De Chefe a Vadia em uma Só Noite



O crachá da conferência pesava como chumbo no meu pescoço — um lembrete constante de que eu estava desperdiçando uma semana preciosa bancando a turista corporativa. Eu havia construído uma empresa de consultoria de sucesso justamente para não precisar mais fazer coisas assim e, no entanto, lá estava eu. Tudo por causa de Carlos — meu novo e incrivelmente persuasivo assistente —, que fizera aquela sua melhor cara de "cachorrinho abandonado". "Não posso ir a uma conferência de vários dias sozinho, Vanessa. Não conheço ninguém lá. Vai ser muito constrangedor."

Então, eu cedi. Pelo bem da equipe.

Agora, na primeira noite, a recepção de boas-vindas obrigatória era um tipo especial de inferno. Conversa fiada interminável sobre tendências do setor, vinho barato em copos de plástico e Carlos irradiando uma energia que eu simplesmente não conseguia compartilhar. Ele estava bonito — tinha que admitir. A camisa esticava sobre seus ombros largos, e seus olhos — de um azul incrivelmente límpido — varriam a multidão como se ele procurasse alguém específico.

Então, ele os encontrou.

Dois caras se separaram de um grupo, sorrindo abertamente e com intimidade enquanto davam tapinhas nas costas de Carlos. Eram do mesmo tipo. Jovens e musculosos, emanavam uma autoconfiança que beirava a arrogância. Carlos se virou para mim, com um sorriso um tanto afiado demais.

"Vanessa, estes são velhos amigos meus da universidade. Rodrigo e Eduardo. Pessoal, esta é a minha chefe, Vanessa."

Rodrigo — de cabelos pretos curtos e físico definido que a camiseta justa não conseguia esconder — segurou minha mão. O aperto de mão era firme; o polegar dele roçou minhas articulações por um segundo a mais do que o necessário. "Fico feliz em saber disso. O Carlos não mencionou que a chefe dele... é uma visionária em mais de um sentido."

Eduardo, loiro e com uma risada surpreendentemente calorosa, concordou com a cabeça. "Ele escondeu isso de nós. Este bar de hotel meia-boca não está à altura de uma apresentação como esta. Nós conhecemos um lugar melhor."

Uma hora depois, nós quatro estávamos espremidos em um banco de couro gasto, num bar à meia-luz que cheirava a madeira velha e frutas cítricas. As bebidas eram fortes, e os caras não davam trégua. Eles trocavam histórias e incluíam Carlos em relatos dos tempos de faculdade — aventuras vagas o suficiente para despertar curiosidade, mas concretas o bastante para criar imagens vívidas. Meu incômodo começou a diminuir, suavizado pelo Aperol e pela atenção exclusiva de três homens muito atraentes.

Carlos desempenhava com perfeição o papel de assistente encantador, mas notei os olhares que ele trocava com os amigos. Eram olhares carregados de significado. Aquele não era um encontro casual.

Rodrigo inclinou-se para a frente; seu antebraço roçou no meu sobre a mesa. O contato foi eletrizante. "Então, dona da sua própria empresa. Isso é impressionante. Você certamente está acostumada a conseguir o que quer."

"Eu dou conta do recado", respondi, bebendo um gole da minha bebida e sustentando o olhar dele.

"Acredito", respondeu ele em voz baixa. "Tenho a impressão de que você é uma mulher completamente diferente fora do escritório. Que, por trás de toda essa postura profissional, esconde-se uma mulher que sabe realmente se divertir."

Eduardo sorriu e tocou meu pé com o dele por baixo da mesa. "É, o Carlos disse que você era... reservada. Mas não vejo isso. Vejo alguém só esperando o incentivo certo para se soltar."
Senti o calor subir ao meu rosto. Olhei para Carlos, que apenas ergueu uma sobrancelha — um desafio silencioso. Você queria que eu fizesse networking, chefe. Pois é isso que estou fazendo.

A conversa enveredou por águas perigosas. Eles começaram a falar sobre festas passadas, sobre limites tênues e decisões erradas tomadas da melhor maneira possível. Não estavam sendo vulgares, mas as insinuações eram claras. Falavam de experiências compartilhadas, da emoção única de estar em desvantagem numérica quando toda a sua atenção estava... ocupada.

A mão de Rodrigo pousou no encosto do banco, logo atrás dos meus ombros — sem me tocar, mas me envolvendo com sua presença. "Não há nada como aquele momento de pura expectativa, não é? Quando você sabe exatamente o que está por vir e só precisa esperar. A tensão é a melhor parte."

Eduardo assentiu, com o olhar fixo em mim. "A expressão no rosto de uma mulher quando ela finalmente decide parar de pensar e apenas sentir. Quando ela se dá permissão para aceitar tudo o que lhe é oferecido. Isso é a coisa mais excitante do mundo."

Carlos me observava com um olhar intenso. Ele deixava que eles falassem, enquanto seus amigos me atraíam com suas palavras e sua proximidade. O ar entre nós ficou pesado, carregado de tudo o que não diziam, mas que estava tão claramente implícito. Minha armadura profissional se dissolveu, deixando minha pele hipersensível. Cada toque acidental do braço de Rodrigo, cada vez que o joelho de Eduardo esbarrava no meu, fazia um arrepio percorrer meu corpo.

Eu era uma mulher casada. Uma empresária. Eu tinha trinta e três anos, pelo amor de Deus. Mas, naquele banco, cercada pela juventude deles e pela confiança óbvia e brincalhona, senti uma emoção que não experimentava há anos.

A voz de Rodrigo era um murmúrio baixo bem perto do meu ouvido, sua respiração quente. "Você está pensando demais, Vanessa. Estamos apenas curtindo. Amigos tomando uma bebida."

Mas não era só isso. Era uma negociação. Uma sedução. E eu estava chocantemente perto de aceitar os termos deles.

Carlos finalmente falou, com a voz calma, porém firme. “A casa do Rodrigo fica logo ali na esquina. O sofá dele é umas mil vezes mais confortável do que este banco. Podemos continuar lá. A noite está só começando.”

Três pares de olhos estavam fixos em mim. Eles aguardavam. A pergunta pairava no ar, pesada e inconfundível.

Bebi o restante do meu Aperol; o gelo tilintou alto no silêncio repentino. Senti meu coração bater contra as costelas em um ritmo frenético. Aquela era uma ideia muito, muito ruim.

Lancei um olhar que ia do sorriso cúmplice de Carlos aos olhos famintos de Rodrigo e ao sorriso encorajador de Eduardo.

Meu marido está em casa, sussurrou uma voz sensata na minha cabeça.

Outra voz — mais alta, impulsionada pelo álcool e pelo desejo — sussurrou: E daí?

Respirei fundo, sentindo o ar carregado de eletricidade.

Por fim, os dedos de Rodrigo afastaram deliberadamente uma mecha de cabelo da minha bochecha; seu toque era leve como uma pluma, porém avassalador. “Então, o que você decide, Vanessa?”

A pergunta dele ecoou — uma sílaba única e inebriante que abafou qualquer pensamento racional. O rosto do meu marido, a pilha de relatórios na minha mesa, a rotina tranquila da minha vida comum... tudo isso se dissolveu sob o calor do olhar de Rodrigo e o calor do Aperol correndo em minhas veias.
Sorri — um sorriso lento, que se abria aos poucos, algo que eu não sentia há anos. "Então vamos para a casa do Rodrigo."

Uma energia coletiva, intensa e elétrica, crepitava entre os três homens. O sorriso de Carlos era puro triunfo; seus olhos azuis faiscavam. "Com certeza. Vamos nessa."

O trajeto foi um borrão de luzes de rua e risadas. Eu sentia nitidamente a presença deles ao meu redor — uma muralha de músculos e determinação masculina. Rodrigo caminhava perto de mim, à esquerda, com o ombro ocasionalmente roçando no meu. Eduardo estava à minha direita, e sua risada grave fazia o ar da noite vibrar. Carlos ia à frente, olhando para trás de vez em quando com um ar que prometia algo selvagem.

E eu sentia os olhares deles. Eu os sentia. Sabia exatamente para onde olhavam: para o balanço dos meus quadris sob a saia curta e justa, e para a maneira como minha blusa se esticava sobre meus seios a cada passo. Uma pulsação quente e líquida começou a surgir no meu íntimo — uma batida latejante que fazia minha buceta pulsar de desejo a cada movimento. Minha buceta está vibrando de tesão pensei, e a crueza vulgar desse pensamento me deixou ainda mais molhada.

O apartamento de Rodrigo era exatamente como eu havia imaginado: um espaço minimalista dominado por um sofá enorme e baixo, com vista para a cidade. O ambiente tinha um cheiro de limpeza — sabonete com um leve toque de suor. O santuário de um fanático por academia.

"Bebida?" perguntou Rodrigo, já indo em direção a um armário.

"Com certeza", disse Carlos, com a voz um pouco alta demais, um pouco ansiosa demais. Ele me observava, avaliando minha reação.

Eduardo se jogou no sofá e se esticou com a elegância casual de um atleta. Ele bateu no estofado ao seu lado. "Venha, Vanessa. Fique à vontade. Você passou o dia todo de pé."

Sentei-me; o couro estava fresco contra a minha saia fina. Rodrigo me entregou um copo com um líquido âmbar — uísque puro. Seus dedos roçaram nos meus — um toque deliberado e demorado que parecia uma marca de posse.

Carlos pegou sua bebida e permaneceu de pé, como um predador rondando a presa. "Então, Vanessa. Esses dois idiotas acabaram de me dizer que não acreditam em mim."

"Acreditam no quê?" perguntei, tomando um gole. O uísque queimou minha garganta — uma sensação familiar e bem-vinda.

— Que minha nova chefe é incrivelmente gostosa — disse Carlos, com palavras diretas e carregadas de intenção. — Eu disse a eles que você comanda uma empresa multimilionária, é brilhante pra caramba e tem um corpo simplesmente deslumbrante. Eles acharam que eu estava só falando merda.

Rodrigo sentou-se no braço do sofá, bem ao meu lado; a coxa dele pressionava meu braço com firmeza e calor. — Ele foi modesto — murmurou Rodrigo, com a voz baixa e rouca. Ele já não olhava para o meu rosto; seus olhos escuros estavam fixos no decote em V da minha blusa. — As fotos no site da empresa não mostram... tudo isso.

O ar ficou pesado; senti dificuldade para respirar. Eduardo inclinou-se para a frente, com o cabelo loiro captando a luz. — Nós três vivemos momentos intensos na faculdade. Mas o Carlos sempre dizia que as coisas ficariam ainda mais intensas aqui fora, no mundo real. Acho que ele tinha razão.

Então vieram as perguntas — um ataque coordenado disfarçado de conversa casual.

— Essa saia fica incrível em você — disse Rodrigo, deixando o olhar descer para as minhas pernas. — Afinal, quão curta ela é? — A risada de Eduardo era um som quente e convidativo que contrastava com suas palavras. — Qual é, cara, não pergunta. Só aproveita a vista. Olha como ela sobe pelas coxas dela quando ela está sentada.

Meu rosto corou — um calor que não tinha nada a ver com o álcool. Minha buceta se contraiu, sentindo-se vazia e desesperada. Mudei de posição no sofá, e o movimento fez a saia subir um pouco mais. Não a puxei para baixo.
Carlos se aproximou; o contorno do pau dele estava claramente visível através da calça justa. "Você gosta da atenção, não é, Vanessa? Você não é a chefe durona agora. É apenas uma mulher que quer sentir prazer."

"Eu..." A palavra foi uma confissão sussurrada. Sim. Deus, sim.

"Diga-nos o que você quer", Eduardo insistiu, pousando a mão no meu joelho nu. O toque dele era elétrico, enviando um arrepio direto para o fundo da minha alma. O polegar dele começou a traçar pequenos círculos lentos na minha pele. "Somos todos amigos aqui."

A mão de Rodrigo juntou-se à investida; os dedos dele deslizaram pela minha coxa, empurrando o tecido da saia para cima. "Ela não está usando nada por baixo", anunciou ele, a voz carregada de desejo. Os dedos dele roçaram a pele nua do meu quadril, logo abaixo do osso púbico. "Eu sabia, porra. Dava para perceber pelo jeito que você anda."

Um gemido escapou de mim. As mãos deles estavam em mim, as palavras deles estavam dentro de mim, e eu estava derretendo sob a intensidade de tudo aquilo. Carlos parou à minha frente e se inclinou, trazendo o rosto para a altura do meu. Ele cheirava a uma colônia limpa e marcante e ao calor masculino.

"Pensei nisso", sussurrou ele, a voz destinada apenas a mim. "Todo maldito dia no seu escritório, observando você comandar o ambiente. Pensei em arrancar você desses ternos e forçá-la a ficar de joelhos."

As palavras dele eram uma ordem que meu corpo desejava desesperadamente obedecer. O último vestígio da minha resistência se despedaçou.

Minhas mãos, que estavam cerradas no meu colo, moveram-se por conta própria. Levei-as aos botões da blusa; meus dedos estavam desajeitados, mas determinados. Mantive o olhar fixo no de Carlos enquanto desabotoava um por um e afastava a seda para revelar meu sutiã de renda preta, com meus seios transbordando pelas bordas.

Um som coletivo e faminto surgiu dos homens. A mão de Rodrigo deslizou da minha coxa para a minha barriga, a palma espalmada e quente contra a minha pele.

"Exatamente assim", Eduardo me incentivou com a voz rouca. A mão dele subiu mais pela minha coxa, as pontas dos dedos roçando a entrada da minha intimidade. Estremeci com o toque; uma onda de puro desejo percorreu meu corpo.

Carlos se endireitou, com uma expressão de desejo voraz. Ele abriu a calça, e o som do zíper foi a coisa mais alta na sala. Rodrigo e Eduardo fizeram o mesmo — um coro de cintos e zíperes.

Levantei o olhar, com a respiração presa no peito. Eles estavam parados em semicírculo ao meu redor — três paus duros e grossos libertos de suas prisões. Eram todos grandes, com veias saltadas e duros como pedra, projetando-se em minha direção. O cheiro masculino deles preenchia o ar.

Meu coração batia forte contra as costelas. Minha blusa estava aberta, meus seios pequenos mal cobertos pelo sutiã de renda. Minha saia estava arregaçada na cintura, deixando-me completamente exposta do umbigo para baixo. O ar fresco tocando minha boceta úmida me fez estremecer.

Carlos pousou uma mão firme em meu ombro. "Você sabe o que fazer, Chefe."

O mundo se resumiu aos três paus diante de mim. Deslizei para fora do sofá, com os joelhos batendo no carpete macio. Olhei para cima, percorrendo com o olhar cada um daqueles paus duros.

Eduardo sorriu para mim e começou a se acariciar lentamente. "Abra a boca bem, Vanessa."
Abri a boca e Eduardo não esperou. Ele deslizou o pau pela minha língua — uma invasão grossa e salgada que fez meus olhos lacrimejarem. Tive ânsia de vômito na hora; o som foi feio e cru no apartamento silencioso. Droga, ele é enorme. Meus próprios dedos encontraram o caminho entre meus lábios molhados quase sozinhos, esfregando freneticamente o clitóris em movimentos circulares.

“Assim mesmo, Vanessa”, murmurou Carlos, sua voz um ronco grave de aprovação que ressoou no fundo de mim. “Mostra para a gente como você é boa em chupar pau.”

Rodrigo riu — um som áspero e ávido. “Olha só para ela. Aquela boca doce foi feita para isso. Ela chupa como uma profissional.”

As palavras deles me inundaram, sujas e quentes. Eduardo investiu mais fundo, os quadris batendo contra o meu rosto, e eu aguentei. Aguentei tudo. Minha garganta se relaxou para acomodá-lo, e a saliva se misturou ao líquido pré-seminal deles, escorrendo pelo meu queixo. Sons obscenos e úmidos preenchiam o ar. A pressão no meu ventre tornou-se insuportável; meus dedos trabalhavam meu clitóris mais rápido, com mais força. Estou quase lá. Vou gozar.

“Ela está no limite”, grunhiu Eduardo, fodendo minha boca em um ritmo constante. “Olha a mão dela. Ela está se fodendo com os dedos enquanto engasga com os nossos paus.”

Foi só o que bastou. Meu orgasmo me atravessou — uma onda silenciosa e estridente de pura sensação que deixou meu corpo rígido. Minha buceta se contraiu com força e minhas coxas tremeram violentamente enquanto o prazer — agudo e absoluto — eletrizava meus nervos. Tive espasmos ao redor do pau de Eduardo, e meus sons de ânsia se transformaram em gemidos abafados de alívio. Antes mesmo que eu pudesse recuperar o fôlego, mãos fortes estavam sobre mim. Rodrigo me levantou e me virou de costas para o sofá. Ele não precisou de convite. Uma mão agarrou meu quadril, a outra guiou seu pau e, com uma única estocada brutal, ele entrou na minha buceta. Ai, meu Deus. Soltei um grito, mas ele foi abafado quando Carlos se aproximou imediatamente e encheu minha boca aberta com o pau dele.

Rodrigo me fodeu com força e profundidade; seu corpo musculoso de academia batia contra a minha bunda a cada estocada. O estalo seco e ardente da mão dele na minha nádega ecoou pelo quarto — uma dor aguda que se transformou em um calor profundo e irradiante. "Que buceta gostosa!", ele rosnou, dando outro tapa na minha bunda. "Você recebe meu pau tão bem. Você curte isso, não é? Você adora ser a nossa putinha da teleconferência."

Eu só conseguia responder com gemidos, enquanto as vibrações ao redor do pau de Carlos o faziam rir. O ritmo de Rodrigo era implacável; ele estocava minha buceta molhada, me dilatando com perfeição. Bem quando senti outro orgasmo chegando, ele saiu com um som úmido e uma risada grave.

Eduardo surgiu instantaneamente. Sem hesitar. Ele penetrou minha buceta já bem usada; a grossura dele tinha um formato diferente e excitante. Ele imediatamente impôs um ritmo impiedoso, com as mãos apertando meus quadris a ponto de deixar marcas. Carlos tirou o pau lubrificado da minha boca e sorriu para mim com aquele olhar arrogante e cúmplice — o tipo de olhar que deveria ter me deixado irritada, mas que, em vez disso, me deixou ainda mais molhada. Ele bateu o corpo do pau contra a minha bochecha; o impacto ardeu levemente. "Abre a boca", ele ordenou, e quando obedeci, ele empurrou os testículos pesados para dentro da minha boca. "Chupa!"

O gosto dele — de todos eles — estava na minha língua. Obedeci e chupei os testículos dele enquanto Eduardo me socava por trás. O mundo era um turbilhão confuso de sensações: a boca sendo esticada, a penetração profunda e intensa, a dor na bunda pelas estocadas de Rodrigo. Era demais. Era tudo.
Gozei novamente; Carlos abafou meu grito enquanto minha buceta ordenhava o pau de Eduardo durante aquele clímax avassalador.

Mas eles não me deixaram descansar. Braços me envolveram, me levantaram, me carregaram por uma porta e me jogaram em uma cama grande. O edredom fresco pareceu incrível contra minha pele quente. Eu estava de quatro, ainda tremendo, quando Carlos se posicionou atrás de mim. Ele esfregou a cabeça do pau contra meus lábios úmidos e depois desceu, circulando meu cu apertado e virgem.

"Isso é meu, Vanessa", ele sussurrou, a voz carregada de um calor possessivo. Ele pressionou — apenas a ponta — e a sensação de ardência foi incrível. Ofeguei. Ele bateu na minha bunda; a ardência aguda me fez estremecer. "Relaxa, vadia. E recebe meu pau do caralho." Ele empurrou de novo, com mais força, e a extensão dele começou a deslizar para dentro do meu cu. Era uma sensação de alongamento insuportável e perfeita — uma plenitude suja que me fez ver estrelas. Ele começou a se mover, desferindo estocadas curtas e fortes que incendiavam cada terminação nervosa. Ele batia na minha bunda no ritmo das estocadas, cada golpe me levando mais perto do limite. Gozei com um soluço entrecortado, meu corpo convulsionando ao redor do pau que me invadia.

Desabei de bruços, ofegante e exausta. Os caras ainda estavam duros, ainda prontos. Eduardo recostou-se nos travesseiros. "Vem aqui, vadia! Cavalga meu pau."

Rastejei sobre ele e me abaixei sobre sua ereção; um suspiro escapou dos meus lábios quando ele preencheu minha buceta dolorida. Rodrigo foi para a cabeceira da cama e deslizou o pau para dentro da minha boca faminta. Eu o recebi profundamente, engasgando por reflexo, e amei a maneira como minha garganta se esticava para acomodá-lo.

Então senti Carlos atrás de mim novamente; suas mãos afastaram as nádegas da minha bunda. A ponta do pau dele, lubrificada pelos meus fluidos, pressionou minha bunda já bem fodida. Ele empurrou — devagar desta vez, implacavelmente — me abrindo completamente mais uma vez. A penetração dupla era avassaladora — uma sensação de ser totalmente reivindicada, possuída e usada.

"Ordenha meu pau, sua buceta safada!" Carlos gemeu enquanto suas estocadas dentro do meu cu se transformavam em uma batida profunda e rítmica. "Olha só para você. A chefe tão certinha. Recebendo nossos paus como se tivesse nascido para isso. Agora você não passa da nossa vadia de foda."

A humilhação queimava junto com o desejo. "Sim", gemi, com o pau de Rodrigo na boca. "Só a vadia de vocês."

"Mais forte", implorei, com a voz rouca. "Por favor, me fode mais forte." Eles não precisaram ouvir isso duas vezes.

Rodrigo agarrou meu cabelo e fodeu minha garganta com total devoção. Eduardo investia dentro de mim, as mãos apertando meus seios, brincando e puxando meus mamilos eretos. O ritmo de Carlos dentro do meu cu acelerou; cada estocada enviava um choque pelo meu corpo. Eu era um brinquedo, uma vadia para o prazer deles, e me sentia mais livre do que nunca.

Carlos gemeu primeiro, o corpo ficando tenso atrás de mim. "Porra... direto no seu cu quente, Chefe!" Uma onda quente e repentina explodiu dentro de mim, cobrindo meu interior com seu sêmen. Eduardo veio logo depois; ele apertou mais meus quadris enquanto investia em mim, e sua ejaculação pulsou fundo dentro da minha buceta, acompanhada por um grito gutural.

Rodrigo tirou o pau da minha boca e se masturbou rapidamente. Ele grunhiu, e o primeiro jato quente de esperma caiu na minha bochecha. Outro na minha testa. Outro nos meus lábios. Abri a boca e senti o gosto salgado enquanto ele gozava na minha língua.

Fiquei ali, empalada em Eduardo — o esperma de Carlos escorrendo do meu cu, o de Rodrigo no meu rosto — ofegante. O quarto cheirava a sexo, suor e a nós.

Carlos se afastou lentamente e riu baixinho. "E isso foi só o primeiro dia."

Foto 1 do Conto erotico: De Chefe a Vadia em uma Só Noite

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Ficha do conto

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Nome do conto:
De Chefe a Vadia em uma Só Noite

Codigo do conto:
270691

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
25/08/2026

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