Mais uma vez na Rua das Scanias

Eu estava ali, na Rua das Scanias, em Contagem, no momento em que o dia começou a morrer. O sol se escondia atrás dos galpões e das carretas estacionadas, e a luz amarela dos postes mal iluminava a calçada quente e suja. Eu já estava de short curto, colado na bunda, sem cueca, o cu já lubrificado e aberto de tanta vontade. Meu pauzinho duro apertava o tecido, mas o que eu queria mesmo era ser destruído. Eu sou um depósito de porra, um gay puta depravado, e naquela noite eu ia provar isso de novo. Eles me viram de longe. Oito machos, todos sujos de trabalho, cheirando a diesel, suor e cigarro. Caminhoneiros, mecânicos, uns de bermuda, outros de calça suja, todos com o pau já pesado nas calças. Não precisei falar nada. Eu só parei atrás de uma carreta, de costas para eles, abaixei o short até as coxas e abri as pernas, mostrando o cuzinho e piscando. Vem porra usa essa puta, eu disse, a voz já embargada de tesão. O primeiro chegou sem cerimônia. Um cara gordo, barriga proeminente, pau grosso e veioso. Ele cuspiu na mão, esfregou no meu cu e enfiou de uma vez. A dor misturou com o prazer e eu gritei, mas não para parar, para ele foder mais fundo. Ele me agarrou pelos quadris e começou a meter com força, o pau batendo no fundo, as bolas batendo na minha bunda. Olha essa vagabunda já tá pedindo no meio da rua, ele falou, enquanto os outros se aproximavam. Em segundos eu estava cercado. Um pau foi enfiado na minha boca. Outro nas minhas mãos. Eu chupava, babava, engolia, enquanto o primeiro me arrombava o cu. O short foi rasgado e jogado no chão. Eu estava nu no meio da Rua das Scanias, de quatro na calçada quente, o joelho ralando, a cara suja de saliva e pré-gozo. Eles se revezavam sem piedade. Um saía do meu cu e outro entrava. O segundo era mais longo, me abria de um jeito que eu sentia o pau batendo no fundo do intestino. Eu gemia alto, sem vergonha, isso arrebenta essa puta me fode como a vagabunda que eu sou. Eles riam, xingavam, cuspiam na minha cara. Um deles se ajoelhou na minha frente e me fez engolir o pau até o fundo da garganta, enquanto outro me metia por trás. Eu sentia o cu esticando, arrombando, o barulho molhado de porra e saliva. Quando o primeiro gozou, jorrou lá dentro, quente, enchendo meu rabo. Ele tirou o pau e outro já enfiou por cima da porra, misturando tudo. Eu bebia tudo o que me davam. Um gozou na minha boca e eu engoli com vontade, a língua lambendo até a última gota. Outro gozou no meu rosto, e eu passei a mão, esfreguei a porra e chupei os dedos. Meu cu já estava dilatado, pingando porra na calçada, e ainda assim eu pedia mais, mais me usa me abusa eu sou só um buraco pra vocês, eu gemia, a voz rouca de tanto chupar pau. Eles me viraram de barriga pra cima, as costas no chão sujo, as pernas abertas no máximo. Dois ao mesmo tempo. Um no cu, outro na boca. Doeu pra caralho, eu gritei, mas continuei pedindo. O pau grosso me dilatou tanto que eu achei que ia rasgar, eu estava sendo fudido por dois machos ao mesmo tempo, o cu esticado ao limite, enquanto outro me enfiava a porra gozada na boca. A rua estava escura agora. Só os faróis de algum caminhão passando de vez em quando iluminavam a cena. eu nu, coberto de porra, saliva e sujeira, sendo usado por oito homens que me tratavam exatamente como eu merecia, uma puta qualquer, uma vagabunda que estava ali só para satisfazê-los. Eles me levantaram, me seguraram no ar e me enfiaram de novo. Um me carregava enquanto outro metia. Depois me colocaram de quatro de novo, e a fila continuou. Cada um gozava dentro, fora, na boca, no rosto, nas costas. Eu bebia a porra deles com fome, a língua limpando os paus sujos de cu e porra. Meu estômago já estava cheio, o cu arrombado e aberto, pingando um rio branco na calçada. Um deles me puxou pelo cabelo e me fez lamber as bolas enquanto outro me fodia. Outro me deu um tapa na cara e cuspiu, isso aí é o que você é hein depósito de porra de macho vagabunda de rua. Eu só conseguia gemer e concordar, a boca cheia de pau, sim sou usa essa puta até não aguentar mais. Eles não pararam. Me foderam por quase uma hora. Quando o último gozou dentro, meu cu já não fechava mais. Eu estava deitado no meio da rua, pernas abertas, o rabo completamente destruído, a porra escorrendo junto com a saliva e o suor. Eles se limparam em mim, usaram minha boca pra limpar os paus, me deram mais uns tapas e cuspiram em cima. Um deles ainda se abaixou e me disse, enquanto eu lambia o pau dele limpo, qualquer dia a gente volta essa putinha aqui sempre vai estar disponível né. Eu só consegui sorrir, a cara suja de porra, o cu aberto e latejando, sempre eu sou isso mesmo um depósito de porra uma gay puta depravada usem o quanto quiserem. Eles foram embora, rindo, deixando eu ali, nu, destruído, no meio da Rua das Scanias, com o gosto de oito machos na boca e o cu arrombado e cheio. Eu fiquei de quatro mais um tempo, empurrando a porra pra fora com os dedos e lambendo, porque é isso que eu sou. E eu adoro. Ainda bem que sempre levo uma roupa reserva no carro, porque o short que eles rasgaram não dava pra vestir, tive que ir sem roupa mesmo até o carro que estava próximo a carreta onde tudo aconteceu... rs
Abaixo uma foto de quando cheguei em casa, ainda tinha porra vazando...

Foto 1 do Conto erotico: Mais uma vez na Rua das Scanias


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Ficha do conto

Foto Perfil rickylouis
rickylouis

Nome do conto:
Mais uma vez na Rua das Scanias

Codigo do conto:
270862

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/08/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1