Depois daquele fim de semana insano, a manhã de segunda chegou. Eu e Javier despertamos cedo, como já era costume de nossas rotinas. Estávamos os dois deitados em sua cama, os dois pelados, ele me abraçando por trás, seu corpo quente me envolvendo. Era uma sensação maravilhosa acordar nos braços daquele macho safado.
— Bom dia, Romeu. — disse ele com sua voz grave de sono no meu ouvido.
Ele me abraçou com força, seu corpo inteiro se assomando sobre o meu. Senti seu pau meio bomba na minha bunda.
— Bom dia…
Ele roçou sua boca no meu pescoço, me fazendo arrepiar.
— Não acredito que vou ter ir pra academia hoje — falou ele, suas mãos passeando pele minha pele. —, ficar longe do meu puto safado…
Eu também não estava muito contente com aquilo. A vantagem de ter a casa só pra nós era para podermos aproveitar ao máximo, mas Javier tinha que trabalhar.
— Que horas você tem que sair?
— Logo logo…
— A gente ainda tem um tempinho?
— Pra você, safado? Claro que tenho.
Nos beijamos, e logo estávamos trepando. Eu de ladinho e Javier mandando ver no meu rabo.
— Que delícia foder um cu logo cedo… caralho…
— Mete no teu puto mete… ah isso… porra que tesão… vai fode…
Javier meteu até jorrar dentro de mim seu leite quente, dando estocadas fundas enquanto ele urrava de prazer. Antes de ir para o banho ele caiu de boca no meu pau, que estava latejando de tesão sabendo que ele não ia me deixar na mão. Eu ali deitado na cama dele, vendo ele lindamente se engasgar na minha rola com vontade. Gozei gostoso, dando pro safado o leite que ele tanto gostava. Ele me deu um beijo e foi para seu banho. Eu fiquei mais um pouco deitado, aproveitado a deliciosa sensação do pós gozo, com a porra dele ainda dentro de mim e o meu próprio gosto na boca. Vi ele sair do banheiro, todo pelado, aquele corpo escultural que ele se dedicava a ter, os pelos, as tatuagens… Caralho eu mal acreditava na sorte que eu tinha de poder ver aquilo tão de perto, de poder ter feito tudo o que tinha feito com aquele safado.
— Não fica me olhando assim não que eu logo fico duro de novo. — Javier falou.
— Eu ia adorar — brinquei.
— E eu ia me atrasar.
Ele se vestiu e enquanto ele preparava o café fui tomar meu banho.
Logo chegou a hora de ele ir, e quando me vi estava completamente sozinho em casa. Desci para a minha casa, e contemplando o silêncio, finalmente me dei conta de tudo o que eu estava vivendo naquele tempo. Eu estava trepando com o irmão do meu padrasto, que era casado ainda por cima. Era insanidade, e eu não me arrependia de nada. Queria mais. Na verdade eu não via a hora de a noite chegar e Javier estar de volta, só para mim.
Passei aquela manhã arrumando a minha casa, algo que eu tinha prometido a minha mãe e meu padrasto que faria, e quando deu umas 13:00h eu estava na sala de boa trocando umas mensagens com Javier. Era hora do almoço dele, e como ele não ia poder vir até em casa, estávamos em nossas típicas trocas de putaria pelas nossas mensagens. Ele tinha me mandando uma foto da pica dura com a seguinte frase: lembrando do seu cuzão gostoso piscando hoje de manhã.
Mandei então uma foto minha daquele momento, meu pau com a cabeça toda babada, dizendo: lembrando do seu piscando pra mim também.
Ele devia estar no banheiro, pois logo me mandou um vídeo dele batendo uma. Não resisti e liguei para ele por chamada de vídeo, e dito e feito, lá estava ele numa cabine, sentado no vaso enquanto se punhetava. Ele me mostrou que estava de fone então eu podia falar em seu ouvido.
— Tá gostando disso né safado? Tá gostando dessas nossas putarias gostosas? Isso bate essa punheta, bate, seu macho safado do caralho. Bate bem gostoso, trata bem essa pica linda. Isso mesmo. Caralho, como você é gostoso Javier, que tesão de macho você é. Eu queria estar ai dentro com você, caindo de boca nessa rola gostosa, me engasgando nela. Porra, eu ia te lamber inteiro, minha língua pela cabeça do seu pau, descendo até as bolas, e depois, ah, seu macho safado, eu ia dar o que você tanto gosta, eu ia linguar esse teu cu gostoso, eu chupar e lamber ele inteiro até você ficar todo babado para mim. Tá gostando, safado?
Pelo vídeo eu via a cara de tesão de Javier, ele tinha botado o celular em algum suporte pois ele nem precisava ficar segurando ele, e assim eu podia ver ele muito bem, todo largadão no vaso, as pernas abertas e as mão em sua pica.
Ele estava com a boca aberta, a mesma expressão que eu conhecia como quando ele já estava quase gozando.
— Eu ia te comer ai dentro, meter minha pica nesse teu rabo guloso — continue. — Ninguém aí imagina que esse machão gosta de uma bela pica no rabo, né seu safado filho da puta? Tu adora um pau no teu rabo, principalmente o do teu puto aqui. Socando gostoso em você, te comendo bem devagar pra ninguém ouvir a gente. Minha pica entrando e saindo de você… até eu gozar dentro de ti.
A punheta de Javier estava frenética, e enquanto eu fala vi ele levar uma das mão na boca enquanto com a outra ele segurava o pau que logo explodiu de porra. Vi lindamente os jatos jorrar sobre o peitoral dele. Minha boca saliva ao ver aquele leite de macho. Vi Javier se recompor e se limpar, passando o dedo pelo próprio gozo e levando até a boca. Meu safado sabia como era bom não desperdiçar.
— Você é muito safado. — sussurrou ele no celular.
— Safado por você, meu macho.
Eu nunca havia tido aquela experiência, e meu pau estava latejando de tesão, queria pedir para Javier me guiar na minha punheta, mas sabia que não daria sem ele correr o risco de ser ouvido, assim como o tempo do almoço dele estava acabando. Assim nos despedimos e eu fiquei apenas na companhia do meu pau duro. Quando eu estava decidido a me masturbar ouvi alguém chamando no portão.
No início decidi ignorar, mas logo chamaram de novo. Me levantei irritado por estar sendo atrapalhado nas minhas safadezas e fui até a janela ver quem era. Para minha surpresa, era o nosso vizinho da casa ao lado, o Roberto.
Eis aqui, uma breve observação sobre esse meu vizinho.
Roberto era um homem na casa dos 40 e poucos anos. Advogado. Pai de família. E nos últimos 5 anos, viúvo. Tinha uma estatura mediana, e um porte meio parrudo, pele um pouco escura, traços libaneses, e cabelos penteados para trás, com fios grisalhos que lhe davam um charme. Sempre achei o Roberto um homem interessante. Como disse em meio primeiro relato, sempre tive uma tara por homens mais velhos, e Roberto havia sido minha primeira obsessão, na adolescência quando eu estava me descobrindo, me pegava olhando para aquele meu vizinho, sempre sério em seus roupas sociais, e me pegava pondo ele nos filmes pornos que eu assitia. Com o tempo a coisa toda passou e eu comecei a acumular outras obsessões. Roberto continuou sendo apenas o meu vizinho por quem eu havia tido uma grande atração, mas nada além disso. Eu pouco sabia sobre ele na verdade, já que minha mãe e meu padrasto não era muito de falarem com os vizinhos, e mesmo Roberto tendo uma filha com a minha idade, também não éramos amigos nem nada. Foi só quando Javier e Cecília se mudaram, que as coisas mudaram um pouco, já que Javier e Roberto haviam ficado próximos por causa do trabalho como personal trainer de Javier. Roberto frequentava a academia onde Javier trabalhava. Porém, tudo o que sabia naquele ponto, era que sua esposa havia falecido a cinco anos e que a filha estava morando em outro estado por causa da faculdade.
Meu espanto com ele ali parado no meu portão foi grande.
— Opa, Romeu, não é? — me lembro dele dizer ainda do portão.
— Sou eu, tudo bem?
— Tudo, eu só queria dar uma palavrinha contigo, pode ser?
Estranhei muito aquilo, pois como disse, não tinha proximidade alguma com aquele homem. Porém, como era meu vizinho de longa data, abri o portão para ele e o recebi na sala.
Roberto estava usando apenas uma bermuda e uma camiseta polo. Percebi que os meses dele frequentando a academia estavam começando a fazer efeito. Ficamos nos encarando por um momento, um silêncio constrangedor de duas pessoas que nunca antes haviam se falado além dos “bons dias” usuais.
— Você deve estar estranhando eu estar aqui. —disse ele se sentando no sofá.
Fiz que sim e me sentei também.
— Olha, eu pensei mesmo se eu vinha aqui falar alguma coisa ou não, no fim decidi que o certo era vim, e aqui estou.
Fiquei o encarando, sem entender por um tempo. Então tudo me atingiu de uma vez. Era óbvio o que estava acontecendo. Eu tinha passado o fim de semana inteiro trepando com Javier, fazendo loucuras por toda a casa, incluindo aquele cômodo onde estávamos naquele momento. E no fim, o que mais temíamos tinha acontecido. Alguém sabia. Alguém tinha visto, ou ouvido. Senti meu mundo desabar, meu peito doer e minha respiração ficar pesada.
— Eu sei que seus pais estão viajando, assim como sei que a esposa do Javier está fora — disse Roberto, seu rosto era neutro enquanto olhava para mim. —, então eu não posso dizer que fiquei um tanto surpreso com as coisas que ouvi nesses últimos dias pela parede do meu escritório. Que deve ficar bem ao lado do quarto de casal da casa dos fundos. E foram muitas coisas que eu ouvi, Romeu…
Senti meu corpo gelar, meus olhos arderem.
— Eu não sei do que o senhor está dizendo. — tentei dizer, minha voz trêmula.
— Eu também não acredito bem no que eu ouvi, rapaz, mas eu sei bem como é duas pessoas transando, e aquilo que eu ouvi era, definitivamente, algo bem intenso, e bem, nomes foram ditos…
Era isso então, o fim de tudo. As coisas tinham acabado da pior forma possível. Não era de se surpreender, afinal, eu e javier tínhamos passado de todos os limites, e achávamos mesmo que íamos sair daquilo sem sermos pegos por alguém? De repente cada foda que tínhamos tido naqueles últimos dias voltaram na minha mente, intensos, vorazes, pura luxuria. Nossas bocas sem medo de expressar o prazer que estávamos sentindo. Não era de se surpreender que Roberto tivesse ouvido, afinal a casa dele era colada na minha.
— Não é da minha conta a intimidade de ninguém, mas achei certo vir aqui dizer que talvez, você e seu tio, devessem tomar mais cuidado com a altura com que se “falam”...
— Javier não é meu tio. — Foi a única coisa que consegui dizer.
— Então essa é a única mentira do que falei?
Me senti aprisionado enquanto encarava aquele homem de semblante neutro. O cara era advogado e sabia muito bem como forçar alguém a dizer a verdade, caralho.
— Olha, Romeu, não precisa se preocupar, não vou falar nada com ninguém, sei que você já é um adulto e sabe se cuidar. Relaxa. Eu conheço Javier há um tempo, e desde o começo ele me compartilhou sua infelicidade na vida de casado. Não me surpreende a infidelidade dele, lógico, só não esperava que fosse ser logo com o sobrinho…
— Ele não é meu tio!
— Então todo o resto é verdade, você e ele estão trepando?
Porque ele queria ouvir da minha boca? Ele já não tinha ouvido tudo? O que aquele filho da puta queria, afinal? E foi aí que me toquei.
Ele tinha ouvido tudo. Tinha ouvido, e ao invés de falar com a esposa de Javier, com minha mãe ou meu padrasto, ele estava ali, sentado na minha frente.
— É verdade sim. Eu e Javier.
— Caralho…
— Satisfeito?
Ele apenas deu de ombros, seus olhos colados em mim.
— Gostou do que ouviu?
Seus olhos se arregalaram?
— O… o que?
— Gostou do que ouvia nesses últimos dias? De como a trepada era boa? Gostou?
Me aproximei dele e vi seu pomo de adão subir e descer.
— Você deve ter prestado bastante atenção, pra ter ouvido nossos nomes. Para saber a intensidade? Ficou quanto tempo com a orelha colada na parede?
Vi que ele não esperava por aquilo, nem eu sabia como estava tendo coragem de dizer aquelas palavras. Eu mal conseguia pensar direito, pra falar a verdade. Mas eu estava sentindo muita raiva, e de alguma forma, muita tesão. 10 minutos atrás eu estava fazendo Javier gozar no trabalho, e agora eu estava ali, encarando meu vizinho que tinha descoberto tudo, me perguntando se estava acontecendo o que eu achava que estava acontecendo.
Botei minha mão em sua coxa e continuei o encarando.
— Gostou ou não gostou, Roberto?
Ele não me respondeu, ficou apenas me encarando, seu rosto levemente chocado e curioso.
Minha mãe desceu para o interior de sua perna, e eu me aproximei mais dele, que não recuou. Vi, para o meu espanto e deleite, um volume crescer em sua bermuda.
— Oh, é isso então? — falei sorrindo para ele e por fim pegando em seu pacote. — Você queria participar também?
Tudo aquilo parecia irreal, mais do que o fato de eu ter trepado com o irmão do meu padrasto. Roberto sentando no meu sofá, minha mão apertando seu pau duro, minha boca próxima da dele.
— Você quer experimentar, Roberto?
Dei mais uma apertada em seu pau, e pude me deliciar ao ouvir um gemido escapando de sua boca.
Deu um beijo em seu pescoço, lambendo e chupando, sentindo seu perfume amadeirado. Roberto suspirou e relaxou o corpo, e para mim foi a deixa para tudo o que vei depois. Quando me dei por conta, estava encarando a pica de Roberto. Era robusta, não tão grande como a de Javier, mas com uma grossura gostosa, a cabeça rosada, e veias saltadas, latejando de tesão. Botei ele inteiro dentro da minha boca, e ouvi ele segurar um xingamento. Gemi ao sentir o gosto dele, suas mãos em meus cabelos.
“Caralho, eu realmente estou fazendo isso?” Me perguntei enquanto eu mamava Roberto.
No fundo eu estava fodido mesmo, então apenas continuei no que eu estava fazendo. Eu olhava para cima, e via Roberto totalmente rendido ao tesão. Era delirante ver aquele rosto sempre tão sério, ganhar aquela expressão gostosa de prazer, a boca aberta em um meio gemido, os olhos brilhando.
— Cacete…
— Tá gostando? Tá gostando, safado?
Peguei sua rola e bati em minha cara.
— Era isso que você queria esse tempo todo? Era, seu puto safado? Era ter essa pica grossa na minha boca?
— Era… — Ele suspirou e gemeu.
— Filho da puta… — comecei a punhetá-lo com força. — Ficou cheio de tesão ouvindo a gente trepar, não foi?
— Ah… fiquei…
A visão de Roberto se contorcendo de prazer fez algo em mim. Movido pelo tesão, e ainda pela raiva que eu sentia por toda aquela loucura, me levantei e lasquei um beijo nele. Ele não recuou, na verdade me correspondeu imediatamente. Sua boca se abriu para mim, sua língua veio de encontrar a minha, e logo eu estava no colo dele. Havia um tubo de lubrificante ali no sofá, deixando por mim em uma das fodas com Javier. Passei no meu cu e no pau de Roberto, e com desespero, sentei em sua pica. Meu cu engoliu toda sua grossura e Roberto soltou um gemido alto no meu peito.
— Era isso que tu queria não era, safado do caralho, era o puto aqui sentado na sua pica?
Comecei a quicar com força em seu pau. Eu estava em um outro nível de tesão, tudo acontecendo tão rápido.
— Caralho… que delícia…
— Tá gostando? Hein? Tá gostando disso? Tá gostando desse rabo?
— Tô, cacete, pra caralho… ah…
— Você ficava ali, né seu safado, no seu escritório, ouvindo a gente transado? Você ficava de pau duro, não ficava? Ouvindo dois homens trepando? Se dando prazer? — Eu falava olhando nos olhos dele enquanto rebolava em sua pica, piscando meu cu ao redor de seu pau. — Você ficava batendo punheta enquanto ouvia a gente?
— Ficava… — confessou ele em um gemido. — Ficava mesmo…
— Safado do caralho…
Rebolei gostoso até ROberto soltar um urro alto e colar a cara no meu peito, seu pau inchou dentro de mim, e então senti o jatos quente de porra jorrando dentro de mim. Ele tremia e gemia, se esvaindo aos poucos enquanto eu movia meu quadril até seu pau sair e seu leite escorrer. Sai de cima dele e me sentei ao seu lado, louco de tesão me masturbei e em um minuto jorrei sobre meu peito uma santidade absurda de porra. Ficamos os dois ali, com a respiração ofegante e em silêncio.
— Agora eu entendo o teu tio.
— Ele não é meu tio, caralho. Javier é irmão do meu padrasto.
Ele riu.
— Eu sei, cara, só to zuando contigo.
Ele sorriu para mim. Caralho, aquele homem estava sorrindo de orelha a orelha, ainda vestia apenas a camiseta, seu pau todo melado estava caido sobre a coxa, eu mesmo estava todo lambuzado, a sala cheirando a sexo. Aquilo tinha realmente acontecido. Eu tinha acabado de trepar com Roberto.
— Ninguém pode saber de nada. — falei então. — Ninguém.
Ele assentiu.
— Eu falei, não vou contar a ninguém. A vida é de vocês e vocês fazem o que quiserem. Não vou abrir a boca, não. — disse ROberto, ele se colocou de pé e vestiu a cueca que eu nem lembrava de ter tirada. — Vocês tem sorte de a casa ficar colada só na minha. Vocês dois são loucos, tesudo e loucos. Passei a noite toda ontem ouvindo vocês, cada absurdo que eu ouvia me dava mais tesão… Eu não resisti, tive que vir ver com meu próprios olhos…
Percebi que ele ainda estava levemente em choque.
— Você podia ter vindo antes, então.
Ele me olhou.
— Eu aqui, com você e Javier?
Assenti.
— Se você quiser ver com seus próprios olhos.
— Sério?
— Sim. Eu vou falar com Javier, mas sei que ele vai topar. Desde que fique tudo entre a gente.
— Clara, claro, eu prometo que não falo nada.
Eu não sabia onde eu estava me metendo. Na verdade eu estava muito em choque para pensar direito, e apenas dei a Roberto o que ele queira para garantir que ele não fosse expor nada do que ele sabia. Roberto voltou para sua casa, e eu fiquei estático por um tempo, sem crer em nada do que tinha rolado. Sabia que Javier ia ficar maluco quando soubesse. Seu maior medo era alguém descobrir nosso lance, e agora, não só alguém sabia de tudo, como eu tinha acabado de convidar para participar junto.
Esperavam por essa? Eu definitivamente não, kkkkkkkk. Foi tudo tão abrupto, mas tão cheio de tesão. Estou todo babado aqui enquanto escrevo isso, meu pau implorando para bater uma relembrando essa loucura que foi com meu vizinho Roberto. Claro, que teve mais coisas, essas duas semanas que tive a casa só para mim foram uma das mais tesudas da minha vida de jovem adulto. Na próxima conto como foi o encontro entre nós três, e só digo que foi muito tesudo e cheio de safadezas, até lá….


