São exatos: 18:46 da noite. Sem lenga-lenga, vamos para o que interessa. Acabei de ligar o computador e, estou no meu escritório aqui de casa.
Acabei tomar um banho bem quente, depois de um dia cheio de trabalho. Não tive tempo de escrever nada hoje, porém, agora, quero contar pra vocês, o que eu aprontei ontem, segunda-feira, de noite, com um garoto de programa.
Há algum tempo, venho acessando sites de profissionais do sexo, e filtrando os que me interessam: negro, bonito, corpo bonito e, principalmente, pau grande.
Ontem, durante o expediente, entrei em contato, com um profissional que me interessou. Não sei o seu nome é verdadeiro, mas tanto no site, quanto presencialmente, ele se apresentou como: Plínio. 28 anos, 1,77 m, negro, sorriso agradável, bom de cama, pau 18 cm, e muito safado.
O rapaz me respondeu meia hora depois, dizendo o preço: 200 reais por hora. Eu aceitei. Marquei o local e o horário.
Não vou falar o nome do motel por questão de segurança…, mas pode imaginar: não muito longe da minha casa, local que eu já frequentei, discreto e perfeito pro que eu queria.
Voltei pra casa, tomei um banho relaxante pra tirar a tensão e o estresse. Comi bem pouco, uma refeição leve. Deitei no sofá, desabei pra descansar e recarregar a energia.
Acordei por volta das 20h20, escovei os dentes, me arrumei sem pressa, e saí de casa dirigindo meu carro, exatamente às 21h.
Foram 10 minutos até chegar no motel. Paguei a suíte e fiquei uns dez minutos ou mais esperando o Plínio chegar dentro do quarto.
Quando ele bateu na porta, eu abri, e ele entrou. Meu coração disparou. O rapaz era exatamente como nas fotos: 1,77 m, negro da cara safada, corpão, sorriso o tempo todo, e aquele pau que eu queria desde o anúncio.
Ele não era tímido. Assim que entrou e me cumprimentou, nos agarramos. Beijos de língua, mão no cabelo, mão na bunda, no corpo inteiro. Quando ele apertou minha cintura, senti o pau dele por cima da calça, não estava duro, mas deu para sentir.
Pedi uma garrafa de espumante na recepção e não aguentei. Puxei ele pela camisa, sentei na beira da cama, abri o zíper e comecei a chupar ali mesmo seu pau. Engoli o cacete todo, babando, lambendo, batendo uma punheta para ele, falando umas merdas.
O carinha não parou de gemer, segurando meu cabelo. Me chamando de puta a cada cinco segundos. Infelizmente, tive que parar, porque a campainha do quarto tocou, era o garçom do motel, trazendo a garrafa e morangos deliciosos.
Ficamos bebendo e comendo os morangos, nós dois em cima da cama. Daí começamos a nos beijar, e a cada beijo, foram ficando cada vez melhores. Ele tirou minha roupa. Me deitou na cama e começou a me chupar. Chupou meus seios, lambendo os bicos, mordendo, descendo a língua pela barriga até chegar na “Cléo”.
Chupou meu clitóris, enfiava a língua dentro, dedava gostoso enquanto eu gemia alto. Depois voltou a chupar meus seios, barriga, pernas. Cheguei a fazer uma “espanhola” com o pau dele, esfregando nos meus mamilos e apertando eles.
Eu comecei a retribuir: lambi o pau, chupei devagar, de pressa, depois rápido, engolindo aquela belezinha até a garganta e massageava as bolas. Ficamos uns bons minutos nessa, de lambe pra lá, lambe pra cá. Foi muito bom, o tesão estava insuportável.
Exigi que ele colocasse o preservativo, dei um pra ele. Plínio colocou na rola ereta. Fiquei de quatro na cama. Primeiro foi vaginal. Ele segurou meu cabelo como rédea de uma égua, e meteu tudo de uma vez, fundo, batendo a pelve na minha bunda.
Se eu não disser; que foi gostoso, estarei mentindo. Foi muito bom, ser penetrada por ele. E a cada estocada forte, agarrava mais o travesseiro da cama, e gemia alto mais rola, mais cacete.
O rapagão obedecia, socava fundo, me xingava, segurava minha cintura, dava tapa na bunda. A ‘Cléo’ foi devastada, mas cumprindo com seu dever, de engolir o pau inteiro, apertando, molhada pra caralho. O rapaz era bom de cama, não posso reclamar de nada, de nenhum momento, pois metia rápido, depois devagar, depois rápido de novo, me fazendo rebolar pra trás e pedir mais.
Gozei assim, pela primeira vez nessa posição. O corpo inteirinho tremendo, as mãos doloridas de tanto apertar o travesseiro.
O puto de programa não parou. Me virou de lado, ergueu uma perna e continuou metendo aquela rola maravilhosa na “Cléo”, olhando nos meus olhos, me beijando, falando que eu era deliciosa.
Depois fodemos no “papai e mamãe”. Fiquei agarrada com as mãos nas costas dele, o arranhando, beliscando, dando tapas, sentido o pauzão me abrindo toda, com as pernas bem abertas, enquanto ele metendo fundo me beijando.
Se eu estiver com a memória em dia. Ele ficou deitado, e fui por cima daquele cavalão bom de cama. Cavalguei muito, rebolando, quicando louca, sentando o monstro bem fundo.
Teve sexo anal, quando virei de costas. Doeu no começo, também o pau do cara era grosso. Caralho… aquele cacete me abriu o cuzinho devagar, depois forte. Segurou meu cabelo, me deu tapa na bunda, me chamou de vadia, de putona, de tudo. Meteu no cu com ritmo, depois acelerou, depois devagar.
Ele gozou dentro do preservativo enterrado no meu cu, enfiando até o talo, gemendo e apertando meu quadril. Descansamos por 20, 30 minutos. Tomei banho, depois ele. Pedi uma outra garrafa de espumante e uma porção de batata frita. Ficamos conversando para passar o tempo. Plínio trabalha com sexo há 4 anos. Ele disse que antes, ele trabalhava de frentista. E disse; “que nunca mais voltará a ser frentista”.
Rolou mais sexo. Animei aquela rola com chupadas. Depois, ele me chupou toda e partimos para a festa. Ele pôs o preservativo e fomos para o fight. Fodeu meu cuzinho de quarto. A rola dura, enterrada, indo e voltando, meteu na buceta, no cu, e a transa continuou.
Foi nessa que registrei essas imagens abaixo. E a putaria continuou.
Cavalguei nele de frente e de costas. De lado, com ele levantando uma das minhas pernas. Fodemos tomando banho. Nós dois em pé, ele atrás de mim me comendo muito, sentindo a pica dele dentro.
Plínio me tratou como uma puta o tempo todo. Me puxava pelo cabelo, me dava tapa na cara, na bunda, na boca, me chamava de vadia, de cadela, de rameira. Olha, acho que gozei 3, 4 vezes. O cara fode muito, muito bem; nota 9,8.
Ele gozou 3 vezes, uma boa média para quem trabalha com sexo, a maioria consegue duas. A última foi no meu rosto, no banheiro, no final do encontro.
Tomamos banho separados, quando ele voltou do seu banho, paguei o valor do programa no Pix. Vestimos as nossas roupas, e saímos juntos do motel no meu carro. O deixei na estação: Penha do metrô, e voltei para minha casa.
É isso amores, espero ter escrito tudo. Se masturbem muito, beijos.
Zana.



