Entramos e eu mostrei a ele aonde era o quadro de luz, ele abriu mexeu e logo disse o que era, então começou a arrumar e ás vezes eu percebia o olhando para meus seios e minhas coxas. Durante o tempo que conversamos descobri que ele tinha 45 anos, era solteiro, mas que tinha um filho de 25 anos que morava com a mãe na capital. Ele perguntou de mim e eu falei minha idade, ele não acreditou muito, falei que tinha ido passar uns dias lá sozinha sem meu marido, ele então disse que uma mulher como eu não podia ficar sozinha daquele jeito e perguntou se meu marido não tinha ciúmes, não sei o que me deu, mas creio que foi a vontade de dar a buceta mais do que já tinha dado, então falei a ele que meu marido e eu tínhamos uma relação aberta, ele disse que entendia mais ou menos disso, mas perguntou como exatamente funcionava entre nós, expliquei tudo e ele então falou: - Nossa, assim eu vou querer experimentar também!
Já bem safada respondi sorrindo: - Moço, não provoca, pois aqui sozinha acho que não resistiria a um homem como você!
Ele então respondeu que eu era muito gostosa e bonita e que podia me fazer companhia quando terminasse o serviço. Assim que ele terminou, ofereci uma cerveja que ele aceitou e perguntei o valor, no que ele me olhou sério e disse que preferia o pagamento de outra forma, então sem me dar tempo de responder qualquer coisa, me abraçou por trás e começou a alisar meu corpo e beijar minha nuca, me abri toda e dexei me entregar, senti seu pau duro esfregando em minha bunda enquanto suas mãos ásperas invadiam minha calcinha e tocavam minha buceta meladinha de tesão. Renato começou a dedilhar e alisar minha buceta e disse que ela estava muito molhada e inchadinha, comecei a gemer manhosamente e me virando pra ele começamos anos beijar e ao alisar seu pau percebi que era bastante grosso apesar de não ser tão grande. Passei a punheta lo e logo o mandei se sentar no sofá e tirando sua cueca, me ajoelhei em sua frente e caí de boca naquela rola deliciosa. Sua rola devia ter uns 17 cm, era bem grossa mesmo e levemente encurvada, comecei a chupa lo e ele dizendo o quanto eu era vadia e safada e que meu marido e os homens que me comiam tinham muita sorte, então respondi que ele também estava tendo essa sorte. Após uns seis minutos chupando o, me levantei e virando de costas pra ele segurei em sua rola e sentando nela deslizei deliciosamente naquele pau grosso e gostoso que me invadiu com extrema facilidade, me curvei levemente para trás e segurando em seu pescoço passei a cavalga lo levemente e aos poucos fui aumentando o ritmo ajudada por ele que segurava em minha cintura. Renato com suas mãos e braços fortes me jogava pra cima e pra baixo me fazendo sentir tesão e prazer demais, mesmo eu tendo dado o tanto que tinha dado para Jorge, ainda tinha fogo pra aguentar muito mais daquele macho no momento e acabei gozando gostoso gemendo alto. Sem me dar trégua Renato me colocou de quatro e me penetrou forte me chamando de cadela, vadia e safada, eu rebolava, pedia mais e chamando o de safado também dizia que era sua puta naquele momento. Renato então disse que me foderia como uma puta mesmo e começou a dar tapas fortes em minha bunda, puxava meus cabelos com certa força e depois de uns oito minutos me fodendo nessa posição, tirou de minha buceta e sem nada falar começou a forçar meu cú que já estava todo arrombado. Não ofereci resistência e aquela rola invadiu meu rabo já rasgado de tanta rola que havia levado aqueles dias todos. Renato se colocou por cima de mim quase me cavalgando e ia socando com força me xingando de cadela, puta, vadia e eu só tinha forças pra gemer alto. Após alguns minutos me fodendo assim no sofá, Renato me pegou pela cintura me levantou e me colocando escorada na parede e levemente arqueada penetrou meu cu novamente. Apesar de um pouco de dor comecei a gemer e a falar: - Vai cachorro rasga o resto do meu cú, me fode forte e enche ele de porra. Renato me fodia, beijava meu pescoço e em poucos minutos começou a gemer mais alto e segurando minha cintura forte parou de socar e começou a despejar sua porra grossa e abundante dentro do meu cuzinho. Fiquei parada, ofegante e sem conseguir falar nada, quando seu pau foi saindo senti minhas coxas melando de porra e saí andando com as pernas levemente fechadas para não escorre no chão, me dirigi ao banheiro e depois de tomar banho foi a vez de Renato se limpar, quando ele voltou disse que o serviço estava mais que pago e então eu falei: - Você tem que ir embora mesmo? Porque se quiser pode passar a noite comigo, ou você vai me deixar sozinha?
Renato me chamou de vadia e disse que ficaria, mas que teria de ir embora cedo para trabalhar, falei que tudo bem, mas que ele ia ter que dar conta de mim, pois havia me provocado, então depois de comermos um lanche e bebermos mais umas cervejas, voltamos a meter deliciosamente e transamos mais três vezes antes dele ir embora por volta de cinco da manhã me deixando toda arrombada e cheia de porra em cima da cama, pois ele gozou mais duas vezes dentro da minha buceta e uma na minha boca. Acordei depois do meio dia, estava cansada, dolorida e extremamente arrombada, então na quarta feira só descansei e descansei a buceta e o cu mesmo Jorge e Renato me mandando mensagens querendo me encontrar, porém só fui dar novamente na quinta e contarei depois!



Que tesão Safada gostosa Me chama no privado
Eu também queria te comer gostoso este cuzinho apertadinho linda podemos ser amigos
Que delícia de conto merece meu voto muito excitante eu gostei da fotos que buceta deliciosa me deu vontade de chupar Que cuzinho delicioso queria te conhecer