(...) — Vou ali mijar, já volto. Que fino ele. — Também vou! Não estou apertado, mas se eu me esforçasse conseguiria fazer um pouco. Eu só preciso levantar um pouco, senão irei morrer de ansiedade e tédio. Quim faz um mo-vimento com a mão para eu segui-lo e assim eu faço. — Só você da família dele que veio? — pergunto. — Foi, minha mãe e irmã estão trabalhando, infelizmente. Ou felizmente, elas não gostam muito do karatê mesmo, nem sei se ele as convidou. Aliás, obrigado por vim, se ele te convidou ele deve te considerar muito. Não respondo, pois não tenho nada para dizer e me distraio com o caminho que Quim está fazendo. Também quis segui-lo para descobrir onde fica o banheiro dessa escola, mas tô achando que nem ele sabe, afinal, Quim está me levando para a saída. Passamos pelo portão e andamos mais um pouco, quase dando a volta pela escola. Pa-ramos em uma área gramada em frente ao muro do prédio, ao lado oposto do estacio-namento e de uma região quase deserta. Não me surpreendo quando ele abre a bermuda e põe para fora seu membro negro. — Acho que aqui ninguém passa… — É… Por costumo, quase fujo o olhar, mas não o faço. Me pego encarando o largo e depilado pênis de Quim durante toda sua mijada. Fiquei meio perplexo em ver outro pênis depois de tanto tempo vendo apenas o de Roger. Não que o de Quim fosse me-lhor, nem de longe, mas me pego afetado por aquela imagem. Havia esquecido da be-leza existente na imagem do pau mole alheio e como ela me fascina. Esse tipo de visão do homem sempre foi a que mais me excitou, sempre me foi mais íntima que um pau duro, independentemente do tamanho ou grossura. O de Quim, por exemplo, sua beleza não morava em seu pequeno tamanho e larga grossura, mas sim no certo charme madu-ro ali presente. Era um pau velho, o que não era ruim. Talvez por isso ele opta por se depilar, não duvido que uma mata encaracolada acinzentada se forma ao redor de seu membro com facilidade. Ver o pênis dos outros não era apenas excitante, mas um exercício de imaginação divertido. Noto que Quim está quase acabando e ainda não tirei o olho de seu pinto, então decido fazer aquilo que supostamente vim fazer. — Licença. — falo me afastando um pouco. Com medo de surgir um climão pela longa e desagradável manjada que dei, decido soltar algum comentário para distrair a mente de Quim. — Achei que ia me levar para um banheiro. — comento entre risos. Quim solta uma risada grave e engraçada. — Até eu achar um eu teria molhado as minhas calças. Um bom velho muro sempre serve. Reparo que ele está retribuindo a olhada que lhe dei e mantém o olhar em mim. Não me abalo, afinal era justo e modéstia parte, também era uma boa vista. Pensar em outro homem vendo o meu membro também é algo que me fascina. Sempre fui um rapaz inseguro em relação aos outros rapazes, menos com meu pênis, com isso sempre fui seguro e muitas vezes me sentia superior aos outros homens. Não que tamanho fos-se documento para mim, contudo, era para os outros homens e vê-los desconfortáveis pela presença de muito grande pênis me faz muito bem. Nunca me esqueço da cara de Fabrício ao ver meu pinto pela primeira vez no mictório, foi fascinante. Fascinante e excitante. Pensar nisso faz meu falo reagir e começar a endurecer, felizmente termino o que estou fazendo e o guardo. Após fechar minha braguilha encaro o rosto de Quim. Um sorriso contido faz presente em seu rosto. Respondo com outro enquanto dou de ombros. — Vamos? — Á suas ordens. — ele brinca. Voltando para dentro do ginásio, em um corredor vazio, Quim solta um comen-tário. — Você é um homem de sorte, Marcelo, e seu homem ainda mais. *Esse e todos os meus contos são trechos do meu livro erótico gay "Professores (Nada) Encantadores" disponível gratuitamente via e-book.
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