Com tesão no meu amigo hétero e bebâdo no banho pt.2



Recobro a noção, arrumo minha calça e vou até minha gaveta para procurar para ficar longe do campo de visão de Rogério, para que não perceba a ereção entre minhas pernas. Escuto ele se secar e resmungar sozinho, me pergunto se teria a ver comigo ou a família dele, mas é provável que devia ser só o álcool agindo. A porta se abre e Roger sai do banheiro, com a toalha branca enrolada na cintura e cabelos ainda molhados. Estava ainda mais atraente.
— Que rápido. — converso do outro lado do quarto.
— Só molhei o corpo, estava com medo de dormir no chuveiro, então saí logo. — ele explica.
— Ainda enjoado? — pergunto preocupado.
— Não, estou melhor, o banho funcionou. Só preciso dormir mesmo.
— Avisou sua família?
Roger fecha o olho por alguns segundos.
— Farei isso agora.
— Faça, eles devem estar preocupados.
— Sim, sem dúvidas. Onde estão minhas roupas? — ele pergunta mudando de assun-to.
— Ali. — aponto para um dos cantos da cama — Mas espera, você vai dormir de calça jeans? Isso não é nada confortável.
— Não vou dormir de cueca ou pelado na sua cama.
Jogo nele o pijama que estava em minha mão.
— Tome, use esse, vai dormir melhor assim.
Roger observa o short e camiseta de tecidos finos.
— Só estou aceitando porque sei que não vai me deixar em paz até eu aceitar.
— Que bom que você sabe. Vou tomar banho, não faça nada de errado. — digo procurando outro pijama para mim.
— Vou me comportar, pai. — debocha.
Por meio do espelho do meu armário em minha frente, vejo ele de costas retirando a toalha e se sentando na cama para se vestir. Tenho uma visão rápida de sua bunda peluda. Parecia ser bem fofinha, não imaginava que ele teria uma comissão traseira tão agradável quanto a da frente. Balanço a cabeça e levanto para tomar meu banho.
Entro no pequeno banheiro e retiro minhas roupas, porém me assusto com o tamanho do meu membro ao abaixar a cueca, estava ereto como nunca antes. Meus dezenove centímetros de pênis pulsavam de maneira incontrolável. Pensar tanto em Roger trouxe consequências, grandes consequências. A imagem de sua bunda foi o limite, preciso desse homem carnalmente. Ponho a mão esquerda na minha própria bunda e a aperto, com a direita fricciono meu pênis, tudo isso imaginando ser Roger a fazer esses atos em mim. Paro os movimentos com a mão e deixo que minha cintura faça os movimentos, continuando a masturbação. Cuspo no meu pau e sigo, dou até um leve tapa em minha bunda, mas fico estático ao ouvir duas batidas na porta.
— Celo, onde deixo a toalha? — Roger pergunta sem abrir a porta.
Meu pau pulso só de a ouvir aquela deliciosa voz.
— Pode deixar na janela do quarto ou na da sala, onde preferir.
Ele não responde, mas escuto seus passos indo embora.
— É melhor eu entrar nesse chuveiro logo. — falo sozinho.
A água cai fria em minha pele, aliviando minha tensão do dia. Foi um dia estressante, não que seja uma surpresa, qualquer dia naquela escola era assim. Um banho gelado corta minha tensão sem dificuldades, porém meu tesão era outra história. Em situações normais sim, mas hoje não. As imagens do corpo de Roger dominam minha mente novamente quando pego o sabonete e vejo pelos ali presentes. Sou depilado, então meus não eram, aqueles pelos eram dele. Passo o sabonete pelo meu liso corpo preto imaginando os lugares do corpo de Roger que ele havia se esfregado. Esfrego meus peitos pensando nos dele, desejando passar minha língua nos salientes mamilos que ele tinha. Depois desço minha mão para meu pênis e me masturbo enquanto passo o sabão em meu saco, lembrando da grossura e pelos do largo e flácido membro dele. Fantasio aquele cacete duro, devia ser pouca coisa menor que o meu ou até maior, não importava, tamanho não era documento, o homem ao redor daquela genitália valia bem mais. Mas a grossura é algo que valorizo e o de Roger isso tinha com certeza, o peso que guardava na cueca indicava isso e o pouco que vi no mictório confirmava. Acelero o ritmo da punheta, mas com deslizo o sabonete pelo meu corpo na mesma velocidade lenta. Chego na bunda e o passo entre as nádegas, tocando meu ânus. Sentir o sólido e rígido sabonete roçar na minha entrada me faz pensar no pau de Rogério. Solto um gemido e deixo o objeto cair.
— Porra! — xingo baixo, porém deixo o sabão ali mesmo.
Com uma das mãos ainda presente entre minhas nádegas, tento enfiar um dedo no meu ânus e consigo. Não era a primeira vez que fazia isso e coisas maiores já entraram ali, então foi fácil. Me pergunto se Roger já havia enfiado um dedo em si ou se o cu era virgem e apertado ainda. O rabo dele era lindo demais, queria me enfiar por inteiro nele, rosto e pinto, quero consumir tudo que esse homem tem a oferecer. Sinto que estou quase gozando, enfio outro dedo em mim e mordo os lábios com força para não gemer alto. Minhas pernas tremem enquanto vários jatos brancos saem de minha uretra.
Fico parado sentindo a água cair sobre mim, agora parecia estar mais gelada do que antes. Meu corpo havia perdido o calor, meu tesão havia ido embora e minha noção infelizmente voltado a mim. Tiro os dedos do rabo e finalizo o banho, entretanto nunca me senti tão sujo. Sei que o álcool afetou meu senso, contudo não posso tirar minha parcela de culpa, eu realmente desejo Rogério como nunca desejei alguém. Carnalmente acima de tudo, mas talvez de outras formas também. Eu queria a amizade dele e talvez mais, eu não sei, estou confuso. É melhor não pensar em mais nada, um bom cochilo é tudo que preciso. A única coisa que tenho que manter em mente é que Roger é um homem com família e meu amigo, apenas. O resto reflito depois.
Saio do banheiro já vestido e me deparo com o quarto vazio. Na hora sigo para a sala com medo dele ter ido embora, porém o encontro deitado no sofá usando sua calça jeans, parece que minha insistência não foi o bastante. Estava dormindo com o celular na mão e TV ligada, e apesar da minha instrução, deixou a toalha jogada no braço do meu sofá. Fico aliviado de vez, Rogério estava bem e seguro, pronto para voltar para sua família em segurança de manhã. Não me orgulho do meu ato no banheiro, porém, pelo menos alguma boa ação consegui fazer hoje. Observo o rosto dele dormindo, estava tão sereno, ele parecia exausto antes. Deve acordar bem tarde amanhã. Resolvo tentar carregar ele para o pôr na cama, mas acabo sem querer derrubando o celular dele no chão. Pensei que ele fosse acordar com o barulho, mas permanece deitado. O aparelho caiu de tela para cima, menos mal, não tenho condições de pagar o conserto de qualquer celular. Tiro o objeto do chão e a tela acende na hora, me deparando com várias informações. A primeira era o horário, já era 02:27 da madrugada. A outra era a foto de fundo, nela havia uma criança, pela aparência eu deduzo ser o filho dele. E a última coisa que me chama atenção era a notificação de um aplicativo de mensagem que eu conhecia muito bem, um aplicativo de relacionamento e pegação. Relacionamento e pegação homossexual.

*Esse e todos os meus contos são trechos do meu livro erótico gay "Professores (Nada) Encantadores" disponível gratuitamente via e-book.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Com tesão no meu amigo hétero e bebâdo no banho pt.2

Codigo do conto:
268411

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
27/07/2026

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