Depois que a loja fecha - Cap 4 - A luz do apartamento

Depois de três dias só de mensagens, Lúcia vai ao apartamento de Ricardo. A conversa vira desejo e os dois se entregam na cama até o silêncio íntimo...

Três dias se passaram.
Não nos vimos. Só mensagens curtas. Ela mandava foto da vitrine arrumada, do chocolate do dia, de um café com leite. Eu respondia com poucas palavras e um “boa noite, meu bem”. Na segunda noite ela mandou uma foto fechada. Sabia o que era... Cliquei. Lúcia deitada de lado, a blusa aberta, um seio à mostra, o olhar baixo e safado. A legenda era só: “Ainda sinto você.”
Respondi: “Eu também. Quando puder, vem.”
Na quinta-feira ela fechou mais cedo. Chegou no meu prédio às vinte horas, o cabelo solto, um vestido longo de malha escura, casaco aberto por cima. Abri a porta e fiquei olhando. O perfume dela entrou primeiro.
— Você está linda — falei, olhando nos olhos dela.
Ela segurou o olhar, sorriu devagar e respondeu baixo:
— Seus elogios me fazem muito bem, amor.
Deixei ela entrar. O apartamento estava simples só um abajur no canto da sala e a janela aberta para a noite do bairro. Ela tirou o casaco. O vestido marcava o corpo sem apertar. Ficamos alguns segundos em silêncio, só nos olhando.
— Quer água? Vinho?
— Água primeiro. Depois a gente vê.
Trouxe dois copos. Sentamos no sofá. Ela cruzou as pernas e o tecido do vestido subiu um pouco na coxa. Falei do trabalho, de uma reforma chata. Ela contou de uma cliente que pediu chocolate com pimenta. Rimos. O silêncio entre as frases era gostoso. Em algum momento a mão dela encontrou a minha e ficou ali.
Depois de um tempo ela virou o rosto e falou, a voz mais baixa:
— Faz três dias que eu acordo molhada. Toda vez que lembro da mesa da cozinha.
— Eu também não esqueço.
Ela se aproximou. Beijei a boca dela devagar. A mão dela subiu pelo meu peito. Eu desci a mão pela coxa, por baixo do vestido, e encontrei a calcinha. Já estava úmida. Pressionei. Lúcia soltou um hummm baixo contra minha boca.
— Leva pra cama — pediu.
No quarto a luz era ainda mais baixa. Tirei o vestido dela com calma. O sutiã de renda preta, a calcinha pequena. Ao puxar a calcinha, um fio incolor e brilhante acompanhou. O cheiro era suave, aveludado, como melzinho quente... Deitei ela de costas e me debrucei sobre os seios. Chupei um com sutileza primeiro, só a língua passando pelo mamilo. Depois a boca inteira, sugando com mais vontade, a mão apertando a mama por baixo, a língua massageando profundo.... Ela arqueou e segurou meu cabelo.
— Aiii… assim… mmmmm… chupa gostoso…
Passei pro outro seio. Enquanto chupava, a mão desceu entre as pernas. A buceta estava quente e encharcada. Dois dedos entraram devagar, e a palma da mao no clitóris. Fiquei ali um bom tempo, boca nos seios, dedos embaixo, ritmo constante. Lúcia rebolava, a voz derretida:
— Continua… não para… tô toda sensível… aiii, Ricardo…
Quando tirei a boca dos seios, ela estava com as faces coradas. Desci. A língua passou pelos lábios molhados, depois concentrei no clitóris. Ele já estava durinho. Puxei o capuz com cuidado e chupei com a ponta da língua, ritmo firme e constante.... Coloquei dois dedos dentro e ela soltou um gemido longo e começou a mover o quadril, buscando o ponto certo.
— Assim… aí… mmmmm… não para…

Fiquei até ela gozar. O corpo tremeu, a buceta se apertou nos meus dedos, um gemido baixo e quebrado. O fluido escorreu quente pela minha mão. Esperei o tremor passar, ainda lambendo devagar.
Ela puxou meu cabelo e falou, ofegante:
— Agora eu.
Deitei de costas. Ela se ajoelhou entre minhas pernas, puxou a cueca e segurou o pau. Olhou pra mim antes de começar. A boca desceu quente e molhada.. Ela puxou a pele para trás, deixou a glande toda exposta e passou a língua devagar por baixo e na volta, exatamente naquele ponto sensível.... Depois envolveu a cabeça, sugando com pressão, enquanto a outra mão puxava o saco com carinho. Babou bastante.... Eu soltei o ar e passei a mão no cabelo dela.
Ela alternava entre engolir mais fundo e voltar só na glande, a língua sempre trabalhando. Em algum momento puxou o pau para cima e chupou o saco, depois voltou subindo com a língua. Eu metia devagar na boca dela, sentindo a garganta.
— Isso… chupa gostoso, meu bem…
Quando parei ela, a boca estava vermelha e brilhante. Puxei-a para cima. Ela montou devagar. A buceta desceu sobre o pau, quente, apertada, se abrindo centímetro por centímetro. Quando chegou fundo, soltou um gemido longo e ficou parada, só sentindo.
— Ahhhh… que pau gostoso… tá me preenchendo todinha…
Comecei a me mexer devagar, segurando a cintura dela. Ela rebolava, os seios balançando. Uma mão minha subiu e apertou um seio, o polegar no mamilo. A outra desceu e encontrou o clitóris. Ritmo constante. Lúcia falava sem parar, a voz dengosa e suja:
— Isso… me fode… mmmmm… mais fundo… aiii… continua…
Perguntei baixo:
— Tá gostoso, meu amor?
— Tá… tá delicioso… você me deixa louca…
Ficamos naquele ritmo. Sem pressa. Quando ela gozou de novo, o corpo se contorceu, a buceta apertando forte. Continuei metendo enquanto ela ainda tremia. Depois, virei-a de quatro, empinei a bunda e enfiei de uma vez. As mãos seguraram a cintura com firmeza. O corpo dela balançava, os seios pulando, o cabelo solto... Ela gemia e pedia:
— Mais… assim… sou sua…
Quando senti o limite, enfiei até o fundo e gozei dentro, o corpo inteiro descarregando. Ela apertou em volta de mim e gozou mais uma vez, quieta, o corpo tremendo.
Ficamos assim, ligados, respirando. Depois tirei com cuidado, deitei ao lado e puxei o lençol sobre os dois. Passei a mão no cabelo dela, bem devagar, e falei baixo no ouvido:
— Que bonita tua entrega… cada vez mais gostosa quando goza assim… te quero.
Ela se aninhou e ficou quieta. Um bom tempo se passou só com o som da noite na janela e as carícias lentas.
Mais tarde levantei e trouxe algo pra comer na cama, sem pressa. Ela me deu um pedaço com a mão e riu quando o suco escorreu no queixo.
Depois ficamos em silêncio de novo. A mão dela no meu peito, a minha na cintura dela. O corpo ainda quente um do outro.
— A loja abre amanhã cedo — ela falou, a voz preguiçosa.
— Eu sei.
— Mas eu posso ficar mais um pouco.
Beijei a testa dela.
— Pode ficar o quanto quiser, meu bem.
E ficamos. A luz baixa, a noite lá fora, e a certeza quieta de que ainda tínhamos tempo.

Foto 1 do Conto erotico: Depois que a loja fecha - Cap 4 - A luz do apartamento

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois que a loja fecha - Cap 4 - A luz do apartamento

Codigo do conto:
269041

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/08/2026

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