Olhem essas três fotos que postei agora… são só um pedacinho do que rolou ontem à noite no motel. Eu fiz essas poses porque queria registrar o momento. Foi um pequeno vídeo que gravei, mas tirei print e transformei em fotos para postar junto ao texto.
Vou explicar tudo pra vocês, como a gente se conheceu até a transa de ontem de noite. Dessa vez, eu não o conheci por um site de garotos de programa.
Conheci o Renato no barzinho. Ele é um cara de 33 anos, branco, solteiro, lindo, 1,75 cm de altura, que estava bebendo sozinho, sem amigos, sem namorada. Sim, eu saí de casa atrás de rola, de pau, de um cacete para furar a “Cléo”. Não transava desde o garoto de programa. A titia aqui estava na (seca), e precisava de uma companhia para se divertir.
Ainda em casa, sozinha, triste, estava assistindo a um filme na NETFLIX, aí me bateu uma vontade de sair. Tomei banho, passei creme no corpo, coloquei uma roupa de frio, me maquiei, arrumei os cabelos, passei batom, peguei minha bolsa e a chave do carro, fechei a casa, e rua.
Dirigi até o Tatuapé, bairro que conheço bem, e sempre que vou lá, me dou bem. Não falarei o nome do barzinho, mas fica próximo ao Metrô Tatuapé, e do Shopping.
Quando cheguei no local, fiquei reparando nos homens que ali estavam. Uns acompanhados, outros não. Foi quando reparei no Renato. Claro, naquele instante, não sabia seu nome. Então, o observei e pensando: ‘caralho, esse homem deve ter um pau bom’. Antes que outra sirigaita se aproximasse, acabei indo até o bofe, que se encontrava sentado no banquinho frente do balcão pensando na vida, ele parecia meio preocupado, sei lá.
Peguei a minha bolsa, levantei da onde estava e fui até lá. Me apresentei a ele, falando meu nome. Ele se apresentou, dizendo seu nome.
Aí ficamos papeando, jogando conversa fora. Gostei, falava muito bem, me contou sobre algumas viagens que fez recentemente. Contou um pouco da vida dele. A gente comeu uma porção de bolinho de bacalhau, de batatas fritas, e bebida para o bucho.
Papo vai, papo vem, tomei coragem e o convidei para irmos a um motel, ele topou. Em seguida, demos o primeiro beijo. Ele disse; ‘que eu era bonita, que era gostosa’. Rasgou elogios para cima de mim. Um bom Chavequeiro.
Pagamos a conta no barzinho, ele foi no meu carro, deixou o carro dele no estacionamento. Do local até o motel, não deu dez minutos. Ele pagou a suíte por duas horas.
Assim que colocamos os pés no quarto, o tesão subiu tão rápido, que a gente mal tirou a roupa. Ele me deitou na cama, tirou a parte de baixo da minha roupa, abriu minhas pernas, e começou a me comer com a boca, chupando minha ‘Cléo’, como se nunca tivesse comido nada na vida. Dei muitos gemidos altos, agarrada nos seus cabelos, e rebolava na cara dele.”
Depois, pedi para ele me gravar, lambendo seu pau. Peguei meu celular e dei para ele registrar as imagens. Chupei o pau com vontade, muita saliva, fazendo barulho. O bofe bateu o cacete no meu rosto, eu olhando pra cima, pra ele ver que estava louca de tesão. Olhem essas fotos abaixo… eu tô com a língua de fora, mostrando-o, pedindo mais. Chupei suas bolas, voltei a chupar o pau, só que ele não suportou de tanto tesão e gozou na minha boca.
Depois que ele gozou na minha boca, chupei o pau dele com o esperma e tudo, outra parte ficou escorrendo pelo queixo e caindo no meu pescoço.
Não paramos, gente foi direto pro banheiro. Tiramos o resto da roupa e tomamos banho juntos, com o tesão aumentando. Na ducha, ele me prensou contra a parede gelada, segurou minha perna, e me comeu com os dedos, enfiando fundo na ‘Cléo’, e me beijando gostosamente.
Depois me virou de costas, e me fodeu por trás, sem preservativo. Aliás, nem eu, nem ele, lembramos. O pau entrou na ‘Cléo’, já excitada de um jeito, que ela até pulsava. O bofe enfiou o cacete inteiro, e foi fazendo os movimentos, batendo a pelve na minha bunda. Ô como foi bom! Ele segurava meu cabelo com uma mão, me dava tapa na bunda com a outra, me chamava de vadia, de filho da puta, de muitas ofensas grotescas.
Eu amo ser xingada quando estou transando. Gemia alto, empinando a bunda pra ele, pedindo pra ele me arrombar:
— ‘Isso… mete forte, Renato… fode essa puta!’
O bofe metia com vontade, estocando fundo, sem parar. Gozei, tremendo, xingando-o de; filho da puta. Ele não parou, dois minutos depois, voltei a gozar. 3 minutos mais tarde, enfim, ele gozou bem fundo na ‘Cléo’.
Aí teve a pausa, muitas coisas aconteceram. Bebemos vinho, comemos morangos, conversamos, beijamos. Chupei o pau dele. Ele me chupou.
Depois disso tudo, a gente foi pra hidromassagem. Foi uma delícia, a água quentinha, o clímax excelente, música romântica de fundo. A gente se beijou muito e se chupou também. Ajoelhei na borda da banheira e chupei o seu caralho, engolindo até a garganta, babando, esfregando no rosto, nos seios, punhetando. Fiz de tudo com aquele pau delicioso. Ele me xingou, falando; que eu era uma prostituta, cadela, puta, segurava minha cabeça, gemendo baixo enquanto eu mamava com vontade.
Depois ele me deitou na banheira, abriu minhas pernas e me chupou inteirinha. Chupou meus seios, lambendo os mamilos, depois me posicionei de quatro, ele enfiando a língua na minha bunda, no meu cu, penetrou fundo os dedos, tanto no cu, quanto na ‘Cléo’, eu gemia e rebolava na cara dele.
O bofe foi tão safado, que pegou um morango, esfregou no meu rabo, depois lambeu. Amei, adorei, aprovei! Foi a primeira vez, que alguém fez isso em mim. Caros leitores. Façam isso em suas namoradas, esposas, noivas...
Gostei tanto, que o bofe me fodeu por atrás sem nada, sem preservativo, segurando meu cabelo, dando diversas vezes com força no meu rabo, me maltratando com frases, puxando meu cabelo, dando palmadas na minha bunda. Eu mereci tudo àquilo, porque sai de casa atrás de rola.
Quando se deu por satisfeito comendo meu cu, mudamos, deitei na hidro, abrindo as pernas. Ele veio por cima metendo bem fundo enquanto a água escorria pelas laterais, molhando o piso. Ele cavalgou em mim, gostosamente, fodendo a ‘Cleozinha’, enterrando tudo, deixando os testículos para fora.
Quando trocamos para uma outra posição, ele deitou com as costas na borda, eu vim por cima, sentei e fui cavalgando, sentindo o pau todo na ‘Cléo’, o bofe mamando nos meus peitos, cutucando meu cu com as pontas dos dedos.
A gente se divertiu ontem, foi risada, foi beijo, foi lambida, se chamava de putos, de vadia, de safada. O corpo foi cansando, a buceta e o cu latejando, a ‘Cléo’ devastada. A transa se encerrou, comigo tomando uma gozada na face.
A gente saiu da hidro, foi direito para o chuveiro, e tomou outro banho juntos. Voltamos pra cama se secando, e ficamos ali, abraçados, satisfeitos.
Faltando exatamente vinte minutos pra acabar o tempo, a gente se levantou, eu sequei o cabelo com o secador do motel, me arrumei, passei maquiagem.
Ele já vestido há muito tempo. Saímos do quarto de mãos dadas, rindo e se beijando. Chegamos na garagem do motel. Ele me puxou pela cintura, me deu um beijão daqueles de tirar o ar.
Era mais ou menos 1:00 da manhã. Dirigi até o barzinho, para o bofe retirar o carro dele do estacionamento. A gente se despediu com outro beijão longo, daqueles que deixam saudade.
Cheguei leve e satisfeita em casa. E é isso, meus queridos. Mais uma noite boa para contar.
Boa noite pra todo mundo que tá lendo.
Qualquer dúvida é só perguntar, hein?
Beijos bem molhados,
Zana.



ESSA NAUM TEM MEDU DE MOSTRAR A CARA DE PUTONA SAFADA DO CARALHO, PUTA SATANICA 😮😮😮😮
Qualquer coisa me chama de novo GATONA, vou massagear a Cleo por dentro, tá
Topa sair comigo? Tbm moro em SP?
vc é muito cachorrona ZANA 😅😅
Inspirada...
Maravilhosa que fotos linda Vc é muito SAFADA e muito PUTAAAAAAAA