Ruivinha adora trair o namorado então comi ela – PARTE 1

    Neste contos estarei relatando um acontecimento que ocorreu na época da faculdade e depois resultou em diversas aventuras gostosas!
    Na época da faculdade, minhas aulas começavam às 18h30, e eu chegava do estágio por volta das 17h30. Então, acabava ficando com um tempinho livre antes da aula. Às vezes eu estudava, mas, na maioria das vezes, ficava de olho para ver se aparecia alguma gatinha para puxar conversa. Um certo dia, avistei uma garota ruiva, com o cabelo longo e de um tom cobre bem natural. Ela tinha um estilo meio gótico: usava uma camisa preta com estampa de banda de rock, calça comprida toda rasgada e um All Star preto. Apesar do estilo, não usava uma maquiagem exagerada. Era baixinha e tinha um corpo bem chamativo, pois era magra, mas tinha peitos avantajados. Era o meu tipo mulher!

    Ela estava desenhando alguma coisa em seu caderninho e, como eu também sei desenhar, fui conversar com ela. Afinal, eu já tinha encontrado um assunto em comum para puxar conversa. Fui até ela e perguntei se estava desenhando e o que estava desenhando, já que eu também adorava desenhar. Ela foi bastante educada e respondeu, com um sorriso simpático, que estava desenhando o cachorro dela.

      Então falei que um artista reconhece outro de qualquer lugar e que, de longe, já tinha percebido que ela tinha esse perfil. Em seguida, perguntei se ela gostaria de ver o meu caderno de desenhos e já avisei para pegar leve nas críticas, porque ela parecia ser muito melhor do que eu. Ela riu, disse que queria ver e acabou elogiando meus desenhos, falando que eu era muito bom. Então falei o meu nome e perguntei o nome dela e ela respondeu que era Raquel.

    Depois disso, começamos a conversar sobre a faculdade, nossos hobbies e outras coisas. Quando o horário da aula estava se aproximando, perguntei se ela gostaria de comer alguma coisa comigo no intervalo, porque eu tinha gostado bastante dela. Ela disse que talvez não fosse uma boa ideia, pois namorava.

    Provavelmente, a decepção ficou estampada na minha cara, porque, logo em seguida, ela disse que a gente poderia se adicionar no WhatsApp e continuar conversando por lá. Afinal, não havia problema nenhum em fazer novas amizades. Durante a aula, mandei uma mensagem para ela dizendo que a minha estava um tédio. Ela respondeu rapidamente que a aula dela também estava chata. Então, mandei uma selfie fingindo que estava dormindo. Ela respondeu com um emoticon rindo e, logo depois, me mandou uma selfie no mesmo estilo.

    Naquele momento, eu comecei a sentir que talvez ela estivesse interessada em algo além de amizade. Afinal, na minha cabeça, dificilmente uma mulher responderia daquele jeito e ainda entraria na brincadeira sem ter algum interesse a mais. Quando começou o intervalo, perguntei se ela não queria comer alguma coisa comigo, como amigos. Ela demorou um pouco para responder, mas acabou aceitando. Só disse que teria que ser em algum lugar fora da faculdade, porque tinha medo de alguém ver a gente juntos, interpretar a situação de forma errada e acabar contando para o namorado dela, já que os amigos dela já o conheciam.

    A gente foi em uma praça de alimentação fora da faculdade e pegamos um açaí, fiz questão de pagar o dela, e ela agradeceu, dizendo que eu era um verdadeiro cavalheiro. Ficamos conversando à mesa e, em alguns momentos, nossos olhos se cruzavam. Às vezes, ficava aquele silêncio meio constrangedor no ar e, logo em seguida, ela desviava o olhar, toda envergonhada. Eu sentia que estava rolando um clima bom entre a gente.

    Depois, a gente voltou para a aula e continuou conversando. Quando a aula terminou, nos encontramos do lado de fora, nos despedimos com um beijinho no rosto e cada um foi para sua casa. Quando cheguei em casa, já era por volta das 23h30, e ela tomou a iniciativa de me mandar uma mensagem dizendo que tinha curtido a minha vibe e que gostaria de continuar se encontrando comigo. Eu já estava comemorando, achando que ela estava totalmente na minha, mas não pude deixar de pensar no namorado dela. Afinal, era sacanagem fazer aquilo com o cara. Mas, enfim, a culpa não era minha se a namorada dele era safada.

    Passamos algumas semanas assim: conversando pelo WhatsApp, trocando memes e nos encontrando fora da faculdade apenas para conversar. Eu já estava pensando em levar aquilo para o próximo passo, já que queria algo mais que amizade pura e simples. Então comecei a fazer algumas brincadeiras de duplo sentido, e ela entrava na brincadeira. Aos poucos, também começou a ter mais contato físico comigo. Por exemplo, quando eu fazia alguma brincadeira besta, ela me chacoalhava, segurando no meu braço. Às vezes, esbarrava a perna na minha e ficava cada vez mais próxima fisicamente. Eu sentia que a intimidade entre nós estava aumentando cada vez mais.

    Um certo dia perguntei se ela gostaria de matar a primeira aula para ver um filme no cinema, ela ficou relutante sobre matar aula, já que ela levava a sério o curso dela. Então ela sugeriu da gente ir até o parque Ibirapuera no sábado, já que ela estava livre. Fiquei empolgado com a ideia e concordei.

    No sábado, nos encontramos por volta das 14h e ela não estava usando o seu estilo gótico de sempre. Dessa vez, estava com um vestidinho todo florido. Achei até estranho e perguntei o motivo, e ela disse que era por causa do calor.    A gente ficou andando pelo parque e conversando até bater aquele cansaço. Então decidimos sentar um pouco. Sugeri um lugar mais afastado, porque não gosto muito de multidões, e ela concordou. Fomos para uma área mais vazia do parque, perto de alguns arbustos.
    Eu tinha levado uma toalha de mesa para a gente sentar na grama e a estendi no chão. Acabamos deitando e ficando ali, olhando para o céu. Aos poucos, fui me aproximando dela. Ela percebeu, mas não se afastou nem disse nada. Apenas deixou as coisas acontecerem. Fui sincero com ela e falei que queria algo além de amizade. Ela ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse pensando no que dizer. Então falei:

— Eu sei que você namora, mas gosto muito de você. Não consigo ficar apenas na amizade.

    Ela respondeu que não poderia fazer aquilo com o namorado, mas também admitiu que sentia o mesmo por mim. Então argumentei que ela tinha ido até ali comigo e que, para mim, estava claro o que ela queria. Disse também que não era errado seguir o coração. Ela novamente permaneceu em silêncio, comecei a aproximar o meu rosto do dela e a beijei, sem ela hesitar. Depois de roubar um beijo, ela ficou me encarando com uma cara sedutora e começamos a nos beijar pra valer.

    A gente ficou uns bons minutos beijando de língua, ambos cheios de tesão. Eu fui testando o limite dela aos poucos, primeiro coloquei minha mão nas costas dela e fui abaixando até a bunda. Isso só aumentava o tesão dela. Então comecei a colocar os dedos na bucetinha dela por cima da calcinha. O fato dela estar de vestido facilitou muito a putaria, foi aí que eu percebi que ela poderia ter ido de vestido de propósito. Ela começou a gemer e me segurou no braço com força e eu aumentava a intensidade dos dedos na bucetinha dela.

    Eu percebi que, apesar de ser um lugar mais afastado, algumas pessoas passavam por lá de vez em quando, então sugeri a gente ir em um local deserto no parque e ela, que estava consumida pelo tesão, concordou. Fomos até uma floresta no meio do parque. Já estava ficando escuro, pois era por volta das 18hr. Ficamos de pé, encostados em uma árvore beijando fortemente. Coloquei ela com as duas mãos na árvore com a bunda empinada voltada para mim. Cheguei por trás dela e comecei a agarrar os peitos dela e fiquei beijando o pescoço dela e ela começou a esfregar a raba contra meu pau, que estava muito duro. Coloquei os peitos dela para fora e continuei apertando aqueles peitões gostosos.
    Depois levantei o vestido dela e abaixei a calcinha dela e comecei a chupar a buceta dela que estava ensopada. Ela gemia muito gostoso e então perguntei se poderia fuder a buceta dela e ela respondeu que só se fosse com camisinha. Como eu sou um cara preparado eu havia levado um pacote cheio de camisinhas. Tirei a camisinha da embalagem e encapei o menino e sem muita cerimonia posicionei meu pau na porta da buceta dela. Nesse momento, percebi que havia gente escondida atrás das árvores, provavelmente eram tarados se masturbando para os jovens que iam no parque transar.

    Como eu não queria acabar com o momento, eu apenas fui deslizando meu pau dentro dela e ela gemia alto. Pedi para ela gemer mais baixo, mas já era tarde, tinha vários caras nos assistindo, mas não conseguia ver o rosto deles por estarem longe e meio escondidos. Era um misto de tesão e adrenalina, tesão de comer a ruivinha gostosa e adrenalina de ser assistido sem saber o que poderia acontecer. Enquanto eu metia na buceta dela eu ia levantando o vestido dela até conseguir ver a bunda e as costas quase por completo. Quando percebi que os nossos telespectadores estavam se aproximando eu avisei a Raquel que tinha uns caras nos assistindo e para minha surpresa ela disse que não se importava e que era para deixar eles assistirem. Ela pediu para eu sentar no chão de costas para a árvore e ela veio de frente para mim e se posicionou encaixando meu pau na buceta e começou a quicar em mim. A cada quicada, a vontade de gozar aumentava. Ela sabia o que estava fazendo, subia a buceta até a ponta do meu pau e descia com tudo até a base, fazendo aquele som de carne batendo que provavelmente dava para ouvir de longe.

    Os caras que estavam nos assistindo estavam muito próximos, uns 7 metros da gente, enquanto estávamos transando loucamente. Dava para ver que eles estavam se masturbando vendo a gente. A Raquel percebeu que eles estavam próximos e começou a falar um monte de putaria, “vocês gostam de assistir né seus tarados”, “olha como eu estou dando gostoso”, “eu vou gozar gostoso nesse pau”. Eu fiquei chocado com a coragem dela e temi pela nossa vida. Mas o tesão falou mais alto. Em pouco tempo a vontade de gozar estava sendo demais para poder segurar, então anunciei que iria gozar. Ela no meio da putaria pediu para eu gozar nos peitos dela. Então ela saiu de cima de mim e eu tirei a camisinha e mirei nos peitões dela, o primeiro jato foi tão forte que ela sentiu o impacto e quase foi para trás no reflexo, depois foram outros 7 jatos fartos nos peitos dela. Nós dois olhamos em volta com os caras nos olhando e saímos correndo.

    Notei que ela não tinha colocado os peitos para dentro do vestido, ela correu com eles expostos enquanto fugimos do local, quase como se quisesse se exibir. Ela começou a rir e falar que foi a maior loucura que ela tinha feito. Eu fiquei surpreso com esta reação dela, comecei a suspeitar que ela era mais safada do que aparentava. Fiquei tenso com a situação, mas rapidamente achei graça também, já que nada aconteceu. Quando olhei para a floresta na direção que nós viemos, percebi que alguns deles estavam nos seguindo. Então decidimos ir embora e cada um foi para sua casa.

    Quando chegamos em casa, mandei mensagem para ela dizendo que ela era mais doida e tarada do que pensava. Ela falou que tinha algo para me contar. Fiquei curioso e perguntei o que era. Ela explicou que não era a primeira vez que ela traiu o namorado, que na verdade, ela fazia isso com frequência, mas que já fazia meses que não o traia. Então perguntei por qual motivo ela traia o namorado e ela explicou que ele não queria transar com ela antes do casamento por ser evangélico, e que eles namoravam desde que eram adolescentes e que acabou cedendo ao tesão há 3 anos atrás e que desde então ela distribuía a buceta. Eu perguntei se tudo que a gente conversou era um teatrinho e ela esclareceu que não, que aconteceu de forma natural e que ela realmente gostou de mim e que já queria marcar a próxima vez e disse que eu estava devendo ela. Eu fiquei confuso e perguntei o que eu estava devendo. Ela respondeu “Você tem que me fazer gozar, já que eu não gozei no parque”. Eu respondi “é só me dizer a hora e o local”. Mal sabia eu o quão louca e depravada essa ruivinha era.

CONTINUA...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ruivinha adora trair o namorado então comi ela – PARTE 1

Codigo do conto:
268573

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/07/2026

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