Fudendo na banheira com meu amante do trabalho

Trabalhar na banheira já tinha entrado na minha rotina, o que não pode ser a coisa mais higiênica do mundo ou segura para meus materiais, mas não é como se eu me preocupasse com isso, apenas tento manter meu computador longe o suficiente da água.
        Enquanto lia o enunciado de uma questão, escuto passos vindo em minha direção.
— Minha nossa, o que é isso? — Roger se espanta com a cena.
— Me passa essa caneta do lado do computador, favor?
        Ele obedece, ainda me observando em silêncio.
— O que foi? Não estuda antes de dar suas aulas?
— Eu ia dizer que sim, mas olhando você agora fico até com vergonha de dizer que sim. Que produção, viu.
        Roger coloca o notebook no colo e se senta no vaso.
— Está pronto nossa janta.
— Já? Quanto tempo estou aqui? — Tento ver a hora na tela do computador.
— Umas meia hora, quarenta minutos, acredito.
— Caramba, nem percebi, acabei me distraindo com o trabalho.
        Noto que a água realmente já não está quente como antes.
— Acabou se entretendo, eu diria. Se eu tivesse uma dessas também me perderia no tempo trabalhando. — Roger diz passando a mão na espuma.
— Me perco antes mesmo dessa banheira. — explico — Agora só me estresso menos.
        Roger se levanta, e junto a ele sua cueca carregando uma pesada mala também.
— Tranquilo? — ele questiona.
— Demais. E você? — retruco
— Melhor só aí dentro contigo.
        Coloco o livro de lado junto do computador e me espreguiço nas águas.
— Então vem.
— Eu vou fazer bagunça. — uma malícia característica dele domina a fala.
— Que bom que não vou precisar pedir…
        Rogério vem em minha direção e entra na banheira, monta por cima de mim e me beija freneticamente. Ele me segura com força, me impedindo de me mexer e afogar, preocupação a qual eu o agradeço por ter tomado. Levo minha mão para as costas dele e ao descer sinto o tecido molhado de sua cueca ainda no corpo, porém ela não me impede de explorar aquele território. Tento abaixá-la por debaixo das águas, mas a pressão do pênis de Roger junto do pouco espaço me impede, pelo menos minha tentativa faz ele perceber minha vontade e o faz por mim. Roger solta a boca de mim e levanta o corpo para retirar a peça, liberando todo seu tamanho. Infelizmente nem tenho tempo para admirá-lo dessa vez, ele retorna ao beijo com mais fúria do que antes, fazendo a água da banheira reagir,
— Eu disse que ia fazer bagunça. — Roger diz no meu ouvido.
        Continuamos a nos beijar enquanto nossos membros roçam embaixo da espuma. Fico tentado a levantar um pouco minhas pernas para que Roger se esfregue em minha entrada, porém me controlo. Consigo ouvir meus gemidos durante nosso beijo, que parecem dar apenas mais estímulo ao meu parceiro. Consigo sentir sua mão passar pelo meu corpo, contudo a espuma me impede de ver sua ação. Nosso pecado escondido agora se escondia até de mim e isso apenas me dá mais estímulo. Não quero me controlar mais.
        Forço meu corpo para me levantar e mudo nossas posições, mas dessa vez fico de costas para ele. Noto que a água se acostumou com nossos corpos e parou de vazar.
        Me viro e o vejo deitado, me admirando. O pênis dele pulsa debaixo de minha bunda.
— Me come. — suplico — Por favor.
        Roger puxa meu corpo para o peito dele e segura minhas pernas, fecho os olhos e sinto toda sua grossura abrir caminho dentro de mim. Sua glande me tira um alto gemido, porém ao sentir o resto de seu membro me acostumo, apesar da dor persistir. Faz tempo que eu não dou sem lubrificante, me choco por ele ter entrado tão fácil e também por ele não ter hesitado em me comer sem camisinha. Ou melhor, não ter hesitado em me obedecer. Duas surpresas positivas.
        Ele acelera o ritmo, me tirando mais gemidos suponho, o som do bater d’água e do saco dele dominam o banheiro. Levo minha mão ao meu membro meia bomba e me masturbo rápido, quase que no ritmo das estocadas. Roger também leva a mão e tenta me ajudar, porém nego.
— Só me come, meu bem.
        Roger obedece e me deita mais, aproveita para beijar meu pescoço. Movimento a cabeça para trazê-lo de volta para meus lábios, comando qual ele entende. A língua dele segue lenta dentro da minha boca, diferente do pau dele dentro do meu cu. Ambas as mãos apertam meus peitos com força, parecia que ele queria arrancá-los de raiva e isso apenas me dava mais estímulo. Estou quase gozando, eu sinto, largo meu pênis e tento me soltar de Roger. Ele impede, me segura com mais força na verdade e diminui o ritmo das estocadas, começa a ir fundo em mim agora. Não solto nenhum gemido, meu gozo é a única coisa que sai de mim naquele momento. Meus olhos se enchem de lágrimas e minhas pernas tremem, sinto Roger ainda dentro de mim, pulsando. Ele vai gozar, eu sei. Sei e acerto. Rogério não sai de dentro de mim, ele deixa seu esperma me preencher. Era pouco, mas o suficiente para eu sentir uma gota vazar, escorrendo pelo pênis dele. Ele me solta e sai de mim, afundando nossos corpos no restante de água da banheira. Permaneço sobre ele, ambos deitados e ofegantes em uma banheira quase vazia. Estamos suados e fedendo a sexo. Estamos juntos e estamos felizes. Não preciso olhar o rosto de Roger para saber que ele está feliz. E se ele não estiver, ao menos eu estou. E muito.
— Obrigado. — cochicho.
        Roger beija meu pescoço e liga uma das torneiras da banheira, sinto a água fria cobrir nossos corpos. Permaneço imóvel enquanto ele me acaricia. Estou em choque, não sei lidar com isso, não estou acostumado com a felicidade.
— Obrigado. — repito.

*Esse e todos os meus contos são trechos do meu livro erótico gay "Professores (Nada) Encantadores" disponível gratuitamente via e-book.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fudendo na banheira com meu amante do trabalho

Codigo do conto:
268557

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/07/2026

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