Como me tornei a marmita do meu pai!!!

Como virei marmita do meu pai!

O casamento ja andava mal das pernas... as crises ja não eram passageiras e as brigas, cada vez mais constantes... muitas vezes, olhava pra trás e me perguntava, se havia algo de bom, que pudesse ter sobrado disso tudo... e a resposta, sempre vinha com um sorriso e um abraço e aquele beijo na testa, que eu adorava ganhar...
Meu filho Fábio, fora a única coisa boa que acabara restando do meu casamento... um relacionamento que se desgastava a cada dia... Não havia conversa, diálogo e na cama, ja fazia um bom tempo que não existia mais nada...Mesmo nos dias de maior tesão, acabava sempre batendo uma punheta no banho, pois ela estava sempre indisposta, com dor de cabeça ou de mau humor...
Me chamo Sérgio, tenho 42 anos, casa do a 22 anos com Lucia...
Sou um homem alto, relativamente forte devido ao meu trabalho como mecânico de máquinas agrícolas... Gosto do meu shopinho, o que me levou a ter aquela barriguinha tipica dos paizões chefes de família.. pelos no peito, coxas grossas, bunda redonda e firme, Braços fortes, e uma barba sempre por fazer... cabelos castanhos e olhos esverdeados, típicos dos descendentes de alemães... Um pau grosso com uns 18 cm, coberto de veias grossas e uma cabeça avermelhada, que teimava em estar sempre com a ponta pra fora da pele, babando, devido ao tesão que se acumulava ao longo dos dias... As cuecas, estavam sempre meladas e marcadas pelo pré gozo, o que acabava se tornando mais um motivo pra discursões, pois ela tinha certeza que eu a estava traindo... mal ela sabia, que eu mal tinha tempo de me coçar e bater umas punhetas no banheiro...
Lúcia , uma mulher bonita... embora sempre discreta na maneira de vestir e nas maquiagens, jamais passaria desapercebida por onde estivesse... Não era alta, mas dona de curvas generosas, peitos fartos e um cabelo negro que caia até o meio de suas costas... tinha a mesma minha idade e por onde passávamos, todos diziam que éramos o casal perfeito...
Fábio nosso filho, acabara de fazer 20 anos... Puxou os olhos claros de minha familia e os cabelos e pelos escuros, herdados da família da mãe... guri alto, corpulento, o que muitos chamariam de parrudo... Não se preocupava em manter peso ou academia, mas com a rotina de estudos e o futebol nos finais de semana, conseguia se manter em forma... aquela leve barriguinha, coxas grossas coberta por uma camada de pelos negros, peito peludo, barba sempre bem parada e desenhada, bunda redonda, e um sorriso de lindos dentes brancos, que desarmava até o mais duro dos corações... Nosso filho sempre fora muito quieto, não era festeiro e realmente o que gostava era do futebol... Estudava muito e raramente aparecia com uma namoradinha, coisa que não durava muito...
Quando Fábio fez 20 anos, meu pai, deu de presente a ele um apartamento no centro da cidade, dizendo que era a sua herança... Apartamento pequeno, com dois dormitórios, mas muito bonito... Nesse período, as brigas dentro de casa se intensificavam cada vez mais e pra piorar, meu filho resolveu sair e morar sozinho...
Lucia me culpava pela saída de Fabio... Dizia que o filho ia se tornar um sem vergonha feito eu e meu pai....
A coisa cada vez piorou mais, até que não consegui mais aguentar e decidi me separar... Nada mais me prendia naquele casamento... Não existia mais amor, não existia mais desejo e cada dia mais, ficava insuportável nos aturarmos dentro da mesma casa.. em uma determinada noite, sentei no sofá e a chamei... Conversamos calmamente, por incrível que pudesse parecer, mas pela primeira vez em muitos meses, não ouve briga... e assim, decidimos pelo divorcio, amigável... Peguei meu carro e decidimos que eu ficaria com a oficina e o carro e ela ficaria com a casa que morávamos, que era grande e bastante confortável e ficaria com a lojinha de roupas que mantinha no centro da cidade....
Naquela mesma noite, ja dormi no quarto que antes era de nosso filho, pensando no que fazer e pra onde ir... Tinha certeza que não bateria na casa de meu filho, que acabara de conquistar a sua independência e ir morar sozinho... Decidi então, até ajeitar a minha vida, pedir guarida ao meu pai....
Meu pai, Seu João, um homem de 63 anos, mas muito jovial... sempre fora um homem forte, alto, corpo parrudo, bastante peludo.... Pele clara, olhos claros e os cabelos e barba ja grisalhos, lhe davam um charme a mais... Morava em uma chácara na saída da cidade.. local bonito, bastante confortável... Muitas árvores frutíferas, horta, criação de galinhas... coisas que sempre gostaram muito... Vivia do arrendamento de suas terras no interior do município... tinha uma situação financeira confortável, fruto de muito trabalho... havia ficado viúvo a 12 anos e jamais pensara em reconstruir a vida ao lado de outra mulher... Dizia sempre, que era feliz assim e que jamais colocaria nenhuma outra mulher pra ocupar o lugar de minha mãe... Vivia cercado de amigos, os beberrões de cerveja e jogatinas de cartas... Com certeza, meu velho devia fazer algumas farras nos finis de semana...
No outro dia, liguei pra ele, expliquei a situação e ele logo atendeu meu pedido...
Naquele mesmo dia, me mudei pra chácara, ocupando o quarto que era meu quando era solteiro... Um quarto que ficava bem no fundo da casa, com banheiro e tinha uma saída independente pra rua... havia sido exigência minha, quando a casa fora construída, pra que eu não atrapalhasse a rotina deles e também, pra manter a minha liberdade... meu pai até insistiu pra que eu ficasse em um quarto na parte da frente da casa, mas com a minha recusa, ele teve de aceitar... Não queria atrapalhar a vida do meu velho e nem tirar sua privacidade...
A mudança ocorreu de forma tranquila, embora percebesse que Fábio não havia aceitado muito bém... percebia a preocupação dele em relação a sua mãe ficar sozinha...
Com o passar doa dias, as coisas começaram a se acertar... em muito tempo, eu não sentia a paz que estava sentindo... Chegava do trabalho e encontrava meu pai, sempre sorrindo, tomando uma cerveja ou o velho e bom chimarrão... conversávamos bastante, trocávamos experiências... o safado me contava de suas aventuras e por várias vezes, não tive como deixar de notar o pacote se avolumando em meio as pernas do coroa...
Andas de cueca dentro de casa, ja era uma rotina que não incomodava nem a mim e nem a ele... Muitas vezes me dei conta, do quanto era grande e pesado o volume que meu pai carregava dentro de suas cuecas... O velho tinha o hábito de usar somente cueca daquelas de modelo mais antigo, em um tecido de malha que deixava bem desenhado o formato da rola que descansava ali dentro... Sempre de cor clara, que deixava muitas vezes os respingos do seu mijo aparentes no tecido, além de algumas outras marcas, que com certeza, seria do tesão do velhão!!!
As sextas feiras a noite, era dia de jogatina... sempre nesse dia, meu pai recebia alguns amigos, entre os mais assíduos, estavam o Beto, um negro baixo e corpulento, com seus cinquenta e poucos anos e o Marcos, o mais novo da turma dele, que devia ter mais ou menos a minha idade... um cara magro, com corpo bem proporcional, com certeza esculpido em horas de academia... se percebia isso pela maneira jovial com que se vestia, sempre procurando realçar o peitoral, as coxas e os braços fortes... Nesses dias, sempre a churrasqueira acesa, uma carne na brasa e a cerveja rolando, além de uma mesa na área externa, com o carteado... as risadas altas, os palavrões comuns em reuniões de homens e os assuntos, geralmente ligados a sexo, eram comuns... Beto e Marcos, sempre eram os últimos a irem embora, e algumas vezes, até dormiam na chácara... eu participei de algumas dessas sextas feiras, mas acabava sempre me retirando antes de terminarem, pois além do cansaço do dia, ainda geralmente trabalhava aos sábados também, afinal, é o olho do dono que engorda o gado...
As vezes aos sábados, meu pai se perfumava todo e saía no começo da noite.. Tinha certeza que o velho tinha algum rabo de saia pra comer, mas não dizia nada e eu também, respeitava suas escolhas e jamais perguntei...
Meu filho s vezes aparecia em algum domingo pra almoçar... mas sempre o via durante a semana, ja que ele trabalhava comigo na oficina, cuidando do escritório, dos clientes e , dos funcionários...
Um sábado, como sempre, cheguei do trabalho, tomei um banho e fiquei apenas de cueca... Coloquei um modelo desses que com perninha, achava mais confortável pra ficar em casa... encontrei meu pai na sala, assistindo TV... Usava também apenas uma cueca, sempre do mesmo estilo... Fazia bastante calor, e embora todas as aberturas da casa estivessem abertas, meu pai suava um pouco... percebia seus pelos úmidos e sentando em uma poltrona a seu lado, pude sentir o cheiro almiscarado que vinha de seu corpo...Confesso que aquele cheiro penetrou em minhas narinas, provocando algumas reações em meu cérebro, que jamais havia sentido... Olho pra tela da Tv e ali, um casal se beijava em uma piscina.. meu pai com o olhar atento, acariciava o próprio pau soba a cueca, o que me fez repousar meu olhar instintivamente sobre aquela região... Pude então perceber, o volume crescente que se escondia embaixo daquele tecido e a mancha melada que se formava na região onde se encontrava a cabeça da rola de meu pai... Ele apertava o caralho, com o olhar fixo na tela... Não consegui prestar atenção no que ele via, apenas conseguia prender meu olhar, na forma que aquele caralho começava a tomar e o quanto era grande e grosso...
Sem tirar os olhos da tela, ele simplesmente me disse:
_Pega uma cerveja pra nós filho!!!!
Não respondi, apenas levantei e me dirigi até a cozinha, pra pegar a cerveja... Lá, percebi que meu pau estava endurecendo dentro de minha cueca e ja melando o tecido, que por ser algodão e pela cor clara, mostrava claramente a mancha que se formava... Fiquei encabulado de estar assim na presença de meu pai, mas, o safado estava de pau duro em minha frente e não estava nem ai... era como se fosse a coisa mais natural do mundo... então, peguei as cervejas e retornei até a sala, agora encontrando o safado, sentado, com as pernas bem abertas e já não com a mão sobre o cacete... percebi a cueca melada e o volume que se formara ali dentro... a cabeça desenhada e a rola grossa que pendia pra esquerda, deitada sobre a coxa grossa... Fingi que não tinha percebido, entreguei-lhe a cerveja e tb sentei, repetindo seu movimento... ficando com as pernas abertas e com meu cacete também meia bomba... algo no meu cérebro se modificava e aquela situação, fazia a adrenalina correr em minhas veias, me provocando um prazer absurdo...
As horas se passaram, e nos dois cada vez mais a vontade... apertar os paus, acariciar e ficar com os cacetes quase duros, ja não provocava constrangimento em nenhum de nos dois... na verdade, parecia que qualquer cena na Tv, servia de motivo pra que fizéssemos isso...
As horas se passaram... meu pai levantou e pude perceber o quão pesado era aquele cacete... Conforme ele andava, o volume pesado se movimentava dentro de sua cueca e aquela cena, me provocava arrepios na espinha... Coisa que não conseguia entender, mas que era gostoso e sentir.... Devia ser efeito da cerveja e de tanto tempo sem dar uma trepada... foi ai que me dei conta, que precisava arranjar alguém pra trepar e que já não estava mais casado, portanto, era livre pra fazer isso... Sorri com meus pensamentos e só me dei conta que estava meio bêbado, quando levantei e o corpo cambaleou!!!
Meu pai me olhou e deu uma risada e por fim disse com cara de safado:
_Cuidado guri!!! Cú de bêbado não tem dono!!!
Eu tive de rir e respondi:
_Vai te foder velho tarado!!!! Esse cuzinho aqui, tem dono sim e sou eu!!!!
_Não te esquece, que quem fez essa porra ai, foi esse velho aqui hein!!!
Mais uma vez ele deu uma risada e saiu em direção ao banheiro de seu quarto...
Ainda peguei mais uma cerveja e enquanto eu bebia, via ele sair, todo perfumado, vestindo apenas uma bermuda cinza e uma camiseta polo preta, um sapato nos pés e aquele sorriso no rosto...
_Filho, não me espera!!! O pai vai se divertir hoje a noite!!!
_Vai comer fora hoje é coroa????
Ele riu novamente, deu uma pegada na rola e respondeu:
_Pois é!!! Já não posso comer em casa!!!!
Dizendo isso ele saiu!!! Fiquei ainda pensando, ou tentando pensar, pois ja estava meio bêbado:
_Porque ele não pode comer em casa??? Velho safado!!! Meu quarto é quase na rua, nem veria quem é a piriguete que ele anda pagando pra foder!!!! Ah, vai entender!!!
Terminei minha cerveja e me dirigi pra meu quarto... Meu pau, estava inchado dentro da cueca e eu não sabia porque!!! Precisava gozar, aliviar o tesão, mas naquele momento, acho que estava muito bêbado pra isso... entrei no quarto, me joguei sobre a cama de bruços mesmo e acho que assim , eu apaguei..
Não sei por quanto tempo dormi... O cansaço devido ao trabalho e a cervejas que bebi junto ao meu pai, fizeram meu corpo relaxar de uma forma, que adormeci, sem me preocupar em estar com a porta aberta e meu corpo semi nu...
Aos poucos o calor foi tomando conta do meu corpo... Sentia meus músculos se retesarem pra carregar sobre sí, todo o esforço que o peso exigia...
Não entendia o que tudo quilo significava... Só sabia, que precisava suportar aquele peso, que aos poucos, se postava esmagadoramente sobre meu corpo...
Um misto de sensações se apossava de meu corpo... e aos poucos, minha consciência era recobrada e ao mesmo tempo, sentia como se estivesse sonhando, vivendo uma história paralela... Meu corpo suava, meu peito era pressionado de encontro ao colchão e eu sentia um hálito quente tocar em minha face... uma barba roçava em meu pescoço e lábios quentes e úmidos tocavam em minha orelha... Sentia sobre minhas costas um corpo peludo e molhado e aquele volume duro, roçando de encontro a minha bunda, enquanto a voz grave, sussurrava em meu ouvido:
_Hoje tu vai ser minha marmita!!!! Já que minha marmitinha não vem mais aqui, hoje tu vai saciar a fome do paizão!!!!
Eu sentia a pressão sobre meu corpo, mas minha mente ainda meio que adormecida, não conseguia processar o que realmente estava acontecendo...
Aquela boca quente, roçava minha pele, aquela língua dura e molhada, deslizava sobre meu pescoço, enquanto os quadris daquele macho grande e pesado, se movimentavam sobre mim...
Meus olhos se abriram e quando tentei erguer meu corpo, foi que pude sentir e perceber o que realmente estava acontecendo...
_Pai!!! Que isso???? Que tu estás fazendo???
Ele grunhia com a boca em meu pescoço e seus braços acabaram envolvendo meu corpo, me prendendo em um abraço, onde eu podia sentir cada parte de seu corpo... cada músculo teso e cada pulsar de sua rola dura e melada de encontro a minha bunda...
_Hoje tu vai ser minha marmita!!!! Percebi que tu não tirou o olho da rola do pai hoje a tarde!!!
_Para pai!!! Tu ta louco??!!!
Falei tentando me desvencilhar de seu abraço, mas de fora inutil a minha tentativa...
_Desde que tu veio pra ca filho, percebo esse rabão dentro dessa cueca... e tu não fode com ninguém, deve estar num puta tesão!!! Desde que tu veio, minha marmitinha não veio mais e hoje, não pode me receber... Hoje vou matar meu desejo de meter nesse rabo e sei que tu taambém quer!!!!
Sentia seu corpo todo sobre o meu e o desejo de sair daquele abraço, aos poucos, se tornava o desejo de permanecer ali e ver no que aquilo ia dar... Me dei conta disso, quando em um de seus movimentos pressionando meu corpo contra o colchão, senti meu pau duro e babando, pulsando a cada investida dele....
_Pai!!! para!!! Isso é errado cara!!! Sou teu filho e não sou viado!!!!
_Sou teu pai e também não sou viado filho!!! Apenas sei apreciar um belo rabo, assim como este teu e tu, para de fresquear, que tu tava de olho na minha rola e ficou até de pau duro olhando... assim como ta de pau duro agora, sentirndo teu pai montado sobre teu lombo... Ele disse isso, enquanto uma de suas mãos agarrava fortemente meu caralho quente e duro, que liberava pré gozo entre minha pele e a cueca que vestia... gemi alto ao toque de sua mão, enquanto seus dentes se cravavam em minha pele e sua língua deslizava sobre o lóbulo de minha orelha, fazendo o hálito quente penetrar e me arrepiar todo.... Instintivamente, ergui meu quadril de encontro a seu corpo, fazendo seu volume se encaixar em meu rego.. a cueca de tecido fino, ja havia se alojado entre as bandas de minha bunda e sua rola dura e melada, deslizava entre elas...
Aos poucos fui virando meu rosto... Não sabia o que pensar, o que dizer... Na verdade, não conseguia entender nada do que estava acontecendo, mas estava sentindo... Sentindo um desejo tão grande e me deixei levar.... meu rosto foi se virando e de repente, me deparo com seu olhar... O brilho intenso faiscava, como se fossem pequenas estrelas em chamas ardentes... Seus lábios grossos, em meio a aquela barba bem feita, grisalha, se aproximava de meu rosto e tudo que consegui fazer, foi fechar os olhos e sentir... Senti sua boca colar na minha... sua língua quente forçar entre meus lábios até que cedessem e então, pude sentir toda aquela musculatura quente e molhada, explorando cada espaço vazio de minha boca... ele sugava minha saliva... sua mão apoiava minha cabeça, segurando em meus cabelos, enquanto minha boca era devorada pela sua... um beijo intenso entre pai e filho...um sugando a língua do outro... um sorvendo a saliva do outro, enquanto nossos corpos reagiam naturalmente a toda explosão de testosterona que nos atingia... Pudores e tabus, foram sendo deixados de lado, enquanto o que mais importava naquele momento, era o prazer que estávamos sentindo...
Nossos gemidos se continham dentro de nossas bocas... meu corpo acompanhava o balanço do seu, sentindo cada pelo, cada músculo, cada gota de seu suor que escorria sobre a minha pele...
As mãos grandes de meu pai, começaram a percorrer as laterais do meu corpo e eu sentindo cada dedo seu, deslizar e suas unhas a arranhar minha pele... meus pelos se arrepiavam ao seu toque, enquanto o peso de seu corpo, mantinha o meu inteiro subjugado a ele.... Seus dedos se enfiaram pelas laterais do elástico de minha cueca, e com firmeza, foram deslizando a peça de roupa, até que seus pés pudessem servir de gancho, pra que ela fosse totalmente removida do meu corpo... E foi nesse momento, que percebi, que meu pai ja estava totalmente nú... pois senti a baba de seu caralho melar minha pele e a cabeça quente de sua rola, deslizar entre as bandas de minha bunda... era quente, cheia de veias salientes que pulsavam encostadas em minha pele.
Meu pai gemia, ainda pressionando meu corpo, acredito que com medo de eu reagir e fugir de seu contato, mas naquele momento, isso seria impossível, pois tudo que eu mais desejava era estar exatamente onde estava: debaixo do corpo daquele macho grande, peado e peludo!!!
_Tu tem certeza disso pai????
_Eu tenho filho!!!! E tu, quer??? Quer que o pai pare???
_Não pai!!! Não para!!! Amanhã vou me arrepender, mas agora, não para!!!
Eu disse isso ja buscando novamente seus lábios... ele então me virou sobre a cama, ficando frente a frente comigo... Nossas rolas duras, melavam os pentelhos um do outro... Nossos peitos peludos e arfantes, se tocavam e se umedeciam com o suor que escorria entre nossos pelos... Nossos cheiros, se misturavam no ar... pela primeira vez um macho me tocava daquela forma... Não que eu ja não tivesse tido experiência com outro homem, ja fazia muito tempo, e com nenhum outro, poderia se comparar ao que estava sentindo com aquele macho em especial... era meu pai, que estava ali...Pelado, excitado, me beijando, pronto me foder, pra arrombar meu rabo... E eu, me sentindo um guri de anos, prestes a perder a virgindade....
Meu pai foi se afastando de meus lábios e com os seus, começou a percorrer meu corpo... Sugar meus mamilos, lamber meu peito... Sorvia cada gota de meu suor... Ergueu meu braço e sugou os pelos de minha axila, lambeu meu umbigo e enfiou o nariz em meio a meus pentelhos fartos...
Meu pau pulsava e ao sentir o calor de sua respiração, cada veia de minha rola latejou e pulsou, até que sentir a gruta úmida e quente de meu pai, envolver a cabeça de minha pica... sua língua deslizou sob a cabeça, procurando a fenda melada de minha uretra... Sorveu meu líquido... meu cacete deslizou por dentro daquela caverna morna e se alojou em sua goela... Senti o canal apertado, pressionar meu cacete e meu coroa nausear, enquanto de seus olhos, escorriam lágrimas... Segurei em seus cabelos grisalhos e tentei entrar mais... naquele momento, não queria poupar meu pai de nada, apenas queria sentir aquela boca e foder aquela garganta.
A pele clara de meu pai, começava a ficar rosada, então percebi que lhe faltava o ar... o velho era macho, pois em nenhum momento pediu pra eu tirar a pica de sua goela... Quando o fiz, junto com a cabeça de meu cacete, uma cascata de baba se fez surgir sobre a sua barba e deslizar até os pelos de seu peito... uma tosse e o som de um peito arfante procurando voltar a respirar e de novo aquele sorriso, safado, de macho que sabia dar prazer a outro macho!!! Minha pica pulsa ainda lambuzada pela sua baba e então ele, passa a língua na cabeça, lambendo e sorvendo a saliva que ainda escorre misturada com meu liquido seminal... Novamente sua boca sobre pelo meu corpo, até encontrar a minha e dessa vez, sua mão pousa em meu ombro, me forçando pra baixo e em seguida, segura meus cabelos, guiando, conduzindo...
Meus lábios ávidos por seu sentir seu sabor, se prendem em torno de seus mamilos duros e pontudos, sugando, tentando fazer brotar um líquido que jamais poderá sair daquele local... o suor verte em seu peito, escorrendo entre seus pelos e são sorvidos por meus lábios sedentos do sabor daquele macho.. as axilas peludas, exalam o perfume dos machos alfas, que demarcam territórios com seus odores e eu sorvo aquele perfume, enfiando minhas narinas entre aqueles pelos úmidos, sorvendo seu caldo que escorre em cada fio... o sabor salgado, me fez recuperar energia e seguir em frente, lambendo aquela pele e saboreando cada pedacinho daquele corpo....
Diante de mim, um macho grande, de coxas grossas e com uma vasta pentelheira ficando grisalha, que emoldura uma rola grande, grossa, com a cabeça rozada, que pinga o mel que verte de sua uretra e inebria com o cheiro forte, de macho no cio... um odor almiscarado, que mistura com cheiro de suor e urina de macho... Meu rosto é guiado a se esconder em meio a pentelhada suada e em seguida a encontrar aquele cacete, rodeado de veias salientes e pulsantes...O sabor agri doce da cabeça daquela pica, invade minha boca, enquanto a língua sorve cada gota daquele mel, circula a glande e degusta o creme que se forma ao redor... meu pai geme alto, segurando firme em meus cabelos, movimenta os quadris e faz a rola ir penetrando cada vez mais fundo, até que a cabeça se estrangule em minha garganta apertada, me fazendo faltar o ar... sinto a mucosa da goela arder, enquanto o caralho avança... ele tira um pouco, trazendo junto a baba que começa a se formar e depois mete novamente, entrando mais fundo...O safado é macho experiente e fazer o filho sofrer na sua rola, só quando estiver metendo, esfolando seu rabinho....
Eu sugava aquele cacete, sentindo o sabor de macho daquela rola... Sentindo o cheiro da virilidade de meu pai, que exalava de seus pentelhos, de suas bolas grandes e peludas e de sua virilha suada...Suas mãos afastaram minha boca de sua rola e de repente, aquela cusparada forte atingiu meus lábios , seguida de uma ordem;
_lambe tudo, engole!!!! e mais uma cuspida e depois mais outra...
Jamais em minha vida me senti daquela forma, sendo tratado como um puto vadio e ainda mais, sendo tratado assim, pelo meu próprio pai...
Meu corpo é girado sobre a cama e meu rabo é colocado virado pra cima, exposto, enquanto suas mãos fortes abrem minhas nádegas, deixando meu rego peludo completamente visível... as pregas de meu cu peludinho, sentes o ar mais fresco lhe tocarem e se contraem, fazendo meu rabo se abrir e fechar... Ouço os lábios de meu pai mais uma vez estalarem e mais uma cuspida... dessa vez, acertando direto no meu cuzinho, melando meus pelos e deixando meu rabo molhadinho... um dedo grosso circula sobre as pregas do meu rabo... sinto o calor da pele e a pressão que a ponta dopo dedo faz sobre meu orifício... Minha musculatura anal se contrai, na tentativa desesperada de se proteger daquela invasão... Mais uma cuspida e o ar quente, o hálito úmido toca minha pele, fazendo meus pelos se arrepiarem... a língua molhada desliza sobre o rego peludo, sorvendo o suor que escorre e deixando um rastro de baba e saliva, demarcando o local onde a rola babona deverá seguir caminho...
A sensação de uma descarga elétrica, é o que meu corpo inteiro sente, quando a ponta daquela língua, encontra meu centro do prazer, me fazendo estremecer... meu corpo se contrai e meu rabinho sente a pressão, daquele músculo quente forçando a entrada... gemo alto, tentando não deixar que ele perceba todo o prazer que estou sentindo... mas é tarde!!! O macho tem segurança do quanto sabe dar prazer a outro macho. Ele sorri e sinto seus dentes dando pequenas mordidas em minha bunda e seus lábios sugando minhas preguinhas... meus pelos molhados por sua saliva, se esgueiram de dentro de sua boca a cada nova chupada e meu cuzão de macho, agora anseia em ser possuído, devorado por aquele homem... a língua força mais uma vez e rompe a rigidez de minha proteção, invadindo assim meu rabo, me fazendo sentir seu calor... tento me fechar, mas acabo prendendo aquela língua dentro do meu cu, o que me faz sentir ainda mais prazer e gemer mais alto ainda!!!! Ergo meu quadril, pra que ele consiga entrar mais... Sinto a barba roçar em meu rego e a sensação de ardor, me faz sentir mais desejo em ser possuído!!!! Sem conseguir me controlar, peço, imploro pra que ele me penetre:
_Me come pai!!! Me fode cara!!!! Arromba meu rabo caralho!!!
_Vou te foder filho!!! Te disse, hoje tu vai ser minha marmita... Vou te encher o cu de leite filhão!!! pede a pica do pai, pede!!!
_Me da tua pica pai!!! Crava essa pica no meu cu!!!!
Meu pai, ergueu seu corpo e encosstou a cabeça da rola em meu cuzão lambuzado por sua saliva... Senti a cabeça quente tocar minha entrada e por mais medo que sentisse, por mais que soubesse do ero que estava cometendo, meu desejo era maior ainda...
_Mete cara!!! Fode meu cu!!!
_Relaxa esse rabo filho!!! Vou socar meu caralho todo dentro de ti!!!
Ele forçava a entrada, mas meu corpo reagia de forma a não permitir sua entrada...
_Relaxa esse rabo Sérgio!!!! Vou te arrombar de qualquer jeito, melhor tu relaxar e colaborar filho!!!
Meu medo deu lugar a uma coragem que eu sabia, que no outro dia me arrependeria de ter tido, mas segurei as bandas de minha bunda com minhas próprias mãos e as abri, o máximo que consegui, deixando as pregas de meu cu arregaçadas, facilitando a entrada do caralho dele... ele cuspiu fartamente e depositou todo seu peso sobre o próprio caralho, arrancando de mim um berro alto, ao sentir a cabeça entrar.. cada prega do meu cu, se rompeu, se abriu forçadamente, quase me fazendo sangrar...as forças me faltaram, mas apesar disso, senti cada centímetro daquele cacete entrado dentro de mim... Meu cu ardia e meu interior queimava, como se estivesse sendo atravessado por um ferro em brasa... Mordia o travesseiro, enquanto o peso de seu corpo se depositava sobre o meu, fazendo os últimos centímetros de seus cm de rola, se alojarem dentro de mim... seus pentelhos roçaram em minha bunda... suas bolas peludas bateram contra minha pele e seu peito peludo, se aninhou sobre minhas costas... ele parou, me fazendo acostumar com sua invasão... Meu corpo não reagia... tinha medo da dor, da consequência por ter sido tão inconsequente em permitir meu pai me comer o cu..
Os minutos foram passando e a sensação de estar sendo entupido por algo, começou a dar lugar, ao desejo de ser consumido por ele... tentei piscar meu rabo, mas a rola era grossa demais, não consegui... mas com certeza ele percebeu a pressão, pois começou lentamente a movimentar os quadris... o caralho começou a fazer movimentos leves de entra e sai, fazendo meu rabo queimar ainda mais... era como se a pele estivesse sendo arrancada em cada movimento da pica... eu gemia abafado, apertava os lençóis com as unhas, tentando desesperadamente com esse ato, diminuir a dor que estava sentindo, inutilmente!!!Meu pai ergueu o corpo e junto com ele, movimentou as ancas, trazendo o cacete até quase sair de dentro, me fazendo urrar e em seguida, cravou novamente... Me sentia entregue, não conseguia mais ter controle do meu corpo e nem de minhas próprias vontades e desejos, então, me deixei levar, ser possuído, usado por aquele macho... O cacete começou a entrar e sair de dentro de mim... de nada adiantava berrar, urrar, pois ninguém me ouviria... na chácara não havia vizinhos próximos, portanto, éramos apenas eu e ele e seu caralho me arrombando!
Ouvia o som de suas bolas batendo contra meu rabo, sentia a cabeça melada e quente de seu cacete entrar fundo, abrindo caminho, pra que aquela rola cheia de veias pudesse se alojar toda dentro de mim e depois sair novamente...
Meu pau duro, melava o lençol e apesar da dor que sentia, o prazer por estar naquela situação, me fazia quase gozar sem tocar na rola...
_Fode pai, arromba meu rabo!!! me enche com tua porra velho putão!!!
_To te arrombando o cuzão filho!!! Esse cu vai virar uma rosa desabrochada quando eu tirar minha pica de dentro e ainda vai estar regada com meu leite!
Meu corpo balançava de encontro ao seu e cada cravada era uma nova sensação de prazer... Eu, um macho de 42 anos, jamais havia sentido tanto prazer quanto naquele dia, sendo fodido pelo cacete do meu próprio pai!
O minutos se passaram como se fossem horas e em algum momento, eu senti aquele caralho engrossar... a respiração do meu pai ficando cada vez mais ofegante e as cravadas cada vez mais violentas... as veias pulsavam mais forte e eu percebi que a qualquer momento, ele iria me encher o cu com a sua porra... enfiei a mão por baixo do meu corpo e segurei minha rola... a baba que escorria, servia de lubrificante, pra que eu batesse uma punheta forte, que quase me fazia perder o fôlego... meu pai urrou!!! O cacete se cravou dentro do meu rabo o mais fundo que ja havia sentido... Senti o caralho pulsar, latejar e vários jatos quentes de sua porra começaram a invadir meu reto.... Seus dentes se cravaram em minhas costas, enquanto vários espasmos faziam seu corpo se contorcer sobre o meu... O leite farto, invadia meu rabo, me dando a sensação de que estava sendo estufado... era taanta porra que não consegui segurar dentro e começou a vazar... mesmo estando com o caralho grosso dele todo dentro, sentia o leite escorrer por minhas bolas até molhar o lençol... Meu pau também explodiu em gozo, lambuzando a cama, o lençol e meus pentelhos, deixando no ar aquele cheiro de gozo de macho, misturado com suor e cheiro de saco e sovaco...
O corpo de seu João, se deixou cair sobre o meu, seu peito arfante, sua respiração ofegante e seus lábios molhados, colados sobre a minha pele...O silêncio era interrompido apenas pelo som do vento lá fora e por nossas respirações e nossos corações batendo forte... Aos poucos, nossos corpos relaxando depois de tamanha pressão e finalmente adormecemos. Seu caralho ainda dentro de mim e seu corpo sobre o meu. No decorrer da noite, meu pai escorregou para o lado, me abraçando e me fazendo colar minhas costas em seu peito.
O dia amanheceu, meus olhos se abriram e aos poucos eu fui entendendo e lembrando de tudo que acontecera... no começo a culpa, depois a vergonha, por ter sido fodido pelo meu próprio pai... pensei em levantar da cama, mas seus braços me prenderam e então ouvi sua voz grave:
_Onde pensa que vai? Sem ao menos dar um beijo de bom dia em seu pai!?
_Para pai!!! Não sei onde meto a minha cara!!!! to morrendo de vergonha!! melhor eu levantar, arrumar minhas coisas e ir embora!
Naquele momento, ele me pucha com força, me fazendo voltar a ficar deitado e então, monta sobre meu corpo, segurando meu rosto entre suas mãos!
_larga de ser bobo moleque!!! O que fizemos foi muito bom, ou vai negar que gostou???
_Não é isso pai, mas tu é meu pai!!!
_E dai, por acaso por ter comido teu rabo, vou deixar de ser??? E tu, por ter me dado esse cuzão gostoso, vai deixar de ser meu filho??? Quem alem de nos dois precisa saber disso filho??? Relaxa!!!
Pra ele, aquela situação parecia até normal, mas na minha cabeça, era complicado!!! mesmo assim, cedi e me deixei ser abraçado por ele... mais uma vez, sua boca tocou a minha e em menos de dois minutos, seu cacete grosso, estava todo dentro de minha boca!!!
_Tu pode levantar filho, mas antes, o pai vai te dar café da manhã!!!!
O safado meteu a rola na minha boca e menos de dois minutos, estava eu recebendo vários jatos de leite amargo e grosso na goela... Engoli o que pude, mas ainda assim, vazou leite pelos cantos de minha boca... Ele lambeu e cuspiu tudo pra que eu não desperdiçasse nenhuma gota...
_Eu disse que tu seria minha marmita filho e a partir de agora, vai ser assim... aqui dentro, tu vai ser a marmitinha do pai!!!!
Não entendi direito a história da marmita, mas a palavra me levava a refeição e o fato de ele estar me comendo o cu, associava diretamente ao vocábulo...
Meses se passaram, fodíamos varias vezes na semana e eu ja não me sentia culpado... os sábados meu pai ja não saia como antes e até seus amigos da sexta perceberam a diferença de humor de meu velho... Berto e Marcos nos olhavam de maneira estranha e sorriam se entreolhando... Em meus pensamentos, eu tentava nem imaginar o que eles poderiam estar pensando... mas era tão absurdo, que nem eu mesmo as vezes acreditava...
Em um sábado, depois da jogatina de sexta e de beto e Marcos terem ficado pra dormir em casa, eu acordei meio indisposto... liguei pra Fábio, pra que ele tomasse conta da oficina pela manhã, mas ele não atendeu... então decidi levantar e mesmo com dor de cabeça, ir trabalhar... Fui até a cozinha fazer um cafézinho e ouço alguns murmúrios vindos do quarto de meu pai... Na hora pensei que os olhares de seus colegas, poderiam estar relacionados a isso... Será que os safados estavam de safadeza com meu coroa??? Me aproximei lentamente, sem fazer barulho e a cada passo, as vozes ficavam mais nítidas... embora fossem baixas, dava perfeitamente pra serem ouvidas:
_Quer dizer que agora então tu não vai mais me visitar como antes!!! Porra cara, desde que meu pai se mudou pra cá, a gente raramente se encontra!!! Como se ja não bastasse, tu foder com o beto e o Marcos, agora tambem ta fodendo com meu pai??? Ta comendo teu filho seu João!!!???
_Eu te disse, que se tu inventasse de namorar aquela guri e ficar fazendo cu doce pra mim, eu ia arrumar outra marmita e foi o que fiz!!! E te digo moleque!!! Que rabo, tem teu pai!!! tu deveria experimentar também!!!
Eu ouvindo aquela conversa, quase tive um desmaio ali mesmo no corredor... quer dizer, que a marmita de meu pai, era seu neto, meu filho??? e que a nova marmita, era eu e tudo porque Fábio inventou de dar uma namorada em uma guria???
Não me dei conta, do quanto estava próximo a porta, até que ouço a voz grave de meu pai falar:
_Não te vi ai filho!!! Entra!!!
Fábio quase teve um troço ao me ver, mas logo foi acalmado por meu pai!!!
_Quer dizer que voces dois fodiam??? a quanto tempo isso pai???
_Bah filho, desde que esse moleque tinha pra anos....
Naquele momento é que percebi que meu filho estava apenas de cueca e meu pai, pelado sobre a cama, com o pau em meio aos dedos, acariciando....
_Olha meu sonho se realizando!!!! disse ele sorrindo, com aquele sorriso safado, que dificilmente alguém resistia...
_Que sonho pai??? Arrisquei a perguntar, com medo do que ouviria!!!
_Esse sonho!!!! Meu filho e meu neto, ambos de cueca, de pau duro dentro do meu quarto!!! eu e Fábio nos olhamos e pudemos perceber que realmente, nossas rolas estavam duras dentro de nossas cuecas... meu moleque era maludo e a cueca estava melada... Então, ouço a voz de meu pai firme e grave:
_Mama o caralho do teu pai moleque!!!! Mostra pra ele, como tu mama o cacete do vô!!!
Meu caralho pulsou dentro da minha cueca.... Eu e Fábio nos olhamos nos olhos e...

A continuação dessa história... segue no próximo conto!!!!
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Comentários


foto perfil usuario morsolix

morsolix Comentou em 04/08/2026

O que comentar sobre um tema sempre recorrente nos relatos? Interessante é,só precisava fazer uns cortes para não deixar tão longo. E a rudeza desse pai que chega a ser cafajeste




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Ficha do conto

Foto Perfil gauderiosafado
gauderiosafado

Nome do conto:
Como me tornei a marmita do meu pai!!!

Codigo do conto:
269060

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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