Primeiro, quero agradecer todas as mensagens que recebi no privado depois do último relato. Vocês não têm noção do quanto me deixam excitada e motivada a continuar escrevendo.
Gente, acho que estou no cio. Vou explicar: há dias, eu acordo com a ‘Cléo’, completamente molhada. Tenho que me masturbar duas vezes, quase todo santo dia, usando meu consolo predileto de 20 cm, só pra conseguir aliviar um pouco.
É sério. Preciso marcar uma consulta urgente com a ginecologista…, mas se for médico homem, vou ser honesta, não vai dar certo de jeito nenhum.
Estou rindo enquanto escrevo isso. Olhem as fotos em anexo.
Sábado, dia 8 de agosto, fui a uma casa de swing em Campinas, SP.
Há algum tempo, vinha com vontade de conhecer um lugar novo, uma casa que nunca tinha visitado. Não vou falar o nome do estabelecimento. Pesquisei várias casas, várias opções, e escolhi aquela.
No sábado, depois do almoço, fui ao shopping, e comprei exatamente essa roupa que estou usando na foto: conjunto vinho bem bonito, bem provocante. Roupa de puta, ficou lindo em mim.
O que vocês acharam, gostaram? – Comentem aí…
Bem… voltei pra casa, tomei um banho, me arrumei com calma, passei meu melhor creme, meu melhor perfume e… não usei calcinha. A ‘Cléo’ foi desprotegida. Não queria marcar nada.
Levei uma mochila, com outras peças de roupas. Peguei a bolsa, fechei a casa, peguei a chave do carro, entrei e dirigi até Campinas.
Peguei bastante trânsito! Foram duas horas de estrada. Cheguei em Campinas, às 21:30. Não fui direto pra casa de swing. Me hospedei num hotel, a uns dez minutinhos do local, pra poder descansar antes e depois da festinha, pra comer, pra me preparar com mais calma.
Saí do hotel, às 23h. Dirigi rapidinho até a casa de swing.
Devo confessar; que estava um pouquinho ansiosa, o coração batendo mais forte e a ‘Cléo’ úmida só de imaginar o que podia rolar. Estacionei o carro no estacionamento do local, desci, ajeitei o vestido vinho e fui até a entrada.
Paguei os 80 reais da entrada. Logo na porta tinha uma placa bem visível: proibido filmar ou fotografar dentro do estabelecimento.
Pra quem nunca entrou numa casa de swing. É proibido, caso você desrespeitar, você é convidado a se retirar do local. Por bem, ou por mal. A pessoa que escolhe. Em poucas palavras: É na base da porrada, entenderam, ou terei que desenhar? Como não sou boba, respeitei e guardei o telefone na bolsa. As únicas fotos que existem dessa noite, são as que tirei antes, na escada de acesso.
Quando entrei, o lugar ainda não estava tão cheio. De cara gostei, a iluminação era suave, luzes vermelha e roxa.
Fui direto pro bar. Pedi uma dose de gin com tônica bem gelada e fiquei ali de bobeira, apoiada no balcão, observando tudo e a todos.
Notei olhares de alguns homens solos me olhando. Uns mais velhos, outros da minha idade, outros mais jovens e até casais.
Gostei de um casal, mas eles logo saíram da zona do bar e foram para as cabines. Não tinha nenhum homem galã de cinema, porém, como eu mesma disse… dava pro gasto. O clima era gostoso e descontraído, estava gostando de estar ali.
Eu precisava beber um pouco mais pra me soltar. Tomei a primeira dose devagar. Fiquei ali sentada por uns dez, quinze minutos no banquinho em frente ao balcão, cruzando e descruzando as pernas (sem calcinha, lembra?), deixando a fenda do vestido abrir um pouco mais a cada ato. Os olhares foram aumentando. Uma troca de olhares aqui e ali. Alguns homens se aproximavam, pediam pra conversar, elogiavam a roupa, perguntavam se eu estava sozinha.
Não irei lembrar de todos os nomes, mas me recordo de dois: Emerson e Vagner. Dois homens bonitos, eles eram amigos.
Daí, meu espírito de ‘vadia’ bateu forte, e não perdi tempo. E respondi com um sorrisinho de cretina, um “sim, estou sozinha… e com vontade”. Foi a deixa pra eles se aproximarem...
Ao meu redor, tinha casais se beijando, algumas mulheres andando só de lingerie, e um ou outro homem de pau duro aparente.
Fiquei observando na companhia do Emerson e do Vagner, bebendo, conversando, me exibindo, jogando charme, deixando o desejo crescer. A ‘Cléo’ já estava molhada. Eu sabia que não ia demorar muito pra eu escolher alguém… ou ser escolhida.
Confesso; estava ali com fome de pau. Esperava o convite de um dos dois… ou dos dois… pra irmos nas cabines fazer traquinagem.
O convite partiu do Vagner, mas não pra foder. Ele me chamou pra dançar na pista. Até que gostei. Aceitei na hora e pedi pro Emerson cuidar da minha bolsa.
Vagner estava cheiroso pra caralho e dançava muito bem música eletrônica. A pista foi enchendo rápido porque o DJ estava acertando em cheio nos estilos. O corpo do Vagner ficou colado no meu, a mão dele descia pela minha cintura, pela minha bunda, e eu deixava à vontade. Muitos olhares entre nós, fingíamos que íamos nos beijar e recuávamos, puro jogo.
Na segunda música, eu não aguentei. Puxei o rosto dele e beijei com vontade. Língua, saliva, mão no cabelo, na nuca. O cara correspondeu na mesma intensidade.
Deixei-o passar a mão por baixo do vestido, apertar minha bunda nua, tocar minha ‘Cléo’ encharcada. Retribuí: passei a mão pela frente da calça dele e senti o pau duro, grosso, querendo fugir da ‘gaiola’. Fiquei esfregando e apertando o pau por cima da calça, enquanto a gente se beijava.
Do lado a gente, vi uma mulher ajoelhada, pagando um boquete bem molhado num negão, enquanto o marido dela ficava olhando e se tocando. Puta que pariu. Aquilo me atiçou ainda mais. Senti a buceta latejar. Cheguei perto do ouvido do Vagner e falei:
— Me leva pra uma cabine agora. Ou pra sala do sofá. Quero te chupar e te dar.
O cara abriu um sorriso, aceitou na hora! Voltamos até o Emerson, peguei minha bolsa, agradeci. Fui direto com Vagner pra uma das cabines. No caminho, vi dois casais transando nos sofás.
Assim que passamos pela a porta e fechamos, foi um total descontrole. Eu com tesão, ele mais ainda. Beijos, muitos beijos, mãos por todo lado, roupas caindo no chão, uma loucura.
Assim que ele tirou a cueca, ajoelhei e engoli o pau dele. Chupei com muita vontade, chupei fundo, babando, fazendo barulho, olhando pra cima. O rapaz gemia e segurava meu cabelo na parte de trás da cabeça, ditando a cadencia.
Depois me deitou no sofá estreito da cabine e me chupou inteira: pescoço, seios, barriga, coxas, a ‘Cléo’, e o cuzinho. Vagner era bom, sabia o que estava fazendo, um especialista no oral feminino.
— Língua molhada, dedos entrando na buceta e no cu, me deixando louca. Me fazendo gemer aos quatro ventos. Nota 10.
Quando partimos pra foda, ele colocou o preservativo no cacete, me virou de quatro, e me penetrou com ‘P’ maiúsculo, socou de uma vez na buceta.
Caralho…, que dorzinha gostosa deu na hora. Ele penetrava e forçava o pau dentro, me segurando pelas ancas. O cara tinha pegada, ritmo, força e talento.
Teve um momento, ele me segurou pelos pulsos, com os meus braços pra trás, (como se estivesse me algemando com as próprias mãos), e começou a meter fundo e forte.
Uau… cada estocada dele, a glande e todo resto, batia no fundo, a pelve, batendo no meu bumbum. Foi muito bom! Gemia alto, quase gritando, pedindo; pra ele me foder, me xingar de puta…
Vagner mandava o pau pra dentro da ‘Cléo’ sem dó. Em pouco mais de três minutos, estava gozando, corpo tremendo, apertando o pau dele lá dentro.
Não parou. Ficou esfregando o pau no meu cu, perguntando; ‘se podia meter?’ — Eu na empolgação, disse: sim!
Dei o cu com gosto. Mas, ele tinha frases esdruxulas, falando; que gostava de empurrar o cocô pra dentro.
Bom, continuando. Continuou fodendo meu cu naquele sofá pequeno, durante 3, 4 minutos.
E aí, mudamos de posição. Ele me virou de lado, mal cabíamos no sofá. Ele ergueu uma perna e continuou comendo meu cu.
Depois o rapaz deitou no sofá, e eu vim de costas. Meteu na “Cléo”, fiquei rebolando e cavalgando naquele pau gostoso, mas foi por pouco tempo, porque mudamos de posição pela última vez.
Ele me comeu no (papai e mamãe), me abriu bem as pernas, e me fodeu, olhando nos meus olhos, me beijando e socava no fundo.
Dava para ouvir, outros gemidos que vinham de outras cabines.
Ele gozou dentro da camisinha. Gostei do Vagner, do jeito que ele me comeu. Um excelente parceiro de transa, nota 10.
Ficamos um tempo conversando, depois colocamos nossas roupas, ele voltou para o bar, pra ser encontrar com o Emerson.
Continuando…
Depois de transar com o Vagner, fui ao banheiro, me limpei o melhor que pude, ajeitei o vestido vinho, o batom, a maquiagem, e voltei pro salão principal.
Sentei numa mesinha bistrô perto do bar, pedi uma água bem gelada, e fiquei observando o movimento da casa. Meu corpo ainda dolorido da foda anterior, a ‘Cléo’ sensível, se recuperando por baixo da saia.
Meus olhos logo pararam em duas mulheres que dançavam na pista. Bonitas, na casa dos 25, 30 anos. Uma delas me prendeu de verdade: uma morena de cabelo liso e comprido, pele bronzeada, usando uma saia vermelha curtíssima com franjas, bota preta de cano alto, e um top branco justo que marcava os seios.
Ela estava animada, rindo, conversando e dançando colada na amiga, o corpo se mexendo com uma sensualidade natural que me fez cruzar as pernas com força.
Olhei disfarçadamente para as pulseiras. Nenhuma das duas, usava pulseira de solteira. Estavam acompanhadas dos parceiros.
Mesmo assim, continuei olhando. Bebendo água devagar, deixando o olhar demorar no corpo dela, na forma como a saia subia um pouco quando ela rebolava, no sorriso largo, no jeito descontraído.
Em algum momento nossos olhares acharam. Ela me notou, me viu a olhando. Em vez de desviar, segurou o olhar. Também não desviei o olhar. Ficamos nos encarando de longe, sorrindo.
Vi ela se aproximar do parceiro, falar algo no ouvido dele e apontar sutilmente na minha direção. Ele não era tão bonito, olhou pra mim, sorriu de canto e cochichou algo para a parceira.
Não demorou. O casal veio andando até a minha mesa. A morena na frente, o olhar safado, o corpo suado da pista. O homem logo atrás, calmo, observador.
Eles se apresentaram. Ela se chamava: Andréia. Ele: Jaílson.
Eu me apresentei. Ela parou na minha frente, sorriu de um jeito provocante e falou perto do meu ouvido, por causa do som alto, colada em mim: “A gente tava te reparando… você tá sozinha?”
Eu senti a ‘Cléo’ molhar de novo, só com o olhar dela pra mim.
O casal se apresentou: ela Andréia, ele Jaílson. O convite veio direto, sem enrolação, na lata. Partiu da Andréia; perguntou se eu topava ir com eles pra uma cabine. Sorri de volta, e aceitei na hora.
Leitores, fazia mais de seis anos, que eu não encarava um casal, e o tesão estava alto demais pra recusar. Concordam comigo?
Peguei minha bolsa, e os acompanhei até uma das salas privadas.
Era maior e mais confortável do que a cabine onde eu tinha acabado de transar com o Vagner. Assim que a porta fechou, começou a putaria. Andréia já veio pra cima de mim. Se oferecendo, colou o corpo no meu e me deixou explorá-la.
Passei as mãos pelos ombros dela, pelo pescoço, pelos braços, desci até os seios cheios, bunda, apertei, depois pela cintura estreita até chegar entre as pernas. Passei a mão por baixo da saia vermelha e encontrei a buceta dela naquele estado, molhadinha, escorrendo de tesão. Enfie dois dedos devagar. Ela gemeu alto! Senti o calor e a umidade. Ela gemeu de novo, dessa vez, baixinho contra minha boca. A gente se beijou muito, língua com língua, mãos por todo lado. Fomos nos despindo. Eu tirei a roupa dela, ela tirou a minha.
Ficamos peladas na cama enquanto Jaílson ficava de lado, se masturbando e olhando de pé. Deitamos e começamos a nos chupar, lamber, morder. Eu lambia a buceta dela, chupava o clitóris, enfiava a língua; ela fazia o mesmo em mim. O cheiro de sexo, os gemidos, o barulho da língua molhada… estava tudo delicioso.
Andréia, safada, pediu pro marido sair da cabine e enfiar o pau no (glory hole) pra gente chupar. Ele foi. Ela me deixou chupar primeiro. Ajoelhei, engoli o pau dele pelo buraco, não era um pau grandão, mas deu pro gasto. Chupando fundo até quase engasgar, enquanto Andréia chupava e mordia meus seios.
Depois foi a vez da vadia. Ela chupou o marido bem rápido, nem durou dois minutos, e já chamou ele de volta pra dentro da cabine.
Quando Jaílson entrou, eu o beijei com vontade, sentindo o gosto forte de bebida na boca dele. O coroa me deitou na cama, e me chupou, depois chupou a esposa. Nós duas voltamos a chupar o pau dele juntas, língua contra língua, dividindo, chupamos as bolas.
A foda começou logo. Ele de preservativo!
Subi no coroa e meti o pau dele dentro da ‘Cléo’, entrou tudo, comecei a rebolar pra senti-lo. Fui cavalgando e rebolando gostoso, enquanto beijava a Andréia. Ela apertava meus seios, puxava meu cabelo, rebolava a buceta na minha coxa, me xingando, de puta.
Depois o casal começou a transar: ele metendo nela de quatro enquanto eu ficava ao lado, masturbando minha ‘Cléo’, e assistindo a putaria do casal bem de perto.
Ao contrário da transa com Vagner, que dei nota 10. Essa não passou de 7. A transa foi rápida. Jaílson não teve fôlego pra dar conta de nós duas. Gozou logo, gemendo e se derramando.
Fiquei frustrada… queria mais, queria ser comida com mais intensidade, queria dar o cu pra ele. Mas ainda assim foi bom.
Após a transa, a gente conversou um pouco. Vestimos as nossas roupas e saímos da cabine. Eu e ela, fomos no banheiro feminino, peguei o contato dela. Quem sabe não rola um encontro em SP?
Depois da transa com o casal Andréia e Jaílson, não transei mais com ninguém. Fiquei mais um tempo andando pela casa, assistindo outros casais transar.
Saí da casa de swing às 03h30 da manhã. Voltei pro hotel, tomei um banho rápido e caí na cama. Dormi profundamente. Acordei só às 11h da manhã de domingo. Tomei outro banho, desci e tomei o café da manhã no hotel. Depois peguei meus pertences, fiz o check-out, e peguei a estrada de volta pra São Paulo.
Gostei da casa. Não foi das melhores que já visitei, a estrutura decente e o público, no geral, nota 8. Pretendo voltar um dia, com mais tempo.
E é isso, meus queridos. Boa noite e obrigada por acompanharem até aqui.
Beijos, Zana...


