Edu - Vizinho.



Boa noite, meus queridos leitores...

Hoje é sexta-feira, dia 24 de julho de 2026, agora está de tarde, são 15:32, mas, se tudo der certo, postarei o relato, hoje de noite.

Estou aqui no meu escritório, aproveitando um tempinho vago na minha agenda, e escrever pra vocês, sobre uma visitinha bem interessante que recebi ontem de noite:

Foi a do Eduardo, ou simplesmente Edu, como eu sempre chamo.

Pra quem não sabe, o Edu, é filho da Carla, minha vizinha e amiga de anos. Eu e a Carla nos conhecemos há bastante tempo, desde que fui morar com as minhas filhas no bairro.

Eduardo, praticamente cresceu junto com as minhas duas filhas. Em 2021, eu transei três vezes com ele. É um segredo nosso, a Carla (vizinha), nem imagina que transei com o filho dela.

Na época, cheguei a escrever duas transas nossas, está no outro site de contos, que eu ainda tenho perfil.

Hoje o Edu, está com 24 anos. Antigamente, ele era bem magrelinho. Mas agora... nossa, caramba, como tudo mudou.

Ele está bonitão, corpulento, corpo bem definido, cheio de tatuagens nos braços e no peito. Um homem feito.

Edu, é amigo da minha filha Vitória. Antes, eles eram muito próximos. Nunca chegaram a namorar. Se eles ficaram, também não sei responder, mas viviam juntos o tempo todo.

Essa aqui, eu contei lá no outro site.

Teve uma vez, o Edu era bem novinho e, numa visita aqui em casa a convite da minha filha Vitória, o danadinho escondido, pegou uma calcinha minha do cesto de roupa suja. Eu descobri depois e achei graça..., porém, fiquei com aquilo na cabeça durante semanas.

Olha, foram várias situações que acabaram levando a gente a transar na época. A primeira vez foi exatamente assim:

Eu fingi que o computador tinha parado de funcionar. Abri a tampa, puxei um dos fios da placa mãe, e chamei ele (que sempre foi bom em manutenção) pra dar uma olhada.

Foi nesse dia que rolou a primeira vez. Foi tão bom, que ele voltou na noite seguinte, porque minhas filhas estavam viajando para a praia...

Teve uma terceira transa, só que eu não escrevi. Depois disso, o Edu ficou um tempo fora. Foi estudar odontologia em São Carlos, no interior de São Paulo. E só vinha nas férias pra casa da mãe.

Desde 2021, a gente não transou mais. Ele começou a namorar, mas sempre nos encontrávamos esporadicamente, quando eu ia fazer as unhas na casa da Carla (a mãe dele é manicure).

Ontem, cheguei do trabalho por volta das 19h20. Estava manobrando o carro pra entrar na garagem quando vi o Edu chegando. Ele estacionou o carro dele em frente à casa da mãe (são só duas casas separando a minha da dele).

Assim que desci do carro, ele veio andando na minha direção, querendo falar comigo. Nos cumprimentamos com um abraço apertado e dois beijinhos no rosto.

Ficamos ali dentro da garagem da minha residência, conversando um pouco sobre as minhas filhas, sobre o trabalho dele (como dentista). Falamos sobre a mãe dele... o papo estava bom e, num impulso, eu acabei convidando:
— Por que você não vem jantar aqui em casa hoje?

Ele ficou feliz e aceitou na hora. Percebi que os seus olhos brilharam diferente. Aí combinamos de vir às 20:30.

— ‘Disse que ia preparar algo rápido, mantendo segredo.’

Nos despedimos, e entrei em casa. Preparei um jantar simples, mas gostoso: macarrão ao molho bolonhesa, bife bem temperado, e uma salada à vinagrete pra acompanhar.

Quando o jantar ficou pronto, fui tomar um banho caprichado, me arrumei e vesti essa roupa que estou usando na foto (esse top que marca bem e deixa o colo à mostra, bem confortável e ao mesmo tempo provocante).

Eduardo chegou às 20h40, ele apertou a campainha. Abri o portão, ele entrou e nos cumprimentamos com outro abraço (dessa vez mais demorado), e entramos dentro de casa.

Tirei algumas fotos nossas juntos na sala, mas tive que tampar o rosto dele. Registrar o momento e mostrar pra vocês. Inclusive, demos esse beijinho na boca.

Edu elogiou minha roupa, disse; ‘que eu estava cheirosa e que o jantar estava com um cheiro ótimo’.

Pois bem, após essa foto do beijo. A gente se beijou mais, com pegada, mas não rolou sexo de imediato. Levantamos do sofá e fomos para a cozinha. Sentamos pra comer. Servi o prato dele, com: o macarrão, o bife e a salada.

Ele me olhava o tempo todo. Sabe aquele olhar de quem já estava com o pau duro só de me ver de top e shorts?

Abri o vinho, enchi as taças. Servi o meu prato, e começamos a comer. Tanto eu, como ele, sabíamos que o jantar, foi só pretexto para a gente transar. Ninguém é tonto, ou inocente o suficiente para não entender.

A cada garfada, ele me soltava uma pérola, falando; que eu estava linda, que lembrava das nossas transas em 2021, falou da minha roupa, do meu cabelo, do meu corpo, que estava com vontade de me foder em cima da mesa de jantar.

Pelo menos, ele foi honesto. Enquanto isso, eu ria, mordia o cantinho do lábio. A “Cléo”, já estava daquele jeito, toda ensopada. Eu nem estava com tanta fome de comida, porém, estava com fome de rola, de cacete, de caralho.

Chamei o Edu para o fight. Ele parou de comer, pegou o papel guardanapo, limpou a boca, se levantou, veio até mim, me puxou pela mão, me fazendo levantar da cadeira.

A mão dele já foi direto pra minha bunda. A gente se beijou com pegada. Depois a mão do Edu foi pra dentro do short, dedando minha “Cléo” molhada, e o meu cu.

Fazia tempo, que eu queria fazer essa paradinha, de relembrar sobre 2021. Ficamos alguns minutos na cozinha, beijando, se agarrando, sentindo o pau dele crescer dentro das calças, depois na minha mão. Foi um começo excelente.

Daí, o chamei para ir no meu quarto. Ele sorriu de um modo safado. O trajeto da cozinha para o quarto foi rápido. Fui na frente, com ele pegando nos meus seios de pau duro.

Foi tão rápido esse momento. Ele me empurrou na cama, me jogou de bruços, puxou meu short e minha calcinha pra baixo de uma vez só, e me meteu dois dedos fundo, me dedando gostoso na “Cléo” enquanto eu gemia alto.

Depois ajoelhou atrás de mim e começou a me chupar como um animal no cio. Língua no clitóris, língua na ‘Cléo’, chupando, lambendo, enfiando a língua no meu cuzinho também. Quase tive um enfarte de tanto prazer. Recordo; que rebolava a bunda na cara dele, pedindo mais, chamando-o: de safado, de filho da puta, de gostosão.

Ele me virou, abriu minhas pernas bem abertas, e me comeu com a língua até eu tremer. Fiquei unhando o travesseiro com uma mão, enquanto a outra, segurava a cabeça dele, e não deu outra, gozei gostoso, dando um gemido seco, alto.

Aí ele tirou a camiseta, me mostrou o corpo tatuado e o pau grosso, veiado, duro pra caralho. Meus olhos brilharam, era tudo o que eu necessitava. Mandei-o deitar na minha cama, ajoelhei e engoli aquele pau até a garganta. Chupei, como eu chupei aquele cacete, e foi com vontade, babando, fazendo barulho, olhando pra cima pra ele ver o quanto eu era puta.

Edu segurava meu cabelo e fodia minha boca:
— “Isso, engole tudo, sua puta. Vamos lembrar daquele tempo.”

Estava com tanto tesão; ‘pedi pra ele me foder naquele momento’.

Preservativo? Nem lembrei dessa porra. Foi sem nada!

Eu fiquei de quatro! Ele me penetro de uma vez só na “Cléo”, e começou a meter forte, socando fundo, aos montes, batendo a pelve na minha bunda.

Empolgada, eu gritava:
— Isso, seu filho da puta! Arromba essa buceta! Mais forte!

Edu me puxava pelo cabelo, dava tapa na bunda, tirava o pau, cuspia nele, e voltava a penetrar. Ficamos assim, nessa luta prazerosa por dois, três minutos.

Depois perguntou; ‘se podia meter no andar de cima’. Eu disse: SIM. — Ele tirou da “Cléo”, passou saliva no meu cuzinho e enfiou devagar. Eu gemia alto, apertando os dois travesseiros, pedindo pra ele ir com calma.

Quando se encaixou, ele mandou ver. Meteu tudo e começou a socar meu cu com força, me chamando de puta, de safada, de vaca, de cachorra, de gostosona. Eu pedia mais, pedia pra ele me foder até eu não aguentar mais.

Olha, deu pra notar a evolução sexual do Edu. Antigamente, em 2021, ele não conseguia aguentar por muito tempo, ontem, eu senti a diferença. Deve ter transado com muitas mulheres nesses anos.

Mudamos de posição várias vezes. Fodemos no (papai e mamãe), metendo fundo na “Cléo”, e me beijando.

Depois eu subi em cima e cavalguei loucamente, rebolando, sentando até o fundo. Ele me virou de lado, meteu no estilo ‘colherinha’. Depois deitei de bunda pra cima, me pegou no anal, mas foi rapidinho, enfiando o pau inteiro.

Ao todo, foi mais ou menos: de 12 a 15 minutos de sexo, prazer e felicidade... Gozei duas vezes, e foi delicioso.

Antes de ele gozar; pedi que fosse no meu rosto. E está aí a prova do “crime”.

Depois de tudo, ele caiu na cama todo cansado, eu fui me limpar no banheiro. Quando voltei de cara limpa, Edu ainda me beijou, passava a mão pela minha bunda, apertando.

Ficamos um tempo assim, conversando. Teve um momento. Ele olhou pra mim e disse assim:
— “Caralho, Suh… você continua a mesma gostosa de antes.
Melhorou até.

Eu caí no riso, passei a mão no peito dele e respondi:
— Você que melhorou... meu filho. Quase me arrebentou, seu filho da puta.

A gente caiu na gargalhada. Continuamos o papo. Ele me contou que sempre pensava em mim quando batia uma, e eu confessei que ainda ficava molhada quando ia fazer unha na casa da mãe dele e ele aparecia.

Depois nos vestimos, ele me ajudou a trocar a roupa de cama, porque ficou todo gozado. Logo após, a gente foi até a porta. Na saída, me deu um beijão na boca, e falou sorrindo:
— “Se você quiser. Qualquer dia desses, eu volto… se você deixar.”

Cara-de-pau. Eu sorri, apertei a bunda dele e respondi:
— Vou pensar no seu caso, meu caro.

Ele riu. Demos um outro beijo de língua. Ele saiu, eu fechei o portão, e voltei pra dentro de casa, porque estava frio.

E é isso, meus queridos. Mais uma noite gostosa pra conta. Obrigada por lerem até aqui.

Boa noite, bom final de semana, e sonhem comigo…

Com carinho, Zana

Foto 1 do Conto erotico: Edu - Vizinho.

Foto 2 do Conto erotico: Edu - Vizinho.

Foto 3 do Conto erotico: Edu - Vizinho.


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Ficha do conto

Foto Perfil zanaleitte
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Nome do conto:
Edu - Vizinho.

Codigo do conto:
268148

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
24/07/2026

Quant.de Votos:
3

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