Abre as pernas pro seu pai - 01



Chamo Marina, tenho vinte e dois anos, formo esse ano em Química pela UFG. Morena clara, olhos cor de avelã, estatura mediana com uns quilinhos a mais que me deixam deprimida diante do espelho.

Não sou nenhuma gostosa, mas até que agrado os homens. Alguns já se apaixonaram perdidamente, outros só queriam me comer. Principalmente depois que entrei para a faculdade.

Namorei uns, mas transei com poucos, na verdade até hoje não encontrei o homem que eu realmente gostaria. Meu príncipe encantado não é exatamente um homem perfeito, sabe? Quando imagino alguém, tem que ser com um toque de cafajeste no olhar, bonito, simpático, como um deus grego, se possível com grana, mas o que importa mesmo é que me deixe de quatro por ele, literalmente.

Mas a realidade é que ainda não encontrei, pelo menos até o mês passado. Nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer e foi incrível. Absurdo, abusado e mais que tudo inesperado.

Ainda sinto vergonha só de pensar, mas acontece que ele me seduziu de um jeito que eu sempre sonhei. Só agora eu começo a entender que esse tempo todo, o homem que eu queria estava ali do meu lado o tempo todo. Eu é que não havia notado.

Sabe, o olhar, a maturidade, a doçura, com uma boa dose de sacanagem que me deixou fissurada por ele. Coisa de pele mesmo, entende?

Que homem, que delícia de pau. Kákáká! Mas é, eu acho o dele perfeito, maravilhoso, a boca, a língua tarada então! Pra não falar nos dedos mágicos do Stefan. O nome completo é Stefan Rangel de Oliveira, quarenta e seis anos, um e oitenta de altura, charmoso, gostoso, que adora malhar e também carros esportivos. E o bom mesmo é que ele está apaixonado por mim.

E tudo isso porque há algumas semanas mamãe nos deixou. Saiu de casa e escreveu uma longa carta que deixou Stefan sem chão.

***

Não é a vida que eu queria, Stefan, não mais com você. Eu avisei, eu falei, mas você nunca me deu ouvidos. Cada vez mais me fazendo sentir uma tola, me culpando pelos seus erros, seus preconceitos baratos.

Pior, fui ficando solitária, deprimida e sem tesão com a vida. E por que? Porque o homem que eu achei que seria meu marido resolveu se isolar, se afastar dos amigos, do mundo e de mim.

Cansei da rotina dessa vidinha fajuta que você criou para nós três. Só pensa em trabalho, só pensa em você. Eu não existo e até mesmo Marina sente falta de você. Mas você nunca me dá ouvidos, não é mesmo?

Bem, lamento dizer, mas aconteceu, não fui eu que procurei. Ele veio até mim. No princípio eu recusei, afastei, mas o homem só tinha olhos para mim. Charmoso, simpático, elegante, alguém que se interessa por você, mesmo quando você tem dez anos mais que ele. Que mulher não ficaria encantada? Armando é um doce de pessoa e eu fui descobrindo aos poucos que não posso mais viver sem ele.

Você nunca desconfiou, não é mesmo? Ai, ai, há anos que eu me relaciono com Armando. Uns quatro que eu trepo com o advogado. Eu sei que você não gosta que eu use palavras chulas, mas é o que faço com ele. Trepar, foder bem gostoso até ele me encher de vida. Se é que você me entende.

Era para acontecer depois que Marina se formasse, mas as coisas se precipitaram. Armando foi contratado por um grande escritório em São Paulo e eu resolvi não esperar mais.

Marina já é adulta o suficiente para entender essas coisas. Depois eu converso com ela, vai ser melhor para nós todos.

***

Ele me deixou ler esse trecho, mas havia muito mais. Eu sabia que ela estava insatisfeita com papai, mas por nada desse mundo eu imaginava mamãe namorando outro cara.

Foi um choque pra mim, imagine para Stefan.

“E agora o que vai acontecer?”

“Ela constituiu um advogado, quer a repartição dos bens, menos a casa. Pediu para deixar para você.”

“E pode?”

Ele balançou um sim com os olhos injetados, o cabelo despenteado e a barba por fazer.

“Pai! Não fica assim, tava na cara que vocês já não viviam bem, até eu sabia. Você mal dormia com ela, era mais aqui na sala.”

“Sua mãe é uma pessoa muito difícil, minha filha. Ainda mais com o passar dos anos, veio a rotina e ela não soube se adaptar.”

Achei melhor não retrucar, como falei, ela estava desgostosa com o casamento. Deprimida e se sentindo sozinha, boa parte da culpa era dele. Mas do jeito que papai estava, não ia me dar ouvidos e acabaríamos caindo numa discussão infindável.

Melhor deixar para depois, até porque eu também me senti traída por Solange. Custava ter me avisado? Nem que fosse uma conversa pelo zap, era o mínimo que eu esperava dela. Sempre tivemos as nossas rusgas que só pioraram depois que eu fiquei adulta, mas mamãe não precisava ser tão egoísta.

E foi a partir daí que tudo começou a acontecer. No começo ficou aquele clima de velório lá em casa, mas os dias foram passando, as semanas. Só nós dois morando juntos. Foi rolando um clima estranho aos poucos até que um dia aconteceu.

“Que foi?”

“Nada, nada, filha.”

Sabe aquele olhar de homem tarado? Geralmente, os bêbados da faculdade ficam assim. Não era o caso de Stefan. Bêbado, ele não estava, só ficou deslumbrado quando me viu num baby doll de seda preto. Parecia que nunca tinha visto as pernas de uma mulher.

“O que é que você está vendo?”

“Uma série nova da Netflix, nem sei se é boa.”

Não tinha nada melhor pra fazer numa quarta-feira à noite, fiquei sentada ao lado dele. Cruzei as pernas sobre o sofá e ouvi um suspiro, mas nem olhei. Eu não estava acreditando que Stefan pudesse estar interessado em mim.

Na hora me deu até vontade de rir, mas depois passou, não aconteceu nada. Foi cada um pro seu quarto dormir. Agora que Solange não morava mais com a gente, papai passou a dormir na cama em vez de ficar no sofá até às quatro da manhã.

A partir daí, passei a prestar mais atenção ao meu pai. Primeiro desconfiada, depois fui ficando curiosa. Surgiram uns olhares tímidos, uns trejeitos de homem que aprecia a paisagem. Toda garota sabe quando um cara está a fim de você. Ainda mais quando eu vestia os meus shortinhos ou as blusas folgadas deixando os seios soltos.

Eu sempre fui assim, sempre, tanto que uma das implicâncias de Solange comigo eram os meus modos mais relaxados em casa. Me enchia o saco, mas papai nunca deu a menor bola. Nunca antes o vi me olhar de esguelha, me examinar de cima a baixo, achando que eu não estava vendo.

Nunca tinha prestado atenção em mim até que Solange nos deixou. E pra piorar, eu não me sentia nem um pouco preocupada, muito menos culpada. Eu até que gostava, quem não gosta de alguém te comendo com os olhos? Mesmo que esse alguém seja seu pai. Eu sei, não é certo, mas sei lá, deixei rolar só pra ver até onde ia tudo aquilo.

“Nossa, Stefan vai cortar esse cabelo, vai fazer essa barba. Tá parecendo um doente. Você é um homem muito bonito.”

“Você me acha bonito?”

“Claro que você é bonito. Um quarentão bem conservado. Se arruma que vai chover de mulher na sua horta.”

Ele meneou a cabeça bebendo a xícara de café. Havia uma ideia estampada na testa dele. Dava até pra ler, mesmo assim...

“Que foi?”

“Nada, eu só pensei em uma coisa.”

“Que foi que você pensou, pai?”

Ele fez um muxoxo com a boca, balançou a cabeça de novo.

“Nada esquece, coisa minha.”

Aquilo esquentou o clima entre nós. Veio um silêncio estranho, como se eu soubesse o que ele queria dizer, sem falar. Só que, no fundo, ao invés de me envergonhar, eu gostei, bem que eu gostei.

Lembrei de mamãe fazendo cara de nojo com meus modos. Ela detestava como eu me vestia e eu fazia só provocar, dava ouvir até os seus pensamentos.

‘Sua vagabunda.’ Não precisava nem dizer, mas eu sabia o que ela pensava de mim. E agora o olhar do papai me dizia que ele não queria um monte de mulheres no seu colo. Bastava uma, e era justamente eu.

“Deixa eu indo, vou chegar atrasada na faculdade.”

“Então vai, beijos. Tchau.”

“Beijos pro senhor também. Tchau.”

Nunca me mandou um beijo e eu nunca chamei papai de senhor. Tinha algo se criando entre nós, um segredo esquisito que não fazia o menor sentido, mas mesmo assim aquilo começou a me ocupar a mente e eu fui me interessando.

Passei a ficar mais tempo em casa, passei a me vestir de um modo menos casual, muito mais sensual sem descambar para a baixaria. Fui deixando Stefan desconfortável, me olhando de lado, me admirando as formas como ele podia.

Até que uma noite. Me levantei para ir ao banheiro e, quando voltei pelo corredor, ouvi um barulho vindo do quarto dele. Um gemido abafado. Curiosa, me encostei na soleira, a porta estava parcialmente aberta. Não dava para ver nada, mas eu ouvia os sons que vinham de dentro.

“Aaah! Aaaanh! Unnnh”

Deu pra sacar que ele não estava doente, muito menos sofrendo. Eu devia ter me afastado, até pensei nisso, Um certo nojo me passou pela cabeça. Mas um som ritmado me chamou a atenção, um som molhado de algo sendo lustrado. Eu nunca tinha visto um homem se masturbando, muito menos ouvido.

Eu sabia como eles faziam, mas nenhum deles fez pra mim. Pelo menos até aquele dia.

“Aaaah! Oooooh!”

Os gemidos foram aumentando, o som ritmado foi ficando mais rápido. Eu pensei em sair, eu queria sair, mas meu corpo ficou congelado até que eu ouvi ele chegando. Stefan gritou entre os dentes e eu percebi que papai estava tendo um orgasmo.

Me embrulhou o estômago, mas o pior foi o susto que te vi quando ouvi.

“Marinaaa! Marina! Filha!”

Fiquei boquiaberta com tudo aquilo, eu não esperava. Mesmo desconfiando de tudo, ouvir o seu pai ejaculando em sua homenagem foi demais para mim. Engoli em seco e saí pisando na ponta dos pés. Puta da vida comigo, arrependida de ser tão curiosa.

“Burra! Burra!”

Falei baixinho enquanto me deitava. Meu coração aos pulos, minha cabeça rodando com tudo aquilo. Me encolhi todinha na cama e foi aí que me dei conta. Quando coloquei minhas mãos entre as coxas, senti um calor nas virilhas. Bizarro aquilo, enfiei a mão por dentro da camisola e com o dedo me examinei. Ele saiu lambuzado nos meus sucos.

Eu não queria acreditar, eu não podia acreditar. ‘Vagabunda.’ Ouvi mamãe falando nos meus ouvidos. Eu estava decepcionada comigo mesma. Como é que podia, eu excitada ouvindo Stefan se masturbando no quarto? Como? Lembrei dele gemendo meu nome.

Aquilo não me saía da cabeça. Tentei me controlar, mas quem disse que eu consegui. Era um pecado, um abuso total, mas aos poucos fui me deixando levar. Algo em mim estava gostando da sacanagem que ia surgindo.A vagabunda que mora em mim foi me seduzindo.

Imaginei papai de pau duro tendo um orgasmo. Seu pau cuspindo seus jatos e aquilo molhando seus dedos e a calça do pijama enquanto ele sonhava comigo.

Foi impossível controlar, o tesão foi tomando conta e eu me ajeitei na cama e puxei a camisola o suficiente para me tocar. A respiração começou a se acelerar. Quando dei por mim meu dedo médio deslizou alisando meus pentelhos escorregou na abertura da rachinha até a ponta do dedo encontrar o meu grelo.

“Aaaah!”

Fechei os olhos retesando o quadril, aquilo pulsava de desejo. Duro e quente. Fui ficando melada, o dedo molhado e eu pratiquei o que mais gosto nesses momentos, me dedei com gosto. Enfiei dois dedos e me cocei por dentro como uma vadia.

“KákáKá!”

Adoro esses momentos insanos. Metendo meus dedos e vendo papai se apertando com força, agitando a mão feito um louco. Aquilo me deixou mais doida de desejo, meus dedos se afundaram ao máximo no meio das pernas. Até que Stefan apareceu cuspindo o seu néctar enquanto eu me fodia em homenagem a ele.

“Stefan! Aaaah! Caraca!”

Gozei como uma vagabunda, como mamãe falava. Azar! Quem mandou ela fugir com outro? A culpa não era minha se papai estava subindo pelas paredes só porque eu andava seminua pela casa. Sempre foi assim.

***

“Bom dia!”

“Bom dia. Dormiu bem?”

Ele sorriu ajeitando a gravata e colocando café na xícara. Lindo, um charme, adoro ver meu pai de terno, fica elegante.

“Que foi?”

“Nada, pai. Só tava te admirando. Vai vestido assim aonde?”

“No advogado, mandou-me chamar.”

Ele me olhou rápido enquanto bebia da xícara. Nem dava para perceber que aquele homem, justo meu pai, tinha se masturbado pensando em mim. Cafajeste! Justo com a filha. Imagina se ele soubesse o que eu tinha feito pensando nele?

Ele mudou o olhar, pareceu desconfiado.

“Vai sair hoje?”

“Vou numa festa com as amigas da faculdade. Você não conhece.”

“Vê lá, hein! Não me arranje problemas, já me basta sua mãe.”

“O que deu em você? Você nunca foi assim.”

Ele já estava de pé, ajeitando outra vez a gravata e abotoando o paletó. Me olhou com cara de poucos amigos e, pra minha surpresa, me deu um beijo na testa.

“Tchau, filha. Cuidado, chega cedo em casa.”

“Tchau, pai.”

Ele saiu apressado e eu fiquei paralisada um tempo tentando entender de onde havia surgido tal interesse pelo que eu faço ou não faço. Stefan nunca foi disso, quem me vigiava de perto era Solange, que vivia atazanando a minha paciência, principalmente quando era mais nova.

Depois de cinco minutos, deixei pra lá o assunto e fui me arrumar. Bobagens de homem mais velho, certeza, ainda mais depois que perdeu a mulher para outro.

***

Já eram quase três da manhã quando me deixaram em casa, meio bêbada. Não sou forte para bebidas, mas aquela noite pedia um algo a mais. Nunca dancei tanto, o que até diminui os efeitos do álcool.

Entrei devagar, preocupada em não acordar Stefan; tirei até os saltos para não fazer barulho, mas, quando passei em frente à porta do quarto dele, tomei um susto com a voz ríspida que veio de dentro.

“Marina! Isso são horas?”

Merda, eu pensei. Só faltava meu pai querer me dar uma bronca no meio da madrugada de um sábado.

“Que foi, pai?”

Entrei e ele acendeu um abajur enquanto sentava na cama com cara de poucos amigos.

“Você prometeu, garota. Prometeu que chegaria mais cedo.”

“Eu não prometi nada, você é que disse pra eu chegar cedo.”

“Senta aí. Isso são horas de uma garota chegar em casa? Eu e sua mãe não te educamos pra isso.”

“Que isso, pai, o que deu em você? Não cheguei porque não deu pra chegar. Eu fui com as meninas no carro da Laura e elas só resolveram voltar agora. Não estou entendendo essa bronca toda?”

Ele tava puto, mal me encarava, mas eu notei que papai estava sem a camisa do pijama. Não me lembrava que ele fosse tão bronzeado.

“Duvido que você só tenha ficado com as suas amigas. Aposto que se engraçou por um desses porra louca dessas faculdades. Fala se não é?”

“O que? Pai! Eu nem tenho namorado, faz óóó… tempos que eu… não saio com homens.”

“Sei, tá se vendo.”

“Tá vendo o que?”

“Essa roupa, esses peitos de fora.”

“Que isso, pai, não tô com os peitos de fora coisa nenhuma.”

Pior é que eu fui sem sutiã, ainda suada, com certeza, meus seios deixavam marcas na blusa de seda. Tampei com as mãos por instinto. Ele virou uma fera.

“Não tampa, ouviu, não tampa.”

O homem estava puto de raiva, até bufava. Os olhos arregalados se fixaram em mim. Eu me senti nua diante de meu pai. Aquele olhar de homem nervoso foi ficando com jeito de homem tarado.

“Quem é ele?”

“Ele é quem, pai?”

“O cara que chupou os seus peitos. Tá na cara que você deixou ele fazer tudo e muito mais.”

Eu fiquei boquiaberta. Stefan parecia ainda mais alterado, o rosto ficando vermelho e só então eu notei que a voz estava meio pastosa. Provavelmente deve ter bebido todas a noite inteira.

“De onde você tira essas coisas, homem? Ninguém me chupou como você está falando.”

“Háháhá! Não, não, claro que não. Pensa que eu sou besta? Demorou pra chegar porque ainda deram uma passada no motel só pro babaca te comer. Diz-se se não foi?”

“Não! Que isso, cara? Ficou louco?”

Eu tive ânsias de esganar o homem. Que tipo de mulher ele pensava que eu era?

“Olha aqui, presta bem atenção. Só vou falar uma vez. Eu não fiquei com ninguém essa noite. Não transei com ninguém. Se não quer acreditar, então não acredita.”

“Então prova. Mostra que eu quero ver.”

“O que?”

Minha voz quase não saiu. De repente, um flash nos cruzou o olhar, uma coisa que poucas vezes eu tinha sentido por um homem. Lembrei dos sons que ouvi na noite passada vindos daquele quarto. Eu comecei a desconfiar do motivo de tanta ira.

“Que sorriso é esse, garota?”

“Está com ciúmes de mim, Stefan? Não sou mais a sua garotinha, aliás, nunca fui, não é mesmo?”

“Na minha casa mando eu, se quiser viver aqui, trate de me obedecer. Entendeu?”

O ‘entendeu’ veio como um berro. Em outro momento eu teria mandado ele à merda e saído de casa na mesma hora. Mas ali, naquela hora, aquilo me excitou. Me deixou com peitos quentes, os mamilos ficaram duros. E ele me examinou com o olhar de um homem esfomeado.

“Você não confia mesmo em mim?”

“Não!”

“E o que eu faço?”

“Mostra, deixa o seu pai ver. Tira a calcinha.”

Ele encheu o peitoral lindo, seu corpo estava tenso e ele começando a suar na testa. Eu levantei minha saia, enfiei as mãos por dentro e puxei tirando a calcinha. Fiz questão de segurar com a ponta dos dedos e soltei sobre o lençol da cama.

“Satisfeito?”

Ele puxou o tecido e sentiu meu calor, examinou com cuidado.

“Nem um pouco, vem cá, deixa eu ver.”

Eu simplesmente não acreditei no que eu ouvi. Parecia uma dessas histórias ridículas que se leem na internet hoje em dia. Mas na hora nem passou pela cabeça fugir, cheguei mais perto, o máximo que dava, e fiquei encarando Stefan como se aquilo não fosse mesmo comigo. Como se eu estivesse vendo um filme com outra pessoa.

Papai esticou o braço e me tocou a parte interna da coxa. A respiração dele foi ficando acelerada quanto mais ele subia a mão por dentro da saia. Até que seus dedos tocaram a pele nua da minha xana.

Senti ele percorrendo com o dedo toda a extensão da rachinha. Tão íntimo, tão abusado, nem era um namorado, muito menos o meu marido. Era meu pai examinando a vagina.

“Satisfeito? É isso que você queria?”

Falei entre os dentes, sentindo o polegar dele me examinar os pelos.

“Suada, muito suada.”

“E você queria? Horas dançando na festa.”

“Tá vendo, eu não falei? Trepou, não trepou?”

“Não! Não durmo com homens há tempos. A última vez foi quando mamãe ainda morava com a gente.”

Eu fazendo cara de indignada e ele fingindo que não acreditava. A mão boba não parava de me explorar as partes íntimas. Era um jogo que começava a surgir entre nós, eu nunca tinha feito essas coisas com alguém, nem sabia direito se era real ou se eram só os meus pensamentos girando na minha cabeça. Também, bêbada como eu estava.

“Então mostra, abre as pernas pro seu pai.”

Foi a vez de ouvir a minha própria respiração. Foi tão forte aquele momento, tão absurdo, dava para sentir o tesão brotando dos meus poros. Meus biquinhos endureceram e eu abri as pernas pra papai.

“Annh! Uuuh!”

Nem era um gemido o que eu fazia, menos que um grunhido sentindo os dedos de Stefan me abrindo os lábios e se afundando no meio, no meu centro nervoso. A gente se encarava como se uma descarga elétrica nos prendesse juntos. Eu me segurando no encosto da cama e ele me explorando por dentro.

“Não falei? Eu disse que não pra você ficar com alguém.”

“Eu não fiquei com ninguém, Stefan. Ninguém!”

“Então por que você está assim. Completamente molhada, acha que eu não sei?”

“Não, você não sabe de nada. Não entende nada de mulher. Não é à toa que Solange te largou.”

“Sua mãe não passa de uma vagabunda, isso é o que ela é. E você vai pelo mesmo caminho. Anda fala, quem foi que te comeu, garota?”

Eu perdi a paciência com ele.

“Ninguém me comeu essa noite, cara. Será que você não percebeu até agora?”

Stefan se assustou e ergueu as sobrancelhas.

“Percebeu o que, garota?”

“Tô excitada por sua causa, é isso que você ainda não percebeu. Bem que mamãe tinha razão. Você não passa de um babaca sem sentimento.”

“Não me chame de babaca, eu sou seu pai.”

Mas os dedos continuavam ali me coçando por dentro e o polegar massageando o grelinho. O bom é que aquele abuso foi ficando gostoso, deixando aquele momento cada vez mais tesudo.

“Uuuuuh! Uuuu! Hmmm!”

Eu comecei a mover o quadril enquanto papai me dedava atrevido.

“Você vai gozar, você quer gozar Marina?”

“Vou, eu acho que vouuu! Hmmm!”

“Então senta aqui do meu lado, senta que o papai faz pra você.”

Ele se afastou o bastante mesmo assim, eu quase sentei no colo dele. Meu coração se acelerou e a minha respiração ficou curta. E papai me prendendo com o olhar. Ele nem precisou falar, eu me abri e me ofereci pra ele.

Stefan mostrou um sorriso de quem gostou do viu, sua garotinha mostrava a bucetinha pra ele. Minha blusa se abriu revelando os meus seios. O que deixou o homem ainda mais magnetizado por mim.

A gente se encarou e ele encostou a mão sobre a minha xaninha. Passeou os dedos sobre os meus pelos, brincou com os lábios e voltou a me penetrar com os dedos. Comecei a tremer, a vibrar sentindo o meu útero esquentar enquanto os dedos de papai provocavam. De repente, os barulhos foram ficando úmidos, os dedos de Stefan entrando e saindo cada vez mais rápidos. Papain deitou o seu rosto nos meus cabelos e a siririca ganhou força, eu entestei o meu monte.

“Aaaaiiih! Aaaah! Stefannn!”

Fui chegando ao ápice, fui sentindo uma descarga dentro da minha cabeça. E de repente eu vim como poucas vezes tinha acontecido comigo. Esguichei na cama com papai me olhando os peitos, me vendo mijar na cama onde ele e mamãe dormiram durante anos. Como se eu não passasse de uma vagabunda qualquer.

“Ai! Aiiii, Stefan, pai. Kákáká! Viu, viu só como eu estava? Tudo por sua causa.”

“Foi filha? Que bom que você não mentiu pra mim.”

“Culpa sua.”

“Minha por quê?”

“Quem mandou o senhor falar o meu nome ontem deitado nessa cama.”

“Você me ouviu, jura?”

Ele ficou desconfortável, como se eu tivesse descoberto um segredo indiscreto. Homens, acabou de me siriricar na cama dele, mas não pode dizer pra filha que se punhetou por causa dela.

“Não foi nada disso, você entendeu errado.”

“Huh! Não foi, não foi. Eu sei o que eu ouvi. Mas eu gostei de ouvir. Só não foi melhor…”

“Melhor do que?”

“Melhor do que agora. Vai ser inesquecível, sabia?”

Ele riu orgulhoso da minha confissão, me arrumou a saia e me mandou embora.

“Vai pra sua cama, anda. Amanhã a gente conversa mais.”

“Você vai dormir aqui? Com essa cama toda molhada? Stefan, deixa de ser ridículo, depois de tudo… Vem, dorme comigo no meu quarto.”

Falei sem pensar, tentei sorrir, mas ao mesmo tempo fui ficando meio arrependida, mordendo os lábios. Só que papai sorriu de volta, aquele sorriso de homem devasso.

“Você quer que seu pai durma com você essa noite, minha filha?”

“Deve meu pai, deve.”

Foto 2 do Conto erotico: Abre as pernas pro seu pai - 01

Foto 3 do Conto erotico: Abre as pernas pro seu pai - 01

Foto 4 do Conto erotico: Abre as pernas pro seu pai - 01

Foto 5 do Conto erotico: Abre as pernas pro seu pai - 01


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


270605 - Bia – Final da suruba bestial - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
269867 - Do que uma mulher precisa na cama - Categoria: Lésbicas - Votos: 3
269306 - Paola e o desbunde no sítio - Comida depois do almoço - Categoria: Cuckold - Votos: 8
268949 - Paola e o desbunde no sítio - o sabor picante dos machos - Categoria: Traição/Corno - Votos: 11
268493 - Paola, comida no meio da sala - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
268288 - O sonho de Paola é trepar com o aluno da classe - Categoria: Fetiches - Votos: 4
268134 - Paola mostrou a calcinha na sala de aula - Categoria: Exibicionismo - Votos: 5
267960 - Almoço na casa da Denise - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
266444 - Presente para uma Esposa adorável - Categoria: Cuckold - Votos: 11
264420 - Enchi a boca do meu Padastro - Categoria: Incesto - Votos: 6
262655 - Cris - Gozando na cama da filha - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
261661 - Atração Fatal - Categoria: Fetiches - Votos: 1
260977 - Confissões II - Deflorada pela mãe das minhas amigas - Categoria: Lésbicas - Votos: 5
260461 - Confissões I - A mãe das minhas amigas é um tesão de mulher - Categoria: Lésbicas - Votos: 7
260084 - Memórias de um adolescente - Categoria: Fantasias - Votos: 2
259725 - Sessão de Terapia - Os segredos do meu sogro - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
258982 - Simone, uma faxineira perfeita. - Categoria: Heterosexual - Votos: 8
258569 - Meu coração pertence ao papai - A putinha do papai - Categoria: Incesto - Votos: 9
258120 - Meu coração pertence ao papai - Pisquei na cara do sogro - Categoria: Incesto - Votos: 8
257824 - Meu coração pertence ao papai - Chupei meu sogro no meio da sala - Categoria: Incesto - Votos: 5
257310 - Meu coração pertence ao papai - Presente do sogro - Categoria: Incesto - Votos: 7
256372 - Tronco duro - Categoria: Fetiches - Votos: 6
255039 - Quem diria, Antônia, minha tia. - Categoria: Masturbação - Votos: 3
254770 - As irmãs abusaram do Diácono - Categoria: Fetiches - Votos: 3
254486 - Convento das Carmelitas - Os orgasmos com a irmã Inocência - Categoria: Incesto - Votos: 6
254161 - Convento das Carmelitas - Gozando com o negro Miguel - Categoria: Fetiches - Votos: 6
253981 - Tentações noturnas - O dia seguinte - Anal com o filho do meu marido - Categoria: Incesto - Votos: 3
253739 - Tentações noturnas - O dia seguinte - Meu enteado quer me comer - Categoria: Incesto - Votos: 3
253371 - Lis - Na bundinha da amiga - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
252935 - Tentações Noturnas - Quarta noite - parte II - Comendo a esposa do meu pai - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil incensatez
incensatez

Nome do conto:
Abre as pernas pro seu pai - 01

Codigo do conto:
271104

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/08/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
4