a fodi com delicadeza, inclinando-me sobre seu traseiro erguido e deixando a saliva pingar da minha boca diretamente sobre o buraquinho dela.
Com a outra mão, espalhei bem a saliva na entrada traseira dela, retirei os dedos agora molhados da buceta e, lenta mas firmemente, empurrei o dedo médio — centímetro a centímetro — para dentro do cu dela.
Vanessa gemeu imediatamente; sua respiração estava audível, com inspirações e expirações bruscas.
"Então, você gosta quando eu meto o dedo no seu cu gostoso?", perguntei.
"Ahhh, sim. Continua", gemeu Vanessa.
Ela virou o rosto para o lado, permitindo-me uma visão clara de sua expressão — contorcida de prazer — enquanto eu retirava lentamente o dedo médio quase por completo do traseiro dela e, em seguida, o deslizava de volta, com a mesma lentidão. Eu não saberia dizer o que me excitava mais: ver meu dedo no cu dela ou ouvir seus gemidos constantes. Provavelmente ambos, na mesma medida. Era um banquete tanto para os meus olhos quanto para os meus ouvidos.
Retirei o dedo médio do ânus dela, que se fechou novamente como se nada tivesse acontecido.
Mais uma vez, deixei pingar saliva sobre o buraquinho dela e massageei bem a região. Meu olhar alternava entre o traseiro da minha esposa e seu rosto, que irradiava luxúria e excitação.
Eu tinha certeza de que Vanessa queria experimentar sexo anal pela primeira vez naquele dia. E eu queria isso tanto quanto ela. Mas, mesmo depois de eu retirar o dedo, o pequeno ânus dela havia se contraído totalmente de novo. Eu precisava dilatá-la mais para conseguir enfiar meu pau duro ali mais tarde.
Deixei pingar mais saliva na entrada traseira dela e deslizei o dedo médio para dentro do cu dela sem qualquer dificuldade. Mas, quando tentei inserir também o dedo indicador, Vanessa começou a gemer de dor.
"Relaxa, querida."
"Uuaahh... isso... aahhh... não está funcionando."
Retirei o dedo, sentindo meu sonho de transar com a bunda gostosa da Vanessa pela primeira vez começar a escapar por entre os dedos.
"Experimenta o gel de aloe vera. Está no banheiro. Deve resolver", disse Vanessa.
Levantei-me rapidamente, fui ao banheiro e peguei o tubo. Quando voltei, Vanessa ainda estava deitada na cama na mesma posição — com a cabeça virada para o lado e a bunda empinada para o alto. A única diferença é que ela havia afastado as mãos das nádegas.
Ajoelhei-me atrás dela novamente, abri o tubo e espremi uma quantidade generosa de gel no cu dela. Vanessa estremeceu com a sensação.
"Ooh, que gelado", disse ela.
Massageei o gel no cu dela e usei um dedo para introduzir um pouco dele no orifício. Vanessa acompanhava o processo com gemidos de excitação.
Graças ao gel, meu dedo médio deslizava para dentro e para fora da entrada traseira dela com relativa facilidade. Eu curtia muito acariciar o cu da minha esposa e ouvir seus gemidos de luxúria.
Mas, como meu objetivo era dilatar ainda mais o cu dela, finalmente tirei o dedo e espremi outra quantidade generosa de gel nos meus dedos indicador e médio. Vanessa levou as mãos para trás para segurar as nádegas e afastá-las, dando-me acesso livre ao buraquinho dela. Com cuidado, apliquei pressão no cu dela com os dedos. Os gemidos e a respiração da minha esposa ficaram audivelmente mais intensos novamente. Embora fosse consideravelmente mais difícil do que com apenas um dedo, consegui inserir gradualmente os dois dedos no cu dela e — após várias tentativas, acompanhadas pelos gemidos crescentes da minha amada — finalmente venci a resistência do esfíncter. Empurrei os dois dedos com firmeza até o fundo e comecei a fodê-la com eles, devagar no início e depois aumentando a velocidade. Vanessa estufou as bochechas e soltou o ar bruscamente, com um suspiro alto.
"Ai, meu Deus, que sensação boa", gemeu Vanessa, lambendo os lábios.
Puxei os dedos quase totalmente para fora e depois os deslizei de volta para dentro com um movimento giratório. Repeti esse processo algumas vezes até finalmente conseguir girar os dedos em 180 graus dentro do cu dela.
Os sons que Vanessa fazia enquanto eu fazia isso me lembravam o guincho de um leitãozinho.
Meu pau começou a pulsar com mais intensidade, como se me lembrasse de que estava na hora — lenta, mas seguramente — de conquistar aquele buraquinho maravilhosamente apertado da minha esposa. Quando retirei os dedos do cu dela, ele estava, de fato, mais dilatado do que antes. Peguei o tubo de aloe vera e espremi uma grande quantidade de gel no meu pau, que estava duro como pedra. Com movimentos de vai e vem da outra mão, espalhei o gel pelo meu membro.
"Você tem certeza de que quer isso?" perguntei novamente, só por precaução.
"Sim, eu quero." Ela sorriu para mim, mas o sorriso parecia forçado e tenso ao mesmo tempo.
Nesse momento, eu já estava de pé; flexionei levemente os joelhos e pressionei meu pau contra o traseiro dela. Bem quando a cabeça do meu pau tocou o buraquinho franzido e levemente escurecido dela, e um arrepio percorreu o corpo de Vanessa, tive uma ideia para aumentar a temperatura.
"O que você quer?" perguntei com um tom dominante. Vanessa olhou para cima, para mim, com espanto, a partir de sua posição submissa, e então sorriu com um ar de quem sabe das coisas.
"Por favor, fode a minha bunda cheia de tesão", ela sussurrou de forma submissa.
E, após uma breve pausa — bem quando eu estava prestes a deslizar meu pau duro para dentro dela —, ela acrescentou rapidamente, ofegante: "Carlos".
Ela piscou para mim quando a encarei com surpresa.
"O que foi? Foi você quem quis essa brincadeira", disse Vanessa com um olhar presunçoso e cúmplice.
Os olhos da minha esposa brilhavam, e ela abriu um sorriso provocador enquanto esperava minha resposta. Ela realmente tinha me pegado de surpresa naquele momento.
Precisei me recompor por um segundo antes de responder com a voz levemente incerta:
"Sim, fui eu."
"Então mostra para o meu marido — que está batendo uma ali — como você também fode o cu da esposa dele, que está cheia de tesão!"
A voz dela soava selvagem, quase raivosa, mas isso alimentou o fogo dentro de mim.
"Pode deixar, sua gostosa!" eu rosnei.
Segurei meu pau com firmeza na mão direita, posicionei-o contra a entrada traseira dela e empurrei.
Acompanhada pelos gemidos altos e intensos de Vanessa, a cabeça do meu pau começou a penetrar lentamente a bunda dela. Mas eu ainda não tinha rompido o esfíncter. Recuei um pouco repetidas vezes, apenas para empurrar o pau um pouco mais fundo a cada vez. A essa altura, o calor no quarto estava quase insuportável, e o suor escorria pelas minhas costas. As costas de Vanessa também estavam encharcadas de suor. Após várias tentativas de avançar um pouco mais a cada vez, a cabeça do meu pau finalmente rompeu o esfíncter. Vanessa soltou um grito e cravou a mão livre no lençol. Era incrível sentir o quão apertada estava a bunda dela. Após uma breve pausa, empurrei meu pau lenta, porém firmemente, cada vez mais fundo nela. Vanessa gemeu e ofegou; naquele momento, eu não conseguia distinguir se era de prazer ou talvez de dor. Mas, como ela não deu nenhum sinal de que eu deveria parar, honestamente, eu não me importava. Ela tinha me provocado demais para que eu parasse para pensar seriamente naquilo. Muito pelo contrário! Lembrei-me do que Carlos e Pedro haviam dito: que não importava se ela gostava ou até mesmo se doía. O que importava era que eles sentiam prazer. Secretamente, a ideia de que ela talvez estivesse sentindo um pouco de dor acabava me excitando ainda mais.
Quando finalmente enterrei meu pau fundo no cu dela, respirei fundo e limpei o suor da testa com as costas da mão. O aperto do orifício dela comprimia meu pau com tanta força que temi que ele ficasse dormente. Ao mesmo tempo, eu me deliciava com a visão do meu membro enterrado até o talo naquele cu firme. Eu sonhava em comer a Vanessa pelo cu há tanto tempo, e agora meu desejo finalmente se realizava. Era uma visão magnífica e incrivelmente excitante, que parei um instante para saborear em cada detalhe.
Mas a expressão de intensa concentração no rosto da Vanessa também era algo maravilhoso de se ver. Seus lábios estavam cerrados e ela respirava em arquejos curtos e bruscos pelo nariz. A testa estava franzida e os olhos, quase fechados. Se eu não tivesse gozado antes, certamente já teria gozado agora — embora soubesse que não conseguiria aguentar por muito mais tempo. Lentamente, puxei meu pau duro para trás até que apenas a cabeça restasse dentro dela. Observei com deleite quando os olhos da Vanessa se abriram de repente e sua boca se escancarou num grito silencioso.
— Então, você gosta de ter o cu comido pelo Carlos?
Tentei fazer com que minha pergunta soasse o mais presunçosa possível.
— Mmm-hmm... é... — Vanessa gemeu.
— Então mal posso esperar para vê-lo comer seu cu de verdade qualquer dia desses — disse eu, com a voz firme, enquanto enfiava meu pau de volta até o fundo.
— Você é um desgraçado tão pervertido... aaahhh...
As palavras dela foram abafadas por um grito alto quando comecei a fodê-la — não com estocadas rápidas, mas com movimentos profundos e poderosos. Enquanto ela estimulava a própria buceta e seu corpo inteiro começava a tremer violentamente antes de atingir o clímax com um grito longo e alto, eu despejei meu gozo no cu dela naquele exato momento, soltando também um grito potente.
Quando acordei na manhã seguinte, o outro lado da cama estava vazio. Levei alguns segundos para me situar. Então ouvi o barulho do chuveiro no banheiro, e aquele sobressalto inicial de alarme — ao perceber que Vanessa não estava deitada ao meu lado, como de costume — diminuiu. Por um breve momento, temi que ela tivesse ido embora, partido para algum lugar. Uma onda de incerteza havia me invadido; eu não tinha certeza de como ela reagiria ao que acontecera no bar do hotel e à brincadeira de interpretação de papéis que se seguiu. Será que eu tinha ido longe demais ao incentivá-la a deixar aqueles dois velhos darem em cima dela? A ideia de ela trocando amassos com eles no bar, e daqueles velhos a fodendo com seus dedos envelhecidos, me deixava excitado novamente. Especialmente quando me lembrava de que tínhamos transado pelo ânus pela primeira vez na noite anterior.
E, no entanto, depois de tudo o que acontecera, eu tinha receio de olhar Vanessa nos olhos, simplesmente porque não conseguia prever sua reação. Por outro lado, era o que ela queria. Afinal, eu não a havia forçado a fazer nada. Certamente não a beijar o barman nem a deixar aqueles velhos deslizarem os dedos em sua buceta. Aquilo tinha sido uma decisão inteiramente dela. A imagem inevitavelmente surgiu diante dos meus olhos: os dois afastando as pernas da minha esposa enquanto Pedro a fodia com seus dedos grossos. Meu pau ficou duro.
Eu já não ouvia mais o barulho do chuveiro e, um instante depois, Vanessa saiu do banheiro. Ela estava com uma toalha enrolada no corpo que mal cobria sua virilha e sua bunda. Seus longos cabelos molhados caíam sobre os ombros. Ela estava de dar água na boca.
— Bom dia — disse ela, alegre. — Então, você finalmente acordou.
Vê-la de tão bom humor foi um enorme alívio.
— Bom dia — respondi. — Por quê? Que horas são?
Percebi que nem tinha olhado as horas ainda — geralmente a primeira coisa que eu fazia ao acordar.
— Quase dez — respondeu Vanessa.
O olhar dela desviou-se para a minha virilha. Eu ainda estava de pau duro. Merda, pensei.
— Você está excitado de novo? Vanessa perguntou, piscando os olhos de forma sedutora antes de se virar para a cômoda à sua direita; ela abriu a gaveta de cima e tirou uma calcinha fio-dental preta minúscula. Ela vestiu a peça, puxando-a para cima por baixo da toalha.
Eu havia evitado responder à pergunta dela. Vanessa se virou e deixou a toalha deslizar pelo corpo. Respirei fundo, surpreso. Ela estava absolutamente deslumbrante. Caminhou em minha direção vestindo apenas aquela calcinha minúscula — tão fina que era praticamente transparente sobre sua intimidade. A água escorria de seus longos cabelos molhados para seus braços e seios fartos. Apreciei a visão das gotículas descendo lentamente por seus seios e mamilos acastanhados. Um verdadeiro pecado em forma de mulher. Meu pau ficou instantaneamente ainda mais duro.
Vanessa subiu na cama e se aconchegou ao meu lado, apoiando a perna esquerda dobrada sobre a minha coxa esquerda.
"Você não respondeu à minha pergunta", ela disse com voz manhosa, segurando meu pau ereto com a mão esquerda; apertou-o com firmeza e rapidez antes de começar a acariciá-lo lenta e ternamente. Soltei um gemido.
"Ver você assim... não consigo evitar", disse eu baixinho.
Vanessa sorriu para mim com carinho. Sem dizer nada, continuou massageando meu pau naquele mesmo ritmo lento, com os olhos fixos na minha virilha. Então, depois de um tempo, ela levantou o olhar para mim novamente. "Ontem à noite, você me comeu pelo cu", disse ela, quase casualmente.
Respirei fundo ao ouvir aquilo.
"Você gostou?" ela perguntou.
"É, foi muito tesudo", gemi.
Vanessa havia soltado a haste do meu pau e agora acariciava a cabeça inchada dele com a palma da mão.
"Eu também achei um tesão", ela sussurrou.
Olhei para ela e franzi levemente a testa, porque agora — ao contrário da noite anterior — eu estava genuinamente preocupado que ela pudesse estar sentindo dor.
"Foi ruim? Por que você não disse nada? Eu teria parado imediatamente", eu disse, expressando minha preocupação a Vanessa.
Ela sorriu para mim novamente.
"Eu sei, querido. Mas eu não queria que você parasse. Não foi tão ruim assim, na verdade. Só um pouco no começo, mas depois se transformou em uma espécie de dor prazerosa — uma que, na verdade, me excitou ainda mais."
Ela deu de ombros e me lançou um sorriso afetuoso.
"Além disso, você foi cuidadoso, mesmo estando tão excitado", acrescentou.
Permaneci em silêncio, pensando em como eu estava excitado na noite anterior, quando a penetrei analmente pela primeira vez. Lembrei-me de como ela era apertada e de como a ideia de que eu poderia estar machucando-a me excitou ainda mais. Vanessa passou a palma da mão sobre meu pau ereto. — Vamos a algum lugar hoje — disse ela de repente. — Uma praia tranquila e isolada, por exemplo.
— Claro, podemos fazer isso — respondi pensativo. Eu tinha a leve suspeita de que Vanessa queria evitar encontrar Carlos e Pedro.
— É por causa de Carlos e Pedro que você quer ir a outro lugar hoje?
Vanessa parou de acariciar meu pênis, olhou para mim e assentiu levemente.
— Acho que é melhor assim — murmurou.
— Certo. Vamos lá — eu disse. — Você está bem, querida?
Toquei seu queixo e inclinei seu rosto para cima para que me encarasse.
— Sim, está tudo bem — respondeu Vanessa.
— Tem certeza? — perguntei novamente.
De repente, Vanessa pulou da cama e bateu palmas.
— Então vamos lá, seu preguiçoso! — exclamou alegremente. Apesar da sua aparente alegria, eu sabia que algo estava errado. E não foi difícil adivinhar que tinha a ver com o que aconteceu na noite anterior. Por ora, aceitei que ela não queria falar sobre isso e levantei da cama para tomar um banho.
Depois do café da manhã — durante o qual fiquei até aliviado por não termos encontrado Carlos e Pedro — fui até a locadora de carros perto do nosso hotel, enquanto Vanessa arrumava nossas coisas para uma viagem à praia.
O atendente da locadora estava me mostrando o carro no estacionamento e me entregando as chaves quando Vanessa apareceu e caminhou direto em nossa direção. Ela usava um vestido de praia branco curto e chinelos, que deixavam à mostra suas unhas dos pés pintadas de laranja, uma cor bem típica do verão. Ela havia escolhido a mesma cor para as unhas das mãos. Seus longos cabelos negros e ondulados caíam soltos sobre os ombros, chegando até o meio das costas. Como o vestido era bem transparente, o biquíni preto que ela usava por baixo ficava bem visível.
O agente imobiliário parou no meio da frase e olhou boquiaberto para minha esposa enquanto ela se aproximava e me cumprimentava com um beijo estalado nos lábios.
"Vamos?", perguntou ela, com um tom agradável, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha. Foi um gesto inocente, inconsciente, mas, vindo de Vanessa, tinha um quê de erótico.
Pelo canto do olho, vi o agente imobiliário grego examinando Vanessa de cima a baixo. Imaginei facilmente o que ele estava pensando e senti meu pau começar a pulsar.
Primeiro, dirigimos até a cidadezinha mais próxima e passeamos pelas muitas lojas para turistas do local. Antes de seguirmos viagem, tomamos um café em uma mesa ao ar livre, num cafezinho aconchegante. Durante todo o tempo — enquanto caminhávamos pelas ruelas e pequenas lojas típicas daquele ponto turístico —, eu gostava de observar como outros turistas homens e os comerciantes locais olhavam para a Vanessa; às vezes eram olhares furtivos, outras vezes, encaradas bem descaradas. Aquilo me excitava imensamente, e eu sentia o desejo despertar novamente.
O garçom do café, em particular, não conseguia tirar os olhos da Vanessa. Ele ficava rondando nossa mesa, admirando minha esposa naquele vestido de praia sexy. Ao nos servir o café, fez questão de dar uma espiada no decote dela. Não sei se a Vanessa percebeu; ela certamente não demonstrou nada. Pensei brevemente em comentar com ela, mas decidi não o fazer, sem saber como ela reagiria depois de ter se recusado a falar sobre a manhã anterior.
Depois de dirigir por cerca de uma hora, paramos em uma praia que parecia perfeita: isolada e tranquila. Havia apenas algumas pessoas espalhadas aqui e ali. Era exatamente o que imaginávamos.
Pegamos nossas coisas no carro e caminhamos pela areia fina até a outra extremidade da praia. Lá, protegidos por algumas rochas que chegavam à altura da cintura, encontramos um cantinho pequeno, porém aconchegante, para nos acomodarmos. Ficamos praticamente escondidos, pois uma pequena formação rochosa se erguia a poucos metros de distância, do outro lado. Além disso, as pessoas mais próximas estavam a pelo menos cinquenta metros de distância.
Vanessa ficou deitada ao meu lado de topless o tempo todo, e eu apreciava a visão de seus seios magníficos e fartos. Como ela havia tomado sol de topless frequentemente durante as férias, seus seios tinham o mesmo bronzeado do restante do corpo. Mesmo quando entramos na água, Vanessa não se deu ao trabalho de colocar a parte de cima do biquíni de volta. Por que ela faria isso? Afinal, estávamos praticamente sem ninguém por perto e tínhamos a praia quase só para nós. A visão da minha esposa quase nua, somada aos pensamentos sobre o que havíamos vivido nos últimos dois dias, me deixava em um estado de semi-excitação. Especialmente quando brincávamos na água — momento em que o contato físico era inevitável —, eu rapidamente ficava com uma ereção poderosa. Vanessa também não parecia indiferente a isso; sem hesitar, ela enfiou a mão na minha sunga e começou a acariciar meu pau duro. Começamos a nos beijar, e eu afastei a parte de baixo do biquíni dela enquanto estávamos submersos. Massageei a buceta dela com a palma da mão, arrancando-lhe um ronronar de satisfação.
No entanto, como não queríamos chamar a atenção, paramos pouco depois e ficamos apenas brincando no mar.
Quando saímos da água, notei que a praia estava visivelmente mais vazia. Quase não havia outros visitantes, e os que restavam estavam longe do nosso canto, atrás das rochas que chegavam à altura da cintura. Porém, enquanto estávamos na água, um homem também havia se instalado atrás das rochas, a apenas uns dez metros de nós. Passamos por ele sem lhe dar atenção e nos acomodamos em nossa canga. Vanessa deitou-se de costas, fechou os olhos e aproveitou o sol em seu tronco nu. Sentei-me ao lado dela e fiquei admirando minha esposa. A visão de seus mamilos contraídos pela água fresca e das gotículas brilhando em seus seios me deixou excitado novamente. Além disso, nosso breve momento de intimidade na água havia deixado meu corpo fervendo. Mais do que tudo, eu adoraria ter avançado sobre a Vanessa ali mesmo, naquele instante.
Assim que o sol secou seu corpo depois de alguns minutos, ela se virou e me pediu para passar protetor solar — algo que fiz com prazer.
Eu podia ouvir seu ronronar suave e satisfeito enquanto eu o espalhava.
Ao mesmo tempo, senti que era o momento certo para tocar no assunto novamente. Eu já havia tentado conversar com ela sobre a noite passada durante o trajeto até a praia, mas ela simplesmente respondeu secamente que não queria falar sobre isso naquele momento.
Então, decidi começar com uma pergunta mais geral e ver como ela reagiria.
"Como foi para você ontem à noite, querida?", perguntei casualmente, sem interromper a massagem.
Vanessa olhou para mim por cima do ombro.
"Você quer conversar sobre isso, não é?"
Olhei-a diretamente nos olhos e assenti.
"Precisamos conversar sobre isso, querida!", respondi firmemente.
"O que você quer saber?", ela perguntou.
"Como foi para você e se está tudo bem entre nós."
Ela pensou por um breve momento antes de responder.
"Certo. Se é isso que você quer. Quando me aproximei dos dois no bar, me senti... como posso dizer... acho que como a prostituta que eles contrataram. E a ideia de ser uma prostituta para os dois me excitou incrivelmente naquele momento."
Vanessa respirou fundo, enquanto eu prendia a respiração, ouvindo sua descrição.
"E o toque constante e as conversas obscenas deles me excitaram tanto que eu provavelmente estaria disposta a fazer qualquer coisa que me pedissem. De alguma forma, minha mente simplesmente desligou. Naquele momento, me senti tão suja... deliciosamente suja e perversa. E gostei do fato de estar praticamente à mercê deles."
Vanessa me olhou com uma expressão de dor. Sua descrição de como se sentiu desencadeou uma verdadeira onda de excitação em mim. Meu pau estava duro como pedra.
"Foi incrivelmente excitante. E eu nunca tinha sentido uma necessidade tão intensa de um caralho antes. Honestamente, qualquer um poderia ter me fodido ontem — eu estava muito excitada."
Engoli em seco.
"E mesmo assim, você não fez isso. Você veio até mim para aliviar essa excitação", observei.
Tentei manter a calma, embora estivesse praticamente perdendo a cabeça de desejo por dentro.
"Sim, mas precisei de uma força de vontade incrível para me afastar dos dois. Se Lucas não tivesse voltado naquele exato momento, provavelmente teria sido tarde demais."
Havia um toque de tristeza em seu olhar. Ela provavelmente sabia que tinha acabado de admitir que estava pronta para me trair — ou talvez que não tivesse concretizado a ideia.
Vanessa fez uma pausa.
"E agora me sinto culpada por isso, e não sei se quero fazer algo como o que aconteceu no bar ontem à noite de novo. Muito menos levar as coisas adiante." Deixei que suas palavras penetrassem em minha mente e ponderei sobre uma resposta adequada. Um breve silêncio se seguiu enquanto nos olhávamos sem dizer nada. Vanessa me observava; eu podia ver a curiosidade em seus olhos sobre o que eu tinha a dizer. Retomei a massagem que havia interrompido enquanto ela falava.
"Eu me senti da mesma forma", comecei escolhendo minhas palavras com cuidado.
"Da mesma forma? O que você quer dizer?" Vanessa interrompeu, parecendo incrédula.
"Quero dizer que eu também estava incrivelmente excitado e mal podia esperar para dormir com você", esclareci.
Vanessa franziu a testa. "Acho que não dá para chamar de dormir. Eu descreveria mais como sexo sem inibições", disse Vanessa sem rodeios.
Como eu pretendia ser cautelosa durante a conversa, fiquei ainda mais surpresa com a franqueza de Vanessa. Parei de aplicar a loção e me deitei ao lado dela. Apoiando-me no antebraço direito, virei-me para ela. Mais uma vez, notei aquele olhar expectante em seus olhos. — É, você tem razão — comecei. — A gente transou com mais intensidade e sem inibições do que nunca. Me excitou demais te ver no bar, se agarrando com aqueles três homens enquanto eles te tocavam e apalpavam.
Vanessa corou quando eu disse isso. Fiz uma pausa para recuperar o fôlego — embora, na verdade, eu só quisesse que minhas palavras fizessem efeito e dessem mais peso ao que eu ia dizer em seguida.
— E quando eles enfiaram os dedos na sua vagina e te penetraram... eu queria gozar ali mesmo; foi muito excitante para mim assistir.
Vanessa engoliu em seco com minhas palavras. Ela evitou meu olhar e olhou para baixo, envergonhada.
Então, depois de um instante, ela ergueu os olhos para os meus novamente e me olhou timidamente.
"Você realmente quer me ver transando com aqueles dois, exatamente como disse ontem?" ela me perguntou baixinho.
Eu queria, sim. Queria ver a Vanessa sendo fodida por aqueles dois velhos canalhas. Vê-la sendo usada por eles como se fosse a putinha particular daqueles aposentados. Senti meu pau ficando cada vez mais duro só de pensar nisso. Desde que a observei no bar na noite anterior — e depois a fodi durante nossa brincadeira de interpretação de papéis —, eu havia deixado de lado qualquer hesitação que ainda restasse.
Mas as dúvidas da Vanessa eram evidentes, então eu precisava agir com cautela. Eu não podia forçá-la, nem queria fazer isso. Ela precisava querer aquilo por conta própria, tendo a certeza de que eu apoiava a ideia. Eu precisava incentivá-la a fazer o impensável. No entanto, ela mesma tinha que dar aquele passo final para tornar realidade essa minha fantasia ousada. Franzi a testa e soltei um suspiro audível.
"Ufa..."
Fingi que estava refletindo sobre o assunto.
"Sabe, querida, não posso decidir isso por você. Só você pode fazer isso. E se você quiser fazer — se quiser realizar esse desejo —, eu vou te apoiar", disse com cuidado, tentando soar ponderado e o mais empático possível.
Vanessa riu das minhas palavras.
"Do jeito que você fala... 'te apoiar'. Me apoiar a te trair", ela respondeu com sarcasmo.
"Mas será que seria realmente uma traição?" ponderei.
"Afinal, você estaria fazendo isso com o meu consentimento."
Vanessa olhou para mim com dúvida, quase incrédula.
"Mas é exatamente isso que eu não entendo, Marco. Como você pode realmente *querer* me ver fazendo isso?"
Vanessa se ajeitou e cruzou as pernas à minha frente. Contemplei seu tronco nu e bronzeado e seus seios grandes e fartos. Meu pau pressionava cada vez mais o tecido da minha sunga. A conversa com a Vanessa estava me excitando cada vez mais.
Sem dúvida, ela tinha suas ressalvas. Mas, por outro lado, era óbvio que ela certamente já havia cogitado a ideia de fazer o impensável. Seus comentários anteriores tinham sido claros o suficiente. Naquele momento, pareceu-me que ela estava apenas procurando uma última razão para superar suas dúvidas.
Os mamilos de Vanessa se contraíram e endureceram — um sinal claro de que aquela conversa também não a deixava indiferente.
"Você não quer que eu observe? Prefere fazer isso em segredo?" perguntei, com um toque de indignação fingida na voz.
"Não! Não, não foi isso que eu quis dizer", disse Vanessa rapidamente.
Ela começou a dizer algo mais, mas eu a interrompi antes que pudesse continuar.
"Eu não aceitaria nada diferente, como espero que você saiba", declarei com firmeza.
Vanessa olhou para mim e assentiu.
"Eu sei", sussurrou humildemente.
Por dentro, eu estava sorrindo. Eu a tinha quase exatamente onde queria. Agora, tudo o que faltava era aquele pequeno empurrãozinho para que ela cruzasse a linha e transformasse a fantasia sexual que certamente nutria sobre aqueles dois homens em realidade — realizando, assim, a minha própria fantasia também. Eu precisava mostrar a ela um espelho metafórico para que ela pudesse se ver com clareza.
"Sabe, querida", continuei, "eu te amo mais do que tudo. E se você tem vontade de realizar suas fantasias sexuais e ir além dos limites que a sociedade nos impõe, quero estar aqui para te apoiar. E quanto a mim... para responder à sua pergunta anterior..."
Olhei-a firmemente nos olhos.
"...Para mim, seria como um filme pornô da vida real onde você — minha esposa linda, gostosa e amada — interpreta o papel principal."
"Um filme pornô onde eu interpreto o papel principal?" Vanessa perguntou indignada.
"Você está louco?"
"Não, não estou. Acontece que essa é a minha fantasia", respondi calmamente.
Dei de ombros casualmente.
"Assim como a sua fantasia é fazer sexo com aqueles dois homens que poderiam ser seus avôs."
Vanessa desviou o olhar, envergonhada. Ela estava visivelmente constrangida — provavelmente porque eu havia mencionado explicitamente a diferença de idade entre ela e os dois homens novamente. "Não acho que isso vá destruir nosso amor; muito pelo contrário — só aconteceria se eu te proibisse de realizar suas fantasias. Além disso, acho que isso vai ampliar nossos horizontes sexuais. E já ampliou, se você parar para pensar em como seu comportamento sexual mudou nos últimos dois dias."
Vanessa franziu a testa.
"Eu também achei excitante termos incorporado isso ao nosso sexo, mas..."
"E pense em como você ficou incrivelmente excitada depois que eles te tocaram", interrompi.
Vanessa me olhou surpresa, com a boca ligeiramente aberta, antes de baixar os olhos, envergonhada, assim como fizera alguns minutos antes.
Estendi a mão esquerda, segurei seu queixo e levantei seu rosto para que ela me encarasse.
"Estou certo?", perguntei, com um tom incisivo.
Ao mesmo tempo, usei o polegar da outra mão para acariciar a ponta rígida do seu mamilo direito.
Vanessa apertou os lábios e assentiu. Fiquei ainda mais excitado ao observar sua expressão submissa.
"Aaaahhhh," Vanessa gemeu.
Eu havia abocanhado seu mamilo entre o polegar e o indicador e apertado com força.
"Ou você não achou excitante?"
Vanessa olhou para mim, o rosto contorcido de dor, enquanto eu ainda apertava seu mamilo com força e agora o puxava também.
"Ai," ela murmurou baixinho.
"Sim, foi excitante. Foi tão... aaahhh... sujo e pervertido ter dois velhos me tocando assim, e... ooohhhh."
Soltei seu queixo e, num movimento rápido como um raio, empurrei sua calcinha para o lado e comecei a esfregar a palma da minha mão em sua vagina. A safada já estava completamente molhada.
"E o quê? O que mais?" perguntei.
"Quero ouvir!" O tom de domínio na minha voz era inconfundível.
"Que eles deslizavam seus dedos velhos e nodosos para dentro da minha buceta pequena e apertada."
A submissão na voz dela quase me deixou louco. Comecei a esfregar a buceta molhada dela vigorosamente com a mão.
O rosto de Vanessa se contorceu numa expressão de desejo a princípio, antes de ela se recompor e me lançar um sorriso lascivo.
"Oooohhhhh... e que eles fodiam minha bucetinha apertada com seus dedos velhos e grossos... aaaaahhhh."
Notei o homem ao nosso lado lançando um olhar curioso. Os gemidos de Vanessa provavelmente haviam atraído a atenção dele para nós. No calor do momento e com a minha própria excitação, eu nem sequer havia prestado atenção nele. Vanessa também parecia ter esquecido que havia alguém sentado a poucos metros atrás dela. Mas não deixei que isso me impedisse.
"Então isso te excitou?" perguntei com firmeza.
Vanessa mordeu o lábio inferior e fechou os olhos por um breve instante antes de olhar para mim novamente, submissa, e confirmar minha pergunta com um aceno suave de cabeça.
"E houve algo que te deixou especialmente excitada?" perguntei — em voz baixa, mas com autoridade suficiente para fazer minha voz soar quase ameaçadora.
Vanessa olhou para mim com os olhos arregalados e respirou fundo.
"Quando... aaahhh... Pedro... mmmhhh... me penetrou com os dedos e Carlos me beijou ao mesmo tempo. Ooooh Deus, aquilo... mmmhh... foi tão gostoso", ela deixou escapar.
Sorri para ela com satisfação e deslizei meus dedos indicador e médio até o fundo da buceta dela.
Como Vanessa estava sentada de pernas cruzadas e de costas para o homem, ele não conseguia ver, da posição onde estava, como eu brincava com ela. Mas provavelmente suspeitava que algo estava acontecendo. Parei de estimular o mamilo de Vanessa. Ela olhou para baixo — levemente avermelhado pela minha atenção —, mas não disse nada.
"Então foi isso que realmente te excitou", disse eu, divertido.
"Sim, foi."
Mais uma vez, pude ouvir a submissão na voz dela, mesmo naquela resposta breve. Aquilo me deixou louco de desejo. Retirei meus dedos lentamente até que apenas as pontas permanecessem lá dentro, depois os deslizei de volta, ainda mais devagar. Vanessa soltou um gemido baixo e estremeceu levemente.
"Não se vire! Aquele homem ainda está sentado atrás de você, a uns dez metros de distância."
Os olhos de Vanessa se arregalaram, alarmados.
"Não se preocupe. Ele não consegue ver o que estou fazendo, mas acho que ouviu você gemer; ele está olhando para cá há algum tempo."
Movi meus dedos mais rápido dentro dela. Vanessa me lançou um olhar suplicante, pedindo para eu parar. Mas, como continuei mesmo assim, ela mordeu a própria mão para abafar os gemidos.
"Acho que ele sabe que estou brincando com sua boceta molhada", sussurrei para ela.
Vanessa balançou a cabeça, em tom de súplica.
"Se você gozar, ele certamente vai perceber. Lembre-se disso."
"Por favor, não", Vanessa implorou.
Ela segurou meu antebraço para pedir que eu parasse de estimulá-la com os dedos, e eu parei. No entanto, mantive os dois dedos bem fundo dentro da boceta dela e sustentei seu olhar intensamente.
"Me excita saber que ele está olhando para cá e provavelmente imaginando o que estou fazendo com você agora", sussurrei.
Vanessa ainda me olhava de forma suplicante, mas, ao ver minha expressão determinada, tirou a mão do meu braço e assentiu com um sorriso gentil. Eu não conseguia acreditar que Vanessa estava entrando no jogo. Na verdade, eu pretendia parar quando ela colocou a mão no meu braço. Fiquei ainda mais surpreso com a reação dela agora. Era incrível como Vanessa havia mudado nos últimos dois dias. Ou será que ela sempre teve esse lado ninfomaníaco e eu simplesmente não desconfiava de nada?
Mas, fosse como fosse, naquele momento eu tinha certeza de que ela estava pronta para se entregar totalmente a mim. Essa constatação fez meu pau pulsar freneticamente dentro da minha sunga.
"Apoie-se nos braços e incline-se para trás", ordenei.
Vanessa fez o que eu pedi, saindo da posição de pernas cruzadas em que estava. Ela abriu bem as pernas, dobrando os joelhos. Ajoelhei-me entre elas, deslizei meus dedos de volta para dentro da buceta dela e comecei a fodê-la lenta e suavemente. Olhando por cima do ombro dela, vi o estranho, que agora nos observava abertamente. Era óbvio que ele sabia exatamente o que eu estava fazendo. Então, ele sorriu e acenou com a cabeça para mim. Desviei o olhar dele e foquei no rosto da minha esposa, onde todo o seu desejo estava refletido. Sua testa se franziu, seus olhos se fecharam e sua boca se entreabriu; ela estava claramente gostando dos meus dedos trabalhando dentro de sua buceta molhada. Seus gemidos eram claramente audíveis agora. Inclinei-me em sua direção, segurei a nuca dela com a outra mão e puxei sua cabeça para perto para beijá-la apaixonadamente. Nossas línguas se entrelaçaram enquanto eu a estimulava com os dedos, agora em um ritmo um pouco mais acelerado. Ao contrário de Vanessa, mantive os olhos abertos e olhei além dela, para o estranho.
Imaginei que ele tivesse entre quarenta e poucos e cinquenta e poucos anos.
Ele ainda nos observava. Nossos olhos se cruzaram. Então, por uma fração de segundo, o olhar dele desceu para o próprio corpo antes de voltar rapidamente para o meu rosto. Ele abriu um sorriso largo. Quando deixei meu olhar descer pelo corpo dele, entendi o motivo. Ele havia tirado o pau da sunga e estava se masturbando. Pelo que pude notar, ele tinha um tamanho mediano, com pelos pubianos pretos e grossos em volta do membro. Observei-o se masturbar, fascinado, enquanto continuava beijando Vanessa e estimulando-a com os dedos. Eu conseguia ouvir os sons úmidos da buceta dela e seus gemidos abafados. Era algo extremamente excitante! O fato de haver alguém observando enquanto eu dava prazer à minha esposa com os dedos me excitou tanto que — sem nem pensar — usei a mão que estava na nuca de Vanessa para chamar o homem para mais perto. O estranho se levantou e caminhou em nossa direção, ainda segurando o pau duro na mão.
Vanessa ainda não fazia ideia — ela gemia cada vez mais intensamente na minha boca. Um sinal de que não faltava muito para ela estar pronta.
O homem se aproximava pela nossa esquerda.
Quando ele parou a cerca de um metro ao lado da nossa canga, interrompi o beijo com Vanessa.
"Pare! Não chegue mais perto!" eu disse ao homem em voz alta.
Os olhos de Vanessa se abriram de susto, e um breve suspiro de choque escapou de seus lábios ao ver o homem parado bem ao nosso lado. Imaginei que ele estivesse no final dos quarenta ou talvez no início dos cinquenta anos. Ele deixou o olhar percorrer o corpo nu de Vanessa. Apesar do susto, minha esposa não mudou de posição. Suas pernas continuavam afastadas e dobradas nos joelhos, e ela estava apoiada para trás nos braços, exibindo seus seios grandes e fartos de maneira linda e provocante. Seus mamilos grossos e rígidos deixavam claro que ela estava excitada. O olhar do estranho se deteve nos seios dela por alguns segundos antes de descer. Ele começou a sorrir ao ver meus dedos indicador e médio profundamente inseridos na buceta de Vanessa. O homem lambeu os lábios e começou a se masturbar novamente.
Desviei o olhar dele e olhei para Vanessa, que ainda encarava o estranho em choque, sem se mover ou dizer uma palavra.
"Observe-o se masturbar enquanto ele olha para você sendo dedada por mim", ordenei a Vanessa, em voz alta o suficiente para que ele também ouvisse.
Eu queria que o voyeur soubesse que eu estava no controle da minha linda e desejável esposa. Vanessa olhou para mim surpresa por um momento e depois voltou o olhar para o estranho. Mais especificamente, ela o observava masturbando seu pau duro, exatamente como eu havia ordenado. Com meus dedos indicador e médio dentro da buceta dela o tempo todo, eu conseguia sentir Vanessa ficando ainda mais molhada do que já estava. Comecei a fodê-la lentamente com os dedos novamente, um movimento ao qual ela reagiu com um gemido abafado. Enquanto eu a dedava, Vanessa mantinha os olhos fixos no homem. Seu olhar e sua expressão irradiavam pura luxúria — acentuada pela testa franzida e pela boca entreaberta, que ela fechava apenas ocasionalmente para morder o lábio inferior. Lentamente, retirei meus dedos — completamente encharcados e cobertos pelos fluidos brancos dela — de sua buceta e os deslizei para dentro de sua boca aberta. Ela chupou meus dedos com devoção e submissão, sem desviar o olhar do homem nem por um instante.
"Tesão", ouvi o estranho gemer. Foi a única palavra que ele dissera até aquele momento.
Continuei alternando entre penetrar brevemente a buceta de Vanessa com os dedos e deslizá-los para dentro de sua boca. Entre os gemidos da minha amante, eu também conseguia ouvir o som do estranho se masturbando.
Depois que Vanessa lambeu meus dedos, limpando-os de seus fluidos mais uma vez, eu os inseri novamente em sua buceta; desta vez, porém, comecei imediatamente a penetrá-la com força e rapidez. Vanessa gemia de prazer, com a cabeça tombando para trás. Mesmo sobre seus gemidos altos, os sons úmidos e estalados de sua buceta eram claramente audíveis. Pela primeira vez desde que voltara a estimular minha esposa com os dedos, olhei para o estranho; ele estava agora praticamente de pé sobre o nosso tapete. Embora ainda segurasse seu pau duro, havia parado de se masturbar; em vez disso, observava, fascinado e de boca aberta, enquanto eu estimulava Vanessa — lenta, porém firmemente — em direção ao orgasmo.
E então o momento chegou. A buceta da Vanessa apertou meus dedos, e ela atingiu o clímax com um gemido longo e alto. Olhei rapidamente para trás, para a Vanessa; ela arqueava as costas, projetando o tronco e os seios para o alto. Ela ergueu a cabeça, permitindo que o estranho e eu víssemos a luxúria crua — e o alívio — estampados em seu rosto. Foi uma visão incrivelmente excitante para mim. Depois, ela se deixou cair de costas, com o corpo e as pernas ainda se contraindo e tremendo, aparentemente fora de seu controle. O estranho e eu observamos a mulher deitada diante de nós e, por um tempo, o único som era a respiração ofegante da Vanessa. Nenhum de nós disse uma palavra. Olhei para o homem, que havia começado a masturbar novamente seu pau ainda duro. Ele ainda não tinha gozado — o que me surpreendeu, já que eu provavelmente teria ejaculado muito antes ao presenciar uma cena daquelas. Ele sorriu para mim.
"Uau. Que espetáculo incrível!" ele disse, ofegante e excitado.
Naquele momento, Vanessa se levantou e ficou de joelhos. Sua calcinha ainda estava puxada para o lado, e sua buceta molhada e depilada brilhava entre as pernas. Ela agarrou os seios com as duas mãos e começou a massageá-los ali mesmo, na minha frente e na do estranho.
"Quem disse que o show acabou?" Vanessa perguntou com uma voz sensual, puxando os mamilos enquanto falava.
Ao ver minha expressão de total espanto, Vanessa sorriu e piscou para mim antes de se virar completamente para o estranho.
Ela continuou a apertar com firmeza o seio esquerdo com a mão esquerda. Deixou a mão direita vagar entre as pernas, acariciando várias vezes sua fenda molhada; depois, usando os dedos indicador e médio, pressionou os pequenos lábios inchados um contra o outro e deslizou os dedos para cima e para baixo ao longo deles. Ainda gemendo baixinho, ela levou os dois dedos molhados à boca e os chupou.
O homem gemeu alto enquanto observava Vanessa fazer aquilo. Depois do que pareceu uma eternidade, ela deixou os dedos deslizarem para fora da boca — arrastando-os pelo lábio inferior, descendo pelo queixo e pescoço e, finalmente, chegando ao seio direito, onde puxou o mamilo endurecido.
"Aaahhh", ela suspirou baixinho. Durante tudo isso, enquanto estava ajoelhada, ela manteve o olhar fixo no homem que estava de pé a pouco mais de um metro de distância, observando a expressão de intenso desejo no rosto dele.
"Você gostaria de me ver chupando o pau do meu marido?" Vanessa perguntou ao homem, sem qualquer constrangimento.
Ao ouvir aquelas palavras, o desconhecido arregalou os olhos e assentiu freneticamente.
"Ah, sim, eu quero ver você chupar o pau dele", disse ele rapidamente, com a voz trêmula de excitação.
Vanessa se virou para mim com um sorriso provocante. Olhei fixamente em seus olhos para sinalizar, sem palavras, que ela não precisava fazer aquilo. Mas, em vez disso, ela lambeu os lábios e soltou um gemido suave. Aquele foi o meu sinal para me levantar. Assim que fiquei de pé, Vanessa agarrou o cós do meu calção de banho e o puxou para baixo, até meus tornozelos, em um movimento rápido. Meu pau duro balançava a poucos centímetros do rosto dela. Ela levou a mão ao meu membro, com a intenção de começar a me masturbar, mas rapidamente segurei a mão dela e a afastei do meu pau.
"Ponha as mãos nas coxas!" ordenei à minha esposa.
Vanessa recuou, sentando-se sobre os calcanhares, apoiou as palmas das mãos nas coxas e olhou para cima, para mim, na posição de joelhos, com a boca levemente entreaberta. Ela parecia totalmente submissa ali, ajoelhada diante de mim — meu pau ereto a centímetros de seu rosto bonito e o estranho parado ao nosso lado, masturbando-se enquanto observava Vanessa com avidez. Segurei meu pau com a mão direita e o passei pelo rosto de Vanessa — sobre a bochecha direita, os lábios carnudos, a bochecha esquerda, o nariz e a testa. Repeti o movimento várias vezes, acompanhado por um ronronar de satisfação de Vanessa.
Bem quando eu estava prestes a deslizar meu pau para dentro da boca dela, lembrei-me de que, alguns minutos antes, Vanessa havia perguntado ao homem se ele queria vê-la me chupar. Em vez de colocar meu pau na boca dela, segurei o rosto dela com as duas mãos, inclinei a cabeça dela levemente para trás e me aproximei ainda mais. Apoiei meu membro contra o rosto dela, de modo que meus testículos pressionassem seu queixo. Então, olhei para o homem. "Você quer me ver foder a boca da minha putinha?"
Ouvi um suspiro de excitação vindo de Vanessa.
"Ah, sim, foda a boca da putinha", respondeu o estranho, empolgado.
Vanessa gemeu novamente com a resposta do homem.
"Então tá. Você o ouviu, sua puta!" eu disse, alegre, recuando e enfiando meu pau fundo na boca aberta dela.
Os lábios dela se fecharam imediatamente ao redor do meu membro, e comecei a foder a boca dela em um ritmo constante. Se o fato de dois homens estarem dando em cima da Vanessa ontem havia me excitado, agora eu descobria que ter outra pessoa nos observando transar também me deixava incrivelmente excitado — especialmente porque a Vanessa se entregava totalmente a mim na presença do estranho, exibindo abertamente sua submissão.
Sabendo que não conseguiria aguentar por muito mais tempo, agarrei o cabelo da Vanessa com firmeza usando a mão esquerda e comecei a foder a boceta dela com toda a extensão do meu pau. Lágrimas de esforço escorriam pelas bochechas da Vanessa — que mantinha o olhar submisso fixo no meu rosto — e ela emitia sons roucos e engasgados que me excitavam ainda mais.
Recuei meu pau só um pouco e então, com um gemido alto, disparei meu gozo na boca dela. Meu corpo inteiro tremia. Assim que finalmente me acalmei, retirei meu membro pingando. Vanessa abriu a boca para me mostrar o sêmen lá dentro; ela brincou com ele usando a língua, deixando um fiozinho escorrer pelos lábios. Então — de forma um tanto inesperada para mim — ela se virou para o estranho e mostrou a ele o sêmen em sua boca também. Ainda acariciando seu próprio pau duro, ele gemeu ao ver aquilo. Pude ver em seu rosto que ele estava prestes a gozar. Vanessa deve ter percebido isso também, pois levantou a mão sinalizando para ele parar — o que ele fez prontamente. Vanessa fechou a boca e engoliu meu sêmen; o homem e eu podíamos ver claramente o movimento de sua garganta enquanto ela fazia isso.
"Mmmhhh..." Vanessa gemeu, lambendo primeiro o sêmen que havia escorrido para seus lábios antes de usar o dedo indicador para limpar o restante do queixo; depois, lambeu o dedo sujo de sêmen com gosto, com a língua para fora. Em seguida, sorriu enquanto passava a ponta do dedo indicador, agora limpo, pelo lábio inferior. Durante todo o tempo, manteve o olhar fixo no estranho que, por sua vez, observava fascinado e excitado minha esposa ajoelhada diante dele.
"Mmhh... Eu adoro gozo... Se quiser, pode gozar nos meus peitos", ela gemeu de forma obscena.
"Ooohhh... é..." o estranho ofegou. Então, virando-se para mim:
"Posso?"
Eu via a excitação nos olhos dele, e Vanessa também olhava para mim com expectativa.
"Sim", respondi de forma seca. Eu estava completamente surpreso — e pego de surpresa — pelo comportamento da minha mulher.
Ao mesmo tempo, porém, uma nova onda de excitação me invadiu; meu pau, que mal havia perdido a ereção após o meu orgasmo, começou a pulsar novamente.
Vanessa engatinhou até ficar bem perto do homem e usou as mãos para empurrar os peitos para cima. O homem olhou para Vanessa com desejo e começou a se masturbar a poucos centímetros do rosto bonito dela. Posicionei-me ao lado deles para ter uma visão melhor. Ele acariciava seu pau duro bem na frente do rosto de Vanessa, num ritmo lento, quase lânguido. Ele olhava para baixo, com desejo, para Vanessa, que o encarava de forma submissa, provocando os lábios com a língua ou entreabrindo a boca como se esperasse que ele aceitasse o convite silencioso e enfiasse o membro nela. Durante todo o tempo, ela mantinha um gemido suave e contínuo, acompanhado de um ronronar. Excitado com aquela cena quente, agarrei meu próprio pau, que havia endurecido novamente, e comecei a me masturbar.
O estranho, enquanto isso, parou de acariciar o membro; em vez disso, segurou-o pela base e o manteve bem junto à boca de Vanessa. Prendi a respiração.
"Você gosta quando alguém se masturba bem na frente do seu rosto lindo?", perguntou o estranho de repente.
"Issooo... mmhh... é tão excitante", Vanessa gemeu.
Ele deve ter projetado os quadris para a frente de forma imperceptível, pois a cabeça grossa e avermelhada do membro roçou levemente nos lábios de Vanessa — o suficiente para esticar um fio fino de líquido pré-seminal entre a glande e os lábios dela enquanto ele recuava um pouco.
Fiquei paralisado, com a mão imóvel. Ainda olhando para o homem, Vanessa fez biquinho e beijou a ponta da glande dele. Mas, em vez de se afastar, ela manteve os lábios pressionados contra a ponta e sorriu para ele. Depois, ela olhou para mim e começou a passar a língua ao redor da glande dele. O homem soltou um suspiro e observou, excitado, enquanto Vanessa lambia a glande dele.
Percebi que Vanessa queria mais e sorri para ela.
"Vamos lá, sua vadia, chupe o pau dele", eu disse em alto e bom som.
Enquanto o homem me encarava incrédulo, Vanessa não precisou que eu repetisse; ela envolveu a cabeça do pau dele com os lábios. Ele gemeu alto quando Vanessa começou a chupá-lo.
Ao observá-la, senti uma onda de desejo e voltei a me masturbar. A boca dela deslizava para frente e para trás sobre ele. Então, ela agarrou o membro ereto dele com a mão direita, inclinou-o para cima e passou a língua — totalmente estendida — para cima e para baixo na parte de baixo do pau dele, várias vezes. Depois, ela o colocou de volta na boca e retomou a sucção, embora não fosse além da metade da extensão do membro.
"Coloque o pau dele mais fundo!", ordenei à minha esposa em tom dominante.
Vanessa deslizou os lábios para frente ao longo do pau dele até tê-lo inteiro na boca e seu nariz estar enterrado nos pelos pubianos grossos dele. Apoiando as mãos novamente nas coxas, com o pau dele totalmente dentro dela, ela olhou para o rosto do homem.
A cena diante de mim — minha esposa ajoelhada diante de um homem, com o pau dele completamente na boca dela, olhando para cima de forma tão submissa — me deixou louco de tesão. Aquilo personificava perfeitamente a natureza submissa dela. Naquele momento, tive a certeza de que aquilo era apenas o começo do que seria possível com ela no futuro.
"Aaahhhh, é isso aí... você é uma chupadora de pau muito gostosa. Assim mesmo... oh... eu adoro", disse o estranho, tirando-me dos meus pensamentos.
Um arrepio percorreu o corpo dele, acompanhado por gemidos que escapavam de seus lábios.
Fiquei preocupado que ele gozasse na boca dela, mas então ele deu um passo para trás e puxou o pau molhado para fora. Ele rapidamente segurou o membro e o pressionou um pouco para baixo. Vanessa inclinou a cabeça levemente para trás e usou as duas mãos para empurrar os seios para cima novamente. O primeiro jato de esperma atingiu o pescoço dela antes que ele baixasse o pau e disparasse várias rajadas de sêmen sobre os seios comprimidos da minha esposa.
Vanessa ofegou de prazer enquanto o homem despejava uma quantidade considerável de sêmen no peito dela. Ele deu mais um passo em direção a Vanessa e espremeu as últimas gotas de esperma do pau sobre os seios dela. Depois de ter gozado completamente, ele ficou olhando para os seios de Vanessa, cobertos de esperma. Houve um breve silêncio, e o homem parecia um tanto sem jeito. Vanessa, por outro lado, sorriu.
Entre comentários como "Meu Deus, quanta coisa" e "Que tesão", Vanessa espalhou bem o esperma dele por seus seios fartos.
Eu havia parado por um instante de me masturbar quando o homem gozou, mas logo retomei o ritmo. Embora tivesse gozado havia poucos minutos, eu já sentia uma nova carga se acumulando dentro de mim. Quando soltei um gemido baixo, Vanessa olhou para mim.
"Por favor, goza para mim!", ela pediu, ofegante.
Senti como se estivesse perdendo a cabeça ao ver Vanessa limpar o respingo de esperma do pescoço com os dedos sujos do fluido e, em seguida, começar a lamber cada dedo com prazer. Quando finalmente gozei, espirrando o esperma na areia à minha frente, minha esposa me deu um sorriso carinhoso antes de se levantar de repente e correr em direção ao mar. Nós dois observamos enquanto Vanessa lavava os vestígios do que acabara de acontecer.
"Aliás, eu sou o Rodrigo", o homem se apresentou de repente.
"Marco", respondi secamente.
"E o nome dela é Vanessa", acrescentei.
"Vocês dois são um casal realmente desinibido."
Olhei rapidamente para Rodrigo, assenti com a cabeça e depois voltei a olhar para minha esposa, que estava deitada na água rasa. Eu não estava com vontade de conversar. Primeiro, precisava processar tudo, e segundo, não sabia o que dizer ao homem que acabara de receber uma mamada da minha esposa — e cujo sêmen ela engolira.
"Se quiser, posso te dar meu número de celular", disse ele.
Olhei para ele com uma expressão um tanto confusa; ele deve ter percebido, pois se sentiu compelido a explicar.
"Minha esposa e eu temos uma casinha aconchegante com piscina nas montanhas."
Ele apontou na direção onde a casa provavelmente ficava.
"Minha esposa e eu temos uma casinha bonita com piscina lá no alto da montanha." "Talvez você queira nos visitar algum dia. Eu ficaria feliz com isso. E tenho certeza de que minha esposa também ficaria. Sem compromisso, é claro."
"Sim, veremos", respondi, indo até minha bolsa para pegar meu celular.
Fiquei um pouco surpresa por ele ter mencionado a esposa, mas salvei o número que ele me deu sem dizer uma palavra.
Ele acenou para mim novamente — amigável, mas um pouco sem jeito — antes de se virar e voltar para o seu lugar. Lá, ele juntou suas coisas e acenou para mim e para Vanessa, que estava saindo da água.
"Ele já foi embora?", perguntou Vanessa ao chegar perto de nós e pegar uma toalha.
Perdido em pensamentos, observei Vanessa se secar.
"Sim", respondi secamente. Eu não sabia como agir perto dela. Tudo parecia meio surreal.
Então, de repente, Vanessa caiu na gargalhada e cobriu o rosto com as duas mãos. "Meu Deus, o que acabamos de fazer? Ou melhor, o que eu fiz?" ela exclamou, sem parar de rir.
A princípio, fiquei surpreso com a reação dela, mas assim que percebi que suas perguntas não eram de auto reprovação ou acusações contra mim — e sim que ela achou tudo aquilo muito engraçado — um enorme peso saiu dos meus ombros. Ainda nu diante dela, juntei-me à sua risada.
Vestida apenas com a parte de baixo do biquíni, ela caminhou até mim e me abraçou pelo pescoço.
"Gostou?" perguntou, piscando o olho.
"Com certeza", respondi.
Vanessa, com o rosto a centímetros do meu, sorriu para mim.
"Você ficou excitado me vendo chupar o pau dele?"
Vanessa inclinou a cabeça levemente.
"Sim, fiquei!" consegui dizer, com a voz embargada.
Recuei um pouco quando ela estendeu a mão e tocou meu pau semiereto.
"E o jeito que ele gozou em cima dos meus peitos?"
As palavras dela me fizeram gemer.
"Eu adorei cada pedacinho, amor!"
Meu pau começou a pulsar de novo na mão dela.
"Até a parte em que eu lambi o esperma dele?"
As perguntas de Vanessa estavam me deixando cada vez mais excitado novamente. Sem responder à última pergunta dela, pressionei minha boca contra a dela e deslizei minha língua para dentro de sua boca. Eu estava plenamente consciente de que estava beijando a mesma boca que, há poucos instantes, havia recebido o pau e o sêmen de outro homem. Não só eu não me importava, como na verdade me excitava explorar a boca dela com a língua e tentar sentir o gosto dos vestígios deixados pelo outro homem.
Meu pau inchou na mão de Vanessa. Minha esposa gemeu baixinho enquanto nos beijávamos. Quando finalmente nos separamos, Vanessa me deu um sorriso cheio de malícia.
"Você já está duro de novo, querido."
Ela começou a me masturbar, mordendo o lábio inferior de forma sedutora.
"Então, te excita saber que eu tinha a porra de outro homem na minha boca?" Vanessa ofegava lascivamente, acariciando meu pau com rapidez e força.
"Aaahhh... é... isso me excita... você... aaahhhh", gemi.
"O que eu sou? Me diga como você quer me chamar!" minha esposa exigiu.
"Sua puta casada e tarada!" gritei.
Vanessa parou instantaneamente de me satisfazer com a mão. Se ela tivesse continuado por mais um segundo sequer, eu teria gozado ali mesmo.
Olhei para ela, surpreso. Será que eu tinha passado dos limites ao chamá-la de puta casada e tarada?
Mas Vanessa sorriu para mim e respirou fundo.
"Mmmhhh... é... acho que é isso que eu sou agora", ela suspirou. "Vamos, rápido. Preciso desesperadamente do seu pau duro dentro da minha buceta."
Acordei quando ouvi o chuveiro sendo ligado no banheiro.
Gemendo, comecei a me levantar, mas imediatamente me deixei cair de volta na cama. Eu ainda estava exausto da noite anterior. Ontem, ao voltarmos para o hotel, avançamos um sobre o outro assim que fechamos a porta do nosso bangalô.
Vanessa estava em pura euforia depois da nossa aventura na praia. Ela se entregou ao ato como uma mulher possuída, instigando-me durante o sexo a fodê-la cada vez mais forte e a chamá-la de vadia, puta e coisas do tipo. Depois que gozei na boca dela pela primeira vez — exatamente como ela queria —, ela me permitiu apenas uma breve pausa antes de pedir que eu a comesse pelo cu. Como eu tinha acabado de chegar ao clímax, consegui foder o cuzinho firme dela por mais tempo e com mais intensidade dessa vez. Vanessa claramente gostava quando eu a comia por trás, aumentando gradualmente a velocidade e a força das estocadas enquanto ela massageava a própria buceta com uma das mãos. Não demorou muito para ela ter um orgasmo intenso e barulhento. Embora o cu apertado dela envolvesse meu pau com firmeza, levei bem mais tempo para gozar, já que eu havia ejaculado três vezes desde aquela tarde na praia. Mas, quando Vanessa finalmente me pediu, de forma explícita, para foder com força a bunda daquela "puta casada", gozei com intensidade dentro dela.
Senti meu pau despertar ao lembrar da noite anterior. Instintivamente, agarrei meu pau semirrígido e comecei a masturbá-lo. Devo não ter ouvido o chuveiro sendo desligado, pois, de repente, a porta do banheiro se abriu e Vanessa surgiu, nua e cantarolando. Ao me ver, ela parou e pôs as mãos na cintura.
"Mal acordou e já está batendo uma, é?" ela disse em tom de reprovação — embora eu conseguisse ouvir claramente a ironia em sua voz.
Sorri para ela sem parar o que estava fazendo. Vanessa juntou-se a mim na cama, inclinou-se sobre mim com o corpo nu e me deu um beijo carinhoso.
"Deixa que eu cuido disso", ela ronronou com um sorriso, afastando minha mão do meu pau.
Ela começou a me acariciar lentamente. Mas, pouco tempo depois, abaixou-se, levou-me à boca e começou a chupar meu pau, agora duro, com ternura e devoção. Fiquei apenas ali deitado, curtindo suas habilidades orais, que logo fizeram com que eu sentisse o gozo subindo aos poucos. Minha respiração ficou mais rápida e ofegante. Então, de forma totalmente inesperada, Vanessa parou. Ela se inclinou sobre mim novamente, deu-me um beijo rápido e saiu da cama num movimento ágil. Fiquei olhando para ela, completamente atônito.
"Você sabe o que dizem: a vingança é doce!" ela disse com um sorriso malicioso e um bater de cílios brincalhão.
Claro, soube imediatamente que ela estava se referindo à situação de dois dias atrás, quando a deixei excitada e insatisfeita antes de ela encontrar Carlos e Pedro no bar do hotel.
"Hoje, você vai ficar andando por aí absolutamente desesperado por isso."
Ela me lançou um sorriso de falsa maldade.
"Sua danada!" resmunguei, fingindo irritação.
"Sou mesmo! Agora vamos — quero ir para a piscina."
Quando chegamos à piscina, podíamos escolher qualquer lugar, já que a maioria das espreguiçadeiras ainda estava vazia. No entanto, eu já havia notado, de longe, que Pedro e Carlos estavam entre os poucos hóspedes que haviam se instalado à beira da piscina. Pedro estava deitado de costas, expondo sua barriga volumosa ao sol, e parecia estar cochilando. Carlos, por outro lado, estava sentado em sua espreguiçadeira lendo o jornal , que havia estendido sobre a metade inferior do assento. Ele ainda não tinha nos notado.
"Que tal aqui?" Vanessa perguntou.
Ela havia parado diante de duas espreguiçadeiras no lado oposto da piscina, exatamente de frente para Pedro e Carlos. Olhei bem no fundo dos olhos de Vanessa, ciente do motivo pelo qual ela havia escolhido aquele lugar específico. Ela abriu um sorriso para mim e piscou. Pelo canto do olho, percebi que Carlos havia notado nossa presença e levantara o olhar do jornal. Ele cutucou o amigo e disse algo; Pedro, então, ergueu o corpo, passando da posição deitado para a sentado.
Coloquei nossa bolsa de praia entre as duas espreguiçadeiras, tirei as toalhas e joguei uma sobre a espreguiçadeira de Vanessa, enquanto estendia rapidamente a minha na outra. Enquanto eu já estava sentada, Vanessa permanecia de pé, olhando ao redor como se procurasse algo específico.
Ficou claro para mim, de imediato, que ela estava se exibindo para Carlos e Pedro em todo o seu esplendor.
Os dois homens não paravam de lançar olhares furtivos para Vanessa. Tirei meu jornal de esportes da bolsa, recostei-me no encosto elevado da espreguiçadeira e fingi ler. Em vez disso, observava a dupla por trás dos meus óculos escuros.
Vanessa virou-se completamente para os dois homens e tirou o vestido curto pela cabeça. Não consegui evitar um sorriso ao ver Carlos e Pedro prenderem a respiração em uníssono.
Vanessa usava seu biquíni vermelho fio dental naquele dia — um que ela ainda não tinha usado na viagem. Assim como o vestidinho vermelho que ela usara no bar dois dias antes, a cor do biquíni realçava perfeitamente sua pele bronzeada, criando um contraste sexy. A parte de baixo do biquíni tinha um corte bem cavado nas laterais, presa apenas por dois cordões finos amarrados sobre os ossos do quadril, o que fazia suas pernas parecerem ainda mais longas.
O pequeno triângulo frontal mal cobria sua virilha e, a maior parte de suas nádegas ficava exposta. O biquíni provocante era completado por um top frente-única minúsculo, que cobria apenas o essencial dos seios de Vanessa. Observei enquanto ela sorria para seus admiradores.
"Mostra para eles a sua bunda gostosa!", sussurrei para Vanessa — de forma discreta, porém firme.
Sem hesitar, Vanessa apoiou-se nas mãos e nos joelhos sobre a espreguiçadeira, estendeu cuidadosamente a toalha sobre o encosto elevado e empinou seu traseiro volumoso e pouco coberto na direção dos dois velhos tarados.
Os dois praticamente começaram a babar ao ver aquilo, e Pedro não parava de levar a mão entre as pernas para ajeitar o pau, que provavelmente já estava duro.
"Se você continuar assim, aqueles dois vão ter um ataque cardíaco", sussurrei, divertido.
"Eles estão olhando para cá?", perguntou Vanessa, ainda mexendo na toalha.
"Pode apostar! Estão praticamente babando", respondi em tom de brincadeira.
Não comentei com minha esposa que vários outros homens também já tinham reparado nela, lançando olhares furtivos em sua direção.
Vanessa me olhou com um olhar sonhador e mordeu o lábio inferior de leve.
"Me excita que eles estejam olhando para a minha bunda", sussurrou Vanessa.
Com essas palavras, meu pau se agitou instantaneamente dentro da sunga. Vanessa também deve ter percebido, porque deu uma olhada rápida na minha virilha e um sorriso cúmplice.
" "Você fica excitado quando sua esposa safada exibe a bunda gostosa para estranhos?", ela perguntou, gemendo baixinho.
"Sua safada gostosa!", sussurrei com um sorriso.
Então, depois do que pareceu uma eternidade ajoelhada na espreguiçadeira, ela se virou e sentou. Esticou as pernas e as abriu um pouco. Em seguida, puxou a parte de baixo do biquíni para cima, de modo que o pequeno triângulo de tecido abraçasse sua vagina com firmeza. Eu conseguia ver claramente os contornos da sua boceta por baixo. Fiquei me perguntando se os dois velhos conseguiam ver tão claramente de onde estavam sentados. No mínimo — pelo menos isso eu conseguia ver — eles não paravam de olhar fixamente para minha esposa, conversando entre si e rindo de vez em quando.
Enquanto isso, Vanessa fechou os olhos e se banhou de sol. Eu fingia ler, mas em vez disso, observava Pedro, Carlos e os outros hóspedes à beira da piscina. Inúmeras vezes, outros homens passavam perto das nossas espreguiçadeiras, tentando vislumbrar Vanessa.
Mais uma vez, senti uma onda de orgulho ao perceber que minha esposa não apenas parecia atrair outros homens, mas também exercia um forte fascínio erótico sobre eles.
Depois de alguns minutos, quando Carlos e Pedro se levantaram e foram até o bar da piscina, esperei um instante antes de cutucar Vanessa.
"Por que você não nos traz algo para beber?", perguntei, apontando com a cabeça para o bar.
Vanessa piscou algumas vezes depois de abrir os olhos e seguiu meu olhar até o bar.
"Você quer que eu vá até o bar onde aqueles dois estão?", perguntou ela.
"Você quer mesmo?"
Vanessa olhou-me diretamente nos olhos e assentiu.
"Sim, eu gostaria de ir. Mas só por um instante. Não quero chamar a atenção dos outros hóspedes — porque, do jeito que estou excitada agora, não posso garantir o que poderia acontecer", acrescentou.
Tive que rir disso.
"Por mim, tudo bem. Na verdade, estou com muita sede. Por favor, me traga uma cerveja", respondi com um sorriso.
Vanessa sorriu para mim e se levantou da espreguiçadeira.
"Mas não posso garantir nada", ela respondeu novamente, inclinando-se para me dar um beijo rápido na boca.
"Espero que sim, sua safada gostosa!" retruquei.
Vanessa sorriu.
"Estou tão excitada", ela sussurrou de forma provocante no meu ouvido antes de caminhar em direção ao bar.
Ela não andava rápido; em vez disso, movia-se com uma lentidão deliberada, como se quisesse atrair a atenção das outras pessoas perto da piscina. Seu traseiro, quase totalmente à mostra, balançava de forma sedutora a cada passo.
No caminho para o bar, ela passou por um casal mais velho; assim que ela passou, o homem não conseguiu evitar virar-se para olhá-la — o que lhe rendeu uma cotovelada nas costelas dada pela esposa, acompanhada de algumas palavras ríspidas. Tive que sorrir.
Carlos e Pedro, que já bebiam cerveja, tinham visto Vanessa se levantar e se aproximar deles à distância. Ambos sorriram como idiotas quando ela se acomodou no balcão, à esquerda de Carlos. Ela trocou algumas palavras com Carlos antes de se virar para o garçom e fazer o pedido.
Era uma pena que Lucas não estivesse trabalhando hoje, pensei. Teria sido interessante ver a reação dele, dado o beijo apaixonado que eles tinham trocado dois dias antes. Pedro havia se levantado e agora estava ao lado de Carlos. Os três conversavam; Vanessa ria repetidamente, enquanto os dois homens a observavam descaradamente da cabeça aos pés. No entanto, nenhum deles tocou em Vanessa sequer uma vez. Isso era compreensível, é claro — havia outras pessoas perto da piscina e no bar, e eu estava por perto —, mas, por outro lado, fiquei um pouco decepcionado. A ideia de outros hóspedes possivelmente vendo aqueles dois velhos agarrando minha esposa me excitava imensamente. Depois que o barman colocou uma cerveja e um coquetel no balcão à frente de Vanessa e ela pagou, ela conversou brevemente com os dois homens mais velhos antes de se virar e ir embora. Pouco antes de chegar ao nosso lugar, ela olhou para trás, em direção ao bar, por um momento. Eu ainda conseguia ver o sorriso no rosto dela quando ela se virou novamente para mim. Ela me entregou minha cerveja antes de se sentar em sua espreguiçadeira.
"E então?" perguntei. "Como foi?" Antes de responder, Vanessa tomou um gole rápido de seu coquetel.
"Bem legal", foi sua resposta breve.
Olhei para ela. Ela estava olhando para a piscina, parecendo perdida em pensamentos. Decidi apenas esperar para ver, bebendo minha cerveja enquanto isso.
"Eles vão embora amanhã", disse Vanessa de repente.
Eu praticamente conseguia ouvir a decepção na voz dela. Um silêncio constrangedor se instalou entre nós, em parte porque eu não sabia o que dizer. Ela definitivamente tinha me pegado de surpresa, e a notícia havia me atingido em cheio. Senti minhas chances de realizar a fantasia picante envolvendo Vanessa e os dois homens escaparem por entre os dedos. Mas Vanessa também estava visivelmente decepcionada; ela estivera alegre — quase entusiasmada — pouco antes, mas aquele ânimo havia desaparecido completamente desde que ela voltara do bar da piscina. Agora, ela estava apenas sentada na espreguiçadeira, olhando para o nada e, de vez em quando, sugando o canudo.
"Você está decepcionada por eles irem embora?" perguntei com cautela.
Vanessa deu de ombros.
"Talvez. Não sei."
Mais uma vez, pude ouvir a decepção em sua voz. Era óbvio demais.
"De certa forma, acho que sim", ela continuou. Então, virou-se para mim.
"Eu realmente gostaria de saber o que mais poderia ter acontecido."
Suas palavras me deixaram em alerta enquanto eu tentava entender o que ela queria dizer. Será que ela estava realmente disposta a se envolver com aqueles dois? A transar com eles? Seu comportamento durante toda a manhã — e mais cedo, na piscina — certamente poderia ser interpretado dessa maneira. Ficara dolorosamente óbvio que ela havia se oferecido voluntariamente para eles. Senti meu pau reagir dentro da calça, e minhas mãos ficaram úmidas de excitação. Talvez ainda houvesse uma chance de transformar minha fantasia em realidade e assistir à Vanessa sendo fodida por aqueles cafajestes. Eu precisava saber mais. Vanessa olhou para mim com expectativa, aguardando minha resposta ao que ela havia dito. Engoli em seco.
"Como assim? O que mais poderia ter acontecido?"
Fiz uma pausa. A essa altura, minhas mãos estavam suadas e meu cacete já estava visivelmente duro.
"Você teria ido além do que já foi?"
"Talvez", foi sua resposta seca.
Lancei lhe um olhar inquisidor, deixando claro que não estava satisfeito com aquela resposta.
Vanessa baixou o olhar.
"Tudo bem para você?" ela perguntou baixinho.
"Você sabe que tem minha permissão", respondi com firmeza.
Enquanto isso, um plano tomava forma em minha mente sobre como poderíamos realmente concretizar isso.
"Por que você não convida os dois para virem aqui hoje à noite? Aí você vê o que acontece."
Vanessa ficou visivelmente surpresa quando sugeri isso.
"E o que você vai fazer enquanto isso estiver acontecendo?" ela perguntou, ainda atônita. Sorri para ela e lhe contei meu plano.
Esperei entre os arbustos, em frente ao nosso bangalô, observando Vanessa fazer os preparativos finais na varanda. Já passava das oito da noite e o sol havia se posto. A escuridão havia tomado conta das dependências do hotel, interrompida apenas ocasionalmente por postes de luz esparsos ao longo da trilha que levava ao nosso bangalô. Mas isso não era um problema para mim; meu esconderijo entre os arbustos, numa pequena elevação em frente à varanda, estava totalmente envolto na escuridão. O nosso era o último bangalô da fileira e tinha a vantagem adicional de ter a varanda do lado esquerdo, afastada de qualquer caminho de pedestres. Assim, eu tinha certeza de que não seria incomodado no meu esconderijo. Observei a varanda através do binóculo pequeno que eu havia comprado mais cedo na loja do hotel. Com a luz da varanda acesa, pude ver claramente Vanessa colocando uma garrafa de vinho tinto e três taças sobre a mesa. Ela usava os longos cabelos pretos soltos; as madeixas caíam até o meio das costas, emoldurando seu rosto lindo, realçado por uma maquiagem discreta. Ela vestia um top branco curto de alças finas e uma saia plissada curta com estampa xadrez em preto e branco. Suas sandálias pretas de salto alto tinham aquele salto levemente mais grosso que ela costumava preferir. Suas unhas das mãos e dos pés estavam pintadas com esmalte incolor e pontas brancas. Mais uma vez, ela parecia incrivelmente sexy e desejável.
Ela mesma havia escolhido o visual — depois de um longo banho, durante o qual também se depilara completamente — e depois desfilou para mim. Quando ela perguntou se estava sexy com aquela roupa, quase caí da cadeira — ou melhor, quase pulei em cima dela. Principalmente porque seus mamilos acastanhados apareciam com muita nitidez sob o tecido branco fino do top, que estava bem justo sobre seus seios fartos, deixando óbvio para qualquer um que a visse que aquela safada não estava usando sutiã.
Mas, em vez disso, eu simplesmente a tomei nos braços e a beijei — com ternura, porém com intensidade. Quando perguntei se ela tinha certeza absoluta de que queria levar aquilo adiante, ela sorriu e respondeu que nem sabia se algo realmente aconteceria; ela só queria ser surpreendida ao ver até onde Carlos e Pedro iriam. Depois, ela me afastou e voltou para o banheiro para secar o cabelo e se maquiar. A resposta dela me surpreendeu, dada a obviedade do que estava prestes a acontecer. Carlos e Pedro certamente não deixariam passar a chance de seduzir Vanessa. Afinal, eles já haviam passado dos limites no bar do hotel, quando deslizaram os dedos pela buceta dela. No fim das contas, cabia a Vanessa decidir se permitiria que aquilo acontecesse.
Vanessa parecia nervosa. Ela andava de um lado para o outro na varanda, ajeitando as taças de vinho sobre a mesa ou mudando a posição de uma das cadeiras.
Vez ou outra, ela olhava por cima do parapeito da varanda para ver se os dois homens estavam chegando. Já passava das oito e quinze, e eu começava a temer que eles não aparecessem. Mas então vi Vanessa se afastar rapidamente do parapeito, caminhar até a mesa e pegar o celular. Coloquei meus AirPods rapidamente e atendi à ligação dela.
"Eles estão vindo", foi a mensagem breve dela.
Em seguida, ela colocou o celular de volta na mesa sem encerrar a chamada — exatamente como havíamos combinado, pois eu queria ouvir o que os três conversariam desta vez. Mais cedo, naquela tarde, Vanessa havia encontrado Carlos e Pedro novamente e dito a eles que eu não estaria por perto durante a noite, pois visitaria um velho amigo que havia se mudado para a região. Vanessa me contou que eles ficaram muito satisfeitos ao saber que eu estaria fora e logo perguntaram se ela voltaria ao bar do hotel. Mas meu plano era que Vanessa os convidasse para vir à nossa casa. Como esperado, Carlos e Pedro não fizeram objeções. Muito pelo contrário: minha esposa me disse que eles ficaram absolutamente empolgados com a ideia. Como Vanessa só deveria participar de coisas que realmente quisesse fazer, havíamos combinado uma palavra de segurança que sinalizaria para eu intervir imediatamente.
Vanessa acenou para os dois homens à distância e, assim que eles subiram os degraus até a nossa varanda, cumprimentaram-se com beijos no rosto e abraços firmes.
"Olá, linda dama", disse Carlos, cumprimentando minha esposa. "Você está de dar água na boca hoje."
"Um verdadeiro deleite", acrescentou o corpulento Pedro.
Ambos riram alto de seus próprios comentários.
"Obrigada", disse Vanessa, soltando uma risadinha.
Sua risada soava exatamente como a de uma garota tímida e recatada.
"Podem se sentar."
Vanessa apontou para o banco que havíamos colocado especificamente na extremidade da varanda, para que eu tivesse uma visão clara da ação.
"Com prazer — mas só se você se sentar entre nós mais tarde", respondeu Carlos com um sorriso lascivo.
"Adoraria", respondeu Vanessa, lançando um sorriso sedutor ao homem de sessenta e um anos.
"Vinho?", ela perguntou a eles.
Pedro já havia se sentado no banco. Carlos, que estava prestes a se sentar, mudou de ideia e virou-se para Vanessa.
"Vamos tomar um ouzo primeiro."
Vanessa, que já estava com a garrafa de vinho na mão, pareceu momentaneamente surpresa, mas logo colocou o vinho de volta na mesa e caminhou em direção à porta do pátio.
"Vou pegar o ouzo e os copos. Já volto. Não vão embora", ela riu alegremente enquanto desaparecia para dentro do bangalô.
Pedro levantou seu corpo enorme e arrastou os pés até a mesa onde seu amigo estava sentado.
"E aí? O que você acha?"
"Ela está no ponto hoje à noite! Vamos foder aquela vadia com tanta força mais tarde que a cabeça dela vai girar", respondeu Carlos com um tom quase maldoso. Ambos começaram a rir.
"Aquela putinha com certeza se arrumou toda sexy só para nós. Ela nem está usando sutiã. Viu os mamilos dela marcando naquela blusa?" Pedro retrucou com uma risada maliciosa.
"Claro que vi!" Carlos respondeu com naturalidade.
"Será que ela também não está usando calcinha? Vou ter que conferir isso", ele acrescentou rapidamente, após uma breve pausa, pois Vanessa já estava saindo novamente do nosso bangalô com o ouzo e os copos de dose nas mãos.
"O que você quer conferir?" ela perguntou a Carlos, sorrindo.
"Se esse ouzo aí é bom."
Ao ouvir a resposta de Carlos, Pedro virou-se para mim, e pude ver seu sorriso idiota.
"Aqui, passa para cá. Eu sirvo", disse Carlos.
A simples conversa que os dois tinham sobre minha esposa me excitou tanto que eu já havia tirado meu pau duro de dentro da calça. A maneira como falavam da minha esposa, de forma tão depreciativa e obscena, era tão excitante que eu tive que tomar cuidado para não gozar ali mesmo.
Enquanto Carlos enchia os três copos de dose com ouzo, Vanessa pegou a garrafa de vinho novamente e serviu o vinho nas taças apropriadas. Carlos entregou um copinho para Vanessa e outro para o amigo, já erguendo o seu próprio copo para um brinde.
"A uma noite maravilhosa", disse ele, fixando o olhar em Vanessa. Os três viraram o ouzo de uma só vez e bateram os copos com força na mesa. Vanessa estava prestes a pegar as taças de vinho quando o grito de Carlos — "Espere!" — ecoou. Ela olhou para ele com ar de indagação. Um sorriso demoníaco brincava nos lábios finos de Carlos enquanto ele pegava a garrafa de ouzo novamente.
"Vamos tomar mais uma. Mas, desta vez, vamos beber para selar um pacto de irmandade."
Percebi Vanessa ficar tensa com aquelas palavras. Através do binóculo, consegui vê-la melhor. Identifiquei um sorriso tímido, mas — ou assim me pareceu — cheio de expectativa em seu rosto. Vanessa apoiou o quadril na mesa, sustentando o corpo com os braços totalmente esticados. Isso projetou seus seios para a frente, e pude ver os mamilos endurecidos marcando a blusa. Tive a certeza de que estava fazendo aquilo de propósito. Enquanto Carlos servia o ouzo, Pedro observava os seios dela com uma expectativa que não tentava esconder. Vanessa ergueu o olhar para ele timidamente, depois pousou a ponta do dedo indicador no lábio inferior e pressionou-o levemente. O gesto lhe conferia um ar que era, ao mesmo tempo, sensual e de uma inocência juvenil.
Quando Carlos lhe entregou o copinho, ela se afastou da mesa e caminhou até ele. Como estavam de lado em relação à minha posição, eu tinha uma visão clara. Mesmo de sandálias de salto, Vanessa mal chegava à altura do peito do homem mais velho, o que a obrigava a erguer o rosto para olhá-lo. Uma cena quente! Eles entrelaçaram os braços e viraram os copos de uma vez, sem jamais desviar o olhar um do outro. No instante em que Carlos pousou o copo na mesa atrás de Vanessa, ele segurou a nuca dela com a outra mão, inclinou-se e pressionou os lábios contra os dela. Enquanto se entregavam a um beijo apaixonado e profundo, Carlos deslizou a mão livre por baixo da saia curta da minha esposa. Pelos meus AirPods, eu conseguia ouvir seus gemidos abafados — sons que se intensificavam à medida que a mão de Carlos se movia com mais vigor sob a saia dela. Vanessa agarrou os braços de Carlos com as duas mãos, como se precisasse de algo a que se segurar. E, quando Carlos finalmente interrompeu o beijo, seus gemidos soaram altos e claros. Carlos lançou um olhar a Pedro — que observava a dupla com uma excitação voraz e evidente — e falou com ele, tudo isso sem interromper o movimento de sua mão sob a saia de Vanessa.
E, assim como Carlos havia feito antes, Pedro, aos 59 anos, deslizou a mão por baixo da saia dela e imediatamente começou a massagear — ou dedar — a região entre as pernas dela com movimentos rápidos. Aquela ideia do telefone foi genial. Mais uma vez, eu conseguia ouvir os gemidos de Vanessa — abafados pelo beijo — tão claramente como se estivesse bem ao lado dela.
Enquanto isso, Carlos se aproximou muito por trás de Vanessa.
Suas duas mãos deslizaram por baixo da saia dela, e ele se inclinou para falar ao ouvido dela.
"Então, você gosta disso, sua vadiazinha? Ter a bunda e a boceta massageadas ao mesmo tempo?"
Vanessa soltou apenas um suave "Mmhhmmm".
Ao ver minha esposa miúda sendo prensada entre aqueles dois velhos tarados — pela frente e por trás —, abaixei meu short e minha cueca com a mão livre e comecei a masturbar meu pau, que estava duro como pedra. Não ousei baixar o binóculo nem por um instante, com medo de perder alguma coisa. Pedro parou de beijar Vanessa. Em vez disso, segurou o queixo dela com sua mão grande, forçando-a a olhar para ele, enquanto os movimentos de sua mão sob a saia dela se tornavam ainda mais frenéticos. Os gemidos de Vanessa atingiram um novo auge. Eu só torcia para que mais ninguém percebesse. Carlos agarrou o cabelo de Vanessa com a mão esquerda, puxando a cabeça dela para trás, enquanto tentava manusear o zíper nas costas da saia dela com a outra mão.
"Essa sainha só atrapalha, não é?" ele sibilou no ouvido dela, enquanto a saia deslizava pelas pernas dela.
"Sobe na mesa, sua vadia! Quero lamber sua buceta agora", disse Pedro em voz alta.
Ele soltou Vanessa, caminhou até a mesa e afastou as garrafas e os copos. Carlos conduziu Vanessa em direção à mesa, mantendo o cabelo dela firmemente preso o tempo todo. Depois, soltou o cabelo dela e a virou para ficar de frente para ele. Eles trocaram um beijo rápido; então ele recuou, agarrou a barra da blusa dela e a empurrou rapidamente para cima, cobrindo os seios.
Carlos assobiou, impressionado, ao ver os seios nus da minha esposa.
"Caramba... que peitos gostosos você tem! Isso é incrível! Dá uma olhada nisso, Pedro."
O amigo dele contornou a mesa e ficou encarando Vanessa de boca aberta. Vanessa estava parada diante dos dois velhos, vestindo apenas sandálias de salto alto e a blusa levantada sobre os seios.
"Porra, que peitões gostosos", Pedro deixou escapar.
Minha esposa se apoiou na mesa, sorriu para os dois velhos e começou a acariciar lentamente seus seios grandes e arredondados com as duas mãos, começando pela parte de cima. "Vocês gostam dos meus peitos?" ela perguntou, olhando para os dois de forma lasciva.
Tive que parar de me masturbar; caso contrário, corria o risco de gozar ali mesmo. Ver minha linda esposa nua — com seu corpo de tirar o fôlego, vestindo apenas sandálias de salto alto e uma camisa jogada sobre os seios — diante daqueles dois homens muito mais velhos e pouco atraentes quase me fez perder a cabeça. Vanessa acariciava suavemente os seios e os mamilos eretos com as palmas das mãos, enquanto os homens observavam, fascinados e babando. E o fato de os dois velhos estarem totalmente vestidos, enquanto Vanessa estava nua diante deles, dava à cena um toque particularmente obsceno.
"Pode apostar que gostamos! Estou curioso para ver se são tão firmes quanto parecem", rosnou Pedro.
Os dois homens avançaram em direção a Vanessa simultaneamente, cada um agarrando um de seus seios com uma mão enorme. Vanessa deixou as mãos caírem e apoiou-se na mesa, permitindo que fizessem o que quisessem, sem resistência.
Ambos agarraram os seios com firmeza imediatamente e começaram a amassá-los com vigor. Vanessa parecia gostar do fato de não perderem tempo com delicadeza; ela ronronava como uma gatinha.
"Você tem peitos gostosos e firmes", disse Carlos com voz grave, antes de se inclinar para beijá-la.
Assim que ele interrompeu o beijo, Pedro pressionou a boca contra a dela, e começaram a se beijar apaixonadamente. Enquanto Vanessa ainda beijava Pedro, Carlos pediu que ela abrisse mais as pernas. Vi a outra mão dele deslizar para o meio das pernas dela; então, Vanessa se afastou de Pedro e soltou um gemido alto.
"É isso aí, sua vadiazinha! Você adora ser fodida, não é?"
Ele acompanhou as palavras grosseiras com movimentos rápidos das mãos entre as pernas dela — movimentos que visivelmente deixavam Vanessa louca de tesão. Seus gemidos e suspiros eram tão altos que Pedro se sentiu compelido a cobrir a boca dela com a mão livre. Com a outra mão, ele continuava apertando e pressionando os seios dela, embora agora olhasse para baixo para ver o amigo dedilhando Vanessa em um ritmo intenso e ritmado. Os sons úmidos e de sucção vindos da buceta de Vanessa eram claramente audíveis.
"Abre a boca!", ordenou Carlos com rispidez, enquanto tirava as mãos de entre as pernas dela.
Pedro rapidamente tirou a mão da boca dela, e Vanessa obedeceu, abrindo-a. "Boa garota", ele a elogiou com sarcasmo, deslizando os dedos indicador e médio para dentro da boca dela. Vanessa chupou os dedos dele com gosto, como se estivesse fazendo um boquete em um pau. Em meio aos estalos úmidos, eu conseguia até ouvir seus gemidos de prazer.
Então, de repente, Vanessa começou a ter ânsia de vômito, e os homens riram alto. Quando olhei mais de perto pelo binóculo, pude ver o motivo da ânsia: Carlos havia enfiado os dois dedos até o fundo da garganta dela e continuava empurrando-os ainda mais.
Ao retirar os dedos, ele comentou com deboche:
"Acredite, querida, essa vai ser a menor coisa que você vai colocar na boca hoje. Afinal, você disse que curtia coisas grandes."
Novamente, os dois riram alto e de forma obscena. Vanessa limpou a saliva do queixo com as costas da mão — baba que havia escorrido quando Carlos tirou os dedos.
"É exatamente por isso que eu te convidei, seu velho tarado!" Vanessa disse, ofegante, aproximando-se de Carlos e agarrando a virilha dele. Carlos estremeceu visivelmente e gemeu de dor.
Deduzi que Vanessa havia apertado com bastante força.
"Sua vadia desgraçada", praguejou Carlos, agarrando Vanessa pelos braços com as duas mãos. Ele a girou, segurou a nuca dela com a mão esquerda e forçou a parte superior do corpo dela contra o tampo da mesa. Como ele estava posicionado ligeiramente de lado, eu tinha uma visão clara das nádegas dela, que estavam empinadas e com um formato maravilhosamente arredondado devido à postura inclinada para a frente.
"Vou te mostrar!"
Ele manteve minha esposa imobilizada na mesa, segurando firmemente a nuca dela. Vanessa havia apoiado as mãos espalmadas na mesa, ao lado da cabeça. Eu conseguia ouvir claramente sua respiração ofegante.
"Aaaaaahhhhh."
Vanessa gritou quando tapas de mão aberta atingiram sua nádega direita.
Rapidamente, dei um zoom na nádega de Vanessa com o binóculo. Ele devia ter batido com muita força, pois vi a pele ficar vermelha instantaneamente.
"Seu porco pervertido!" ofegou Vanessa.
Ela tentou esfregar a nádega com a mão direita, mas Pedro agarrou seu pulso num piscar de olhos e o colocou de volta ao lado da cabeça. Ainda segurando a mão dela, ele se moveu para a cabeceira da mesa e agarrou também o pulso esquerdo de Vanessa. Pude ver seu sorriso malicioso enquanto ele olhava no rosto da minha esposa e puxava os pulsos dela até que seus braços ficassem totalmente esticados. Ele manteve Vanessa firme naquela posição.
Dessa vez, Carlos golpeou a nádega esquerda dela, e Vanessa gritou alto de dor novamente.
Os tapas que Carlos desferia nas nádegas dela eram bastante brutais, e comecei a me perguntar se não deveria intervir. Eles definitivamente não estavam buscando sexo gentil e carinhoso, e percebi que aquilo era apenas o começo. Mas afastei o pensamento imediatamente, já que Vanessa não fez qualquer movimento para resistir àquele tratamento bruto. Além disso, ela não havia dito a palavra de segurança combinada. E, por outro lado, eu ficava incrivelmente excitado ao ver aqueles dois velhos pervertidos fazendo o que queriam com minha jovem e desejável esposa e batendo na bunda dela. E, honestamente, ela merecia aquilo, dada a forma como havia provocado os dois mais cedo. "PÁ", "PÁ"
Vanessa soltou outro grito agudo e depois caiu num choramingo baixo, com os braços estendidos — um som interrompido por outro grito dela quando Carlos desferiu mais dois golpes.
"PÁ", "PÁ"
"Sua vadia gostosa", ouvi Carlos dizer enquanto se afastava para dar lugar ao seu amigo, que havia soltado Vanessa e se posicionado atrás dela. Vanessa, cujo tronco ainda estava apoiado na mesa, começara a esfregar as mãos nas nádegas no instante em que Pedro a soltou.
"Tira a mão daí!", ordenou Pedro em voz alta.
Vanessa olhou por cima do ombro para Pedro. Sua expressão trazia um traço de medo, pensei eu, mas ela afastou as mãos como instruído. Ela apoiou a cabeça na mesa — com a bochecha direita voltada para baixo — e colocou as mãos ao lado dela.
"PÁ", "PÁ".
Desta vez, foi o corpulento Pedro quem bateu na bunda da minha esposa. Vanessa soltou outro grito agudo e depois desabou num gemido baixo e choroso.
"Eu poderia bater nessa sua bunda gostosa por horas, mas agora finalmente quero chupar sua buceta", grunhiu Pedro.
"Sobe na mesa!"
Vanessa se endireitou e esfregou as nádegas com uma das mãos. Em seu rosto, corado pelo esforço, eu via que as palmadas não haviam passado incólumes e certamente tinham sido dolorosas. Mesmo assim, ela se sentou na mesa sem hesitar e até lançou um sorriso sensual para Pedro. Ele a empurrou para trás, apoiando a mão em seu esterno, e Vanessa se deitou de costas na mesa. Carlos, agora parado bem ao lado da mesa, observava com interesse enquanto o amigo se agachava — de forma um tanto desajeitada — e afastava as coxas de Vanessa com as mãos, olhando fixamente para o meio de suas pernas, bem na sua intimidade.
"Cara. Acho que essa é a buceta mais linda que já vi", murmurou ele.
Então, ele içou as coxas bronzeadas dela para seus ombros pálidos e aproximou o rosto da buceta dela.
"Sua vadiazinha, você já está toda molhada. E tem um cheiro bom pra caralho. Incrível!", exclamou ele, cheio de expectativa.
Minha esposa gemeu alto e arqueou as costas quando Pedro enterrou o rosto entre as pernas dela e começou a lamber sua buceta. Carlos, parado à direita da mesa, observava Vanessa se contorcer em êxtase; ele agarrou os peitos dela com as duas mãos e os apertou com vigor. Vanessa gemia e soltava gemidos baixos incessantemente. Carlos beliscava os mamilos dela — grossos e duros —, puxando-os ou torcendo-os, o que fazia Vanessa soltar um grito de dor a cada vez. Depois de alguns minutos, Pedro parou de lambê-la, mas continuou ajoelhado entre as pernas dela e começou a estimulá-la com os dedos; pelo movimento do braço, ele fazia isso com força e rapidez. Eu não conseguia ver exatamente, mas supus que ele tivesse pelo menos dois dedos dentro da buceta dela. Ele a penetrava com tanta força que Vanessa não conseguia mais ficar parada na mesa e levantou o tronco.
"Oooohhhh Deuuuus." Ela praticamente gritava agora.
Mais uma vez, temi que alguém pudesse notá-los. Carlos provavelmente sentiu o mesmo, pois rapidamente se posicionou atrás de Vanessa e cobriu a boca dela com uma das mãos. Com a outra mão, ele a abraçou por trás e apertou os seios dela novamente.
Pedro continuava a estimulá-la com os dedos, lambendo-a ocasionalmente também. Os gemidos abafados de Vanessa se intensificaram, e seu corpo começou a tremer. Ela parecia estar prestes a gozar quando Pedro se levantou de repente.
"Não, você não pode gozar ainda", disse ele, rindo, enquanto deslizava os dedos indicador e médio para dentro da boca aberta de Vanessa.
"Lambe os seus próprios fluidos, sua vadia safada!"
Ela chupou os dedos de Pedro com total devoção, gemendo de prazer enquanto os dois homens a observavam, sorrindo.
"Acho que está na hora de você receber algo decente nessa sua boca-buceta, sua gulosa", resmungou Carlos, puxando-a para baixo, para fora da mesa.
Ele puxou a blusa de Vanessa — que estava toda embolada — por cima da cabeça dela, jogou-a de lado sem qualquer cuidado e abocanhou o mamilo do seio direito dela. Pelo ângulo em que eu estava e pelos gemidos altos de Vanessa, ele devia estar chupando o mamilo dela com muita força. Vanessa tentou se afastar, mas Carlos agarrou o quadril dela com a mão direita e apertou o seio esquerdo com a outra mão. Os olhos da minha esposa estavam arregalados, e sua boca, escancarada.
"Aaaahhh... Não tão... aaauuhh... forte", ela balbuciou. Carlos soltou o seio direito dela e riu.
"Você disse lá no bar do hotel que gosta quando alguém chupa seus mamilos com força, não foi?" ele perguntou a ela com um olhar presunçoso e cúmplice.
Como se para confirmar isso, ele apertou o seio esquerdo dela com ainda mais força.
Eu masturbava meu pau duro cada vez mais rápido. A cena era incrivelmente excitante: minha esposa nua, de sandálias de salto alto, em meio àqueles homens mais velhos e totalmente vestidos; Carlos apertando com firmeza os seios grandes dela com sua mão enorme, enquanto o rosto dela denunciava uma mistura de prazer e da dor que sentia.
Carlos lançou a Vanessa um olhar que parecia avaliador, até que ela assentiu de forma submissa; então, ele se inclinou novamente e, desta vez, atacou o outro seio dela. Vanessa soltou um gemido agudo. Pedro, que estava por perto, sorriu de forma lasciva, agarrou Vanessa pelos cabelos longos e puxou a cabeça dela para trás.
O som ecoou quando Pedro bateu na bunda dela, seguido por um "Ai!" alto de Vanessa.
Mais uma vez, senti um breve momento de preocupação com Vanessa. Carlos e Pedro agiam como animais, tratando-a com muita brutalidade. Parei de masturbar meu pau duro e foquei o binóculo nos seios de Vanessa bem no momento em que Carlos se afastava dela. Seus mamilos e aréolas estavam rígidos, projetando-se para a frente de forma convidativa. *Dá vontade de comer*, pensei comigo mesmo. Adoro quando ela fica assim, porque seus seios parecem ainda mais firmes do que o normal. E sei o quanto Vanessa adora ter seus seios e mamilos provocados e estimulados — mesmo que com certa aspereza — por dedos e pela boca. Observando os seios dela pelo binóculo, notei que os mamilos estavam vermelhos. Carlos certamente não fora gentil. Nem quando chupou os mamilos dela, nem quando brincou com seus seios anteriormente, enquanto ela estava deitada na mesa e Pedro a lambia. No entanto, Vanessa não fez nada para interromper aquilo. Muito pelo contrário!
Ela ficou na ponta dos pés, agarrou a nuca de Carlos com a mão esquerda e o beijou de forma selvagem e apaixonada. Depois, virou-se para Pedro e o beijou também.
Eu conseguia ouvir os sons úmidos daqueles beijos ardentes através do telefone. Voltei a me masturbar enquanto observava a cena se desenrolar na nossa varanda.
Vanessa continuava beijando o gordo Pedro — uma visão que, por si só, era incrivelmente excitante e pervertida. Mas então Carlos agarrou os braços de Vanessa por trás e a puxou para longe do amigo. Ele não a soltou, porém; em vez disso, segurou os braços dela esticados, mantendo-a de pé diante de Pedro. Pedro agarrou os seios grandes dela com brutalidade — sem o menor vestígio de delicadeza —, amassando-os e apertando-os com força enquanto focava intensamente nos mamilos grossos dela; isso arrancava repetidamente de Vanessa sons agudos de uma mistura de prazer e dor, enquanto ela se contorcia nas mãos de Carlos. Os dois homens claramente se deleitavam com a reação dela.
"Sua vadiazinha, você tem uns peitos tão gostosos... eles precisam mesmo ser manuseados com força", disse Pedro, rindo.
Vanessa contraiu o rosto de dor e soltou um gemido agudo quando Pedro apertou com força os dois mamilos dela e os torceu. No entanto, seu rosto também refletia desafio, luxúria e algo semelhante à raiva.
"Você sente prazer em torturar uma mulher jovem, não é? Seu velho pervertido!" Vanessa cuspiu as palavras com desprezo, embora houvesse um tom nítido de provocação em sua voz.
Pedro sorriu para ela com escárnio.
"Pode apostar que sim", concordou ele. Ele fez um breve sinal com a cabeça para Carlos, que estava atrás de Vanessa; este então puxou os braços esticados dela com força, fazendo com que tanto o tronco quanto os seios dela se erguessem ainda mais.
O sorriso lascivo no rosto de Pedro não demostrava nada de bom, eu temia.
Ele cuspiu nos peitos da minha esposa várias vezes e espalhou a saliva sobre eles.
Vanessa ofegou, a boca entreaberta de forma lasciva. Seus peitos brilhavam, besuntados pela saliva que ele havia esfregado neles.
Pedro olhou para o rosto dela e sorriu. Carlos também não conseguiu conter um sorriso malicioso.
"Como você me chamou?" perguntou Pedro em tom de deboche.
"Velho tarado," Vanessa ofegou.
"Ah, sua vadiazinha atrevida. Acho que você quer do jeito mais bruto, não é?" disse Pedro, com a voz carregada de autoridade e domínio.
Vanessa não disse nada; apenas gemeu alto ao ouvir aquelas palavras.
Eu havia parado de masturbar meu pau duro e prendido a respiração, antecipando o que aconteceria a seguir.
Com um movimento súbito e rápido, ele desferiu dois tapas de mão aberta nos peitos dela.
"Uuuhhhh," Vanessa gemeu, puxando o ar bruscamente.
Foram apenas tapas leves que Pedro lhe dera — nada comparado aos golpes fortes que ele havia desferido nas nádegas dela pouco antes. Vanessa tentou instintivamente dobrar os joelhos após os tapas no peito, mas Carlos puxou os braços dela com força, trazendo-a de volta à posição ereta.
"Calma, calma, sua vadiazinha. Fique aí mesmo," ele sussurrou no ouvido dela com voz rouca.
Pedro sorriu para Vanessa com ar de superioridade e, mais uma vez, apalpou os seios dela com seus dedos grossos. "Desculpe, mas você tem peitos tão grandes e gostosos. Não consegui me controlar," disse Pedro com um sorriso zombeteiro; como se quisesse provar o que dizia, apertou com força os mamilos de Vanessa entre seus dedos grossos como salsichas, arrancando um grito agudo da minha esposa.
Embora Vanessa gostasse de ser manuseada com força durante o sexo e realmente apreciasse a dor prazerosa que isso proporcionava, eu nunca havia ousado dar tapas nos seios dela com a mão aberta. Eu já tinha visto isso em algum filme pornô ocasional e aquilo me excitava imensamente, mas, até então, não imaginava que ela realmente gostaria. Agora, porém, eu a observava sorrir de forma lasciva para Pedro, chegando até a provocá-lo ao dizer que ela tinha razão sobre ele ser um velho tarado e perguntar se era só aquilo que ele tinha a oferecer. Os quatro tapas seguintes que Pedro desferiu nos peitos dela foram bem mais fortes que os anteriores, cada um acompanhado por um gemido de dor de Vanessa. Ela vacilou e os joelhos cederam novamente, mas Carlos imediatamente a colocou de pé outra vez.
Eu havia imaginado dar tapas nos seios grandes e fartos de Vanessa em muitas fantasias, mas, como eu disse, nunca ousara fazê-lo; ver Pedro fazendo isso agora me deixava ainda mais excitado.
Aproximei a imagem dos peitos de Vanessa com o binóculo e ofeguei ao ver como o colo dela havia ficado vermelho por causa dos tapas. Meu pau pulsava violentamente, e eu sentia minha excitação subir. Não ousei tocar no meu membro duro, sabendo que quase certamente gozaria na hora se o fizesse.
Pedro apertou e acariciou os seios dela com seus dedos grossos novamente, antes de dar mais dois tapas neles — com mais força desta vez. Vanessa estremeceu e soltou um grito agudo.
Então, Pedro deu um passo para trás, agarrou seu short e o empurrou até os tornozelos — soltando uma respiração ofegante e tensa ao ter que se curvar para fazer isso. Ele saiu de dentro do short, ficando diante de Vanessa vestindo apenas sandálias e uma camisa que esticava sobre sua barriga saliente. Ele apontou para o chão à sua frente com o dedo indicador.
"Ajoelhe-se no chão!" ele ordenou a Vanessa.
Carlos soltou Vanessa, e ela se agachou bem na frente de Pedro, com um ar de submissão.
Desta vez, dei um zoom na virilha de Pedro com meu binóculo. Ele acabara de levar a mão sob a barriga e segurava seu pau — de tamanho mediano e cercado por uma pelugem espessa e grisalha — bem diante do rosto de Vanessa. A glande ainda estava semi-coberta pelo prepúcio, que ele então puxou para trás para expor a cabeça do membro.
Vanessa sorriu, deslizando a palma da mão aberta de forma lasciva pela bochecha, com a boca entreaberta, antes de envolver o pau dele com a mão. Pedro apoiou as mãos nos quadris e gemeu alto enquanto Vanessa começava a acariciá-lo. Carlos aproximou-se e, assim como o amigo, observou com avidez enquanto Vanessa acariciava prazerosamente o pau bem diante de seus lábios carnudos.
Felizmente, Carlos havia se posicionado do outro lado, então eu ainda tinha uma visão desimpedida da cena. Pedro gemia continuamente, mas eu também conseguia ouvir os gemidos suaves de Vanessa. Depois de acariciar o pau do velho por algum tempo, ela o segurou firme, olhou para Pedro com um sorriso e beijou a ponta da glande. Seus lábios deslizaram lentamente sobre a glande até que ela finalmente desapareceu por completo dentro de sua boca. Pedro começou a tremer levemente e a puxar o ar de forma audível.
"Ooaahhh", ele gemeu. "Isso... chupa meu pau, sua putinha de velho", acrescentou ele, gemendo.
A boca de Vanessa movia-se para frente e para trás ao longo do pau dele, enquanto os gemidos de Pedro se tornavam mais altos. Carlos, observando com um sorriso, abriu o zíper da calça e a tirou.
Seu pau, já ereto, saltou para frente quando ele tirou a cueca, balançando algumas vezes sob a camisa. Percebi que ele não havia exagerado; ele realmente tinha um instrumento enorme — não apenas longo, mas também impressionantemente grosso. Enquanto Vanessa ainda dava prazer intenso ao membro de Pedro com a boca, usei novamente o zoom do meu binóculo para ver mais de perto o espécime magnífico de Carlos. Ao contrário do amigo, a glande dele não era coberta por um prepúcio; presumi que ele fosse circuncidado, assim como eu. A glande era grande e grossa — combinando com o resto dele — e tinha um tom profundo, quase violeta, que a deixava com uma aparência um tanto desagradável. O corpo do pau se curvava levemente para cima e para a esquerda (da perspectiva dele) e era entrecortado por veias grossas e azul-esverdeadas. Seu escroto peludo chamava a atenção, claramente abrigando dois testículos enormes que o puxavam para baixo com peso. Assim como os do amigo, seus pelos pubianos eram grisalhos. Em suma: exatamente como ele havia dito a Vanessa, ele tinha um pau impressionantemente grande, mas também verdadeiramente delicioso. A visão me fez engolir em seco enquanto imaginava Carlos, mais tarde, enfiando aquele pau enorme na boca e na buceta da minha Vanessa.
Enquanto observava Carlos começar a masturbar seu membro monstruoso, de repente ouvi Vanessa fazendo sons de engasgo e ânsia de vômito. Voltei-me rapidamente para Pedro e Vanessa e vi que ele havia colocado as duas mãos na nuca dela, puxando-a totalmente para baixo, em direção ao seu pau. Ele a manteve firme ali por um momento antes de aliviar um pouco a pressão, apenas para depois foder a boca dela com força. Quando Carlos se aproximou ao lado dele, ele tirou as mãos da cabeça dela e puxou seu pau duro para fora da boca dela. Vanessa respirou fundo e limpou, com as costas da mão, a saliva que escorrera pelo queixo durante o boquete. Ela teve apenas uma breve trégua, no entanto, pois Carlos agarrou o cabelo dela com a mão livre e a virou em sua direção.
"Aaahhh", Vanessa gemeu de dor, mas Carlos não a soltou; Em vez disso, ele masturbou seu pau grande e duro bem na frente do rosto dela, antes de esfregá-lo contra as feições dela várias vezes. Vanessa gemeu, abriu a boca e, de forma lasciva, pôs a língua para fora. Estava claro que ela estava aproveitando cada momento.
Eu mal conseguia me conter. Era incrível, mais uma vez, ver a submissão com que Vanessa erguia o olhar para o rosto de Carlos a partir de sua posição — e como ela até ofegava alto e com euforia enquanto Carlos batia a glande dura de seu pau contra a língua estendida dela e desferia algumas palmadas secas com o cinto, que ecoavam com um estalo forte. Depois, ele apoiou a cabeça grossa e arroxeada de seu membro sobre a língua de Vanessa. Minha esposa não precisou que lhe pedissem duas vezes; ela envolveu a glande com a língua antes de levá-la à boca, abrindo-a bem para acomodá-la.
"Ah, é... sua vadia safada. Você gosta disso, não é? Chupar paus duros!" Carlos gemeu.
Vanessa soltou a glande da boca com um estalo alto.
"Sim, eu amo ter paus na minha boca imunda. E você tem um pau de garanhão," Vanessa suspirou, movendo os lábios com firmeza para cima e para baixo pelo tronco grosso do membro.
Carlos puxou a cabeça dela para trás, inclinou-se em sua direção, cuspiu na boca aberta dela, depois forçou a cabeça dela para baixo novamente e enfiou o pau até a metade da garganta dela. Os olhos de Vanessa se arregalaram e ela começou a ter ânsia de vômito. Ela tentou se afastar, mas Carlos — com a mão enorme ainda enterrada nos cabelos dela — a manteve imóvel sem piedade.
"Fica aí, sua vadia," ele grunhiu, e começou a foder a boca dela.
Pelo telefone, eu conseguia ouvir os sons de ânsia e engasgo que Vanessa fazia — sons que apenas intensificavam minha própria excitação. Era incrivelmente excitante ver aquele velho pervertido segurando Vanessa pelos cabelos e fodendo-a fundo na garganta. Vanessa lutava visivelmente para lidar com a besta enorme em sua boca. Seu rosto estava vermelho vivo pelo esforço, a maquiagem dos olhos escorria e ela vivia estufando as bochechas. A saliva escorria repetidamente e sem controle de sua boca, descendo pelo queixo até os peitos e o chão.
Senti um sorriso se abrir em meu rosto, alimentado por uma sensação de prazer malicioso, e masturbei com gosto meu pau duro como pedra. Até mesmo minhas fantasias mais selvagens e perversas envolvendo Vanessa empalideciam diante da maneira como aqueles dois velhos a estavam usando. Depois do que pareceu uma eternidade, Carlos arrancou o pau da boca dela num movimento brusco e soltou a cabeça dela; Vanessa tombou para a frente, apoiando-se no chão com os braços. Longos fios de saliva escorriam de sua boca e pingavam no chão enquanto ela respirava com dificuldade.
Carlos inclinou-se sobre ela pela frente e desferiu dois tapas fortes nas nádegas dela, fazendo-a soltar um grito. Minha esposa esfregou a bunda castigada com a mão direita; achei até que ouvi um soluço baixo.
Apesar da excitação intensa que senti ao ver Vanessa sendo sexualmente humilhada pelos dois homens, eu estava pronto para intervir no momento em que ela dissesse a palavra de segurança. Eu havia prometido a ela que faria isso, e tinha toda a intenção de cumprir a promessa. Mas, ainda assim, nada disso veio de Vanessa.
Pedro puxou Vanessa pelos braços, voltando a colocá-la na posição de cócoras à sua frente, e enfiou o pau goela abaixo dela. As risadas constantes e obscenas dos homens, os sons de Vanessa engasgando e os estalos úmidos do sexo oral tornavam a cena extremamente excitante. Pedro pressionou o rosto dela contra sua barriga grossa e balançante e empurrou a pelve para a frente repetidamente. Enquanto isso, Carlos ajoelhou-se atrás de Vanessa e deslizou uma mão entre as pernas dela, por trás. Vanessa imediatamente começou a gemer alto. De onde eu estava, não conseguia distinguir se ele estava apenas massageando a boceta dela com a mão ou realmente a penetrando com os dedos. De qualquer forma, devia estar sendo incrivelmente intenso para Vanessa, já que ela mal conseguia suportar ficar naquela posição de cócoras. Mas Pedro segurava a cabeça dela com um aperto firme como um torno, pressionando-a contra sua barriga gorda, enquanto Carlos passava o braço esquerdo por volta dela para agarrar seu seio direito e apertá-lo com força.
Vanessa engasgava, gemia, ofegava e respirava com dificuldade, alternando entre essas reações. Não importava se ela queria aquilo ou não; ela simplesmente não tinha escolha. Ela estava prensada entre aqueles dois velhos pervertidos.
Eu teria adorado estar mais perto da ação para ver cada detalhe. Certamente teria sido ainda mais excitante para mim do que já estava sendo.
Pedro estava fodendo a boca da minha esposa incansavelmente. Ele tirava o pau da boca dela apenas por um breve instante, para deixá-la recuperar o fôlego, antes de enfiá-lo de volta. A essa altura, a saliva escorria da boca de Vanessa. Durante todo o tempo, eles continuavam a disparar insultos grosseiros e obscenos contra ela.
"Aaaahhhh."
Pedro soltou um gemido alto, como um touro no cio.
Engole isso, sua vadia!" ele rugiu, logo antes de seu corpo inteiro começar a tremer enquanto ele gozava.
Vanessa não teve escolha a não ser receber a ejaculação dele, já que Pedro ainda segurava a cabeça dela no lugar. O quadril dele deu mais alguns solavancos antes que ele finalmente soltasse a cabeça da minha esposa de seu aperto de ferro.
Carlos, que ainda mantinha Vanessa na posição segurando o seio direito dela com a mão esquerda, agarrou-a pelo pescoço, por trás, com a mão que acabara de massagear a buceta dela.
"Engole tudo de uma vez, sua vadia safada!" ele sibilou no ouvido dela.
"Quero sentir você engolindo com a minha mão!"
Observei Vanessa fechar os olhos e fazer uma careta de nojo, evidentemente engolindo o sêmen de Pedro.
"Boa garota", Carlos a elogiou sarcasticamente, e então a soltou abruptamente.
Vanessa caiu para frente, soltando um gemido. Ela mudou da posição de cócoras para ficar de joelhos, apoiando-se no chão com os braços esticados. Permaneceu nessa posição, respirando com dificuldade.
"Isso com certeza tem um gosto melhor que um Ouzo, não é?" Pedro perguntou com deboche, já tendo recuperado o fôlego.
Vanessa, ainda tentando recuperar o fôlego, ergueu o olhar para o rosto dele, que exibia um sorriso estúpido e repugnante.
"Talvez se você tivesse comido abacaxi antes", respondeu Vanessa, exausta.
Os homens riram da resposta dela.
"Você vai receber a minha porra também. Vamos ver se gosta mais desse gosto, sua gulosa", disse Carlos em tom de comando.
"Mas antes, quero dar uma olhada mais de perto aí embaixo", acrescentou ele, estendendo a mão para agarrar a nádega esquerda de Vanessa. Ele a afastou lentamente para o lado. Vanessa, ainda de quatro, olhou para trás alarmada. Carlos sorriu para ela enquanto deslizava o dedo médio direito na boca, claramente para umedecê-lo.
"Você ainda tem um buraquinho lindo aí", disse ele, num tom que fingia uma falsa benevolência paternal.
"Espera, deixa eu te ajudar", disse Pedro, ansioso.
Ele se inclinou sobre Vanessa, que estava de joelhos, agarrou as nádegas dela com firmeza usando suas mãos gordinhas e as afastou — arrancando dela um gemido alto. "Linda", sussurrou Carlos; ajoelhado logo atrás de Vanessa, ele tinha uma visão privilegiada do buraquinho do cu dela.
"Você gosta quando alguém brinca com o seu buraquinho?", perguntou Carlos calmamente, enquanto umedecia bem o dedo médio novamente.
"Mhm", suspirou Vanessa, ainda olhando para trás, por cima do ombro.
Eu estava me masturbando freneticamente, mal conseguindo me segurar. Eu sabia que gozaria no instante em que Carlos deslizasse seu dedo médio grosso para dentro do cu apertadinho da minha esposa. A ideia de Carlos dedando o cu dela era excitante demais.
Aquela cena me eletrizou: minha doce garota de quatro, Pedro debruçado sobre ela pela frente — suas mãos grandes apoiadas no traseiro dela, fazendo-o parecer tão delicado e pequeno enquanto ele afastava as nádegas para o amigo. Carlos, ajoelhado atrás dela, tirou o dedo médio da boca e o guiou lentamente em direção ao cu dela. Prendi a respiração, tomado por pura excitação.
"Você quer que eu deslize meu dedo no seu buraquinho?", perguntou Carlos.
"Mmhhmm", gemeu Vanessa, num sussurro quase inaudível.
"Me diga alto e bom som o que eu devo fazer e implore por isso, sua vadiazinha!", ordenou Carlos com rispidez.
Vanessa ofegou ao ouvir as palavras dele.
"Por favor, deslize seu dedo médio grosso para dentro do meu cu pequeno e apertado. Mas, por favor, tenha cuidado. Ainda sou muito apertada lá atrás", Vanessa sussurrou de forma submissa.
Ao ouvir isso, os olhos de Carlos brilharam e um sorriso ganancioso surgiu em seus lábios.
"Claro que vou ter cuidado."
A ironia em sua voz era inconfundível.
Infelizmente, eu não conseguia ver muito além do dedo dele desaparecendo entre as nádegas da minha esposa. Mas, a julgar pela reação dela, ele devia ter alcançado o cu dela. Ela deixou a cabeça cair entre os braços estendidos, soltou um gemido audível e um leve tremor percorreu todo o seu corpo.
"Que tesão!", gemeu Pedro, excitado, enquanto continuava a afastar as nádegas dela.
"UUUHHHHH." Vanessa soltou um gemido agudo e jogou a cabeça para trás. Seu corpo inteiro ficou rígido.
Imaginei que Carlos tivesse penetrado a entrada traseira dela com o dedo. Minha suspeita se confirmou quando olhei para o rosto dele — radiante de ganância e luxúria — e vi sua mão movendo-se calmamente para frente e para trás.
Vanessa gemia e choramingava incessantemente agora. Eu adoraria ter visto o rosto dela, mas, infelizmente, a perna grossa de Pedro — posicionada de lado bem na frente do rosto dela e bloqueando minha visão — me impedia de fazê-lo.
"Ah, é, sua vadiazinha... você gosta de ser fodida no cu, não é?"
Carlos atiçava ainda mais o tesão de Vanessa com suas palavras grosseiras; ela respondia apenas com gemidos ainda mais altos.
"Mais tarde, vou te foder com força."
Soava como uma ameaça.
A mão dele se movia cada vez mais rápido agora, e os gemidos e choramingos de Vanessa atingiram um novo patamar.
Pedro bateu com força na nádega direita dela duas vezes com a mão direita. "Meu Deus, seu cu é apertado! Meu pau já está ansioso por isso", riu Carlos com malícia.
Bem quando ele disse isso, ejaculei em um arco alto. Gozei com uma intensidade tão incrível que mal conseguia ficar de pé e deixei o binóculo cair no chão. Enquanto me recuperava do meu orgasmo violento, ainda conseguia ouvir os gemidos e choramingos altos de Vanessa, bem como as risadas dos dois velhos, através dos meus AirPods. Mas então, de repente, não consegui mais ouvir a Vanessa.
"Vamos continuar lá dentro." Foi o Carlos quem disse isso. "Quero foder você agora."
Abaixei-me e peguei meu binóculo. Quando voltei a focar na nossa varanda, o Pedro estava justamente ajudando a Vanessa a se levantar. Minha esposa parecia atordoada e exausta, mas, ao olhar para o rosto dela, tive certeza de que também conseguia perceber uma boa dose de desejo em sua expressão. E, assim que ficou de pé, ela passou os braços em volta do pescoço do Pedro e o beijou. Até o Pedro pareceu surpreso a princípio, antes de ceder, e eles começaram a se beijar com voracidade.
"Ei, seus pombinhos. Vamos continuar lá dentro!" Carlos interrompeu o momento de intimidade deles.
Ao se afastar do Pedro, a Vanessa olhou na minha direção. Ela fez isso de forma bem deliberada, pois sorriu e fez um sinal de positivo na altura da barriga para indicar que estava tudo bem.
“Vamos andando!" Carlos disse com firmeza, agarrando-a pela nuca com uma das mãos.
Sem oferecer resistência — como uma prisioneira —, ela deixou que Carlos a conduzisse até a porta. Antes de desaparecer dentro do nosso bangalô, seguida pelo Pedro, ela acionou rapidamente o interruptor na parede ao lado da porta. A luz da nossa varanda se apagou, e nada denunciava o que acabara de acontecer ali.
Respirei fundo e me recompus antes de subir a cueca e o short, guardar meu pau úmido e semirrígido, sair do meu esconderijo e caminhar a passos firmes em direção ao nosso bangalô.
Parei por um instante para recuperar o fôlego ao chegar aos degraus da varanda.
Subi os degraus devagar e em silêncio, entrando na varanda escura. Havia uma luz acesa dentro do nosso bangalô, e eu conseguia ouvir vozes pela janela aberta.
Ao planejar a noite, havíamos presumido que a maior parte da ação ocorreria dentro do bangalô. Como havia uma grande probabilidade de um dos dois homens fechar a porta da varanda depois de entrar, deixamos a janela aberta, na esperança de que passasse despercebida.
Sorri, satisfeita por termos nos preparados para diversas eventualidades.
Aproximei-me silenciosamente da janela aberta. Posicionei-me contra a parede à direita — entre a janela e a porta da varanda — de onde tinha uma visão clara do quarto e da nossa cama. Eu havia testado isso mais cedo naquela noite, até mesmo movendo a cama um pouco para garantir o melhor ângulo possível.
Com cuidado, espiei para dentro do quarto.
Vanessa estava ajoelhada no chão aos pés da cama, chupando o pau grande e duro de Carlos enquanto ele gemia alto de prazer. Eu os via de perfil, o que me dava uma visão excelente da cena. Com a mão direita, Vanessa masturbava Pedro, que estava ao lado do amigo. Eu apreciava muito a visão de Vanessa ajoelhada diante do homem mais velho, seus lábios deslizando repetidamente sobre seu membro avantajado. Suas mãos pequenas e delicadas — com unhas bem cuidadas — agarravam aqueles paus velhos e nodosos, criando um contraste impressionante.
Os gemidos dos homens e os sons úmidos da boca da minha esposa preenchiam o quarto e chegavam até onde eu estava.
A essa altura, ambos os homens já estavam completamente nus, e Vanessa também havia tirado suas sandálias de salto alto. "Caramba, você faz um boquete incrível. Sensacional!", gemeu Carlos enquanto tirava o pau da boca dela.
Pedro imediatamente agarrou Vanessa pelos cabelos e a puxou para si. "Ai", gemeu Vanessa, mas Pedro não se intimidou.
"Faça meu pau ficar duro de novo, sua vadia safada! Quero te foder mais tarde!"
Ele segurou a cabeça de Vanessa com as duas mãos, enfiou seu membro semi-flácido na boca dela e começou a foder sua boca com força e rapidez.
Carlos sorriu, inclinou-se, agarrou o seio esquerdo de Vanessa com força e deu um tapa nele com a palma da mão aberta.
"Que peitões", grunhiu ele, dando outro tapa no seio dela; nas duas vezes, ela soltou um gemido abafado.
Então Carlos puxou a cabeça de Vanessa para trás pelos cabelos, e o pau de Pedro — agora duro de novo — deslizou para fora da boca dela.
"Minha vez de novo", grunhiu Carlos, enfiando seu pau na boca de Vanessa.
Cheio de excitação, observei pela janela enquanto Vanessa tinha a boca fodida pelos dois velhos. Abaixei um pouco as calças e agarrei meu pau, que já estava duro de novo.
Os dois homens revezavam-se enquanto Vanessa os satisfazia oralmente.
De repente, Vanessa levantou-se e caminhou até a mesa de cabeceira ao lado da cama. Ela pegou o celular que havia deixado ali. Os dois homens continuavam de pé, aos pés da cama, com os paus duros, olhando para Vanessa com confusão.
— Ei, volte aqui! — resmungou Carlos, visivelmente irritado com a interrupção repentina do boquete.
Vanessa olhou para a dupla e cobriu a boca com a mão, assustada.
— Ai, meu Deus! — ela gaguejou.
— O que houve? — perguntou Pedro. Sua voz soava nervosa.
— Meu marido acabou de me mandar uma mensagem. Ele está voltando mais cedo e já saiu de lá — explicou Vanessa, com um olhar de pavor.
— O quê? Como assim, voltando mais cedo?
Carlos estava completamente atônito.
— Ele me mandou mensagem dez minutos atrás. Vocês precisam ir embora. Desculpem!
Admirei a capacidade de atuação de Vanessa. Se eu não fosse o marido dela, teria acreditado piamente. Ao mesmo tempo, percebi que Vanessa queria encerrar a situação sem usar a palavra de segurança que havíamos combinado. Ela tentava sair daquela situação permitindo que todos mantivessem a dignidade. A tensão começou a crescer dentro de mim. Poucos segundos antes, eu estava masturbando meu pau duro enquanto via Vanessa fazer sexo oral naqueles dois senhores mais velhos, mas agora todo o meu tesão havia desaparecido. Em vez disso, meus sentidos estavam aguçados e meus músculos tensos, prontos para invadir nosso bangalô e intervir imediatamente, dependendo de como as coisas se desenrolassem.
— Você não está falando sério, está?
A decepção na voz de Carlos era inconfundível.
— Estou sim.
Vanessa fez uma expressão de compreensão e assentiu lentamente.
— Merda! Eu nem gozei ainda! — Carlos praguejou em voz alta.
Vanessa caminhou lentamente em direção a Carlos até ficar bem na frente dele. Ela apoiou a mão direita espalmada no peito peludo dele e olhou para cima, para ele, de forma submissa.
— Se você quiser, posso terminar o serviço com a minha boca gostosa, grandão — ela sussurrou de forma lasciva. — Acho que ainda dá tempo para isso. Ela nem esperou pela resposta de Carlos. Sem tirar os olhos dele, ela se ajoelhou à sua frente. Ela envolveu com a mão direita o pau dele, grande e grosso — mal conseguindo fechar os dedos em volta dele — e o masturbou algumas vezes antes de envolver a glande grande e arroxeada com seus lábios carnudos. Carlos gemeu como um javali no cio.
Ela estava chupando a glande e estava prestes a tirá-lo da boca quando Carlos colocou sua mão enorme na nuca dela.
"Fica aí mesmo, sua putinha!"
Ele impulsionou os quadris para a frente, e seu pau grosso deslizou até a metade na boca de Vanessa. Carlos segurou minha esposa pelos cabelos e moveu os quadris rapidamente para frente e para trás. Mantendo a mão firme no meio do pau dele, Vanessa impedia que aquela monstruosidade penetrasse mais fundo em sua garganta — algo que o velho aceitou sem problemas. Pedro estava ao lado deles, masturbando-se enquanto observava o amigo foder a boca da minha linda e jovem esposa.
Mesmo do lado de fora, eu conseguia ouvir os estalos úmidos daquela chupada, bem como os arquejos e as engasgadas ocasionais da minha amada. Lentamente, a tensão em mim começou a diminuir, e senti minha excitação retornar aos poucos.
Carlos fodia a boca da minha esposa cada vez mais rápido, até que parou de repente os movimentos de estocada. Seu corpo inteiro começou a tremer violentamente, e ele soltou um gemido alto. Segurando a cabeça de Vanessa com as duas mãos e com o pau grosso pela metade dentro da boca dela, ele liberou seu desejo reprimido. O rosto de Vanessa ficou vermelho e ela começou a engasgar. Mas Carlos não teve piedade; ele segurou a cabeça dela com firmeza e despejou seu gozo na boca dela, estocada após estocada. Vanessa foi forçada a engolir, quisesse ou não.
Ao retirar o pau da boca dela, um último jato espesso do esperma de velho dele respingou no rosto de Vanessa. Uma mistura de saliva e sêmen escorreu da boca de Vanessa, desceu pelo queixo e pingou em seus peitos fartos. Carlos deu um passo para trás, balançando-se levemente.
"Que boca gostosa, que buceta de boca!" ele gemeu alto.
Vanessa, com o visual desgrenhado e exausta do sexo oral intenso, sorriu para Carlos.
"Ai, meu Deus, foi muita coisa!" ela suspirou, exausta.
Ainda acariciando o próprio pau, Pedro se posicionou entre Vanessa e Carlos.
"Você também vai levar uma carga no seu rosto lindo, sua vadia safada!"
Vanessa limpou o sêmen de Carlos do rosto com o dedo indicador e levou o dedo sujo de esperma à boca.
"Sim, por favor, goza essa carga de aposentado no meu rosto jovem e lindo, seu velho pervertido e desgraçado!" Vanessa gemeu de forma obscena. Ela lambeu o dedo indicador com gosto antes de inclinar a cabeça para trás e abrir bem a boca.
Lá fora, eu mal conseguia me controlar. Como eu tinha uma visão lateral, não perdi nada. Ver Carlos foder a boca de Vanessa e depois gozar dentro dela tinha sido incrivelmente excitante.
Observei, hipnotizado, Pedro parado com sua barriga grande e peluda diante da minha esposa ajoelhada, masturbando seu pau duro bem na cara dela. Vanessa estava com as mãos apoiadas nas coxas, a cabeça inclinada para trás e a boca bem aberta. Sua postura submissa me excitava ainda mais do que eu já estava. Meu pau estava tão duro quanto no começo e doía cada vez mais. Embora não me tocar fosse uma tortura absoluta, forcei-me a me segurar. Eu não queria gozar ainda. Queria guardar para depois, para a minha putinha conjugal. Ela teria de transar comigo depois, quer quisesse — ou conseguisse — ou não. Eu não estava nem aí!
Pedro desceu a mão livre e apertou com força o mamilo de Vanessa entre o polegar e o indicador. Um sorriso diabólico surgiu em seus lábios enquanto minha esposa começava a gemer baixinho, mas de dor. "Ah, é, você gosta disso, não é?" ele grunhiu, masturbando-se cada vez mais rápido. Ele continuava batendo a cabeça do pau contra os lábios de Vanessa, fazendo com que fios de líquido pré-seminal se esticassem continuamente entre a boca dela e a glande dele.
"Qual é, anda logo com isso, Pedro. Não quero estar aqui quando o velho dela chegar em casa", Carlos disse rispidamente ao amigo.
"Já estou quase lá", Pedro gemeu em resposta, puxando o mamilo dela com tanta força que ele se esticou todo e ela ofegou.
Eu fico incrivelmente excitado ao apertar ou puxar os mamilos de Vanessa, e sei que ela sente prazer com aquela dor gostosa, mas nunca os tinha puxado com tanta força quanto Pedro estava fazendo naquele momento. Prendi a respiração ao ver a expressão dela — ela tentava conter a dor que claramente sentia. Dava para ver nos olhos brilhantes de Pedro que era exatamente aquilo que o excitava. Ele deu um sorriso sádico enquanto observava Vanessa sofrer.
"Vamos! Deixa sair, sua gostosa!" Pedro grunhiu, torcendo o mamilo dela.
Aquilo foi demais para Vanessa. Um "Aaaahhhhh" alto, longo e dolorido escapou de seus lábios.
Era exatamente aquilo que Pedro esperava. Poucos segundos depois, ele gozou com um rugido alto, espirrando vários jatos de sêmen bem no rosto de Vanessa. Embora ela tenha se encolhido inicialmente quando o primeiro jato a atingiu, ela sorriu com os jatos seguintes e gemeu de prazer. Era óbvio que ela estava gostando daquela chuva de sêmen. Sem precisar que pedissem, ela então lambeu o pau de Pedro — que já estava amolecendo — até limpá-lo; algo que ele apreciou com uma expressão de pura satisfação. Quando ela finalmente soltou da boca o membro dele, agora flácido, ela sorriu para os dois homens mais velhos, com o rosto todo sujo de sêmen.
Não consegui evitar um gemido baixo ao ver todo aquele sêmen viscoso no rosto lindo dela — escorrendo lentamente pelas bochechas e pingando da ponta do nariz para os lábios carnudos, de onde ela o levava habilidosamente para dentro da boca com a língua. Assim como fizera no dia anterior com o estranho na praia — e antes com Carlos —, ela limpou o sêmen do rosto com o dedo, levou-o diretamente à boca e o engoliu.
"Mmmhhhh... Eu simplesmente adoro o gozo de vocês, velhotes. Obrigada!" ela murmurou com voz doce, antes de se levantar da posição de joelhos e dizer aos dois homens que se vestissem rápido e fossem embora, já que eu poderia aparecer a qualquer momento.
Observei enquanto ela se despedia de cada um deles com um beijo profundo e apaixonado, antes de sair silenciosamente da varanda. Apoiei-me na lateral da casa, fundindo-me à escuridão, e esperei até que Carlos e Pedro descessem os degraus e seguissem pelo caminho em direção aos outros bangalôs.
Respirei fundo antes de entrar no nosso bangalô vindo da varanda. Vanessa não estava no quarto, mas eu podia ouvi-la no banheiro. Olhando ao redor com incerteza, esperei que ela saísse. Não havia sinal de que, apenas alguns minutos antes, ela estivera transando com dois velhos pervertidos.
Então, finalmente, a porta do banheiro se abriu e Vanessa entrou no quarto, ainda completamente nua. Ela levou um susto inicial ao me ver, mas logo se acalmou.
Ficamos parados um de frente para o outro, incertos, apenas nos olhando sem dizer uma palavra. Imaginei que ela devesse ter lavado o rosto no banheiro, pois não conseguia ver nenhum vestígio de sêmen nele.
"Marco... eu..." ela finalmente quebrou o silêncio, hesitante.
Eu a interrompi levantando a mão.
"Não diga nada, querida! Está tudo bem!"
Apesar do bronzeado uniforme, era evidente que os dois homens a haviam manuseado com brutalidade. Marcas avermelhadas eram visíveis em seus seios, bem como em seus quadris e coxas.
Ela ficou ali parada, olhando para mim com incerteza.
"Eu simplesmente não consegui..." ela recomeçou. Não foi além disso, pois dei dois passos rápidos em sua direção, abracei-a e a trouxe para perto.
"Você fez exatamente a coisa certa, meu amor", sussurrei.
E ela realmente tinha feito. Exatamente como havíamos combinado de antemão: que ela poderia cancelar a operação a qualquer momento se não quisesse levar o plano adiante. Ela até conseguiu realizar tudo sem que fôssemos descobertos pelos homens.
Senti-a tremendo levemente e respirando fundo.
"Eu te amo!" sussurrei em seu ouvido. Vanessa olhou para mim, e vi a dúvida e a incerteza em seu rosto, mas também uma imensa sensação de alívio que minhas palavras haviam, evidentemente, despertado nela. Ela pressionou os lábios contra os meus, e ficamos assim por um tempo.
Então ela se afastou do meu abraço e, ao passar lentamente por mim, sua mão roçou no meu pau — aparentemente por acaso. Ela olhou por cima do ombro, sorriu para mim e foi em direção à nossa cama, onde se deitou de costas. Aquele toque no meu pau não tinha sido acidental. Vanessa olhou para mim com uma expressão sedutora e virou-se de bruços. Ela abriu as pernas, dobrando a direita enquanto mantinha a esquerda esticada. Olhei para o meio das pernas dela e vi seus lábios se separarem, revelando de forma convidativa sua fenda aberta. Diante daquela visão excitante, meu pau estremeceu instantaneamente dentro da calça, e caminhei lentamente em direção à cama sem tirar os olhos de Vanessa; ela olhava para trás, por cima do ombro, acariciando a coxa dobrada com a mão direita. Sua mão deslizou da nádega para o meio das pernas. Fazendo movimentos circulares com os dedos, ela massageou o clitóris e começou a gemer.
Parei diante da cama e observei enquanto ela deslizava os dedos indicador e médio para dentro de sua buceta, que já estava visivelmente molhada. Um gemido longo e prolongado preencheu o quarto. Vanessa olhava fixamente para o meu rosto enquanto se masturbava. Meu olhar alternava entre a expressão de prazer dela e suas nádegas. Seus gemidos e os sons úmidos e estalados de sua buceta acompanhavam aquele espetáculo erótico.
— Coloque mais um dedo! Quero ver você se foder com três dedos! — ordenei com uma voz alta e dominante, que não admitia contestação.
Vanessa fez um "O" com a boca e franziu profundamente a testa ao forçar também o dedo anelar para dentro da buceta. Observei-a por mais alguns instantes enquanto ela se masturbava, mas não consegui me segurar por mais tempo e praticamente arranquei minhas roupas. Com o pau balançando, subi na cama. Segurei a mão de Vanessa, afastei-a de sua intimidade e enfiei meu pau duro direto na buceta molhada dela, sem hesitar. Mantendo as mãos nas costas dela para segurá-la na posição, comecei a fodê-la com força e rapidez. Eu queria terminar o que aqueles dois homens não tiveram permissão para fazer — algo que minha esposa desejava ardentemente, mas de que acabou desistindo, provavelmente por medo. Além disso, eu precisava liberar toda a luxúria reprimida que vinha crescendo dentro de mim há horas.
Acelerei o ritmo, fodendo Vanessa de forma rápida, intensa e incansável.
"Isso... Me dá! Me fode com força!", Vanessa me incentivava em meio aos seus gemidos altos e constantes.
"Estou te fodendo exatamente como você merece, sua vadia safada", eu disse entre dentes, fazendo força.
"Vadia casada e safada", acrescentei, desferindo um tapa forte na nádega direita dela — que estava redonda e exposta graças à perna dobrada.
Vanessa soltou um grito alto.
"Seu voyeur pervertido!", ela retrucou de forma provocante.
Dei outro tapa firme; o som ecoou com nitidez. Puxei meu pau duro para fora, apenas para enfiá-lo de volta até o talo em um movimento fluido. Como um louco, fodi-a sem me conter, até que o corpo inteiro de Vanessa ficou subitamente rígido e sua buceta apertou meu pau com força. No instante seguinte, ela começou a se contorcer incontrolavelmente e gritou durante o orgasmo.
Sem desanimar, mantive o ritmo e continuei fodendo-a com força. Vanessa soltava gemidos cada vez mais agudos, e eu só conseguia mantê-la na posição fazendo um esforço enorme. Depois de um tempo, quando ela já apenas gemia baixinho e estava quase imóvel sob mim, tirei meu pau da buceta dela, que escorria fluidos; ele estava completamente coberto pelos sucos dela, brancos como leite. Vanessa gemeu mais uma vez e ficou ali, respirando com dificuldade. Ela soltou um gemido suave enquanto eu passava os dedos pela fenda molhada dela algumas vezes. Enquanto fazia isso, usei a outra mão para afastar a nádega direita dela e observei seu cuzinho franzido e levemente escurecido. Deslizei meus dedos úmidos da buceta até o orifício anal e pressionei com firmeza usando a polpa do polegar.
"Você gostou quando o Carlos meteu o dedo no seu cu?"
"Mmhhmmm", Vanessa apenas suspirou.
Aumentei a pressão sobre o ânus dela e, lentamente, centímetro a centímetro, meu polegar afundou naquele buraquinho deliciosamente apertado. Os gemidos de Vanessa ficaram mais altos novamente. Já não soavam como cansaço, mas como excitação crescente.
"Aahhh, é, tão bom", ela suspirou, sentando-se e ficando de quatro — quase obedientemente.
Ela olhou para trás, sorrindo com luxúria e olhos semicerrados.
"Por favor, enfia seu pau no meu cu apertado", ela gemeu de forma vulgar.
Fiz isso com o maior prazer. Mas, desta vez, pulei o lubrificante de propósito. Em vez disso, massageei o ânus dela com os fluidos da buceta e cuspi com força duas vezes — o que, em ambas as ocasiões, arrancou um grito agudo de Vanessa. Posicionei a cabeça inchada do meu pau contra o cu dela — uma cena incrivelmente pervertida, já que ele parecia grande demais para o buraco onde estava prestes a entrar. Aquela visão me deixou ainda mais excitado.
"Agora estou fodendo seu cu apertado, sua vadia safada!" eu disse, aumentando a pressão contra o cu dela.
Vanessa respirou fundo e depois soltou o ar em arquejos curtos.
Na verdade, estava mais difícil do que da última vez — provavelmente pela falta de lubrificante —, mas nem isso nem os gemidos altos de Vanessa me impediram; continuei empurrando a cabeça do meu pau com mais força contra o cu dela. Vanessa gemia cada vez mais alto, mas não fez nada para me impedir. Aos poucos, bem devagar, a cabeça do meu pau forçou a abertura do esfíncter dela.
Continuei empurrando até que a cabeça do meu pau desaparecesse completamente dentro do cu dela, em câmera lenta. Vanessa soltou um grito agudo, prendeu a respiração e depois expirou em arquejos curtos. Com cuidado, mas com firmeza, deslizei meu pau totalmente para dentro do reto dela.
"Aaahhhh... poooorra," ela gemeu, batendo na cama com a palma da mão aberta.
Dei a ela um momento para se acostumar a ter meu pau dentro do cu — e a mim mesmo também, já que o esfíncter dela apertava meu membro duro com força e eu precisava me ajustar à pressão que ela exercia no meu pau ereto.
"Ai, meu Deus! Você é tão apertada!" rosnei e comecei a estocar lentamente.
Eu sabia que não duraria muito. O cu dela era apertado demais, e muita luxúria havia se acumulado dentro de mim nas últimas horas.
"Estou apertada demais para você?" Vanessa perguntou.
A voz dela soava tensa.
"Ou você prefere só assistir outros homens fodendo meu cu, seu voyeur pervertido?"
"Seu cu apertado é perfeito! Uma verdadeira obra-prima", eu disse com autoridade, puxando meu pau quase totalmente para fora do cu dela antes de enfiá-lo de volta com força total. "Ah... porra", ela gemeu.
A provocação dela — me chamar de voyeur pervertido — fez com que eu deixasse de lado qualquer contenção, e comecei a foder o cu dela de forma rápida e implacável. Era assim que ela queria. Então, ela teria o tratamento completo.
Vanessa cravou os dedos nos lençóis e emitia sons desconexos. Acelerei o ritmo novamente. O som da minha virilha batendo contra as nádegas fartas dela e seus gemidos incrivelmente altos preenchiam o quarto, alimentando ainda mais meu desejo de foder minha esposa com força.
Vanessa levou a mão entre as pernas e começou a estimular o clitóris freneticamente.
Continuei estocando com força no cu dela até que, finalmente — cedo demais —, gozei soltando um grito potente. No exato momento em que despejava meu sêmen dentro dela, Vanessa atingiu o orgasmo novamente, soltando um gemido longo e prolongado.
Esvaziei-me completamente dentro dela e, em seguida, retirei gentilmente meu pau do cu dela. Vanessa suspirou baixinho; ela mudou a posição de apoio das mãos para os antebraços, deixando a cabeça pender entre os ombros. Ainda ouvindo seus gemidos baixos, observei meu sêmen escorrer do orifício dilatado dela e cair na cama, formando uma pequena poça. Uma visão excitante!
Alguns minutos depois, estávamos deitados de lado, um de frente para o outro. Vanessa segurou minha mão e me deu um sorriso tímido enquanto eu acariciava seus cabelos.
"Foi bom para você?" ela perguntou, hesitante.
Olhei para ela, confuso.
"Bom?" perguntei, espantado. "Foi absolutamente incrível!"
Vanessa sorriu e apertou minha mão com mais força.
Eu queria saber por que ela havia mandado aqueles dois homens mais velhos embora. A pergunta estava na ponta da língua o tempo todo. Mas decidi não perguntar diretamente sobre isso.
"Mas fiquei surpreso por você ainda querer um sexo tão bruto depois de mandar o Carlos e o Pedro embora", disse eu.
Vanessa desviou o olhar por um instante antes de voltar a encarar meus olhos.
"O que você achou de me ver com os dois?" ela perguntou, ignorando meu comentário.
Eu não queria dizer a coisa errada, já que supunha que Vanessa os havia mandado embora porque a situação estava ficando bruta demais ou porque ela temia o que mais eles poderiam fazer com ela. Por outro lado, ela não parecia nem um pouco desconfortável.
Afinal, ela não havia resistido a nada e provocara os dois homens repetidamente com palavras e comentários obscenos. Mesmo depois de fingir que eu chegaria mais cedo em casa, conforme o planejado, ela tomou a iniciativa de fazer sexo oral nos dois — ou melhor, deixou que eles comessem a boca dela. Então, qual era o verdadeiro motivo da mudança de atitude?
Formulei minha resposta com cuidado e de forma evasiva.
— Foi excitante para mim ver como você deixou aqueles dois velhos fazerem o que queriam com você. E tive a impressão de que você também estava gostando — respondi deliberadamente.
Como ela não disse nada — apenas continuou me olhando —, continuei:
— E, antes de entrar no bangalô, você fez um sinal de positivo para mostrar que estava tudo bem. Por isso fiquei surpreso quando você anunciou de repente a eles que eu estava chegando.
Vanessa desviou o olhar de mim e assentiu quase imperceptivelmente. Seguiu-se um breve silêncio. Aguardei ansiosamente pela resposta dela.
— O quanto isso te excitou? — ela perguntou, mais uma vez ignorando habilidosamente meu comentário anterior.
— Muito — admiti de forma concisa.
Vanessa olhou para mim novamente — desta vez com mais intensidade. Ela soltou minha mão e passou a acariciar meu peito.
— Você gozou?
Ela percebeu a surpresa em meu rosto com a pergunta.
— Me diga se você se masturbou e gozou enquanto aqueles velhos tarados faziam o que queriam comigo! — ela disse, deslizando a mão pelo meu abdômen até o meio das minhas pernas. Ela agarrou meu pau e o apertou com firmeza.
Suas ações e palavras obscenas me pegaram de surpresa novamente, mas também fizeram meu pênis, antes flácido, ganhar vida outra vez. O que diabos estava acontecendo com essa mulher? — perguntei-me.
— Sim, eu gozei — gemi.
Os olhos dela brilharam para mim — não com raiva, mas com luxúria e desejo voraz. Ela começou a acariciar meu pau, que prontamente inchou ainda mais em sua mão. Não havia dúvida: ela me tinha na palma da mão, literalmente.
— Me diga quando você gozou! — Ela acelerou o ritmo da masturbação, e eu podia sentir meu gozo subindo lentamente de novo.
— Quando o Carlos meteu os dedos no seu cu — gemi.
Vanessa parou de me masturbar e me lançou um olhar que era, ao mesmo tempo, sensual e cúmplice.
— Por que você gozou bem naquela hora?
Ela passou as unhas pelo meu pau duro, de cima a baixo, provocando uma sensação de formigamento em todo o meu corpo. Respirei fundo antes de responder. "Foi tão excitante ver o Pedro afastar as bandas da sua bunda enquanto o Carlos enfiava o dedo no seu cu."
Os músculos do maxilar de Vanessa se contraíram e ela soltou um suspiro suave ao ouvir minhas palavras.
"Seu safado!" ela ofegou. "Então você curte ver outros homens transando com a sua esposa!"
Vanessa apertou meu pau com força.
"É, eu curto", gemi.
Ela deslizou os dedos indicador, médio e anelar para dentro da minha boca, usando-os para se apoiar nos meus dentes inferiores, enquanto a outra mão voltava a me masturbar furiosamente. Ela estava como uma fera; num contraste absoluto com sua natureza geralmente submissa, ela se mostrava incrivelmente dominante naquele momento. Eu gemia e ofegava com a forma bruta como ela me manipulava. Era diferente do que eu estava acostumado — já que geralmente eu assumia o papel dominante —, mas era absolutamente incrível. Senti meu gozo prestes a explodir e mal conseguia me manter deitado de costas.
"Foi excitante, o jeito que aqueles garanhões mais velhos me usaram", disse Vanessa.
Ela desacelerou a mão abruptamente e tirou os dedos da minha boca.
"Eles eram tão incrivelmente dominantes e impositivos." "Aquilo me excitou demais."
Sua voz trêmula denunciava o desejo.
Ela acariciou a extensão do meu pau totalmente ereto e passou as unhas pela glande inchada.
"Não foi pesado demais para você?" perguntei.
Vanessa olhou para mim com um ar sonhador. Tive a impressão de que ela estava imaginando a cena ali mesmo.
"Foi bruto e, às vezes, até doloroso, mas a excitação que senti foi fenomenal. Eles simplesmente me pegaram do jeito que queriam, sem pensar em mim."
Ela sorriu para mim.
"Mas o que mais me excitava era saber que você estava assistindo. Aquilo era o auge do prazer para mim!"
Ela começou a acariciar meu pau com mais firmeza novamente. Eu gemi.
"E o fato de você ter se masturbado e gozado enquanto assistia... isso me excita loucamente de novo", ela murmurou de forma sedutora.
Vanessa deslizou pelo meu corpo e posicionou a cabeça entre as minhas pernas.
"O que você está planejando, querida?" perguntei, excitado, embora já imaginasse o que viria a seguir.
Vanessa pressionou meu pau duro contra a minha barriga e o acariciou suavemente. Olhei para baixo e vi seus olhos brilhando enquanto ela se concentrava nos meus testículos.
"Quero agradecer por ter tornado essa experiência possível para mim", explicou Vanessa, sem tirar os olhos dos meus testículos.
No instante seguinte, ela pressionou seus lábios carnudos contra o meu pau e deslizou a boca para cima e para baixo pelo corpo dele várias vezes.
Senti seus lábios macios no meu membro e soltei um gemido profundo e intenso.
Enquanto eu me perguntava se aquela mulher simplesmente não se saciava hoje, Vanessa sussurrou de forma sedutora:
"Você sabe o que dizem: coisas boas vêm em três. Já engoli o gozo daqueles dois velhos hoje. Agora quero o seu também!"
As palavras dela fizeram uma onda de excitação percorrer todo o meu corpo.
"Ai, meu Deus", gemi, segurando as laterais da cabeça com as duas mãos e entregando o controle à minha amante. Os lábios dela deslizaram pelo meu pau até os testículos, que ela acariciou com a boca. Ela alternava a sucção dos meus testículos, uma sensação que me fazia soltar um gemido agudo de prazer a cada vez.
A maneira como ela me mimava estava me deixando louco. Ela voltou a acariciar meu pau duro com uma mão enquanto lambia meus testículos com prazer. Em pouco tempo, meu saco estava completamente molhado e escorregadio, e eu conseguia sentir o excesso de saliva escorrendo da boca de Vanessa pelo meu períneo até a fenda da minha bunda. Os gemidos suaves de Vanessa e os sons úmidos de sua língua foram ficando mais altos aos meus ouvidos. Meu orgasmo crescia, lenta, mas inevitavelmente. Eu já me preparava para gozar quando minha esposa, tomada pelo desejo, me surpreendeu mais uma vez.
Prendi a respiração enquanto a língua de Vanessa deslizava para baixo, alcançando meu períneo. Eu nunca havia experimentado nada parecido; sentir a boca dela ali embaixo era uma sensação absolutamente inebriante. Instintivamente, ergui levemente o quadril para lhe dar melhor acesso. Os sons úmidos de sua boca se misturavam aos meus gemidos cada vez mais intensos. Bem quando eu saboreava plenamente a sensação da língua dela em meu períneo, ela pousou a mão na minha nádega esquerda e a afastou para o lado.
"Oooaaahhhhh," soltei um gemido alto ao sentir os lábios e a língua dela contra o meu cu.
Fiquei tenso de surpresa e olhei para baixo, atordoado. A boca de Vanessa se afastou instantaneamente do meu ânus; ela olhou para cima, de entre as minhas pernas, sorrindo e piscando para mim.
"Eu disse que queria te agradecer. Agora é só aproveitar, querido."
No instante seguinte, ela lambeu meu cu novamente, e eu respondi com um suspiro alto. Era uma sensação única sentir a língua dela contra o meu ânus. Um formigamento diferente de tudo que eu já havia sentido antes percorreu meu corpo. Ela foi cobrindo minha entrada traseira com cada vez mais saliva, e eu comecei a relaxar. A ponta da língua de Vanessa começou a penetrar levemente o meu cu, desencadeando uma onda de prazer nova e inesperada. Enquanto isso, ela continuava acariciando meu pau.
Não consegui me segurar por mais tempo.
"Aahh, estou gozando", exclamei, perdendo totalmente o controle.
Vanessa rapidamente envolveu a cabeça do meu pau com os lábios e deixou que eu gozasse dentro da boca dela. O orgasmo foi intenso, embora o volume do meu esperma parecesse relativamente pequeno — o que não surpreendia, já que eu havia gozado três vezes naquela noite.
Vanessa continuou chupando meu pau, literalmente me esvaziando por completo.
"Ai, meu Deus, por favor, para!", eu praticamente implorei, tentando me afastar porque estava hipersensível.
Vanessa finalmente teve pena de mim e soltou meu pau da boca com um estalo suave. Ela passou os lábios pela cabeça do meu pau mais algumas vezes, sorrindo, antes de finalmente parar.
"Isso faz de você o terceiro homem hoje a gozar na minha boca", ela riu. Depois que Vanessa adormeceu em meus braços, fiquei imaginando o que aconteceria a seguir entre nós. Nós definitivamente havíamos cruzado uma linha naquele dia: Vanessa participara de atos sexuais com outros homens bem na minha frente, e eu havia permitido. Embora não tivesse chegado a uma relação sexual completa, minha esposa havia se submetido sexualmente àqueles dois aposentados e oferecido voluntariamente seu corpo quente a eles. Lembrei-me da linguagem obscena que eles usaram com ela e da maneira bruta como a haviam manuseado. Suas nádegas ainda estavam vermelhas pelos tapas fortes que ela havia recebido, e os sinais do tratamento bruto de Carlos e Pedro ainda eram visíveis em seus seios e mamilos.
Antes das nossas férias, eu jamais teria imaginado que a Vanessa permitiria que alguém a humilhasse daquela maneira — muito menos que concordaria em transar com outro homem bem na minha frente.
Naquela noite, eu havia testemunhado pessoalmente o quanto a Vanessa tinha abraçado seu papel como objeto sexual submisso; ela mesma admitia que achava excitante ser dominada daquela forma.
Como tantas vezes nos últimos dias, eu me perguntava até onde ia, de fato, a veia submissa da Vanessa.
A maneira como ela reagiu no momento em que entrei no nosso bangalô, mais cedo, tinha sido incrivelmente excitante. Até poucos minutos antes, eu jamais teria imaginado que ela faria rimming em mim.
Nossa vida sexual — que já era extraordinária antes da viagem — havia atingido um patamar totalmente novo graças às experiências dos últimos dias. Eu a havia possuído analmente pela primeira vez, gozado em sua boca e em seu rosto, enfiado meu pau até o fundo da garganta dela e muito mais. Parecia que agora ela estava disposta a deixar que eu fizesse o que quisesse com ela.
Sorri para mim mesmo ao pensar em ter uma ninfomaníaca como esposa.
Agora, era hora de descobrir o que mais ela estaria disposta a fazer. Não era apenas vê-la sendo cortejada por outros homens e transando com eles que constituía uma experiência nova e excitante para mim; a sensação de poder que eu exercia sobre a Vanessa era o que realmente me fascinava.
Por isso, sentia-me compelido a manter — ou até ampliar — essa influência. Eu queria que a Vanessa continuasse se envolvendo com outros homens, mas apenas com a minha permissão e com parceiros que eu tivesse escolhido para ela. O perigo, no entanto, era que ela tomasse tanto gosto pelo sexo com outros homens a ponto de acabar fazendo isso às escondidas, sem me contar. Eu precisava evitar essa possibilidade a todo custo, pois era algo que eu jamais poderia aceitar. Foi com esse pensamento final que acabei adormecendo.
Quando acordei na manhã seguinte, Vanessa ainda dormia profundamente. Deixei-a dormir e fui tomar banho. Eu estava curioso para ver o que o dia reservava.
Vanessa ainda dormia quando voltei do banheiro. Vê-la nua na cama me excitou instantaneamente, mas me contive e a acordei gentilmente. Ela olhou para mim com olhos cansados e uma expressão de exaustão. Queria ficar na cama, pois não tinha ânimo para se levantar. Aceitei prontamente o desejo dela e fui tomar café da manhã sozinho.
Mesmo depois de eu voltar do café, Vanessa continuava deitada na cama, cochilando. A princípio, fiquei preocupado, mas ela me garantiu que estava tudo bem e que estava apenas incrivelmente exausta e cansada do esforço do dia anterior. Ao mencionar o "esforço", ela sorriu para mim, piscou o olho e me deu um beijo carinhoso. Queria ficar no bangalô e descansar. Ofereci-me para fazer companhia, mas ela claramente não queria isso. Disse que eu não deveria perder o tempo bom e que deveria ir à praia. Minha esposa sorriu amorosamente para mim, e percebi que ela queria ficar sozinha.
"Eu te amo", ela sussurrou, dando-me um beijo terno. Nossas línguas se encontraram e brincaram carinhosamente uma com a outra por um breve momento.
"Obrigada de novo por me deixar ter aquela experiência ontem", ela disse suavemente, olhando para mim com um ar sonhador.
"Você já me agradeceu", respondi. "E de um jeito bem especial também — caso tenha esquecido", acrescentei, piscando o olho.
Vanessa corou e desviou o olhar por um instante.
"Você gostou?" ela perguntou.
Sorri e revirei os olhos de forma brincalhona.
"Com certeza! Foi incrível sentir sua língua no meu cu." "Ai, meu Deus", Vanessa gemeu, cobrindo a boca com a mão, alarmada, e olhando para mim com os olhos arregalados.
Adoro aquela expressão no rosto dela quando está envergonhada.
Senti-me excitado novamente, e meu pau começou a reagir.
"Fiquei realmente surpreso por você ter feito aquilo", eu disse, acariciando gentilmente a bochecha dela.
"Lamber meu cu", acrescentei rapidamente, e Vanessa ficou vermelha como um pimentão.
Meu pau já estava pulsando dentro da calça. Vanessa precisou de um momento para se recompor depois da maneira como eu havia colocado as coisas. Dei a ela esse tempo sem dizer mais nada, embora mantivesse meu olhar intenso fixo nela o tempo todo.
"Depois do que aconteceu com Carlos e Pedro ontem, eu ainda estava tão agitada que nem mesmo o sexo com você depois — que foi incrível, aliás — foi suficiente."
Ela deu de ombros, apertou os lábios e me lançou um olhar inocente.
"E quando eu estava lambendo seus testículos e vi minha saliva escorrendo pelo seu períneo... bom, foi aí que tive a ideia."
"Adoro quando você é tão safada", respondi. "E obrigado por me proporcionar essa experiência incrível."
Dei-lhe um beijo carinhoso e terno. Mas ainda havia uma pergunta queimando em meus lábios — uma que eu queria fazer desde a noite anterior.
"Por que você parou?", perguntei diretamente a ela.
Vanessa hesitou e pareceu pensativa. Sua resposta veio hesitante.
"Eu não sei... aquilo realmente me excitou, a maneira como eles me trataram... como me apalparam e deslizaram os dedos na minha buceta enquanto eu chupava os paus deles..., mas, quando chegamos ao bangalô, eu simplesmente não me senti pronta para transar com eles..."
Ouvi atentamente, mantendo-me em silêncio mesmo quando ela fez uma breve pausa — provavelmente buscando as palavras certas.
Finalmente, ela continuou.
"...Eu... eu simplesmente não estava pronta para transar com outra pessoa além de você..."
Ela olhou para mim com incerteza, mordiscando levemente o lábio inferior.
"...e eu também estava com um pouco de medo."
"Medo?" perguntei surpreso, embora já desconfiasse um pouco disso.
Vanessa assentiu.
"Sim, eu estava com medo de fazer isso. De cruzar essa linha também."
Ela fez uma pausa novamente e respirou fundo; seu peito subia e descia.
"Isso é ruim? Você ficou decepcionado por eles não terem transado comigo?" Vanessa perguntou baixinho, quase ansiosa.
"Meu Deus, meu amor! Não, de jeito nenhum. Você fez tudo certo. Você não precisa fazer nada que não queira. Foi isso que combinamos antes. Então, sua decisão foi absolutamente a correta!" eu disse, tentando tranquilizá-la sobre a escolha que ela havia feito.
Eu falava com sinceridade. Apesar de todas as fantasias e ideias ousadas que eu tinha, o mais importante sempre foi que Vanessa agisse voluntariamente — porque *ela* queria —, em vez de fazer algo apenas porque *eu* queria, sem que ela desejasse o mesmo.
Eu a tomei nos braços e a abracei com força. Eu suspeitava que ela tivesse parado por medo, embora imaginasse que fosse porque ela achava que as coisas poderiam ficar pesadas demais. Aquele jeito dela — mais uma vez tímido e hesitante — me excitava. Olhei para o rosto dela, vi seu olhar acanhado e acariciei seus seios fartos — suavemente no início, depois com um pouco mais de firmeza. Vanessa continuava me olhando com aquela expressão incerta. Decidi ali mesmo que, em algum momento, teria que fazer uma espanhola de verdade com ela. Enquanto minha mão deslizava lentamente por entre as pernas dela, ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior.
Passei o dia na praia, aproveitando o tempo lindo e quente. Felizmente, tínhamos esclarecido as coisas antes; acho que foi importante para nós dois. Foi reconfortante saber por que a Vanessa tinha terminado tudo — mas também saber que ela não se arrependia de verdade, o que significava que não havia nada entre nós.
Com um sorriso nos lábios, lembrei-me com carinho de como, depois, massageei ternamente o clitóris da Vanessa com o polegar e a estimulei com os dedos até o orgasmo antes de ir embora.
Foi então que uma ideia me ocorreu. Tirei o celular do bolso e busquei o contato que eu queria. Após um breve momento de hesitação, apertei o botão verde de chamada. O telefone tocou algumas vezes e eu já estava prestes a desligar — sem esperar que alguém atendesse — quando uma voz finalmente falou do outro lado.
"Alô? Oi?"
Precisei de um momento para me recompor.
"Alô? Quem fala?" perguntou a pessoa do outro lado, impaciente.
"Alô, Rodrigo?" perguntei, hesitante.
"Sou eu", veio a resposta inconfundível. "Quem fala?"
"É o... hã... Marco. Você se lembra de mim?"
"Hã... o Marco da praia... hã... sabe?", acrescentei hesitante, já que não houve resposta imediata.
"Ah, com certeza! Como eu não me lembraria de você?" disse Rodrigo em voz alta. Sua voz soava agradavelmente surpresa.
"Ou melhor, da sua esposa... haha."
"É bom ter notícias suas, Marco. O que posso fazer por você?"
"Bom, eu queria saber se a sua oferta de me deixar dar uma olhada na sua casa ainda está de pé", perguntei, hesitante.
"Claro que a oferta ainda está de pé", ele praticamente gritou ao telefone.
"Mas só se a sua adorável esposa vier junto também", acrescentou ele, com uma gargalhada alta.
"A Vanessa também vai", eu disse, embora nem tivesse perguntado a ela ainda. "Escute, Marco! Vou dar uma pequena festa no jardim amanhã à noite. Alguns amigos, conhecidos e colegas de negócios meus e da minha esposa estarão lá. Nós ficaríamos muito felizes em receber vocês dois também. O que me diz?"
Assim como ontem, chamou-me a atenção o fato de ele mencionar a esposa o tempo todo.
"Acho que dá para combinar", eu disse ao Rodrigo.
"Ótimo! Maravilha! Olha, receio ter que desligar agora. Mas podemos conversar com calma amanhã. Mando nosso endereço mais tarde. Até lá!"
Ele desligou antes mesmo que eu pudesse me despedir. De certa forma, fui pego de surpresa e já não tinha certeza se ligar para o Rodrigo tinha sido uma boa ideia. Na verdade, eu nem sabia ao certo por que havia ligado para ele ou o que esperava alcançar. Tinha sido mais um impulso intuitivo.
Por outro lado, eu não era obrigado a ir. Mas talvez não fosse ruim ele ter nos convidados para uma festa no jardim, onde haveria outros convidados.
Voltei para o bangalô no fim da tarde, mas não encontrei a Vanessa — o que me surpreendeu, já que ela pretendia descansar. Imaginei que ela tivesse saído para caminhar e, como ela não estava por perto mesmo, decidi de repente tomar uma cerveja no bar da piscina. Caminhei pelas dependências do hotel procurando pela Vanessa, mas não a vi em lugar nenhum. Quando cheguei à piscina, vi-a de pé no bar, imersa em uma conversa animada com o Lucas. Senti um aperto no coração. Será que os receios que eu nutria estavam realmente se concretizando?
Entrei rapidamente no corredor que ligava o saguão do hotel à área da piscina. Para não chamar a atenção, peguei o celular e fingi ler algo enquanto olhava discretamente na direção do bar da piscina.
Vanessa usava uma legging esportiva cinza e curta, que se ajustava firmemente ao seu traseiro. A linha do sulco glúteo, claramente visível, separava nitidamente as nádegas, fazendo-as parecer ainda mais volumosas do que o habitual. Ela combinava a peça com uma blusinha branca justa de alças finas e chinelos brancos simples.
Como o bar não estava muito cheio — o que era comum —, Lucas aparentemente tinha tempo para conversar longamente com minha esposa. O ciúme surgiu dentro de mim. Decidi enviar uma mensagem de WhatsApp para a Vanessa.
"Oi, querida. Onde você está? Estou no bangalô, mas não te encontro em lugar nenhum."
Esperei um pouco e, finalmente, Vanessa pegou o celular. Os ícones de confirmação da minha mensagem ficaram azuis, e o indicador mostrava que ela estava digitando uma resposta. Fiquei curioso.
"Oi, amor. Estou no bar da piscina, conversando um pouco com o Lucas." "Espero que esteja tudo bem. Volto logo."
Fiquei surpreso com a resposta dela, pois meio que já estava preparado para ouvir alguma mentira. Mas não foi o caso. Senti um alívio e me repreendi pela minha desconfiança maldosa.
"Beleza! O papo está bom?" respondi.
Logo em seguida, enviei uma segunda mensagem — uma com um claro duplo sentido.
"Como assim, volta logo? ??"
Demorou um pouco para a mensagem da Vanessa chegar. Pelo visto, ela tinha muita coisa para escrever.
"Haha, seu safado. Olha só o que está passando pela sua cabeça! É algo totalmente inocente! Ele me contou que é casado, tem dois filhos e está se sentindo muito culpado agora porque me beijou."
Abri um sorriso ao ler a mensagem dela. O coitado está se sentindo culpado, pensei, bem na hora em que meu celular vibrou de novo.
"Estou voltando agora."
Então, tive que correr para chegar ao bangalô antes dela. Vanessa já estava se despedindo de Lucas e indo em direção à piscina. Antes de sair, flagrei o olhar cheio de desejo de Lucas enquanto ele observava o traseiro de Vanessa se afastando. Ele provavelmente estava imaginando como seria a bunda nua dela se ela ficasse de quatro na sua frente e ele a possuísse por trás — pensei isso com um sorriso, atravessando o saguão do hotel a passos largos para conseguir chegar ao nosso bangalô antes dela.
Enquanto caminhava para o bangalô, fiquei imensamente feliz por Vanessa ter me dito a verdade em vez de mentir, como eu temia inicialmente. Eu conseguia praticamente sentir meu cérebro produzindo e liberando hormônios da felicidade.
Ainda no caminho de volta, decidi que iríamos à pequena festa no jardim do Rodrigo, no dia seguinte. Também queria fazer uma surpresa para a Vanessa e não contar para onde iríamos.
Sorri ao imaginar a reação dela quando, inesperadamente, desse de cara com o homem cujo pau ela havia chupado espontaneamente na praia.......





Realmente longo e muito prazeroso