Reencontro, com meu amigo: Levi.

Boa tarde, meus queridos leitores…

Tenho conversado com alguns de vocês. Estou aqui selecionando alguns membros do site, como fiz com o Mauro (oesscritor) e, no futuro, quem sabe, posso acabar conhecendo pessoalmente quem realmente me interessar. Vamos ver como as coisas fluem.

Mas, mudando de assunto, de Pato pra Ganso:

Minha grande mudança sexual, começou de verdade, depois da minha viagem para Itacaré, na Bahia, no Réveillon de 2017 para 2018. Foi a primeira vez que eu fiz sexo com três homens ao mesmo tempo… eram gringos, três portugueses.

Até hoje, eu lembro de cada daquela noite. Escrevi o relato em 2021 completinho. Está no outro site de contos; o endereço está no meu perfil, pra quem quiser ler.

Vou dizer pra vocês: Eu escondo das minhas filhas, esse meu lado promíscuo, caçadora de homens. Só duas amigas de confiança, sabem dessa minha vida secreta.

E se eu jurar que não era assim? Eu era uma mulher “normal”, que frequentava a missa todos os domingos. Acreditam, mas, há muitos anos, eu não piso numa igreja.

Ao longo da minha vida sexual, transei com dezenas de homens. A maioria foi só por uma noite, uma transa, pronto e nada mais.

No período em que namorei o Pedro, meu ex, acabei perdendo o contato de vários desses ‘amigos de sexo’.

Semana passada, mexendo no meu e-mail antigo, achei uma lista de contatos e algumas fotos velhas desses homens.

Ontem, quarta-feira, tentei ligar no número do Levi, um antigo “amigo de sexo”. Só que o número não existia mais. Então mandei e-mail e resolvi escrever para ele. Levi respondeu depois de duas horas, passou o número novo, e a gente acabou fazendo uma videochamada de quase 40 minutos, conversando, relembrando o passado…

Na videochamada com o Levi, a gente falou bastante do meu namoro com o Pedro. Como foi a separação. Depois falamos de umas viagens que eu tinha feito. Dos nossos encontros antigos e, claro, das transas que rolavam entre a gente.

Ele me contou que ainda mora na mesma região em São Paulo, e que hoje é chefe de cozinha num hotel 5 estrelas.

E olha… ele cozinha muito bem. Eu brinquei com ele dizendo; que a comida dele é deliciosa… nos dois sentidos da palavra.

Foi ele, Levi, quem me convidou pra um encontro ontem, quarta-feira. Eu aceitei! Combinamos que ele me pegaria depois do meu expediente. Passei o endereço do escritório e o horário que eu saía.

É engraçado… algumas horas antes, eu estava sem ninguém pra sair e, num piscar de olhos, apareceu um homem pra eu brincar.

Ontem, saí do trabalho às 17h45. Levi me mandou mensagem duas vezes: uma dizendo; ‘que estava saindo do hotel, do seu trabalho, e outra avisando; que já tinha chegado, estava me esperando em frente ao prédio’.

Estava ventando muito, quando desci e o vi na calçada, fiquei animada. Levi está ainda melhor do que há cinco anos. Mais maduro, bem cuidado, cabelo cortado, roupa estilosa, e gostoso.

Deixei meu carro na garagem do prédio e fui até o dele. Ele abriu a porta do passageiro pra mim, entrou pelo lado do motorista e, assim que fechamos as portas, a gente se agarrou.

O beijo veio com uma vontade absurda. O tesão subiu tão rápido que não aguentei: abri o cinto dele, tirei seu pau pra fora, e comecei a chupá-lo mesmo, de frente pro meu próprio escritório.

Calma pessoal: Os vidros do carro do Levi, tem insulfilm, ninguém, além de nós, viu eu abaixada com a boca no croquete.

Pedi pra ele gravar um pouquinho com o meu celular. Essa é a foto que postei, é exatamente desse momento… eu ajoelhada no banco do passageiro, chupando-o bem na frente do prédio onde trabalho.

Foi uma chupetinha gostosa, de boas-vindas, com muita língua, muita saliva e punhetinha. O pau dele é tão gostoso, não lembrava mais daquela belezinha. Ele adorou! Me chamou de: ‘vagabunda e chupeteira’. Quando avisou que ia gozar, deixar gozar na minha boca. Queria sentir o gostosinho daquele manjar.

Essa parte não foi registrada. Não engoli tudo a porra, cuspi o esperma no papel toalha que ele tinha no carro e limpei a boca.

Depois daquela chupeta gostosa no carro, o tesão continuou tão forte, que a gente mal aguentou dentro do carro. Por indicação minha. Levi ligou o carro, e nos levou pra um motel que eu conhecia. Fica a apenas dois quilômetros do prédio onde trabalho.

Ele pagou por duas horas!

Assim que entrarmos na suíte e trancamos a porta, a gente se atracou, se beijando muito, tirando a roupa um do outro na pressa, sem nenhuma delicadeza. Fomos direto pra hidromassagem!

A água estava quentinha, perfeita, e a gente entrou na hidro nos agarrando. Eu não transava há uma semana, desde aquela noite com o Edu, meu vizinho. O corpo estava pedindo, a “Cléo” estava implorando. Levi me empurrou contra a borda da banheira, e começou a me chupar inteira. Lambeu meus seios, sugou os bicos, desceu pela barriga, pelas coxas, pelas pernas… e quando chegou na minha Cléo, chupou com vontade. Língua no clitóris, dedos entrando e saindo. Depois abriu minha bunda e chupou também meu cuzinho. Isso foi tão gostoso! Gemia alto, segurando na borda, rebolando na cara dele.

Depois, voltei a chupar o pau dele, engolindo cada centímetro, até engasgar, babando, olhando pra cima, pra ele ver o quanto estava querendo. Quando não dei mais pra segurar, saímos da banheira molhados e fomos pra cama pingando água.

Ele colocou um preservativo, me deitou e mandou rola pra dentro da “Cléo”, de uma vez. Caralho… tinha até esquecido o quanto o Levi é bom de foder. Socou o pau dele durante um tempinho, o encaixa foi perfeito. Ele meteu fundo, e soube quando apertar, quando segurar, quando me olhar nos olhos, quando me beijar.

Dei muito e, em várias posições. Depois, subi em cima e mandei ver nas cavalgadas. Pulando de frente, rebolando gostoso, sentando até o fundo, só ficando seus testículos de fora.

Depois virei de costas, empinando a bunda, e ele segurava meus quadris enquanto cavalgava. Alternava (buceta e cu), descendo devagar no cu dele e depois voltando pra buceta, gemendo alto.

Ele me pegou de novo, na missionária, me olhando, me beijando, metendo bem fundo, enquanto enrolava as pernas na cintura dele.

Aí... ele me virou de quatro, me puxou pelo cabelo e meteu forte.

Primeiro na buceta, socando com vontade, depois passou saliva no preservativo, e enfiou no meu cu. Digo a vocês: Eu gritava de prazer, pedindo mais rola, pedindo pra ele me usar toda.

Foi uma loucura. Ele também estava com o “diabo no corpo”. Meteu no meu cu até gozar, encheu o fundo do preservativo de porra.

Pausa, descansamos um pouco. O momento mais engraçado, foi ele dizer que queria se casar comigo. Comecei a rir muito. Levi ficou constrangido com meus risos. Tive que me conter, ou perderia o amigo e a transa. Respondi a ele: que iria pensar na sua proposta.

Casar o quê? Não quero mais casar, quero apenas trepar!

Depois, ele ligou na recepção, e pediu uma garrafa de vinho, e uma porção de calabresa com fritas. Comemos e bebemos na cama, conversando, se tocando, se beijando, relembrando putarias antigas.

O vinho ajudou ainda mais esquentar o clima. Não demorou e veio o segundo tempo.

Voltamos pra hidromassagem, para a água quentinha. A gente se beijou e se agarrou muito. Ele me sentou no colo de frente, desta vez, sem preservativo, me penetrou e me fez cavalgar naquele cacete gostoso, com a água batendo nos nossos corpos.

A “Cléo” levou tanta rola, que perdeu o rumo de casa!

Depois me virou de costas, me inclinou na borda e me fodeu por trás, ora na buceta, ora no cu, enquanto a água escorria no chão.

Coitada (o) da faxineira (o), que depois limpou a bagunça que fizemos na suíte.

Finalizando o relato…

Na segunda rodada, dentro da hidromassagem. Levi me fodeu com força, com gosto, me segurando pelos quadris, me fazendo cavalgar e gemer alto. Quando o bofe sentiu que ia gozar, tirou o pau de dentro da “Cléo”, me virou de frente e gozou no meu rosto.

Eu mereci e recebi cada gota daquele esperma quente, que escorreu da minha testa, caindo nos olhos, passando pelo nariz e chegando pela minha boca/língua, descendo no queixo e caindo na água.

Eu abri a boca, e chupei seu pau melado, mostrei a língua com porra, e engoli um pouquinho, sorrindo de satisfação.

O canalha ficou sorrindo, um riso lindo de satisfeito.

Depois da trepada, me senti leve, satisfeita e bem usada. Era exatamente o que eu precisava. Meu corpo todo mole, a buceta, e o cu latejando gostoso. Sabe aquela sensação gostosa de ter sido bem fodida? Foi o que eu senti.

A gente ficou conversando um pouco, ainda dentro da banheira.

Levi disse; “que tinha sentido falta daquele meu lado puta”. E eu confessei; que também sentia falta de como ele me comia.

Combinamos de nos ver de novo na sexta-feira. Ele propôs um jantar e depois “a gente vê o que acontecia”. Aceitei o convite, sorrindo.

Quando saímos do motel, ele me deixou em frente ao prédio onde trabalho. Antes de eu descer, me puxou pela nuca e me deu um beijão, daqueles bem demorado e molhado na boca. Eu correspondi ao beijo, e o beijei com vontade, beijo de língua.

Desci do carro, fechei a porta e fiquei olhando-o sair. Peguei meu carro no estacionamento do prédio, e voltei pra casa, com um sorriso cínico no rosto.

E é isso, meus queridos.

Mais uma transa gostosa pra conta.

Beijos pra todos vocês.

Zana.

Foto 1 do Conto erotico: Reencontro, com meu amigo: Levi.


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Comentários


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lozo Comentou em 30/07/2026

A vida é cheia de grandes e gostosas, maravilhosas, deliciosas surpresas e, claro, nunca estaremos sozinhos, sempre teremos alguém para dividir nossos momentos mais gostosos e de preferência gozar e bem gostoso esses momentos e você fez o certo, que maravilha, parabéns. votado e aprovado

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oesscritor Comentou em 30/07/2026

Saudades Suh 💖

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casaltheoeluna Comentou em 30/07/2026

Théo falando. Eu e a Luna tbm querendo um encontro. Curte casais?

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carlinhap Comentou em 30/07/2026

Amiga, vcc faz Job? PQ VAI SER CACHORRA ASSIM NA CHINA.

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vitoria35 Comentou em 30/07/2026

vc é do babado hein mona? boquetera de mão cheia 🤤👄




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Ficha do conto

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zanaleitte

Nome do conto:
Reencontro, com meu amigo: Levi.

Codigo do conto:
268667

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/07/2026

Quant.de Votos:
19

Quant.de Fotos:
1