Estava um pouco “Off”, né? — Vamos lá, sem enrolação.
Faz quase 24 horas que isso aconteceu. Ontem, a titia aqui, teve uma noite de sexo bem gostosa. A ‘Cléo’, foi bem fodida, esfolada, daquele jeito que deixa a gente toda molinha, o corpo leve e dolorida. Hoje, resolvi contar pra vocês como foi esse encontro.
Já contei há um tempo atrás, que eu achei uma antiga conta de e-mail, com vários contatos de homens com quem eu já tinha transado. Vocês lembram? Não? Sim?
Na terça-feira, depois do almoço, resolvi abrir esse e-mail, escolher um da lista e ligar. Liguei para o Douglas do meu escritório. A gente transou duas vezes. E há cinco anos a gente não se falava.
Mandei mensagem, perguntando; se ele lembrava de mim.
E não foi que ele me retornou a mensagem, uns quinze, vinte minutos depois, claramente surpreso, por eu ter entrado em contato depois de tantos anos.
Conversamos um pouco, relembrando do passado, das nossas transas, de tudo que aprontamos. Ele me contou que está casado há dois anos e mora na zona leste de São Paulo.
Confesso que, ao saber que ele estava comprometido, achei que não ia dar bom, em nada. Fui pelo instinto, mesmo assim resolvi arriscar e perguntei; se ele toparia me encontrar ainda na terça.
A resposta dele foi essa:
— Sú, hoje não dá… tenho que levar a minha esposa no trabalho. Mas amanhã (quarta) eu topo. Ela é recepcionista de hotel e trabalha à noite.
Quando ouvi isso, fiquei imediatamente animada. Isso daria pra a gente se encontrar. Combinamos todos os detalhes do encontro, que aconteceu ontem. Marcamos horário e local.
As fotos que postei, são dele comigo… o Douglas.
Continuando:
Mais tarde, já em casa, continuei conversando com o Douglas, ele ainda estava no trabalho dele. Ficamos quase uma hora papeando no WhatsApp por vídeo. Ele está ainda mais bonito que naquela época.
Ele lembrou dos nossos encontros. Lembro que chegou a me pedir em namoro. Eu nunca aceitei. Naquele momento da minha vida, eu só queria sexo, rola, pau, pica, diversão e liberdade. Não estava afim de relacionamento sério com ninguém, muito menos de me prender.
Ontem, quarta-feira, trabalhei normalmente. Ao meio-dia, ele me mandou mensagem, perguntando; se eu tinha mudado de ideia sobre o encontro de mais tarde. Respondi na hora que não, que estava de pé, e que o encontraria no horário combinado.
Saí do escritório às 17h30, e fui direto pra casa. Tomei um banho, comi algo bem leve e deitei um pouco pra descansar.
Acordei pontualmente por volta das 19h. Tomei outro banho rápido, me arrumei toda, passei perfume, escolhi a roupa e, antes mesmo de sair de casa, recebi essa mensagem dele:
“Sú... deixei ela no trabalho. Tô indo pro do local, blz?”
Respondi; que também estava saindo.
Peguei a bolsa, fechei a casa, entrei no carro e dirigi até o lugar que combinamos. Não vou falar o nome do local por segurança, mas o local foi no bairro do Ipiranga, SP. Um barzinho que costumo frequentar há anos.
Enquanto dirigia, o tesão ia subindo. A “Cléo” dando sinais que estava babando. Fazia cinco anos que eu não via aquele homem.
A última vez que a gente se encontrou, ele me comeu de madrugada numa praia do Guarujá. Essa noite ainda está gravada na minha memória: o jeito dele me foder, a pegada, o pau… e agora ele casado, ficou ainda melhor, deu um tempero a mais.
Cheguei alguns minutos antes. Estacionei, desliguei o carro e fiquei esperando. O coração batia mais forte. Quando estacionei meu carro no estacionamento, senti o friozinho gostoso na barriga.
Quando cheguei no local, o Douglas estava sentado à mesa me esperando no fundo do barzinho. E devo ser verdadeira. Meu coração acelerou muito. Depois de cinco anos, vê-lo pessoalmente de novo mexeu comigo. Ele estava ainda mais atraente.
Nos cumprimentamos com dois beijos no rosto e um abraço apertado e demorado. No momento em que senti o corpo dele colado no meu, e o cheiro do perfume dele subindo, a ‘Cléo’ ficou imediatamente molhadinha. Aquele cheiro masculino que eu lembrava tão bem, me deu um frio na barriga, e um calor entre as pernas simultaneamente.
Sentamos e começamos a conversar. O papo fluiu gostoso. Pedimos uma porção de bolinho de carne e bacalhau, e duas cervejas bem geladas. Ficamos ali conversando, comendo, bebendo, rindo, se olhando… o clima esquentando aos poucos.
Em determinado momento o celular dele vibrou. Era a esposa enviando mensagens do trabalho dela. Ele respondeu rápido, com cara neutra, e guardou o telefone de novo. Não sei o que ela mandou, e nem perguntei.
Então, o convite pro motel partiu de mim. Ah, se dependesse dele, provavelmente nunca viria, iriamos ficar no 0 x 0. Ele não aceitou de cara, ficou com receio de a esposa descobrir a traição.
Olhou pra mim sério e falou que não queria complicação. Eu segurei a mão dele por cima da mesa, olhei nos olhos e assegurei: —que ele poderia ficar tranquilo, que ia ficar só entre mim e ele, que nunca iria contar pra ela.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos pensando, me estudando… e acabou aceitando. Douglas pagou a conta do barzinho e saímos. Antes mesmo de entrarmos no carro dele, já rolou muita pegação ali mesmo no estacionamento: beijos molhados de línguas, mão na minha cintura, bunda, minha mão passando pelo peito dele, pela barriga, descendo até sentir o volume duro por cima da calça. Ele me prensou contra o carro e me beijou pra valer, foi um daqueles beijos com fome de quem estava há tempos segurando vontade. Eu retribuí com a mesma intensidade, rebolando de leve contra ele, deixando claro que a ‘Cléo’, estava pronta.
Fui no carro dele, deixei o meu no estacionamento. Entramos no carro e ele dirigiu até um motel próximo, há dez minutos.
O caminho foi curto, mas intenso. Mão na minha coxa o tempo todo, subindo, apertando, chegando na buceta. Eu correspondia passando a mão dentro da calça, dentro de sua cueca pegando no pau dele, sentindo latejar. Dei umas lambidinhas pra sentir o gosto, e o que viria pela frente.
Quando estacionamos no motel, dividimos o valor do quarto, ele pagou em dinheiro (esperto), eu no cartão de crédito.
O tesão estava tão grande, que a gente quase não aguentou chegar no quarto. O único registro que tenho dessa noite no motel é a foto que tirei em cima da cama, sorrindo, sabendo o que ia rolar.
Assim que deixei o celular de lado, nos agarramos. Muitos beijos molhados, língua, mãos por todo lado. Tiramos as roupas ao mesmo tempo. Já tinha estado naquele motel outras três vezes, com outros homens, então conhecia bem a suíte.
Fomos direto pro que importava. Ele me deitou e me chupou com vontade. Língua na ‘Cléo’, chupando, lambendo, enfiando os dedos, enquanto eu gemia e segurava a cabeça dele. Douglas me lambeu toda, pernas, seios, pés. Ainda está muito safado e esperto!
Depois, eu me ajoelhei e devolvi o agrado: engoli o pau dele inteiro, chupando fundo, babando. Chupei suas bolas olhando pra cima. Ele gemeu horrores, segurando meu cabelo.
Não transamos na cama, fomos pra hidromassagem. A água quentinha, muita espuma, o barulho dos jatos, o corpo molhado…
Dei mais umas chupadas no pau dele. E quando senti duro, fui por cima e sentei de frente, segurei o pau e fui descendo devagar.
Caralho… foi tão gostoso sentir o cacete me penetrando de novo depois de cinco anos. A ‘Cléo’ engoliu o pau todo, gulosa, apertando. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, rebolando, sentando até o fundo, gemendo alto, me divertindo no parquinho.
Douglas, ele, segurava minha cintura, dava chupões nos meus seios, apertava minha bunda, mordia meus mamilos. Eu gemia alto, pedindo mais, sentindo um prazer do caralho.
Em determinado momento, fiquei de quatro na beira da hidro e ofereci o cu pra ele. Douglas não pensou duas vezes. Foi no pelo, sem camisinha. Metemos o foda-se. A cabeça do pau dele foi entrando devagar no meu cuzinho, me abrindo, me esticando.
Doeu? Sim, doeu um pouco no começo, porém, foi aquela dorzinha gostosa e temporária. Depois, virou puro prazer.
Ele começou a meter, cada vez mais fundo, mais forte, mais rápido, mais gostoso. Segurava meu cabelo, me dava tapas na bunda, tapas na cara, me chamava de puta, de vadia, de cadela. Exatamente do jeito que eu gosto. Pedia mais o tempo todo.
Ele foi obedecendo. As estocadas eram fundas, me faziam gemer alto e rebolar pra trás encontrando cada investida. A ‘Cléo’ escorria de tanto tesão, enquanto ele me arrombava o cu.
Gozei assim, de quatro, tomando puxões de cabelo, sendo tratada como a puta, com o pau dele enterrado fundo no meu cuzinho.
Ele ainda não tinha gozado. Continuou me comendo, alternando entre a buceta e o cu, me usando do jeito que queria. Douglas me virou de frente, me fez ajoelhar e gozou no meu rosto. O esperma denso e esbranquiçado, escorreu pela minha boca, pelo queixo e pingou nos meus seios. Eu abri a boca, mostrei a língua e o deixei terminar de se aliviar em mim, sorrindo de satisfação.
Depois disso a gente descansou na hidro, saímos, nos secamos e pedimos uma garrafa de espumante pra comemorar o reencontro.
Cinco minutos depois, o rapaz da cozinha veio entregar a garrafa no balde com gelo e duas taças. Bebemos devagar, conversamos, rindo das putarias antigas, e do que tinha acabado de rolar.
Uns vinte minutos depois o tesão voltou. Dessa vez foi na cama, com os corpos já secos, mas ainda tesudos um do outro.
Foi uma foda mais demorada, mais explorada. Várias posições: papai e mamãe, de quatro, cavalgada, de lado… bastante sexo anal de novo, muitos gemidos, risos, beijos, lambidas e muita putaria dita.
Ele me comeu com vontade, como nos velhos tempos. No final, gozou nos meus seios. Espalhei a porra em mim toda, amo fazer essas peripécias. Tomamos banho juntos. Nos ensaboamos, nos beijamos debaixo da água morna e saímos rindo.
Nos vestimos, e já combinamos o próximo encontro para sábado, a mulher dele trabalha nessa noite.
Saímos do motel, e voltamos pro estacionamento do barzinho pra eu pegar meu carro. Antes de eu descer, ele me puxou pela nuca e me deu um beijão demorado e molhado. Eu correspondi com gosto.
Gostei muito de reencontrar o Douglas. A transa foi gostosa, intensa e me divertiu pra caralho. Cinco anos depois, o pau dele continua me destruindo do jeito que eu gosto.
E é isso, meus queridos. Boa noite e obrigada por lerem até aqui.
Beijos,
Zana



VADIA NUNCA ME DEU UMA CHANCE, QER ROLA, A MINHA É GROSSA PIRANHA
Não perde tempo, hein?😈😉😋